Fevereiro 24, 2012
A inacção do PSD e do CDS relativamente ao aborto e a aceitação da banalização do mal
Recordar tudo. por Pedro Picoito.
(…) quando o poder quer mudar o bem e o mal por decreto, começa por reinterpretar as palavras e só depois as coisas. Antes de ordenarmos a “solução final”, declaramos os judeus untermenschen. Depois de estar no papel, é mais fácil de aceitar pela burguesia. Foi isso que fizemos em 2007. Foi por isso que invoquei a banalização do mal arendtiana. Recordar tudo, sempre. E recordar com todos.
É também tristemente sintomático que não haja até agora por parte da actual maioria PSD-CDS qualquer sinal – por pequeno que seja – de alterar o inaceitável estado das coisas no que diz respeito ao aborto. Até ao momento, nem sequer a grotesca subsidiação do aborto pelo Estado mereceu qualquer iniciativa. A conduta dos actuais dirigentes do PSD e do CDS relativamente ao aborto é outro aspecto que importará recordar no futuro.
Fevereiro 21, 2012
Fevereiro 19, 2012
Ideia prática para Sean Penn
Sean Penn should return his Malibu estate to the Mexicans, por Tim Stanley.
(…) His continued occupation of Malibu is an unacceptable mockery of national self-determination. The Mexicans owned that stretch of real estate well into the early 19th century and it was stolen by the Americans in a naked act of imperialist aggression. America’s claim over Malibu is tenuous and rooted in patriarchy. Sean Penn’s house is a mocking reminder of that brute chauvinism, with its high white walls and spacious interiors. Its swimming pool is an insult to the honour of the Mexican people.
Now, I know that some will say that the Mexicans never actually lived on Sean Penn’s estate. But how many of them have worked there? Think of the maids, the cleaners, the butlers, the pool boys, the cooks, the gardeners. Think of the sweat that has dripped pouring Martinis, or the blood that was spilt pruning the roses. Truly, Sean Penn’s estate is part of Aztlan.
If diplomatic discussions break down, who could blame Mexico for resorting to military action to reclaim Mr Penn’s estate? Not I. Some might say that it would be an act without legal sanction or genuine historical cause. But that’s not the point. The people of Mexico want Sean Penn’s estate, so they should have it. Because stealing stuff from the rightful owners is the only way to combat colonialism.
Leitura complementar: Falklands, a causa “nova”.
Fevereiro 17, 2012
Exigência fotográfica tunisina
Leva à prisão três jornalistas por ofensa à moral. Aconteceu na pátria da Primavera árabe.
Os festejos do valente
Despite his age and speculation over his health – word is that he falls asleep during cabinet meetings – Mugabe has declared himself eager for the polls. To relinquish power now, after more than three decades in power, would be “an act of cowardice”, he said recently.
Not everyone will be celebrating the president’s birthday. The largesse was condemned by the Movement for Democratic Change (MDC), whose power-sharing agreement with Zanu-PF is perpetually under strain.
“This is a total waste of taxpayers’ money and typical of the attitude of Zanu-PF,” said Douglas Mwonzora, an MDC spokesman. “Right now we are faced with a situation of food shortages in some parts of the country. This needs to be addressed and Zanu-PF isn’t doing that. Instead they are spending a million dollars on the birthday of an 88-year-old president.
“The money could be spent on food and books. Mugabe is totally out of touch with reality. He has a bloated ego and he thinks Zimbabweans like what he is doing.”
Mugabe’s example compares unfavourably with that of other countries, Mwonzora said. “I think he is the only president in the world who spends so much money on his birthday. I don’t think President Obama or Prime Minister Cameron do it. Mugabe is the president of a poor African country and should be condemned.”
Fevereiro 15, 2012
Chávez de volta à Terra
Campanha de opinião rotula adversário político do querido líder venezuelano como maricas e judeu. É um patamar tão bom como outro qualquer para discutir questões e diferenças políticas.
Fevereiro 14, 2012
Estrelas, a última fronteira socialista
A missão revolucionária a Marte é a próxima etapa. Como seria de esperar, as políticas progressistas continuam com os resultados esperados: falta de liberdade, de comida, energia e água.
No outro lado do mundo, o líder de um país desértico incentiva a nação a jogar hóquei em gelo.
Fevereiro 12, 2012
Quem disse que o comunismo não faz milagres?
A imagem é do ministro das finanças alemão, Wolfgang Schäuble. De acordo com o comentador (da espécie comunista-intelectual) Ruben de Carvalho, “Schäuble não teve a delicadeza de se levantar”. Vale mesmo tudo.
As forças imperiais como explicação para o que acontece na Síria
Um ano e dois dias depois da revolução golpe militar no Egipto, o que permanece, pelos piores motivos, na ordem do dia da política internacional do Médio Oriente é a carnificina a que se assiste na peculiar Primavera árabe síria. Apesar de algumas almas progressistas acreditarem que se trata de uma repressão contra as forças imperiais (cuja duração irá completar o primeiro aniversário em breve), confesso não ter tamanha confiança na bondade humana em geral e, muito menos, na personificada pelo senhor Assad. Apesar da complexidade que envolve a questão e salvo melhor opinião, a Síria é o palco principal de uma guerra que opõe xiitas a sunitas. No meio deste palco, aparecem quem mais paga, os espectadores: os mortos, feridos e oprimidos. São as gerações perdidas.
Ficam algumas sugestões de leitura:
A Primavera árabe; O apoio divino a Assad; As duas faces da mesma moeda e as ligações externas: I, II, III,IV e V.
Fevereiro 11, 2012
Hipocrisia Repulsiva de Obama
Repulsive progressive hypocrisy.
Excerto do último parágrafo:
I’ve often made the case that one of the most consequential aspects of the Obama legacy is that he has transformed what was once known as “right-wing shredding of the Constitution” into bipartisan consensus, and this is exactly what I mean. When one of the two major parties supports a certain policy and the other party pretends to oppose it — as happened with these radical War on Terror policies during the Bush years — then public opinion is divisive on the question, sharply split. But once the policy becomes the hallmark of both political parties, then public opinion becomes robust in support of it. That’s because people assume that if both political parties support a certain policy that it must be wise, and because policies that enjoy the status of bipartisan consensus are removed from the realm of mainstream challenge. That’s what Barack Obama has done to these Bush/Cheney policies: he has, asJack Goldsmith predicted he would back in 2009, shielded and entrenched them as standard U.S. policy for at least a generation, and (by leading his supporters to embrace these policies as their own) has done so with far more success than any GOP President ever could have dreamed of achieving.
Eu nunca gostei do Bush II. Infelizmente, Obama é mais e mais Bush III.

Fevereiro 10, 2012
Fevereiro 9, 2012
Dois exemplos da fome doentia do nanny state
O primeiro é dado por Mike Gibson em: The Horrors of Getting Approval for an Ice Cream Parlour in San Francisco.
The tragedy of the anti-commons is a useful concept for understanding a prevalent type of government failure in both poor and rich countries–excessive permit and licensing requirements. A pervasive multiple licensing system can create an impenetrable conjunctive permission line that even the most energetic cannot overcome. To start a business, to build, to hire, to sell, you need first to convince bureaucrat A and B and C and D and so on. The longer the conjunctive line, the less frequently entrepreneurs enter the market with new products and services. The transaction costs for dealing with each bureaucrat are very high, as is the likelihood that any single one will say no.
O segundo exemplo pode ser sintetizado na ideia de que as praias de LA vão ficar menos divertidas.
When you head down to the beach for a little fun this summer, county officials want you to leave the pigskin at home.
The Board of Supervisors this week agreed to raise fines to up to $1,000 for anyone who throws a football or a Frisbee on any beach in Los Angeles County.
Fevereiro 8, 2012
Obamacare and Romneycare compared
THREE CHEERS FOR ROMNEYCARE! Por Ann Coulter.
It’s not as if we had a beautifully functioning free market in health care until Gov. Mitt Romney came along and wrecked it by requiring that Massachusetts residents purchase their own health insurance. In 2007, when Romneycare became law, the federal government alone was already picking up the tab for 45.4 percent of all health care expenditures in the country.
Until Obamacare, mandatory private health insurance was considered the free-market alternative to the Democrats’ piecemeal socialization of the entire medical industry.
O modus operandi da agência de comunicação de Assad II
É assim que se organiza, de forma espontânea, humanista e pacífica, o apoio por flotilha à Palestina (clicar na imagem para ampliar).
Vale a pena perceber o papel desempenhado por George Galloway que, perante o chefe, considera a Síria como o último reduto da dignidade árabe.
A forma como os media ocidentais são permeáveis a manipulações de um regime ditatorial fica também igualmente demonstrada.
Leitura complementar: O modus operandi da agência de comunicação de Assad.
Fevereiro 7, 2012
Obamacare, a salvação da América pobre e desempregada?
Antes de mais, Quem não tinha seguro nos EUA antes de Obama criar o Obamacare?

Fonte da imagem. Sobre isto, gostaria apenas de fazer os seguintes comentários:
1º: Sem um sistema público (estatal, na verdade) ou um seguro de saúde, as pessoas não morriam na rua: eram levadas para o hospital, salvas, e depois faziam-se as contas.
2º Se tivesse seguro de saúde, este paga. Se não, paga a pessoa. Se esta não tivesse possibilidades, esta tem de contar com a sociedade, nomeadamente com doações, muito comuns antes do Estado tomar conta do sector da saúde e fazer de tudo para o monopolizar.
3º O sistema que existe nos EUA não é o que seria ditado por Liberais e certamente não é o exemplo de um bom sistema privado, dadas todas as intervenções a que é constantemente sujeito. O facto de as seguradoras terem aprendido a usar lobistas e a escrever a sua própria legislação é obviamente uma prática anti-liberal e anti-consumidores indefensável por qualquer pessoa que não os próprios (afinal, “a concorrência é a melhor forma para se organizar qualquer mercado, excepto o meu”).
4º Ninguém segura contra incêndio uma casa que está a arder. Pelo menos até o Obamacare estar em vigor, altura em que se vão segurar contra doenças pessoas doentes…
5º Mas o que eu acho mais curioso é mesmo o seguinte: O Obamacare não veio segurar os que poder-se-iam segurar mas não queriam (compensa pagar multas e só fazer um seguro quando se estiver doente). O Obamacare não veio segurar os jovens que se julgam super-heróis a quem nada ataca (mesmo motivo). O Obamacare não veio segurar os ilegais (afinal, ninguém sabe que eles não estão ali…). O Obamacare não veio segurar os miúdos que usam os seguros dos pais. O Obamacare não veio segurar os pobres que já eram elegíveis para os programas anteriores mas que por algum motivo não os usavam (necessidade de registo…). O Obamacare não veio ajudar muita gente…
6º O Obamacare veio ajudar burocratas (toda aquela papelada…), fiscais (há muita multa para passar), e médicos com mais vontade de preencher papelada do que de ver doentes. Afinal, “The bureaucracy is expanding to meet the needs of the expanding bureaucracy.“
Contracepção para raparigas de 13 anos sem conhecimento dos pais
O admirável mundo novo progressista: Regresso a 1984. Por José Manuel Fernandes.
Simpsons, vade-retro
A infiltração da cultura simpsononiana é nociva à milenar cultura persa. Um software coloca em perigo a estrutura do Islão. Jornalistas da BBC (do serviço em língua farsi) são presos postos na ordem. É (quase) ingénuo não acreditar que o actual Irão é o herdeiro da civilização persa.
Leitura complementar: Barbie, vade-retro.
Fevereiro 6, 2012
AAPS – A associação liberal dos médicos
Nos EUA há diversas associações de Médicos. Mas há uma que é verdadeiramente liberal (sentido Europeu) e promove o Liberalismo na Medicina, tendo inúmeros materiais sobre Obamacare, Medicare, Medicaid e como seria um mundo com Medicina Privada.
E o seu nome é AAPS. Recomendo a secção Issues e todos os vídeos, como por exemplo este:
Fukushima, por uma residente
Quem me conhece sabe que eu não sou muito de poesia. Mas li e creio que outros gostarão de ler. Texto retirado daqui.
To live in Fukushima
My living in Fukushima
To live in Fukushima, to me
It means, no more opening the window and taking a deep breath every morning
It means, no more drying our laundry outside
It means, to discard the vegetables grown in our garden
It means, to feel a pang at the sight of my daughter leaving the house with a mask and a dosemeter on, without even being told
It means, not to be able to touch this whitest snow
It means, to get slightly irritated sometimes when I hear the “Fight on, Fukushima” slogan
It means, to notice that I became to breathe shallowly
It means, to tell someone that I live in Fukushima and not be able to help adding “but our area’s radiation is still low…”
It means, to feel that now exist 福島 and FUKUSHIMA
It means, to get angry when someone tells us to “stay” feeling “What do you think of our lives?,” and to get angry when someone tells us to “flee” feeling “Don’t say it so easily! It’s not that simple!”
It means, to worry if my 6-year-old girl can get married in the future
It means, to feel like abandoning my responsibilities for having chosen to live in Fukushima
It means, to renew a deep understanding in my gut every morning that our daily lives stand on the thin-ice-like “safety,” which is kept on the sacrifices and efforts of others.
It means, to think every night that I might have to leave this house tomorrow and go far away
It means, to still pray every night that we could live in this house tomorrow
First and foremost, I pray for the health and happiness of my daughter
I cannot forget that black smoke
I want someone to understand that we still live happily more or less, nonetheless
I get furious, everyday
I pray, everyday
I have no intention to represent Fukushima. This is what to live in Fukushima means to me, only to me.
Today is the 10-month anniversary for Fukushima.
Escrito dia 12 de Janeiro de 2012, 10 meses depois do desastre de Fukushima.
Edição: Descobri que há uma versão Portuguesa no site, AQUI.
Fevereiro 5, 2012
The human race has only one really effective weapon and that is laughter*
Neste caso, rir não é o melhor remédio.
*Citação atribuída a Mark Twain.
E agora, Obama?
Depois de um teste negativo ao plano de saúde Democrata (conhecido por ObamaCare), a proposta conseguiu unir católicos, protestantes, judeus e cristãos ortodoxos (numa rara intervenção política). Mérito seja dado ao presidente Barack Obama.
Fevereiro 4, 2012
Notícias da eco-religião
How green zealots are destroying the planet: The provocative claim from a writer vilified for denying global warming, um artigo de James Delingpole.
Síria: há guerras menos mortíferas
Num só dia, um conflito territorial provoca 260 mortos.
Sugestões simples e eficazes, comprovadas pelos ensinamentos da História: levar Israel para o Bangladesh e/ou remover o cancro.
Fevereiro 3, 2012
Manifestação de doença incurável
Vinte e quatro horas após a tragédia de Port Said, são apresentados os culpados.
Fevereiro 1, 2012
O natural upgrade terrorista
Demorou nove anos para que o terrorismo da jihad evoluísse. O primeiro ataque britânico que matou três pessoas e feriu mais de 50 no Mike’s Bar, teve lugar em Jerusalém. Nove anos decorridos, os objectivos evoluíram: passaram do assassinato de civis em Israel para a tentativa de assassinar britânicos.
A criatura da fotografia é Mohammed Chowdhury, o cabecilha do grupo terrorista. A imagem foi captada numa manifestação pacífica em Inglaterra, organizada pela Islam4UK. A lei que Chowdhury defende tem, de facto, resposta para tudo.
Janeiro 31, 2012
A fotografia do dia
Fonte: Reuters.
No meio de uma guerra civil que terá ceifado a vida a mais de 5 mil pessoas, arranja-se tempo para lembrar Israel.
Janeiro 28, 2012
As eleições são em Março
Bloggers condenados à morte por difundirem corrupção, jornalistas presos. A culpa será dividida entre a entidade sionista e o braço armado do império norte-americano
Janeiro 27, 2012
Nos trilhos da paz e da cooperação “desinteressada”
Um modelo de import-export de grande sucesso na luta contra o imperialismo.
Janeiro 26, 2012
ETA passa a regular o trânsito
Los «verificadores» de Batasuna constatan que ETA sigue activa y armada, pero sin intención de matar
El grupo de extranjeros designados por Currin asegura haber mantenido «contactos directos» con la banda. Esos «expertos» han mantenido encuentros con distintas formaciones políticas como el PSE
Leituras complementares: Eleições em Espanha; Terrorismo: fazer vista grossa e calar.
Do aniversário da revolução de Tahrir
Regista-se uma péssima forma de comemoração, que insiste em repetir-se.
Leituras complementares: Uma questão de poder, doutrinação e cultura e Uma questão de poder, doutrinação e cultura II.
Janeiro 24, 2012
Hope, change & lies
There are only 140,000 jobs in the whole renewable-energy sector, but in a new ad, Obama is taking credit for a “clean energy industry” that has “2.7 million jobs.” Obama inflated the number of “clean-energy” jobs by adding people who have nothing to do with clean-energy, like “trash collectors” and bureaucrats. By inflating the total, Obama was able to paper over his complete failure to live up to his utterly unrealistic campaign promise “to create 5 million new green jobs.” Most of America’s existing green jobs predate the Obama Administration, which did not create them: “from 2003-2010, the rate of growth for clean jobs was 3.4 percent.” (…)
Obama’s mythical green-jobs are like other imaginary jobs he claimed to have created with the $800 billion stimulus package. The Obama Administration took credit for jobs created in 440 non-existent Congressional districts, such as Arizona’s 15th and 86th districts (Arizona only had 8 Congressional districts, as ABC News noted with amusement). The Washington Examiner noted that at least “75,000 jobs” Obama has claimed credit for are “clearly imaginary” or “highly doubtful.” Readers can view its interactive map of “Inflated Jobs by State.”
The Obama Administration claimed that the stimulus package would keep unemployment from ever rising above 8 percent, but it peaked at over 10 percent. Obama claimed the stimulus was needed to prevent an “irreversible decline,” but the Congressional Budget Office admits that the stimulus package will shrink the economy “in the long run.” (…)
Delito de opinião?
Esta opinião de Pedro Rosa Mendes valeu o fim abrupto do espaço de comentário “Este Tempo – 5 cronistas” da Antena 1. Se não der muito trabalho, gostaria que alguém com responsabilidade sobre o caso o esclarecesse.
Janeiro 23, 2012
JC, o outro II
A paz está onde este JC indicar. De acordo com um relatório da Fundação Carter, a verdade é revelada. Lembram-se do episódio, não muito distante, em que duas pessoas são espancadas por militares egípcios? Pois bem, tudo não passou de uma óbvia falsificação. Os soldados estavam apenas a ajudar a pobre mulher a vestir-se. A sério.
Leitura complementar: JC, o outro.
Janeiro 21, 2012
A bio estupidez não provoca dor física
Here is contrarian bioethics at its best. Pregnancy and childbirth are so painful, risky and socially restrictive for women that public funding should urgently be directed to the development of artificial wombs. This is the only way to achieve true equality between men and women for then neither women nor men would then be limited by having children and the burdens of reproducing the species would be shared equally.
This is the radical suggestion made by a leading British bioethicist, Anna Smajdor, of the University of East Anglia.
Janeiro 20, 2012
Janeiro 17, 2012
Barbie, vade-retro
Luta contra imperialismo, obtém uma gloriosa vitória.
La Policía Moral iraní ha iniciado una campaña para retirar de las tiendas las muñecas Barbie, a las que ven como un reflejo de la cultura occidental y un peligro para los valores islámicos, según han confirmado los propios dueños de las tiendas.
“Hace unas tres semanas, vinieron a nuestra tienda y nos pidieron que retiráramos todas las Barbies”, ha explicado el propietario de una juguetería del norte de Teherán.
La persecución contra la famosa muñeca de Mattel no es nueva. En 1996, la cúpula religiosa ya advirtió de sus “consecuencias culturales y sociales destructivas”, aunque en la práctica no se aplicó ninguna prohibición y las tiendas prosiguieron con las ventas.
Las autoridades, sin embargo, dictaron hace tres semanas una nueva orden que obliga a los dependientes a retirar la muñeca. De no acatar la medida, se arriesgan a que el establecimiento sea cerrado por la Policía.















