Lew Rockwell a criticar a Administração Obama, o Governo e o Cartel Bancário Americanos.
Novembro 16, 2011
Outubro 31, 2011
Occupy Wall Street: Todos procuram o lucro…
Os Ocupas querem registar a marca.
Está certo: há que ganhar uns trocos com merchandising. Porque é que a Disney pode e eles não? O irónico é que este grupo supostamente seria contra a propriedade privada e o lucro, mas isso claro é quando não interessa nada. Quando pode ir para o bolso…

Outubro 28, 2011
I am the 1%: Let’s Talk!
Não, eu não pertenço ao 1% mais rico da população. Gostava, mas ainda sou muito novo. Mas Peter Schiff pertence e foi para Wall Street expor os seus pontos de vista aos ocupas. E a Reason TV fez este vídeo delicioso.
Outubro 5, 2011
As marionetas do status quo
A encenação começa com uma armadilha montada pela polícia de Nova Iorque para legitimar o uso de força e de prisão no protesto pacífico Occupy Wall Street, que nunca teria ganho a actual proporção mediática sem essa brutalidade policial. Guiados pela polícia pela ponte de Brooklyn (percurso não programado), os manifestantes são depois presos com a justificação de que perturbavam o trânsito na mesma: after allowing the protesters to walk about a third of the way to Brooklyn, the police then cut the marchers off and surrounded them with orange nets on both sides, trapping hundreds of people.
A partir daqui os media e opinião pública dividem-se nos dois habituais campos a favor/contra a desobediência civil, e o discurso mediático é dominado pelo diagnóstico feito pelos manifestantes de que a ganância de Wall Street está na génese dos problemas financeiros dos EUA (tese já em voga no premiado e popular documentário exibido pelos media main stream Inside Job): Despite their honest intentions, many of the Occupy Wall Street protesters are being suckered into a trap and calling for the very “solutions” that are part of the financial elite’s agenda to torpedo the American middle class – higher taxes and more big government.
A ganância como causa é um enredo intelectual e emocionalmente fácil de interiorizar: não questiona o sistema – o que requer visão holística dos acontecimentos – e entretém-se com querelas sobre a bondade ou maldade dos seus agentes, um tema antropológico que sempre seduziu as massas. E a opinião pública lá se vai dividindo entre os que lutam contra o “capitalismo” (ou versão enfabulada do mesmo) e os que o defendem; entre a “esquerda” e a “direita”. Em suma, o discurso público digladia-se sobre a que personagens do enredo previamente traçado pertencem o epíteto de Bem e de Mal.
Entretanto, a incólume Reserva Federal já veio dizer pelo seu presidente que compreende a revolta dos manifestantes, reconhecendo que os problemas da economia estão directamente ligados à ganância de Wall Street e acrescentando que é preciso mais governo para limitar essa falha que é, afinal, da natureza humana. Nas histórias de Bem contra o Mal há sempre um príncipe montado num cavalo branco que salvará a História. Neste caso o cavaleiro é preto, mas a reabilitação da imagem de Obama já se fazia tardar.
