O Insurgente

Agosto 13, 2011

Nisbet e a autoridade

Filed under: Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:23

Robert Nisbet analisa a concepção de autoridade e sua nêmesis na sociedade. Por Bruno Garschagen.

Na mesma linha, recomendo Twilight of Authority, do próprio Robert Nisbet.

(mais…)

Agosto 11, 2011

30000 essay submissions into the Ayn Rand essay contest

Filed under: Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 22:00

This seems like good news — there were over 30,000 essay submissions by high school juniors and seniors into the Ayn Rand essay contest, this year on the Fountainhead.

Ubiratan Jorge Iorio: Ação, Tempo e Conhecimento – A Escola Austríaca de Economia

Filed under: Agenda,Brasil,Economia,Educação,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 19:05

Um lançamento a não perder para quem esteja por São Paulo no próximo dia 24 de Agosto.

“Ação, Tempo e Conhecimento – A Escola Austríaca de Economia” – Ubiratan Iorio – Parte1

Ação, tempo e conhecimento: a Escola Austríaca de economia. Por Ubiratan Jorge Iorio.

‘they might actually learn something’

Filed under: Internacional,Justiça,Livros,Política — André Azevedo Alves @ 15:07

British Humour. Por Francisco Beirão Belo.

Agosto 9, 2011

The London riots and the criminal sub-culture (2)

Filed under: Economia,Educação,Internacional,Justiça,Livros,Media,Política — André Azevedo Alves @ 22:00

Life at the Bottom: The Worldview That Makes the Underclass. Por Theodore Dalrymple.

Leitura complementar: The London riots and the criminal sub-culture; O colapso do multiculturalismo e do socialismo no Reino Unido; Palavras e acção.

Julho 10, 2011

Como se desenvolve uma economia e porque se afunda – Peter Schiff em português

Filed under: Economia,Educação,Livros,Política,Portugal,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 23:00

A publicação em português do livro Como se desenvolve uma economia e porque se afunda, de Peter Schiff e Andrew Schiff é uma excelente notícia.

Julho 9, 2011

Leituras Recomendadas (Economia)

Filed under: Economia,Educação,Livros,Ludwig von Mises,Teoria — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:36
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O Instituto Mises continua a publicar clássicos liberais e trouxe agora a público mais um título Indispensável para refutar o disparate Keynesiano: Theory of Idle Resources, escrito em 1939 por William H. Hutt.

W.H. Hutt’s Theory of Idle Resources was first published in 1939, surely one of the earliest responses to Keynes’s General Theory.

Hutt goes for the heart of Keynes’s prescription for recovery, which was to get idle resources moving, whether that is money, capital, or labor. If something isn’t being employed right now, it is being wasted.

Hutt responded at length that there is nothing uneconomic or necessarily inefficient about an idle resource. It is the decision of the owner to hold back when faced with a long-term plan, a judgment call concerning risk, a high reservation wage, or a demand for larger cash balances.

In addition, there might be legal restrictions that are causing workers to withhold labor and capitalists to curb production. It makes for fascinating reading. Both the Keynesian proposition and the response are still very much in play today.

Hunter Lewis writes the new introduction.

The economic environment is plagued with enormous unemployment – the ultimate idle resource. What is the problem? Is it a macroeconomic problem of aggregate demand? Or is it is a simple labor pricing problem alongside legal restrictions? Hutt takes the latter position, and utterly crushes the Keynesian view.

Keynes was refuted in 1939! The re-discovery of this fact is bracing indeed.

Keynes diz: os recursos são infinitos, estimulem-se as necessidades. Hutt contrapõe: os recursos são finitos, controlem-se as necessidades e usem-se bem os recursos existentes.

Leiam e fortaleçam os vossos argumentários com um mestre intemporal.

Julho 8, 2011

Hoje, às 18:30, em Lisboa

Filed under: Agenda,Livros,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:02

OUTUBRO: A REVOLUÇÃO REPUBLICANA EM PORTUGAL (1010-1926), Org. de Luciano Amaral

A I República foi uma espécie de regime da ala esquerda da monarquia constitucional. Assumindo a quebra com o símbolo monárquico, pouco trouxe de novo ao programa progressista da monarquia.

A grande diferença consistiu no facto de os mecanismos eleitorais (dominados pela fraude nos dois casos) terem sido capturados por um só partido, impossibilitando um pluralismo eficaz.

A República foi, por isso, um regime estranho, simultaneamente “avançado” e “retrógrado”: uma república no mar das monarquias europeias, nunca conseguiu incorporar as mais “avançadas” tendências da época, como o sufrágio universal. No final, dela sobraram sobretudo os símbolos da soberania nacional: a forma republicana de todos os regimes desde 1910, o hino e a bandeira, para além da moeda, o escudo, cujo desaparecimento em 1999 marcou, precisamente, o fim da soberania monetária do país. A sobrevivência destes símbolos revela a corrente republicana que percorre o conjunto da experiência política contemporânea portuguesa.

Julho 7, 2011

Leituras recomendadas nos dias que correm (II)

Filed under: Livros — André Azevedo Alves @ 01:12

Atlas Shrugged

Junho 14, 2011

A Revolução Republicana em Portugal (1910-1926)

Filed under: Livros,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 10:00

Outubro: A Revolução Republicana em Portugal (1910-1926)

A I República foi uma espécie de regime da ala esquerda da monarquia constitucional. Assumindo a quebra com o símbolo monárquico, pouco trouxe de novo ao programa progressista da monarquia. A grande diferença consistiu no facto de os mecanismos eleitorais (dominados pela fraude nos dois casos) terem sido capturados por um só partido, impossibilitando um pluralismo eficaz. A República foi, por isso, um regime estranho, simultaneamente “avançado” e “retrógrado”: uma república no mar das monarquias europeias, nunca conseguiu incorporar as mais “avançadas” tendências da época, como o sufrágio universal. No final, dela sobraram sobretudo os símbolos da soberania nacional: a forma republicana de todos os regimes desde 1910, o hino e a bandeira, para além da moeda, o escudo, cujo desaparecimento em 1999 marcou, precisamente, o fim da soberania monetária do país. A sobrevivência destes símbolos revela a corrente republicana que percorre o conjunto da experiência política contemporânea portuguesa.

(via Miguel Morgado)

Junho 11, 2011

First drafts

Filed under: Cartoons,Humor,Livros,Teoria — André Azevedo Alves @ 21:51

Maio 27, 2011

Não vou – muito apropriadamente estarei na festa de fim de ano do five-year-old – mas ficam avisados

Filed under: Agenda,Livros — Maria João Marques @ 00:49

Maio 18, 2011

O fatalismo não existe

Filed under: Comentário,Livros,Política — André Abrantes Amaral @ 11:53

Em 1939, Ronald Syme publicou o livro “The Roman Revolution”. Para Syme, o fim da República Romana foi o desfecho de um longo processo de decadência política. As qualidades dos políticos, os vícios próprios de um sistema de mãos dadas com o populismo e ainda o crescimento desmesurado do império, não podiam ter outro resultado que não fosse a Ditadura que aguardava apenas pelo aparecimento de um homem como Augusto. Syme desenvolveu esta tese na década de 30, quando as democracias estavam desacreditadas e muitos preferiam a ordem à liberdade. Esta tinha corrompido o homem e o homem corrompido precisava de disciplina.

Mais tarde, já na década de 70, Erich S. Gruen expôs no seu livro “The Last Generation of the Roman Republic”, outra tese que acabou por ser uma resposta à de Syme. Naqueles anos de turbulência marcados pelos conflitos ideológicos, combate político, choques geracionais de natureza moral e a guerra do Vietname, em que (quase) tudo era questionável, Gruen acreditava que o que sucedeu em Roma, dois mil anos antes, podia ter sido diferente. Tanto o populismo, como os ataques truculentos entre políticos, as suspeições e as mentiras, a falta de confiança que minava a população, a soma de todos estes fenómenos, não conduziam, inevitavelmente, ao fim da democracia. Eles eram, antes de tudo o mais, a sua essência. E sem esses pequenos defeitos, falhas e pecados, a democracia não se regenera. Colocar em causa as instituições não significa querer o seu fim, mas a sua reforma. A ditadura não era inevitável e talvez bastasse que um pequeno acontecimento se desenrolasse de modo diferente da forma como se deu, e a República teria sobrevivido.

Na segunda década do século XXI assistimos a uma convulsão mundial e não sabemos como ficaremos quando terminar. Se mais, se menos livres. Se com mais ou menos Estado. Mais ou menos tolerantes. Uma coisa é certa: a resposta está no modo como encaramos os desafios e no valor que damos à liberdade e não tanto no que verdadeiramente acontece. Não existem fatalidades. Por algum motivo, ainda hoje ninguém nos diz, com toda a clareza, se a República em Roma tinha condições para continuar.

Uma boa notícia

Filed under: Cultura,Livros — ruicarmo @ 11:36

Philip Roth é o vencedor do  prémio Man Booker 2011.

Maio 17, 2011

A Tragédia do Euro – O Livro de Philipp Bagus (Parte 2)

Com a introdução do Euro, as taxas de juro que cada Estado tinha de pagar para se endividar baixaram consideravelmente pois não havia já o perigo de desvalorização unilateral da moeda e igualmente porque os investidores acreditaram desde o início que qualquer problema de liquidez estatal seria resolvido através de “ajudas” da União Europeia. Isto foi especialmente verdade para os países que estavam tradicionalmente endividados e que recorriam a desvalorizações de moeda constantes (o sul da Europa). Agora sim, era possível a estes Estados endividarem-se “ad aeternum” a baixo custo e foi isso que fizeram desde então. Alguns políticos alemães, ao anteverem este processo, pediram sanções automáticas e imediatas para países que excedessem o limite do défice anual (3% do PIB). Tal nunca foi aprovado pois nenhum Estado se queria auto-limitar na sua capacidade para contrair dívida.

Desde a introdução do euro que os governos de cada país têm a capacidade para indirectamente “imprimir” dinheiro. Isto é feito através da emissão de dívida pública, vendendo-a a bancos que aceitam comprar essa dívida. Estes últimos querem comprar dívida pública essencialmente porque o banco central europeu aceita emprestar-lhes dinheiro (imprimido) se estes tiverem títulos de dívida pública em seu poder (usando-os como colateral). Assim sendo, vender dívida pública significa em boa parte receber empréstimos da impressora monetária que é o Banco Central Europeu.

Chega-se assim à ideia central do livro de Philipp Bagus: o Euro é uma “tragédia dos comuns”.  Sabendo-se que os primeiros a receberem o dinheiro impresso pelo BCE podem gastá-lo com proveito antes da inflação os atingir, todos os Estados têm incentivos para se endividarem o mais depressa que puderem, pois se não o fizerem serão apenas os receptores da inflação causada pelos que têm acesso ao dinheiro primeiro. Naturalmente que os países com economias mais débeis (Portugal, Grécia…) foram os que mais correram para o BCE nos últimos 11 anos, sob pressão eleitoral e com a impopularidade de subir impostos, emitir dívida pública foi a única solução que os políticos destes países encontraram para vencerem eleições.

Desta forma, os políticos locais injectaram crédito no seu país e passaram a inflação para os outros. Como o último a chegar ao crédito torna-se exclusivamente num receptor de inflação, vão todos correr para obtenção desse crédito o mais depressa possível. Da mesma forma, os bancos não têm medo de emprestar a Estados falidos porque contam com a protecção dos Estados e dos bailouts da UE na defesa do Euro. Todos estes agentes políticos e económicos podem assim ser irresponsáveis à discrição e em última instância, se algo correr mal, pedem mais impressão de dinheiro ao BCE. Consequentemente, esta expansão de crédito leva a bolhas imobiliárias (Espanha, Irlanda) ou a improdutividade/destruição da estrutura produtiva (como Portugal e Grécia). O único travão para esta tragédia dos comuns é a perspectiva de hiperinflação ao nível europeu; este é um cenário que esteve já mais longe, visto que o BCE, na tentativa de salvar o euro, está já a partir de 2010 a comprar dívida pública dos Estados insolventes, numa clara demonstração que não é independente e que está ao serviço dos interesses políticos. (mais…)

A Tragédia do Euro – O Livro de Philipp Bagus

Numa fase em que se começa a tornar evidente que o Euro tem debilidades inultrapassáveis, o livro “The Tragedy of the Euro” de Philipp Bagus arrisca-se a ser uma referência central na literatura que discorre não só sobre euro em particular, mas sobre União Europeia como um todo.

Bagus é um economista alemão que foi estudar para Madrid com Jesus Huerta de Soto e de quem hoje é colega de departamento na Universidade Juan Carlos. O próprio Huerta de Soto escreve no prefácio que Bagus o desafiou na sua anterior visão positiva do Euro e que este último apontou correctamente para a superior vantagem das moedas nacionais em competição em detrimento de um banco central europeu monopolista.

O livro não se limita a uma análise económica da moeda única europeia mas debruça-se igualmente sobre o contexto histórico em que ela se desenvolveu. Consequentemente, ele optou abrir a obra abordando as duas principais forças em oposição desde que o projecto da União Europeia começou. Desde o início da ideia europeia que existem duas visões para a Europa: 1) A visão liberal clássica entende o projecto europeu simplesmente como um acordo entre países europeus que permite a liberdade de movimento de pessoas, bens e capitais, gerando uma união através do mercado livre; e 2) a visão imperialista, a que ele denomina de visão socialista, implica a centralização de poder em Bruxelas, diluição das autonomias locais, harmonização legal e fiscal e um enorme estado providência ao nível europeu.

O autor revela que, tradicionalmente, a visão liberal clássica foi defendida por políticos de Estados como a Grã Bretanha, a Holanda ou a Alemanha e que a visão socialista foi essencialmente defendida pelas elites políticas francesas que procuravam um novo projecto imperial depois do vazio da perda das colónias. Franceses como Jacques Delors ou Francois Mitterrand são os nomes mais representativos da visão socialista da Europa.  Isto, claro, não invalida que defensores das duas visões não possam ser encontrados em todos os países.

Desde o início da união que se tentou compatibilizar estas duas visões, aceitando-se o livre movimento de bens, capitais e pessoas mas aceitando-se igualmente as sementes centralizadoras da visão socialista como a criação de uma comissão europeia com poderes para iniciar legislação ou a política agrícola comum. Essas sementes deram origem ao voraz processo de aglutinação de poder que se verifica desde então. (mais…)

Maio 11, 2011

Sondagens, Eleições e Opinião Pública – 18 de Maio, em Lisboa

Filed under: Educação,Livros,Política,Sondagens,Teoria — André Azevedo Alves @ 20:00

Dia 18 de Maio, em Lisboa, é apresentado o novo livro do Pedro Magalhães. Sobre sondagens e eleições, naturalmente.

Maio 10, 2011

Ayn Rand vista por um anarquista de esquerda

Filed under: Cultura,Economia,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:54

A vontade indómita e a sociedade “industrial-burguesa”. Por Miguel Madeira.

Integrity

Filed under: Livros — André Abrantes Amaral @ 15:57

Integrity is the ability to stand by an idea.

Crony Capitalism

Filed under: Blogosfera,Livros,Teoria — Miguel Botelho Moniz @ 09:22

Na sequência deste post sobre The Fountainhead, do André Abrantes Amaral, o Miguel Madeira interroga-se sobre a incompatibilidade entre uma filosofia individualista e (grandes) empresas, bem como o potencial “incómodo” que tal traria para Ayn Rand, autora do referido livro. Depreendo desta interrogação que o Miguel Madeira talvez não tenha lido Atlas Shrugged, o seguinte livro de Rand. É que neste último, a maior parte dos vilões são “empresários” que atingem um módico de sucesso apenas através de lobby junto do estado, de favores, legislativos e outros, em detrimento dos indivíduos que realmente criam (o tema é recorrente).

Numa nota mais teórica, é de acrescentar que alguns libertarians pensam que num mercado efectivamente livre, sem intervenção do estado no sentido de beneficiar alguns players em detrimento de outros, a dimensão das empresas seria naturalmente menor. Alguns, por via da sua oposição a proteções de propriedade intelectual, ou mesmo de oposição à apropriação de recursos naturais, dizem que empresas de grande dimensão seriam impossíveis. (Rand costumava referir-se a estes últimos como dope smoking hippies.)

Maio 9, 2011

Zest of achievement

Filed under: Comentário,Livros — André Abrantes Amaral @ 11:43

“It doesn’t say much. Only ‘Howard Roark, Architect’. But it is like those mottoes men carved over the entrance of a castle and died for. It’s a challenge in the face of something so vast and so dark, that all the pain on earth – and do you know how much suffering there is on earth? – all the pain comes from that thing you are going to face. I don’t know why it should be unleashed against you. I know only that it will be. And I know that if you carry these words through to the end, it will be a victory, Howard, not just for you, but for something that should win, that moves the world – and never wins acknowledgment. It will vindicate so many who have fallen before you, who have suffered as you will suffer. May God bless you – or whoever it is that is alone to see the best, the highest possible to humans hearts. You’re on your way to heel, Howard.”

The Fountainhead, p. 129.

Este livro é aconselhável aos que não se querem deixar corromper. Aos que não facilitam. Aos que são chatos, teimosos, persistentes, têm e seguem o sonho de serem livres. Livres, naquele nível íntimo que é o da consciência. Livres do peso limitador dos outros. Os que precisam sentir o abismo que é trabalhar, construindo algo do nada para se sentirem vivos. Parte integrante deste mundo. Parte integrante da criatividade humana deste mundo. Aos que acreditam nas suas capacidades e não as desvirtuam para serem reconhecidos. Aos que não aguardam qualquer agradecimento. Acreditam na criatividade do homem quando não controlada por quem a receia ver fluir. Nada esperam dos demais e têm fé em si mesmos.

Para os que não se revêem neste espírito, os que não acreditando nos seus méritos, os trocam pelo reconhecimento alheio e nunca questionam o que lhes dizem ser a verdade; aqueles que receiam a originalidade dos outros e, fixando-se obsessivamente neles, não descansam enquanto não a destruírem, esta obra é um ultraje e uma ofensa à sua dignidade.

A sua leitura devia ser obrigatória para uns e para outros. Os primeiros para perderem a vergonha de continuar; os segundos para saírem da frente.

Maio 7, 2011

Segunda-feira em Lisboa

Filed under: Agenda,Cultura,Livros — Carlos M. Fernandes @ 17:12

Ainda não li. E posso dizer que é excelente.


Maio 2, 2011

Leiam este livro

Filed under: Internacional,Livros — André Abrantes Amaral @ 12:26

In a Country whose economy is run by politics and whose politics are governed by connections, it is photographs that count”.

É indispensável. Já tem 10 anos, mas este ensaio na Foreign Affairs (apenas para assinantes ou para quem compre a revista) sobre a crescente agressividade dos dirigentes Chineses, tanto a nível interno como externo, a que se juntam dois artigos na Economist, mostram-nos que a China é governada por uma aristocracia comunista cada vez mais nervosa.

A corrupção típica dos regimes de poder ilimitado; os gastos colossais em cidades virtuais e fantasmas; empresas sem qualquer tipo de futuro que não sejam as constantes injecções de capital feitas por bancos estatais e, por isso, também praticamente falidos; uma classe média cada vez mais exigente e que já não aceita que familiares seus no interior da China morram à fome. São demasiadas achas para uma mesma fogueira. Quando é que o regime chinês vai colapsar? Não sabemos se ainda este ano, mas será de repente, sem aviso prévio, como sempre acontece nos regimes totalitários e com os capitalismos estatais.

Abril 27, 2011

IREF

O IREF publicou o seu anuário sobre Fiscalidade na Europa.

O relatório inclui 21 países, incluindo Portugal, e versa sobre o que de mais importante aconteceu em termos de política fiscal e orçamental na Europa.

A Europa é neste momento uma manta de retalhos, incluindo países com contas quase equilibradas (NL, NO, SK, LU, DE e SE) e outros com contas muito desequilibradas (por exemplo, Portugal) em termos orçamentais. A situação é também diversa em termos fiscais, sendo a única tendência a complexificação dos sistemas fiscais.

As receitas foram originais, contraditórias e muitas vezes confusas. Creio que o relatório é uma leitura interessante para quem precise desta informação profissionalmente ou para quem tenha curiosidade em conhecer os diversos sistemas.

O link dá acesso a uma pequena apresentação do relatório. Nele há outro link para fazer download do relatório completo.

Boas leituras.

Abril 10, 2011

Napoleão e Bola-de-Neve

Filed under: Cultura,Livros,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 00:26

O triunfo dos porcos, versão portuguesa (4).

Um livro valioso para a compreensão de todas as experiências de socialismo real, incluindo a portuguesa: Animal Farm: A Fairy Story.

Abril 1, 2011

Moeda, sistemas monetários e bancos centrais

Filed under: Economia,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:30

Leituras recomendadas sobre moeda, sistemas monetários e bancos centrais:

The Rationale of Central Banking: and the Free Banking Alternative. Por Vera Smith.
Lombard Street: A Description of the Money Market. Por Walter Bagehot.
The Theory of Money and Credit (disponível online aqui). Por Ludwig von Mises.
Denationalization of Money: The Argument Refined (disponível online aqui). Por Friedrich Hayek.
The Fluttering Veil: Essays on Monetary Disequilibrium. Por Leland B. Yeager.

Março 30, 2011

Leo Strauss em Português

Filed under: Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 12:00

Depois desta maldade e do fair play do Miguel Morgado, resta reforçar a recomendação de leitura, tanto a nível exotérico como esotérico.

Março 29, 2011

Atlas Shrugged the Movie

Filed under: Cultura,Economia,Educação,Justiça,Livros,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Atlas Shrugged Trailer

Março 27, 2011

Montesquieu – Do Espírito das Leis

Filed under: Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 16:00

Com Introdução do Miguel Morgado.

Março 8, 2011

Mises on the collapse of a boom brought about by credit expansion

Filed under: Economia,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:59

Este é, de facto, um momento francamente oportuno para recordar Ludwig von Mises: A máxima de que nos lembramos às mais variadas horas de todos os dia (e às vezes até mesmo das noites). Por Jorge Costa.

Leitura recomendada: Human Action (disponível online aqui) e The Theory of Money and Credit (disponível online aqui), ambos de Ludwig von Mises.

Março 7, 2011

Socialismo e liberalismo

Filed under: Livros,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 16:18

socialism versus libertarian. Por Carlos Novais.

Fevereiro 4, 2011

Público e estatal

Filed under: Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 14:00

A frequentemente ignorada distinção entre público e estatal é fundamental para qualquer área de políticas públicas:A Escola Pública não é o mesmo que Escola Estatal. Por Henrique Raposo.

Leitura complementar: Gestão pública e teoria das burocracias: entre a visão clássica da Administração Pública e o novo paradigma da governação pública; Estado, Sociedade Civil e Administração Pública; Ética, Democracia e Estado.

Janeiro 10, 2011

The Net Delusion

Filed under: Blogosfera,Internacional,Justiça,Livros,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 21:00

Uma interessante recensão (via Diogo Vasconcelos) sobre o livro The Net Delusion: How Not to Liberate the World, de Evgeny Morozov:

Morozov, a young Belarusian-born writer and researcher now based in the US, doesn’t mince his words. But The Net Delusion is considerably more than an assault on political rhetoric; for, it argues, behind many of the fine words recently spoken in praise of technology lies a combination of utopianism and ignorance that grossly misrepresents the internet’s political role and potentials. Unless we are very careful, he suggests, the democratising power of new media will in fact bring not democracy and freedom, but the entrenchment of authoritarian regimes.

Two delusions in particular concern Morozov: “cyber-utopianism”, the belief that the culture of the internet is inherently emancipatory; and “internet-centrism”, the belief that every important question about modern society and politics can be framed in terms of the internet. Put so starkly, such extreme beliefs may sound laughable, yet he sees them in action everywhere: from the misguided belief that Twitter could foment revolution in Iran in 2009 (on the eve of the elections, the country had fewer than 20,000 Twitter users) to the naive hope that instant international exposure via new media will necessarily result in a diminishing of violence in Africa and the Middle East.

Moreover, Morozov argues, the west’s reckless promotion of technological tools as pro-democratic agents has provoked authoritarian regimes to crack down on online activity in some style: not just closing down or blocking websites, but using social networks to infiltrate protest groups and track down protesters, seeding their own propaganda online, and generally out-resourcing and out-smarting their beleaguered citizenry.

Janeiro 5, 2011

Amaro da Costa, o CDS e a esquerda

Filed under: Livros,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 23:58

Amaro da Costa. Por Ricardo Arroja.

Decidi, aqui no Portugal Contemporâneo, começar 2011 da mesma forma que terminei 2010: com crítica literária. Desta feita, sobre um outro livro que li durante estas mini férias de final do ano: “Adelino Amaro da Costa, Histórias de uma Vida Interrompida”, escrito por Maria do Rosário Carneiro (irmã do biografado).

Da infância no Funchal à vida adulta em Lisboa, o livro conta-nos um conjunto de estórias, mais do que a história, de Amaro da Costa. Assim, sendo uma narrativa cativante, terminei o livro com um sabor amargo. Primeiro, porque a obra retrata, preferencialmente, o político, em alternativa ao ideológo como, repetidamente, o tenta posicionar. Segundo, porque, para minha grande decepção, o centrismo, preconizado por Amaro da Costa, está mais próximo da esquerda que da direita. Foi (e é) essa a razão pela qual o CDS nunca se afirmou na política portuguesa. E é, também, por isso, que as suas principais figuras de então (Freitas do Amaral e Basílio Horta) acabaram encostados ao PS, como, estou convicto, teria acontecido com Amaro da Costa tivesse este vivido mais tempo.

Janeiro 2, 2011

Ayn Rand and The World She Made

Filed under: Livros,Política,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 20:00

Uma entrevista sobre Ayn Rand com Anne Heller, a autora do livro Ayn Rand and the World She Made.

Ayn Rand & The World She Made: Q&A with Anne Heller

Atlas Shrugged
The Fountainhead

Dezembro 27, 2010

Ironia que atravessa séculos

Filed under: Cultura,Diversos,Livros — Miguel Botelho Moniz @ 22:27

De acordo com o Guiness Book of Records, edição para 2011, a maior parada alguma vez realizada por mulheres de bikini ocorreu na África do Sul, em 2009, patrocinada pela Kellogg’s Special K. Tenho a suspeita que os editores nunca foram ao Rio de Janeiro por altura do Carnaval.

John Harvey Kellogg, fundador da Kellogg’s, criou os flocos de cereais no final do século XIX. Era conhecido pelo fervor desmancha-prazeres com que se opunha à actividade sexual. Escreveu vários livros e artigos onde procurou instituir um maior sentido de decoro nos jovens de então, tanto senhoritas como jovens cavalheiros. Em particular empreendeu uma vigorosa campanha anti-masturbatória, que atingiu o clímax com o seu magnum opus entitulado Plain Facts for Old and Young, bem como o não menos importante Treatment for Self-Abuse and Its Effects. Obras de leitura claramente indicada à ex-candidata republicana Christine O’Donnell, bem como, por razões totalmente diferentes, apresso-me a enfatizar, ao nosso estimado leitor Luis Lavoura.

The Raven

Filed under: Livros — Helder Ferreira @ 21:59

Once upon a midnight dreary, while I pondered weak and weary,
Over many a quaint and curious volume of forgotten lore,
While I nodded, nearly napping, suddenly there came a tapping,
As of some one gently rapping, rapping at my chamber door.
`’Tis some visitor,’ I muttered, `tapping at my chamber door -
Only this, and nothing more.’

Ah, distinctly I remember it was in the bleak December,
And each separate dying ember wrought its ghost upon the floor.
Eagerly I wished the morrow; – vainly I had sought to borrow
From my books surcease of sorrow – sorrow for the lost Lenore -
For the rare and radiant maiden whom the angels named Lenore -
Nameless here for evermore. (mais…)

Dezembro 22, 2010

Os melhores livros liberais de 2010

Filed under: Economia,Educação,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 17:17

Aqui fica a lista dos 5 melhores livros liberais de 2010, a qual resulta das escolhas de um painel internacional de 16 académicos que integrei com muito gosto:

1Bourgeois Dignity: Why Economics Can’t Explain the Modern World. Por Deirdre McCloskey.

2The Rational Optimist: How Prosperity Evolves. Por Matt Ridley.

3The Enlightened Economy: An Economic History of Britain, 1700-1850. Por Joel Mokyr.

4A Brief History of Liberty. Por David Schmidtz e Jason Brennan.

5Libertarianism, from A to Z. Por Jeffrey Miron.

Como muito bem realça o Diogo Costa, o principal tema entre os vencedores deste ano é, sem dúvida, a história económica e social.

A constituição do júri foi a seguinte:

Alberto Mingardi, Instituto Bruno Leoni
André Azevedo Alves, Universidade de Aveiro, OrdemLivre.org
Donald Boudreaux, George Mason University
Edward Crane, Cato Institute
Fred Smith, Competitive Enterprise Institute
Jason Kuznicki, Cato Institute
John Blundell, Institute for Economic Affairs
Jude Blanchette, Atlas Network
Marius Gustavson, Civitas
Matt Zwolinski, University of California, San Diego
Michael Munger, Duke University
Nouh El Harmouzi, Minbaralhurriyya.org
Pedro Albuquerque, Euromed Management, OrdemLivre.org
Peter Boettke, George Mason, University
Tom Palmer, Atlas Network
Virginia Postrel, The Atlantic

Dezembro 17, 2010

Alegre desespero

Filed under: Cultura,Livros,Política,Portugal — ruicarmo @ 11:17

Misérias do Exílio, Os Últimos Meses de Humberto Delgado – Portugueses e Africanos na Argélia, por Patrícia McGowan Pinheiro. O passado de Manuel Alegre ajuda a compreender o presente. Fica a sugestão de leitura.

Dezembro 6, 2010

A Grande Muralha e o Legado de Tiananmen – 9 de Dezembro, às 18:30, em Lisboa

Filed under: Agenda,Livros,Política — André Azevedo Alves @ 01:41

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