As listas de deputados, o PS e a coligação PSD/CDS

O meu artigo de hoje no Observador: As listas da ira e o PS a ferro e fogo

Assim vai o processo de escolha das listas no PS…

Os dados francamente pouco animadores para o PS das sondagens que vão saindo não serão certamente alheios a todas estas dificuldades…

Dança das cadeiras. A lista de candidatos por Lisboa e os que ficaram de fora
Rui Paulo Figueiredo demite-se de líder parlamentar PS na Assembleia Municipal de Lisboa
Costa recusa lista de deputados propostos pelo PS-Coimbra
Lista de deputados do PS do Porto chumbada em comissão distrital
Revolta e contestação no PS Viseu

Ainda há gente com bom senso no PS…

Presidenciais. Assis vê “com simpatia” disponibilidade de Maria de Belém

Maria de Belém Roseira soma apoios para uma eventual candidatura presidencial. A deputada ainda não confirmou se quer avançar, mas já está a receber elogios. O eurodeputado Francisco Assis afirma ao Observador que “vê com grande simpatia e amizade” a aparente disponibilidade da ex-ministra da Saúde e vai esperar pelo anúncio formal, uma vez que não se “reconhece” em nenhum dos candidatos presidenciais que já estão no terreno.

“Faz falta uma candidatura de centro-esquerda”, explica. Assis já defendeu publicamente uma candidatura presidencial de Jaime Gama, que entretanto disse que isso não estava nos seus planos. Por isso, o eurodeputado aguarda para ver quem mais aparece. Sobre António Sampaio da Nóvoa, que deverá receber o apoio oficial do PS, Assis insiste que não vai ter, de maneira nenhuma, o seu apoio. “Não só não apoio, como não votarei em Sampaio da Nóvoa”, esclarece.

Para o ex-líder da UGT, João Proença, a antiga presidente do PS seria “seria uma ótima candidata presidencial”. Maria de Belém Roseira “é uma pessoa ponderada” e “envolvida com causas sociais”, explicou ao Observador. “Claramente cobre o eleitorado centro-esquerda. […] Não joga nos extremos do PS, tem perfil ótimo para ser candidata presidencial”, resume.

Podemos OXI?

Últimas sondagens em Espanha, Celeste-Tel / Invymark / Metroscopia (comparada com resultados eleitorais de 2011):

  • PP: 30,7% / 27,7% / 23,0% (44,6%)
  • PSOE: 27,4% / 23,3% / 22,5% (28,8%)
  • Podemos: 13,3% / 21,9% / 21,5% (0%)
  • Ciudadanos 10,2% / 11,5/ 15% (0%)

Adenda: incluí mais duas sondagens de outras fontes. A pergunta no título do post mantém-se.

O próximo primeiro-ministro (2)

Segundo sondagem da Intercampus para a TVI/Público/TSF o PS está à frente nas intenções de voCostato, apesar de sem maioria absoluta.

Para os inquiridos António Costa tem, em comparação com Passos Coelho, mais qualidades para ser primeiro-ministro: é mais dialogante, capaz de liderar, trabalhador, capaz de ter um discurso de verdade, de confiança, competente, conhecedor dos problemas dos portugueses, sério, honesto, simpático e, principalmente, sensível socialmente.

Vou ali levantar dinheiro ao banco e já volto.

António Costa, até quando?

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Costa desvaloriza sondagem que dá PSD/CDS à frente

O líder do PS diz que vai continuar a trabalhar para conseguir “maioria absoluta”. Costa diz que “é uma triste sina herdar coisas por reparar”.

Fica por esclarecer se quando António Costa referiu que “é uma triste sina herdar coisas por reparar” tinha em mente a situação actual do Partido Socialista…

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Leitura complementar: O Hollande de Lisboa?; Nuvens no horizonte de António Costa…; O que é que Seguro não tem?

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A celebração: “Esta foi a vitória mais doce de sempre!”

Perante os seus colaboradores mais próximos, David Cameron, primeiro-ministro britânico e líder dos Conservadores, celebrou a “vitória mais doce de sempre”. E não esqueceu os críticos.

Um caso de paixão incondicional

Mesmo sem varoufakisses, Rui Tavares não vacila nas suas convicções: Depois do programa dos economistas, Livre continua de olho no PS

Leitura complementar: “Tempo de avançar” rumo ao PS?; O cenário do PS: entre Centeno e Varoufakis.

Podemos em queda

Ondas de choque da evolução da situação grega?

El PP volvería a ganar las elecciones y Podemos cae al cuarto lugar

El Partido Popular sería hoy el partido más votado de celebrarse unas elecciones generales, seguido del PSOE. Como tercera fuerza se situaría Ciudadanos, que mantiene un imparable ascenso y deja en cuarta posición a Podemos. La fuerza de Pablo Iglesias ha retrocedido más de cinco puntos en apenas un mes.

Assim vai a liderança de António Costa…

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Coligação PSD/CDS empata com o PS

Segundo uma sondagem CM/Aximage, realizada nos 4 a 8 deste mês, o PS recolhe 36,9% das intenções de voto, mais 0,8 pontos percentuais do que no mês passado (36,1%). Contudo, o PSD cresceu mais do que os socialistas, passando de 28,9% em março para 30,5% agora em abril (mais 1,6 pontos percentuais). A distância entre os dois principais partidos é agora 6,4 pontos percentuais favoráveis ao PS. O CDS manteve-se na casa dos 6% (6,1% em março, contra 6% em abril). Juntos, os social-democratas e os democratas-cristãos somam 36,5% das intenções de voto, contra os 36,9 dos socialistas. Ou seja, um empate a seis meses de eleições. Valores que favorecem a continuidade da coligação governamental e afastam cada vez mais o PS da maioria absoluta.

Na confiança para primeiro-ministro, António Costa continua à frente de Passos Coelho: 42,7% contra 35,7%, sendo agora a diferença de 7 pontos percentuais. Em Outubro do ano passado, quando António Costa foi eleito líder do PS, a sua confiança para primeiro-ministro era de 56,2% e a de Passos Coelho 31,1%. Ou seja, em sete meses Costa perdeu 13,5 pontos percentuais, e Passos ganhou 4,6 pontos percentuais. [destaque meu]

A confiança do PS em Sampaio da Nóvoa (2)

António Costa nega ter garantido apoio do PS a Sampaio da Nóvoa.

Leitura complementar: O PS vai desistir das presidenciais?.

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“Campeonato” espanhol: empate técnico

Observador:

Quase empatados. O resultado mais recente das sondagens publicada este domingo pelo El País mostra que os quatro partidos que reúnem mais intenções de voto repartem entre si 80% do eleitorado.

(…)

A distância entre as quatro forças política é tão curta, que considerando a margem de erro, o resultado é praticamente um empate técnico. A manter-se a tendência, significa que o próximo governo espanhol terá de resultar de uma coligação.

Fez-me pensar: se Bloco de Esquerda subir nas sondagens e “roubar” eleitorado ao PS, que tipo de entendimento teria a coligação António Costa/Catarina Martins?

Rand Paul vence CPAC Straw Poll

Vale o que vale (neste caso, não muito), mas fica a notícia de uma mais uma vitória na CPAC para Rand Paul: Rand Paul Wins CPAC Straw Poll

Kentucky Sen. Rand Paul won the Conservative Political Action Conference’s straw poll for the third year in a row Saturday, while Wisconsin Gov. Scott Walker placed second, reflecting his surging popularity.

António Costa e as sondagens: descubra as diferenças

Maioria absoluta mais difícil para o PS (13 de Fevereiro de 2015)

O sonho de uma maioria absoluta manifestada pelo líder do PS, António Costa, está mais difícil. Segundo uma sondagem CM/Aximage, a intenção de voto nos socialistas, a oito meses das eleições legislativas, caiu de 36,9%, em Janeiro, para 36,7% este mês (menos 0,2 pontos percentuais).

O PSD também desceu, de 30,9% em Janeiro para 30,2% em Fevereiro (menos 0,7 pontos), mas, em caso de coligação com o CDS, que obtém nesta sondagem 5,3% (mais 0,6 pontos percentuais), a diferença entre o PS e o PSD/CDS, é agora de apenas 1,2 pontos percentuais.

António Costa diz que sondagem demonstra urgência de nova liderança no PS (12 de Julho de 2014)

O candidato à liderança do PS António Costa considerou hoje que as últimas sondagens, com a descida do partido, demonstram a urgência de uma nova direcção.

“A sondagem [do Correio da Manhã] aproxima-se dos maus resultados que o PS teve nas eleições europeias e é uma demonstração de como é urgente o PS vencer esta página e poder concentrar-se naquilo que é necessário”, declarou aos jornalistas.

Num contexto cada vez mais difícil para a afirmação da sua liderança, não espanta que António Costa ache agora necessário vir a público afirmar que a prioridade do PS são as eleições legislativas e não as presidenciais

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; O Hollande de Lisboa?; Nuvens no horizonte de António Costa…; Dias difíceis no PS…

Costa, Seguro e as sondagens (2)

Costa e as sondagens: o fenómeno que tarda… Por Henrique Monteiro.

A sondagem que hoje o Expresso e a SIC divulgam é esclarecedora: o PS à frente, como sempre esteve – e estava nos tempos de Seguro – mas ainda longe da maioria absoluta. O PSD e o CDS a perder, mas a resistir. Não, o problema do PS não era do líder, mas das políticas alternativas que não são – e do meu ponto de vista não podem ser – claras.

A propósito de alternativas claras: PCP defende necessidade de preparar país para eventual saída do euro.

Leitura complementar: O Hollande de Lisboa?; Nuvens no horizonte de António Costa…; Dias difíceis no PS…

Costa, Seguro e as sondagens

Sondagens: Costa e Seguro, duas faces da mesma moeda?

Janeiro de 2014: António José Seguro era líder do PS e os socialistas dominavam as sondagens com vantagens entre 8 e 13 pontos sobre o PSD. Janeiro de 2015: António Costa é líder do PS e domina as sondagens com vantagem para o PSD entre 6 e 11 pontos. A diferença é que Seguro à data era líder do partido há 26 meses, enquanto Costa o é há dois meses, mas, mesmo assim, os socialistas começam a olhar para a curva dos números com preocupação.

Leitura complementar: O Hollande de Lisboa?; Nuvens no horizonte de António Costa…; Dias difíceis no PS…

Nuvens no horizonte de António Costa… (2)

maioria silenciosa? Por Rui A.

O que me parece é que os portugueses não são parvos, ou não há tantos parvos como alguns julgam, e que existe uma significativa percentagem de eleitores que sabe muito bem o que aconteceu neste país, para os quais não são suficientes dois dedos de conversa para ficarem convencidos de que, afinal, nada de muito grave se passou antes do governo de Passos Coelho. Se esse número de eleitores silenciosos é uma maioria ou uma minoria, logo se verá. Mas desconfio que esta relutância do PS em falar claro aos portugueses sobre o que lhes aconteceu e sobre como lhes poderá assegurar que não voltará a acontecer, lhe irá sair caro.

Leitura complementar: Nuvens no horizonte de António Costa…

Nuvens no horizonte de António Costa…

Felizmente para António Costa, e ao contrário do que aconteceu com António José Seguro, a actual liderança do PS continua a contar com uma comunicação social dócil e amigável, mas nem mesmo essa realidade poderá valer-lhe se a sua liderança continuar a frustrar as expectativas criadas, como tem acontecido até agora: Sondagem PSD e CDS encurtam distância para PS de Costa

Em conjunto, os partidos da maioria crescem 2,3 pontos percentuais, enquanto os socialistas têm uma variação positiva de quatro décimas.

Quanto aos restantes partidos, os comunistas chegam aos 9,3%, o Bloco de Esquerda, atinge os 3,5%, enquanto as novas iniciativas políticas, o PDR, de Marinho e Pinto, e o Livre, de Rui Tavares, conseguem respetivamente 2,5% e 2%.

No âmbito da popularidade das figuras políticas, apesar de se manter em terreno negativo, destaque para a classificação atribuída a Pedro Passos Coelho, que regista, entre todos os líderes, a maior subida. O líder do Governo e do PSD regista uma subida de 3,6 pontos.

Estratégia de António Costa questionada por deputados

A estratégia do novo secretário-geral, António Costa, à frente do PS já está a ser questionada dentro do próprio partido. Na última reunião da bancada parlamentar socialista, alguns deputados criticaram o silêncio do PS em algumas matérias e pediram mais intervenção na praça pública. Além disso, há quem peça uma maior atividade parlamentar com a apresentação de mais iniciativas na Assembleia da República.

Sondagem eventos improváveis 2015

Podem votar em mais do que um evento.

António Costa visita Sócrates na prisão. Aceitam-se apostas!

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O próximo primeiro-ministro

CostaSondagem da Eurosondagem para o Expresso e a SIC relativa ao mês de Dezembro:

  • PS:         37,5%
  • PSD:      25,2%
  • CDU:      10,1%
  • CDS/PP:  7,3%
  • BE:           3,3%
  • PDR:        2,2%
  • Livre:        1,7%

 

Esperemos pelo programa eleitoral. Claro que o programa de Governo será, depois das eleições, à semelhança do programa do PSD/CDS, muito diferente.

Espanha: PSOE 27%; Podemos 25%; PP 20%

Apesar de o Podemos ter deixado de liderar as intenções de voto, continuam a ser dados francamente preocupantes: Podemos pierde impulso tras la exposición de sus líderes y planes

Según el sondeo de Metroscopia para EL PAÍS, Podemos tendría una estimación de voto del 25%, superado por el 27% del PSOE y por encima del 20% que logra el PP. Hace un mes era el partido de Pablo Iglesias el que superaba a los dos que han gobernado en España en 26 años de democracia constitucional.

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