Flanagan’s suicide notes

After Shooting, Alleged Gunman Details Grievances in ‘Suicide Notes’

In Flanagan’s often rambling letter to authorities, family and friends, he writes of a long list of grievances. In one part of the document, Flanagan calls it a “Suicide Note for Friends and Family.”

He says he has been attacked by black men and white females
He talks about how he was attacked for being a gay, black man
He says has suffered racial discrimination, sexual harassment and bullying at work

A source with direct knowledge of his complaints against the station said a pair of tweets sent today and attributed to him accurately reflect previous complaints he lodged against the two people he killed today. These are the two Tweets: “Alison made racist comments,” and, “Adam went to hr on me after working with me one time!!!”

A Venezuela não interessa a ninguém (2)

Being the ex-President’s daughter pays off: Hugo Chavez’s ambassador daughter is Venezuela’s richest woman

Venezuela’s Food Shortages Trigger Long Lines, Hunger and Looting

In a national survey, the pollster Consultores 21 found 30% of Venezuelans eating two or fewer meals a day during the second quarter of this year, up from 20% in the first quarter. Around 70% of people in the study also said they had stopped buying some basic food item because it had become unavailable or too expensive.

Food-supply problems in Venezuela underscore the increasingly precarious situation for Mr. Maduro’s socialist government, which according to the latest poll by Datanálisis is preferred by less than 20% of voters ahead of Dec. 6 parliamentary elections. The critical situation threatens to plunge South America’s largest oil exporter into a wave of civil unrest reminiscent of last year’s nationwide demonstrations seeking Mr. Maduro’s ouster.

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Ainda sobre os abusos do fisco

Com uns dias de atraso relativamente à publicação, aqui fica o meu artigo mais recente no Observador: Os abusos do fisco não acontecem por acaso.

A Justiça e os últimos 4 anos

O meu artigo no Diário Económico de hoje sobre a Justiça.

Justiça

Sobre os últimos quatro anos devemos reter o novo mapa judiciário apresentado pela actual ministra que, com a figura do administrador judicial e a criação de gabinetes de apoio aos magistrados judiciais, foi um primeiro passo na necessária reorganização do funcionamento interno dos tribunais.

Mais mediáticas foram as prisões de José Sócrates, em Évora, e a de Ricardo Salgado, em casa. No entanto, e apesar do sistema judicial ter sido capaz de enfrentar os antigos donos disto tudo, o certo é que tal se terá devido mais ao colapso de um esquema económico que ao mero funcionamento da Justiça.

O futuro nos dirá. Nos esclarecerá se, apesar do sucedido nesta legislatura, o modelo socialista de desenvolvimento que dura há décadas, e que pressupõe como normal uma combinação entre políticos e empresários, ferindo a livre iniciativa e o livre funcionamento do mercado, sobreviverá ao ponto de outros poderes substituírem os que agora caíram em desgraça.

Compreender o putinismo XXVIII

stesov

Oleg Sentsov é um cineasta ucraniano. Foi condenado a passar duas décadas na prisão por um tribunal militar russo que deu como provadas as acusações de dirigir uma célula terrorista na Crimeia em 2014. Dentro das actividades subversivas dadas como provadas, está o plano de Oleg Sentsov fazer explodir uma estátua de Lenine.

Se descontar as honradas tradições que fazem do Putinismo aquilo que é, achar curioso que um tribunal militar russo profira sentenças sobre uma guerra inexistente, no sentido em que não participou com um único militar e passar uma esponja sobre a natural oposição à anexação russa da Crimeia, ser levado a acreditar que durante o tempo que esteve preso Oleg Sentsov não foi tocado por ninguém das forças de segurança russas e que as queixas de tortura que apresenta são resultado de práticas sadomasoquistas, diria que Oleg Sentsov merecia um louvor.

O difícil puzzle das pensões

Reforma das pensões: há soluções técnicas, não há solução política. Por Margarida Corrêa de Aguiar.

Não deveríamos estar condenados à recorrente adopção de ajustamentos avulsos ou paramétricos agravando a iniquidade intergeracional e reduzindo a adequação das pensões sem ultrapassar em definitivo as ameaças à sustentabilidade do sistema de pensões, como tem sido a experiência dos últimos dez anos.

Persistir na pedagogia da reforma estrutural, como não me canso de fazer, funciona como um antídoto, embora reconheça a sua duvidosa eficácia.

Imperialismo ianque e prudência gaulesa

Franca

Um marroquino armado com uma espingarda Kalashnikov, munições e várias facas provocou três feridos num comboio de alta velocidade que fazia a ligação entre Amesterdão e Paris. Foi impedido de massacrar a seu belo prazer causar mais estragos por dois passageiros, militares norte-americanos desarmados.

Seguir as notícias sobre mais um atentado terrorista não deixa de ser um exercício peculiar. Apesar de uma fonte de uma força anti-terrorista europeia ter anunciado que se tratava de um militante islâmico, a polícia francesa recusou especular sobre as verdadeiras motivações do terrorista. Imagino eu, que a criatura podesse ser um militante mórmon ou outra coisa parecida apesar de ter sido identificado como militante islâmico. É caso para dizer, mesmo em França, a culpa é da América.

Diário de Notícias: declínio e degradação de um jornal histórico

Em 2009, o Diário de Notícias vendia cerca de 45.000 exemplares em, banca. Hoje em dia, as vendas em banca andam em torno dos 10.000 exemplares. Ainda assim, é estranho como uma publicação que atingiu um nível tão abismal de degradação interna continua a conseguir esses números, provavelmente justificados essencialmente pela habituação de alguns (cada vez menos) leitores a um jornal com forte marca histórica em Portugal.

Exemplos da degradação do Diário de Notícias não faltam mas esta nota de direcção é paradigmática do estado a que o histórico jornal chegou. Basicamente, como resumiu Eduardo Cintra Torres, a direcção do Diário de Notícias não lamenta ter mentido nem pede desculpa. Desculpa-se a si mesma e culpa a vítima da mentira.

Hoje, o DN está praticamente reduzido a um orgão de propaganda, ainda por cima mal feito, quase sempre mal escrito e sem qualquer respeito pelos leitores nem pelos visados nas “notícias” que vai publicando. A propósito, vale a pena ler este comentário da Rita Carreira: DN e filosofia de jornalismo

Diz o DN que a responsabilidade pelos erros da história é do Fernando Alexandre e da sua decisão de não responder às perguntas do jornal. Quando li isto, fiquei perturbada. A história é baseada num depoimento oficial que existe e ao qual o jornal teve acesso. O erro advém de esse documento ser mal citado por duas formas: desrespeito pelo contexto da citação e transcrição incorrecta da citação. Qualquer pessoa que trabalha no jornal poderia ter corrigido este erro sem precisar de acesso ao Fernando Alexandre, bastava verificar a fonte original da citação. Isto é factual, não está sujeito a interpretação.

Quando eu leio uma história do DN, exactamente o que é que eu devo pensar? Que o jornal tem carta branca para citar erradamente documentos oficiais, especialmente quando os autores da citação não verificam os factos da história? Que o editor do DN não se sente responsável por evitar erros deste tipo no futuro? Que o DN é um jornal que não tem implementado um processo de controle de qualidade?

Leitura complementar: Fernando Alexandre e a luta contra a corrupção no MAI; Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN; Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN (2).

Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN (2)

Diário de Notícias publica direito de resposta. Por Fernando Alexandre.

O Diário de Notícias publica hoje o meu direito de resposta à caluniosa ‘notícia’ da autoria de Carlos Rodrigues Lima. Como mostro, para além do jornalista demonstrar desconhecer o meu depoimento ao Ministério Público (que terá sido a base da sua ‘notícia’), toda a sua argumentação assenta na deturpação duma passagem do meu depoimento, a qual cito ipsis verbis.

Aproveito para agradecer a todos o apoio neste processo e deixo-vos aqui a minha resposta:

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Quando a ditadura fiscal nos bate à porta (2)

O João Miguel Tavares respondeu no Público ao meu artigo desta semana no Observador (Quando a ditadura fiscal nos bate à porta).

Tentarei voltar ao tema se arranjar tempo para escrever alguma coisa em condições. Eventualmente no meu próximo artigo para o Observador.

Benfica e Jorge Jesus: de bestial a besta

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Jesus impedido de entrar no Seixal (4 de Junho de 2015)

O técnico de 60 anos foi proibido, esta quinta-feira, de entrar no centro de estágios do Seixal, onde a equipa do Benfica treina.

“Chico-espertismos” de “um deslumbrado”. Benfica processa Jesus em €7,5 milhões

“Seria estranho o Benfica pagar um mês em que um seu funcionário não apenas não trabalhou mas, pior, trabalhou para outra entidade”, declara João Gabriel.

TC rejeita recurso da defesa de José Sócrates

Recurso de José Sócrates rejeitado pelo Tribunal Constitucional

O Tribunal Constitucional não deu razão à defesa de José Sócrates. A equipa de advogados ao serviço do ex-primeiro-ministro, liderada pelo advogado João Araújo, alegou que o juiz de instrução Carlos Alexandre tomou decisões baseando-se em interpretações inconstitucionais do Código Penal.

Fernando Alexandre, a luta contra a corrupção no MAI e os erros do DN

Sem surpresa, assim vai o “jornalismo” do Diário de Notícias: Sr. Director do Diário de Notícias: este leite está azedo. Por Fernando Alexandre.

Nos últimos anos, têm-se sucedido os casos de corrupção envolvendo quadros de topo da administração pública. Muitos factores contribuirão para este importante progresso da nossa sociedade e certamente alguém, um dia, escreverá a sua história, uma história em que os media terão o seu lugar.

Um dos casos de corrupção envolvendo um quadro de topo da administração pública é o do ex-director geral do Ministério da Administração Interna (MAI), o arquitecto João Correia, acusado de mais de 80 crimes, num processo com mais de uma dezena de arguidos (incluindo outros elementos da ex- Direcção Geral de Infraestruturas e Equipamentos do MAI, empresários e arquitectos). As denúncias de suspeitas de prática de actos ilícitos, que chegaram ao meu gabinete relativas àquele processo, foram imediatamente transmitidas às entidades competentes, estando na base da investigação que culminou na referida acusação.

Os media têm explorado este caso de diversos ângulos. O Diário de Notícias, no passado dia 8, pela mão do jornalista Carlos Rodrigues Lima, publicou um artigo com o título “Emails contradizem versão de ex-Secretário de Estado do MAI”, acompanhado do subtítulo “Fernando Alexandre disse ao MP que ex-diretor-geral acusado de corrupção não o informava sobre obras. Porém, mensagens até revelam marcação de reunião entre ambos.”

Seria de facto muito estranho que um Secretário de Estado, com a responsabilidade das infraestruturas e equipamentos do Ministério, nas suas reuniões com o Diretor Geral das Infraestruturas e Equipamentos, não discutisse obras – o MAI tem mais de 1000 instalações operacionais. Tal absurdo poderia ser notícia.

Como é óbvio, e ao contrário do que insinua o jornalista, eu não menti ao Ministério Público. No depoimento ao Ministério Público, em parte alguma, declaro que o referido director geral não me informava sobre obras. O que refiro no meu depoimento é que o ex-diretor geral, acusado, repito, de mais de 80 crimes, não me informou sobre algumas obras e sobre actividades inerentes às suas competências (ou outras como as que estão na origem da acusação do Ministério Público).

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Não consigo “arranjar” um título

Muere ahogada en Dubái al no permitir su padre que los socorristas la tocaran

El padre dejó que su hija se ahogara antes que ser tocada por los miembros de un equipo de rescate que acudió en su ayuda

(…)

«El padre llevó a su mujer e hijos a un picnic a la playa. Los niños estuvieron nadando, cuando de repente la chica de 20 años comenzó a pedir ayuda. Dos hombres acudieron al rescate, sin embargo se encontraron con un obstáculo que les impedía llegar hasta ella. Este obstáculo eran las creencias de su padre que no permitían que un hombre la tocase porque la deshonrarían», contó el policía al mando.

«El padre era un hombre alto y fuerte. Empezó a empujar a los hombres y se puso violento con ellos. Dijo que prefería que muriese antes que ser tocada por unos extraños». (…)

Máquinas de produzir receita fiscal

Tiago Caiado Guerreiro: ‘Cidadãos são vistos como máquinas de produzir receita fiscal’

O problema do Estado é que se aumentam os impostos porque aumenta a despesa, em vez de se cortar a despesa para não ter de se aumentar impostos. Quanto mais gordo é o Estado, mais poder tem sobre os contribuintes, de controlar e manietar, de distribuir benesses para comprar votos. É um esquema maquiavélico e destrutivo da economia. (…) A intensidade das penas que se aplicam às pessoas por incumprimento de normas fiscais é desproporcionada. Trata-se com mais violência contribuintes que não pagam impostos do que pessoas que cometem crimes de sangue. Não podemos transformar todos os portugueses em criminosos e instaurar milhares de processos-crime por ano. Os Estados Unidos, com 31 vezes mais população, só instauram 1.500 processos-crime por ano. Em Portugal somos vistos não como cidadãos, mas como máquinas de produzir receita fiscal, em que o único interesse é gerar dinheiro para o Estado.

Blogar faz mal à saúde

Blogger Hacked to Death in Bangladesh, Fourth This Year

Attackers armed with machetes killed a blogger in Bangladesh on Friday, the fourth killing of an online critic of religious extremism in less than six months.

Niloy Chatterjee, 40, who advocated secularism, was killed in his flat in the capital Dhaka, said police official Mustafizur Rahman.

“We are speechless. He was demanding justice for the killing of other bloggers,” said Imran Sarker, head of a network of activists and bloggers.

“Who will be next for demanding justice for Niloy?”

Chatterjee, who used the pen-name Niloy Neel, was a critic of religious extremism that led to bombings in mosques and the killing of civilians, Sarker said.

Chatterjee was also one of hundreds of bloggers driving a movement demanding the death penalty for Islamist leaders accused of atrocities in Bangladesh’s 1971 war of independence.

Coincidências extraordinárias

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Tudo bons rapazes. Por João Miguel Tavares.

José Guilherme, o homem que ofereceu 14 milhões a Ricardo Salgado, está a ser investigado num processo relacionado com o Montepio Geral, que lhe terá emprestado 17 milhões de euros há cerca de um ano com base em garantias do Finibanco Angola, que é maioritariamente detido pelo próprio Montepio.

Ao mesmo tempo, o seu filho possui uma participação indirecta no Montepio, que foi financiada no final de 2013 pelo Finibanco Angola – mais uma família que é ao mesmo tempo devedora e accionista de um banco. José Guilherme e Ricardo Salgado foram alvo de investigações por branqueamento de capitais no decorrer da Operação Monte Branco, e terão sido escutas relacionadas com esse processo que acabaram por dar origem à Operação Marquês, pela qual José Sócrates está detido.

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José Dirceu detido

Lava Jato. José Dirceu detido esta manhã

A investigação Lava-Jato levou à prisão, esta manhã, de José Dirceu, ex-ministro da Casa Civil e que foi um dos homens de confiança de Lula da Silva. Dirceu é suspeito de crimes ligados a contratos.

Leitura complementar: “O Brasil à beira do abismo”.

Renegociação das PPP rodoviárias

Os erros do passado serão pagos por muitos anos pelos contribuintes portugueses, mas ainda assim são dados positivos: Governo conclui renegociação da Via do Infante. Poupa 85 milhões de euros

A renegociação da concessão do Algarve, que explora a Via do Infante, era a única que faltava ao pacote das sete antigas SCUT que o Governo queria alterar e que permite a poupança de 2.070 milhões de euros em pagamentos destas concessões. “Creio que este (85 milhões) é um valor muito expressivo e que revela a margem de melhoria que podemos introduzir no conjunto de encargos que representavam as parcerias público privadas rodoviárias”, disse o ministro da Economia, Pires de Lima.

Pires de Lima referiu ainda que a renegociação de todas as PPP rodoviárias, incluindo as subconcessões lançadas nos governos de Sócrates, vai permitir poupar 7,2 mil milhões de euros aos contribuintes, se tivermos em conta o tempo de vida das concessões.

A ADSE e o “apartheid” entre funcionários públicos e os outros cidadãos

Uma nota breve sobre a ADSE por parte de um seu beneficiário. Por João Paulo Almeida Fernandes.

Para terminar, mostrando a ADSE, como terá acontecido no ano transacto, a sua viabilidade económica, não dependente de subsídios do Estado, antes gerando superavits (que no caso de uma empresa privada seriam reinvestidos na melhoria do serviço prestado), não vejo qualquer motivo, num país democrático, que se mantenha uma situação de “apartheid” parcial entre os funcionários públicos e suas regalias e os outros cidadãos que mesmo que estejam dispostos a pagar, não podem beneficiar dos mesmos serviços.

Leitura complementar: O estranho caso da ADSE; A ADSE só está bem quando é deficitária ? (2)

Presunção de inocência

Ainda que isso possa estar em conflito com alguns populismos vigentes, estiveram neste caso muito bem o Presidente da República e também o Tribunal Constitucional: TC volta a chumbar enriquecimento injustificado

Quando fez o pedido de fiscalização preventiva do documento ao TC, Cavaco Silva dizia ter dúvidas sobre a conformidade daquela lei com os “princípios do Estado de direito, da proporcionalidade, legalidade penal e presunção de inocência”. “Numa área com a sensibilidade do Direito Penal, onde estão em risco valores máximos da ordem jurídica num Estado de direito como a liberdade, não pode subsistir dúvida sobre a incriminação de condutas, tanto mais que a matéria em causa foi recentemente apreciada pelo Tribunal Constitucional tendo, então, merecido uma pronúncia de inconstitucionalidade”, dizia o Presidente da República em nota divulgada no site da Presidência.

As contradições internas do progressismo (2)

Swedish Nationalists Plan Gay Pride March Through Muslim Area: Left Is Outraged

Jan Sjunnesson, former editor-in-chief of Samtiden, the newspaper of the right wing Sweden Democrats, is organising Pride Järva – which he says will feature men kissing – to go through the Stockholm districts of Tensta and Husby. According to some estimates, these areas are up to 75 per cent Muslim.

Organisers said there was no dress code, adding: “You could take the opportunity to tan your belly and legs in the sunny weather.”

However, angry left wing and gay rights activists have taken to Facebook, denouncing the planned pride march as “right wing”, “xenophobic” and “pure racism”.

A counter-demonstration is now planned, with organisers claiming Järva Pride “pits two oppressed groups against one another.”

Taxpayer-funded gay rights group RFSL has distanced itself from the pride march, accusing it of promoting racism and white privilege, while some activists are even calling for the organisers to be arrested for “hate speech”.

Saí um Nobel para Blatter

putinblatter

 

Relações que fazem sentido e que dão frutos.

Russian president Vladimir Putin believes FIFA president Sepp Blatter is worthy of the Nobel Prize.

“I think people like Mr. Blatter or the heads of big international sporting federations, or the Olympic Games, deserve a special recognition.” Putin said on a Swiss television station, according to Reuters. “If there is anyone who deserves the Nobel prize, it’s those people.”

Putin also said he doesn’t believe Blatter is personally guilty of corruption despite a widespread corruption scandal engulfing FIFA.

A ADSE só está bem quando é deficitária ? (2)

O meu artigo de ontem no Observador (O estranho caso da ADSE.) tem suscitado bastante feedback por vários meios (os comentários ao artigo são uma boa ilustração disso mesmo), uma parte substancial do qual – sem surpresa – de beneficiários do actual subsistema de saúde exclusivo dos funcionários e pensionistas do Estado.

Uma parte reconhece os problemas – de eficiência e equidade – na actual configuração do sistema. Outra parte nem por isso, preferindo, regra geral, focar a argumentação numa de entre várias concepções de “direitos adquiridos”.

Na impossibilidade de responder individualmente a todos, gostaria de deixar duas notas gerais:

1 – Não me parece eticamente condenável, a título individual, que quem tem ou teve oportunidade de beneficiar do subsistema de saúde exclusivo dos funcionários e pensionistas do Estado o faça dentro das regtras vigentes. Questão diferente é a de quem, por beneficiar do sistema, prefere não reconhecer os problemas de equidade suscitados pela ADSE ou a necessidade de equilíbrio financeiro do sistema.

2 – A quem se queixa do valor elevado da contribuição que paga para a ADSE, recordo que actualmente essa contribuição é voluntária, podendo optar por sair do sistema. É aliás curioso que no ano em que muitos previam um êxodo em massa e o colapso da ADSE por causa da subida da taxa para 3,5%, o resultado final tenha sido o meu saldo positivo de sempre. Não garante, claro, nada para o futuro, mas também isso deveria ser matéria de reflexão para quem tanto criticou as medidas tomadas para promover a sustentabilidade financeira da ADSE.

Leitura complementar: O estranho caso da ADSE.

Seria este o “Plano B” do Syriza ?

Varoufakis. Tsipras pediu-lhe “Plano B” em dezembro

O plano, explicou Varoufakis, passaria por fazer hacking (intrusão de sistemas informáticos) das informações fiscais dos contribuintes e das empresas, informações essas constantes dos servidores centrais do Fisco.

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A ADSE só está bem quando é deficitária ?

O meu artigo de hoje no Observador: O estranho caso da ADSE.

Estranhamente, enquanto se sucederam saldos negativos da ADSE suportados pelo Estado nunca foram levantados problemas, mas o saldo positivo de 2014 gerou uma onda política e mediática de indignação.