Fevereiro 26, 2012
Fevereiro 24, 2012
Fevereiro 21, 2012
Parlamento ensina a arte de Enganar Controles de Custos
Parlamento rejeita beber água da torneira porque sai 30 vezes mais cara.
Como se consegue isto?
Num documento enviado aos deputados, o Conselho de Administração do Parlamento sustenta que a água engarrafada servida nas reuniões da comissão custa 259,20 euros por mês. Para a água da torneira, o valor a que se chegou foi muito maior. O cálculo incluiu os custos de pessoal “para o enchimento, limpeza, colocação e arrumo dos vasilhames” e chegou à cifra de 2730 euros – cerca de dez vezes o valor para a água mineral. O Conselho de Administração também considerou o custo dos jarros em si, avaliados em 4680 euros – o equivalente a 18 meses de água mineral.
Ou seja: basta na água engarrafada não considerar custo nenhum a não ser a garrafa e na água da torneira considerar os custos com o pessoal (10x o preço das garafinhas) e dos jarros em si (18x o custo das garrafinhas, TODOS OS MESES).
Face a isto:
“Face aos encargos evidenciados, o Conselho de Administração pronunciou-se favoravelmente à utilização de água engarrafada, considerando que o respectivo uso, enquanto recurso geológico nacional distribuído por empresas portuguesas, assegura as melhores condições aos utilizadores internos e aos convidados da Assembleia da República, a um custo sem significado financeiro”, conclui o documento.
Os Senhores Deputados da Comissão de Ambiente elevam a arte de forjar Controles de Custos a uma Arte!

Pormenor de classe: Nunca garrafas médias ou grandes, mas sempre das pequeninas. Sempre em duplicado. Assim se poupa dinheiro em São Bento.
Gingrich sobre Reagan
Gingrich archives show his public praise, private criticism of Reagan.

Este nunca me enganou. Para futura memória fica esta frase reveladora:
“The Reagan failure was to grossly undervalue the centrality of government as the organizing mechanism for reinforcing societal behavior.”
“When I say save the West, I mean that,” Gingrich said in a 1979 address to his congressional staff, preserved in the files. “That is my job. . . . It is not my job to win reelection. It is not my job to take care of passport problems. It is not my job to get a bill through Congress. My job description as I have defined it is to save Western civilization.”
Fevereiro 19, 2012
No Fio da Navalha
O meu artigo para o jornal i deste fim de semana.
O custo do verdadeiro egoísmo
Ao adiar a mudança do que estava errado, fomos colectivamente egoístas e nunca chegámos a ser individualmente generosos.
O fim da tolerância de ponto para os funcionários públicos, na terça-feira de Carnaval, é apenas mais um passo na mudança a que estamos a assistir. As críticas são imensas, e muitas mais ouviremos nos próximos anos. Uma coisa é certa: virão maioritariamente dos que perdem privilégios. Dos que têm regalias sem qualquer contrapartida. Sem nada que as compense ou sequer as justifique. Não deixa de ser interessante que se lamente tanto o fim dos feriados e tão pouco o mais de um milhão de pessoas que não têm trabalho. Qualquer sociedade com o mínimo de sensibilidade sentiria vergonha. Mas aquela em que grande parte dos seus membros é apaparicada pelo Estado em troca de votos, em que tantos escolheram um emprego com o único critério de ser para sempre, é uma sociedade que não guarda nada para o outro. Uma sociedade onde o jargão socialista da solidariedade social é encarado como algo suave, indolor e brando. Algo que não afecta a pessoa que partilha, pois transferiu essa aptidão para uma entidade intangível e inatingível. Um Estado que, por ser responsável por todos, pouco liga ao indivíduo. Pouco faz por quem precisa.
O egoísmo prega-nos a partida de ter dois sentidos, consoante a perspectiva em que encaramos o problema. Não serão hoje egoístas os que se queixam do fim de alguns feriados quando tantos não têm trabalho? Não será egoísmo que metade do país tenha emprego garantido no Estado, no Estado que vive dos impostos que pagamos e da dívida que contrai lá fora e nos onera a todos, enquanto a outra metade receia perder o trabalho? Se discuta o fim dos subsídios de férias e de Natal na função pública e não se refiram os que já há tanto tempo não o recebem? Aqueles a quem a crise não chegou em 2012, mas antes, quando os primeiros avisos de que algo não ia bem, não quiseram ser ouvidos pelo governo e pelo eleitorado.
O Estado social foi criado sobre a premissa de ajudar quem precisa. Mas o que faz ele agora? Vive à custa de quem trabalha. E o mais grave é que não só se transformou numa máquina que sustenta quem a ele pertence e explora os que de fora entregam a dízima, como já nem é social. Desvirtuou-se. Foi muito além do objectivo salutar que é ajudar os mais desfavorecidos e transformou-se num monstro burocrático que nos consome. Estamos cada dia que passa mais pobres, porque considerámos egoísta qualquer crítica ao Estado social. Como uma apreciação baseada em princípios interesseiros, algo que não podíamos aceitar porque feria a nossa boa consciência. Afinal a boa consciência que escondia uma forma de egoísmo. A boa consciência de quem vivia bem num sistema que se esperava durasse para sempre.
Não durou. Como nada dura, e acaba quando menos se espera. E agora que acabou podemos pensar em termos que até há pouco julgámos impróprios. Podemos construir um Estado mais justo, que não viva à custa da habilidade dos cidadãos, deixe de ter empresas, faça menos negócios e se concentre no cumprimento do que devem ser as suas funções essenciais e de soberania. O problema de termos adiado este repensar do que o Estado dever ser é que hoje vivemos tempos de emergência. Que serão de calamidade quando na Primavera a Grécia sair do euro. Não haverá tempo para edificar o que quer que seja, mas apenas para sobrevivermos. O cada um por si vai doer. O desespero e a angústia leva as maiorias a preferir a ordem à justiça. A preferir o previsível ao imprevisto. A Grécia pode cair nas mãos da extrema-esquerda nas eleições de Abril. O que suceder a partir daí é uma incógnita. O egoísmo comodista deu nisto: uma colossal incerteza. Em 1989, tinha eu 16 anos, disse- -me o professor Agostinho da Silva, sobre a dívida que havia no mundo e quem a ia pagar, que o barco ia abanar e o importante era não enjoar a bordo. Agarremo-nos então todos e fixemos bem os olhos no horizonte.
Fevereiro 18, 2012
Oikophobia
O estilo é um pouco Americano demais para o meu gosto, mas ainda assim tem um ponto interessante de ouvir:
Mais: Wiki on Oikophobia, Example of Oikophobia in the left

Ron Paul e o “Establishment”
Todos os que apoiam Ron Paul se queixam de que o establishment os maltrata. Mas desde 2008 muita coisa tem vindo a mudar…
Este artigo da Business Insider, Ron Paul Is Secretly Taking Over The GOP — And It’s Driving People Insane, fala de vários tópicos importantes para perceber o que está a acontecer.

1º, porque eles não gostam dos apoiantes do Ron Paul:
The (alleged) bias against Paul may also be the product of an organic opposition to the libertarian Congressman and his army of ardent fans. Paul volunteers tend to be young and relatively new to party politics, and their presence has many state GOP stalwarts feeling territorial.
“People feel threatened — they don’t want to see a bunch of kids who may have voted for Barack Obama take over,” Wead said. “They feel a sense of ownership over the party — but there has to be an accommodation.”
2º, o que eles fazem contra os Paulites:
Evidence is mounting that Mitt Romney’s 194-vote victory over Ron Paul was prematurely announced, if not totally wrong. Washington County canceled their caucus on Saturday on account of three inches of snow (hardly a blizzard by Maine standards), and other towns that scheduled their caucuses for this week have been left out of the vote count. Now, it looks like caucuses that did take place before Feb. 11 have also been left out of final tally.
As the full extent of the chaos unfolds, sources close to the Paul campaign tell Business Insider that it is looking increasingly like Romney’s team might have a hand in denying Paul votes, noting that Romney has some admirably ruthless operatives on his side and a powerful incentive to avoid a fifth caucus loss this month.
3º, como respondem os Paulites:
But state party machinations are already starting to backfire. The Paul campaign believes it has won the majority of Maine’s delegates — and the perceived election fraud has galvanized Paul supporters to demand their votes be counted in the state’s straw poll ‘beauty contest.’
Caucus chaos has also proved to be fertile ground for Paul’s quiet takeover of the Republican Party. Since 2008, the campaign and Paul’s Campaign for Liberty PAC have made a concerted effort to get Paul sympathists involved in the political process. Now, tumult in state party organizations has allowed these supporters to rise up the ranks.
4º, por fim, como o establishment esrá a mudar:
The fruits of this labor are evident in Iowa, where Paul’s former state campaign co-chair A.J. Spiker was just elected as the new chairman of the Iowa Republican Party. Spiker replaces Matt Strawn, who stepped down over this year’s Iowa caucus dustup. In Nevada, the state chair has also resigned over caucus disaster, and several Ron Paul supporters are well-positioned to step up to fill the void. These new leaders not only expand Paul’s influence at the state level, but also help protect Paul and his hard-won delegates from state party machinations as the delegate-selection process moves to district and state conventions, and eventually the Republican National Convention this summer.
“We are always trying to bring people into the party,” Benton said. “I think that is a very positive thing for Republicans. Ron is the person who can build the Republican base, bring new blood into the party. That’s how you build the party.”
In Maine, the caucus disaster has made the state GOP prime for a Ron Paul takeover. And that means that Paul’s hard-won delegates will be protected as the delegate selection process
“We are taking over the party,” Wead told BI. “That’s the important thing — and that is what we are doing in Maine.
Vai ser bonito o dia em que o establishment seja na sua maioria pro-Ron, anti-Romney…
Fevereiro 17, 2012
Sobre as Causas de Portugal ter pedido o Resgate Europeu
Discussão gravíssima com Soares levou Sócrates a pedir ajuda externa, diz Soares no Público.
Obrigado Soares!
Afinal, não há evidência estatística suficiente para se poder relacionar esse pedido e a gestão ruinosa dos dinheiros públicos dos 6 anos anteriores!
Faz-me lembrar uma piada sobre a Falácia “Post Hoc, Propter Hoc“ (“Depois disto, portanto por causa disto”):
Um cavaleiro judeu mais velho casa-se com uma moça e os dois estão muito apaixonados. Porém, por mais que se esforce sexualmente, a mulher nunca atinge o clímax. Como a esposa judia tem direito ao prazer, eles decidem falar com o rabino. O rabino ouve a história, alisa a barba, e faz a seguinte sugestão:
- Contratem um rapaz forte e sadio. Enquanto vocês estiverem a fazer amor, mandem o rapaz abanar uma toalha em cima de vocês dois. Isso vai ajudar a sua mulher a ter fantasias e a fazê-la provocar um orgasmo.
Eles voltam para casa e seguem o conselho do Rabino: contratam um lindo rapaz e ele fica sacudindo uma toalha em cima deles enquanto fazem amor. Não dá certo e ela continua insatisfeita. Perplexos, voltam ao Rabino:
- Tudo bem – diz o rabino ao marido – vamos tentar ao contrário: o rapaz faz amor com a sua mulher e você fica abanando a toalha em cima deles.
Mais uma vez, eles seguem o conselho do Rabino: o rapaz vai para a cama com a esposa e o marido abana a toalha. O rapaz logo se põe a trabalhar com grande entusiasmo e a esposa em pouco tempo tem um enorme, trepidante e ruidoso orgasmo. O marido sorri, olha para o rapaz, e diz triunfante:
- Idiota. É assim que se sacode uma toalha!
Procurar as verdadeiras causas do pedido de ajuda é como procurar o relógio na história seguinte…
Um homem está à procura de algo debaixo de um candeeiro. Passa um amigo e pergunta:
- O que é que estás à procura?
- Do meu relógio?
- E perdeste-o aqui, debaixo deste candeeiro?
- Não, perdi-o no fundo da rua. Mas aqui a luz é mais forte e portanto é mais fácil procurar.
… em que o relógio é o pedido e o candeeiro é tudo o relacionado com o Soares: é certo que vem tudo na Comunicação Social e portanto a luz é boa… mas não foi aqui a fonte do problema. Gotcha?
Referências: Piadas Filosóficas – Correntes, Piadas Filosóficas – Leis, Paradoxos e Falácias.

Exigência fotográfica tunisina
Leva à prisão três jornalistas por ofensa à moral. Aconteceu na pátria da Primavera árabe.
Fevereiro 15, 2012
Quem venceu Maine?
Como pode um Estado tão pequeno ter tanta fraude nos seus resultados?
Andam monstros à solta
São o Projecto-Lei 118 e o novo projecto de lei do cinema.
A Moda dos Sistemas Fiscais Paralelos – (Matem o Monstro / Parte III), por JCD.
5 Pistas de Esquerdismo Profundo
Você sabe que sofre de Esquerdismo profundo se tem diversos dos seguintes sintomas:
1. Personificação de Colectivos - Culpa os males do mundo a entidades que não existem como “A Sociedade”, “A Economia de Mercado”, “O Mercado de Trabalho”, “A Pobreza” ou “Esses Capitalistas” (que eu nem sei quem são, pois se há inimigos do capitalismo são esses que geralmente são referidos nestas situações). Se chega ao ponto de usar estes substantivos colectivos como sujeitos de frases, tipo “O Mercado de Trabalho é que obrigou o Joaquim a aceitar aquelas condições” ou “A Pobreza existente neste país levou a que ele ter de trabalhar em 2 empregos”, então… Obviamente estas frases são apenas destinadas a esconder os verdadeiros culpados, desresponsabilizando-os, e não permitindo atacar verdadeiramente o problema. Ou por preguiça intelectual, ou por incapacidade de compreensão da situação.
2. Atracção pelos Paradoxos - Ciências que lidem com fenómenos a escalas muito pequenas ou muito grandes (física, química, astronomia, entre outras) muitas vezes chegam a resultados contrários ao que parecia a uma pessoa simplesmente usando o senso comum. Aparentemente, isto preparou a mente de algumas pessoas para aceitar que eventos muito mais banais e à escala humana também deverão na verdade ser explicados por uma teoria contrária à percepção comum. Aceitar o senso comum traz consigo o rótulo de ingénuo, enquanto que preparação para o contrariar é a marca do sofisticado.
Exemplos: Punição não desincentiva, Casamento é como Prostituição, Machos são inerentemente iguais a Fêmeas, Indivíduos a livremente realizarem contratos estão a ser coagidos mas adquirir sapatos do único fornecedor numa loja soviética era liberdade, a inteligência é irrelevante para o sucesso na vida e qualquer aluno pode atingir qualquer nível se o seu professor acreditar que ele pode, dar dinheiro a mulheres por terem filhos ilegítimos desencoraja-as de terem filhos ilegítimos, taxar algo – como o trabalho – leva a que haja mais disso, Estaline e Che Guevara eram tipos porreiros.
3. Sentimento de Missão - Inveja, Culpa, Identificação com o Fraco, a Perspectiva de Gerir a Máquina Estatal, … muitas podem ser as causas para desejar expandir o Estado. E claro desejar ser quem o faz, ou pelo menos estar próximo de quem o faça. Este sentimento é fundamental e, claro, tem que ser tudo menos racional, resistindo a todo e qualquer argumento sobre as falhas do Estado.
4. Sentimento de Revolta - Sem o correspondente desejo de resolver a situação por si, claro. A culpa da sua situação não é sua (como visto no ponto 1). A riqueza existente neste mundo é fixa (o crescimento económico não existe e o crescimento do PIB é só devido à Inflação) e portanto alguém ficou com a sua parte. Provavelmente uma daquelas pessoas que têm muito dinheiro e que não faz mais nada senão receber juros do mesmo – sendo ele cada vez mais rico e os outros cada vez mais pobres. Sim, é mesmo isso. Até porque os camaradas (que percebem tanto de criação de riqueza como a “vítima”) confirmam.
5 – O que é meu, é meu. O que é teu, é nosso. - Obviamente. Dúvidas?

Por fim, fica um pequeno estudo da Anatomia de um verdadeiro “Avantis Camaradis”.

Sobre o Ponto 2, deixem-me só acrescentar: os sexos parecem ser diferentes, portanto são o mesmo; homens e mulheres parecem ligar-se devido a emoções profundas, por isso a sua ligação é meramente comercial; sexo com outro homem é nojento e repulsivo para heterossexuais, por isso uma personalidade heterossexual é igual à homossexual; as línguas ocidentais são fonéticas, por isso devem ser ensinadas por imagens, como se fossem Chinês; o Capitalismo levou à prosperidade onde quer que foi usado, por isso deve ser mau – o Socialismo nunca funcionou, por isso deve ser bom; ninguém força ninguém a assinar contratos, por isso eles não são livres; sobre o Socialismo, não somos autorizados a escolher nada, por isso somos livres; todos temem morte, dor e perda de propriedade, portanto ameaças de morte, dor e perda de propriedade não afectam o comportamento; algumas pessoas não percebem certos conceitos por mais detalhada e lentamente que eles lhes sejam explicados, por isso a culpa é de quem lhes explica; as pessoas ficam desmoralizadas quando aquilo que é deles lhe é retirado, por isso aumentar impostos fazem-nas trabalhar mais (curva de Laffer invertida =]); Estaline e Che Guevara mataram milhões de pessoas dos seus próprios povos, por isso seriam bons chefes.
Referências: Michael Levin, The Era of Deadly Error (MP3), Anatomias (Recomendo fortemente!)
Fevereiro 14, 2012
Estrelas, a última fronteira socialista
A missão revolucionária a Marte é a próxima etapa. Como seria de esperar, as políticas progressistas continuam com os resultados esperados: falta de liberdade, de comida, energia e água.
No outro lado do mundo, o líder de um país desértico incentiva a nação a jogar hóquei em gelo.
Fevereiro 11, 2012
Como o Estado gosta de Crédito!!!
Pedro Mota Soares cobra mais impostos às IPSS.
Face à situação difícil destas (menos doações, mais impostos), a solução é:
O Estado cria Linha de Crédito de 50 Milhões.
Ou seja, taxa-se para depois se emprestar.
Esta cultura do crédito a mim deixa-me…
Hipocrisia Repulsiva de Obama
Repulsive progressive hypocrisy.
Excerto do último parágrafo:
I’ve often made the case that one of the most consequential aspects of the Obama legacy is that he has transformed what was once known as “right-wing shredding of the Constitution” into bipartisan consensus, and this is exactly what I mean. When one of the two major parties supports a certain policy and the other party pretends to oppose it — as happened with these radical War on Terror policies during the Bush years — then public opinion is divisive on the question, sharply split. But once the policy becomes the hallmark of both political parties, then public opinion becomes robust in support of it. That’s because people assume that if both political parties support a certain policy that it must be wise, and because policies that enjoy the status of bipartisan consensus are removed from the realm of mainstream challenge. That’s what Barack Obama has done to these Bush/Cheney policies: he has, asJack Goldsmith predicted he would back in 2009, shielded and entrenched them as standard U.S. policy for at least a generation, and (by leading his supporters to embrace these policies as their own) has done so with far more success than any GOP President ever could have dreamed of achieving.
Eu nunca gostei do Bush II. Infelizmente, Obama é mais e mais Bush III.

Se é mulher, hoje não pode voar.
No female TSA agents means no flight for Denver woman.
Isto está a atingir proporções inimagináveis…
Fevereiro 10, 2012
Fevereiro 9, 2012
Dois exemplos da fome doentia do nanny state
O primeiro é dado por Mike Gibson em: The Horrors of Getting Approval for an Ice Cream Parlour in San Francisco.
The tragedy of the anti-commons is a useful concept for understanding a prevalent type of government failure in both poor and rich countries–excessive permit and licensing requirements. A pervasive multiple licensing system can create an impenetrable conjunctive permission line that even the most energetic cannot overcome. To start a business, to build, to hire, to sell, you need first to convince bureaucrat A and B and C and D and so on. The longer the conjunctive line, the less frequently entrepreneurs enter the market with new products and services. The transaction costs for dealing with each bureaucrat are very high, as is the likelihood that any single one will say no.
O segundo exemplo pode ser sintetizado na ideia de que as praias de LA vão ficar menos divertidas.
When you head down to the beach for a little fun this summer, county officials want you to leave the pigskin at home.
The Board of Supervisors this week agreed to raise fines to up to $1,000 for anyone who throws a football or a Frisbee on any beach in Los Angeles County.
O Estado, por 3 perspectivas
Retirado do Facebook. Fica a pergunta, porque é que a Esquerda vê o Estado como angelical, dada toda a história em contrário?
Em Portugal, só quando já existisse o iPhone 10…
…é que um processo por violação de patentes impediria a venda do iPhone 3GS e 4 por violação de patentes. Na Alemanha foi no tempo do 4S.
Uma empresa que tenha razão num processo, se for tecnológica, quando vir o processo chegar ao fim já o produto está desactualizado e já tem de entrar com novo processo por violação de patentes no novo.
Tribunal público, empresa inovadora privada… já se imaginava =)
Fevereiro 7, 2012
Obamacare, a salvação da América pobre e desempregada?
Antes de mais, Quem não tinha seguro nos EUA antes de Obama criar o Obamacare?

Fonte da imagem. Sobre isto, gostaria apenas de fazer os seguintes comentários:
1º: Sem um sistema público (estatal, na verdade) ou um seguro de saúde, as pessoas não morriam na rua: eram levadas para o hospital, salvas, e depois faziam-se as contas.
2º Se tivesse seguro de saúde, este paga. Se não, paga a pessoa. Se esta não tivesse possibilidades, esta tem de contar com a sociedade, nomeadamente com doações, muito comuns antes do Estado tomar conta do sector da saúde e fazer de tudo para o monopolizar.
3º O sistema que existe nos EUA não é o que seria ditado por Liberais e certamente não é o exemplo de um bom sistema privado, dadas todas as intervenções a que é constantemente sujeito. O facto de as seguradoras terem aprendido a usar lobistas e a escrever a sua própria legislação é obviamente uma prática anti-liberal e anti-consumidores indefensável por qualquer pessoa que não os próprios (afinal, “a concorrência é a melhor forma para se organizar qualquer mercado, excepto o meu”).
4º Ninguém segura contra incêndio uma casa que está a arder. Pelo menos até o Obamacare estar em vigor, altura em que se vão segurar contra doenças pessoas doentes…
5º Mas o que eu acho mais curioso é mesmo o seguinte: O Obamacare não veio segurar os que poder-se-iam segurar mas não queriam (compensa pagar multas e só fazer um seguro quando se estiver doente). O Obamacare não veio segurar os jovens que se julgam super-heróis a quem nada ataca (mesmo motivo). O Obamacare não veio segurar os ilegais (afinal, ninguém sabe que eles não estão ali…). O Obamacare não veio segurar os miúdos que usam os seguros dos pais. O Obamacare não veio segurar os pobres que já eram elegíveis para os programas anteriores mas que por algum motivo não os usavam (necessidade de registo…). O Obamacare não veio ajudar muita gente…
6º O Obamacare veio ajudar burocratas (toda aquela papelada…), fiscais (há muita multa para passar), e médicos com mais vontade de preencher papelada do que de ver doentes. Afinal, “The bureaucracy is expanding to meet the needs of the expanding bureaucracy.“
117 autarcas em fim de mandato admitem recandidatar-se
117 autarcas em fim de mandato admitem recandidatar-se, escreve-se no DN. Realmente, aquela lei parecia anormal no panorama político Português. Ainda bem que tudo voltou a fazer sentido…
Fujam, que o FBI anda atrás de nós!
FBI warns of threat from anti-government extremists.
These extremists, sometimes known as “sovereign citizens,” believe they can live outside any type of government authority, FBI agents said at a news conference.
The extremists may refuse to pay taxes, defy government environmental regulations and believe the United States went bankrupt by going off the gold standard.
Routine encounters with police can turn violent “at the drop of a hat,” said Stuart McArthur, deputy assistant director in the FBI’s counterterrorism division.
“We thought it was important to increase the visibility of the threat with state and local law enforcement,” he said.
In May 2010, two West Memphis, Arkansas, police officers were shot and killed in an argument that developed after they pulled over a “sovereign citizen” in traffic.
Last year, an extremist in Texas opened fire on a police officer during a traffic stop. The officer was not hit.
Legal convictions of such extremists, mostly for white-collar crimes such as fraud, have increased from 10 in 2009 to 18 each in 2010 and 2011, FBI agents said.
“We are being inundated right now with requests for training from state and local law enforcement on sovereign-related matters,” said Casey Carty, an FBI supervisory special agent.
FBI agents said they do not have a tally of people who consider themselves “sovereign citizens.”
J.J. MacNab, a former tax and insurance expert who is an analyst covering the sovereign movement, has estimated that it has about 100,000 members.
Sovereign members often express particular outrage at tax collection, putting Internal Revenue Service employees at risk.
(Reporting By Patrick Temple-West; Editing by Kevin Drawbaugh)
Simpsons, vade-retro
A infiltração da cultura simpsononiana é nociva à milenar cultura persa. Um software coloca em perigo a estrutura do Islão. Jornalistas da BBC (do serviço em língua farsi) são presos postos na ordem. É (quase) ingénuo não acreditar que o actual Irão é o herdeiro da civilização persa.
Leitura complementar: Barbie, vade-retro.
Fevereiro 6, 2012
AAPS – A associação liberal dos médicos
Nos EUA há diversas associações de Médicos. Mas há uma que é verdadeiramente liberal (sentido Europeu) e promove o Liberalismo na Medicina, tendo inúmeros materiais sobre Obamacare, Medicare, Medicaid e como seria um mundo com Medicina Privada.
E o seu nome é AAPS. Recomendo a secção Issues e todos os vídeos, como por exemplo este:
Acontecimentos típicos em Braga
A Câmara de Braga desistiu da construção de uma piscina olímpica, onde já gastou 8 milhões de Euros. O presidente, Mesquita Machado, diz que os custos com energia seriam insuportáveis. Fonte: Sic Notícias.
Ou o custo da energia disparou quando todos em Braga estavam à espera de uma queda, ou então não se percebe.
Ou melhor, percebe-se: basta conhecer o profissionalismo de Mesquita Machado.
Eu só gostava de saber onde param esses 8.000.000 de Euros. Não desapareceram, por certo.

No Fio da Navalha
O meu artigo para o jornal i de sábado que, a partir deste fim de semana, passa a ser semanal.
Sopa de letras
Quem estuda a língua, estuda a sua evolução; não a muda. Se o português é uma língua viva, não precisa ser mudada por decreto
It’s a beautiful thing, the destruction of words.
1984, George Orwell
Vasco Graça Moura ordenou a não aplicação, no CCB, das regras do Acordo Ortográfico que desde do início do ano passaram a ser aplicadas nos documentos do Estado. De 2009, ano em que o acordo entrou em vigor, até 2015, foi-nos dado um tempo de adaptação às novas regras. Regras difíceis para quem sempre procurou não dar pontapés na gramática. Custosas de compreender para quem procura ler o que está escrito. Porque o problema do acordo é precisamente esse: mudar a nossa forma de escrever e, se lermos convenientemente, de falar. Uma das várias alterações será a eliminação das consoantes mudas, mesmo quando estas servem para abrir a vogal anterior. Veja-se a título de exemplo, as palavras como projecto, exacto, acção e directo, que lemos acentuando as vogais que antecedem a consoante muda. Com as novas regras, deveremos lê-las como projeto, exato, direto e ação, assim mesmo como lhe sai da primeira vez que as vê, que é a natural, sem acentuar as vogais ‘e’ e ‘a’. Muda a forma como fala, não muda? Ou não mudará se contornar as regras básicas do português para fingir que tudo está igual.
É este o grande senão do acordo ortográfico. Mudar ao mesmo tempo que faz de conta que fica na mesma. Ao contrário do que se passou com a eliminação do ‘ph’ que já se lia com o som da letra ‘f’, em que adequámos a forma de escrever ao modo de falar, vamos agora a mudar a forma de falar porque estamos a alterar o modo de escrever. Enquanto na reforma ortográfica de 1911, as alterações visaram adequar a escrita à fala, à rua, que, com o tempo e o uso, tinha simplificado a língua, o que se pretende hoje é forçar uma facilitação decidida por decreto. Por isso, em 1911, os dígrafos de origem grega foram substituídos por grafemas simples: ‘th’ e ‘ph’ passaram a ‘f’; ‘rh’, foi substituído por ‘r’, ou ‘rr’, conforme os casos. Não houve uma mudança, mas uma adaptação da teoria à prática. Ao que se falava na rua.
Precisamente o contrário do que se quer com o acordo ortográfico que é decretar a rua a seguir os gabinetes. Ora, que mais não é uma língua que muda por decreto, que uma língua morta?
Syme era um inteligente funcionário do Ministério da Verdade que, no célebre ‘1984’ de George Orwell, trabalhava no aperfeiçoamento do dicionário da nova língua conhecida por Newspeak. Syme não compreendia porque existiam tantas palavras com significados semelhantes. Não percebia a razão de ser dos sinónimos. Para ele, estes serviam apenas para criar confusão, permitir, através de palavras de significado semelhante, dizer coisas diferentes. O que em qualquer língua é a sua riqueza, para ele não tinha razão de ser. Pelo contrário, era algo que impedia o entendimento entre os cidadãos. Podia criar dúvidas que, para alguém que via a língua como uma mera soma de palavras, era desnecessário e até perigoso. Por isso, deliciava-se em destruir palavras. Em reduzi-las ao ponto de para cada facto, objecto, sentimento, haver apenas uma possível. A eficiência na sua máxima expressão e Syme era eficiente.
Qual a razão de ser do acordo ortográfico? Dizem os seus defensores que é para facilitar o comércio com o Brasil, ou aproveitar a influência que este vai ter no mundo. Eficiência. A sempre velha eficiência, não ao ponto de eliminar palavras, mas as destruir, eliminado letras. Apagando as suas especificidades. Os seus vários significados que estão na posse de quem gosta da língua e a aprende e a usa em todo o seu potencial. O objectivo do acordo é esse: não tendo a língua segredos, não haja quem os descubra. Todos a falar e a escrever o mesmo. O gosto pelo poder que dá obrigar, em poucos anos, o que só se consegue em séculos: mudar o modo como os outros se expressam. Falam e escrevem. Comunicam. Um poder imenso na mão de técnicos que encaram a língua como um sopa de letras e não parte da nossa vida. Técnicos de uma língua morta, mas que não é a nossa.
Fevereiro 5, 2012
Going Galt
Ayn Rand escreveu um livro chamado Atlas Shrugged, que recentemente foi passada a filme (trailer da Parte I, notícia da Parte II - site).
Qual é a história? Basicamente, é esta:
“Limonaid!”, Outros Vídeos. Ayn Rand Institute. Who is John Galt?
E já agora, o trailer dum documentário para perceber melhor:
Site. Ayn Rand explica pessoalmente. Gosto da ideia segundo a qual “Se é correcta a Separação entre Estado e Igreja – e é – então também é correcta a Separação entre Estado e Economia”.
A novidade hoje é que muitos Americanos estão a fazer mesmo o que Ayn Rand previu: A abandonar o seu país! Vejam o excerto do final do artigo (depois de terem dado vários casos concrectos):
And then there are those who are just disappearing altogether without a fare thee well. John Gaver, editor of Action America, wrote that there is a “vast and increasing number of wealthy US citizens who are just ‘dropping out’ — taking all of their wealth and leaving the US without renouncing. They just disappear off the US tax rolls and appear on some other country’s tax rolls.”
The number disgusted with how America treats its successful citizens continues to grow. As Bugnion of ACA notes, “It is a sad outcome, but I personally feel that we are now seeing only the tip of the iceberg.”
![]()
Portugal e Espanha – Holanda – Inglaterra – Estados Unidos.
A história repete-se: Ascensão, Enriquecimento, Perseguição, Queda.
Tem mesmo que ser assim?
Como diria Ayn Rand,
Government “help” to business is just as disastrous as government persecution… the only way a government can be of service to national prosperity is by keeping its hands off.
Ainda os direitos adquiridos
Desta vez, coube a sorte às galinhas a propósito do Super Bowl.
(…) Sleiman also reveals a grim stat about Super Bowl feasting: “600 million, yes million, chickens will lose their wing and their lives for just this one game.”
Fevereiro 4, 2012
Sobre os Limites das Reformas

1 a 1, as Reformas Douradas vão sendo expostas neste país. Agora foi Emídio Rangel. É o modo errado de lidar com o assunto, mas de quem será a culpa: de quem expõe, ou de quem se coloca a jeito?
Para quando legislação que limite as Reformas ao que as pessoas contribuíram até aos 65 anos?
(Ou seja, somam-se todas as contribuições até aos 65, calcula-se a Esperança Média de Vida e divide-se o valor em falta pelos meses correspondentes, ganhando quem viver acima da EMV e perdendo quem viver menos).
Até quando durará esta injustiça inter-geracional?
(Sim, porque para a minha geração certamente não irão existir estas benesses…)
Fevereiro 3, 2012
PCP & os Lucros da Banca
O PCP sempre se indignou com os Lucros da Banca, e exigiu que várias taxas fossem colocadas para “restituir o dinheiro ao povo”, contrariando a “exploração”.
Imagino que agora que a Banca teve fortes prejuízos, o PCP se compadeça da Banca e a isente da “Taxa Sócrates”.
Isto, se o PCP for coerente e defender justiça “de dupla via”. Veremos…

(Isto não quer dizer que eu defenda apoio – ou qualquer outra interferência – estatal à Banca, sublinhe-se)
Fevereiro 2, 2012
Vamos todos mudar para a Dinamarca, já!
Aparentemente lá é que se pode fazer tudo o que um homem (ou uma mulher) quiser, com quem quer que seja, onde quer que seja, até mesmo casar com animais!
Pelo menos é o que diz um grande entendido Saudita…
Outras lições úteis incluem:
- Porque é que a masturbação de meninas é mais perigosa que a dos rapazes;
- Porque uma mulher não pode guiar (ele perde-se um bocado, mas ‘tá fixe);
- Moda de roupa feminina para ir à praia (Publicidade);
- Casamento de primos não é incesto! – Famílias pedem: “Pela honra!” - Sayyid
- Pedofilia no Islão não é problema (desde que aceite pelo pai, claro);
- Como bater numa mulher (dicas de profissionais experientes) - 2ª Opinião – Regras.
- Ao menos é melhor que os Sicks: isto sim, é violência!

Fevereiro 1, 2012
Eurabia – A Islamização Europeia
De todos os ataques à sociedade ocidental, o mais grave talvez não seja algo que nós façamos directamente, mas uma das consequências necessárias do que nós fazemos.
O nosso modo de vida é atacado por pessoas de boas intenções que, querendo ajudar os seus compatriotas – com educação, saúde, energia e transportes “tendencialmente gratuitos” – tudo o que fazem é destruir esses mesmos sectores e empobrecer a sociedade.
Este ataque económico tem consequências:
1. A Economia estagna e foca-se em manter o emprego e a produção actual, não gerando crescimento e novos empregos a um ritmo necessário para absorver os jovens que saem das Universidades. Este é um barril de pólvora que em muitos países tem provocado revoluções.
2. A sociedade divide-se em 2 classes: os que são demasiado ricos e que, mercê dos seus meios conseguem evitar pagar muitos impostos e os que são demasiado pobres e que, mercê das suas necessidades, têm “direito” a “exigir” ao Estado. A classe média, contribuinte por excelência, soçobra perante o peso que lhe é imposto.
3. O ambiente desce em escala de importância (quem não tem boas condições de vida é muito mais egoísta) e, independentemente de opiniões políticas sobre o que deve ser feito, o que é certo é que muitas medidas básicas de eficiência e aproveitamento de recursos não são seguidas por falta de recursos e de interesse.
4. Os activos do país são vendidos, geralmente aos credores que momentos antes nos estavam a permitir manter um nível de vida antes possível, mas que entretanto com o peso das políticas sociais “gratuitas”…
5. A Demografia altera-se profundamente, com os casais jovens (os tais que têm altas taxas de desemprego e que têm de manter os privilégios “gratuitos” da geração dos “direitos adquiridos”) a decidirem adiar ou a simplesmente não ter filhos. Pensem nos vossos amigos que têm 30 a 40 anos.: têm filhos? Pensam ter?
Várias consequências daqui irão advir: domínio económico Chinês, ascensão Indiana e…
Este vídeo tem algumas previsões alarmistas, mas pensem por vocês e confirmem os dados:
Essencialmente, algumas noções parecem-me exageradas. Afinal, é sempre possível qualquer número de fertilidade, não é necessário 80 a 100 anos para inverter, e os 8.1 Árabes não têm a mesma Esperança Média de Vida, só para citar alguns. Mas a questão mantém-se, a Europa duplicará o número de Árabes em 20 anos e o número de não-muçulmanos diminuirá. Ao fim de 3 gerações (3×20 = 60 anos) assim, seremos vizinhos de vários estados muçulmanos.
E Portugal? Portugal vai sofrer mais com as outras variáveis. Nesta em particular, os Descobrimentos vão ajudar-nos: a nossa população já hoje se está a suster com Brasileiros e PALOPs e assim se deve manter. Mas a nossa vizinhança deverá mudar substancialmente e ainda antes de eu deixar este mundo.
And so what? Ok, vamos her muitos mais muçulmanos do que hoje temos. E depois? Que consequência terá esse facto matemático? Ao tornarem-se super-abundantes, não se irá a sua cultura esbater e tornar-se mais uma opção, sem grandes impactos políticos e sociais? Não se irá perder o fervor religioso numa vida dominada por problemas comuns como arranjar emprego, cozinhar, tratar a roupa e poupar para casa e carro? Pela minha parte, tendo a minha última namorada sido uma Turca que viveu toda a sua vida em Berlim, vi de perto como a religião se esbate e se acaba a: comer carne de porco (embora ela não admitisse a certas pessoas da comunidade), beber álcool e vestir roupas reveladoras. E nunca a vi rezar.O facto de eles se tornarem abundantes não significa muito se se tornarem moderados e integrados na cultura (sim, ela também não passava passadeiras no vermelho).
Pela minha parte, limito-me a dar referências. Sei da tendência da comunicação social e da blogosfera para os alarmismos e portanto olho para este como para todos os assuntos com desconfiança. O que é certo é que a demografia não ajuda. E eu olhando para os meus amigos e as taxas de natalidade dos que me são próximas fico um pouco preocupado. Mas no fim de tudo: “And so what?”
Referências:
- Sarkozy referido pela Jihad Watch,
- Eurabia no NY Times,
- Washington Times,
- Roterdão como Capital,
- YnetNews (Israel) sobre a Eurabia,
- Barcelona Declaration (comentário negativo) (processo)
- Eurabia na Wikipedia (& SIOE na Wikipedia),
- História com uma luz diferente, no Gates of Vienna,
- Exagero no Islam Watch (Alá na Europa),
- As 3 opções: Eurabia, guerra, integração
- Eurabia como tema de campanha na Holanda,
- O fim da Eurabia, no Finantial Times,
- Crítica ao argumento (2025 é muito cedo… 2060 é bem mais credível)

Gingrich, o Conservador – Yeah, right…
Há pouco tempo alguém de dizia que deveria apoiar o Newt em vez do Ron Paul.
Acho que este vídeo mostra bem porque nunca poderia apoiar o Newt:
Para já não falar da sua personalidade, que este caso bem ilustrou…
Janeiro 31, 2012
Galamba mais Krugmanita que Krugman
Cela ne risque-t-il pas de faire déraper les prix ?
L’inflation n’est pas le problème, c’est la solution.
Que voulez-vous dire ?
Pour restaurer la compétitivité en Europe, il faudrait que, disons d’ici les cinq prochaines années, les salaires baissent, dans les pays européens moins compétitifs, de 20 % par rapport à l’Allemagne. Avec un peu d’inflation, cet ajustement est plus facile à réaliser (en laissant filer les prix sans faire grimper les salaires en conséquence).
Tradução Livre:
Le Monde: É isso [a expansão monetária] não fará descarrilar os preços?
Krugman: A inflação não é o problema é a solução.
Le Monde: O que quer dizer?
Krugman: Para restaurar a competitividade a Europa teria, digamos, nos próximos cinco anos, de baixar os salários nos países europeus menos competitivos, em 20% face à Alemanha. Com um pouco de inflação, o ajuste é mais fácil de realizar (deixar subir os preços sem aumentar os salários em conformidade).

Notícia do Negócios, por Eva Gaspar:
Paul Krugman insiste hoje numa entrevista ao “Le Monde” que a principal solução para os desequilíbrios que ameaçam a sobrevivência da Zona Euro passa por uma descida dos salários nos países periféricos, onde se tem concentrado a perda de competitividade face ao centro – e, em particular, face à Alemanha.
“Para restaurar a competitividade na Europa ter-se-ia de fazer com que, daqui a cinco anos, os salários baixassem nos países menos competitivos 20% em relação à Alemanha”.
(mais…)
Há Magistrados a passar fome!
Não acreditam? Quem o diz não sou eu, mas Maria José Morgado, alguém tida como muito entendida sobre questões da Justiça. Ouçam por vocês próprios:
- TSF
- TVI24
- Associação Sindical dos Juízes Portugueses
Se ouvirem o som da TSF, o que eu acho piada é que o Sindicalista que fala a seguir nem se sente confortável para ir tão longe!
Dá outro significado à expressão “fome de justiça”…
Depois de Cavaco Silva a ter dificuldades a pagar as contas, agora são os juízes a passarem fome. Interrogo-me como sobrevive o resto da população…
Janeiro 29, 2012
Janeiro 24, 2012
Delito de opinião?
Esta opinião de Pedro Rosa Mendes valeu o fim abrupto do espaço de comentário “Este Tempo – 5 cronistas” da Antena 1. Se não der muito trabalho, gostaria que alguém com responsabilidade sobre o caso o esclarecesse.







