Não deixa de ser curiosa a persistente obsessão da revista Sábado com o Opus Dei. Será apenas por razões comerciais?
Comunicado de 24 de Fevereiro de 2012
Na sequência do artigo “A fortuna escondida do Opus Dei em Portugal” publicado ontem pela revista Sábado.
2012/02/24
O Opus Dei é, pela quinta vez, tema de capa na revista “Sábado”, desta vez sob o título “A fortuna escondida do Opus Dei em Portugal”. A esse propósito, esclarecemos: (mais…)
Se se derem ao trabalho de investigar, ainda descobrem que em Lisboa ocorreu uma queima do Corão, há poucas décadas, organizada pela comunidade muçulmana, da quase totalidade de uma tradução do Corão para português, que parece que era heresia. Ou bem que um Corão pode ser queimado por toda a gente ou bem que não pode ser queimado por ninguém.
Jeffrey Anderson of the Weekly Standard points out that prior to Obama, our annual deficit spending had only exceeded 6 percent of GDP during the Civil War, World War I, and World War II. But during Obama’s four years in the White House, annual deficit spending will average 8.4 percent of GDP (the figure is higher – 9.1 percent – if you count 2009, which some argue you should because Obama’s $800 billion stimulus passed in February).
These numbers are important, but they need to be understood above all as a manifestation of a particular philosophy, which some have called reactionary liberalism. Barack Obama has an almost undiluted attachment for and belief in the wondrous powers of the federal government. He believes the role of the state is to redistribute wealth and level out differences. He would trade off greater prosperity in all classes and income brackets in order to narrow the gap in income inequality, which he considers to be a moral offense. Obama wants to punish wealth creators, empower unelected bureaucrats, undermine private enterprise and centralize power.
Beyond even that, Obama wants government to weaken, and eventually replace, civil society, create greater dependency, and expand the state’s reach into every nook and cranny of life, including into the internal life of the church. And at a time when Medicare in particular is driving us toward a Greece-like crisis, the president opposes any modernization of our entitlement state and savages those who are offering up reforms.
More than any president in our lifetime, Barack Obama identifies the state with society and wants society absorbed by the state.
(…) His continued occupation of Malibu is an unacceptable mockery of national self-determination. The Mexicans owned that stretch of real estate well into the early 19th century and it was stolen by the Americans in a naked act of imperialist aggression. America’s claim over Malibu is tenuous and rooted in patriarchy. Sean Penn’s house is a mocking reminder of that brute chauvinism, with its high white walls and spacious interiors. Its swimming pool is an insult to the honour of the Mexican people.
Now, I know that some will say that the Mexicans never actually lived on Sean Penn’s estate. But how many of them have worked there? Think of the maids, the cleaners, the butlers, the pool boys, the cooks, the gardeners. Think of the sweat that has dripped pouring Martinis, or the blood that was spilt pruning the roses. Truly, Sean Penn’s estate is part of Aztlan.
If diplomatic discussions break down, who could blame Mexico for resorting to military action to reclaim Mr Penn’s estate? Not I. Some might say that it would be an act without legal sanction or genuine historical cause. But that’s not the point. The people of Mexico want Sean Penn’s estate, so they should have it. Because stealing stuff from the rightful owners is the only way to combat colonialism.
Despite his age and speculation over his health – word is that he falls asleep during cabinet meetings – Mugabe has declared himself eager for the polls. To relinquish power now, after more than three decades in power, would be “an act of cowardice”, he said recently.
Not everyone will be celebrating the president’s birthday. The largesse was condemned by the Movement for Democratic Change (MDC), whose power-sharing agreement with Zanu-PF is perpetually under strain.
“This is a total waste of taxpayers’ money and typical of the attitude of Zanu-PF,” said Douglas Mwonzora, an MDC spokesman. “Right now we are faced with a situation of food shortages in some parts of the country. This needs to be addressed and Zanu-PF isn’t doing that. Instead they are spending a million dollars on the birthday of an 88-year-old president.
“The money could be spent on food and books. Mugabe is totally out of touch with reality. He has a bloated ego and he thinks Zimbabweans like what he is doing.”
Mugabe’s example compares unfavourably with that of other countries, Mwonzora said. “I think he is the only president in the world who spends so much money on his birthday. I don’t think President Obama or Prime Minister Cameron do it. Mugabe is the president of a poor African country and should be condemned.”
…, neste dia 13 de Fevereiro, Richard Wagner deu o último suspiro em Veneza, a cidade da morte. Ali mesmo, quinze anos antes, Wagner escrevera o segundo acto de Tristan und Isolde, a mais bela e completa obra de arte da idade contemporânea. Leonora, a anti-heroína da novela Entre Naranjos de Vicente Blasco Ibañez, viu o mestre nos seus últimos dias, lo vio cuando llegaba a Venecia para morir en el silencio de los canales, en aquella calma unicamente turbada por el golpe de remo, donde muchos años antes había creído perecer mientras escribía su Tristán, el himno a la muerte pura y libertadora. Para morrer em silêncio. Mild und leise.
Um ano e dois dias depois da revolução golpe militar no Egipto, o que permanece, pelos piores motivos, na ordem do dia da política internacional do Médio Oriente é a carnificina a que se assiste na peculiar Primavera árabe síria. Apesar de algumas almas progressistas acreditarem que se trata de uma repressão contra as forças imperiais (cuja duração irá completar o primeiro aniversário em breve), confesso não ter tamanha confiança na bondade humana em geral e, muito menos, na personificada pelo senhor Assad. Apesar da complexidade que envolve a questão e salvo melhor opinião, a Síria é o palco principal de uma guerra que opõe xiitas a sunitas. No meio deste palco, aparecem quem mais paga, os espectadores: os mortos, feridos e oprimidos. São as gerações perdidas.
The tragedy of the anti-commons is a useful concept for understanding a prevalent type of government failure in both poor and rich countries–excessive permit and licensing requirements. A pervasive multiple licensing system can create an impenetrable conjunctive permission line that even the most energetic cannot overcome. To start a business, to build, to hire, to sell, you need first to convince bureaucrat A and B and C and D and so on. The longer the conjunctive line, the less frequently entrepreneurs enter the market with new products and services. The transaction costs for dealing with each bureaucrat are very high, as is the likelihood that any single one will say no.
When you head down to the beach for a little fun this summer, county officials want you to leave the pigskin at home.
The Board of Supervisors this week agreed to raise fines to up to $1,000 for anyone who throws a football or a Frisbee on any beach in Los Angeles County.
(…) Sleiman also reveals a grim stat about Super Bowl feasting: “600 million, yes million, chickens will lose their wing and their lives for just this one game.”
Aparentemente lá é que se pode fazer tudo o que um homem (ou uma mulher) quiser, com quem quer que seja, onde quer que seja, até mesmo casar com animais!
Pelo menos é o que diz um grande entendido Saudita…
De todos os ataques à sociedade ocidental, o mais grave talvez não seja algo que nós façamos directamente, mas uma das consequências necessárias do que nós fazemos.
O nosso modo de vida é atacado por pessoas de boas intenções que, querendo ajudar os seus compatriotas – com educação, saúde, energia e transportes “tendencialmente gratuitos” – tudo o que fazem é destruir esses mesmos sectores e empobrecer a sociedade.
Este ataque económico tem consequências: 1. A Economia estagna e foca-se em manter o emprego e a produção actual, não gerando crescimento e novos empregos a um ritmo necessário para absorver os jovens que saem das Universidades. Este é um barril de pólvora que em muitos países tem provocado revoluções. 2. A sociedade divide-se em 2 classes: os que são demasiado ricos e que, mercê dos seus meios conseguem evitar pagar muitos impostos e os que são demasiado pobres e que, mercê das suas necessidades, têm “direito” a “exigir” ao Estado. A classe média, contribuinte por excelência, soçobra perante o peso que lhe é imposto. 3. O ambiente desce em escala de importância (quem não tem boas condições de vida é muito mais egoísta) e, independentemente de opiniões políticas sobre o que deve ser feito, o que é certo é que muitas medidas básicas de eficiência e aproveitamento de recursos não são seguidas por falta de recursos e de interesse. 4. Os activos do país são vendidos, geralmente aos credores que momentos antes nos estavam a permitir manter um nível de vida antes possível, mas que entretanto com o peso das políticas sociais “gratuitas”… 5. A Demografia altera-se profundamente, com os casais jovens (os tais que têm altas taxas de desemprego e que têm de manter os privilégios “gratuitos” da geração dos “direitos adquiridos”) a decidirem adiar ou a simplesmente não ter filhos. Pensem nos vossos amigos que têm 30 a 40 anos.: têm filhos? Pensam ter?
Este vídeo tem algumas previsões alarmistas, mas pensem por vocês e confirmem os dados:
Essencialmente, algumas noções parecem-me exageradas. Afinal, é sempre possível qualquer número de fertilidade, não é necessário 80 a 100 anos para inverter, e os 8.1 Árabes não têm a mesma Esperança Média de Vida, só para citar alguns. Mas a questão mantém-se, a Europa duplicará o número de Árabes em 20 anos e o número de não-muçulmanos diminuirá. Ao fim de 3 gerações (3×20 = 60 anos) assim, seremos vizinhos de vários estados muçulmanos.
E Portugal? Portugal vai sofrer mais com as outras variáveis. Nesta em particular, os Descobrimentos vão ajudar-nos: a nossa população já hoje se está a suster com Brasileiros e PALOPs e assim se deve manter. Mas a nossa vizinhança deverá mudar substancialmente e ainda antes de eu deixar este mundo.
And so what? Ok, vamos her muitos mais muçulmanos do que hoje temos. E depois? Que consequência terá esse facto matemático? Ao tornarem-se super-abundantes, não se irá a sua cultura esbater e tornar-se mais uma opção, sem grandes impactos políticos e sociais? Não se irá perder o fervor religioso numa vida dominada por problemas comuns como arranjar emprego, cozinhar, tratar a roupa e poupar para casa e carro? Pela minha parte, tendo a minha última namorada sido uma Turca que viveu toda a sua vida em Berlim, vi de perto como a religião se esbate e se acaba a: comer carne de porco (embora ela não admitisse a certas pessoas da comunidade), beber álcool e vestir roupas reveladoras. E nunca a vi rezar.O facto de eles se tornarem abundantes não significa muito se se tornarem moderados e integrados na cultura (sim, ela também não passava passadeiras no vermelho).
Pela minha parte, limito-me a dar referências. Sei da tendência da comunicação social e da blogosfera para os alarmismos e portanto olho para este como para todos os assuntos com desconfiança. O que é certo é que a demografia não ajuda. E eu olhando para os meus amigos e as taxas de natalidade dos que me são próximas fico um pouco preocupado. Mas no fim de tudo: “And so what?”
Demorou nove anos para que o terrorismo da jihad evoluísse. O primeiro ataque britânico que matou três pessoas e feriu mais de 50 no Mike’s Bar, teve lugar em Jerusalém. Nove anos decorridos, os objectivos evoluíram: passaram do assassinato de civis em Israel para a tentativa de assassinar britânicos.
A criatura da fotografia é Mohammed Chowdhury, o cabecilha do grupo terrorista. A imagem foi captada numa manifestação pacífica em Inglaterra, organizada pela Islam4UK. A lei que Chowdhury defende tem, de facto, resposta para tudo.
E com a crise que por aí vai, não me admirava se subissem as vocações.
(Aliás, só vi este artigo porque estava na CNN como “trending”, o que quer dizer alguma coisa).
Relativamente à Mont Pelerin Society, é verdade o que afirma Pedro Arroja (embora me pareça algo exagerado chamar à MPS a “uma espécie de Meca do liberalismo moderno”), mas também é curioso constatar o que aconteceu desde a sua fundação. Não obstante o episódio referido por Pedro Arroja relativamente à fundação da organização, suspeito (e trata-se apenas de uma suspeita, porque não fiz essa contabilização) que nunca como hoje houve tantos católicos membros da MPS.
Não me choca que o governo aponte para a eliminação dos feriados do 5 de Outubro e do 1º de Dezembro. Chocam-me muito mais as comemorações da República, com o branqueamento que fazem da história e todos os panegíricos chocantes ao que foi o período de maior bandalheira que Portugal alguma vez atravessou.
There are only 140,000 jobs in the whole renewable-energy sector, but in a new ad, Obama is taking credit for a “clean energy industry” that has “2.7 million jobs.” Obama inflated the number of “clean-energy” jobs by adding people who have nothing to do with clean-energy, like “trash collectors” and bureaucrats. By inflating the total, Obama was able to paper over his complete failure to live up to his utterly unrealistic campaign promise “to create 5 million new green jobs.” Most of America’s existing green jobs predate the Obama Administration, which did not create them: “from 2003-2010, the rate of growth for clean jobs was 3.4 percent.” (…)
Obama’s mythical green-jobs are like other imaginary jobs he claimed to have created with the $800 billion stimulus package. The Obama Administration took credit for jobs created in 440 non-existent Congressional districts, such as Arizona’s 15th and 86th districts (Arizona only had 8 Congressional districts, as ABC News noted with amusement). The Washington Examiner noted that at least “75,000 jobs” Obama has claimed credit for are “clearly imaginary” or “highly doubtful.” Readers can view its interactive map of “Inflated Jobs by State.”
The Obama Administration claimed that the stimulus package would keep unemployment from ever rising above 8 percent, but it peaked at over 10 percent. Obama claimed the stimulus was needed to prevent an “irreversible decline,” but the Congressional Budget Office admits that the stimulus package will shrink the economy “in the long run.” (…)
Esta opinião de Pedro Rosa Mendes valeu o fim abrupto do espaço de comentário “Este Tempo – 5 cronistas” da Antena 1. Se não der muito trabalho, gostaria que alguém com responsabilidade sobre o caso o esclarecesse.
La Policía Moral iraní ha iniciado una campaña para retirar de las tiendas las muñecas Barbie, a las que ven como un reflejo de la cultura occidental y un peligro para los valores islámicos, según han confirmado los propios dueños de las tiendas.
“Hace unas tres semanas, vinieron a nuestra tienda y nos pidieron que retiráramos todas las Barbies”, ha explicado el propietario de una juguetería del norte de Teherán.
La persecución contra la famosa muñeca de Mattel no es nueva. En 1996, la cúpula religiosa ya advirtió de sus “consecuencias culturales y sociales destructivas”, aunque en la práctica no se aplicó ninguna prohibición y las tiendas prosiguieron con las ventas.
Las autoridades, sin embargo, dictaron hace tres semanas una nueva orden que obliga a los dependientes a retirar la muñeca. De no acatar la medida, se arriesgan a que el establecimiento sea cerrado por la Policía.
Por várias razões – entre as quais as frequentes confusões que se estabelecem por cá entre democracia e liberalismo – vale a pena ler esta entrevista dada por Amr al-Hassa, porta-voz do candidato presidencial dos salafistas no Egipto: “Se a democracia significar islão já não serve?”
Este é o nosso islão. Se escolhemos a democracia, os islamistas podem vencer. Isso significa que vai haver regras, sim. Se alguém estiver a beber na rua vai ser castigado. Sim, isso é democracia. Ou as pessoas só querem a democracia se for a deles? Se isso significar islão já não serve?
(…)
Eles dizem que o nosso xeque não deve ser Presidente porque defende o hijab, quer proibir o vinho, vai destruir o turismo… Tudo bem. É a democracia, vamos a eleições, vamos ver o que o povo quer. O que não vamos aceitar é ser enganados.
Na verdade, numa sociedade livre, todas as formas de organização que não prevariquem contra a lei devem ser permitidas sem serem questionadas, e nenhuma outra obrigação legal deve impender sobre os seus membros que não seja o respeito individual (outro não existe) pelas próprias leis. Se estas forem postas em causa, são os actos praticados (crimes) e quem os praticou (criminosos) que devem ser julgados e punidos, pertencendo esta obrigação aos órgãos judiciais do estado, agindo em conformidade com o direito vigente, independentemente da condição dos putativos infractores. Qualquer outra obrigação legal de publicitação das escolhas privadas dos cidadãos terá sempre como pressuposto a putativa ilicitude dessas escolhas ou de possíveis actos que delas venham a decorrer. Nesse caso, tenha-se coragem e não se fique por meias-tintas, e proponha-se, pura e simplesmente, a proibição da Maçonaria, como sucedeu em 1935 com o malfadado decreto de José Cabral.
Vamos lá ver se nos entendemos. Numa sociedade livre, as instituições democráticas devem ser transparentes, mas a sociedade pode ter organismos secretos, discretos ou exclusivos, sem paredes de vidro. Não podemos confundir instituições com a sociedade em geral. Na sociedade, x pode fazer um clube onde só entram pessoas ricas; y pode fazer um clube onde só entram brancos, e ninguém tem nada que ver com isso; w pode fazer um clube onde só entram crentes em Cristo, e a sua organização pode ser secreta ou discreta. Os maçons têm todo o direito ao seu clube interdito a “profanos”, e ninguém tem nada que ver com isso. Dizer o contrário é entrar numa lógica de perseguição. Dizer o contrário é desejar ser o Marquês de Pombal dos maçons.