O Insurgente

Maio 16, 2013

Em Inglaterra nem a bandeira escapa aos “cuidados”

Council vetoes flag of St George after concerns raised about links to Crusades.

A local council decided against flying the flag of St George after concerns were raised that it would offend the town’s 16 Muslim residents.

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Maio 9, 2013

SMN: vida digna?

Filed under: Economia,Nanny State Watch,socialismo — BZ @ 13:15

Quem defende a existência de Salário Mínimo Nacional acredita que a imposição de um valor mínimo de remuneração do trabalho é “garantia de vida digna”.

Mas na reportagem da SIC do passado sábado (video) um jovem sem-abrigo, a viver nas galerias da Gare do Oriente, para escapar à situação actual, disponibiliza-se trabalhar apenas como pagamento de um “cantinho para dormir”. E muitos outros jovens – que provavelmente vivem ainda com os pais e não na rua – também estão desempregados (segundo o INE, 42,1%). Para estes, uma vida digna começaria por um qualquer trabalho, mesmo que seja de baixa remuneração. Só assim poderiam provar quão produtivos podem (ou não!) ser, medida bem mais credível que algumas centenas de palavras escritas no currículo.

Vida digna? Acabem com o salário mínimo nacional.

Maio 2, 2013

Há algo que os une

Coreia do Norte, Turcomenistão, Uzbequistão, Eritreia, Bielorrússia, Cuba, Irão, Guiné-Equatorial, Síria e Bahrein.

Abril 30, 2013

Liberalismo e Governação – Que Futuro para Portugal?

Uma conferência obrigatória para quem assistiu à 1ª Conferência organizada pelo Guilherme e quem não pode estar presente. Esta terá não só a presença dos Professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves, mas também do Deputado Michael Seufert (a.k.a. o Ron Paul Português).

Eu vou estar presente na assistência e quem quiser conhecer um pouco mais o Liberalismo e estiver no Porto creio que dará o tempo por bem entregue, não só pela qualidade dos oradores, como pela possibilidade de falarmos todos no fim. Façam já a vossa inscrição! (mail no poster)

Liberalismo e Governacao

Abril 29, 2013

Falhanço 2.0

Filed under: Economia,Insurgentes nos media,Nanny State Watch,Política,Portugal,socialismo — André Abrantes Amaral @ 10:21

O meu artigo de hoje para o Diário Económico, sobre o plano de crescimento económico apresentado pelo Álvaro Santos Pereira.

O ministro Álvaro Santos Pereira apresentou há dias a sua Estratégia para o Crescimento e Fomento Industrial 2013-2020. Um plano centralizado que parece tratar-se de uma cedência do Governo às exigências da esquerda e acalmar a oposição. Infelizmente, o memorando para o crescimento deste Governo, acaba por ser mais um esforço de planeamento central da economia que a rea lidade nos monstra, há anos, ter falhado.

Veja-se o que pretende Santos Pereira: educar e formar, antes de tudo. Quantos milhares de milhões de euros teremos ainda de gastar para que um Governo desista do sonho utópico que é formar toda uma população? O mesmo se diga do financiamento da economia: como é que um Estado falido pode financiar a economia privada que o sustenta? Melhor ainda: qual é mais valia de uma economia privada que precisa do Estado para sobreviver? A maioria do programa de Santos Pereira peca do defeito que é considerar que uma pessoa, uma empresa, para investir precisa do apoio do Estado. Daí as medidas para consolidar e revitalizar as empresas. Mas não precisa. Do que necessita é que o Estado cobre menos impostos. Sejam directos ou indirectos; taxas ou meras multas. Se o Governo quer que a economia cresça, o Estado tem de baixar a carga fiscal.

Para descer a carga fiscal, o Estado tem de reduzir a despesa. Sejamos francos: nenhuma economia endividada cresce; ninguém investe numa economia em que o que se produz serve para pagar dívidas. Ninguém é doido a esse ponto. Desta forma, é indispensável que o Governo se convença que não lhe cabe governar as empresas, nem as pessoas. Apenas governar o Estado. Fazer com que este garanta a existência de tribunais justos e céleres, pois os actuais assustam os empreendedores que agora se descobriu serem importantes; de condições para que exista verdadeira paz social; que acabe de vez com o défice das contas públicas. Nada de programas e redes de estímulo. Ou seja, e isto é muito importante: que deixe a vida privada para os privados.

Abril 24, 2013

Sindicato da CP distrai-se…

Filed under: Agenda,Economia,Nanny State Watch,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 13:34
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… e não marca greve para a “ponte” de 26 de Abril!

Hoje já é 24 e portanto um pedido de já entraria fora de horas. A apuração de responsabilidades no sindicato segue dentro de momentos.

Abril 23, 2013

No Fio da Navalha

Filed under: Comentário,Insurgentes nos media,Internacional,Nanny State Watch,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 10:37

O meu artigo para o jornal i de hoje.

A pergunta fulcral

Rand Paul é um dos senadores republicanos pelo estado do Kentucky. Há pouco tempo deu nas vistas por ter falado no Senado sem limite de tempo, opondo-se à nomeação para dirigente da CIA de um responsável do uso de drones para a eliminação de terroristas. Na semana passada, o agregador noticioso Real Clear Politics publicitou um seu artigo sobre o futuro do Partido Republicano.

Chamando a atenção para os estudos que apontam a dívida pública e a disfuncionalidade do governo como a maior preocupação dos norte-americanos, Rand Paul defende que os republicanos se devem centrar na defesa de um governo limitado. Um governo, que não sendo inexistente, se limite às suas funções essenciais e não extravase os seus limites, que são os direitos individuais.

O texto de Rand Paul é importante porque antecipa o debate político dos próximos anos. Se até agora este se reduziu à luta de quem o estado deve favorecer, a discussão política centrar-se-á sobre se cabe ao estado, ou aos cidadãos através das suas escolhas, determinar o rumo que deve ser seguido por um país.

Em Portugal, onde ainda vivemos entre a escolha de aumentar impostos para pagar a dívida e aumentar impostos para aumentar a despesa, tudo isto é novo. Apesar de tudo, a seu tempo chegaremos ao debate que começa a ser travado lá fora. Se o Estado esmaga os nossos direitos, como é que o vamos limitar? A pergunta é fulcral e será discutida brevemente.

Abril 15, 2013

Ouch

Margarida Bon de Sousa sobre a Carta de Passos Coelho à Troika.
Frases que não estava à espera de ler:

 Uma incógnita: se se mantêm ou não as condições principescas de reforma atribuídas a alguns trabalhadores das carreiras especiais, incluindo os juízes do Tribunal Constitucional, os únicos que se podem aposentar aos 40 anos com 10 anos de serviço.

E no final:

Trabalhar no Estado compensa cada vez menos e quem não está preparado para se adaptar deve ponderar seriamente se esta não será a melhor altura para se ir embora. A partir de agora, é só a descer.

Fica a pergunta: o que é que a senhora jornalista anda a ler? Deve ser alguma coisa revolucionária para ter assim estes 2 desvios da doutrina habitual… Criticar assim um Órgão de Soberania, ainda por cima que acabou de tomar uma decisão em favor dos “trabalhadores”? Assumir o fracasso da luta de classes e da incapacidade da sua contínua força pela preservação dos “direitos” dos favorecidos, perdão, dos trabalhadores da função pública? E a ortodoxia? E os seus princípios?

Quer dizer, um dia destes ainda vemos alguém a fazer as perguntas que ninguém faz quando um político qualquer faz uma promessa em Portugal: Quanto Custa? e Quem paga?

Abril 13, 2013

A Argentina de Soares

“Quando não há dinheiro não se paga. Foi o que se passou com a Argentina, entre outros países, e nem por isso o povo ficou pior.”Mário Soares

Olhando o gráfico abaixo podemos denotar três períodos de relevo. O primeiro, de 91 a 95, demonstra o resultado do Governo Menem que, mesmo tendo entrado numa espiral de corrupção, conseguiu equilibrar o défice argentino e controlar a inflação, introduzindo também o peso que, através de um Currency Board, passou a utilizar o dólar como uma âncora cambial. Enquanto este arranjo se manteve, a Argentina cumpriu os compromissos com os credores e, como se pode verificar, não só cresceu como esse crescimento beneficiou as classes mais baixas. Na sequência da crise do México e da crisa asiática, a situação da Argentina deteriorou-se e os sucessivos governos foram incapazes – uns por falta de vontade, outros por falta de apoios – de conter os gastos públicos. O FMI, que raramente ajuda nesta situações, só agravou o problema. Não vou roubar-vos tempo a explicar o saque e a violência estatal que se seguiram, pois esta efeméride é do conhecimento geral. A verdade é que a Argentina entrou em default  no final de 2001 e são notáveis os efeitos deste nas classes mais pobres. O choque quase duplicou o número de pessoas abaixo da linha da pobreza.

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De facto, após uns anos de sofrimento e agonia, a Argentina voltou a crescer. Com os Kirchner, a típica combinação populista de substituíção de importações com amplos programas sociais alcançou o seu auge, o que explica – juntamente com a conjuntura internacional favorável – em certa medida, os dados do gráfico para esse período, mas que também explica os valores que alguns economistas apontam para a real inflacção da Argentina: entre 20 e 30 % – impulsionada, principalmente, pela impressora do Banco Central. O abrandamento económico do Brasil, pelos mesmos motivos que no país vizinho, já se faz sentir. Uma economia asfixiada por impostos e tarifas, amarrada por regulações, estrangulada pela mão bem visível de um estado que parece empenhado em homenagear o General Perón – inspiração para o Partido Justicialista – a cada decreto redigido. E daqui a uns anos, quando o FMI voltar a bater à porta, serão novamente culpados os liberais, os capitalistas, o Papa e sabe-se lá quem mais.

Dr. Soares, por menos que isto foi morto o Presidente Allende. Por menos que isto Getúlio Vargas acabou com um tiro no peito. Por bem menos que isto o Jango acabou no Uruguai – e crescem as teorias de envenenamento. Tenha portanto tento na língua e juízo na cabeça que, não fosse a direita portuguesa democratizada e tivesse ela os tiques dos seus confrades republicanos, já o senhor estaria a confraternizar com o seu amado Mitterrand ou auxiliando o capeta nas boas vindas ao monstro que condenou a Venezuela. Felizmente, outros não partilham a sua aversão à liberdade, podendo o senhor brindar-nos semanalmente com a sua iliteracia económica, com o seu português brejeiro e com o que o seu afilhado político, José Sócrates, apelidaria de “falta de cultura democrática”.

Voltando a citar o próprio: “As situações são diferentes, mas é um facto que o exemplo da Argentina nos pode ajudar a ter coragem“. Certamente que o caso argentino nos pode ajudar a ter coragem para implementar medidas que, apesar de duras, reconduzam o país aos mercados e ao crescimento. Como foi o caso de Ricardo López Murphy que, tendo chegado à pasta da economia com um programa sério de ajustamento que evitaria o default, foi afastado duas semanas depois, não só pela esquerda, mas pelo mesmo tipo de vozes que, à direita, pedem a demissão de Gaspar:

Abril 11, 2013

Remodelem o Bloco Central

As cartomantes do regime pediram férias dos surtos de astrologia que as vem caracterizando e decidirem, a pro bono, prestar serviços de acessoria ao primeiro-ministro. Esta insistência em tom autoritário numa remodelação do governo, mesmo com Relvas fora de jogo, está longe de ser um bom presságio. Os dinossauros do bloco central nunca conviveram bem com revoluções, apostando no reformismo sereno, aquele que se perde nos corredores dos ministérios e nos gabinetes das comissões parlamentares. Neste contexto, o Ministro da Economia é um alvo a abater, sendo que o tiro ao Álvaro se tornou património cultural de um eixo que vai de socratistas a cavaquistas, passando por uns quantos sem-abrigo partidários que sobrevivem às custas da caridade da comunicação social. As vozes que hoje exigem uma remodelação ou que evocam sebastianismos antigos lançando nomes como o de Silva Peneda ou o de Rui Rio para cima da mesa, não o fazem por nobres utopias quanto aos destinos da pátria mas pelo senso comum que dita que quando as vacas sagradas do regime correm risco de extinção é saudável acautelar a questão chamando figuras consensuais que apelem à moderação. E por moderação leia-se  a comunhão com os interesses instalados. O problema é que os nossos Montis vêm discursando como Berlusconis. Especialmente aqueles a quem o povo apelidou de barões, não por serem portadores de qualquer tipo de nobreza, mas por fazerem do país o seu feudo e da pilhagem o seu hábito.

Abril 8, 2013

É Natal, é Natal!

Filed under: Economia,Nanny State Watch,Política,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 19:13
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A intervenção do Dr Seguro recuperou um certo espirito natalício: menos impostos, melhores ordenados, aumento das pensões, investimento estrangeiro, mais exportações, crescimento económico, basta pedir. (fonte) (clicar na imagem aumenta-a)

Tudo. Ao mesmo tempo. Ai, se o mundo fosse assim… *suspiro*

Abril 7, 2013

E se o Governo tivesse caído?

Cuidado com o que desejam.

Reparem, com a queda do governo e a completa incapacidade de Tó-Zero para combater o défice, as bancarrotas parciais acabariam numa bancarrota completa do Estado Português. A esta bancarrota seguir-se-ia certamente uma Ditadura.

Se essa ditadura fosse de Esquerda, seria provisória. Como diria Thatcher, o Socialismo só dura enquanto há dinheiro dos outros. O Estado já não tem e quem o tem já o colocou fora, por isso rapidamente uma série de convulsões e a ausência de uma clientela (no money, no money-suckers) derrubariam essa ditadura.

A ditadura seria então de direita. Liderada por um ministro das Finanças forte.
A vantagem de ser Português, é que a nossa história é já longa e com exemplos de um pouco de tudo. Neste caso, o exemplo histórico é óbvio. Alguém emergeria desse caos para ser um Salazar light, que ignorasse a parte social (hoje os valores da igreja têm muito menos força social…) e que tivesse a confiança do próximo presidente para liderar as finanças e, através destas, a economia do país.

Convençam-se que é melhor alguém que equilibre as contas neste quadro institucional do que ir atrás de miragens e acabar com um novo ditador. Muito cuidado com aquilo que desejam. Pode ser que seja que o que vocês queiram seja o 1º passo para algo muito pior. E não falo de algo Liberal, mas sim de uma ditadura como são as ditaduras (com intervenção estatal, muitas vezes punitiva…).

Uma sociedade que não vota em quem fala verdade, está condenada a ser liderada por
ditadores ou mentirosos

Abril 6, 2013

Endireitem-se!

Filed under: Diversos,Nanny State Watch,Política,Política Fiscal,Portugal — Ricardo Lima @ 18:57

A Direita portuguesa já deu a extrema unção ao país. Primeiro, comporta-se como se a decisão do TC não fosse já espectável.  Segundo, apresenta-nos um discurso de fim de linha, de ausência de alternativas, quando ela própria as vem propondo ao longo dos últimos anos. A Direita – os seus comentadores, os seus militantes e os seus políticos – deve reconduzir o seu latim de uma birra que, apesar de justificada, soa às mesmas birras do PS pós-PEC IV e começar a propor verdadeiros cortes na despesa, como sempre fez, não faltando por aí esbanjamento do erário público não protegido pela magna-carta do luso-socialismo. Qual é o valor do prejuízo do Sector Empresarial do Estado (incluindo RTP e transportes) ? Qual é o custo do que ficou por cortar na subsidiação das fundações, observatórios, institutos, etc ? Qual é o valor do orçamento para a Cultura ? Que pode ser feito com a ADSE ? Qual é o prejuízo acumulado da totalidade das Empresas Municipais ? E por aí adiante, sem chegar a referir as grandes reformas, na Saúde, na Educação e na SS, que eventualmente serão o próximo passo e a única maneira de atacar os infames 4 mil milhões (que serão mais que isso). Entristece-me que a Direita portuguesa, que sempre teve as soluções, esteja perto de adoptar uma posição derrotista e comece a falar em aumentar a carga fiscal como uma eventualidade, o que equivale a um harakiri na economia do país. Espanta-me que esta decisão do TC seja chocante, mas que o pesado aumento da carga fiscal que consta neste orçamento venha passando ao lado dos críticos. No dia em que a Direita capitular à retórica da coligação – que cada vez mais  se assemelha à dos baronetes de Sócrates – bem podemos entregar a terra às bestas e esperar um país, não de reformistas, mas de reformados, aos 40.

(mais…)

Nothing to see… Keep calm… Do your work…

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:56

State-Wrecked: The Corruption of Capitalism in America, no New York Times. Excerpto:

Over the last 13 years, the stock market has twice crashed and touched off a recession: American households lost $5 trillion in the 2000 dot-com bust and more than $7 trillion in the 2007 housing crash. Sooner or later — within a few years, I predict — this latest Wall Street bubble, inflated by an egregious flood of phony money from the Federal Reserve rather than real economic gains, will explode, too.

Since the S.&P. 500 first reached its current level, in March 2000, the mad money printers at the Federal Reserve have expanded their balance sheet sixfold (to $3.2 trillion from $500 billion). Yet during that stretch, economic output has grown by an average of 1.7 percent a year (the slowest since the Civil War); real business investment has crawled forward at only 0.8 percent per year; and the payroll job count has crept up at a negligible 0.1 percent annually. Real median family income growth has dropped 8 percent, and the number of full-time middle class jobs, 6 percent. The real net worth of the “bottom” 90 percent has dropped by one-fourth. The number of food stamp and disability aid recipients has more than doubled, to 59 million, about one in five Americans.

Um dia a malta vai entender a diferença entre um aumento do PIB devido à criação de valor e um devido à criação de uma bolha creditícia. Mas só um dia.

Holanda aprova… Associação de Pedófilos

É a evolução natural da forma de pensar que já nos tinha trazido “Abortos Pós-Natal” e que considera as palavras “Pai” e “Mãe” inaceitáveis.

Mas agora vejo esta no DN: Tribunal considera ilegal proibir associação de Pedófilos
(depois de há uns meses…)

Devo ser eu que sou “retrógrado”. Ou então como também já disseram aqui “estou ao serviço da Opus Dei”. Meus caros, para mim há uma diferença entre “Europa inclusiva” – com a qual eu concordo – e isto. Se é para não termos valores…

Interrogo-me o que dirão os xuxas de serviço sobre esta questão. Serão suficientemente modernos para deixarem os seus filhos serem abusados por pedófilos? Ou pensarão um bocado no caminho que isto está a levar e condenarão esta opção, pensando em algumas que tomaram no passado recente. Não sei, mas vou ler os comentários amanhã e tirar as minhas conclusões.

Leitura adicional: Dia do Orgulho Pedófilo, Pedófilos são Inválidos na Grécia, Pornografia infantil para satisfazer Pedófilos na Holanda, Notícia actual no ABC.es/tradução.

Abril 3, 2013

Os efeitos da Primavera nas licenças televisivas

Gozar com o senhor Morsi e com o Islão não fará bem à saúde.

Adenda: Está feito. As autoridades egípcias emitiram um mandato de detenção para o comediante BassemYoussef, sob a acusação de insultar o Islão e o Presidente Morsi.

Abril 2, 2013

Pour toutatis

O céu caíu em cima de Jérôme Cahuzac.

Março 26, 2013

No Fio da Navalha

Filed under: Comentário,Insurgentes nos media,Nanny State Watch,socialismo — André Abrantes Amaral @ 10:17

O meu artigo de hoje para o jornal i.

Dinheiro limpo

O dinheiro, ou a falta dele, está no centro de todas as discussões. Foi ele que nos impôs a troika e o aumento dos impostos. É dele que depende a sobrevivência do Estado social. Independentemente disso, quando se fala em dinheiro, há sempre quem, desprezando-o apesar de dele precisar, se arroga uma supremacia moral sobre os demais.

Apesar de não ser popular reconhecê-lo, há muita boa gente que vive de dinheiros públicos e que deles não precisa. Refiro-me a pós-licenciados e pós-doutorados, bolseiros, agentes culturais e por aí fora, que, caso não recebessem o que somos forçados a dar-lhes, deixariam que chegasse para cortar menos nas ajudas a quem precisa.

O corte desses subsídios daria azo à acusação de se dar demasiada importância ao dinheiro e não se valorizar o ensino. No entanto, esta postura relativamente ao dinheiro é falsa: não é este que não é importante, mas aqueles que o recebem que são demasiado importantes para se preocuparem com a sua falta. Nada vale mais do que o que fazem, apesar de o que fazem não valer o esforço de serem auto-suficientes.

É para que nunca se questione isto que o dinheiro é vilipendiado. Quem não o dá suja-se. No entanto, é devido ao dinheiro que não somos escravos. É o dinheiro que define o valor do trabalho. O dinheiro é libertador e igualiza-nos. Deve ser dado em troca e nunca por obrigação. E quem não o valoriza ao ponto de o não querer receber pelo que faz, não se pode arrogar uma superioridade moral que não tem.

Março 25, 2013

Pro-choice

Filed under: Cartoons,Cultura,Nanny State Watch,Política,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 01:27
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Março 23, 2013

Novos comentadores RTP

Filed under: Cultura,Media,Nanny State Watch,Humor,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 11:33
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Conheça a lista secreta dos possíveis novos comentadores RTP…
602965_627215677304586_436342203_nApenas humor deste Facebook, dirá o leitor. Mas fica a pergunta:

O que é que alguém tem que fazer para NÃO figurar na lista de possíveis comentadores da RTP?

Os Liberais, esses utópicos. Não sabem como é a realidade? – Versão Séc. XVIII

Filed under: Cartoons,Humor,Internacional,Nanny State Watch,Política,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 11:28
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Março 20, 2013

A Economia Austríaca e a Matemática

Já por diversas vezes ouvi dizer que “Vós Austríacos têm a Praxeologia e não querem saber da Matemática – e é por isso que eu não sou Austríaco!”

Para responder a esta crítica, gostaria de começar com um exemplo protagonizado por um grande Econometrista. Perguntaram-lhe uma vez:
- Em que direcção corre o Rio Mississipi?
Ao que o Econometrista sorriu e correspondeu:
- Para que direcção quer que corra?

Passo a explicar. É sabido que o Rio Mississippi, como a grande maioria dos rios do seu porte, corre de Norte para Sul. E que muito dificilmente correrá ao contrário. (1) Mas imaginemos por momentos que era relevante a direcção da corrente para um político. Imaginemos então que era criada uma comissão de econometristas para analisar a questão. (2) Imaginemos então que, por exemplo, e escolhia uma secção particularmente ventosa do rio em que o vento era contrário à corrente e se colocava um barco à vela. Ou que se escolhia uma secção em que, entre duas curvas o sentido era naquele troço o pretendido. (3) Colocavam-se depois os medidores da posição de GPS mais precisos (e caros, claro) disponíveis. Os dados eram gravados em tempo real e num detalhe nunca antes alcançado. (4) Era depois feita uma análise em super-computadores para determinar se de facto o barco tinha andado na direcção pretendida. Por exemplo, usando não só a posição, mas também a distância face ao centro teórico da Terra. Matematicamente, estava provado – e com modelos inquestionáveis pois seriam imperceptíveis para o comum dos mortais – que o rio fluía como o político dizia!

Repare-se que as partes fundamentais são:

  1. Determinar o sentido desejado;
  2. Arranjar um método para provar esse sentido;
  3. Medir exaustiva e ad nauseum cada detalhe;
  4. Realizar uma análise por especialistas para especialistas.

Claro: medir com um barco à vela ou numa secção particular do rio é inválido e mesmo estúpido. Mas esta é a parte assustadora: quantas vezes acha que esta falácia é usada? Para medir a Inflação. Para medir o PIB. Para medir o Desemprego. Para comparar Salários entre grupos. Para punir preços monopolistas, predatórios ou de conluio. Para impor uma regulação num sector. Para…

Os Austríacos acham a matemática útil. É uma ferramenta e é para ser usada. Mas cuidado com ela: ela só mede a realidade. Ela não a explica. Não a modeliza. Não estuda os pressupostos. Não questiona a lógica dos dados inseridos. Não explica porque um determinado praticou uma determinada acção. Para isso, para nos guiar na direcção correcta e nos questionarmos que dados medir, temos a Praxeologia.

Ligações adicionais: Canal YouTube PraxGirl, PraxGirl no Fb e no TwitterPeter Schiff dá vários exemplos práticosMétodo da Economia pelos Austríacos, Paradoxo da Água e do Diamante, Dualismo Metodológico.

Março 19, 2013

Tirar a Fidúcia da Moeda Fiduciária

A Moeda pode ser baseada num Activo (por ex, Padrão-Ouro, como Alan Greenspan agora volta a sugerir) ou em Confiança. A moeda actual chama-se Fiduciária (em Inglês, Fiat Money), porque é assim que se escreve Confiança em Latim.
E Confiança em quê? No governo, no banco central, no sistema bancário e na capacidade destes de garantir que a sua a moeda cumpre as 3 Funções que se lhe pede: o famoso RUM (Reserva de Valor, Unidade de Conta e Meio de Pagamento.

O que o Chipre acaba de fazer é de uma gravidade sem paralelo. Afinal:
- Que a Europa taxava o trabalho, já se sabia.
- Que a Europa taxava o consumo, já se sabia.
- Qua a Europa taxava o rendimento empresarial, já se sabia.
- Que a Europa taxava o rendimento das poupanças, já se sabia.
- Mas que a Europa ia ao ponto de confiscar uma parte dos depósitos…

Eu não aceito isso da parte do Zimbabué. Ou do Idaho, vá. Agora aconteceu aqui! Num dos 5 países intervencionados da Europa! Seremos o próximo? Todos os responsáveis vão apressar-se a dizer que não, como quando o presidente de um clube declara a sua confiança inabalável do treinador. Eu já trabalhei demasiado tempo na banca e por isso tenho o meu dinheiro longe dela. Mas este episódio recorda-nos quão frágil é o direito à propriedade privada quando um estado precisa de dinheiro.

O que me preocupa mais é que a oposição em Portugal não é alternativa! Limita-se a pedir o impossível e a chatear-se com o governo Português porque “votou com a Alemanha contra a periferia” – sim, ouvi alguém do BE a ter semelhante ataque de clubite!

Junker diz-se preocupado? Para mim já não é preocupante, pois isso implicava incerteza.
É uma certeza: está retirada a fidúcia da moeda fiduciária.
Espero que as pessoas acordem e exijam outra política.
A do respeito pela propriedade privada na economia e do princípio da certeza jurídica dos contratos no direito.
Só não sei quem no espectro político Português defende essa posição por princípio, mas aceito sugestões.

O Ceu é Azul

Maioria dos funcionários públicos ganha mais do que no sector privado.

Ena, ena, que surpresa…

Março 18, 2013

Que tipo de Liberdade queremos?

Filed under: Media,Nanny State Watch,Política,socialismo,Teoria,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 10:49
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Esta é a parte 3 (link). Podem facilmente ver as primeiras duas nas sugestões do YouTube, mas esta é a melhor. Logo nos primeiros 10 minutos perceberão bem o que está em causa.

Março 16, 2013

Como o Oeste se afundou

Filed under: Economia,Internacional,Nanny State Watch,Política,Política Monetária,socialismo,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 22:14
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Vídeo. Parece que poupar tem as suas vantagens…

Março 15, 2013

A aposta em actividades culturais

Irão contrata advogada* para processar Hollywood.

*E mulher e defensora do terrorista Carlos, O Chacal.

Leitura complementar: A melhor cobertura.

Março 10, 2013

Preparem-se: vem aí a… Austeridade de Esquerda!

Hollande equilibra contas com plano de austeridade de esquerda:

O presidente francês anunciou um plano de austeridade e reformas económicas com que pretende relançar o país para um novo ciclo de crescimento. Hollande quer poupar 33 mil milhões por ano e pediu aos sindicatos para flexibilizar as leis laborais.
De alguma forma, “I told you so” não é suficiente para transmitir o que eu sinto sobre isto. Hollande reconhece finalmente que as contas têm de ser equilibradas e que a alternativa implica unicórnio e fadas.
Noto ainda que Hollande quer:
  1. Fazer 2/3 do esforço em aumentos de impostos – ou seja, é tempo de a classe média ficar a pagar impostos sozinha pois quem tem dinheiro vai mudar o domicílio fiscal, se ainda não o fez;
  2. Ao mesmo tempo que aumenta impostos, dificultar o despedimento – ou seja, aumentar o risco de cada contratação, pois se uma pessoa não é a ideal para o lugar, depois o empresário terá de ficar com ela independentemente da sua adequação e, com o tempo, motivação… ao mesmo tempo que quer aumentar o emprego na economia.

Vai ser giro.

Pelo menos já reconhece que há que ter contas certas, enquanto que os socialistas em Portugal ainda estão a caçar gambuzinos.

O Salário Mínimo, ontem e hoje

Minimum Wage or Salary

Nos EUA, em 1964, o Salário Mínimo era 5 moedas de 1/4 de Dólar por hora.
Em Fevereiro de 2013, essas 5 moedas só em prata valem 26,21 Dólares.

Os governos dão muletas depois de partirem as pernas.

Tempo de Antena (8)

Filed under: Comentário,Nanny State Watch,Política,Política Fiscal,Portugal — André Abrantes Amaral @ 11:20

Depois da tenebrosa conversa sobre o futuro negro que nos espreita, este debate entre mim e o Paulo Laureano é mais leve. Apesar do socialismo nos ter lixado o futuro ou, como alguém já salientou, o presente, não basta chorar, é preciso também rir com as incongruências dos que nos governaram.

SUBSCREVA O PODCAST E SEJA ALERTADO QUANDO HÁ NOVOS EPISÓDIOS!

iTunes: https://itunes.apple.com/us/podcast/tempo-de-antena/id595785679
ou
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Versão de áudio: iTunes | FeedBurner

Para os clientes do MEO, podem ver este (e outros) podcast no canal 508991 (prima a tecla verde seguida de 508991).

Março 8, 2013

You’re all a bunch of socialists

a-bunch-of-socialistsTenho notado algum melindre por parte de algumas pessoas quando confrontadas com o facto de serem socialistas. Fico perplexo com a reacção, na medida em que apontar a origem das ideias que uma qualquer pessoa defende não é uma ofensa ou um exercício de name-calling. Especialmente porque quando, aqui n’O Insurgente, apontamos a alguém que o que defendem é socialismo, fazemo-lo com um mínimo de rigor argumentativo.

O socialismo é um sistema económico. Um sistema onde, por definição original, os meios de produção são propriedade social (colectiva, estatal, cooperativa, whatever) e a sua gestão e planeamento têm fins sociais e colectivos. A maior parte das pessoas, mesmo muitas inscritas no Partido Socialista, não se reverão neste definição, pois o significado do termo tem vindo a evoluir para a social-democracia. Esta, por sua vez, define-se como um caminho democrático e reformista que visa, como objectivo final, a implantação do socialismo por uma via pacífica, democrática, de transição progressiva do capitalismo. Um social-democrata é portanto um pouco como Santo Agostinho: Dai-me o socialismo, mas não agora. Por fim, temos a democracia-cristã, que mais não é que uma doutrina que defende, em termos económicos e de forma geral, as mesmas políticas que a social-democracia, mas que por pensamento mágico parece achar que o resultado final será diferente.

Não vale sequer a pena referir as doutrinas totalitárias como o fascismo (o socialismo com corporações em vez de sovietes ou cooperativas), o nacional-socialismo (este nem se esconde, ainda por cima) ou o comunismo (a via revolucionária para o socialismo).

Temos assim que ideias que em geral implicam a condução da economia pelo estado, a alocação de maior quantidade de recursos para a prossecução de intervenção económica estatal, a nacionalização e monopolização da emissão de instrumentos monetários, a atribuição de decisões económicas cruciais ao estado, etc, são, efectivamente, ideias socialistas, ou que visam atingir o socialismo de forma gradual, ou que o sendo julgam não se-lo (uma bizarria, bem sei).

Como é bom injectar dinheiro na economia

Filed under: Comentário,Nanny State Watch,Política Monetária,Portugal — André Abrantes Amaral @ 16:57

“Doing this to our children is immoral.” Os avisos não faltaram, nem faltarão, mas a asneira continua. São os passos em frente quando à beira do precipício.

 

Março 7, 2013

Para que serve o IPPAR

Para promover a cultura e prevenir o horror de filmar em São Carlos.

O empresário sublinhou ainda que, mais do que um projecto cultural, “Uma vontade indomável” deve ser encarado como um negócio, um investimento, tal como existe noutros sectores, e que é preciso ultrapassar barreiras, ser criativo e avançar com coisas novas. E deu um exemplo: “Quando estava na Disney, tentámos rodar o ‘Evita’ neste país [Portugal]. Sabe porque é que nunca rodámos cá? Por uma razão muito simples. Não fomos autorizados a filmar no São Carlos. Foi filmado na Hungria. O IPPAR não nos deu autorização. ‘Ó que horror, fazer um filme em São Carlos’. Então fomos filmar na Opera Nacional de Budapeste”.

Março 6, 2013

As Bibicletas e o Ambiente

Filed under: Internacional,Nanny State Watch,Política,Política Fiscal,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 10:49

Wash. state politician says bicycles bad for environment, need to be taxed. Pérolas:

“When you are riding your bicycle, tell me what taxes are being generated by the act of riding your bicycle,” Orcutt said to the Seattle Bike Blog.

Yet Orcutt’s main support for the tax comes from his belief that riding a bicycle is worse than driving a car for the environment.”A cyclists [sic] has an increased heart rate and respiration. That means that the act of riding a bike results in greater emissions of carbon dioxide from the rider. Since CO2 is deemed to be a greenhouse gas and a pollutant, bicyclists are actually polluting when they ride,” he said.

E não me interessa que ele já se tenha retratado de algumas das afirmações, dada a pressão pública gerada. Só o facto de as ter dito…

PS: Estou a gozar com a situação caricata, não a pedir mais impostos. Que fique claro, mesmo para os mais “distraídos”…

Ainda sobre as contabilidades do 2 de Março

Filed under: Blogosfera,Economia,Nanny State Watch,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo — Ricardo Campelo de Magalhães @ 09:07
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Intro. Para fechar de vez o assunto “2 de Março”, depois de fazer um sobre quantas pessoas de facto lá estavam, falta apenas fazer um sobre quantas pessoas disseram que lá estavam. E não é um assunto irrelevante, como diz este humorista de esquerda, pois este episódio ilustra bem até onde podem ir as manipulações de uma certa esquerda.

Cartaz. Para começar, no cartaz “oficial” que utiliza uma imagem de Istanbul, que até o Público reconheceu que estava a ser usada incorrectamente. Ainda por cima pela 2ª vez. E com difusão até lá fora (por exemplo).

Números. Mas depois vieram os números. O AAA e o Jorge Costa logo estranharam a contabilidade “oficial”, como aliás também já tinha sido feito em 2012. Paulo Gaião também achou grave. Mais do que diversos episódios como o da Jamila Madeira, estas disputas ridículas sobre números retiraram credibilidade à organização da manif. Quanto aos números, e se dúvidas ainda houvessem, o Ministério da Verdade (um nome usado por quem defende um Estado como o de 1984) publicou este vídeo para celebrar o dia: parece que nem no pico os organizadores conseguiram encher a praça de 30.000 m2. E depois há as sempre chatas imagens aéreas. 50.000 (cinquenta mil)? Não me parece.

Vejam só os m2 vazios à volta deste senhor:

E a escolha da música é mesmo para unir os Portugueses. Enfim.

Futuro. E o que fica deste dia? Daniel Oliveira espera um “terramoto”. É um optimista este rapaz. Dadas as opções do povo Português - e dada a alienação que a música provoca em muitos, eu incluído - não estou a ver a que tão cedo aconteça uma manifestação que seja mais do que um “estamos chateados pá” por parte da esquerda mais radical. E isso não é oposição. Oposição era ter um programa coerente e abrangente, focado em algumas ideias chave: menos PPP, menos % do PIB para a Defesa, menos Reformas Douradas, menos Privilégios para os do costume. Mas isso era pedir demais, não era?

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