Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais

Apresentação Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa

Recordo que está em curso a 1ª fase de candidaturas à Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Catolica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

Está também em curso a 3ª fase de candidaturas ao MA in Governance, Leadership and Democracy Studies, assim como a 2ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

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Indicadores de gestão de municípios, áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais

Uma iniciativa positiva: Portal de Transparência Municipal.

O Portal de Transparência Municipal é uma iniciativa do XIX Governo Constitucional para o aumento da transparência da gestão da administração pública local aos cidadãos. Aqui são apresentados e disponibilizados um conjunto de indicadores relativos à gestão dos 308 municípios portugueses, bem como a sua agregação nas entidades intermunicipais (áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais) onde aplicável.

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A Escola de Salamanca

The School of Salamanca

Um breve mas recomendável video de introdução à Escola de Salamanca.

No final são mostrados os livros Faith and Liberty: The Economic Thought of the Late Scholastics, de Alejandro Antonio Chafuen e The Salamanca School, de que sou autor juntamente com José Manuel Moreira.

O legado de José Sócrates

Sobre os resultados das eleições europeias, passada uma semana, não posso deixar de ficar algo admirado por ver muitos a atribuírem o principal fundamento da fraca votação no Partido Socialista à inaptidão do seu líder, TóZéro António José Seguro. É, afinal, isso que os apoiantes do pretenso candidato António Costa querem fazer crer.

Mas o que os resultados das autárquicas de 2013 já tinham, de certa forma, mostrado é que existe significativo descontentamento do eleitorado em relação aos partidos da governação (PS, PSD e CDS/PP). E do qual os outros partidos não conseguem beneficiar.

Em épocas de crise os votos de protesto contra o(s) partido(s) no poder são, geralmente, canalizados para o maior partido na oposição (o de âmbito governativo). Nas duas últimas eleições tal não tem acontecido. Nas autárquicas e europeias esses “votos” foram para os “independentes”, votos nulos/brancos e abstenção. O descontentamento é, portanto, generalizado a toda a classe política.

Durante este fim-de-semana, ouvi comentários que, se António Costa for eleito secretário-geral do PS, as probabilidades do partido obter maioria absoluta nas próximas legislativas aumentam exponencialmente. Até pode acontecer, mas mais por demérito do governo PSD/CDS do que por mérito das capacidades políticas do actual presidente da Câmara Municipal de Lisboa. Passo a explicar a minha previsão.

Acredito que o eleitorado português está cada vez mais ciente do passado. Acredito que um número crescente de portugueses vêem os políticos pelo que realmente são: aspirantes a clientelas da usurpação pública de rendimentos privados. Acredito que muitos olham para o legado de José Sócrates (falência de um país) não apenas como o falhanço de um indivíduo mas de todo o partido que o apoiou.

Relembro que, no mês anterior à demissão como primeiro-ministro, Sócrates tinha, no XVII Congresso do partido, sido reeleito secretário-geral por 93,3% dos militantes presentes. Sócrates entretanto saiu de cena(!) mas as bases permanecem. E é isso que assusta muito do eleitorado. Principalmente quando as propostas políticas para resolução da crise são as mesmas ilusões de sempre. António Costa, ex-ministro de José Sócrates é apenas mais um de tantos daqueles militantes! Chega a um ponto que os portugueses não querem mais continuar a ser enganados.

PS: para terem alguma credibilidade os militantes do PS teriam de eleger Rómulo Machado…

… com Luís Campos e Cunha como Ministro das Finanças.

Relvas e Seguro partilharam docência de cadeira no ISCEM

Relvas e Seguro partilharam docência de cadeira no ensino superior

Podendo parecer que não, faz todo o sentido e aposto até que era das cadeiras mais interessantes e proveitosas do ISCEM: Relvas e Seguro partilharam docência de cadeira no ensino superior

Paperback writer

E já que comecei a semana com os Beatles, aqui vai outra música. Não que seja grande coisa, mas eu adoro esta letra. (Além disso no teste que anda pelo facebook deu-me que a minha profissão devia ser escritora; nada, de resto, que espante os meus amigos que liam as minhas grandes criações literárias no secundário – então complementar – e primeiros anos de universidade, sempre sobre assuntos dos quais não sabia nada, não fosse o conhecimento limitar-me a imaginação.)

DEO: a forma é errada, a substância é ainda pior

Embora duvide seriamente da eficácia da estratégia eleitoral descrita, considero que esta é uma excelente análise, tanto no plano político como económico, de António Costa: O Documento de Estratégia Eleitoral.

Pedro Passos Coelho cedeu a Portas, por convicção, porque não tinha necessidade. E concentrou os esforços, a folga orçamental, que não existe, para compensar os funcionários públicos e pensionistas. Sem eles, sem os seus votos, não se ganham eleições. É por isso que o primeiro-ministro decidiu mudar de estratégia. Seria interessante ouvir agora Vítor Gaspar, o responsável do DEO do ano passado, de ‘outro’ Governo.

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Passos Coelho em Setembro de 2013: “Não é crível que pudéssemos ser bem sucedidos aumentando mais os impostos”

11 de Setembro de 2013: Passos Coelho diz que país não aguenta mais aumento de impostos

(via)

Subscrevo integralmente as declarações do político que fala no video.

Alguém sabe o que é feito dele ?

Leitura complementar: Uma opção política clara; Não é para cumprir; Atentados À Inteligência, Não!