O Insurgente

Maio 24, 2013

Momento pacífico fashion em Gaza

A imagem que representa a amizade duradoira que une dois talibãs afegãos,  dificilmente poderia ter sido captada em Gaza. Em boa verdade, aos homens do Hamas cabe-lhes olhar pelos elevados padrões inerentes ao ser macho, fazendo aplicar os bons costumes e sem fait-divers.

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Maio 21, 2013

Sinais saudáveis da teocracia

No Irão, à medida que se aproximam as eleições presidenciais, torna-se mais complicado o acesso à internet.

Maio 13, 2013

A paz está mesmo ali ao lado

Estão em marcha acelerada os preparativos da enésima conferência internacional para a paz regressar à Síria.

Maio 12, 2013

Vamos lá fingir que as ‘religiões do livro’ têm todas a mesma relação com as mulheres, que o mundo não é a preto e branco (e não é mesmo)

Filed under: Blogosfera,Double standards,Médio Oriente,Religião — Maria João Marques @ 19:45

Este post do Jugular fala de três apontamentos de três religiões na sua relação com as mulheres: os protestos dos judeus ultraortodoxos pela permissão das mulheres judias poderem rezar junto do Muro das Lamentações com rituais tradicionalmente reservados aos homens; um novo livro sobre sexualidade – e a sexualidade é, de facto, sempre corolário do resto – feminina no Egito; o conflito que tem oposto o Vaticano e as freiras americanas. (E para este último caso foi escolhido um texto do Público que, enfim, é um texto do Público: começa logo por dizer que o Vaticano se assusta porque as ditas freiras não usam hábito e, ui!, que grande susto deve ser esse, tendo em conta que não usar hábito é comum a várias congregações de freiras católicas em todo o mundo e algo perfeitamente pacífico).

Não vale a pena estar aqui a elaborar sobre este caso Vaticano vs freiras americanas – até porque é muito sintomático de várias doenças da Igreja e ando para escrever sobre isso desde a eleição do meu querido Francisco, mas tem-me faltado o tempo e o assunto é sério -, no entanto sempre vou dizendo que algo está muito mal quando na avaliação da conduta de freiras ou padres ou o que seja pesa mais a opinião sobre assuntos como o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a ordenação de mulheres – que não são matéria de Fé – do que o trabalho social em benefício dos mais pobres e vulneráveis. E, neste ponto, as freiras americanas não têm falhado, o que já foi reconhecido e elogiado por este papado.

Passando à frente; não percebo se este post, como parece, pretende equiparar as três situações que apresenta. É que às mulheres judias foi de facto permitido e protegido o acesso ao Muro das Lamentações, havendo protestos de um grupo de judeus e aceitação pelos restantes. As freiras americanas escolheram, em total liberdade, fazer parte de uma organização que ainda tem muitas imperfeições porque na Igreja, tal como na política, os homens não são anjos. Já no caso das muçulmanas, a rapariga que tem um discurso ‘muito pouco “conservador”‘ é americana e cresceu na Carolina do Sul – a mulher-tipo do Médio Oriente, portanto – e a autora do livro sobre sexualidade feminina no Egito fala de constragimentos religiosos e sociais que afetam a intimidade das muçulmanas (leigas) e até dessa maravilha que é a mutilação genital feminina, à qual muitas egípcias são submetidas sem voto próprio na matéria mas por vontade das mães ou avós. Eu diria que entre as situações reportadas no judaísmo e cristianismo e as reportadas no Islão egípcio há um mar de diferenças. E que, para religião que dê cobertura a maus-tratos vários a mulheres tal como sucede no Islão, se terá de ir para o hinduísmo (é ver a discriminação nas heranças, ou as restrições às viuvas, só para dar uns exemplos leves). Mas, claro, devo ser eu a ser picuinhas, que isto das religiões do livro são todas iguais. Dá jeito para outros combates, não é?

Maio 8, 2013

Hoje somos todos de Gaza

Finalmente, o progresso chega aos oprimidos.

Maio 2, 2013

‘Feminism Or Islamism: Which Side Are You On?’

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Religião — Maria João Marques @ 14:46

A propósito do texto do Henrique Raposo aqui linkado e das reacções que foi provocando, vale a pena ler Nick Cohen neste ‘Feminism Or Islamism: Which Side Are You On?‘ da Standpoint. Este é um assunto muito cansativo para mim – de tão claro que é e dos lados que se desenham e se devem escolher – mas que infelizmente não me vai largar tão depressa. É tão óbvio que nem todos os muçulmanos são terroristas ou aprovam a matança de gente inocente (muçulmana ou infiel) que nem é necessário reafirmá-lo. Já quanto à relação dos muçulmanos, terroristas ou não, com os comportamentos aceites como bons nas mulheres ocidentais – as tais mulheres de que o Henrique fala, que usam alcinhas e mini-saias, viajam sozinhas ou com amigas, trabalham ou estudam juntamente com homens que não lhes são nada, saiem à noite e, sim, têm os affaires sexuais que lhes apetece – só alguém profundamente alienado da realidade pode pretender que os muçulmanos, a esmagadora maioria deles, convive bem com essa realidade para as suas mulheres e irmãs e filhas. É certo, haverá muçulmanos cosmopolitas e que aprovam os costumes liberais do ocidente – são uma ínfima minoria.

Estou-me a lembrar de um americano de origem iraniana que costumávamos encontrar ano após ano nas mesmas feiras, nos mesmos combóios, nos mesmos hotéis, às vezes nos mesmo escritórios e com quem conversávamos sempre que nos víamos. Ele é (era, pelo menos) um muçulmano moderado. Encontrei-o na China poucas semanas depois do 11 de Setembro, falámos do assunto e vieram-lhe lágrimas aos olhos. Ainda não se sabia quantas pessoas haviam morrido e ele garantia serem mais de 10.000. Muito cordialmente, sempre que nos encontrávamos apertava-me a mão, tal como fazia com os meus (masculinos) acompanhantes de trabalho. Por umas duas ou três vezes este americano levou a mulher consigo nestas viagens. Era uma senhora bonita, com olhos pretos e aquele nariz do médio oriente, elegante, sem burkas nem véus nem lenços na cabeça; a mim apertava-me a mão, aos homens que me acompanhavam nem pensar. Isto é a moderação muçulmana. Também me lembro de uma empresa saudita que vendia vidro e costumava expor na feira de Frankfurt. Só tinha homens lá trabalhando, obviamente. O curioso é que também só aceitavam clientes masculinos; qualquer senhora que se acercasse para pedir informações comerciais era inteiramente ignorada pelos vendedores da dita empresa. E lembro-me ainda de um muçulmano simpático de keffieh na cabeça que uma vez no Forte Vermelho de Delhi (não sei se o simpático muçulmano era indiano; parecia mais árabe), ao ver que o meu acompanhante masculino (por acaso era meu marido) me colocou a mão por trás das costas à altura da cintura (uma pornografia, portanto), teve a também agradável ideia de vir colocar-se à minha frente e cuspir para o chão com ar furioso; sendo que fez tudo isto olhando para mim, nunca para a parte masculina da cena. Ou lembro-me do ar de escândalo de um muçulmano (vestido da forma usual na Europa), acompanhado de uma senhora coberta de preto só com os olhos à mostra, em Dezembro passado em Londres, quando eu lhe falei para pedir, por ter as mãos ocupadas com sacos e crianças, que carregasse num número do elevador onde estávamos.

Enfim, lembro-me me muitas mais histórias passadas com muçulmanos ‘moderados’ e outros mais acintosos. Nenhuma destas histórias da forma como os muçulmanos se relacionam com as mulheres eu gostaria que passasse a ser a regra na Europa onde vivo. Mas, pronto, podemos fingir que estes comportamentos muçulmanos são normalíssimos. Sobretudo, podemos fingir que estes comportamentos não são sintoma de uma visão das mulheres e dos direitos das mulheres que devia ser aberrante para todos os europeus. Podemos ainda fingir que o repúdio do modo de vida europeu e americano pelos terroristas islâmicos não contém lá dentro um igualmente grande repúdio pela liberdade feminina no ocidente. Podemos fingir, por último, que o facto de isto se passar com muçulmanos é coincidência e nada tem a ver com o Islão actual. (Afinal os hindús e os judeus hassídicos também têm as suas manias, não é?) Continuemos a fingir e depois não nos queixemos daquilo que se passar a considerar actos civilizacionais.

Abril 10, 2013

Stand up na Unesco

Se já era conhecida a eleição da Síria para a comissão executiva da UNESCO, é arrebatador que integre o comité que analisa as queixas contra os estados.

“Having the Syrian regime of Bashar al-Assad as a global judge of human rights is like appointing a pyromaniac to be a firefighter,” said Neuer. “UNESCO is allowing the Assad regime to strut in Paris as a U.N. human rights arbiter — it’s immoral, indefensible and an insult to Syria’s victims.”  Syria is an elected member of the UNESCO executive board, and in 2011 was also elected — after the Assad regime’s massacre of its citizens already began — to two of its human rights committees: the Committee on Conventions and Recommendations, which rules on individual human rights complaints against governments, and meets today and tomorrow; and the 23-member Committee on Non-governmental Partners, which oversees the work of human rights groups, and meets tomorrow.

Abril 5, 2013

Pallywood volta a atacar a realidade

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A imagem não retrata Maysara Abu Hamdiya mas um rebelde sírio hospitalizado.

Terça-feira passada, Maysara Abu Hamdiya morreu vítima de um cancro na garganta. A morte do terrorista preso palestiniano desencadeou na Cisjordânia o habitual rasgar de vestes, enriquecidas com acusações da participação no caso da omnipresente Mossad. Se nada até este ponto indique propriamente uma mudança, uma novidade que seja, valerá a pena questionar o papel dos dirigentes moderados e mais uma grotesca manipulação, da qual resulta mais uma aldrabice.

Não é a primeira vez e não será a última vez que este tipo de artimanhas são usadas pelos políticos palestinianos e pelos activistas do costume. Curiosa é a acção bovina de uma boa parte da comunicação social e dos naturalmente isentos jornalistas. A este respeito vale a pena ler Islamism is winning the cognitive war – thanks to manipulative and gullible journalists, de Richard Landes.

Março 30, 2013

A guerra das civilizações está ao rubro

A estratégia imperialista-sionista-libertadeira está claramente a mostrar-se, apostada que está em fazer escalar a guerra de civilizações que conduz ao desaparecimento de (não me lembro bem do quê em) países vizinhos onde antes existiam paz, pão, mel  e tranquilidade. Em doses óptimas.

Março 29, 2013

Visão palestiniana

Mais uma aldrabice mediática, desta vez da (ir)responsabilidade da revista Visão.

Março 15, 2013

Dois anos. Está de parabéns a Primavera síria

syria bleak outlook

Bleak outlook for 2013.

Adenda: Em linguagem diplomática, as palavras do ministro dos negócios estrangeiros sírio são um aviso claro ao vizinho libanês.

Março 10, 2013

Entretanto, na Arábia Saudita

al-ahram

Uma tradição local sofre um choque tecnológico por falta de artesãos governamentais.

Foto: Ahram.

Fevereiro 28, 2013

A diferença que faz uma sentença judicial primaveril

Cairo: Court orders Gaza tunnels destroyed

Egyptian court orders government to demolish labyrinth of underground passageways, said to include 450 main tunnels and 750 sub-tunnels.

É impressão minha ou o silêncio passou discretamente à condição de perpétuo?

Fevereiro 25, 2013

A melhor cobertura

fashion

Da  cerimonia dos Óscares é a iraniana.

Fevereiro 14, 2013

Túneis de Gaza inundados

As redes sociais estão calmas e respeitosamente silenciosas, os habituais  manifestantes pelos direitos humanos estão de folga, os indignados não queimam bandeiras nem rasgam as vestes. Felizmente.

Fevereiro 11, 2013

Preciosidades primaveris

O princípio da não ingerência mete férias quando se trata da defesa do espaço natural de uma organização terrorista partido político libanês ou de um país pacífico e neutral como o Irão.

Fevereiro 7, 2013

Os direitos humanos dos Estados conquistam a net

Depois de enviar um macaco para os céus e do Presidente querer ser o primeiro iraniano no espaço, o Irão volta a surpreender com a ideia de  transformar o acesso à internet num direito humano internacionalmente reconhecido. A novidade que nem aparenta ser retumbante não se fica por mais essa conquista do governo do senhor  Mahmoud Ahmadinejad e avança para uma nova mas decisiva etapa do desenvolvimento: o direito humano de acesso à internet não se aplica às pessoas mas apenas aos governos.  O Progresso é um caminho sem fim.

Fevereiro 4, 2013

Portuguese Dubai Agency

Filed under: Economia,Internacional,Médio Oriente,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 07:48
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Para quem quer “Ser John Galt“, o Dubai nunca esteve melhor.
Assim, um dos nossos emigrantes mais famosos e bem colocados, o Carlos GP, criou este grupo de Facebook que recomendo vivamente.
Farto de pagar IRS? No Dubai “paga-se” 0%. Adiram e estejam atentos.

Fevereiro 3, 2013

Moda infantil

Burkas para bebés do sexo femino. Para protecção contra tentações.

Janeiro 27, 2013

A evolução dos mullahs

A vontade purificadora do governo chega aos jornais, depois de ter passado pelos cafés.

Janeiro 24, 2013

Pelo bem-comum dos mullahs

Governo obriga à instalação de sistemas de vigilância nos cafés. A segurança nacional e os defensores da moral agradecem.

Janeiro 21, 2013

O mundo não acabou ontem mas a Síria mudou hoje II

Rússia pode abandonar a crença em Assad mas não abandona os seus.

Janeiro 18, 2013

Pausa para desfrutar um bom momento

The history of Islam has gone through sensitive ears in the British Isles, the largest island in Europe, during the reign of rulers such as George Orwell and Elizabeth II, marked with a rise in Islamophobic sentiments.

Dos argumentistas da Press TV.

Janeiro 11, 2013

A verdade inconveniente

Malta, as mudanças climáticas (chuvas de Inverno incluídas) não passam de mais uma arma ao serviço do império sionista.

Janeiro 6, 2013

Não “twittar” contra o emir

A falta de respeito é capaz de fazer mal à saúde.

A Kuwaiti court on Sunday sentenced an opposition youth to two years in jail for writing tweets deemed offensive to the ruler of the oil-rich Gulf state, a rights activist said.

Rashed al-Enezi, who was in the courtroom to hear the sentence, was immediately arrested by police and taken to jail, the head of the independent Kuwait Society for Human Rights, Mohammad al-Humaidi, told AFP.

Enezi is the first to be sentenced among dozens of tweeters, activists and former opposition lawmakers who face similar charges since the government began a clampdown on the opposition in the lead-up to elections held on December 1 last year.

Janeiro 4, 2013

Rand Paul and Israel

Filed under: Internacional,Médio Oriente,Política,Religião — André Azevedo Alves @ 13:00
Tags: ,

US Senator Rand Paul set to visit Israel

Kentucky Republican Sen. Rand Paul, a fierce opponent of US foreign aid who is being touted already as a likely 2016 presidential candidate, is scheduled to arrive in Israel on Sunday for his first-ever visit.

(mais…)

Dezembro 20, 2012

Pedir, exigir e… perguntar

Apesar de não ter acontecido nada na Síria, o senhor Abbas pede à ONU que permita  a fuga viagem a milhares de palestinianos para a Faixa de Gaza e Cisjordânia.  Longe vão os tempos em que era Israel a ter a fronteira com a Síria. Os mapas, tal como as exigências, estão sempre a mudar.

Dezembro 18, 2012

Isolamento (2)

Filed under: Internacional,Justiça,Médio Oriente,Política — João Luís Pinto @ 23:51

The Obama administration admonished Israel on Tuesday for approving 1,500 new Jewish homes in Arab East Jerusalem, saying continued building calls into question Israel’s commitment to peace talks and a separate, independent Palestinian state.

“We are deeply disappointed that Israel insists on continuing this pattern of provocative action,” State Department spokeswoman Victoria Nuland said.

[...]

“These repeated announcements and plans of new construction run counter to the cause of peace,” Nuland said. “Israel’s leaders continually say that they support a path toward a two-state solution, yet these actions only put that goal further at risk.”

[...]

The United States and many other governments consider Israeli settlements on Palestinian land to be illegal, but the United States does not always condemn Israel publicly.

The Washington Post

Palestinian envoy Riyad Mansour said the 14 other council members will tell reporters after the council’s monthly Mideast meeting on Wednesday that continuing settlement activity is illegal and must be stopped.

[...]

He said there is near global unanimity against Israel’s actions, pointing to the 169-6 vote in the General Assembly Tuesday on a non-binding resolution condemning settlement activities by Israel and demanding their immediate cessation.

[...]

He said the four West European council members — Germany, France, Britain and Portugal — would issue a statement of condemnation, followed by India speaking on behalf of the Nonaligned Movement of mainly developing countries, and other council members likely including South Africa, Russia and China.

“Therefore one can say 14 versus 1 is the reality of the Security Council in condemning Israel settlement activity — although the one is also condemning,” Mansour said.

The Washington Post

Dezembro 17, 2012

Não aconteceu nada na Síria

Se a o crime de guerra mortandade não pode ser atribuída ao culpado do costume, silêncio. Pode ser que ninguém tenha reaparado.

Dezembro 13, 2012

O mundo não acabou ontem mas a Síria mudou hoje

Filed under: Ambiente,Internacional,Médio Oriente,Media,Política — ruicarmo @ 13:53

Russos confirmam que o governo sírio está a perder o controlo.

Dezembro 12, 2012

Mais uma aposta de Obama

Que tem tudo para dar mau resultado.

Novembro 29, 2012

Quem sou eu para julgar práticas culturais ancestrais?

Escravo preto castrado à venda no facebook.

Novembro 28, 2012

Quiz palestiniano

Filed under: Cartoons,Cultura,Energia,Internacional,Médio Oriente,Política — ruicarmo @ 20:26

 

The Dry Bones Blog.

Novembro 25, 2012

De uma sociedade virtuosa e livre

King Abdullah Bin Abdulaziz International Centre for Interreligious and Intercultural Dialogue abre uma delegação em Viena. Qual é mesmo o objecto de missão do centro?

Novembro 22, 2012

Gadget inovador

E exclusivo para mulheres.

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