Benfica e Jorge Jesus: de bestial a besta

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Jesus impedido de entrar no Seixal (4 de Junho de 2015)

O técnico de 60 anos foi proibido, esta quinta-feira, de entrar no centro de estágios do Seixal, onde a equipa do Benfica treina.

“Chico-espertismos” de “um deslumbrado”. Benfica processa Jesus em €7,5 milhões

“Seria estranho o Benfica pagar um mês em que um seu funcionário não apenas não trabalhou mas, pior, trabalhou para outra entidade”, declara João Gabriel.

Belém será candidata a Belém

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É um serviço que presta ao PS e, em especial, a António Costa, que assim fica com a vida mais facilitada para arrepiar caminho e não apoiar um candidato colado à extrema-esquerda e à ala syrizista do partido: Maria de Belém avança para a Presidência da República

Maria de Belém enviou uma nota à agência Lusa onde anuncia que vai candidatar-se à Presidência da República. E já comunicou a decisão a António Costa.

O BCP e a Ongoing

BCP ficou com 6,2% da Pharol depois de executar penhor sobre ações da Ongoing

O BCP passou a deter uma participação qualificada de 6,1689% da Pharol, antiga PT SGPS. Este reforço resultou de uma execução de um penhor sobre ações da operadora dadas como garantia por um acionista que não é identificado no comunicado enviado esta madrugada à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). No entanto, o Observador sabe que os títulos eram detidos pela Ongoing de Nuno Vasconcellos, uma das maiores acionistas da Pharol. (…) Segundo a edição da semana passada do jornal Expresso, o BCP estaria prestes a executar garantias sobre a Ongoing, que é uma das maiores acionistas da Pharol. A dívida da empresa liderada por Nuno Vasconcellos ao banco ascenderá a mais de 230 milhões de euros. Para além das ações na antiga PT, também o Diário Económico, outro ativo da Ongoing, estará em processo de venda, uma operação que está a ser liderada pelo BESI. O BCP e o Novo Banco estão entre os maiores credores da Ongoing.

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Comer sabão e deserto no CCB

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Comer sabão e deserto. por Rita Carreira.

No terceiro piso do CCB, há um café que tem um terraço. Pensei em ir lá, mas não consegui. Quando li o menu deles ri-me tanto, tanto, que até chorei. O meu amigo F., que me telefonava a dizer que já tinha chegado, apanhou-me a meio do meu ataque de riso e pensou que eu tinha enlouquecido. Não fui eu que enlouqueci, foi alguém que na versão inglesa do menu meteu sabão e deserto em vez de sopa e sobremesa. É pena que não haja água no deserto. Assim não dá para fazer muitas bolhas com o sabão. Ou será que usamos cuspo?..

Assim vai o PS…

António Costa, de nim em nim. Por Maria de Fátima Bonifácio.

O leitor diário de jornais, já atónito, interroga-se: donde provirá tanta desorientação? Para onde levará Portugal um putativo primeiro-ministro tão errático?

O equívoco Nóvoa (2)

Dado o perfil de radicalismo esquerdista de Nóvoa, não é supreendente a profunda aversão que causa na esquerda moderada (estranho seria se não causasse…) mas é sintomático que, tanto tempo depois de ter anunciado a sua intenção de ser candidato, Nóvoa ainda não tenha conseguido convencer sequer António Costa a votar nele: Sampaio da Nóvoa: apoio do PS “é fundamental para o êxito” da candidatura

A candidatura de António Sampaio da Nóvoa à Presidência da República disse esta quinta-feira que o candidato “sempre deixou claro que o apoio do PS e dos socialistas era fundamental para o êxito” eleitoral.

TC rejeita recurso da defesa de José Sócrates

Recurso de José Sócrates rejeitado pelo Tribunal Constitucional

O Tribunal Constitucional não deu razão à defesa de José Sócrates. A equipa de advogados ao serviço do ex-primeiro-ministro, liderada pelo advogado João Araújo, alegou que o juiz de instrução Carlos Alexandre tomou decisões baseando-se em interpretações inconstitucionais do Código Penal.

O equívoco Nóvoa

um pedinte. Por Rui A.

Pior do que o candidato em si mesmo, que ninguém conhece e parece não estar interessado em conhecer, é o facto de António Nóvoa se ter posicionado, nesta corrida a Belém, como um pedinte de mão esticada perante António Costa, a quem implora, agora, um apoio que lhe fora prometido e que começa a ver fugir.

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O endeusamento de António Costa e as suas consequências

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consequências. por Rui A.

Só que os problemas não se ficaram pelas sondagens. Foram as declarações sobre a melhora do país nos últimos anos. A saída trapalhona da Câmara de Lisboa. O disparate com a candidatura de Nóvoa. As eleições na Madeira. Os sms ameaçadores a um jornalista do Expresso. Os desaguisados com as listas de deputados. Os conflitos com o pessoal de Seguro. A exaltação do Syriza e o enrascanço em que por causa do Syriza se meteu. O amadorismo da pré-campanha. O absurdo dos cartazes com «histórias de vidas» inexistentes. A atitude divisionista para com Maria de Belém. E a coisa ameaça não ficar por aqui.

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Tony Blair apela à responsabilidade dos trabalhistas

Tony Blair: Even if you hate me, please don’t take Labour over the cliff edge

The Labour party is in danger more mortal today than at any point in the over 100 years of its existence. I say this as someone who led the party for 13 years and has been a member for more than 40. The leadership election has turned into something far more significant than who is the next leader. It is now about whether Labour remains a party of government.

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Tudo corre mal a António Costa…

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Ribeira das Naus fechada ao trânsito devido a danos na ponte de madeira

A nova Ribeira das Naus foi inaugurada em março de 2013. Poucos dias depois já havia vários buracos e rebaixamentos, bem como muitas pedras soltas, o que levou o empreiteiro a fazer as primeiras reparações. Depois, em julho do ano passado foi aberta ao público a segunda fase do projeto, que dotou o local de espaços verdes e de lazer.

Celebro efusivamente

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O João Miguel Tavares queixa-se em artigo no Público do assédio fiscal que alegadamente sofre por parte da Autoridade Tributária. Queixa-se ao mesmo tempo que escreve “Eu celebro efusivamente o aperto da malha tributária e a capacidade de pôr mais gente a pagar impostos”, certamente convicto (quando foi a lobotomia colectiva? eu devia estar no estrangeiro nesse dia) que o Estado e a AT, sendo pessoas de bem não assediariam ou atropelariam o mais elementar bom senso e civilidade.

Posto isto resta-me a mim celebrar efusivamente o assédio a que o JMT é sujeito pela AT e desejar que integre a lista pública de devedores ao fisco em lugar de destaque e a bold. E que lhe vão sendo exigidas coimas e cauções o mais possível. Que mil notificações e ameaças te inundem a caixa de correio caro JMT.

Os números do plano macroeconómico do PS são inventados?

A dúvida mantém-se. O Grupo de trabalho do Partido Socialista, liderado por Mário Centeno, continua a não disponibilizar ao público a folha de cálculo do plano macroeconómico. Apesar de se vangloriarem de terem feito as contas, não há nenhuma prova de que o tenham feito: o PS apenas disponibilizou uns números finais sem indicação de como chegaram a eles.

Alguns comentadores apontaram o facto de eu não fazer este apelo a nenhum dos outros partidos. Há um bom motivo para isso. Para começar, é óbvio que os planos económicos do PCP e do Bloco de Esquerda não interessam a ninguém. Os únicos que importam são os da coligação e os do PS. Seria bastante positivo que a coligação disponibilizasse publicamente a folha de cálculo utilizada nas previsões do Documento de Estratégia orçamental. Aliás, eu defendo há algum tempo que mesmo as folhas de cálculo dos orçamentos de Estado deveriam ser disponibilizadas, mesmo que apenas ao nível agregado. Mas há uma diferença importante que faz com que seja muito mais importante que o PS revele as suas contas: o documento de estratégia orçamental do governo foi auditado pela UTAO e pela Comissão Europeia. Já o plano macroeconómico do PS não foi auditado por ninguém. Ninguém fora do PS teve acesso à folha de cálculo do plano macroeconómico, se é que ela existe mesmo. Claramente não faria sentido ter a comissão europeia ou a UTAO a auditar um programa político. Esse é o papel dos eleitores. Mas para que os eleitores possam auditar as contas do PS, é preciso que o PS as disponibilize. Isso continua por fazer.

Até prova em contrário, só podemos concluir que os números finais do plano macroeconómico do PS não foram calculados, mas inventados.

O CDS morreu ?

O dia em que morreu o CDS. Por José Ribeiro e Castro.

Foi isto que me levou a concluir pela morte do CDS. Não há outra explicação possível para tudo isto ter acontecido. Primeiro, a apresentação pública de uma Comissão Política da coligação, superando órgãos eleitos em Congresso. Segundo, a nomeação deste órgão sem que ninguém saiba como ocorreu, em processo clandestino. Terceiro, a constituição de uma Comissão Política conjunta com base estatutária ou regulamentar inteiramente desconhecida. Quarto, o facto de as normas que regerão a respectiva existência não terem, em momento algum, sido apresentadas e aprovadas no Conselho Nacional do CDS. E, quinto, a verificação de, à parte as minhas observações em público e dentro do partido, ninguém esboçar uma crítica, nem sequer os membros da Comissão Política eleitos no Congresso do CDS e assim preteridos e distratados. Só numa organização defunta isto é possível.

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Jaime Quesado

Convém adicionalmente realçar o facto de Jaime Quesado ter sido seleccionado pela CRESAP entre duas dezenas de candidatos e depois escolhido pelo Governo entre os três finalistas para o cargo: The Quesado Generator. Por António Araújo.

Apesar de ter rosto e feições humanas, o Dr. Jaime Quesado, como sabemos, não existe. O que existe é um sucedâneo da Máquina de Turing, a Máquina de Quesado, também conhecida na gíria informática por Quesador. Feita de lata, de uma grande lata, o Quesador gera automaticamente textos, com sujeito e predicado, mas num dialecto próprio, o quesadês, que é uma linguagem empreendedora e tecnológica que ninguém percebe. Se alguém conseguisse ler o idioma quesadês rapidamente se daria conta que o Dr. Jaime Quesado anda há anos a reciclar os mesmos textos, ipsis verbis. A sinergia perfeita. Ou, para falarmos sério, o auto-plágio descarado

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Apelo a Mário Centeno

Mário Centeno afirma hoje no Diário Económico que o Partido Socialista tem um plano com a contabilização detalhada das suas medidas. Para além do facto de que, apenas 3 meses depois de ser apresentado, o plano macroeconómico já estar desactualizado ao ponto de prevêr uma taxa de desemprego em 2016 superior à actual, há um problema com estas declarações: os cálculos do plano macroeconómico nunca foram disponibilizados ao público.

O que o PS apresentou foi apenas uma tabela com resultados finais. O Partido Socialista e a equipa de Mário Centeno nunca disponibilizou a folha de cálculo com as fórmulas para chegar a esses resultados. Tanto quanto sabemos, até podem ter sido inventados. Não se conhecem pressupostos, mecanismos de cálculo ou fórmulas, apenas resultados finais. Mário Centeno fala em “mecanismos de propagação económica”, mas desconhecem-se os pressupostos que ele assumiu para esses mecanismos. Fica aqui então o meu apelo a Mário Centeno e restante equipa: no âmbito das melhores práticas académicas, disponibilize ao público a folha de cálculo do seu plano macroeconómico. Por cada dia que passe sem que essa folha de cálculo seja disponibilizada publicamente, sentir-me-ei mais à vontade para concluir que os números do plano macroeconómico do PS foram inventados.

Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN

Sem surpresa, assim vai o “jornalismo” do Diário de Notícias: Sr. Director do Diário de Notícias: este leite está azedo. Por Fernando Alexandre.

Nos últimos anos, têm-se sucedido os casos de corrupção envolvendo quadros de topo da administração pública. Muitos factores contribuirão para este importante progresso da nossa sociedade e certamente alguém, um dia, escreverá a sua história, uma história em que os media terão o seu lugar.

Um dos casos de corrupção envolvendo um quadro de topo da administração pública é o do ex-director geral do Ministério da Administração Interna (MAI), o arquitecto João Correia, acusado de mais de 80 crimes, num processo com mais de uma dezena de arguidos (incluindo outros elementos da ex- Direcção Geral de Infraestruturas e Equipamentos do MAI, empresários e arquitectos). As denúncias de suspeitas de prática de actos ilícitos, que chegaram ao meu gabinete relativas àquele processo, foram imediatamente transmitidas às entidades competentes, estando na base da investigação que culminou na referida acusação.

Os media têm explorado este caso de diversos ângulos. O Diário de Notícias, no passado dia 8, pela mão do jornalista Carlos Rodrigues Lima, publicou um artigo com o título “Emails contradizem versão de ex-Secretário de Estado do MAI”, acompanhado do subtítulo “Fernando Alexandre disse ao MP que ex-diretor-geral acusado de corrupção não o informava sobre obras. Porém, mensagens até revelam marcação de reunião entre ambos.”

Seria de facto muito estranho que um Secretário de Estado, com a responsabilidade das infraestruturas e equipamentos do Ministério, nas suas reuniões com o Diretor Geral das Infraestruturas e Equipamentos, não discutisse obras – o MAI tem mais de 1000 instalações operacionais. Tal absurdo poderia ser notícia.

Como é óbvio, e ao contrário do que insinua o jornalista, eu não menti ao Ministério Público. No depoimento ao Ministério Público, em parte alguma, declaro que o referido director geral não me informava sobre obras. O que refiro no meu depoimento é que o ex-diretor geral, acusado, repito, de mais de 80 crimes, não me informou sobre algumas obras e sobre actividades inerentes às suas competências (ou outras como as que estão na origem da acusação do Ministério Público).

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O método d’Hondt e a coligação PSD/CDS

O método d’Hondt e as coligações. Por Manuel Villaverde Cabral.

Em todo o caso, é muito provável que o PSD (e o próprio CDS), ao coligarem-se, esperem maximizar o método D’Hondt a fim de a coligação ganhar alguns assentos parlamentares que lhe fugiriam se concorressem separados. Porém, também acredito que a formalização da coligação não é neutra e já vi mais de um comentador escrever que votaria de bom grado em Passos mas não em Portas. Ou seja, se é possível que a coligação ganhe um ou outro deputado, sobretudo em círculos de pequena dimensão do Norte do país, graças ao chamado método d’Hondt, por outro lado não é de excluir que a aliança do PSD com o PP desagrade a muitos demo-liberais de círculos como Lisboa e Porto.

Neste caso, o mais provável é que alguns votos PSD fujam para a abstenção, a pior conhecida das variáveis mas talvez a maior fatia do eleitorado. E por razões genuinamente políticas.

Ainda o sectarismo

Ao ler os comentários ao meu artigo desta semana no Observador (Os sectários) reforço a minha convicção sobre a pertinência do texto mas, simultaneamente, fico ainda mais preocupado com a degradação do debate político em Portugal, com prejuízo para todos.

Exportações em alta

Mais boas notícias para a economia portuguesa: Exportações sobem 9% em junho, suportadas por vendas à Europa

As exportações portuguesas voltaram a acelerar em junho, com um aumento de 9% na comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho das exportações, que contrastou com o aumento de 5,4% nas importações, foi suportado pela subida de 9,7% das exportações para países pertencentes à União Europeia (UE). Para fora da UE, as exportações subiram 7,1%, também recuperando face à quebra registada em maio.

Consequências da religião do “multiplicador keynesiano”

O país das autoestradas desertas

As autoestradas construídas a sul do Tejo, nos anos de ouro dos fundos comunitários, não registam tráfego suficiente para justificar a sua existência, diz um estudo feito por Jorge Paulino Pereira, professor de Vias de Comunicação no Instituto Superior Técnico (IST) e Ana Guerreiro, engenheira civil com atividade na área das infraestruturas viárias. A exceção é a A2 e a Via do Infante, mas apenas em julho e agosto. Os autores de um estudo sobre a rede de auto estradas mostram como a sua construção foi baseada em previsões otimistas de tráfego. E também na vontade dos políticos em fazerem obra.

Alternativa de confiança?

Com Duarte Cordeiro a director de campanha, a ala syrizica do PS, encabeçada por muitos dos «jovens turcos», ganha cada vez mais protagonismo e relevância.

Esta é que é a alternativa de confiança de António Costa?

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Máquinas de produzir receita fiscal

Tiago Caiado Guerreiro: ‘Cidadãos são vistos como máquinas de produzir receita fiscal’

O problema do Estado é que se aumentam os impostos porque aumenta a despesa, em vez de se cortar a despesa para não ter de se aumentar impostos. Quanto mais gordo é o Estado, mais poder tem sobre os contribuintes, de controlar e manietar, de distribuir benesses para comprar votos. É um esquema maquiavélico e destrutivo da economia. (…) A intensidade das penas que se aplicam às pessoas por incumprimento de normas fiscais é desproporcionada. Trata-se com mais violência contribuintes que não pagam impostos do que pessoas que cometem crimes de sangue. Não podemos transformar todos os portugueses em criminosos e instaurar milhares de processos-crime por ano. Os Estados Unidos, com 31 vezes mais população, só instauram 1.500 processos-crime por ano. Em Portugal somos vistos não como cidadãos, mas como máquinas de produzir receita fiscal, em que o único interesse é gerar dinheiro para o Estado.

Os cartazes não são o único problema do PS (3)

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Era de facto previsível e fica bem a Ascenso Simões assumir responsabilidades, mas não creio – como até o insuspeito Viriato Soromenho Marques muito bem reconheceu e explicou – que os problemas do PS se esgotem nos cartazes. Adicionalmente, a passagem da direcção de campanha alguém moderado, experiente e com bom senso como Ascenso Simões para alguém que tem alinhado pela linha mais radical e syrizista do PS não augura nada de bom.

A este propósito, vale a pena recordar o que se passou em Julho de 2013: Renegociação da dívida chumba mas obtém quatro votos no PS

O projecto de resolução do BE, que propunha a renegociação da dívida e o rasgar do memorando, foi chumbado pela maioria e pelo PS, mas na bancada socialista o ponto sobre a dívida contou com os votos a favor de João Galamba, Pedro Nuno Santos, Duarte Cordeiro e Pedro Delgado Alves. Quatro deputados que votaram ao lado do BE, PCP e PEV. Ferro Rodrigues, ex-líder do PS, Inês de Medeiros e Isabel Moreira abstiveram-se.

Ainda os cartazes com as “pessoas comuns”…

PSD/Arroios quer saber se Margarida Martins usou meios da junta na campanha do PS.

Pode-se ter demitido o responsável da campanha socialista, mas a polémica essa vai continuar. Por aí uns dois meses, arrisco prever.

Soares, Sócrates, Salgado: os rostos do Socialismo em Portugal

Observador: Depois de Sócrates, Soares visita Ricardo Salgado

É enternecedor ver como a família socialista continua amiga. Aliás, se o PS ainda estivesse no poder, Ricardo Salgado não teria levado uma nega e ainda estaria hoje como DDT – pois, como se sabe, alguém tem de financiar o socialismo…

Mário Soares e o amigo Ricardo Salgado