Muhammad Shakil Auj assassinado no Paquistão

A Pakistani Scholar Accused of Blasphemy Is Shot Dead

A liberal Muslim scholar who had been accused of blasphemy for a speech he gave during a visit to the United States was shot and killed in Karachi on Thursday, the city police said.

The scholar, , was the dean of Islamic studies at the state-run University of Karachi.

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Petição contra a nova Lei da Cópia Privada supera as 7000 assinaturas

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A Petição contra a nova Lei da Cópia Privada superou já as 7000 assinaturas.

Impedir a aprovação da proposta de lei n° 246/XII, da Cópia Privada

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto.

Inês Pedrosa e a Lei da Cópia Privada

Cara Inês Pedrosa #pl118. Por Maria João Nogueira.

Confesso que não fiquei espantada com a opinião. Mas surpreendeu-me a desonestidade ou, em alternativa, a ignorância.

Vale a pena ler na íntegra aqui.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto.

Petição contra a nova Lei da Cópia Privada

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Impedir a aprovação da proposta de lei n° 246/XII, da Cópia Privada

Expressamos o total e profundo desacordo com a proposta de lei n° 246/XII que pretende «clarificar e alargar o quadro de isenções previsto na Lei n.º 62/98, de 1 de setembro, procede à atualização da respetiva tabela de compensação equitativa, nela incluindo alguns equipamentos e suportes no âmbito da fixação e reprodução digitais que, por excelência, são hoje objeto de uma utilização alargada»

A petição completa pode ser lida e assinada aqui.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto.

Ocupar é divertido

É urgente ocupar o Twitter dos ocupas.

Activists who organized the dormant Occupy Wall Street movement are suing another activist for control of the main Twitter account, and one of the plaintiffs says there was no other option but to turn to litigation to solve the dispute.

The conflict centers around @OccupyWallStNYC, one of the main Twitter feeds that distributed information during the movement’s heyday in 2011. The OWS Media Group filed a lawsuit against organizer Justin Wedes on Wednesday, which is also the third anniversary of the beginning of Occupy Wall Street. The group, led by activist Marisa Holmes, is seeking control of the Twitter account as well as $500,000 in damages.

The Twitter account, which used to be shared among several activists, is now under the control of Wedes, who explained his decision to take over the Twitter feed in a blog post in August:

A thread about “self-promotion” became just another shaming session. If we start from a place of assuming bad intentions – i.e. discouraging “self-promotion” over encouraging solid, relevant content – we will end up with rules that shame rather than empower. Group members took on the task of limiting others to “1 to 2 tweets per day” (or week) on a topic, a form of censorship that would never have been allowed in the earlier days of the boat. I had to say enough!

“We can either go and beat him up or we can go to court,” Holmes, a video editor who was part of the core organizing team of Occupy, told BuzzFeed News. “And quite frankly if we go and beat him up then we could end up with countersuits against us, and that puts us in a more damaging position and we don’t really want to do that anyway.”

 

Justiça poética

É curioso que Maria de Lurdes Rodrigues se queixe do esforço financeiro que faz com o processo que já levou à sua condenação. Logo uma senhora que participou no governo da criatura socrática, conhecida por processar a eito jornalistas e comentadores que tinham a ousadia de não admirar a radiosa liderança socrática e se incomodarem pelos persistentes casos que não costumam atormentar pessoas honestas e rodeavam o então pm. Queixas – por vezes queixas civis, nem sequer criminais – que não levavam a nenhuma condenação ou, sequer, a acusação. Mas que obrigavam os ditos processados a terem gastos com advogados, além de perderem tempo de trabalho. Com sócrates, era assim; criticas-me e levas com honorários de advogados para pagar.

Maria de Lurdes Rodrigues não teve qualquer problema de consciência por participar num governo que desta forma sem vergonha pressionava jornalistas e comentadores a calarem as críticas a sócrates, pois não? Ora então desejo que continue a ter um grande esforço financeiro com todo este processo.

A lei da cópia privada e a gestão das receitas do imposto

Uma excelente análise de Pedro Pita Barros: lei da cópia privada e uma proposta diferente

(…) como esta taxa para a cópia privada pretende dar o incentivo para a criação, não é claro porque a existir não deva estar incluída no preço da “obra” vendida legalmente (relembre-se, a pirataria continua ilegal). Neste caso, quem mais sucesso tiver também tem mais “incentivo à criação”.

(…)

Admitamos ainda que se quer esta redistribuição de rendimento ad-hoc e arbitrária. Então devemos discutir qual é a melhor forma de a realizar. E se estamos a falar de pagamentos que são realizados devido ao poder coercivo do Estado, porque não ser este a tratar dessa redistribuição? Assim, esta verba deverá ir para a Secretaria de Estado da Cultura que depois a atribuirá diretamente aos artistas registados para o efeito (registo que pode ser feito numa plataforma informática simples). Talvez mesmo ter um subdirector geral com essa competência atribuída.

Ou caso esta missão seja atribuída a uma entidade externa, então os salários e as despesas praticadas nessa instituição deverão seguir as mesmas regras da administração pública, com equiparação do presidente da instituição a sub-director geral para efeitos de vencimento, e a partir daí estabelecer a cascata de remunerações. Obviamente acompanhando as regras da função pública neste campo. As receitas e despesas deverão ser auditadas regularmente por entidades públicas, tendo o Tribunal de Contas também possibilidade de intervenção.

Ou podemos ainda tentar uma solução de “mercado” – colocar a concurso a gestão deste imposto (mais vale usar o nome correcto), em que as entidades externas interessadas apresentam as suas propostas de custo para essa gestão.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo.

Nova Gestão para o Novo Banco

Ninguém fica bem na fotografia. Por José Manuel Fernandes.

Aparentemente os sinais de choque com a equipa de Vítor Bento não eram de ontem. Carlos Costa tinha obrigação de saber que as divergências com Vítor Bento tornavam problemática a sua continuação à frente do Novo Banco. Agora pode ter perdido um mês – o mês que demorou até à substituição. Stock da Cunha é, provavelmente uma melhor opção, mas interrogo-me porque não foi solução há mais tempo, logo na passagem do BES a Novo Banco.

Aparentemente, nesta como noutras crises, o Banco de Portugal prefere sempre evitar o problema em vez de o enfrentar. Parece haver uma tal obsessão com a estabilidade das soluções e com não “perturbar os mercados” que se acaba por deixar os problemas apodrecer e tornarem-se mais graves. Ao longo de todo o processo do BES nunca se percebeu porque razão se levou tanto a obrigar Ricardo Salgado a sair da administração, porque se demorou depois tanto tempo a dizer que Amílcar Pires não o poderia substituir e porque se leva agora tanto tempo a encontrar nova solução para o Novo Banco. Tentar evitar conflitos é às vezes meio caminho andado para arranjar conflitos maiores – este pode ter sido o erro de Carlos Costa e do Banco de Portugal.

Leitura complementar: BES: o bom, o mau e o vilão; O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

Mário Soares sobre Ricardo Salgado e o Governo

Soares à RTP: Governo meteu-se “num grande sarilho” entrando em guerra com Ricardo Salgado

“Meteram-se num grande sarilho”. A frase, em jeito de aviso, é de Mário Soares, e é dirigida ao Governo. Numa reportagem da RTP, que vai para o ar no Telejornal deste sábado, o fundador do PS – principal responsável pelo regresso da família Espírito Santo a Portugal e pela privatização do seu banco, diz que o sarilho foi a alegada intromissão no BES e no Grupo Espírito Santo (a quem Passos negou uma ajuda, como noticiou em junho o Observador). E o aviso tem seguimento: “Quando ele falar, e vai falar, as coisas vão ser diferentes”.

Leitura complementar: BES: o bom, o mau e o vilão; O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

Manuel Alegre e a liberdade de expressão

O tenente-coronel aviador (na reforma) Brandão Ferreira e o diretor do semanário “O Diabo”, Esteves Pinto, foram hoje absolvidos do crime de difamação contra o histórico dirigente socialista Manuel Alegre.

O tenente-coronel João José Brandão Ferreira foi julgado por difamação por causa de artigos publicados em blogues, tendo o arguido reiterado em julgamento a tese que Manuel Alegre cometeu, aos microfones da rádio Voz da Liberdade, em Argel, traição à pátria, ao incitar os militares portugueses a desertar, ao conviver com os líderes dos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné e ao ajudá-los na guerrilha contra as tropas portuguesas no Ultramar.

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De falha em falha até ao colapso final ?

Será que vem aí o “Novo Novo Banco” ?

Oficial: Vitor Bento, Moreira Rato e José Honório renunciaram esta semana aos cargos no Novo Banco

Administração confirma ter pedido esta semana para sair do Novo Banco. Alega não ter “conflito com ninguém”, mas justifica que a missão inicial foi profundamente alterada. Carlos Costa em silêncio.

Carlos Costa em silêncio. Objetivo é apresentar nomes para o Novo Banco até domingo

Leitura complementar: BES: o bom, o mau e o vilão; O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

A contra-reforma do arrendamento

Porventura sinalizando o que se poderá esperar da pré-campanha para as legislativas de 2015, o Governo reverte uma das poucas reformas estruturais que tinha permitido avançar na direcção correcta. Se esta via prevalecer, é de esperar o pior para os próximos meses…

Rendas: senhorios com menos poder para despejar por obras

Proprietários acusam governo de “retrocesso total” com alterações à lei do arrendamento

Um mundo kafkiano e parasitário

Prisioneiros e Reguladores. Por José Manuel Moreira.

É este mundo kafkiano e parasitário que nos cabe aguentar. Até se conseguir ligar esta maldição à proliferação de entidades que nos policiam, fiscalizam e saqueiam. A bem da protecção dos interesses instalados no Orçamento do Estado. Num crescendo de legislação e controlos burocráticos que perseguem sem parar o cidadão comum.

Leitura complementar: O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

Fica-lhe bem

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Sócrates deixa palavras de amizade a Armando Vara e José Penedos

José Sócrates aproveitou o comentário, que esta semana fez excecionalmente ao sábado no telejornal da RTP, para enviar uma “mensagem de amizade pública” aos “camaradas” Armando Vara e José Penedos, ambos condenados no âmbito do processo Face Oculta.

Sobre a condenação de Vara e Penedos, José Sócrates não teceu comentários, adiantando que se tratava de um assunto que entrava na “dimensão pessoal” da sua vida e que não tinha espaço para um comentário de ordem política.

Face Oculta e José Sócrates

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O segundo mais empenhado blogue do socratismo quebrou o incómodo silêncio sobre as condenações no processo Face Oculta.

O tema do post ?
José Sócrates. Eles lá saberão porquê…

Leitura complementar: Face Oculta: penas de prisão para Armando Vara, José Penedos, Paulo Penedos e Manuel Godinho.

Juan Ramón Rallo e a TVE

Na TV estatal só há lugar para socialistas: Polémica por la salida del economista Juan Ramón Rallo del programa de Mariló Montero

TVE ha cancelado el contrato de colaboración que tenía el programa de Mariló Montero con el economista Juan Ramón Rallo, quien atribuye el conflicto a sus declaraciones sobre el cierre de las televisiones públicas. «La cosa ha tardado poco: TVE cancela mi colaboración con @LaMananaTVE», ha anunciado Rallo en su cuenta de Twitter. «Ya sabemos quién manda en la televisión de todos».

Rallo ha contado en esRadio, emisora en la que colabora, su versión de cómo le ha comunicado el despido la propia Mariló, «diciéndome que no compartía la decisión». «La verdad es que no me han comunicado los motivos, me han dicho que ha sido una decisión de arriba y muy probablemente el comunicado de UGT haya tenido su peso y su influencia», añadió.

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“A Cultura apoia António Costa” (2)

PS. Personalidades da cultura inscrevem-se como simpatizantes para apoiar Costa

Numa ação que decorreu no Chiado, em Lisboa, várias personalidades ligadas à cultura, como os realizadores de cinema António-Pedro Vasconcelos e Ruben Alves, o maestro António Vitorino D´Almeida, os estilistas Nuno Gama e Eduarda Abbondanza, a empresária Catarina Portas e o escritor e fundador das produções Fictícias Nuno Artur Silva, formalizaram as inscrições de simpatizantes.

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Godinho de Matos, o BES e uma cultura de impunidade

Como já aqui salientou o Miguel Noronha, as declarações do ex-administrador do BES Godinho de Matos (“Eu sabia tanto de bancos como de calceteiro”) são simplesmente espantosas. Mas, mais do que isso, são indiciadoras de uma cultura de irresponsabilidade, promiscuidade e impunidade.

Sobre o caso, recomendo também este texto de José Manuel Fernandes: Eu também quero ser verbo de encher.

Perguntarão: quem é Nuno Godinho de Matos? Pois é um advogado de Lisboa que era, até ao mês passado, administrador não executivo do Banco Espírito Santo. Uma busca na internet rapidamente nos indica que, além disso, foi fundador do Partido Socialista, trabalha há décadas com Daniel Proença de Carvalho, é actualmente vice-presidente da Ordem dos Advogados e foi durante muitos anos membro da Comissão Nacional de Eleições, lugar a que renunciou por ter representado nas últimas eleições autárquicas Moita Flores. Alguém de múltiplos talentos que, quero crer, falará com conhecimento de causa.

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O homem e a sua circunstância

Ex-ministro Armando Vara declara-se «em choque» com condenação

«Estou em choque, confesso, e a sensação que me fica é que a sentença não é sobre as acusações, não é sobre o que estava em causa. Eu acho que a sentença tem muito a ver com a minha circunstância», afirmou Armando Vara, adiantando não ser «apenas» a circunstância de ter sido ministro. (…) À pergunta se este foi um julgamento político, Armando Vara respondeu já ter dito «muita coisa», referindo não querer dizer mais.

Leitura complementar: Face Oculta: penas de prisão para Armando Vara, José Penedos, Paulo Penedos e Manuel Godinho.

“A Cultura apoia António Costa”

João Botelho apoia António Costa

Os Maias. Por Vitor Cunha.

O apoio financeiro atribuído a “Os Maias – (alguns) episódios da vida romântica” de João Botelho pelo ICA foi de 600.000,00€. De acordo com o produtor do filme, Alexandre Oliveira, da Ar de Filmes, o financiamento chegou aos 1.500.000,00€, com a participação do ICA, do Montepio, do Brasil [sic], e da Câmara Municipal de Lisboa.

Face Oculta: penas de prisão para Armando Vara, José Penedos, Paulo Penedos e Manuel Godinho

Armando Vara condenado a cinco anos de prisão efetiva

1. Manuel Godinho, empresário de sucatas. Acusado de 60 crimes: associação criminosa, corrupção, tráfico de influência, furto qualificado, burla. Pena: 17 anos e seis meses de prisão.

16. Armando Vara, ex-ministro socialista e antigo administrador do Millenium/BCP. Acusado de tráfico de influência. Pena: 5 anos de prisão

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Silly adviser em alta

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Erdoğan appoints aide who denounced ‘murder attempts by telekinesis’ as economic adviser

Newly inaugurated Turkish president Recep Tayyip Erdoğan has appointed his close aide Yiğit Bulut to be his chief economics adviser, his office said on Aug. 30, a move likely to alarm investors already concerned over the management of the country’s finances.

Bulut, an influential but divisive figure, was a key voice in the ear of Erdoğan when the latter was still prime minister, hitting international headlines during last summer’s Gezi Park protests when he claimed that foreign powers were trying to kill Erdoğan through telekinesis.

He is a vocal champion of the idea that a shadowy international “interest rate lobby” is working to sabotage Turkey’s economy through higher rates, and declared his devotion to his patron by saying he was “ready to die for Erdoğan if necessary.” His heroic announcement prompted a number of his critics to start referring to him by the English translation of his name, “Brave Cloud.”

Bulut also made headlines earlier this year when he said that in the future Turkey would no longer need to maintain ties with Europe.

Rotherham, socialismo e multiculturalismo

Não são monstros, são só socialistas. Por Vitor Cunha.

Durante 14 anos, Rotherham (população 257.600 em 2012) pouco viu de especial no que diz respeito a violações por grupos, banhos de gasolina e plateia infantil para violentas (redundância) violações. Nada de especial, não: já em 2006 se sabia da existência de profissões “alternativas” para jovens paquistaneses e outros denominados no Reino Unido como “asians” no tráfico sexual de crianças.

Já referi que a maioria das vítimas foram crianças brancas, do sexo feminino? Este facto é importante para que os socialistas bons me possam apelidar de racista. Note-se: nenhum dos responsáveis – como a senhora Thacker – é um monstro; são apenas socialistas na engrenagem da máquina socialista.