Para as autoridades iranianas, a rede social Facebook existe para destruir o bem-estar social.
Leitura complementar: Simpsons, vade-retro.
Alguma coisa o poder polítco deve estar a fazer bem.
A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».
O anúncio foi feito em Lisboa pela direção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados “Capitães de Abril”.
«A linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.
Adenda: Mário Soares e Manuel Alegre amuaram e também não vão participar nas cerimónias oficiais. O ar ficará mais respirável.
Reproduzo de seguida parte de um comentário ao post Para subsidiar abortos não falta dinheiro…
Mesmo que não houvesse esta necessidade gritante de fazer cortes, o simples bom senso recomendaria o fim da isenção total das taxas moderadoras relativamente ao aborto.
(…)
Sejamos mais pragmáticos: faz algum sentido que a minha mulher vá hoje às urgências porque apanhou uma gripe, se cortou num braço, queimou uma mão ou partiu uma perna e tenha de pagar taxas moderadoras pela consulta e por todos os exames e fique isenta desse pagamento no caso de fazer um aborto?
Mais grave e mais escandaloso: porque há-de sequer o Serviço Nacional de Saúde suportar tais despesas? Acaso a gravidez é alguma doença?
Só por puro fanatismo político-ideológico se pode estar a defender a continuidade e a justiça desta situação.
A total inacção em relação ao descalabro do aborto é uma das maiores manchas da actual maioria. Os frutos da grande “conquista” progressista do aborto livre e generosamente subsidiado pelo Estado esao à vista, mas estranhamente esta é uma área para a qual não há qualquer sinal de preocupação na contenção da despesa: Número de mulheres que repetem abortos tem aumentado
O último estudo feito sobre o número de abortos em Portugal foi realizado pela Federação Portuguesa pela Vida (FPV) e teve por base os dados oficiais disponíveis: da Direcção-geral da Saúde e do Instituto Nacional de Estatística, até 2010. De acordo com esses números, desde 2007 realizaram-se em Portugal mais de 80 mil interrupções, das quais perto de 13.500 foram repetições.
Leitura recomendada: Leitura dominical.
A Choice With Definite Risks, por Nina Planck.
(…) Nature created humans as omnivores. We have the physical equipment for omnivory, from teeth to guts. We have extraordinary needs for nutrients not found in plants. They include fully-formed vitamins A and D, vitamin B12, and the long-chain fatty acids found in fish. (…)
For babies and children, whose nutritional needs are extraordinary, the risks are definite and scary. The breast milk of vegetarian and vegan mothers is dramatically lower in a critical brain fat, DHA, than the milk of an omnivorous mother and contains less usable vitamin B6. Carnitine, a vital amino acid found in meat and breast milk, is nicknamed “vitamin Bb” because babies need so much of it. Vegans, vegetarians and people with poor thyroid function are often deficient in carnitine and its precursors. (…)
The greatest error of modern industrial life, which celebrates the lab and technology, is our love affair with the facsimile. It is time to face the music. Some things cannot be replaced. Real food is one.
You may choose to be a vegan. Your baby doesn’t have that luxury. Let her grow up omnivorous and healthy. Then watch her exercise her own freedom of choice with justifiable pride.
The shocking photos show several established left-wing members of the Stockholm cultural elite watching and laughing as Minister of Culture Lena Adelsohn Liljeroth slices a cake depicting a black African woman with minstrel-esque face.
Lena Adelsohn Liljeroth was invited to open the festivities by performing a clitoridectomy on the cake, which she did by slicing off the part of the cake depicting female genitalia. She then proceeded to feed that part of the cake to a performance artist, done up in blackface, his head protruding through the table.
Não há fome que não dê em fartura.
The new Ennahda Islamist rulers are keeping Ben Ali’s autocratic laws to persecute not only political opponents, but also those who deviate from the required path of religion.
After revolution in Egypt, women’s taste of equality fades
Women were at the vanguard in the protests that ousted Hosni Mubarak. But long-held sexism has reasserted itself at the hands of the military and the Islamists.
O Presidente Obama dá a resposta: “Google, Facebook would not exist.”
Putativo violador entrevista terrorista.Tem tudo para ser um sucesso.
“In an effort to support gender neutrality, Sweden recently added a gender-neutral pronoun, ‘hen,’ to the country’s National Encyclopedia. Slate reports that several preschools in Sweden have stopped making references to the gender of their students. Instead of calling children ‘boys and girls,’ teachers are referring to students as ‘buddies.’ One school even stopped allowing free playtime during the day because stereotypical gender patterns are born and cemented. In free play there is hierarchy, exclusion, and the seed to bullying.’ And the country just published its first gender-neutral children’s book, ‘Kivi och Monsterhund.’“
Pardon my bourgeois instincts, but wouldn’t true “gender neutrality” entail teaching respect for others’ differences and for encouraging individuality?
But now we can see that these Islamic groups are taking us for fools.
Não é que faça grande diferença mas nós é muita gente. Cada um sabe de si, Deus sabe de todos.
Lost Causes: The retreat from Classical Liberalism
Uma breve recensão do livro está disponível aqui: Lost Causes: The Retreat from Classical Liberalism. Por Philip Booth.
…De crocodilo. Red Ken em grande estilo. O que a esquerda é capaz de oferecer.
“encerramento da maternidade alfredo da costa” e “encerramento da maternidade alfredo da costa (2)” de Pedro Pita Barros
“Estas observações beneficiariam de ter informação sobre as capacidades das diversas unidades hospitalares em causa, o que não consegui recolher (ainda, pelo menos), mas de qualquer modo creio que permitem uma visão mais clara – a abertura do novo hospital em Loures retira um número substancial de partos da Maternidade Alfredo da Costa. Esta fica então com capacidade por utilizar. O efeito sobre outros hospitais é menor, e o que mais é afectado depois da Maternidade Alfredo da Costa é o Hospital de Santa Maria.“
Numa universidade londrina a venda de álcool passou a ser vista como imoral.
Leitura complementar: Resultado do multiculturalismo na Alemanha.
Hundreds of young female immigrants are hiding from their families in Germany after fleeing oppression, physical violence and even death threats. Charities and social workers help the women get new identities and build independent lives for themselves, but the risk of revenge from honor-obsessed relatives remains.
Mais um excelente trabalho jornalístico da Spiegel. E mais um assunto complementar.

Dividir para conquistar, a velha táctica romana que presopunha lançar os inimigos uns contra os outros e enfrentá-los separadamete. Pouco a pouco dominá-los sem que estes se apercebessem e sem que tentassem unir esforços que poderiam contornar um trágico destino. Salami Tactics, a velha estratégia soviética de destruír, lentamente, adversários e liberdades, de uma maneira tão subtil que quando estes “acordam para a vida” – como diz o zé povinho – já é tarde de mais.
O Nanny State que vem sendo implementado pelo mundo ocidental é fruto deste estilo de estratégia. O que me leva, se me permitirem a viagem, a um fabuloso episódio do Yes Prime Minister. Às mãos do PM, Jim Hacker, chega uma proposta de acabar com o fumo. Como ? Sabendo que seria brutalmente impopular a proíbição imediata, sugerem-se restrições graduais e aumentos de impostos “gota a gota” até os preços se tornarem proíbitivos. De forma alguma se chega proíbir o fumo, proíbem-se sim todas as condições para o cidadão comum poder desfrutar de um cigarro. Ninguém consentiria, decerto, uma lei que que aumentasse a idade mínima para consumir bebidas alcoólicas, que proíbisse a publicidade das mesmas, que restringisse o grau de alcool das mesmas, que impedisse que fossem vendidas -ou até bebidas – na maioria dos locais em que hoje é possível e que ao mesmo tempo aumentasse brutalmente os preços. E digo ninguém, seja aqui, seja num vilarejo no Arkansas. Haveria protestos, abaixo-assinados, desobediência civil. Senhores de barba e com currículos – supostamente – releventes, que nunca ninguém viu na vida, iriam às televisões dissertar sobre a legislação. O CDS ia brincar aos conservadores e rejeitá-la. AJS e Francisco Louçã insurgir-se-iam. Não porque discordassem da questão, mas simplesmente porque gostam de se insurgir e vão ganhando a vida com isso. O Professor Marcelo pediria moderação e Barra da Costa, o ilustre convidado das manhãs com Manuel Luís Gocha, chamaria coisas ao Governo que o tasqueiro da esquina não seria capaz de proferir.
No entanto, todas estas medidas têm sido aplicadas de certa forma e em determinados casos o legislador até tem ido mais além. Como ? Salami tactics. Uma proíbiçãozinha aqui, um aumento de impostos aculá. “Com moderação, sempre com grande moderação”. É claro que se eu furar a minha parede com moderação e não interromper o acto, acabarei por chegar à casa do vizinho. Mas para grande parte da classe política e para a população bem pensante, isto não aparenta ser tão óbvio. Outro exemplo das salami tactics, que utiliza descaradamente a hipocrisia popular, é o facto de virar constantemente fumadores contra não fumadores, pais contra pais e contra filhos, produtores contra consumidores, donos de mercearias contra donos de clubes nocturnos, etc etc. Um dono de um ilustre estabelecimento “da Timeout” - ler o excelente artigo do João Campos – com boa dose de capital no bolso, é bem capaz de ter beneficiado com a lei do tabaco em vigência. Usufruíndo de uma capacidade de adquirir equipamento que o café da esquina não tem, rebenta facilmente a concorrência. O não-fumador comum pouco se importa – e até o ouvimos inúmeras vezes defender isto – que aumentem o imposto ao tabaco para 500%. Mas é bem capaz de apelar a um novo 25 de Abril se lhe subirem 1% o imposto à sempre agradável superbock. Ao dono do bar na Baixa do Porto ou no Bairro Alto dá-lhe um jeitaço que se extinga a venda de bebidas alcoólicas nas lojas de conveniência e bombas de gasolina. A indústria da cerveja pode muito bem aguentar com uma proíbição do consumo antes dos 18 e até o vai apoiar a ideia para ficar bem na figura. Não só sabe que existirá sempre quem compra para outrém ou um bar mais permissivo, como sabe que se a polícia puser a mão no assunto são esses que acarretam com as consequências. Já os produtores de vinho – cujo lobby é fortíssimo em Portugal – simulam uma mini-revolução sempre que se fala em aumentos de impostos, mas aplaudem, serenos, a fiscalidade proíbicionista com que os restantes produtos, em especial as “bebidas brancas” são afectados. E lá está a hipocrisia da classe política que recusa aumentos do IVA neste caso. Aos pais que se dão ao respeito e sabem ter mão nos filhos, soam a ultrajantes as regulações alimentares que a bancada do PSD se lembrou de propôr. Até porque muitas das vezes é com aval dos mesmos que os miúdos têm autorização para saír da escola e até têm uns troquitos a mais para comer um panique ou umas ruffles a meio da manhã. E não é por isso que saem obesos – alguns, com estes hábitos, hão-de saír em melhor forma que grande parte dos que se sentam na AE. No entanto, muitos dos pais – nem todos – que não tem paciência ou habilidade para domar a miúdagem ou aqueles que fazem do lar uma ditadura dos seus hábitos (alimentares, religiosos, etc) agradecerão de bom grado uma mãozinha do Estado. E recordo também que grande parte deste tipo de legislação – no álcool e na alimentação – envolve jovens com uma idade superior 16 anos, no Ensino Secundário, que não são propriamente crianças de colo sem pensamento própria, estando certamente melhor informados – a propaganda escolar é um mimo – dos malefícios do álcool, do tabaco, do fast-food, do aquecimento global e da falta de cidadania – seja lá o que isso signifique. Na JSD, que ruma à esquerda a uma velocidade mais estonteante do que o bêbedo que ruma à bagaçeira – uoops, não se diz bêbedo, é alcoólico ou indivíduo com problemas – está patente o double standard se exigir o voto aos 16 mas tirar o bolicao, o panique, o cheeseburguer, o Rebull ou até o finito. Mas se as acções de umas juventudes e bancadas são condenáveis, a inacção de outras, perante este tipo de “brincadeiras”, não lhe fica atrás.
Estas medias – e outras pérolas que constituem atentados à liberdade económica ou de expressão – travestidas de boas intenções carregam, a passos lentos, a estrutura de um Estado Totalitário. Começa no tabaco, que costuma ter um censenso maior e vai-se alargando. Nos EUA já se discute, por esta altura, o viagra e a cafeína ( não foi uma piada). Não, caro leitor. Não estou alcoolizado. Nem estou a afirmar que amanhã vamos estar dentro de um Big Brother. Mas ninguém terá coragem – ou argumento – para negar que estamos bem mais próxims que há alguns anos atrás e que daqui a uma década para lá continuaremos a caminhar. Tijolo a tijolo, pedra a pedra. E alguns só repararão quando o carpinteiro estiver na parte dos acabamentos. Foi o triste destino das vítimos do Nazismo, das vítimas do Comunismo na Europa do Leste. Foram consentido, por um motivo ou outro, a perda das suas liberdades e foram apoiando, vincadamente, a perda das liberdades dos outros. Não falaram por eles, falaram contra eles. Mas quando foram eles a vítima, já não restavam quem por eles falasse.
Nota: os exemplos da quantidade de pólen e erva que entra no mercado, dos cigarros que ja se vendem a bulso, dos jovens que, mais lei menos lei, arranjam maneira de fumar e beber, dos cafés e bares que desobecem à lei e do nosso espírito latino que dá sempre um jeitinho ao fechar os olhos – Santa Catarina numa tarde de verão, mesmo com polícia no meio, chega a parecer um concerto de Reggae, para quem entende a comparação – deixam-me bem mais descansado que no UK ou nos EUA, onde o Estado é bem mais eficiente e a poupulação tende a ser menos relaxada.
Nota 2: Não referi as questões de saúde pois não considero que sejam as mais relevantes. No entando, a entrarem no debate, só vão confirmar a debilidade do SNS nos seus moldes actuais e a vantagem de estabelecer um verdadeiro sistema de utilizador-pagador, com seguros de saúde – admitindo que possa vir a ter mão do Estado – como defendiam personagens tão radicais e neoliberais como Francisco Sá Carneiro. Mas o mais importante é que a maioria dos “moderados” nas questão da reforma do SNS, são precisamente os que andaram de bandeirinha na mão a fazer campanha pelo programas da AD e citam constantemente o fundador em tudo que é congresso, comício, tertúlia ou debate.
Nota 3: Nunca compreendi porque é que para a esquerda e alguma direita os argumentos de que Friedman “apoiou” Pinochet, de que Salazar era o “campeão da austeridade” ou de que a Merkel copia os passos de Hitler são válidos enquato que, o FACTO de o Regime Nazi ter sido um pioneiro nas campanhas anti-tabaco e juntamente com o Soviético ter sido impulsionador dessa ideia do “trabalhador saudável”, ser considerado um argumento falacioso. Mas como eu, no meu humilde poderio intelectual, não faço questão de compreender tudo que vem ao mundo, ficamos por aqui.
Enquanto o regime prepara o lançamento de um foguetão, 150 mil norte-coreanos estão presos em campo de concentração.
U.S. alleges the camp holds political dissidents of ‘political repression’
Documents cases of infanticide and forced abortions
‘Whole families kept in camp’ due to ‘crimes’ by relatives
North Korea denies existence of camp – but it is visible on Google Earth
Leitura complementar: Paixão comunista explicada aos pequeninos.
Correlação ou como se foge das responsabilidades. Por Helena Matos.
«Mais 11 países, além de Portugal, reportam excesso de mortes de idosos. O excesso de mortalidade chegou a ser correlacionado com as dificuldades no acesso aos serviços de saúde, mas estudo atribui o fenómeno ao regresso da estirpe da gripe que afecta sobretudo os idosos» -Escreve o PÚBLICO na secção saúde. E com este auto-complacente «chegou a ser correlacionado» o PÚBLICO lava as suas mãos e aS de quem andou a propalar tais correlações.
Dois bloggers apanharam sete anos de prisão porque colocaram nas suas páginas do facebook caricaturas de Maomé. Graças a Deus, são de um país primaveril, com um governo moderadamente islâmico.
Adenda: A Autoridade Palestiniana continua a prender pessoas que a critiquem politicamente ou que denunciem casos de corrupção. Em ambos os casos, aplicam-se as palavras de Thomas Jefferson: our liberty depends on the freedom of the press, and that cannot be limited without being lost.
Fontes: The Australian e SII (Serviço de Informações Insurgente)
Uma prova mais do espírito igualitário do glorioso sistema político norte-coreano, que não descrimina em função da altura das pessoas. Todos os esfomeados são iguais…
Vale a pena ler na íntegra A Grim Reminder of the Pervasive Evil of Communism, de Dan Mitchell.
Like its evil twin of Nazism, communism is an utterly despicable ideology that explicitly elevates the state over the individual.
That’s actually the nicest thing that can be said about this barbaric system. If you want to begin to understand the human cost of communism, watch this short Reason TV video featuring Lee Edwards.
Sometimes, it’s helpful to mock this disgusting philosophy with humor, as Reagan did so effectively (see the fourth video at this link and the first video at this link). Or we can use jokes like this doctored image.
And we can point out that communism is so inefficient that you wind up with rationing of everything from food to toilet paper.
But let’s not forget that communism isn’t just a sad page from history. Some people are still suffering under the yoke of Bolshevik tyranny.
Here are some excerpts from a report in the Australian.
Quando me foi apresentada, no início dos meus tempos universitários, eu achava que esta senhora era um atentado ao pensamento económico. Mas com o tempo fui chegando à conclusão que ela é realmente um atentado ao pensamento.
A operação que levou à detenção de 10 extremistas islâmicos, não tem ligação alguma ao Islão. Vai na volta, a culpa é de Israel.
Segundo o CM (sem link), o carro em que seguia Mário Soares, foi ontem apanhado na A8 a circular a 199 km/hora por uma patrulha da GNR. Fonte dos militares acrescentou que perante a opção de pagar logo a multa, de 300 euros, ou o condutor ficar com a carta apreendida, Mário Soares terá declarado “o Estado é que vai pagar a multa”. A lei é para todos mas o socialista, laico e republicano ex-presidente da república esconde-se atrás do estado para fugir às responsabilidades. Já não me espanto com a fuga manhosa do pai da democracia mas com o facto de viajar num automóvel que está em nome da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças. A carta do motorista foi apreendida pelo que presumo que o carro tenha sido conduzido pelo próprio Mário Soares.
Que as temáticas que compõem a eco-religião o ambiente vão deixar de ser tão queridas e apoiadas pelas mentes mais progressistas.
E resultado de uma causa maior: Anacleto Louçã não vai discursar.
Depois de ter criado o lucrativo mercado das Drogas Ilegais (que se fossem legais dariam lucros tão baixos que seria deixado para membros da classe média baixa explorar), as políticas públicas dos sucessivos governos criaram um novo mercado ainda mais lucrativo: o dos Medicamentos Contrafeitos.
Mais lucros supra-normais (i.e., superiores aos que seriam gerados no mercado livre, pois a entrada neste mercado é restringido a pessoas sem escrúpulos), menos saúde para o povo que consome estes produtos, mais uma vitória para reguladores e “moralistas” que custa caro ao povo…

Um excerpto:
A scrounger who almost died after cutting his own foot off so he could stay on jobless benefits.
Long term unemployed Hans Url, 56, had just been told his hand-outs would stop if he did not accept work found for him by job centre staff. And when his claims that he was too sick and did not like the work were challenged with the offer of a medical, he took drastic measures.
Url, of Mitterlabill, southern Austria, rigged up a mitre saw and sliced off his foot – then put it in the oven for good measure to ensure no surgeon could reattach it.
The police added that the man had almost died from loss of blood before the emergency services arrived and that they had recovered the foot from the oven – but that it had been too badly burned to reattach.
Excelente artigo do Henrique Raposo:
Por que razão uma lei seca sobre menores de 18 anos não resolve nada? Porque haverá sempre o amigo de 18/19 anos a comprar bebidas para depois distribuir pelos amigos ainda menores. Dizem que esta prática tem uma alcunha espanhola, o botelhão. No meu tempo, o fenómeno tinha um nome mais simples, a litrosa. Mas, como é óbvio, o ponto não está nesta natural rebeldia dos filhos, mas na cobardia dos pais.
Ao que parece, o Governo vai avançar com uma proposta que proíbe a venda de álcool a menores de 18 anos. Mais uma vez, verificamos um paternalismo imbecil que, como o Presidente da Associação de Bares do Porto fez questão de recordar, é preverso e agravará os excessos. Sempre me fez bastante confusão esta dualidade em que o indivíduo pode ir parar a Custóias aos 16, mas não pode beber umas cervejas com os amigos. Também estranho a JSD, que tanto defende o voto aos 16, ainda não se ter pronunciado. De facto esta medida só pode culminar em exageros, provavelmente na existência de um pequeno mercado negro – já que vai haver sempre alguém mais velho que compra para dar ou vender – e não digo tanto, mas neste rumo havemos de chegar à situação dos EUA em que muitos jovens adquirem documentos falsificados para ter acesso a bebidas ou a espaços de diversão nocturna – e já conheci bastantes. Quando é segunda medida do Governo, que reduz os limites de alcoolemia 0,5 para os 0,2 gramas por litro, nem vou perder tempo a comentar. Apenas deixo a nota: depois disto e disto, começo a ter saudades de Manuel Pizarro como Sec. de Estado da Saúde. Não porque reconheça grandes competências no mesmo, mas pela incompetência proíbicionista do seu sucessor.
The Obama Administration’s ‘Limiting Principles’ Seem More Like Expansionary Principles. Por Jacob Sullum.
The president’s lawyers, of course, picked these criteria because they fit the policy he wants to implement, not because they flow ineluctably from the power to “regulate commerce…among the several states.” They are designed to be permissive, not restrictive. To come up with something better, you’d need to be genuinely concerned about the prospect of a federal government unmoored from its enumerated powers, and I doubt that danger keeps anyone in the Obama administration up at night.
Yes, Virginia, there is a slippery slope - As progressivas cedências aos lobbies da saúde, analisadas no blog do Adam Smith Institute.
(..) But slippery slopes really do exist. One good example is tobacco control. The health lobby tends to use tobacco as a testing ground for new pieces of authoritarianism, then extends them over the other things it doesn’t like.(…)This shouldn’t be a surprise. As soon as Australia passed its plain cigarette packaging law, the health lobby moved on to alcohol. Winning the first piece of ground allowed them to move on to the next piece of ground. We saw this in the creep of “sin taxes” from tobacco and alcohol on to fatty foods and online gambling, and it’s happening again on the packaging front.(..)The reality is that a government big enough to tax and control the things you disapprove of is big enough to tax and control the things you approve of, too. Slippery slopes are real, and they’re dangerous.
O artigo da Paris Match revela a homenagem ao terrorista Mohamed Merah, cujo pai pretende processar o estado francês pela sua morte. Talvez porque não deixaram os feitos de Merah tornar-se suficientemente famosos. A verdade seja dita: a vontade nunca lhe faltou.
Leitura complementar: Deve estar para muito breve, Deve estar para muito breve II, Tariq Ramadan não está desorientado nem é uma vítima da sociedade ocidental.
“Todos os brasileiros deveriam ter o atendimento que estou recebendo. Não sou melhor que ninguém, mas sinceramente não sei qual é o critério do governo para decidir quem deve viver e quem deve morrer”, diz Rafael.
Ninguém quer a morte de Rafael. Nem de qualquer outro doente que recorre à Justiça para conseguir outros medicamentos caríssimos.
Mas, quando são obrigados a fornecer remédios caros da noite para o dia (ao preço que o fabricante se dispõe a vender), os gestores do orçamento público da saúde tiram o dinheiro de outro lugar. Com isso, milhares (ou milhões) de cidadãos perdem. A verba destinada à compra de um frasco de Soliris seria suficiente para garantir milhares de doses de anti-hipertensivos e de outros medicamentos baratos que atingem a maior parte da população. Sem interrupções. É preciso reconhecer que priorizar o direito individual em detrimento do direito coletivo tem consequências sobre a saúde pública.Se os pacientes ficarem sem esses medicamentos, o resultado pode ser uma trombose, um AVC, um infarto – todas as ameaças que o Estado procura evitar ao fornecê-los a Rafael. Para salvar uma vida, pode abrir mão de muitas outras. “Os recursos para cumprir as demandas judiciais saem do orçamento público para ações prioritárias, como a prevenção básica de problemas de saúde entre os mais pobres”, diz André Medici, economista sênior do Banco Mundial, em Washington. “As demandas judiciais aumentam a iniquidade do sistema de saúde e diminuem a qualidade de vida dos que detêm menos recursos.”
Ao menos lá não chamam nomes a quem debate estas questões…
Mas a sanha do intelectual seguido religiosamente pelas mentes progressistas chega a ser patética. Escreve Tariq Ramadan o seguinte sobre Mohamed Merah:
Leituras complementares: Tariq Ramadan e a esquerda francesa, Deve estar para muito breve, Deve estar para muito breve II.
Desde a esperada morte do terrorista, saíram e devem estar prontos a sair apelos, manifestos e opiniões políticas e outras mais ou menos mediáticas sobre o receio da comunidade muçulmana vir a sofrer actos de retaliação e da oportunidade única dos políticos alterarem o status quo. Dado a natureza humana, vinganças serão possíveis. Mas o que a realidade evidencia são detalhes e factos de natureza bem diferente: guetos onde a lei não entra, ou melhor é seguida a sharia, onde distúrbios acabam por incendiar propriedades de infiéis, onde judeus são perseguidos, sovados e assassinados.
Qualquer mudança tem que começar e acabar na própria comunidade. Até ver, os resultados estão longe de serem animadores.
Leitura complementar: Deve estar para muito breve.
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