Notícias frescas da revolução

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“Chávez nosso que estás no céu, na terra, no mar e em nós, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu legado para o levarmos aos povos. Dá-nos hoje a tua luz para que nos guie todos os dias, não nos deixes cair em tentação do capitalismo e livrai-nos da maldade da oligarquía, do crime do contrabando porque nossa é a pátria, a paz e a vida.”

A revolução venezuelana encontra-se numa fase de velocidade de cruzeiro que exige cada vez mais formação nos valores do Messias Chávez no combate diário nas ruas, lojas, mercados, criando, construindo e fazendo a revolução.

Sin alimentos, ni medicinas

Caracas: once horas para comprar carne

Para el cierre de 2015 la inflación en el país latinoamericano podría llegar a 200%

El sueldo mínimo en la patria de Nicolás Maduro ronda los 7.200 bolívares (1.072 euros)

La mayoría de la comida la importa el Gobierno, pues casi no hay producción nacional

Los productos que escasean en Venezuela solo pueden comprarse una vez a la semana

Las colas para comprar comida y las peleas entre los clientes afectan a los comerciantes

 

O melhor mês de sempre d’O Insurgente

Conforme já aqui havia dado conta, Julho de 2015 foi o melhor mês de sempre em termos de audiências n’O Insurgente. O mês terminou com mais de 348.000 visitas registadas no site, com a média de visitas diárias a superar em Julho de 2015 pela primeira vez a marca das 11.000.

No que diz respeito a outros canais de divulgação, para além das muitas pessoas que seguem O Insurgente através dos mais variados readers e por email, a página d’O Insurgente no Facebook agrega já mais de 6.700 pessoas e o blogue conta também com mais de 1.900 seguidores via Twitter.

Obrigado a todos os leitores pela preferência.

Leitura recomendada

O ataque terrorista que vitimou uma família palestiniana deve ser condenado. A começar por todos aqueles que simpatizam com a ideia da existência do Estado de Israel. Por esse motivo, aconselho a leitura do texto de Jonathan S. Tobin, na Commentary.

Israel was shaken today by the news that last night what is believed to be a group of Jewish terrorists conducted an arson attack in the West Bank village of Duma that left an 18-month-old child dead and his four-year-old brother gravely injured. This atrocity has been roundly condemned by the Israeli government and authorities have promised that those responsible will be caught and punished to the full extent of the law. Yet the likely fate of these terrorists is not the most important issue at the moment. For many the crime calls into question what is believed to be a lenient attitude on the part of Israeli authorities to violent extremists living in West Bank settlements thought to be behind the attack. While the situation in the settlements is far more complex than that conclusion, Palestinians are already branding the Israeli government as being somehow responsible for the murder, a stance that will no doubt be echoed by Israel-haters around the world. But while such charges are rooted more in prejudice against Israel than the facts, the Jewish state must seize this moment to engage in more than just the routine soul searching that occurs anytime an Israeli does something awful. (…)

 

But the events of the last week show that it isn’t good enough for Jews to merely condemn an Arab and Muslim political culture that will not allow peace to happen. It is also incumbent on Israelis and their friends to acknowledge that horrors such as those that occurred at Duma only serve to justify Arab hatred and serve the cause of the Islamist haters that are gaining ground throughout the Middle East. Just as we are right to ask Muslims to police their extremists, so, too, must Jews also act against their haters.

There should be zero tolerance for hate and terror among both Arabs and Jews. Unfortunately, there seems little chance that Palestinians will isolate and reject Fatah-linked terrorists, Hamas and Islamic Jihad the way Israelis are condemning the Duma killers. Indeed, the calls for more terror attacks on Jews in response to Duma from the government of the independent Palestinian state in all but name in Gaza have already begun. But the answer begins with appropriate action against the terrorists and those who support them by the Israeli government.

 

Desemprego continua a descer em Portugal

A taxa de desemprego continua a diminuir de forma consistente desde o início de 2013. Mais uma excelente notícia para Portugal e para os portugueses, excepto para quem aposta na demagogia e em velhas falácias keynesianas para tentar chegar ao poder: Taxa de desemprego ficou nos 12,4% em junho. Valor de maio foi corrigido em forte baixa

636,4 mil desempregados em junho, ficando a taxa de 12,4%, informou o INE. Entretanto a taxa de maio, antes estimada em 13,2%, foi revista em baixa para 12,4%. É o valor mais baixo desde julho de 2011

Feministas (da subespécie louca) que afinal gostam de piropos

O meu texto de ontem no Observador.

‘O cruzamento entre feminismo e esquerdismo é mais perigoso do que uma guerra nuclear declarada. Não por culpa do feminismo, claro, que ainda faz muita falta. Mas o esquerdismo é assim: pega num bom conceito, tritura os neurónios ao seu portador e apresenta-nos os resultados. Com o cristianismo sucede a mesma coisa. Conheço muito católico de esquerda que transporta o sonho de viver numa espécie de comunismo beato, numa casa albergando várias famílias vivendo comunitariamente, educando a criançada em conjunto, partilhando cozinha, e outras ideias aterradoras semelhantes. Quando cruzado com o esquerdismo, nada está a salvo.

De volta ao feminismo (versão histérica) acrescentado de esquerdismo. Li no outro dia um texto sobre piropos de Jessica Valenti, antes feroz denunciadora desta calamidade (com rival só no degelo das calotes polares) que é o piropo de rua. Que agora fica insegura se nenhum senhor desconhecido com quem se cruza não faz uns barulhos esquisitos nem lhe dirige nenhum impropério hardcore. Que pensa que está particularmente atraente no dia em que (enfim, enfim!) os impropérios regressam. Que se questiona angustiadamente se aos 36 anos já passou o seu ‘last fuckable day’.

Perante isto, penso que é bom fazer aqui uma proposta para as nossas políticas de saúde. Isto porque nós também temos excesso de oferta desta subespécie feminista que perde tanto do seu claramente pouco precioso tempo a clamar contra esse problema – inexistente para a maioria das mulheres – que são as opiniões de desconhecidos oferecidas na rua. E só não lemos textos como o de Jessica Valenti porque afinal as nossas feministas, subespécie louca, não são tão desassombradas a olharem para si próprias (levam-se demasiado a sério e desconhecem o auto-humor) nem entendem a ambiguidade. Assim, parece-me oportuno sugerir que aquela consulta obrigatória de apoio psicológico para as mulheres que querem abortar seria bem mais útil se dirigida para estas feministas bipolares.’

O resto está aqui.

Os mandatários do partido unipessessoal de Rui Tavares

Segundo o Público

São dois nomes bem conhecidos dos portugueses. O psiquiatra e sexólogo Júlio Machado Vaz e o sociólogo e professor catedrático jubilado Boaventura de Sousa Santos, são os mandatários do Livre Tempo de Avançar para a campanha às eleições legislativas de Outubro. No primeiro caso, é o mandatário pelo Porto; no segundo, por Coimbra.

Manuel Luís Goucha, Cristina Ferreira e Jorge Jesus também são outros nomes bem conhecidos dos portugueses.

A segurança social e os irresponsáveis

Os problemas aqui bem sintetizados por José Carlos Alexandre são provavelmente a questão decisiva para as políticas sociais nas próximas décadas – com profundas implicações económicas, sociais e políticas – mas estranhamente ninguém parece muito interessado em debatê-las seriamente: Números do desespero

Nos últimos três anos, foram transferidos do Orçamento do Estado (OE) 3,4 mil milhões de euros para cobrir os défices da segurança social. O fundo de estabilização (um subsistema de capitalização da segurança social) cifrava-se em 2014 em pouco mais de 3 mil milhões, o suficiente para pagar seis ou sete de meses de pensões em caso de emergência. Além disso, foi necessário transferir, em 2014, mais de quatro mil milhões do OE para a Caixa Geral de Aposentações. Neste momento, há 1,5 activos para 1 pensionista. Segundo um estudo recente da Comissão Europeia, em 2060, mantendo-se as actuais tendências (e consideraram nesse estudo uma taxa média de 8% de desemprego), cada português receberá apenas 30% do seu último salário.

(…)

Esta gente (partidos e a maioria dos comentadores), uma cambada de irresponsáveis, com o argumento de que discutir o problema implica alimentar um conflito geracional, está a empurrar com a barriga e a arranjar um conflito geracional explosivo no futuro.

Medina ajuda os carenciados

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Câmara de Lisboa dá a mão à Fundação Ricardo Espírito Santo.

Para nos lembrarmos que  a função do estado – poder central e local – é  ajudar as fundações.

Compreender o putinismo XXVII

Putin

Geórgia, a renovada linha da frente da guerra na Ucrânia.

Last week, Russia completed its latest land-grab in Georgia. Having interfered in, and, ultimately, illegally occupied, the province of South Ossetia since the early 1990s, Russia has gradually consolidated its position, erecting barbed-wire fencing and expensive CCTV equipment to supervise its area of control.

The most recent operation has pushed the so-called “Republic of South Ossetia” a further 300 metres (980 feet) into Georgia, splitting farms in half and bringing a kilometre-long portion of BP’s Baku-Supsa pipeline, which carries oil from Azerbaijan to the Black Sea, under Russia’s control.

Georgia’s main east-west highway is now only 950 metres from an area now securitised by the Russian army.

The strategic value to Russia of the country having such a strong hold on energy flows from the Caspian to the Black Sea, as well as holding a key vantage point over Georgia’s east to west traffic flows and troop movements, is clear for all to see.

What’s less clear, however, is why the European Union and the United States have been so muted in recent months.

Russia has not been shy in signposting its intentions. Indeed, their latest territorial incursion follows an agreement signed in March between Vladimir Putin and the breakaway region’s President Leonid Tibilov aimed at further assimilating South Ossetia into the Russian Federation and harmonising defence and economic policy between the two.

With Russia on the verge of orchestrating a Crimea-style annexation of South Ossetia, the expansion of territory makes a lot of sense to Moscow.

Leitura complementar, If Europe is from Venus, then Russia is from Mars.

 

Anthony Hervey

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Black Mississippi Confederate flag supporter dies after rally when ‘car full of jeering African American men forced him off the road’

A black Mississippi man who often dressed in Confederate regalia to support the state flag has died in a one-car accident.

The Highway Patrol says 49-year-old Anthony Hervey was killed Sunday when the 2005 Ford Explorer he was driving left the roadway and overturned on Mississippi Highway 6 in Lafayette County.

A passenger in Harvey’s car, Arlene Barnum, tells The Associated Press that Hervey swerved and crashed after another vehicle carrying four or five young black men pulled up alongside them, yelling and looking angry.

As contradições internas do progressismo (2)

Swedish Nationalists Plan Gay Pride March Through Muslim Area: Left Is Outraged

Jan Sjunnesson, former editor-in-chief of Samtiden, the newspaper of the right wing Sweden Democrats, is organising Pride Järva – which he says will feature men kissing – to go through the Stockholm districts of Tensta and Husby. According to some estimates, these areas are up to 75 per cent Muslim.

Organisers said there was no dress code, adding: “You could take the opportunity to tan your belly and legs in the sunny weather.”

However, angry left wing and gay rights activists have taken to Facebook, denouncing the planned pride march as “right wing”, “xenophobic” and “pure racism”.

A counter-demonstration is now planned, with organisers claiming Järva Pride “pits two oppressed groups against one another.”

Taxpayer-funded gay rights group RFSL has distanced itself from the pride march, accusing it of promoting racism and white privilege, while some activists are even calling for the organisers to be arrested for “hate speech”.

Saí um Nobel para Blatter

putinblatter

 

Relações que fazem sentido e que dão frutos.

Russian president Vladimir Putin believes FIFA president Sepp Blatter is worthy of the Nobel Prize.

“I think people like Mr. Blatter or the heads of big international sporting federations, or the Olympic Games, deserve a special recognition.” Putin said on a Swiss television station, according to Reuters. “If there is anyone who deserves the Nobel prize, it’s those people.”

Putin also said he doesn’t believe Blatter is personally guilty of corruption despite a widespread corruption scandal engulfing FIFA.

Estão avisados

kim

América, o Inverno está a chegar.

North Korea would “leave no Americans alive” should the two countries again meet on the battlefield, the hermit country’s leader, Kim Jong-un, threatened on Monday.

The country is in the midst of celebrating the 62nd anniversary of the armistice agreement that put a decades-long freeze on the Korean War. A peace treaty was never signed and Pyongyang has continued to celebrate the agreement as a victory in the war.

On Monday, after a weekend of pompous speeches by the reclusive country’s leaders, the streets in its capital city were decked with flags and banners as crowds cheered its “victory over U.S. imperialism.”

 

 

A impunidade dos progressistas

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Os enganados. Por Helena Matos.

Quem declarou que “A estratégia do Syriza foi perdedora desde o início” ou que “Governo grego foi de uma enorme imprudência” foram respectivamente os mesmos Ricardo Paes Mamede e António Costa que antes declaravam “Syriza já conseguiu mais do que qualquer Governo bem comportado na Europa” e “Vitória do Syriza é um sinal de mudança que dá força para seguir a mesma linha”.

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Toma, embrulha e aprende

As pessoas – principalmente as mulheres ocidentais, com óbvias manias de superioridade  – têm que respetar a diversidade, as especificidades culturais e legais de países como o Irão ou a Arábia Saudita.

Leitura Dominical

Costa e castigo, a opinião de Alberto Gonçalves no DN.

Não era difícil prever o desastre que é António Costa. Os primeiros indícios chegaram com o culto da “inteligência” caseira, que se destaca pela portentosa falta da dita e atabalhoadamente tentou converter um amorfo funcionário do PS no D. Sebastião de 2014. Os sinais acentuaram-se durante o combate contra Seguro, raro momento em que, por comparação, este se assemelhou a um estadista promissor ou, vá lá, a um ser vivo. Chegado à liderança do partido, o dr. Costa continuou a provar com espantosa frequência que a inabilidade na gestão de uma autarquia não basta para governar um país. Não era difícil prever o desastre: difícil era adivinhar a respectiva dimensão.

Comentadores magnânimos atribuem o fiasco a factores externos, da prisão de Sócrates ao advento do Syriza. Na sua generosidade, esquecem-se de acrescentar que, sozinha, a brutal inépcia do dr. Costa, que possui a firmeza da esparguete cozida, transformou cada eventual obstáculo numa cordilheira inultrapassável.

Sobre Sócrates, o dr. Costa começou tipicamente por avaliar mal o “sentimento” popular e defender com tremeliques de orgulho as proezas do preso 44 enquanto primeiro-ministro. Uma bela manhã até desceu a Évora. Meses depois, numa exibição de objectividade sem precedentes, o dr. Costa criticou um governo de que ele próprio fez parte e jurou, sem jurar, não repetir a excursão alentejana.

Sobre o Syriza, o dr. Costa já disse tudo e o seu oposto, de acordo com o que tomou pelo clima do momento. Qualquer hipotético avanço dos maluquinhos que fingem mandar na Grécia tinha o dr. Costa, dez minutos decorridos, a erguê-los ao estatuto de farol da Europa. Em vinte minutos, os avanços recuavam estrategicamente e a apreciação do dr. Costa também: uma ocasião, apelidou o Syriza de “tonto”. Mas isso foi antes do referendo, em que o Syriza voltou a ser sublime. E o referendo foi antes do acordo, em que o glamour do Syriza regressou a níveis da peste bubónica.

Nos intervalos dos Grandes Temas, o dr. Costa desdobrou-se a opinar acerca de temas minúsculos, naquele português de causar inveja a Jorge Jesus e sempre no lado errado do discernimento: o “investimento” público (promete muito), a austeridade (é uma péssima opção), a autonomia dos autarcas (quer reforçá-la), a “lusofonia” (acha-a linda). Nos intervalos dos intervalos, passeou o currículo democrático e arranjou uma guerra interna com as “bases” do PS, que consultaram as sondagens e desataram a questionar a infalibilidade do chefe. As cambalhotas em volta dos (inacreditáveis) candidatos presidenciais não ajudaram. Nem os abraços aos socialistas franceses que, afinal, conspiram para varrer Portugal do euro. Nem nada.

Resta apurar se a tendência para a calamidade é involuntária ou propositada. A verdade é que o dr. Costa conseguiu, em pouco tempo, renovar as esperanças eleitorais da coligação no poder. Um tiro no pé do Governo é invariavelmente seguido por uma explosão auto-infligida no porta-aviões do PS. Se o PS perder as eleições, o mérito será inteirinho do dr. Costa. Se ganhar, é Portugal que não merece melhor. E pior parece impossível

A ADSE só está bem quando é deficitária ?

O meu artigo de hoje no Observador: O estranho caso da ADSE.

Estranhamente, enquanto se sucederam saldos negativos da ADSE suportados pelo Estado nunca foram levantados problemas, mas o saldo positivo de 2014 gerou uma onda política e mediática de indignação.

A “entrevista” a Pedro Passos Coelho na TVI (2)

Portugal como ele é. Por Helena Matos.

Se algo similar tivesse acontecido com um líder de esquerda a pátria estava em comoção. Assim é uma piada. Como era óbvio o painel que fez perguntas a Passos Coelho era muito diferente no tom e na atitude daquele que António Costa enfrentou.

Leitura complementar: A “entrevista” a Pedro Passos Coelho na TVI.

A “entrevista” a Pedro Passos Coelho na TVI

Não sei bem como classificar o que se passou na TVI no dia 23, mas “entrevista” não será certamente a designação mais adequada (e não apenas – ainda que também – pelos casos de Celso Miranda e Rodrigo Rivera).

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Intervenção de Rodrigo Rivera na “entrevista” a Pedro Passos Coelho na TVI.

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Intervenção de Celso Miranda na “entrevista” a Pedro Passos Coelho na TVI.

A PT já não é o que era ?

PT Portugal vai reduzir número de directores em mais de 40%
PT quer cortar nos pagamentos à RTP, SIC e TVI para transmissão de canais no cabo

Duas notícias que ajudam a perceber melhor a feroz oposição de que foi alvo a compra da PT pela Altice. Esteve muito bem o actual Governo ao não ceder às pressões para travar a operação, contrariamente ao que infelizmente sucedeu em circunstâncias semelhantes no passado.

No paraíso socialista

O Querido continua a tradição de olhar para as coisas na mais bem conseguida democracia popular de que há memória

O Querido continua a tradição de olhar para as coisas na mais bem conseguida democracia popular de que há memória

A idolatria ao serviço do Querido Irmão.

Ending months of speculation, Daily NK has learned that Kim Yo Jong, Kim Jong Un’s younger sister, has been put in charge of idolization projects for the leadership within the Propaganda and Agitation Department [PAD], while the head of the group, Kim Ki Nam, has been relegated to a supportive role therein.

A source close to North Korea in Japan told Daily NK on the 20th, “Kim Yo Jong is assisting in consolidating Kim Jong Un’s power, which is what her aunt, Kim Kyong Hui, once did. As vice director of the Propaganda and Agitation Department, Kim Yo Jong is actually in power and leading idolization projects related to Kim Jong Un.”

This news was corroborated by an additional source within North Korea, but for her safety Daily NK cannot release her region.

The source added that Kim Jong Un, currently in his fourth year at the helm of North Korea, directly assigned his sister to the project in order to fortify idolization projects perpetuating the regime’s cult of personality, a cornerstone of the system.

“It is said that Kim Jong Un has the utmost trust and confidence in his sister,” he asserted, speculating that Kim Jong Un saw his sister as the most apt person to undertake the task of promulgating the “Greatest Dignity,” given that she herself shares the legitimating bloodline [Baekdu bloodline] of the North Korean leadership widely and frequently proclaimed by official propaganda outlets.

Her status as his biological sister places her on a pedestal of trust amid the leader’s cycle of purges, which the source described as “indicative of Kim Jong Un’s overall lack of trust among the Party cadres surrounding him.”

# Boicote Hollande

O meu texto de ontem no Observador.

‘Há uns dias soube desta imaginativa campanha que visa convencer os indignados do mundo a boicotar os produtos alemães. Com hashtag no twitter e tudo, como toda a campanha respeitável tem por estes dias.

Tenho a informar que fiquei agradavelmente surpreendida. Também sou dessas pessoas que se recusa a gastar dinheiro no que ofende as minhas convicções. Recuso-me a dar dinheiro a propaganda socialista travestida de jornalismo, por exemplo. Só depois de tortura digna da Gestapo ponderaria gastar o meu dinheiro com o tratado francês de José Sócrates (no que, de resto, estou acompanhada de todos os portugueses, que mostraram grande maturidade literária ao fingir que a magna obra não existia). Ou, já que penso nisso, com as recentes biografias de Passos Coelho e António Costa. Sabendo a quantidade de abortos que a senhora fez, nem por 50€ compraria um quadro de Paula Rego. E por aí fora.

Como me identifico com o espírito da campanha, decidi caridosamente ajudar. Desde logo porque notei que na hashtag tuiteira, que pretendia remeter a Alemanha à pobreza mais cubana pelo boicote mundial das pessoas decentes aos seus produtos, escasseavam afinal os produtos alemães que se deviam boicotar. O mais concreto que por lá vi foi ‘No more German porn #boycottgermany’.

Fiquei com medo que, afinal, a campanha se reduza a um indignado – com banho por tomar há uma semana, barba à moda das zonas tribais do Paquistão, a mesma t-shirt preta justa de marca Boss Orange (tss, tss, alemã) vestida há quatro dias e quatro noites, a mandar um tuite anti-essa-cáfila-germânico-financeira enquanto sentado no banco aquecido do seu Volkswagen. Por isso decidi intervir, que é sempre bom ajudar pessoas a serem algo mais que revolucionários de smartphone. Aqui vão, portanto, vários produtos germânicos a boicotar.’

O resto está aqui.

No Fio da Navalha

O meu artigo no jornal ‘i’ de hoje.

A globalização é tramada

Quando Alexis Tsipras assinou o acordo com os credores, e se percebeu que o Syriza tinha traído o povo grego prometendo-lhe o que não era possível cumprir, foi manifesto o sentimento de revolta. Por cá, como é frequente entre a extrema-esquerda, a rebelião fez-se contra os credores, com a Alemanha à cabeça. Reconhecer o erro seria repensar a vida e isso não é possível entre crentes crédulos. Punir terceiros é mais fácil.

Mas até aqui o tiro falhou o alvo. Entre as várias propostas que ouvi, até por gente dita ilustre, constava o boicote aos produtos alemães: deixemos de comprar BMW, Mercedes e outros bens mais modestos e os alemães vergam-se perante nós. Sucede que há um problema. Aliás, dois.

Primeiro, é difícil obrigar 10 milhões de pessoas a não comprar produtos alemães. Mas, e em segundo, o pior é que estes não existem. Na era em que vivemos há algo que nos protege a todos dos déspotas de sofá: chama-se globalização. Devido a ela, os ditos produtos alemães são fabricados no mundo inteiro; até em Portugal, como se passa na Autoeuropa.

Comprar marcas alemãs é comprar produtos feitos em Portugal e noutros sítios. Donde, não os comprar será punir, não só os alemães, mas os portugueses e todos os outros que fabricam esses produtos. É destruir, nesses países, postos de trabalho, salários, modos de vida que existem porque os alemães, esses exploradores que poupam e investem, criaram empregos. A esquerda odeia impossíveis. Acontece que os encontramos quando não existe aquilo de que se fala.

Em Loures também há festa rija

North Korea Elections Achieve 99.97% Turnout

Voters in North Korea’s local elections “dance and sing” their way to the polls, where they have one candidate to choose from. (…)

The elections were Mr Kim’s first at a local level since he inherited the position in 2011, with voters reportedly  “singing and dancing” as they cast their vote at polling stations “clad in a festive atmosphere”.

Pyongyang’s official Korean Central News Agency said: “All participants took part in the elections with extraordinary enthusiasm to cement the revolutionary power through the elections of deputies to the local people’s assemblies”. (…)

Black police officer helping white supremacist at KKK rally – South Carolina

Viral Photo Shows Black Police Officer Helping White Supremacist At Ku Klux Klan Rally

The powerful photo, captured by Twitter user Rob Godfrey, shows police officer Leroy Smith helping the unidentified KKK supporter out of the sun. The older man, pictured wearing a National Socialist Movement t-shirt, is said to have been struggling in the scorching Columbia heat when Smith went to his aid.

The photo has gone viral this weekend as netizens praise the officer’s extraordinary show of professionalism and grace under such trying circumstances.

Leitura dominical

Uma péssima ideia, a opinião de Alberto Gonçalves no DN.

“Fernando Medina, presidente da Câmara de Lisboa, é o novo comentador da TVI24.” Num país menos exótico, isto seria uma gravíssima acusação de estações rivais, que a TVI tentaria esconder ou levar para tribunal. Em Portugal, é o rodapé orgulhoso da própria TVI, que cumpre uma tradição muito nossa e, por troca com Augusto Santos Silva (que cumprindo outra tradição local anda para aí a berrar “censura!”), põe na televisão mais um político a aliviar-se de palpites sobre política.

Em nenhum lugar civilizado da Terra se vê semelhante aberração: funcionários e avençados dos partidos (os segundos são apresentados, decerto com sarcasmo, como “independentes”) pagos para emitir uma opinião regular sobre a sua actividade. Nem os futebolistas que falam na união da equipa e na cabeça levantada promovem espectáculo tão redundante (de resto, os funcionários e avençados dos partidos também não se esquecem de comentar futebol).

Para cúmulo, isto acontece ao mesmo tempo em que, por falta de audiências, os canais fogem dos tempos de antena convencionais, que sempre incluem Carmelinda Pereira, Garcia Pereira e o ocasional excêntrico chamado ou não chamado Pereira. Que esperança existirá para um eleitorado sem paciência para a divertida Carmelinda mas pelos vistos apático o suficiente para ouvir, ao longo de 40 minutos semanais, as convicções de um autarca ou as apostas de um secretário de Estado, invariavelmente coincidentes com as dos partidos que servem ou que tencionam vir a servir? Pouca, a não ser que os espectadores em causa sigam um rigoroso tratamento médico com vista à substituição de sedativos. Já a substituição do Dr. Santos Silva pelo tal Medina não faz qualquer diferença: no fundo, essa gente não merece comentários.