A revolução e o terrorismo

morte

Os Marxistas-Leninistas-Maoistas da França e da Bélgica  E os Ataques dos Jiadistas Franceses e Belgas a Paris, pelo Camarada e Educador da Pátria Arnaldo Matos.

(…)É o que acontece, segundo me dizem, com o camarada Lúcio, emigrante operário de Guimarães, um dos mais antigos militantes do Partido, que voltou agora, depois de uma viagem a França, para condenar o terrorismo islamista de 13 de Novembro em Paris. Se a informação é verdadeira, Lúcio abandonou o marxismo-leninismo e o internacionalismo proletário e assentou praça nas fileiras ideológicas reaccionárias do imperialismo francês, ao lado de François Hollande, de Manuel Valls, de Sarkozy, de Marine Le Pen… e de Alain Badiou.

Se ainda se acha comunista e revolucionário, Lúcio tem a estrita obrigação de saber que a violência é a parteira da história e que, enquanto marxista-leninista, tem o dever de repudiar, de todo em todo, o ponto de vista ideológico contra-revolucionário da pequena burguesia relativamente à violência, como qualquer coisa que seria essencialmente e sempre má e imoral.

No plano dos princípios, nós, comunistas, nunca rejeitámos nem podemos rejeitar o terror. O terror é um dos aspectos da guerra, que pode convir perfeitamente e pode mesmo ser indispensável em determinados momentos do combate. Os ideólogos hipócritas do imperialismo e da reacção é que condenam o terror como estratégia de combate das forças anti-imperialistas, do mesmo passo que ocultam o terror quotidiano dos imperialistas contra os povos explorados e oprimidos do mundo.

É certo que os comunistas rejeitam o emprego do terror fora do quadro de operações de um exército revolucionário combatente, articulado a todo um sistema de luta, isto é, rejeitam-no como meio de ataque isolado, independente de uma força armada e em si mesmo auto-suficiente – cfr. Lenine, Por Onde Começar? Obras Completas, Vol. V das Edições Sociais, Paris, 1976, pág. 15.

Mas os jiadistas franceses, nascidos em França, não praticaram os seus actos de guerra como actos isolados; os jiadistas franceses, muito embora nascidos e agindo militarmente em França, executaram os seus actos de guerra no quadro da estratégia de um dos exércitos dos povos árabes e muçulmanos – o exército do Estado Islâmico –, quotidianamente vítimas dos bombardeamentos de guerra do imperialismo americano, europeu e francês, bombardeamentos sistemáticos de terror sobre populações indefesas. (…)

Ascenso Simões sobre o Tribunal Constitucional e as presidenciais

“examples of breath-taking stupidity”

guia-imigrantes

“Na Alemanha não se dão palmadas no traseiro das mulheres”. O novo guia para imigrantes

A Alemanha tem sido um dos destinos de eleição para a maioria dos refugiados que têm chegado à Europa, naquela que é a maior vaga de imigração desde a Segunda Guerra Mundial. Por isso, foi lançada uma aplicação que serve de guia de comportamento aos migrantes que cheguem ao território germânico.

Por exemplo, explica-se que na Alemanha quando duas pessoas se cumprimentam dá-se os bons dias e olha-se nos olhos. Para além disso, não se dão palmadas no traseiro das mulheres e tanto homens como mulheres podem escolher livremente com quem formam casal ou que religião praticam.

Não acontece muitas vezes, mas neste caso vou recorrer a um artigo de Zizek com que concordo parcialmente: Slavoj Žižek: The Cologne attacks were an obscene version of carnival

This is why the naive attempts to enlighten immigrants (explaining to them that our sexual mores are different, that a woman who walks in public in a mini skirt and smiles does not thereby signal sexual invitation, etc.) are examples of breath-taking stupidity – they know this and that’s why they are doing it. They are well aware that what they are doing is foreign to our predominant culture, but they are doing it precisely to wound our sensitivities. The task is to change this stance of envy and revengeful aggressiveness, not to teach them what they already know very well.

Sinais do “Tempo Novo” na opressão fiscal

Muda o Governo, mas a ditadura fiscal continua e até se aperta ainda mais: Fisco vai poder espreitar a conta bancária dos contribuintes

O próximo Orçamento do Estado incluirá um pedido de autorização legislativa para dar mais poderes à Autoridade Tributária (AT) para conhecer os conteúdos das contas bancárias e dos rendimentos das aplicações financeiras dos cidadãos.

Não faltarão certamente os idiotas úteis do costume a assegurar que “quem não deve, não teme”

Leitura complementar: Quando a ditadura fiscal nos bate à porta; Da ditadura fiscal à miséria moral.

Dúvidas sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa (5)

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Cândido Ferreira. “Não sou pau mandado de ninguém, nem defendo os interesses do PS”

Questionado sobre os fundamentos para a suspeição lançada em torno da vida académica de Sampaio da Nóvoa, Cândido Ferreira garante que tem em seu “poder um documento da própria Escola Superior de Teatro e Cinema que diz que o curso de 1976 não confere licenciatura, ao contrário daquilo que o professor profusamente tem vindo a difundir nas biografias que tem publicado”.

“Neste momento, é um problema do professor Sampaio da Nóvoa, do Ministério da Educação e dos portugueses, já não é comigo”, remata.

Leitura complementar: A direita e as presidenciais: alternativas de voto; Sampaio da Nóvoa e a liberdade: uma relação ambivalente.

Dúvidas sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa (4)

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Vida académica e pessoal embaraçam Nóvoa

(…) Sampaio da Nóvoa foi desafiado pelo adversário Cândido Ferreira a esclarecer como obteve a licenciatura com o curso Formação de Professores de Educação Pela Arte, na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa, e o médico não desiste de obter respostas.

“Vou solicitar ao Ministério da Educação que esclareça com urgência e em tempo útil a validade da referida licenciatura do professor Sampaio da Nóvoa, para que dúvidas não subsistam sobre a sua idoneidade”, afirmou ao CM Cândido Ferreira. Já fonte da Escola Superior de Teatro e Cinema explicou que o curso já não existe e que na década de 70 não conferia o grau de licenciatura.

Leitura complementar: A direita e as presidenciais: alternativas de voto; Sampaio da Nóvoa e a liberdade: uma relação ambivalente.

Dúvidas sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa (3)

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O candidato presidencial Cândido Ferreira anunciou hoje que vai requerer ao ministério da Educação esclarecimentos sobre a validade da licenciatura de Sampaio da Nóvoa, justificando com a recusa do também candidato a Belém em fornecer respostas “válidas”.

Cândido Ferreira voltou a exigir explicações ao ex-reitor da Universidade de Lisboa, alegando que “continua a não existir prova” de que o curso superior de Teatro (1973-1976) tenha sido “equiparado a licenciatura” tal como Sampaio da Nóvoa “afirma na página 103” do seu livro Política de Vida.

“Também ao contrário do que o candidato afirma, não está provado que alguma vez tenha concluído esse curso, que é de quatro anos, sendo certo que bastaria a apresentação do respetivo diploma”, frisou o médico e ex-presidente da federação de Leiria do PS.

“Das duas uma, ou é feita prova em contrário e eu aceito que possa haver qualquer confusão ou então compete ao ministério da Educação dizer como é que é”, disse Cândido Ferreira à agência Lusa, à margem de um visita ao concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra.

“Agora, não pode é haver dúvidas sobre rumores que têm vindo a surgir insistentemente e que denotariam uma falta de caráter que é incompatível com a função de Presidente da República. Acho que o professor Sampaio da Nóvoa deve estar agradecido por poder explicar ao país esta situação e provar que aquilo que escreveu no seu currículo, nos livros que tem vindo a publicar, nas entrevistas que tem vindo a dar, é verdade”, afirmou.

Cândido Ferreira defendeu ainda que os currículos dos candidatos a Presidente da República deviam ser “altamente escrutinados”, mas que em Portugal o hábito consiste em eleger as pessoas “e depois no fim é que rebentam os problemas”.

Leitura complementar: A direita e as presidenciais: alternativas de voto; Sampaio da Nóvoa e a liberdade: uma relação ambivalente.

Dilemas progressistas do “tempo novo” (2)

Transgender women ‘attacked in the street’ by north African teenagers in Germany

Three teenagers have been arrested after two women said the youths attacked them when they realised they were transgender

Dilemas progressistas do “tempo novo”

A escolha de Sofiactivista. Por José Diogo Quintela.

Sucede que os bandos de predadores sexuais coincidem com os grupos de pobres refugiados. O que faz com que as mulheres vítimas de ataque coincidam com os membros da sociedade ocidental que, de forma preconceituosa e apesar da galderice da indumentária que indicaria outra disposição, se recusaram a participar no divertido pagode multicultural.

E agora? Ou o activista pugna pelos refugiados e é machista, ou pugna pelas mulheres e é racista. Que discriminador discriminar? Julgo que a forma justa de desempatar é descobrir quem emite menos CO2. Caso persista o empate, é decidir pelo grupo que tem maior rácio de vegans.

Devemos ter compaixão. Não pelas mulheres, que não tinham nada de estar ali a provocar. Nem pelos emigrantes, que exageraram na intensidade dos rituais de acasalamento. Compaixão pelos activistas, forçados a uma escolha que os traumatizará para sempre. Os militantes politicamente correctos jamais olvidarão o dia em que foram obrigados a optar por um histerismo e a renegar outro. Essa data viverá para sempre na infâmia. Impossível esquecer a Mágoa de Colónia.

Um “tempo novo” no policiamento na Suécia

Swedish police banned from describing criminals anymore in case they sound racist

The crimes “involve everything from lighter traffic accidents to serious crimes like muggings, beatings and murder,” the paper reported.

The letter specifies that, for everyday crimes such as burglary, basic information such as ethnicity, nationality, skin colour and height should not be given.

Dúvidas sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa (2)

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Cândido Ferreira desafia Nóvoa a esclarecer percurso académico

Falando na Universidade de Aveiro, onde hoje foi recebido pelo respetivo reitor, Manuel Assunção, Cândido Ferreira disse não estar a fazer acusações, mas sim perguntas, a que o candidato Sampaio da Nóvoa deve responder para que “não fique a suspeita de qualquer mácula sobre o seu currículo académico”

“Faço perguntas, baseado em rumores que têm vindo a surgir desde há dois meses, que não foram respondidos, e perante as dúvidas que suscita o livro que o próprio candidato assinou”, declarou referindo-se ao autobiográfico de Sampaio da Nóvoa intitulado “Política de Vida”.

Hoje mesmo a candidatura de Cândido Ferreira lançou uma “Nova carta aberta a Sampaio da Nóvoa”, em que o confronta com dúvidas sobre a sua carreira, alegando que o curso “Formação de Professores de Educação pela Arte”, que Nóvoa terá frequentado na Escola Superior de Teatro e Cinema, “não confere licenciatura” e que o certificado obtido “apenas o credenciou enquanto professor primário”.

Pergunta ainda como é que, “aparentemente sem qualquer outra licenciatura, terá conseguido obter as equivalências na Suíça, que lhe permitiram frequentar um curso pós-graduado e ascender na carreira universitária”, sendo que “terá tido acesso à cátedra, sem que a sua tese estivesse reconhecida por qualquer universidade”.

Leitura complementar: A direita e as presidenciais: alternativas de voto; Sampaio da Nóvoa e a liberdade: uma relação ambivalente.

Dúvidas sobre a licenciatura de Sampaio da Nóvoa

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Cândido Ferreira tem dúvidas sobre a formação académica de Sampaio da Nóvoa

Na carta aberta dirigida a Sampaio da Nóvoa, o antigo líder da distrital socialista de Leiria explica que o curso frequentado por Sampaio da Nóvoa na Escola Superior de Teatro e Cinema, nos anos 70, não é equiparado a uma licenciatura. Mas não é só isso o que está em causa.

Também há a questão da “conclusão ou não conclusão do curso e como é que alguém que saiu daqui aparentemente sem um curso de repente aparece a tirar um curso superior” na Suíça. Pode ter havido alguma equivalência, mas era conveniente que tudo isso fosse explicado”.

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Os bandidos do Podemos

Los diputados «estrella» de Podemos

Un asesor del régimen de Chávez, un ex miembro de ETA y un encausado por agredir a un policía son algunos de los perfiles de los cargos públicos del partido de Iglesias.

Leitura complementar: De Estaline, Hitler, Hugo Chávez,  Kim-jong-un a Pabo Iglésias: o uso dos petizes na propaganda política.

pablo

mais histeria

Isto só visto. Fizeram-me saber que Clara Sottomayor nunca defendeu a criminalização do piropo, ao contrário do que eu referi no meu texto de hoje do Observador. Deixo portanto aqui um link para a entrevista que eu referi. Nela, além das frases que citei,

i) a senhora explica que os piropos de rua não são elogios (elogio é o que uma amiga nos faz);

ii) passa o tempo na entrevista a falar daquilo que se designa por piropo (eu defino: apreciações mais ou menos brejeiras de homens a mulheres desconhecidas na rua), explicando os seus malefícios; é mesmo esse o alvo da entrevista, sem uma única vez falar de propostas sexuais – que são muito mais que comentários, visto que sugerem e propõem um comportamento seguinte (explico para o caso de no CEJ não serem picuinhas na compreensão da língua portuguesa);

iii) a proposta que faz da redação legislativa para a criminalização era para ‘comentário de natureza sexual no espaço público’; ora um piropo, mesmo que elogioso e ainda que não ameaçador, facilmente cai nesta categoria de ‘comentário de natureza sexual’; e – outra vez – enquanto uma ‘proposta’ pressupõe que algo se segue, um comentário pode ser somente a expressão de uma opinião sem convite ou pressão para que nada se siga.

E depois de tudo isto – que é o sumo da entrevista – devemos achar que Clara Sottomayor não defendeu a criminalização de comentários-piropos.

Não tem mal mudar de opinião. Clara Sottomayor, talvez porque refere que não pensou definitivamente no assunto à altura da entrevista, também mudou de opinião quanto à inclusão da criminalização do piropo no crime de importunação sexual (art. 170º do CP). Quando defendia a criminalização de comentários (algo imensamente abrangente) tal podia estar no art. 170º. Mas quando se criminaliza apenas as propostas (as que importunam, nem sequer são todas as propostas), afinal já deveria haver uma nova tipologia de crime – entre outras coisas porque, diz, ‘nem todos os assédios sexuais estão englobados. Duvido que abranja todas as situações de assédio de rua.’ O que faltará englobar, então? Calhando, a opinião nem mudou.

Compreender o putinismo XXXIV

putinismo

A economia russa vai de vento em popa, em mais um episódio de tudo em família.

The son-in-law of Vladimir Putin stands to benefit from $1.75 billion in cheap finance from the Russian state, a Reuters examination of public documents shows. The money will help fund a petrochemical project at a company in which Kirill Shamalov, husband of Katerina Tikhonova, the Russian president’s younger daughter, has a significant interest.

Shamalov is a major shareholder in Sibur, Russia’s largest processor of petrochemicals. This month Sibur obtained $1.75 billion from Russia’s National Wealth Fund to help build a huge new plant in Tobolsk, Siberia.

According to corporate documents, Sibur was able to borrow the money at a current interest rate of 2 percent. That is a bargain, according to financial analysts. Artyom Usmanov, an analyst at investment firm BCS, said borrowers on the Russian bond market would expect to pay over 7 percent interest for such a loan. Irina Alizarovskaya, an analyst with Raiffeisenbank called the financing “quite cheap.”

Noutro capítulo do putinismo, blogar não é de todo aconselhável a quem preza a sua liberdade. Principalmente quando se critíca a intervenção russa na Ucrânia.

A Russian court on Wednesday sentenced a blogger to five years in jail for what it said was his extremist activity on the Internet after he urged people to attend a protest against high transport fares and criticized Russian intervention in Ukraine.

Vadim Tyumenstev, 35, from the Siberian region of Tomsk, was also banned from using the Internet for three years in a case which Russian human rights activists said violated his rights to a proper defense.

Tyumentsev irked local authorities in Tomsk with a series of blogs in which he accused them of corruption and incompetence. He had also sharply criticized pro-Kremlin separatists in eastern Ukraine, saying he did not see why ordinary Russians should go and fight with them.

 

Montepio e Novo Banco: o ano ainda não acabou para a banca portuguesa…

Credores séniores vão ajudar a pagar recapitalização do Novo Banco

Montepio meteu Banif em tribunal dias antes da resolução
Associados do Montepio reúnem assembleia geral para analisar dimiuição de prejuízos

Montepio injectou 61,5 milhões na seguradora Lusitânia em 2015 (17 de Dezembro)
Montepio pretende ajustar rede de balcões (16 de Dezembro)

Too little, too late…

PSD e CDS arriscam-se a pagar um elevado preço político pela má gestão do dossier Banco de Portugal: Maria Luís acusa supervisão. BdP culpa governo PSD-CDS

Existe “claramente um problema de supervisão” no sistema financeiro, admitiu ontem, numa entrevista à TVI, a ex-ministra das Finanças, quando questionada sobre o papel do Banco de Portugal (BdP)nas crises dos bancos nos últimos anos, desde o BPN ao BES e agora o Banif. Embora, logo a seguir, tenha tentado corrigir, sublinhando a sua “confiança” no atual governador Carlos Costa – reconduzido pelo seu governo (em maio), sob uma chuva de críticas -, a verdade é que esta é a primeira vez que Maria Luís Albuquerque deixa cair publicamente uma acusação ao BdP.

O comentário caiu como uma bomba no BdP, onde a ex-governante não goza da melhor popularidade: “A culpa do que aconteceu ao Banif é do governo anterior PSD-CDS porque não fez sentir, junto da Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia, o seu peso e a sua pressão para que os planos de reestruturação fossem aprovados e houvesse uma solução mais rápida”, disse ao DN fonte próxima desta entidade.

Parece-me oportuno recordar este meu artigo de Agosto de 2014: O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

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Nova oportunidade para os críticos televisivos

Zuhair Kutb foi condenado a quatro anos de prisão (dois serão efectivos). Está impedido de escrever durante década e meia e de sair da Arábia Saudita por um período de cinco anos. Foi ainda multado em mais de 26 mil dólares. O crime do escritor saudita? Ter defendido na televisão a transformação da Arábia Saudita numa monarquia constitucional.

 

O novo herói espanhol

heroi

Los tuits del agresor de Rajoy: “Voy a hacer un atentado en sede del PP”
El menor de edad que ha sido detenido este miércoles después de pegarle un puñetazo al presidente del Gobierno, Mariano Rajoy, contaba con una cuenta en Twitter en la que publicaba mensajes de alto contenido violento, entre ellos uno del 13 de diciembre del año pasado en el que aseguraba que iba a atentar contra la sede del PP.    “Voi (sic) a hacer un atentado en sede del PP” es uno de los comentarios de este joven recogidos por Europa Press de su cuenta personal de Twitter.  (…)

 

Nada III

Escreve, animado, o assessor de imprensa do ex-44, Nuno Fraga Coelho no Twitter.

 

Leitura complementar: Nada e Nada II.

 

 

Nada II

Escreve o assessor de imprensa do ex-44, Nuno Fraga Coelho no Twitter

A pobreza do profeta Thomas Piketty

profeta

De uma vez por todas, os terroristas não são activistas. Os terroristas não se enganaram quando planearam e decidiram assassinar. Os terroristas não foram enganados por quem matam. Os terroristas não são profetas que pela internet, com umas roupas e gestos relativamente cool procuram acabar com as desigualdades que atormentam Thomas Piketty . Os terroristas islâmicos matam inocentes e quando alcançam o poder, provocam pobreza e espalham a crueldade. A este propósito Vale a pena ler o artigo de Benjamin Weingarten, intitulado  Did Inequality Cause ISIS? Thomas Piketty thinks so.

More fundamentally, Piketty succumbs to the widely held belief that the global jihad can be understood through a Western prism rather than on the jihadists’ own terms. This Western prism is obscured by a materialist screen, which assumes that all peoples are ultimately driven by the same motives, desires, and ambitions—namely economic ones. We in the West believe that a love of freedom is sown into the hearts of all men, and that we all seek a good job, a nice house, and a fine education. But liberty is not a universal ideal; upper-middle-class values aren’t shared by everyone. For the pious Muslim, according to the jihadists, the great overarching goal is to bring the whole world into Dar al-Islam, the House of Islam, ruled by Sharia under Allah. Subscribers to theopolitical Islamic-supremacist ideology are expansionistic because it is their religious duty to be so.

To understand the jihadis’ goals better, Piketty and his ilk might put down their economics texts and consult a core Islamic-supremacist text such as Sayyid Qutb’s Milestones or an essential work on Sharia law like Reliance of the Traveller. They could pick up a briefing or book on jihadis’ beliefs from Stephen Coughlin, a military intelligence officer with expertise in Sharia and the global jihad. They could watch any ISIS propaganda video. Or they could simply note that in practically every jihadist attack, the perpetrators are reported to yell Allahu Akbar, not “workers of the world unite!”

Jihadists are willing to subordinate earthly concerns in the name of Allah. Turning back the jihadist tide will require the West to remove its blinders and examine the jihadists’ worldview honestly. The United Nations Climate Change Conference, held in Paris just days after ISIS murdered 129 people, surely did nothing to shake the jihadis’ belief that they are on the winning side of a battle with an unserious enemy. Nor are they likely concerned with the force of history, despite progressive proclamations that jihadis are “on the wrong side” of it.

That Piketty would come to such an ill-conceived conclusion that jihadism is attributable to “inequality” may be a mere reflection of his myopia—indeed anyone heavily invested in a particular area of study may imagine linkages in other areas. Maybe we shouldn’t be surprised that a socialist interprets the jihad according to first materialist principles. But it should disturb us that many in the Western elite—including President Obama—either share such sentiments or are willing to mislead us for political purposes.

Como escreveu Alberto Gonçalves no Correio da Manhã, a propósito dos atentados de Londres, “A angústia dos terroristas não provém da fome ou da injustiça, mas da insuportável inadequação do mundo deles ao nosso mundo. Com variantes, o Ocidente conquistou nos últimos séculos a laicização do Estado e da vida corrente. Semelhante processo valeu-nos perplexidades, “erosão moral” e, sem dúvida, um imenso avanço tecnológico. Em certo sentido, a modernidade entregou-nos a nós próprios, o que é, à falta de melhor, uma definição possível de liberdade. Inúmeros muçulmanos não a percebem. Alguns não a toleram. O Corão não prega o respeito pelos infiéis. Pior: o Corão exige estrita observância, e a ausência de uma hierarquia religiosa deixa os critérios dessa observância ao cuidado de pregadores avulsos, o que convida ao zelo e ao fanatismo.”

Nova oportunidade para os críticos de cartoons XV

Os desenhos de Hadi Heydary são uma ameaça ao regime iraniano

Os desenhos de Hadi Heydary são uma afronta à segurança do regime iraniano

Desenhar a Torre Eiffel e mostrar solidariedade às vítimas dos atentados de Paris dá direito a prisão. No Irão moderado.

Paris, Teerão e os eternos culpados

Substituam Estado Islâmico por Israel e encontrarão o culpado pelos atentados no mundo, esclarece Mohammad Reza Naqdi.

Substituam Estado Islâmico por Israel e encontrarão o culpado pelos atentados no mundo, esclarece Mohammad Reza Naqdi.

Esqueçam Churchill, as cruzadas, o Jesus, a saga Guerra das Estrelas, as constantes viagens de Star Trek e da Lua no Espaço 1999 bem como as mudanças que levaram ao fim dos impérios e à extinção dos dinossauros. A culpa do terrorismo é do imperialismo americano, de Israel e da islamofobia.

“If we write the word Israel instead of ISIL, the behind the scene of the recent events in France will come into light; the ISIL is the infantry unit of the US and the usurper Zionist regime since they don’t have fighters today anymore and have lost power to fight, and they have created the ISIL by making investment on the fools,” Naqdi said on Wednesday.

“Such events should happen in Europe in order for the US and its hirelings to be able to justify their presence in the region and escape from criticisms,” he added.

Naqdi also described Saudi Arabia as the dealer of the recent incidents, and said Riyadh has founded the ISIL stream and as long as the US is unable to fill the banking accounts of its arms companies with the Saudis’ money, these wars and cruel massacres will continue.

He also warned that the western states seek to spread Islamophobia in Europe and the US by creating fear and horror among the European and American people.

In relevant remarks on Saturday, Deputy Chief of Staff of the Iranian Armed Forces Brigadier General Massoud Jazzayeri warned Washington and its European allies not to replay the September 11 theatre to pressure and attack Muslims by misusing the Friday night’s terrorist events in Paris.

Jazzayeri made the remarks after a series of bombings and shootings in the French capital left over 150 people dead and scores of others injured following which certain western media attempted to blame all Muslims for the attacks.

“The French people paid the price for their government’s support for the ISIL and the Takfiri terrorism,” he said. (…)

Leitura complementar: Alcançado o inovador patamar de moderação.