Resumo esquemático das alternativas eleitorais (2)

O resumo esquemático das alternativas eleitorais feito pelo Carlos Guimarães Pinto tornou-se viral e superou já as 5.000 partilhas nas redes sociais e tem – compreensivelmente – suscitado inúmeras tentativas de resposta por parte de socialistas (como por exemplo esta no Aventar).

Continuo no entanto a achar, como já escrevi, que o mais sintomático é que o diagrama do Carlos vale mais do que todos os cartazes pirosos e ineptos da coligação PSD/CDS juntos.

Corações ao alto

Da exclusiva responsabilidade dos EUA, Israel e restantes mal-intencionados.

The Iranian-Saudi Proxy Wars Come to Mali

In schools, mosques, and cultural centers, Shiites and Sunnis are battling for African hearts and minds.

(…)

Neither Iran nor Saudi Arabia has explicitly promoted violence in Mali. Diabaté, along with his Sunni counterparts, makes it clear that “Shiites, like everyone else, know that extremist groups in the north show no mercy.” Yet the creation of previously nonexistent sectarian identities for political ends leads to divisions that become associated with political agendas.

Imam Baba Diallo, another member of the High Islamic Council of Mali, said he wants to organize interfaith dialogue between the different sects but has yet to find funding. He looks grave as he talks about the potential consequences of inaction.

“If we fail [to heal the divide], the next war will be between Sunni and Shiite,” he said.

No Fio da Navalha

O meu artigo de hoje no jornal ‘i’.

P.S.: Os meus dois artigos publicados nas duas primeiras semanas de Agosto – A linguagem; Ceuta.

Regresso a casa

Nunca me queixo de regressar ao trabalho. Atenção, caro leitor, que eu gosto das minhas férias. Passo-as com a família e entre amigos, no meio de conversas à beira de água, bem cedo na praia, devido ao filho pequeno, e que se estendem até à noite quando a preguiça antecede o dia seguinte.

No entanto, não sinto a angústia do regresso ao trabalho. Pelo contrário, se há altura no ano que aprecio em Lisboa é no final de Agosto, quando na capital se ouvem as cigarras e esta nos permite o que qualquer cidade digna desse nome nos pode dar, mas sem o amontoado de gente que durante o ano a ensurdece.

Lisboa respira no meu regresso de férias e eu, devidamente repousado, volto cheio de ideias e de projectos. Duas semanas de descanso enchem a cabeça de qualquer um. E o regresso a casa é um prazer a que se soma o lento declínio do Verão que registo com cuidado e gosto: as tarde ainda quentes, embora já mais curtas, um ou outro dia de chuva no entremeio e o cheiro da terra molhada a lembrar que Setembro está já aí.

O dia em que a brisa branda e agradável dá lugar ao vento que sopra frio e forte, prende-nos a atenção. E os dias com os pés a chapinhar na água morna de um mar sem ondas, torna-se na recordação de algo aprazível que se substitui por uma coisa boa, como a expectativa do regresso a casa numa cidade cheia, agitada, caótica e cansativa.

 

Do imperialismo chega o golfinho

golfinho

O mamífero marinho foi apanhado pelo Hamas em plena actividade subversiva. Terá sido presente a juíz e aguarda a presença de um tradutor.

Leitura complementar: Do imperialismo chega o cisne.

 

 

Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN (2)

Diário de Notícias publica direito de resposta. Por Fernando Alexandre.

O Diário de Notícias publica hoje o meu direito de resposta à caluniosa ‘notícia’ da autoria de Carlos Rodrigues Lima. Como mostro, para além do jornalista demonstrar desconhecer o meu depoimento ao Ministério Público (que terá sido a base da sua ‘notícia’), toda a sua argumentação assenta na deturpação duma passagem do meu depoimento, a qual cito ipsis verbis.

Aproveito para agradecer a todos o apoio neste processo e deixo-vos aqui a minha resposta:

Continuar a ler

Distopia na Amazon

O meu texto de hoje no Observador.

‘Espero que os meus caros leitores estejam atentos ao presente abalo no mundo ocidental. Primeiro surgiu a notícia no New York Times, que falou com cem ex-funcionários da Amazon e contou pormenores próprios das zonas mais negras da imaginação de George Orwell: pessoas com problemas sérios de saúde com más avaliações por não aguentarem o ritmo de quando estavam saudáveis, críticas das chefias que põem o mais robusto a chorar publicamente, quotas assumidamente darwinistas de pessoas a despedir em cada ano, denúncias anónimas sobre colegas, incentivo a um ambiente de conflito entre colegas, horários de trabalho que impedem vidas familiares ou namoricos e pelos vistos até se corre o risco de receber um e-mail do chefe a meio dos one night stand possíveis.

As ondas de choque, obedientes, sucederam-se, que afinal a Amazon é um dos pilares da vida moderna. Um executivo da Amazon fez na sua página de Linkedin uma refutação sentida daquilo que vê como calúnia à sua empresa e até o dono e fundador, Jeff Bezos, escreveu um e-mail (que nem tinha nada o objetivo de escapar para os media) afirmando que a Amazon do artigo do NY Times não era a sua Amazon e se faz favor que lhe contassem por mail eventos semelhantes aos espalmados no jornal.

A muito esquerdista Salon não tem largado o osso da malvada Amazon. A um bocadinho menos esquerdista Slate tem sido mais ponderada, questionando se cem trabalhadores podem ser representativos de uma empresa com mais de 150.000 ou se o ambiente de trabalho por lá será pior do que noutras empresas tecnológicas. The Guardian saliva de contentamento.

Eu, fazendo uso de toda a ponderação disponível na minha personalidade, tenho de reconhecer: o artigo do NY Times pôs em causa o meu modo de vida.’

O resto está aqui.

Quando a ditadura fiscal nos bate à porta (2)

O João Miguel Tavares respondeu no Público ao meu artigo desta semana no Observador (Quando a ditadura fiscal nos bate à porta).

Tentarei voltar ao tema se arranjar tempo para escrever alguma coisa em condições. Eventualmente no meu próximo artigo para o Observador.

Resumo dos programas eleitorais

Este resumo esquemático das alternativas eleitorais feito pelo Carlos Guimarães Pinto – que já superou as 2.000 partilhas nas redes sociais – vale mais do que todos os cartazes pirosos e ineptos da coligação PSD/CDS juntos. O que, além de dizer bastante sobre as qualidades do Carlos, diz também alguma coisa sobre a campanha da coligação. A sorte do PSD/CDS é que a campanha do PS liderado por António Costa tem sido o desastre que se tem visto…

Retratos de mais um messias canhoto

Corbyn

Corbynomics: A path to penury, de Adam Memon.

(…) As John Maynard Keynes once said, this is ‘an extraordinary example of how, starting with a mistake, a remorseless logician can end up in bedlam’. Of course many markets are not functioning as we would like them too. More often than not the fault rests with poorly targeted and excessive state intervention, and anti-competitive corporatism. Many markets need to be reformed but increasing state power, control and ownership is the antithesis of the reforms that are needed. In areas from tax policy to monetary policy, Corbynomics can only lead to chaos and calamity.  (…)

 

E Jeremy Corbyn’s Magical Mystery Tour, por Charles Crawford.

(…)  If the Labour Party chooses Corbyn as leader, it will be a power-play by the worst collectivists in our society to poison the well of intelligent public thought in favour of witchcraft.

Corbyn’s success will shift public debate towards anti-semitic populist collectivism, with an implied menace of fascist street violence and trades union bullying.

What in fact stands between one of the world’s leading economies and a brisk slump to Venezuelaisation? Maybe not much.

 

Leitura dominical

Pricura-se, a opinião de Alberto Gonçalves no DN.

Nas últimas eleições britânicas alguma imprensa discutiu os prós e os contras dos outdoors políticos. Concluiu-se que os primeiros são escassos (que espécie de tontinho decide o voto fundamentado num cartaz?) e que os segundos são imensos (na época das “redes sociais”, os cartazes são um convite à detecção do erro e à chacota). Evidentemente, os nossos partidos não estiveram atentos.

Sobretudo o PS, que em poucos dias condensou toda a incompetência, mau gosto e desconsideração pelo eleitorado que os outdoors conseguem traduzir. De imagens grotescas a mensagens auto-incriminatórias, culminando nas afirmações imaginárias de pessoas reais e, ao que parece, desconhecedoras da trapaça, os socialistas monopolizaram a atenção e o riso deste início de campanha. Quanto à coligação PSD/CDS, que ainda ria, viu-se logo a seguir metida numa trapalhada comparável, e comparável no sentido literal: a inépcia demonstrada pelo PS foi superior. Por muito que se tentasse dizer o contrário, a (ridícula) utilização de rostos indistintos e profissionais na tentativa de vender o peixe não é o mesmo que atribuir histórias a cidadãos portugueses que não as viveram. Também por isto, as rábulas dos cartazes constituíram uma razoável súmula do que se joga nas próximas “legislativas”.

Onde a coligação foge à verdade, o PS mente por vocação. Onde a coligação se orgulha de pouco, o PS não se envergonha de nada. Onde a coligação se esquece do que não fez, o PS quer que nos esqueçamos do que fez. Onde a coligação é um remendo sem esperança, o PS é a calamidade garantida. Em Outubro, os portugueses que ainda ligam a estas coisas e não acreditam nos delírios do PCP, das diversas agremiações “trotskistas” ou do “movimento” do sr. Martinho e Pinto rumarão às urnas decididos a escolher o mal menor. É triste? Não: é a pura democracia, que no seu melhor não é lugar de convicções ou entusiasmos, mas de resignação. A realidade é sempre mais melancólica do que o sonho. E, no fim de contas, menos perigosa.

De qualquer modo, o regime já terá amadurecido o suficiente para que, no fundo, as pessoas suspeitem que o único cartaz adequado a quase todos os políticos é aquele com a palavra “Procura-se” em baixo. E que só a recompensa varia.

o

O BCP e a Ongoing

BCP ficou com 6,2% da Pharol depois de executar penhor sobre ações da Ongoing

O BCP passou a deter uma participação qualificada de 6,1689% da Pharol, antiga PT SGPS. Este reforço resultou de uma execução de um penhor sobre ações da operadora dadas como garantia por um acionista que não é identificado no comunicado enviado esta madrugada à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). No entanto, o Observador sabe que os títulos eram detidos pela Ongoing de Nuno Vasconcellos, uma das maiores acionistas da Pharol. (…) Segundo a edição da semana passada do jornal Expresso, o BCP estaria prestes a executar garantias sobre a Ongoing, que é uma das maiores acionistas da Pharol. A dívida da empresa liderada por Nuno Vasconcellos ao banco ascenderá a mais de 230 milhões de euros. Para além das ações na antiga PT, também o Diário Económico, outro ativo da Ongoing, estará em processo de venda, uma operação que está a ser liderada pelo BESI. O BCP e o Novo Banco estão entre os maiores credores da Ongoing.

Continuar a ler

O endeusamento de António Costa e as suas consequências

cartaz

consequências. por Rui A.

Só que os problemas não se ficaram pelas sondagens. Foram as declarações sobre a melhora do país nos últimos anos. A saída trapalhona da Câmara de Lisboa. O disparate com a candidatura de Nóvoa. As eleições na Madeira. Os sms ameaçadores a um jornalista do Expresso. Os desaguisados com as listas de deputados. Os conflitos com o pessoal de Seguro. A exaltação do Syriza e o enrascanço em que por causa do Syriza se meteu. O amadorismo da pré-campanha. O absurdo dos cartazes com «histórias de vidas» inexistentes. A atitude divisionista para com Maria de Belém. E a coisa ameaça não ficar por aqui.

Continuar a ler

Jaime Quesado

Convém adicionalmente realçar o facto de Jaime Quesado ter sido seleccionado pela CRESAP entre duas dezenas de candidatos e depois escolhido pelo Governo entre os três finalistas para o cargo: The Quesado Generator. Por António Araújo.

Apesar de ter rosto e feições humanas, o Dr. Jaime Quesado, como sabemos, não existe. O que existe é um sucedâneo da Máquina de Turing, a Máquina de Quesado, também conhecida na gíria informática por Quesador. Feita de lata, de uma grande lata, o Quesador gera automaticamente textos, com sujeito e predicado, mas num dialecto próprio, o quesadês, que é uma linguagem empreendedora e tecnológica que ninguém percebe. Se alguém conseguisse ler o idioma quesadês rapidamente se daria conta que o Dr. Jaime Quesado anda há anos a reciclar os mesmos textos, ipsis verbis. A sinergia perfeita. Ou, para falarmos sério, o auto-plágio descarado

Continuar a ler

Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN

Sem surpresa, assim vai o “jornalismo” do Diário de Notícias: Sr. Director do Diário de Notícias: este leite está azedo. Por Fernando Alexandre.

Nos últimos anos, têm-se sucedido os casos de corrupção envolvendo quadros de topo da administração pública. Muitos factores contribuirão para este importante progresso da nossa sociedade e certamente alguém, um dia, escreverá a sua história, uma história em que os media terão o seu lugar.

Um dos casos de corrupção envolvendo um quadro de topo da administração pública é o do ex-director geral do Ministério da Administração Interna (MAI), o arquitecto João Correia, acusado de mais de 80 crimes, num processo com mais de uma dezena de arguidos (incluindo outros elementos da ex- Direcção Geral de Infraestruturas e Equipamentos do MAI, empresários e arquitectos). As denúncias de suspeitas de prática de actos ilícitos, que chegaram ao meu gabinete relativas àquele processo, foram imediatamente transmitidas às entidades competentes, estando na base da investigação que culminou na referida acusação.

Os media têm explorado este caso de diversos ângulos. O Diário de Notícias, no passado dia 8, pela mão do jornalista Carlos Rodrigues Lima, publicou um artigo com o título “Emails contradizem versão de ex-Secretário de Estado do MAI”, acompanhado do subtítulo “Fernando Alexandre disse ao MP que ex-diretor-geral acusado de corrupção não o informava sobre obras. Porém, mensagens até revelam marcação de reunião entre ambos.”

Seria de facto muito estranho que um Secretário de Estado, com a responsabilidade das infraestruturas e equipamentos do Ministério, nas suas reuniões com o Diretor Geral das Infraestruturas e Equipamentos, não discutisse obras – o MAI tem mais de 1000 instalações operacionais. Tal absurdo poderia ser notícia.

Como é óbvio, e ao contrário do que insinua o jornalista, eu não menti ao Ministério Público. No depoimento ao Ministério Público, em parte alguma, declaro que o referido director geral não me informava sobre obras. O que refiro no meu depoimento é que o ex-diretor geral, acusado, repito, de mais de 80 crimes, não me informou sobre algumas obras e sobre actividades inerentes às suas competências (ou outras como as que estão na origem da acusação do Ministério Público).

Continuar a ler

Não consigo “arranjar” um título

Muere ahogada en Dubái al no permitir su padre que los socorristas la tocaran

El padre dejó que su hija se ahogara antes que ser tocada por los miembros de un equipo de rescate que acudió en su ayuda

(…)

«El padre llevó a su mujer e hijos a un picnic a la playa. Los niños estuvieron nadando, cuando de repente la chica de 20 años comenzó a pedir ayuda. Dos hombres acudieron al rescate, sin embargo se encontraron con un obstáculo que les impedía llegar hasta ella. Este obstáculo eran las creencias de su padre que no permitían que un hombre la tocase porque la deshonrarían», contó el policía al mando.

«El padre era un hombre alto y fuerte. Empezó a empujar a los hombres y se puso violento con ellos. Dijo que prefería que muriese antes que ser tocada por unos extraños». (…)

Ainda o sectarismo

Ao ler os comentários ao meu artigo desta semana no Observador (Os sectários) reforço a minha convicção sobre a pertinência do texto mas, simultaneamente, fico ainda mais preocupado com a degradação do debate político em Portugal, com prejuízo para todos.

Perfil dos leitores d’O Insurgente

Aqui ficam alguns dados sobre o perfil da comunidade Insurgente (com base nas adesões à página d’O Insurgente no Facebook):

– A maioria (58%) está entre os 25 e os 44 anos.

– Em termos de países o top 10 é o seguinte:

1 – Portugal
2 – Brasil
3 – Reino Unido
4 – Angola
5 – EUA
6 – Espanha
7 – Alemanha
8 – Suíça
9 – França
10 – Bélgica

– Em termos de cidades o top 10 é o seguinte: Continuar a ler

230.000

A página d’O Insurgente no Facebook, que agrega já mais de 7.000 pessoas, atingiu nos últimos dias 7 dias pela primeira vez um alcance superior a 200.000 pessoas, mais exactamente: superior a 230.000.

Obrigado ao autor anónimo pelos cartazes e a todos os leitores pela preferência e divulgação.

Leitura dominical

Cenas de um casamento, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Se a história tem dias, o contexto tem literalmente barbas. Um futebolista português, Nuno Silva, apresentou-se na equipa espanhola que o contratou envergando uma T-shirt com o rosto do general Franco. Obviamente, o episódio foi notícia e as notícias falaram em “gafe” ou “péssimo gosto”, maçadas que nunca acontecem, por exemplo, aos portadores de T-shirts de “Che” Guevara, outro sociopata de renome.

O Sr. Silva desculpou-se e alegou ignorância sobre o ditador daqui do lado. Nunca vi alguém fazer o mesmo após passear a carranca do argentino. Percebe-se porquê: salvo naturais excepções, quem exibe a imagem do indivíduo conhece, ainda que superficialmente, o respectivo currículo. E gosta. Os campos de “reeducação”, as matanças, o racismo, a bestialidade do gesto e do discurso definem o carácter dos que legitimam a figura e compõem um “estilo” sem risco de polémica. Certas retóricas, não importa se assassinas, vestem melhor.

É constrangedor voltar a isto, mas constrange mais que, em 2015, os crimes do comunismo mereçam a indiferença, ou até a simpatia, que os crimes do fascismo felizmente nunca suscitaram. As vítimas deste foram mártires, as daquele obstáculos, baixas necessárias à construção do homem novo. Era assim em 1930 e assim continuamos, com as avaliações do Bem e do Mal hipotecadas a ideologias e com os representantes da iniquidade à solta por aí, a homenagear o “Che” nas T-shirts ou no olhar. Nos comentários da imprensa, nos programas de debate e nas notícias andam imensos, embora não sejam notícia pelas razões adequadas.

O verdadeiro culpado é António José Seguro

Margarida Martins. Responsabilidade na utilização de fotografias nos ‘outdoors’ é do PS

A presidente da Junta de Freguesia de Arroios disse que a responsabilidade da utilização das fotografias dos colaboradores da junta na campanha socialista é da organização do partido.

cartaz

“Respeitem as pessoas”

desemprego2010

PS pede desculpa pelo cartazes

Em reação à notícia do Observador, o PS apresentou um pedido de “desculpas públicas” pelos cartazes polémicos, em especial às pessoas implicadas”. E vai procurar “esclarecimentos pormenorizados”.

Mau demais…

“Esta história não é minha”. PS acusado de fabricar histórias dos cartazes

“A história não é minha. Aquela afirmação é falsa”. É assim que Maria João resume a utilização da sua fotografia colada à frase “Estou desempregada desde 2012, para o governo não existo” num dos polémicos cartazes do PS, em declarações ao Observador. Maria João diz que não estava desempregada e que não disse o que está no outdoor. Mais: acrescenta que quando tirou a fotografia, que viria a aparecer espalhada pelo país nos cartazes do partido, prestava até serviços à Junta de Freguesia de Arroios (socialista) e foi lá que o fotógrafo a apanhou. Mais ainda: diz não ter dado autorização para que a sua cara aparecesse nos cartazes, quer que o partido os retire das ruas e admite processar o PS por uso indevido de imagens. Mas a história com os polémicos cartazes não acaba aqui. Há mais dois casos na mesma junta.

Continuar a ler

Os cartazes não são o único problema do PS

antonio_costa_jose_socrates

Um artigo lúcido de Viriato Soromenho Marques, que deveria merecer a reflexão de todos os socialistas: A culpa não é de Edson.

Edson Athayde transformou-se num bode expiatório do mal-estar que grassa no PS. Nenhum mau cartaz consegue, contudo, explicar os motivos que justificam a dificuldade do PS em subir nas sondagens, reassumindo o seu papel tradicional de partido de alternativa na III República. Na verdade, as três razões pelas quais isso ocorre são de natureza política, e de culpa própria.

Continuar a ler

Rui Paulo Figueiredo sobre o surreal marketing do PS

Blogar faz mal à saúde

Blogger Hacked to Death in Bangladesh, Fourth This Year

Attackers armed with machetes killed a blogger in Bangladesh on Friday, the fourth killing of an online critic of religious extremism in less than six months.

Niloy Chatterjee, 40, who advocated secularism, was killed in his flat in the capital Dhaka, said police official Mustafizur Rahman.

“We are speechless. He was demanding justice for the killing of other bloggers,” said Imran Sarker, head of a network of activists and bloggers.

“Who will be next for demanding justice for Niloy?”

Chatterjee, who used the pen-name Niloy Neel, was a critic of religious extremism that led to bombings in mosques and the killing of civilians, Sarker said.

Chatterjee was also one of hundreds of bloggers driving a movement demanding the death penalty for Islamist leaders accused of atrocities in Bangladesh’s 1971 war of independence.