O Insurgente

Maio 27, 2012

Legalize It

Comentado pelo DavC, na caixa de comentários deste post:

Porque é que se há de manter uma actividade que é legítima ilegal? Porque é que eu não posso plantar cannabis e fazer disso um negócio? Porque é que o CEO da Unicer pode ser um respeitável senador da nação vendendo uma droga que é tão ou mais nociva do que a Marijuana? Sim, ninguém importuna o consumidor, mas importuna o produtor e distribuidor, e porque é que a produção e distribuição de certas drogas não pode ser um negócio respeitável?

A mercadoria se for legal não será oferecida aos adolescentes em maior quantidade do que já é, tal como o álcool é oferecido aos adolescentes independentemente de a idade ser legal ou não.

Eu não tenho que justificar a liberalização, os proibicionistas é que têm que justificar a proibição, essa é que implica uma tomada de posição do Estado. Mas eu justifico, porque liberalizar traria benefícios, económicos, sociais, fiscais e até de saúde pública. Seria possível ter um maior controlo estatístico sobre os consumos, seria mais fácil detectar problemas sérios e trata-los clinicamente, seria possível cobrar impostos sobre a venda, seria possível criar oportunidades de negócio para agricultores do interior, por exemplo…

Leitura Complementar: Uma Droga de debate

O TóZé, a Alemanha e a linha do Equador

Filed under: Economia,Internacional,Media,Política,Saúde,socialismo — ruicarmo @ 19:01

Ninguém acredita, por João Pereira Coutinho.

A Alemanha alimenta-se da desgraça dos outros, disse António José Seguro. E a que se deveu este arroubo de contornos vagamente xenófobos? Simples: a Alemanha emite dívida a juros baixos; o resto da Europa desunha-se a pagar muito mais. Como explicar este mistério

Não, com certeza, pelo facto de a Alemanha ter feito ajustamentos dolorosos (no tempo das vacas gordas) e ser um caso raro de crescimento no meio da estagnação geral, o que sempre consola os investidores. Para Seguro, a Alemanha paga pouco porque não quer ‘mutualizar’ a dívida, arcando parcialmente com as dívidas dos outros. Na cabeça de Seguro, a srª Merkel devia ignorar o seu eleitorado; rasgar a constituição do seu país; e ser mais amiga dos portugueses e gregos, desprezando os alemães. Seguro é ‘candidato’ a primeiro-ministro de um país que se situa a norte da linha do Equador. Mas, contado, ninguém acredita.

Maio 26, 2012

Lá como cá

Filed under: Cultura,Double standards,Economia,Media,Política,Portugal,Saúde,socialismo — André Azevedo Alves @ 10:00

E tudo perante a impotência das autoridades e a passividade dos responsáveis políticos: Dirty, drunk and defiant…. meet the Romanian gypsies defiling Park Lane

“Camp” is an exaggeration. There are no tents, no bedding. Instead, I’m greeted with a rubbish tip littered with empty Stella bottles, half-eaten sandwiches, cigarette stubs and worse.

The stench of human waste hangs heavily in the air. The silence is deafening. No one is talking.

(mais…)

Maio 25, 2012

PPP’s (2): a opção política de não tocar em interesses instalados

Filed under: Comentário,Double standards,Economia,Energia,Justiça,Política,Portugal,Saúde — André Azevedo Alves @ 12:31

Discordo do Rodrigo: o caminho de não confrontação que tem sido seguido nas PPP’s pelo actual Governo é uma opção política e não uma inevitabilidade. Uma opção política com pesados custos para os contribuintes e para a economia portuguesa e uma opção política pela qual o Governo deve ser responsabilizado.

Compreendo que, tal como no caso da dívida externa, há dificuldades e riscos específicos que se levantam no caso das PPP’s, mas a lógica subjacente a uma situação de ruptura financeira invocada (e bem) para cortar salários na função pública deve aplicar-se aos restantes compromissos do Estado. Não o fazer é uma opção política no sentido de evitar ao máximo beliscar alguns dos mais poderosos interesses instaladosna sociedade portuguesa e nos próprios partidos da actual maioria.

Leitura complementar: Dívida pública, bailouts e asfixia fiscal; Os custos do sistema eléctrico nacional e outras rendas insustentáveis para o país; Os modestos cortes nas rendas do sector energético.

Maio 23, 2012

Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos (2)

Filed under: Justiça,Política,Portugal,Saúde — André Azevedo Alves @ 17:17
Tags:

Passo positivo mas muito pequeno. Por Maria João Marques.

Está muito bem, mas não entendo por que razão não se propõe o fim da realização de abortos no SNS. É ignóbil gastar recursos dos (depauperados) contribuintes em procedimentos deste género, inclusivé quando poupanças são feitas com quem está, de facto, doente.

Relembro que o referendo que deu cobertura política à legalização do aborto não deu qualquer cobertura ao uso de recursos estatais para a prática de abortos.

Leitura complementar: Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos; Para subsidiar abortos não falta dinheiro…; Para subsidiar abortos não falta dinheiro… (2); 3 de Maio de 2012: o aborto ainda é gratuito em Portugal.

Maio 22, 2012

Deus, O outro do Paraíso de Paris

Sócrates ameça processar quem invocar o seu nome em vão.

Adenda: Mesmo correndo o risco de não ser compreendido pelo estudante de filosofia de Paris, reproduzo a notícia do site IF: Freeport: Sócrates ameaça quem abusivamente invocar o seu nome e o do Pinóquio.

Maio 21, 2012

Respeito primaveril pela propriedade privada

Aconteceu na Tunísia. O sector do turismo está a mudar de paradigma.

Maio 20, 2012

Anatomia de um gozo especial

Pessoas há que gostam de manter os outros na ignorância. Departamentos do estado há que fazem, com indisfarçável orgulho, disso uma profissão invejável.  O Kuwait Times leva-nos numa viagem ao interior de uma dessas pessoas. A eleita trabalha com afinco numa instituição governamental de excelência e considera-se como pertencendo ao grupo das pessoas mais educadas. Acredito. A felicidade plena está ali, ao virar de uma página de um livro infantil, científico, sobre política, religião ou tão somente impresso em Israel.

Ratos do céu

Filed under: Justiça,Portugal,Saúde — André Azevedo Alves @ 10:00

Subscrevo, ainda que no meu caso aplicando o apelo ao Porto: Odeio pombas. Por PPM.

Ainda agora vi mais um destes ratos do céu a largar o almoço em cima do meu carro. Não se pode mandar prender quem lhes atira – muitas vezes da janela – pão molhado e outros restos nojentos que têm em casa? E não se pode promover um pombicídio regulado? Fica aqui o meu apelo ao Presidente da Câmara de Lisboa e às autoridades competentes: não se pode exterminá-las?

Maio 19, 2012

A primavera saudita é composta por mudança

O uso do inglês técnico e comercial bem como o calendário gregoriano foram banidos pelas autoridades sauditas. No entanto, as autoridades locais ficam com o direito de usar o calendário gregoriano sempre que se justificar.

Maio 17, 2012

Droga, a guerra perdida

Filed under: Ambiente,Internacional,Justiça,Media,Política,Saúde — ruicarmo @ 18:29

A The Atlantic revela através de uma foto-reportagem que, em seis anos, a guerra da droga ceifou 50 mil vidas.  Para se conseguir ter uma ideia mais aprofundada do problema, vale a pena visitar  Mexico under siege, The drug war at our doorstep – um trabalho jornalístico sem igual do Los Angeles Times, com conteúdos que remontam a Junho de 2008.

Aviso: as imagens e vídeos dos media norte-americanos são muito duras mas não representam mais do que a realidade de uma guerra que não pode ser ganha.

Maio 16, 2012

Quando Bob Geldof faz de Deus

.

The problem with God is He thinks He’s Bob Geldof, por James Delingpole.

É mais um rico artista que quer mais taxas para financiar os seus projectos. E quem o não apoiar, é  um perfeito alarve ignorante que não deseja o fim da fome no mundo.

As prioridades da Ordem dos Médicos

Filed under: Economia,Justiça,Política,Portugal,Saúde — André Azevedo Alves @ 10:52

Corrupção: médicos ilibados por viagem na Malásia a meio de congresso

O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa arquivou o inquérito sobre a viagem de 27 médicos portugueses à Malásia para participarem num congresso de ginecologia que incluiu a visita a uma ilha a 700 quilómetros de distância durante os três últimos dias do encontro.

Ordem dos Médicos denuncia à ASAE suspeita de «dumping»

Segundo José Manuel Silva, a OM tem informações de que está a ser praticado «dumping» nos preços de alguns medicamentos genéricos, uma situação «ilegal e preocupante» que foi comunicada na semana passada à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Leitura complementar: Escândalo!

Maio 14, 2012

Primavera síria exportada para o quintal

Deve ser a isto que se chama interferência estrangeira e um plano de paz sírio bem aplicado… ao Líbano.

Au revoir, monsieur Hollande

O socialismo resulta sempre. Em tragédia.

A revelação das palavras cruzadas e o chavismo

Exposta a tentativa de assassinato do Querido Líder venezuelano, valerá a pena assistir ao vídeo onde o pivot tudo clarifica. Não dará por mal gasto o seu tempo. Mais um ponto ganho na luta progressista contra o ocultismo assassino.

Maio 12, 2012

Solidariedade a 99%

As razões dos indignados recebem Jason Alexander de braços abertos.

A ONU e a internet

The International Telecommunication Union é uma organização que integra a ONU. Ao que tudo indica andou ao longo do último ano a estudar e a elaborar relatórios que procuram regular a internet. Como o Irão o faz parece-me um óptimo ponto de partida chegada.

Maio 11, 2012

Muito para além do clipping

Filed under: Ambiente,Cultura,Energia,Justiça,Media,Política,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 01:17

A versatilidade dos serviços secretos nacionais não tem fim.

Maio 10, 2012

A Primavera árabe é anti-cristã

A iniciativa religiosa é do Vaticano e reconhece a situação muito difícil em que (sobre)vivem os cristãos no Norte de África e no Médio Oriente.

Month of prayer for Christians in Egypt.

(…) Release has produced a prayer guide, focusing prayer throughout May on Egypt, Libya, Syria, Morocco, Yemen, Tunisia and Bahrain. Right now, the greatest concern is Egypt, where Christians are worried that persecution will increase following the presidential elections on May 23-24.

Boyd says that up to 100,000 Christians have already left the country since last year’s uprising, and persecution has increased as Islamist groups have grown in influence over the past two decades.

And he talks of Egypt’s Christian roots and heritage. Egypt in fact was a majority Christian country for more than 1,000 years. Last year’s parliamentary elections led to a huge victory for the Islamist parties, especially the Muslim Brotherhood and the hard-line Salafist Nour. Extremist groups want to introduce strict Sharia (Islamic) law across Egypt and have launched attacks on Christians, public officials and foreigners.

Those who argue that Sharia affects only the muslims, Boyd says, are wrong: Sharia affects Christians as well as it will not allow them to share their faith. Sometimes with tragic consequences.

And Boyd mentions the current situation in Nigeria where Christians are undergoing bloody attacks that are forcing many to flee their homes. (…)

“The more people I meet during my travels across the world for Release who are suffering persecution for their faith”, says Boyd, “the more I realise that they have an overcoming joy-filled faith and a love of freedom which we need to tak hold of. We need them more than they need us. They need us to stand with them to share our freedom and to share our resources, We need to capture thier overcoming spirit and their determination to make a stand and to be joyful witnesses to the Gospel of Christ. That’s their gift to us”.

 

Maio 9, 2012

Liberdade de imprensa, sempre II

How Journalists Allowed the Palestinian Authority to Fool Them, por Khaled Abu Toameh.

(…) The murder of Israeli Arab actor and film producer Julian Mar-Khamis in Jenin last year should have sounded an alarm bell among the media representatives. His killers have never been caught, sparking a wave of unconfirmed reports about the involvement of influential Fatah gangsters and Palestinian security officers in the case.

A Western journalist who wanted to do an investigative report into the case was warned by senior Palestinian security officers that she would be putting her life at risk if she insisted on carrying out this mission.

Last week, the truth about the situation in Jenin finally exploded in the faces of everyone: the local governor died of a fatal heart attack following an unsuccessful assassination attempt.

For the Palestinian Authority leadership, the assassination attempt was what lifted the veil: Palestinian leaders in Ramallah realized that they could no longer continue to hide the truth about what was really happening in Jenin.

Palestinian security forces have since arrested dozens of Fatah “outlaws” and police officers for various crimes — including murder, extortion, abductions, sexual harassment and armed robberies.

Radi Asideh, the security commander of the Jenin area, admitted that it was the Palestinian security establishment that was responsible for the anarchy and lawlessness. “There is a defect inside the security establishment and officers were responsible for this,” he revealed.

The biggest mistake, Asideh added, was that the Palestinian leadership had turned its back to the defect, allowing the situation to deteriorate at the expense of the people’s security.

Palestinians say that anarchy and lawlessness are to be found also in other areas in the West Bank where the Palestinian Authority claims to have imposed law and order. And, they add, in most cases it is the Palestinian Authority’s security forces that are responsible for the chaos and corruption.

If the Western journalists and donors continue to ignore the reality on the ground, the West Bank could soon fall into the hands of gangsters and armed clans, as has been the case in Jenin — among the main reasons the Palestinian Authority collapsed in the Gaza Strip in 2007, speeding the rise of Hamas to power.

Leituras complementares: Liberdade de imprensa, sempre, A Primavera policial.

Maio 7, 2012

Percentagens e sentenças mediáticas

De acordo com o livro de estilo da BBC, 0,2% fazem toda a diferença. A vitória de Boris Johnson que obteve 51.5% na eleição para a CML(ondres) é considerada como “tight margin” . O novo presidente francês, Francois Hollande Alcançou  51.7%. Ou seja,  ”won a clear victory”.  Não deixa dúvidas.

Maio 6, 2012

Au revoir, Sarko (6)

Filed under: Internacional,Política,Saúde — ruicarmo @ 20:34

Hollande abre uma janela de oportunidade para o final das ideias da senhora Merkel. A partir de hoje, será a França a determinar as ideias e erguer uma nova doutrina. Entre elas, a ideia certeza de que o crescimento económico europeu (e mundial) será uma certeza absoluta. Como? Com a nova receita que nos trouxe até este ponto.

Maio 5, 2012

Propaganda subsidiada

O Photoshop não é uma ciência exacta para a propaganda iraniana.

Maio 3, 2012

A Primavera policial

Palestina no seu melhor. Presumo que a responsabilidade por se ter alcançado tão alto patamar na busca das liberdades seja atribuído ao vizinho do lado.

3 de Maio de 2012: o aborto ainda é gratuito em Portugal

Filed under: Cultura,Portugal,Saúde — Carlos Guimarães Pinto @ 11:12

Há mais procura no Hospital de Loures para abortar do que para ter filhos

Tivemos mais consultas de interrupção voluntária da gravidez do que de obstetrícia [para terem filhos]. E algumas das pessoas a repetirem segunda e terceira vez“, sublinhou Isabel Vaz, em Fátima, durante a sua intervenção no XXIV Encontro Nacional da Pastoral Social.
À agência Lusa, Isabel Vaz notou que estes são os primeiros números desde que iniciaram a gestão em Fevereiro e dizem respeito a Março.
“Isto não tem nada a ver com ser ou não católico”, destacou a responsável daquela entidade do Grupo Espírito Santo, lembrando que “a cobertura universal dos cuidados de saúde não é possível”.
Isabel Vaz sustentou que uma das “discussões sérias que tem que ser feita” é “sobre o que deve ser de facto pago por todos nós”, porque “não há dinheiro para pagar tudo”. Ou seja, “há que fazer escolhas”, defendeu.

Maio 2, 2012

Mentiras esmiuçadas

Ken Livingstone has told 85 different lies during this campaign.Vale a pena olhar para o que o Red Ken diz e depois para a realidade. É um excelente exercício.

Massacre da Noruega explicado por sociólogo

Anders Breivik afinal não é mais do que um peão da Mossad.  O autor da ideia chama-se Johan Galtung, é professor na Universidade de Oslo e é conhecido como o pai da Global Peace Studies. Apesar de doente, consta que a criatura universitária ainda não foi internada. Sabe Deus porquê, lembrei-me de Boaventura Sousa Santos.

Maio 1, 2012

Filosofia Liberal – O Liberalismo definido

Para quem não sabe o bê-a-bá do Liberalismo:

Versões:
Philosophy of Freedom: Flash (PTESFREN), SiteDownload & Youtube (PTESFREN)
Podem ver este e diversos outros recursos interessantes na minha página de links.

Abril 29, 2012

Algo está podre no reino do Kuwait

Quando o desenvolvimento está associado à proibição do uso de bikini e quando o poder político pretende monitorizar as redes sociais.

Abril 28, 2012

Os cangaceiros de Chávez

Imperdível a reportagem do WP, In Venezuela, armed groups that pledge allegiance to Hugo Chavez rule over slum fiefdoms.

Abril 27, 2012

As voltas lucrativas do maoísmo

Grupo terrorista maoísta ao serviço do tráfico de droga. A dúvida que tenho é se estarão presentes na próxima edição do Avante como convidados ou fornecedores.

Acerca do “Imposto Cristas”

Filed under: Política,Portugal,Saúde — Miguel Noronha @ 12:28

“A reforma do Estado da socialista Cristas” de António Costa (Diário Económico)

A ministra Assunção Cristas, ao melhor estilo socialista, decidiu resolver um problema de despesa pública – de saúde pública e segurança alimentar – com mais um imposto que, necessariamente, acabará por ser pago por todos os consumidores. Ai está um bom exemplo da nossa história, pelo menos, na última década.

Apenas um comentário. Contrariamente ao que afirma António Costa (e outros comentadores) não acredito que o imposto seja passado aos consumidores. A competição pelo preço no sector da distribuição é demasiada para o permitir. Pelo contrário, quem o irá pagar serão os fornecedores da grande distribuição (a que é visada por este imposto). Em especial os mais pequenos (e quando falo em “pequenos” estou a considerar a escala continental) que têm menos possibilidade de diversificar a colocação dos seus produtos. A ministra agricultura dizia querer repartir os encargos com a saúde pública e a segurança alimentar com a distribuição ignorando deliberamente que esta já é obrigada a implementar medidas que a garantam no seu lado da cadeia de distribuição. Pois bem. Palpita-me que o tiro lhe vair sair pela culatra.

George Zimmerman, media e racismo

Who Is ‘Racist’?, por Thomas Sowell.

In the same vein were the repeated references to Zimmerman as a “white Hispanic.” Zimmerman is half-white. So is Barack Obama. But does anyone refer to Obama as a “white African”?

All these verbal games grow out of the notion that complexion tells you who is to be blamed and who is not. It is a dangerous game because race is no game. If the tragic history of the old Jim Crow South in this country is not enough to show that, the history of racial and ethnic tragedies is written in blood in countries around the world. Millions have lost their lives because they looked different, talked differently or belonged to a different religion.

In the midst of the Florida tragedy, there was a book published with the unwieldy title, “No Matter What … They’ll Call This Book Racist.” Obviously it was written well before the shooting in Florida, but its message — that there is rampant hypocrisy and irrationality in public discussions of race — could not have been better timed.

Author Harry Stein, a self-described “reformed white liberal,” raised by parents who were even further left, exposes the illogic and outright fraudulence that lies behind so much of what is said about race in the media, in politics and in our educational institutions.

He asks a very fundamental question: “Why, even after the Duke University rape fiasco, does the media continue to give credence to every charge of racism?”

Harry Stein credits Shelby Steele’s book “White Guilt” with opening his eyes to one of the sources of many counterproductive things said and done about race today — namely, guilt about what was done to blacks and other minorities in the past.

Let us talk sense, like adults. Nothing that is done to George Zimmerman — justly or unjustly — will unlynch a single black man who was tortured and killed in the Jim Crow South for a crime he didn’t commit.

Letting hoodlums get away with hoodlumism today does not undo a single injustice of the past. It is not even a favor to the hoodlums, for many of whom hoodlumism is just the first step on a path that leads to the penitentiary, and maybe to the execution chamber.

Winston Churchill said, “If the past sits in judgment on the present, the future will be lost.” He wasn’t talking about racial issues, but what he said applies especially where race is involved.

Abril 26, 2012

O eixo do bem-estar dos regimes

O que  liga China, Bahrain, Bielorrussia, Cuba, Irão e Síria?

Rir: nem sempre é o melhor remédio

Comediante raptado por fazer piadas sobre quem não deve.

Organizadores de evento de caridade aguardam sentença por terem mostrado parte da roupa interior.

Programa espacial propõe levar, entre outras espécies, 10 gatos a Marte.

Abril 25, 2012

Cravinho: um pensamento republicano, repleto de confiança e esperança

Houve um jantar de curso e nesse jantar o Cravinho a certa altura chama-me de parte e diz: “Tens algum tempo livre?”. E eu disse: “Tenho, mas porquê?”; “Eu precisava de ti para uma empresa”; “Que empresa?”; “Agora não interessa, a gente daqui a uns tempos fala”. Passado uns tempos chamou-me e disse-me: “Eu quero que vás para a Junta Autónoma das Estradas, mas não digas a ninguém que o gajo que lá está [Maranha das Neves] nem sonha”. O Cravinho deu-me os 10 mandamentos do que eu precisava de fazer na Junta, limpar a casa, obras que era preciso fazer, etc. Entretanto, comecei a conhecer a casa, dei a volta ao país todo e um dia disse-lhe: “Há aqui uma série de coisas que é preciso fazer e há 11 fulanos que é preciso pôr na rua”. Ele retorceu-se, chamou-me daí a dois dias, disse que era muito complicado. O problema é que era através de uma das pessoas que eu queria pôr na rua que passava o dinheiro para o PS.

Via Impertinências.

Abril 24, 2012

Hábitos comunistas bem presentes

Blood on His Hands, uma reportagem da FP sobre Bo Xilai, um chefe comunista.

Abril 23, 2012

O alarme social da tirania

Para as autoridades iranianas, a rede social Facebook existe para destruir o bem-estar social.

Leitura complementar: Simpsons, vade-retro.

Um bom sinal

Filed under: Agenda,Ambiente,Cultura,Energia,Humor,Política,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 12:24

Alguma coisa o poder polítco deve estar a fazer bem.

A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».

O anúncio foi feito em Lisboa pela direção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados “Capitães de Abril”.

«A linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.

Adenda: Mário Soares e Manuel Alegre amuaram e também não vão participar nas cerimónias oficiais. O ar ficará mais respirável.

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