O Insurgente

Dezembro 16, 2011

Newt e Churchill

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — ruicarmo @ 16:33

Do lado certo.

Dezembro 13, 2011

Na “engenharia” palestiniana vale tudo

A ponte original caíu em 2004. Foi então construída uma ponte provisória. Em Dezembro de 2011, por questões de segurança, foi fechada. A ideia é reconstruir a ponte pedonal. Má opção, o governo unitário constituído (?) pelo Hamas e pela autoridade palestiniana, considera tal acção um acto de guerra.

Dezembro 7, 2011

Bananas, cenouras, courgetes e pepinos

Prejudicam o pensamento, o comportamento e a saúde. A culpa só pode ser de Israel que procura por todos os meios impor às mulheres honradas uma nova roda dos alimentos sionista.

Dezembro 6, 2011

Síria: back to basics XXIII

O objectivo é claro: evitar as sanções decididas pela Liga Árabe. Como prova de boa fé e melhores práticas, são exibidos 34 cadáveres na cidade de Homs. Resta aos sírios, a cultura e a esperança em forma de crónica de viagens em tons progressistas.

Dezembro 4, 2011

Leitura recomendada

O inimigo que vem do norte, por Victor Tavares Morais.

(…)Temos do Mar Mediterrâneo uma imagem de calmaria, talvez seja transmitida pelos dias de férias passados na nossa costa algarvia, onde os acontecimentos mais radicais que temos são desembarques de traficantes de droga, ou um, mais esporádico, de imigrantes ilegais. No entanto, no mediterrâneo oriental tivemos importantes acontecimentos este ano de 2011, revoltas no Egipto e na Líbia, e agora estamos a assistir à formação de uma aliança estratégica de Israel e da Grécia. Os governos das cidades berço da cultura ocidental (Jerusalém e Atenas), estão numa nova fase de comunhão, só que motivada por interesses bem mais prosaicos que os culturais: os recursos energéticos e a segurança. (…)

E a Grécia, porque investe tanto nesta aliança?

A UE já foi união económica, união monetária, união de vontades e agora parece que vai ser união orçamental, coisas muito importantes – mas já todos percebemos que não há um alemão disposto a arriscar a carteira por um belga ou francês, quanto mais a vida por um grego ou português. Os Estados continuam a fazer pela vida, e fazem bem.

Dezembro 2, 2011

A bomba negra e a ciência destes consultores

Não são de desprezar. Ora vejamos: Tudo terá começado na antiga Rodésia (actual  Zimbabwe ), passou para a África do Sul pelas mãos de Margaret Tatcher. Apaixonados pelo projecto, os EUA uniram os seus esforços aos britânicos. O objectivo é acabar com o gene africano.

Daus notinhas de rodapé: a Press TV, é um caso sério no mundo dos media. Pelo menos expressa a voz do dono, o regime iraniano. Um exemplo da ética mediática em voga na estação, pode ser lido neste artigo do Guardian.; Uma pequena mas muito intensa nota auto-biográfica de Peter Eyre, da qual destaco:

I have appeared on TV, US Radio, written a book and write for the Palestine Telegraph. I reflect on the greed in this world, the wars, pain, suffering & poverty that American and British imperialism and their foreign policies have created. There is a direct link between this and the rise in self induced terrorism, conflict, genocide, poverty, and the displacement of millions of people. Current wars are all about excessive greed for oil and gas, natural resources, world control and certainly nothing to do with democracy. I also believe that world politics are controlled by Wall Street and London Bankers with Christian and Jewish Zionist at its heart.

O perfil do outro especialista, pode ser encontrada aqui.

Novembro 17, 2011

Breves primaveris

Síria: Se a Rússia diz, não se duvide. E Irmandade Muçulmana convida Turquia a intervir.

Bahrain: E o expansionismo iraniano.

Líbano: A Suíça do Médio Oriente tem uma forma peculiar de expressar mensagens políticas claras. O estado da arte da política local.

Tunísia: A Primavera vai de vento em popa, com evidentes sinais divinos e Jerusalém ao alcance da vista libertadora.

Kuwait: Indignados contra parlamento e primeiro-ministro.

 

 

Novembro 11, 2011

Linerdade de expressão e separação de poderes: a Unesco, o cartoon e o governo

Habituados que estão a lidar com os governos (!) e os media da Palestina, a UNESCO critica o governo de Israel por causa de um cartoon publicado no Haaretz.

Outubro 28, 2011

Síria: back to basics XXII

Não sei se a isto se pode chamar guerra. De qualquer forma, aposto que os acolhidos não são curdos.

Exército Livre da Síria protegido por militares turcos

Turquia dá abrigo a grupo armado de rebeldes sírios
A Turquia, que já foi um dos mais próximos aliados da Síria, está a acolher um grupo armado da oposição, envolvido na revolta contra o Presidente Bashar al-Assad, num evidente desafio ao regime vizinho.

Outubro 27, 2011

Síria: back to basics XXI

No dia em que a Primavera Árabe é galardoada com o Prémio Sakharov, vale a pena tirar o melhor partido da série de peças jornalísticas da autoria de Ramita Navai e Wael Dabbou, intituladas  Undercover Syria. O realizador Sean McAllister descreve, na primeira pessoa, parte da realidade vivida na Síria.

Leitura complementar: A Primavera árabe.

Outubro 26, 2011

Khadafi: de aliado a ditador sanguinário

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — André Azevedo Alves @ 19:04

A BIZARRA HISTÓRIA DA INTERVENÇÃO NA LÍBIA. Por JPP.

Subitamente, velhos amigos dos EUA, do Reino Unido e da França, clientes importantes da indústria de armamento americana e europeia, saudados como “moderados”, como Mubarak, ou reciclados do terrorismo, que passaram a fornecer informações muito úteis aos serviços secretos, como Khadafi, foram transformados em ditadores sanguinários, a abater pelas massas democráticas com a preciosa ajuda dos mesmos serviços que os consideravam até então um asset valioso. De facto, alguns cabiam plenamente na categoria de ditadores sanguinários e outros bastante menos, mas a pertença a esta categoria nunca foi especial motivo para que os mesmos países que organizaram a expedição líbia com eles não tivessem próximas relações e bons negócios.

(…)

Na Líbia existia uma ditadura particularmente feroz e com muitos anos. Khadafi era hoje um dos raros sobreviventes de um nacionalismo socializante e laico que teve um papel importante no mundo árabe desde a década de cinquenta, e que teve como principal figura Nasser, e o pai do actual ditador sírio, Hafez Al-Assad, mas de que Saddam Hussein fez parte. Era uma corrente popular nas forças armadas dos países árabes, humilhadas pelas derrotas face a Israel e pelas pressões imperiais ocidentais. Estes militares conduziram golpes militares, afastaram as “monarquias feudais”, ligaram-se estrategicamente à URSS e foram, a seu tempo, muito populares nos seus países. Com um poder assente em ideias ocidentais, o nacionalismo e o socialismo, estavam muito abertos a uma maior laicização da sociedade e por isso eram combatidos ferozmente pelas autoridades religiosas e por grupos fundamentalistas, de que o exemplo primeiro era a Irmandade Muçulmana egípcia. Nasser, Assad e Mubarak respondiam com idêntica ferocidade e violência.

Khadafi, no meio das suas excentricidades, vinha deste tempo e a sua solução para o mundo, o célebre Livro Verde, levou a Trípoli muitos intelectuais ocidentais, incluindo portugueses da esquerda, socialistas e alguns militares de Abril, que lá foram falar das virtudes do socialismo líbio. Khadafi agradeceu apoiando vários grupos terroristas, incluindo as FP 25 de Abril, e apoiando financeiramente órgãos de comunicação social portugueses da esquerda. Mas hoje já ninguém se lembra deste Khadafi, que foi o do atentado de Lockerbie, a favor do Khadafi dos negócios. A memória das relações Sócrates-Khadafi ainda está bem presente, mas os negócios líbios vão muito para além do anterior Governo.

Quando a “revolução árabe” chegou à Líbia foi tratada pelo mesmo princípio de amálgama com o caso egípcio e tunisino, mas quem conhecia o que se passava sabia que havia uma forte componente tribal no conflito, que não era novo na Líbia e tinha já originado a divisão pelos italianos do país em duas colónias, a Cirenaica e a Tripolitânia. Khadafi respondeu à ameaça ao seu poder como sempre fez, com toda a violência possível. A diferença no caso líbio é que quando se percebeu que Khadafi iria derrotar militarmente os seus adversários, países como a França, e em menor grau o Reino Unido e com alguma relutância os EUA começaram a desencadear um clamor internacional para defender os “civis” líbios e ameaçar fazer uma intervenção militar. Os franceses foram particularmente activos.

(…)

O que aconteceu, à completa revelia da resolução, foi uma intervenção militar da OTAN ao lado dos revoltosos líbios, actuando como parte integrante político e militar de uma das partes numa guerra civil. Os bombardeamentos a Trípoli tinham como objectivo instalações militares e civis de Khadafi, o governante reconhecido por eles próprios como chefe de Estado de um país soberano, a que se somou a participação total em operações militares concertadas, com a presença de “consultores” e instrutores de forças especiais no terreno, fornecimento de armas aos revoltosos e perseguição directa a Khadafi e à sua família. Durante este período os revoltosos competiram com Khadafi em todo o tipo de abusos de direitos humanos, fuzilando prisioneiros, torturando e matando opositores e impondo às populações civis, que suspeitavam de ser simpatizantes de Khadafi, todo o tipo de violências. A imprensa ocidental permaneceu regra geral silenciosa sobre estes actos, e a opinião pública ocidental e árabe indiferente ao que se passava na Líbia. Deste ponto de vista, Khadafi foi bem escolhido, porque se fosse Bashir Al-Assad outra história bem diferente estaria ser escrita e é também por isso que ele pode continuar a matar os seus civis à vontade. E não tem petróleo.

Quando Khadafi foi, por fim, assassinado, numa ataque militar que começou com aviões da OTAN e terminou com uma execução sumária, não foi o “povo” líbio que ganhou a guerra. Foram Sarkozy, Cameron e Obama e é por isso que toda esta história é muito bizarra. Porquê? E para quê?

Outubro 23, 2011

A leitura dominical

Filed under: Médio Oriente,Media,Portugal — ruicarmo @ 21:53

Os liberais que nos governam, o circo de Barcelos e um Gilad Shalit que vale por mil terroristas são os temas da crónica de Alberto Gonçalves, O neoliberalismo que se confunde com o socialismo velho.

Outubro 19, 2011

E a isto…

…Pode chamar-se guerra?

Outubro 18, 2011

Ninguém fica para trás II

Filed under: Blogosfera,Médio Oriente — ruicarmo @ 16:20

The infernal Choice, por Melanie Phillips.

Leitura complementar: Ninguém fica para trás.

Outubro 14, 2011

O que liga o regime sírio e a embaixada norte-americana em Damasco

Há muito tempo e demasiada gente que usa e compara a praça Tahir com qualquer coisa que junte algo mais que duas equipas de futebol e que tenha um vago  propósito progressista, que lute de forma gloriosa contra o pessimismo  e a realidade esmagadora. Ultimamente, a ocupação de Wall Street não foge por muito a este destino. Por motivos diferentes, as autoridades responsáveis por três mil mortos em apenas sete meses, usam o circo montado no outro lado do mundo  para justificarem as suas nobres acções. Vale a pena ler a resposta da Embaixada norte-americana em Damasco.

“For sure there is a lot of unhappiness in America about the economic situation,” the embassy wrote. “Unemployment is relatively high — 9%. Housing prices keep falling, hurting more families. There is much debate between the two main American political parties about how to fix the U.S. economy. We don’t know exactly what will happen next.”

The message then added, “What we do know is:” and followed up with a long list of differences between the United States and Syria.

Elections next November won’t be controlled by U.S. intelligence, but by an independent election authority, the message noted, adding that Occupy Wall Street organizers are entirely free to run as candidates or organize to support candidates.

“Occupy Wall Street groups will not be allowed to destroy public or private property, but they can organize more protests in other cities and they can say whatever they want about the U.S. government without being arrested or shot; the police will not shoot thousands of protesters; some Occupy Wall Street organizers have been arrested for disturbing public order (blocking traffic) but they won’t be tortured, and no family will receive the body of a protester bearing torture marks,” the embassy’s message said.

International media and non-government organizations are watching “without interference from the government,” it added.

Finally, the message noted, “the U.S. government may complain that some countries’ currency policies are hurting the U.S. economy, but the U.S. government will not tell the world that there is a vague foreign conspiracy for which it lacks any specifics or evidence but that it says is encouraging the Occupy Wall Street or other protest movements.”

Setembro 23, 2011

Um bom discurso

Filed under: Ambiente,Internacional,Médio Oriente,Política — ruicarmo @ 23:53

De B. Netanyahu.

Setembro 22, 2011

Palestina, crescer e aparecer

Um dos argumentos mais difundido e enraízado é que a ocupação israelita é a mãe de todos os problemas e a causa principal para que não exista, até hoje, um reconhecimento formal internacional do estado da Palestina. A retirada unilateral israelita de Gaza parece não contar. A consequência de Gaza se ter transformado num jardim do Irão, a recusa em negociar de forma directa com o vizinho, parecem não incomodar os amantes da pás palestiniana.

A questão central não é  a existência da Palestina como estado mas a existência de Israel. Por uma vez, resolvam os palestinianos as guerras internas, desbravem os trilhos da paz, e reconheçam o estado judaico. Preocupem-se consigo próprios, sem números de circo internacional trágicos. A realidade repete-se, neste caso. Tantas vezes provada em palavras, actos e omissões do Hamas e  do Abbas&Co.

Setembro 16, 2011

Palestina, lost in translation

Aguardar pelo que a História e a realidade determinam, é capaz de ser o mais sensato. Entretanto, de certeza, que algo se perdeu no decorrer das traduções.

Uma bandeira com 63 anos: Refugees will not be citizens of new state.

The ambassador unequivocally says that Palestinian refugees would not become citizens of the sought for U.N.-recognized Palestinian state, an issue that has been much discussed. “They are Palestinians, that’s their identity,” he says. “But … they are not automatically citizens.”

This would not only apply to refugees in countries such as Lebanon, Egypt, Syria and Jordan or the other 132 countries where Abdullah says Palestinians reside. Abdullah said that “even Palestinian refugees who are living in [refugee camps] inside the [Palestinian] state, they are still refugees. They will not be considered citizens.”

Uma manif de bandeiras: Apartheid, por Miguel Noronha.

Setembro 10, 2011

O Egipto para os egípcios II

O povo sai à rua, o povo une-se, o povo ordena e canta, o muro cai. O que pode correr mal?

Leitura complementar: Do Egipto,  uma opinião primaveril.

Setembro 8, 2011

A governar para a rua árabe

Filed under: Agenda,Ambiente,Internacional,Justiça,Médio Oriente — ruicarmo @ 22:50

O que ganha a Turquia com uma outra guerra?

Síria: back to basics XX

A frase do dia: A military solution is never the right solution.

Entretanto, no palco: 40 mortos em 24 horas.

Setembro 6, 2011

A questão da Palestina

É uma questão de horas.

Agosto 23, 2011

Sentido de oportunidade bloquista

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:54

Rebeldes entram na casa de Khadafi no complexo de Bab al-Aziziya

BE quer que Portugal reconheça Estado da Palestina

O futuro da Líbia pós-Khadafi

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — André Azevedo Alves @ 15:54

Analysis: Libya’s next phase carries risks for U.S.

One former U.S. diplomat with extensive experience in the Middle East said Libya’s complicated tribal and political landscape could unravel in a “Somalia-like scenario”, further underlining the need for caution.

“It is not necessarily in the U.S. national interest to assume that mantle of responsibility,” he said. “Our recent experience at rebuilding nations in the broader region is not basically a happy one.”

He referred to U.S.-led nation-building efforts in Iraq and Afghanistan, where tens of thousands of troops and billions of dollars have brought improvements, but no guarantee of lasting stability.

(…)

“This is a situation where the United States probably prefers to take less credit than it deserves,” said Robert Danin of the Council on Foreign Relations. He noted that the administration has never convincingly argued that Libya is a core U.S. security interest.

“This has been an intervention of choice that has not been necessarily particularly popular or resonated with the American people,” he said.

Notícias da Líbia

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política — André Azevedo Alves @ 15:47

Filho de Khadafi aparece em liberdade e faz discurso de desafio em Trípoli
Violentos confrontos continuam em Tripoli
Forças rebeldes atacam portões de Bab al-Aziziya
Libya: Nato says “the end is near” for Gaddafi as jets bomb compound
Fighting Flares in Tense Tripoli

Agosto 11, 2011

Ahmadinejad previsível

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Media,Política — André Azevedo Alves @ 17:16

A notícia sobre a reacção de Ahmadinejad até tem a sua piada mas, contrariamente ao que consta do texto, o Irão não é um país arábe:

Ontem, o Irão foi o primeiro país árabe a falar nas alegadas semelhanças entre o que se passa em Londres e o que se está a passar em todo o mundo árabe desde o final do ano passado. Depois de uma reunião com o seu gabinete, o presidente iraniano falou à rádio estatal, declarando que o Conselho de Segurança da ONU deve intervir no Reino Unido para pôr fim aos motins, acrescentando que não o fazer é uma hipocrisia. “Se 1% disto acontece em países que se opõem ao Ocidente, eles gritam até ficarem roucos”, disse Mahmoud Ahmadinejad.

Julho 19, 2011

Destruir alguns lugares comuns tradicionais

No se robó Palestina; se compró Israel, por Daniel Pipes.

Proporcional

Filed under: Internacional,Médio Oriente — Carlos Guimarães Pinto @ 18:22

Apesar de poderem tentar fazer o mesmo pela fronteira terrestre com Egipto (país que, ao que se sabe, não está em guerra com a Palestina), os activistas resolveram tentar furar o bloqueio marítimo a Gaza. Independentemente das razóes de cada lado, o objectivo da missão não foi o de levar mantimentos à população de Gaza, mas apenas provocar um país em guerra, com todos os riscos que isso acarreta. Teve a resposta merecida de Israel que, desta vez, soube ser proporcional à ameaça.

Julho 16, 2011

Síria: back to basics XIX

Trinta e dois mortos e mais de 100 feridos é o balanço de mais uma Sexta-feira de protesto na Síria. Todos os males do regime de Bashar Assad fossem os desastres do photoshop.

Julho 13, 2011

Na Suiça do Médio Oriente

Chegou-se à raíz do problema maior.

Julho 7, 2011

A trabalhar desde 1984

A ex-utilidade das mulheres como nicho de mercado.

Julho 5, 2011

O Líbano e a vontade de Deus

O senhor Nazrallah informa que e que a lei é o que ele e o Hezbollah entenderem.

Julho 4, 2011

Síria: back to basics XVIII

Vídeo, revela envolvimento das forças maléficas norte-americanas, sionistas e et’s que procuram minar a unidade à prova de bala da Síria.

Junho 28, 2011

Cenários

Filed under: Ambiente,Energia,Internacional,Médio Oriente,Política,Saúde — ruicarmo @ 12:01

Bem animados nas relações internacionais.

Junho 26, 2011

Logística e transportes internacionais

Filed under: Agenda,Ambiente,Cultura,Economia,Energia,Médio Oriente,Media,Saúde — ruicarmo @ 10:43

O cluster do Médio Oriente.

Junho 25, 2011

Questões intímas e familiares

Estas pessoas foram visitar os parentes no Líbano. Entretanto, parece que na Síria os familiares começam a ficar com saudades, provocadas pelo êxodo.

Junho 23, 2011

O barco do amor

Não efectua paragem humanitária na Síria.

(…) The more immediate question is, why is the MV Saoirse and its assorted passengers heading for Gaza and not the Syrian coast? Surely, if anyone could use some solidarity right now, it is the Syrian opposition forces who are being murdered on a daily basis?  (…)
As the deputy director of the Red Cross in Gaza stated in April this year: “There is no humanitarian crisis in Gaza.” But there most certainly is a humanitarian crisis in Syria. The Gazan economy is clipping along and tonnes of consumer goods and food arrive daily. For sure, life is probably not very pleasant there by our standards but the oppression comes from the ruling Hamas regime, not Israel which pulled out every last settler and soldier years ago.
So how about it, Fintan Lane, Barry Andrews, Sinn Féin, and your far-left buddies? Why not divert a couple of hundred miles north to Latakia where President Assad is mowing down his own people because they dare to demand dignity and democracy? Surely, there is no contest in terms of suffering? (…)
Is it because, even if you are non-violent — unlike those on the Mavi Marmara last year — you might still get your heads cracked? Is it because you’re scared? Or do you just have a problem with a Jewish state in the Middle East?

Junho 17, 2011

Síria: back to basics XVI

A vida não está fácil para os abrantes sírios. Foi despedida a boa alma  que explicou ao mundo que não existiam rebuliços, que os sírios estavam apenas e tão só a procurar visitar os parentes, na vizinha Turquia.

Junho 15, 2011

Mentir por “boas” causas

Sou como um messias para as lésbicas da Síria, afirma  Tom MacMaster numa reveladora entrevista à Veja. Para dar um toque  humorístico, ainda se refere à crise de moralidade. Patológico.

Leitura complementar: Síria: back to basics XIV.

Junho 14, 2011

Síria: back to basics XV

A máquina de propaganda de Assad já não é o que era.

Na 12ª semana da primavera síria, os tanques e uma opção clara de terra queimada, permitem a Assad disciplinar as milhares de pessoas que, num verdadeiro impulso, pretendem visitar os parentes na Turquia.

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