Council vetoes flag of St George after concerns raised about links to Crusades.
A local council decided against flying the flag of St George after concerns were raised that it would offend the town’s 16 Muslim residents.
Maio 16, 2013
Em Inglaterra nem a bandeira escapa aos “cuidados”
Maio 9, 2013
Maio 2, 2013
Abril 30, 2013
Liberalismo e Governação – Que Futuro para Portugal?
Uma conferência obrigatória para quem assistiu à 1ª Conferência organizada pelo Guilherme e quem não pode estar presente. Esta terá não só a presença dos Professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves, mas também do Deputado Michael Seufert (a.k.a. o Ron Paul Português).
Eu vou estar presente na assistência e quem quiser conhecer um pouco mais o Liberalismo e estiver no Porto creio que dará o tempo por bem entregue, não só pela qualidade dos oradores, como pela possibilidade de falarmos todos no fim. Façam já a vossa inscrição! (mail no poster)
Abril 29, 2013
Abril 24, 2013
Abril 23, 2013
No Fio da Navalha
O meu artigo para o jornal i de hoje.
A pergunta fulcral
Rand Paul é um dos senadores republicanos pelo estado do Kentucky. Há pouco tempo deu nas vistas por ter falado no Senado sem limite de tempo, opondo-se à nomeação para dirigente da CIA de um responsável do uso de drones para a eliminação de terroristas. Na semana passada, o agregador noticioso Real Clear Politics publicitou um seu artigo sobre o futuro do Partido Republicano.
Chamando a atenção para os estudos que apontam a dívida pública e a disfuncionalidade do governo como a maior preocupação dos norte-americanos, Rand Paul defende que os republicanos se devem centrar na defesa de um governo limitado. Um governo, que não sendo inexistente, se limite às suas funções essenciais e não extravase os seus limites, que são os direitos individuais.
O texto de Rand Paul é importante porque antecipa o debate político dos próximos anos. Se até agora este se reduziu à luta de quem o estado deve favorecer, a discussão política centrar-se-á sobre se cabe ao estado, ou aos cidadãos através das suas escolhas, determinar o rumo que deve ser seguido por um país.
Em Portugal, onde ainda vivemos entre a escolha de aumentar impostos para pagar a dívida e aumentar impostos para aumentar a despesa, tudo isto é novo. Apesar de tudo, a seu tempo chegaremos ao debate que começa a ser travado lá fora. Se o Estado esmaga os nossos direitos, como é que o vamos limitar? A pergunta é fulcral e será discutida brevemente.
Abril 15, 2013
Ouch

Margarida Bon de Sousa sobre a Carta de Passos Coelho à Troika.
Frases que não estava à espera de ler:
Uma incógnita: se se mantêm ou não as condições principescas de reforma atribuídas a alguns trabalhadores das carreiras especiais, incluindo os juízes do Tribunal Constitucional, os únicos que se podem aposentar aos 40 anos com 10 anos de serviço.
E no final:
Trabalhar no Estado compensa cada vez menos e quem não está preparado para se adaptar deve ponderar seriamente se esta não será a melhor altura para se ir embora. A partir de agora, é só a descer.
Fica a pergunta: o que é que a senhora jornalista anda a ler? Deve ser alguma coisa revolucionária para ter assim estes 2 desvios da doutrina habitual… Criticar assim um Órgão de Soberania, ainda por cima que acabou de tomar uma decisão em favor dos “trabalhadores”? Assumir o fracasso da luta de classes e da incapacidade da sua contínua força pela preservação dos “direitos” dos favorecidos, perdão, dos trabalhadores da função pública? E a ortodoxia? E os seus princípios?
Quer dizer, um dia destes ainda vemos alguém a fazer as perguntas que ninguém faz quando um político qualquer faz uma promessa em Portugal: Quanto Custa? e Quem paga?
Abril 13, 2013
Abril 11, 2013
Abril 8, 2013
É Natal, é Natal!
A intervenção do Dr Seguro recuperou um certo espirito natalício: menos impostos, melhores ordenados, aumento das pensões, investimento estrangeiro, mais exportações, crescimento económico, basta pedir. (fonte) (clicar na imagem aumenta-a)
Tudo. Ao mesmo tempo. Ai, se o mundo fosse assim… *suspiro*
Abril 7, 2013
Abril 6, 2013
Endireitem-se!
A Direita portuguesa já deu a extrema unção ao país. Primeiro, comporta-se como se a decisão do TC não fosse já espectável. Segundo, apresenta-nos um discurso de fim de linha, de ausência de alternativas, quando ela própria as vem propondo ao longo dos últimos anos. A Direita – os seus comentadores, os seus militantes e os seus políticos – deve reconduzir o seu latim de uma birra que, apesar de justificada, soa às mesmas birras do PS pós-PEC IV e começar a propor verdadeiros cortes na despesa, como sempre fez, não faltando por aí esbanjamento do erário público não protegido pela magna-carta do luso-socialismo. Qual é o valor do prejuízo do Sector Empresarial do Estado (incluindo RTP e transportes) ? Qual é o custo do que ficou por cortar na subsidiação das fundações, observatórios, institutos, etc ? Qual é o valor do orçamento para a Cultura ? Que pode ser feito com a ADSE ? Qual é o prejuízo acumulado da totalidade das Empresas Municipais ? E por aí adiante, sem chegar a referir as grandes reformas, na Saúde, na Educação e na SS, que eventualmente serão o próximo passo e a única maneira de atacar os infames 4 mil milhões (que serão mais que isso). Entristece-me que a Direita portuguesa, que sempre teve as soluções, esteja perto de adoptar uma posição derrotista e comece a falar em aumentar a carga fiscal como uma eventualidade, o que equivale a um harakiri na economia do país. Espanta-me que esta decisão do TC seja chocante, mas que o pesado aumento da carga fiscal que consta neste orçamento venha passando ao lado dos críticos. No dia em que a Direita capitular à retórica da coligação – que cada vez mais se assemelha à dos baronetes de Sócrates – bem podemos entregar a terra às bestas e esperar um país, não de reformistas, mas de reformados, aos 40.
Nothing to see… Keep calm… Do your work…
State-Wrecked: The Corruption of Capitalism in America, no New York Times. Excerpto:
Over the last 13 years, the stock market has twice crashed and touched off a recession: American households lost $5 trillion in the 2000 dot-com bust and more than $7 trillion in the 2007 housing crash. Sooner or later — within a few years, I predict — this latest Wall Street bubble, inflated by an egregious flood of phony money from the Federal Reserve rather than real economic gains, will explode, too.
Since the S.&P. 500 first reached its current level, in March 2000, the mad money printers at the Federal Reserve have expanded their balance sheet sixfold (to $3.2 trillion from $500 billion). Yet during that stretch, economic output has grown by an average of 1.7 percent a year (the slowest since the Civil War); real business investment has crawled forward at only 0.8 percent per year; and the payroll job count has crept up at a negligible 0.1 percent annually. Real median family income growth has dropped 8 percent, and the number of full-time middle class jobs, 6 percent. The real net worth of the “bottom” 90 percent has dropped by one-fourth. The number of food stamp and disability aid recipients has more than doubled, to 59 million, about one in five Americans.
Um dia a malta vai entender a diferença entre um aumento do PIB devido à criação de valor e um devido à criação de uma bolha creditícia. Mas só um dia.
Abril 3, 2013
Abril 2, 2013
Março 26, 2013
Março 25, 2013
Março 23, 2013
Março 20, 2013
A Economia Austríaca e a Matemática
Já por diversas vezes ouvi dizer que “Vós Austríacos têm a Praxeologia e não querem saber da Matemática – e é por isso que eu não sou Austríaco!”
Para responder a esta crítica, gostaria de começar com um exemplo protagonizado por um grande Econometrista. Perguntaram-lhe uma vez:
- Em que direcção corre o Rio Mississipi?
Ao que o Econometrista sorriu e correspondeu:
- Para que direcção quer que corra?
Passo a explicar. É sabido que o Rio Mississippi, como a grande maioria dos rios do seu porte, corre de Norte para Sul. E que muito dificilmente correrá ao contrário. (1) Mas imaginemos por momentos que era relevante a direcção da corrente para um político. Imaginemos então que era criada uma comissão de econometristas para analisar a questão. (2) Imaginemos então que, por exemplo, e escolhia uma secção particularmente ventosa do rio em que o vento era contrário à corrente e se colocava um barco à vela. Ou que se escolhia uma secção em que, entre duas curvas o sentido era naquele troço o pretendido. (3) Colocavam-se depois os medidores da posição de GPS mais precisos (e caros, claro) disponíveis. Os dados eram gravados em tempo real e num detalhe nunca antes alcançado. (4) Era depois feita uma análise em super-computadores para determinar se de facto o barco tinha andado na direcção pretendida. Por exemplo, usando não só a posição, mas também a distância face ao centro teórico da Terra. Matematicamente, estava provado – e com modelos inquestionáveis pois seriam imperceptíveis para o comum dos mortais – que o rio fluía como o político dizia!
Repare-se que as partes fundamentais são:
- Determinar o sentido desejado;
- Arranjar um método para provar esse sentido;
- Medir exaustiva e ad nauseum cada detalhe;
- Realizar uma análise por especialistas para especialistas.
Claro: medir com um barco à vela ou numa secção particular do rio é inválido e mesmo estúpido. Mas esta é a parte assustadora: quantas vezes acha que esta falácia é usada? Para medir a Inflação. Para medir o PIB. Para medir o Desemprego. Para comparar Salários entre grupos. Para punir preços monopolistas, predatórios ou de conluio. Para impor uma regulação num sector. Para…
Os Austríacos acham a matemática útil. É uma ferramenta e é para ser usada. Mas cuidado com ela: ela só mede a realidade. Ela não a explica. Não a modeliza. Não estuda os pressupostos. Não questiona a lógica dos dados inseridos. Não explica porque um determinado praticou uma determinada acção. Para isso, para nos guiar na direcção correcta e nos questionarmos que dados medir, temos a Praxeologia.
Ligações adicionais: Canal YouTube PraxGirl, PraxGirl no Fb e no Twitter, Peter Schiff dá vários exemplos práticos, Método da Economia pelos Austríacos, Paradoxo da Água e do Diamante, Dualismo Metodológico.
Março 19, 2013
O Ceu é Azul
Maioria dos funcionários públicos ganha mais do que no sector privado.
Ena, ena, que surpresa…
Março 18, 2013
Março 16, 2013
Março 15, 2013
Março 10, 2013
Tempo de Antena (8)
Depois da tenebrosa conversa sobre o futuro negro que nos espreita, este debate entre mim e o Paulo Laureano é mais leve. Apesar do socialismo nos ter lixado o futuro ou, como alguém já salientou, o presente, não basta chorar, é preciso também rir com as incongruências dos que nos governaram.
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Para os clientes do MEO, podem ver este (e outros) podcast no canal 508991 (prima a tecla verde seguida de 508991).
Março 8, 2013
Como é bom injectar dinheiro na economia
“Doing this to our children is immoral.” Os avisos não faltaram, nem faltarão, mas a asneira continua. São os passos em frente quando à beira do precipício.












