O Insurgente

Maio 1, 2012

Filosofia Liberal – O Liberalismo definido

Para quem não sabe o bê-a-bá do Liberalismo:

Versões:
Philosophy of Freedom: Flash (PTESFREN), SiteDownload & Youtube (PTESFREN)
Podem ver este e diversos outros recursos interessantes na minha página de links.

Paul vs Paul

Admito que preferia ver o Krugman enfrentar o Peter Schiff, mas de qualquer maneira o Ron Paul desmascara bem as posições de um senhor que está para o Nobel da Economia como Kissinger e o seu homólogo vietnamita estiveram para o Nobel da Paz.

 

 

Março 26, 2012

Podcast do Instituto Mises Brasil: entrevista com Fábio Barbieri

Filed under: Brasil,Economia,Ludwig von Mises — Bruno Garschagen @ 22:01

 

No Podcast do Instituto Ludwig von Mises Brasil da semana passada eu entrevistei Fábio Barbieri, doutor em Economia e professor da Universidade de São Paulo (USP). A entrevista está dividida: 1ª Parte e 2ª Parte.

Barbieri explicou a teoria Austríaca do intervencionismo, tema de sua palestra na III Conferência de Escola Austríaca que será realizada em São Paulo nos dias 12 e 13 de maio. O professor também explicou porque o falibilismo deve ser um dos elementos estruturais do pensamento liberal, falou sobre sua história acadêmica e a respeito dos seus estudos sobre a complexidade em economia e teoria do processo de mercado.

Este podcast e os anteriores também estão disponíveis na iTunes Store do IMB.

Março 20, 2012

Laundered Money

Artigo original (no site Mises.org, por Joseph Salerno)

Under cover of its multiplicity of fabricated wars on drugs, terror, tax evasion, and organized crime, the US government has long been waging a hidden war on cash. One symptom of the war is that the largest denomination of US currency is the $100 note, whose ever-eroding purchasing power is far below the purchasing power of the €500 note. US currency used to be issued in denominations running up to $10,000 (including also $500; $1,000; $5,000 notes). There was even a $100,000 note issued for transactions among Federal Reserve banks. The United States stopped printing large denomination notes in 1945 and officially discontinued their issuance in 1969, when the Fed began removing them from circulation. Since then the largest currency note available to the general public has a face value of $100. But since 1969, the inflationary monetary policy of the Fed has caused the US dollar to depreciate by over 80 percent, so that a $100 note in 2010 possessed a purchasing power of only $16.83 in 1969 dollars. That is less purchasing power than a $20 bill in 1969!

Despite this enormous depreciation, the Federal Reserve has steadfastly refused to issue notes of larger denomination. This has made large cash transactions extremely inconvenient and has forced the American public to make much greater use than is optimal of electronic-payment methods. Of course, this is precisely the intent of the US government. The purpose of its ongoing breach of long-established laws regarding financial privacy is to make it easier to monitor the economic affairs and abrogate the financial privacy of its citizens, ostensibly to secure their safety from Colombian drug lords, Al Qaeda operatives, and tax cheats and other nefarious white-collar criminals.

(mais…)

Março 5, 2012

Podcast do Instituto Mises Brasil

Filed under: Brasil,Economia,Ludwig von Mises,Política — Bruno Garschagen @ 18:58

No mais recente Podcast do Instituto Mises Brasil eu entrevisto Anthony Ling, Arquiteto e Urbanista e autor do blog Rendering Freedom, que explicou o conceito de “seasteading”, cujo objetivo é construir comunidades autônomas e independentes em áreas de alto mar que hoje não pertencem a nenhum país, e sobre os dois projetos dos quais participou, um do Seasteading Institute e outro do Blueseed.

Anthony falou sobre o projeto de regularização fundiária promovido pelo Instituto Atlântico para a concessão de títulos de propriedade à comunidade do Morro do Cantagalo, no Rio de Janeiro, nos moldes do que foi feito no Peru, baseado na ideia do economista Hernando de Soto, e também sobre urbanismo de mercado, de que forma a regulação urbana provoca o surgimento de favelas e contribui para desde o aumento do trânsito até a falta de bons restaurantes em uma cidade, e de como ruas públicas “gratuitas” danificam a cidade.

Os podcasts anteriores estão disponíveis na página do Instituto Mises Brasil e na iTunes Store.

Fevereiro 15, 2012

5 Pistas de Esquerdismo Profundo

Você sabe que sofre de Esquerdismo profundo se tem diversos dos seguintes sintomas:

1. Personificação de Colectivos - Culpa os males do mundo a entidades que não existem como “A Sociedade”, “A Economia de Mercado”, “O Mercado de Trabalho”, “A Pobreza” ou “Esses Capitalistas” (que eu nem sei quem são, pois se há inimigos do capitalismo são esses que geralmente são referidos nestas situações). Se chega ao ponto de usar estes substantivos colectivos como sujeitos de frases, tipo “O Mercado de Trabalho é que obrigou o Joaquim a aceitar aquelas condições” ou “A Pobreza existente neste país levou a que ele ter de trabalhar em 2 empregos”, então… Obviamente estas frases são apenas destinadas a esconder os verdadeiros culpados, desresponsabilizando-os, e não permitindo atacar verdadeiramente o problema. Ou por preguiça intelectual, ou por incapacidade de compreensão da situação.

2. Atracção pelos Paradoxos - Ciências que lidem com fenómenos a escalas muito pequenas ou muito grandes (física, química, astronomia, entre outras) muitas vezes chegam a resultados contrários ao que parecia a uma pessoa simplesmente usando o senso comum. Aparentemente, isto preparou a mente de algumas pessoas para aceitar que eventos muito mais banais e à escala humana também deverão na verdade ser explicados por uma teoria contrária à percepção comum. Aceitar o senso comum traz consigo o rótulo de ingénuo, enquanto que preparação para o contrariar é a marca do sofisticado.
Exemplos: Punição não desincentiva, Casamento é como Prostituição, Machos são inerentemente iguais a Fêmeas, Indivíduos a livremente realizarem contratos estão a ser coagidos mas adquirir sapatos do único fornecedor numa loja soviética era liberdade, a inteligência é irrelevante para o sucesso na vida e qualquer aluno pode atingir qualquer nível se o seu professor acreditar que ele pode, dar dinheiro a mulheres por terem filhos ilegítimos desencoraja-as de terem filhos ilegítimos, taxar algo – como o trabalho – leva a que haja mais disso, Estaline e Che Guevara eram tipos porreiros.

3. Sentimento de Missão - Inveja, Culpa, Identificação com o Fraco, a Perspectiva de Gerir a Máquina Estatal, … muitas podem ser as causas para desejar expandir o Estado. E claro desejar ser quem o faz, ou pelo menos estar próximo de quem o faça. Este sentimento é fundamental e, claro, tem que ser tudo menos racional, resistindo a todo e qualquer argumento sobre as falhas do Estado.

4. Sentimento de Revolta - Sem o correspondente desejo de resolver a situação por si, claro. A culpa da sua situação não é sua (como visto no ponto 1). A riqueza existente neste mundo é fixa (o crescimento económico não existe e o crescimento do PIB é só devido à Inflação) e portanto alguém ficou com a sua parte. Provavelmente uma daquelas pessoas que têm muito dinheiro e que não faz mais nada senão receber juros do mesmo – sendo ele cada vez mais rico e os outros cada vez mais pobres. Sim, é mesmo isso. Até porque os camaradas (que percebem tanto de criação de riqueza como a “vítima”) confirmam.

5 – O que é meu, é meu. O que é teu, é nosso. - Obviamente. Dúvidas?

Por fim, fica um pequeno estudo da Anatomia de um verdadeiro “Avantis Camaradis”.

Sobre o Ponto 2, deixem-me só acrescentar: os sexos parecem ser diferentes, portanto são o mesmo; homens e mulheres parecem ligar-se devido a emoções profundas, por isso a sua ligação é meramente comercial; sexo com outro homem é nojento e repulsivo para heterossexuais, por isso uma personalidade heterossexual é igual à homossexual; as línguas ocidentais são fonéticas, por isso devem ser ensinadas por imagens, como se fossem Chinês; o Capitalismo levou à prosperidade onde quer que foi usado, por isso deve ser mau – o Socialismo nunca funcionou, por isso deve ser bom; ninguém força ninguém a assinar contratos, por isso eles não são livres; sobre o Socialismo, não somos autorizados a escolher nada, por isso somos livres; todos temem morte, dor e perda de propriedade, portanto ameaças de morte, dor e perda de propriedade não afectam o comportamento; algumas pessoas não percebem certos conceitos por mais detalhada e lentamente que eles lhes sejam explicados, por isso a culpa é de quem lhes explica; as pessoas ficam desmoralizadas quando aquilo que é deles lhe é retirado, por isso aumentar impostos fazem-nas trabalhar mais (curva de Laffer invertida =]); Estaline e Che Guevara mataram milhões de pessoas dos seus próprios povos, por isso seriam bons chefes.

Referências: Michael Levin, The Era of Deadly Error (MP3), Anatomias (Recomendo fortemente!)

Janeiro 20, 2012

Podcast do Instituto Ludwig von Mises Brasil

Filed under: Brasil,Ludwig von Mises,Portugal — Bruno Garschagen @ 17:10

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Peço licença para uma divulgação duplamente Insurgente: no podcast desta semana do Instituto Ludwig von Mises Brasil, eu entrevisto André Azevedo Alves, que “analisa a crise de Portugal segundo a perspectiva da Escola Austríaca, explica seus estudos que a aproximam da teoria da escolha pública, discorre sobre o conceito de ação humana e sobre os fundamentos epistemológicos do individualismo metodológico e dos limites do conhecimento científico”.

Janeiro 6, 2012

Podcast do Instituto Ludwig von Mises Brasil

Filed under: Brasil,Ludwig von Mises — Bruno Garschagen @ 20:20

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Graças a uma parceria com o Instituto Mises Brasil, a partir de hoje (e semanalmente) apresento o podcast do site.

O novo produto diversifica ainda mais o conteúdo disponível no site com o intuito de oferecer mais um instrumento de difusão qualitativa da filosofia liberal, notadamente o pensamento da Escola Austríaca.

A ideia é apresentar e aprofundar discussões de temas variados sob a perspectiva liberal e o instrumental teórico da Escola Austríaca com uma seleta lista de entrevistados.

A primeira entrevista está disponível aqui.

Dezembro 28, 2011

A perigosa ilusão inflacionista

De salientar também no discurso de João Ferreira do Amaral a defesa (ainda que envergonhada) do proteccionismo e a espantosa afirmação (que ajuda a compreender as restantes posições) “Não me parece, com toda a franqueza, que tenha havido erros monstruosos de política económica”: A culpa é do euro!… Por LR.

O que mais impressiona nestas reiteradas declarações de Ferreira do Amaral, é constatar que persistem economistas do 1º Mundo a defender para os seus países o modelo das desvalorizações competitivas.

(…)

É ainda curioso que Ferreira do Amaral nunca “repare” no crescimento e diversificação por produtos e por mercados que vêm apresentando as nossas exportações. E, que me recorde, ainda não apareceu nenhum jornalista que o tenha alertado para esta “manifesta impossibilidade” de estarmos a exportar em moeda forte. Será virtude do euro?…

A visão inflacionista da história. Por Ludwig von Mises.

Uma teoria muito difundida sustenta que a progressiva diminuição do poder aquisitivo da unidade monetária teria tido um papel decisivo na evolução histórica. A humanidade não teria podido atingir o seu atual estado de bem estar se a oferta de moeda não tivesse crescido mais rapidamente que a demanda. A consequente queda no poder aquisitivo, afirma essa teoria, teria sido uma condição necessária para o progresso econômico; a intensificação da divisão do trabalho e o contínuo crescimento da acumulação de capital, que centuplicou a produtividade do trabalho, só teriam podido ocorrer num mundo em que houvesse uma progressiva alta de preços.

A inflação daria origem à prosperidade e à riqueza; a deflação, à desgraça e à decadência econômica. Um exame da literatura política e das ideias que por séculos têm orientado as políticas monetária e creditícia das nações revela que essa opinião é aceita por quase todo mundo. Apesar das advertências de alguns economistas, ainda hoje é o núcleo da filosofia econômica leiga. É, também, a essência dos ensinamentos de Lord Keynes e de seus discípulos nos dois hemisférios.

A popularidade do inflacionismo se deve, em grande parte, ao arraigado ódio contra os credores. A inflação é considerada justa porque favorece os devedores em detrimento dos credores. Não obstante, a visão inflacionista da história tem pouca relação com esse argumento anticredor. Sua afirmativa de que o “expansionismo” é a força motriz do progresso econômico, e de que o “restricionismo” é o pior de todos os males, baseia-se sobretudo em outros argumentos.

Dezembro 5, 2011

1ª Conferência do Liberalismo

Tive a honra da participar como orador no fim de semana passado, no dia 26 de Novembro, na 1ª Conferência do Liberalismo em Portugal.

Para todos os interessados, publiquei ontem no meu blog 3 entradas sobre o tema:

1 – Como correu a conferência

2 – Tese de Mestrado “Como Lucrar por Ser Liberal”

3 – Porque deve um Liberal entrar no PSD?

Boas leituras (e investimentos)!

Novembro 16, 2011

Mises Institute Chairman on Occupy Wall Street

Lew Rockwell a criticar a Administração Obama, o Governo e o Cartel Bancário Americanos.

Novembro 6, 2011

Ordem Pública sem Interferência Estatal

Filed under: Economia,Internacional,Justiça,Ludwig von Mises,Nanny State Watch,Política — Ricardo Campelo de Magalhães @ 22:30

Como funcionaria a produção de leis e a imposição da ordem sobre o caos sem a intervenção estatal que actualmente permeia todo o sector?

Law without the State, by Robert Murphy

Mises em Espanhol

Filed under: Economia,Ludwig von Mises — Ricardo Campelo de Magalhães @ 22:19
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Para os leitores que apreciam a língua de Cervantes: Mises Hispano

Novembro 4, 2011

Lew Rockwell on Russia Today talking about the Euro

Filed under: Ludwig von Mises,União Europeia,Videos — Filipe Faria @ 01:40

Outubro 7, 2011

Dualismo Metodológico

Filed under: Economia,Ludwig von Mises,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 10:01
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Há muita gente que confunde o método de científico das ciências naturais – onde o isolamento das condições necessárias para verificar a ocorrência de certo fenómeno é possível – com o método científico das ciências sociais, onde tal isolamento NÃO é possível.

Qualquer ciência social, como a Economia por exemplo, tem de fazer face a esta limitação e adaptar-se a ela. Surge assim o dualismo metodológico que é um pouco difícil de descrever com exactidão, pelo que me vou aqui socorrer da Mises Wiki no artigo concreto sobre este tema.

Transcrição:

Methodological dualism is an epistemological position which holds that it is necessary, based on our current levels of knowledge and understanding, to utilize a different methodology in our attempts to analyze the actions of human beings than the methodology used in the physical sciences (i.e. physics, biology etc…) to study external events.[1] This position is based on the presupposition that humans differ fundamentally from other objects in the external world in that humans act, or in other words use means to achieve ends, while other objects in nature, such as stones, planets, molecules and atoms do not.[2] Furthermore, we do not at present know how external events affect an individual’s “thoughts, ideas, and judgements of value”[1] and this ignorance forces us to adopt a dualistic approach to the two classes of phenomena.

This view was emphasized by Ludwig von Mises and formed the central basis of his epistemology. Methodological dualism, especially in Mises’s case, was a reaction to the notion held by groups such as the logical positivists that the study of human action, and as such economics, should utilize the same experimental scientific method as the physical sciences, a view that has been referred to by Mises, Friedrich Hayek and others as scientism. The alternative methodology that Mises developed and utilized for his study of human action was praxeology, which formed the basis for his work in economics. The use of praxeology differs from the neoclassical approach to economics which utilizes the same methodology as the other sciences in an attempt to develop economic theories and predict future economic events.

Espero que tenham percebido melhor. A Mises Wiki e a Wikipedia normal permitem-vos seguir a exploração do tema, continuando com os conceitos de Praxeologia e outros relacionados. Boas navegações, mas ficam avisados que o tema é pesado…

Outubro 5, 2011

Mises.Org sobre a ocupação de Wall Street

Filed under: Comentário,Economia,Internacional,Ludwig von Mises — Ricardo Campelo de Magalhães @ 09:46
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Neste artigo podem ler um bom artigo sobre a ocupação de Wall Street pelos indignados. Como eles falham em perceber a crise e acabam por fortalecer as elites que supostamente tentam atacar. Triste, mas real…

Setembro 15, 2011

Mises on Keynes

Filed under: Economia,Ludwig von Mises,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 12:00
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Leitura recomendada: Stones into Bread: The Keynesian Miracle

Inclui passagens como:

Although Keynes looked upon “the strange, unduly neglected prophet Silvio Gesell” as a forerunner, his own teachings differ considerably from those of Gesell. What Keynes borrowed from Gesell as well as from the host of other pro-inflation propagandists was not the content of their doctrine, but their practical conclusions and the tactics they applied to undermine their opponents’ prestige. These stratagems are:

  1. All adversaries, that is, all those who do not consider credit expansion as the panacea, are lumped together and called orthodox. It is implied that there are no differences between them.
  2. It is assumed that the evolution of economic science culminated in Alfred Marshall and ended with him. The findings of modern subjective economics are disregarded.
  3. All that economists from David Hume on down to our time have done to clarify the results of changes in the quantity of money and money-substitutes is simply ignored. Keynes never embarked upon the hopeless task of refuting these teachings by ratiocination.

In all these respects the contributors to the symposium adopt their master’s technique. Their critique aims at a body of doctrine created by their own illusions, which has no resemblance to the theories expounded by serious economists. They pass over in silence all that economists have said about the inevitable outcome of credit expansion. It seems as if they have never heard anything about the monetary theory of the trade cycle.

For a correct appraisal of the success which Keynes’ General Theory found in academic circles, one must consider the conditions prevailing in university economics during the period between the two world wars.

Among the men who occupied chairs of economics in the last few decades, there have been only a few genuine economists, i.e., men fully conversant with the theories developed by modern subjective economics. The ideas of the old classical economists, as well as those of the modern economists, were caricatured in the textbooks and in the classrooms; they were called such names as old-fashioned, orthodox, reactionary, bourgeois or Wall Street economics. The teachers prided themselves on having refuted for all time the abstract doctrines of Manchesterism and laissez-faire.

The antagonism between the two schools of thought had its practical focus in the treatment of the labor union problem. Those economists disparaged as orthodox taught that a permanent rise in wage rates for all people eager to earn wages is possible only to the extent that the per capita quota of capital invested and the productivity of labor increases. If—whether by government decree or by labor union pressure—minimum wage rates are fixed at a higher level than that at which the unhampered market would have fixed them, unemployment results as a permanent mass phenomenon.

Almost all professors of the fashionable universities sharply attacked this theory. As these self-styled “unorthodox” doctrinaires interpreted the economic history of the last two hundred years, the unprecedented rise in real wage rates and standards of living was caused by labor unionism and government pro-labor legislation. Labor unionism was, in their opinion, highly beneficial to the true interests of all wage-earners and of the whole nation. Only dishonest apologists of the manifestly unfair interests of callous exploiters could find fault with the violent acts of the unions, they maintained. The foremost concern of popular government, they said, should be to encourage the unions as much as possible and to give them all the assistance they needed to combat the intrigues of the employers and to fix wage rates higher and higher.

But as soon as the governments and legislatures had vested the unions with all the powers they needed to enforce their minimum wage rates, the consequences appeared which the “orthodox” economists had predicted; unemployment of a considerable part of the potential labor force was prolonged year after year.

The “unorthodox” doctrinaires were perplexed. The only argument they had advanced against the “orthodox” theory was the appeal to their own fallacious interpretation of experience. But now events developed precisely as the “abstract school” had predicted. There was confusion among the “unorthodox.”

It was at this moment that Keynes published his General Theory. What a comfort for the embarrassed “progressives”! Here, at last, they had something to oppose to the “orthodox” view. The cause of unemployment was not the inappropriate labor policies, but the shortcomings of the monetary and credit system. No need to worry any longer about the insufficiency of savings and capital accumulation and about deficits in the public household. On the contrary. The only method to do away with unemployment was to increase “effective demand” through public spending financed by credit expansion and inflation.

The policies which the General Theory recommended were precisely those which the “monetary cranks” had advanced long before and which most governments had espoused in the depression of 1929 and the following years. Some people believe that Keynes’ earlier writings played an important part in the process which converted the world’s most powerful governments to the doctrines of reckless spending, credit expansion and inflation. We may leave this minor issue undecided. At any rate it cannot be denied that the governments and peoples did not wait for the General Theory to embark upon these “Keynesian”—or more correctly, Gesellian, policies.

Em “Planning for Freedom“, p. 50

Setembro 8, 2011

3 Tipos de Liberais Económicos

Filed under: Economia,Ludwig von Mises,Política,Política Fiscal,Política Monetária,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 20:08
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Existem basicamente (claro, pode-se esmiuçar muito mais) 3 tipos:

1. Anarco-capitalistas ou simplesmente Anarquistas – Seguindo a tradição de Rothbard, defendem Estado 0. Mas Zero mesmo. Segundo estes, o Estado é Imoral (retira o que o Povo por intenção não lhe daria), ineficiente (vá, esta não tenho de justificar…) e é definido por ser “o Agente com monopólio do uso da força numa dada geografia”.

Defendem que se o Estado não é capaz de lidar com os Correios, também não lhes devemos confiar o “botão vermelho” (do arsenal nuclear). Defendem assim uma defesa à Suiça, tribunais arbitrais, empresas de segurança privada e a liberdade absoluta de contrato. Deduzem todas as suas regras baseando-se no primado dos 3 direitos essenciais: à Propriedade (direito a manter os frutos do trabalho passado), à Liberdade (liberdade de fazerem o que quererem – sendo responsáveis pelas consequências) e à Vida (direito ao futuro). Podem ver a sua filosofia explícita neste vídeo de 8 minutos.

2. Minarquistas ou Defensores do Estado Mínimo – Seguindo a tradição de Mises, defendem o Estado Mínimo que garanta, na tradição de Adam Smith, “Paz, Impostos Baixos, e uma Tolerável Administração da Justiça”. O Estado existe apenas para permitir às forças do mercado operarem e, como árbitro, nunca se deverá tornar jogador em qualquer sector: seja ele educação, saúde, telecomunicações, redes básicas (utilities), ou qualquer outro.

3. Monetaristas ou pertencentes à Escola de Chicago – Segundo a tradição de Friedman, defendem um estado mínimo em termos fiscais, mas defendem depois todo o tipo de Intervenções no Mercado Monetário, onde o Estado ou uma entidade “independente” deste possa regular a moeda.

Eu chamaria os primeiros de Ultra-Liberias, os segundos de Liberais Clássicos e os terceiros de Liberais Soft, mas isso talvez seja já o meu Misesianismo a falar.

A 1ª e a 2ª são mais coerentes e mais académicas, enquanto a 2ª e a 3ª a mais fáceis de defender politicamente (Anarquismo não cai bem entre políticos, havemos de convir…).

O 1º e o 2º são defendidos pelo Instituto Ludwig von Mises, enquanto o 3º é defendido pelo Instituto Cato.

Podem consultar material para estudo, ver vídeos e consultar páginas dos Institutos nesta página de Links.

Agosto 15, 2011

Defendendo os indefensáveis!

Filed under: Internacional,Ludwig von Mises,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 00:49

Hoje deixo ficar uma leitura recomendada bastante humorada mas ao mesmo tempo thought-provoking.

O livro é de Walter Block e, sendo ele o enfant terrible do Instituto Mises, é óbvio que o livro está disponível para download no site do mesmo, com a apresentação AQUI e o livro em pdf AQUI (o Instituto Mises não acredita na Propriedade Intelectual).

Neste livro podem ver como ele defende:

- A prostituta, o homem que vive à custa daquela e o porco chauvinista

- O traficante e o consumidor de drogas

- O chantagista, o caluniador e o anunciante

- Quem grita fogo na multidão, o taxista cigano, o polícia desonesto e o falsificador (ramo privado…)

- O avarento, o herdeiro e o agiota

- O não-contribuinte para caridades

- O dono de prédios em ruínas e o vendedor em guetos

- O Especulador, o Importador, o intermediário e o lucrador

- O patrão porco capitalista e o empregador de crianças

E diversos outros que não vou traduzir e que só visto.

Estão também no YouTube. Por exemplo o sobre o Especulador está AQUI. Se querem os ficheiros MP3, podem baixá-los do iTunes.

Note-se que eu concordo com muitos dos capítulos, mas não com todos. Por algum motivo eu me considero um Misesiano e ele se considera um Rothbardiano ;)

Foto: Universidade Mises 2010, onde almoçamos juntos!

Julho 31, 2011

O Sócrates Espanhol: Zapatero a destruir a Economia Espanhola

Zapatero a la Sócrates:

  • “España está totalmente a salvo de la crisis financiera”, Agosto de 2007
  • “En esta crisis, como ustedes quieren que diga, hay gente que no va a pasar ninguna dificultad” (Julho de 2008)
  • “La próxima legislatura lograremos el pleno empleo en España. No lo quiero con carácter coyuntural, lo quiero definitivo” (Julho de 2007)

Fonte: O Insurgente

Espanha, terra da bolha do imobiliário, gerida por mais um Socialista “promissor”.

Vejamos o que correu mal:

Numa economia pode-se usar os Recursos para Investir ou Consumir. O conjunto das possibilidades desta combinação, à medida que aumentamos uma e diminuímos outra, pode ser representada pela linha azul acima: a curva de possibilidades de produção.

Segundo Keynes, se baixarmos muito a taxa de juro e portanto aumentarmos o crédito, podemos fugir desta prisão e produzir mais e consumir mais ainda (ponto R).

Segundo Mises, ao baixarmos artificialmente a taxa de juro e aumentarmos o crédito, consumimos a quantidade de recursos disponível até um ponto em que teremos de cortar no consumo e no investimento, passando um tempo no interior da curva para repôr esses recursos (ponto Q).

Segundo Hayek, os sectores em que isto se vai notar mais são os de bens duráveis, mais utilizadores de crédito (como o habitacional, de que Espanha é um caso paradigmático).

Ou seja, Espanha aproveitou juros baixos e construiu demais. Agora, vai ter de consumir menos e produzir mais (de bens que tenham procura efectiva) para recuperar.

Na questão do desemprego:

(S = Supply, D=Demand – ou seja, são normalíssimas rectas de Oferta e Procura)

Espanha há muito que tem um salário mínimo muito elevado. Em muitas funções, o salário mínimo é superior ao que geralmente vigoraria no mercado. Se o Salário de acordo com a produtividade fosse A e o salário mínimo é B, naturalmente há menos contratados e daqui resulta necessariamente desemprego. Logo, salários mínimos à Espanhola causam desemprego (e os sindicatos em 2010 ainda o queriam aumentar 8%!)

Naturalmente, causam ainda mais quando eliminam profissões que, por 630 Euros, mais vale não ter. Falo de enchedores de sacos nos supermercados, de atestadores de depósitos nas bombas de gasolina, dos que indicavam os lugares nos cinemas, dos ascensoristas, de policias sinaleiros e de muitas outras profissões hoje desaparecidas de Espanha e de grande parte da Europa (no Brasil eu vi dezenas de profissões que não existem na Europa!).

Resultado: os que trabalham pagam a essas pessoas na mesma: mas pagam mais e não têm nenhum serviço em retorno. E para os que pensam que ao menos os que recebem o subsídio de desemprego estão melhor: a estes foram roubadas profissões de entrada que lhes permitiriam ganhar conhecimentos e hábitos que os colocariam em trajectórias de carreira que lhes permitiriam construir uma vida plena, com amor próprio, respeitabilidade e um salário bem superior. Assim, são ociosos, inseguros de si, e causadores de fricções sociais. Sem o primeiro degrau, é mais difícil subir a escada social!

Espanha viveu anos com um desemprego de 10%. À luz dos salários e produtividades espanholas, este valor tem de ser visto como muito baixo e só possível numa economia sobreaquecida pelo crédito fácil. Quando aquele passou, o desemprego voltou aos valores normais, pouco abaixo do 20%. Está agora a passar os 20 porque… quem esteve no ponto R, tem de passar uma temporada no Q. É a vida.

Deixo-vos com uma citação de Mises para pensarem: “There is no means of avoiding the final collapse of a boom brought about by credit expansion. The alternative is only whether the crisis should come sooner as the result of a voluntary abandonment of further credit expansion, or later as a final and total catastrophe of the currency system involved.”

Julho 9, 2011

Leituras Recomendadas (Economia)

Filed under: Economia,Educação,Livros,Ludwig von Mises,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:36
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O Instituto Mises continua a publicar clássicos liberais e trouxe agora a público mais um título Indispensável para refutar o disparate Keynesiano: Theory of Idle Resources, escrito em 1939 por William H. Hutt.

W.H. Hutt’s Theory of Idle Resources was first published in 1939, surely one of the earliest responses to Keynes’s General Theory.

Hutt goes for the heart of Keynes’s prescription for recovery, which was to get idle resources moving, whether that is money, capital, or labor. If something isn’t being employed right now, it is being wasted.

Hutt responded at length that there is nothing uneconomic or necessarily inefficient about an idle resource. It is the decision of the owner to hold back when faced with a long-term plan, a judgment call concerning risk, a high reservation wage, or a demand for larger cash balances.

In addition, there might be legal restrictions that are causing workers to withhold labor and capitalists to curb production. It makes for fascinating reading. Both the Keynesian proposition and the response are still very much in play today.

Hunter Lewis writes the new introduction.

The economic environment is plagued with enormous unemployment – the ultimate idle resource. What is the problem? Is it a macroeconomic problem of aggregate demand? Or is it is a simple labor pricing problem alongside legal restrictions? Hutt takes the latter position, and utterly crushes the Keynesian view.

Keynes was refuted in 1939! The re-discovery of this fact is bracing indeed.

Keynes diz: os recursos são infinitos, estimulem-se as necessidades. Hutt contrapõe: os recursos são finitos, controlem-se as necessidades e usem-se bem os recursos existentes.

Leiam e fortaleçam os vossos argumentários com um mestre intemporal.

Dezembro 16, 2010

Wikileaks e Ludwig von Mises

Filed under: Economia,Internacional,Ludwig von Mises,Política — António Costa Amaral (AA) @ 19:30

No seguimento de WikiLeaks (8), What the State Fears Most: Information:

All too often, history provides us with examples of state-enforced book burnings and other forms of extreme censorship. Many of us today take our so-called freedom of speech for granted, and few realize just how pervasive government censorship remains ..

.. Assange cracked the government’s veil of benignity and brought into question the state’s tactics. His website undermines its moral authority.

WikiLeaks was only shut down for one day. The service found a new host .. Bureaucracy has been stumped by a new obstacle .. — the Internet. Now it is the state that finds itself one step behind. Book burning has been rendered obsolete.

.. It is worthwhile to consider the following passage from Ludwig von Mises’s Human Action,

In the long run there is no such thing as an unpopular government. Civil war and revolution are the means by which the discontented majorities overthrow rulers and methods of government which do not suit them.

Bloody revolution is no longer with the times, because government’s armies are becoming more and more immaterial. As this WikiLeaks episode unfolds, and as government sows the seeds of its own humiliation, we will see government combated, not by force of arms, but by the supremacy of the market.

Julho 29, 2010

Ludwig von Mises (7)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

What kind of man was Ludwig von Mises? As this unique film shows, Mises (1881-1973) was a man who never stopped fighting for freedom: not when the Nazis burned his books, not when the Left blackballed him at universities, not when it seemed as if statism had won. With courage and genius, he fought big government until the day he died … in 25 books, hundreds of articles, and more than 60 years of teaching.

Mises’s battles against Communists, Nazis, and other socialists, are featured in this film, as are his ideas of Liberty.

Julho 28, 2010

Ludwig von Mises (6)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Ludwig von Mises Speaks: On Money (1969)

Julho 27, 2010

Ludwig von Mises (5)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Rare Recording of Ludwig von Mises: Wage Earners and Employers

Julho 26, 2010

Ludwig von Mises (4)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

The Mises I Knew – Otto von Habsburg

Julho 25, 2010

Ludwig von Mises (3)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

The Revolt Against Reason – Ludwig von Mises

Julho 24, 2010

Ludwig von Mises (2)

Filed under: Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

The Life and Work of Ludwig von Mises – Jörg Guido Hülsmann

Julho 23, 2010

Ludwig von Mises

Filed under: Economia,Educação,Livros,Ludwig von Mises,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 15:00

Philip Booth interviews Eamonn Butler, author of Ludwig von Mises – A Primer.

(via IEA blog: An introduction to the work of Ludwig von Mises)

Abril 21, 2010

Ludwig von Mises – A Primer

Filed under: Economia,Livros,Ludwig von Mises,Política,Teoria — Miguel Noronha @ 12:40

Uma nova publicação do Institute of Economic Affairs: “Ludwig von Mises – A Primer” de Eamon Butler

Ludwig von Mises was one of the greatest economists and political scientists of the twentieth century. He revolutionised the understanding of money, inflation and recessions; comprehensively refuted the arguments for socialism; and provided a devastating critique of the methodologies of mainstream economics. His contributions to the Austrian School laid the intellectual groundwork for thinkers such as F. A. Hayek, Murray Rothbard and Israel Kirzner.

In Ludwig von Mises – A Primer, Eamonn Butler provides a comprehensive yet accessible overview of Mises’ outstanding achievements. At a time of economic crisis, this monograph makes it clear that Mises’ work is highly relevant today. Indeed, while mainstream economics has been found wanting, the latest recession appears to have been entirely consistent with his analysis. Furthermore, the poor performance of state health and education services can be explained by Mises’ Austrian theories. Nevertheless, Mises remains neglected by the economics profession, policymakers and academics. This readable primer explains why his work should be at the core of economic thinking

Podem comprar aqui ou fazer o download aqui

Fevereiro 22, 2010

Sobre os que mordem a mão que os alimenta

Filed under: Economia,Ludwig von Mises — Nuno Branco @ 09:16

Such is the almost universally accepted social philosophy of our age. It was not created by Marx, although it owes its popularity mainly to the writings of Marx and the Marxians. It is today endorsed not only by the Marxians, but no less by most of those parties who emphatically declare their anti-Marxism and pay lip service to free enterprise. It is the official social philosophy of Roman Catholicism as well as of Anglo- Catholicism; it is supported by many eminent champions of the various Protestant denominations and of the Orthodox Oriental Church. It is an essential part of the teachings of Italian Fascism and of German Nazism and of all varieties of interventionist doctrines. It was the ideology of the Sozialpolitik of the Hohenzollerns in Germany and of the French royalists aiming at the restoration of the house of Bourbon-Orléans, of the New Deal of President Roosevelt, and of the nationalists of Asia and Latin America. The antagonisms between these parties and factions refer to accidental issues – such as religious dogma, constitutional institutions, foreign policy – and, first of all, to the characteristic features of the social system that is to be substituted for capitalism. But they all agree in the fundamental thesis that the very existence of the capitalist system harms the vital interests of the immense majority of workers, artisans, and small farmers, and they all ask in the name of social justice for the abolition of capitalism.

Ludwig von Mises, in Human Action (1949)

Agosto 26, 2009

The Freeman

Filed under: Economia,Livros,Ludwig von Mises,Teoria — Miguel Noronha @ 15:09

freeman-mises

Já está disponível a edição de Setembro da Freeman. Esta é inteiramente dedicada ao 60º aniversário da edição de “Human Action” de Ludwig von Mises. Uma edição de luxo, com artigos de Israel Kirzner, Bettina Bien Greaves, Peter Boettke, Peter Leeson, Henry Hazlitt, Sanford Ikeda, Randall Holcombe, Bruce Yandle e Mario Rizzo.

Junho 13, 2009

Sem surpresas

Filed under: Economia,Internacional,Ludwig von Mises,Teoria,Videos — BZ @ 16:45

76 minutos bem investidos: “Why the Meltdown should have surprised no one”, [transcrição do video publicado abaixo]

Janeiro 30, 2009

Socialism hits the proverbial brick wall

Filed under: Economia,Ludwig von Mises — Miguel Botelho Moniz @ 20:08

No Negócios: «A hiperinflação que assola o Zimbabué e o descontrolo total da sua moeda levaram aquele país africano a abandonar a divisa oficial – dólares zimbabueanos – e permitir que as empresas utilizem divisas externas.

O anúncio foi feito hoje pelo ministro das Finanças, Patrick Chinamasa. Segundo aquele responsável, citado pela Bloomberg, os zimbabueanos poderão negociar na moeda que pretenderem e o governo abandonará o controlo de preços, com efeito imediato. Será também possível usar “múltiplas moedas”.»

Dezembro 23, 2008

Inflação, dinheiro, crédito e bancos centrais

Filed under: Economia,Ludwig von Mises — Miguel Botelho Moniz @ 17:30

inflacao

«Ó Maria! Vou ali abaixo à padaria comprar três carcaças.»

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