Comediante raptado por fazer piadas sobre quem não deve.
Organizadores de evento de caridade aguardam sentença por terem mostrado parte da roupa interior.
Programa espacial propõe levar, entre outras espécies, 10 gatos a Marte.
Parece que temos jovens deputados que não sabem que Marcelo Caetano governava antes do 25 de Abril. Felizmente não são todos. Muito bem, Michael Seufert
PS: Note-se que dois dos ditos estudaram Ciência Política.
Sempre tive uma paixão por Economia.
Estudando Economia, dados os falhanços Keynesianos e Marxistas, aproximei-me do Capitalismo Liberal.
Estudando exemplos deste, sempre achei que o melhor será o Sul Coreano.
Estudando a Cultura Sul-Coreana, o que mais gostei foi o seu apoio ao desporto electrónico StarCraft.
Estudando StarCraft, desenvolvi um gosto por ouvir comentários no YouTube.
Estudando as diversas opções, desenvolvi um gosto por seguir o HuskyStarcraft.
Ou seja, capitalista que é capitalista a sério, inevitavelmente acaba a ouvir o Husky. E quem é o Husky?
Podem ver o artigo na Wikipedia - e mesmo na NPR ou na Liquipedia -, mas podem juntar-se mais uma às 260.000.000 de visualizações dos vídeos deles e ver um exemplo:
Há muuuuito material sobre ele. Por exemplo:
Alguma coisa o poder polítco deve estar a fazer bem.
A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».
O anúncio foi feito em Lisboa pela direção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados “Capitães de Abril”.
«A linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.
Adenda: Mário Soares e Manuel Alegre amuaram e também não vão participar nas cerimónias oficiais. O ar ficará mais respirável.
Fucking não consegue mudar de nome
Por esta altura, já havia quem estivesse a ver a coisa por outro prisma. Um cidadão local criou um site e passou a vender t-shirts com a mensagem “I like Fucking in Áustria”. O negócio corria bem, mas os vizinhos levaram a mal e a pressão da opinião pública matou a iniciativa. Outras surgiram: em 2008, realizava-se o Festival das Fuck Bands, que contou com as participações de grupos como os Fucked Up, Holy Fuck, Fuck e Fuck Buttons.
Talvez tudo isto sejam em breve memórias de uma era desaparecida. Mas, ao anunciar a intenção de mudar de nome, os responsáveis da aldeia podem ter desencadeado uma reacção adversa. Muitos turistas estarão a dizer neste momento: “Vamos a Fucking enquanto é tempo!”
O Presidente Obama dá a resposta: “Google, Facebook would not exist.”
Quando terminou o apartheid na África do Sul, teve lugar a integração das escolas, passando as mesmas a aceitar alunos de todas as raças. Um dia, no autocarro de uma dessas inúmeras escolas, as crianças envolveram-se à pancada. Coisas de crianças. Um menino preto pregou uma partida a um menino branco. Este não gostou e deu-lhe uma lambada. Os vários amigos dos dois apoiaram o seu respectivo amigo e criou-se uma situação que não cabia na “narrativa” da nação arco-íris.
O condutor do autocarro, o ubíquio Van Der Merwe, deu um berro e pôs a criançada toda em sentido do lado de fora da viatura. Disse-lhes de seguida que na nova África do Sul não havia lugar para estes comportamentos racistas. Como diria o Ramone, a ciência já teria abandonado o conceito de raça no estudo bio-genético do homem. Esse conceito ultrapassado apenas seria mantido operativo em sociedade. Na verdade, concluiu Van Der Merwe, eles eram todos, simplesmente, humanos. Virou-se para eles e disse: «Agora entrem lá outra vez no autocarro, suas pestes; os humanos escuros sentam-se ao fundo do autocarro e os humanos claros à frente; e não quero mais disparates!»
Se em Portugal, o Intervencionismo vai de vento em popa, no estrangeiro vão muito à nossa frente.
Na Ucrânia, Natalia Korolevska tem um projecto de lei para proibir a Posição de Missionário (español, english, español2, español3).
Típica mentalidade intervencionista: se a natalidade é baixa e a posição “canzarra” é “mais produtiva” que a “missionário”, então proíba-se uma e promova-se a outra.
Fica por adiantar o que acontece caso alguém seja apanhado a fazer oral.
Será preso? Paga multa? Ou será que será obrigado a fazer o a posição recomendada de seguida?
E se um casal jovem e “capaz” demorar muito em “beijinhos” e outras romantices? Recebe um “incentivo”?
Para quando alguém, digamos, Assunção Cristas, trazer esta novidade progressista para o nosso cantinho?!?

Gosto do modo como ela segura o micro. Mas deve ter cuidado, pois um dia ainda pode correr muito mal… sobretudo depois de a lei dela passar…
Este é o meu 666º post n’O Insurgente. Auspiciosamente dedico-o ao nosso excelentíssimo deputado Adolfo Mesquita Nunes, deixando aqui uma intervenção de há dias no parlamento. Dada a proliferação de matrizes socialistas ou de inspiração socialista e estatizante nesta terra, de uma ubiquidade “axiológica” desconcertante, não há causa mais importante que tentar inverter este estado das coisas; e daí ser de elementar justiça reconhecer aqueles que a vão defendendo.
Leitura complementar: A favor do Adolfo Mesquita Nunes e contra as palhaçadas (ainda que bem intencionadas); Frases que metem respeito; Partidos, disciplina de voto e a Frente de Libertação da Judeia.
Só quem nunca leu Eça de Queirós pode abster-se de admirar a actualidade da sua obra. A política, essa constante galinha de ovos de ouro de um bando de provincianos de pendor intelectual duvidoso, está patente, em aberto ou nas entrelinhas, por todo o seu trabalho e as semelhanças, nos vícios e nas manhas, são inúmeras. O Conde D’Abranhos constitui o exemplo perfeito do desanque intelectual com que o romancista presenteou a classe política portuguesa. Acompanha a história de um idiota que por via de heranças e arranjinhos chega ao topo da hierarquia, mexendo os cordelinhos aqui e além, cacicando em prol do seu património, alavancando-se no jornalismo para singrar, espancando e bajulando governos e políticos como lhe convém, cambiando de opinião em função das marés e, finalmente, recebendo o direito de sentar o físico possante nas cadeiras da casa da democracia. Permitam-me, portanto, que vos cite umas passagens que expõe muito bem como os políticos, especialmente dentro dos partidos, encaram estas coisas da democracia. Não tendo comigo o livro – deixei-o por terras lusas, dando prioridade aos “virgens” na minha mala – fiz questão de citar de PDF. Perdoai-me portanto os puristas se me saír torta a brincadeira:
O Conde d’Abranhos, com a sua alta intuição, sentiu que se estava preparando uma nova política, que, condizendo com o seu temperamento, seria o elemento natural em que a sua fortuna medraria como num terreno propício. Ele bem sabia que o governo nada perdia do seu poder discricionário – mas que apenas o disfarçava. Em vez de bater uma forte patada no país, clamando com força: – Para aqui! Eu quero! – os governos democráticos conseguem tudo, com mais segurança própria e toda a admiração da plebe, curvando a espinha e dizendocom doçura: – Por aqui, se fazem favor! Acreditem que é o bom caminho!
Tomemos um exemplo: o eleitor que não quer votar com o Governo. Ei-lo, aí, junto da urna da oposição, com o seu voto hostil na mão, inchado do seu direito. Se, para o obrigar a votar com o Governo o empurrarem às coronhadas e às cacetadas, o homem volta-se, puxa de uma pistola – e aí temos a guerra civil. Para que esta brutalidade obsoleta? Não o espanquem, mas, pelo contrário, acompanhem-no ao café ou à taberna, conforme estejamos no campo ou na cidade, paguem-lhe bebidas generosamente, perguntem-lhe pelos pequerruchos, metamlhe uma placa de cinco tos-tões na mão e levem-no pelo braço, de cigarro na boca, trauteando o Hino, até junto da urna do Governo, vaso do Poder, taça da Felicidade! Tal é a tradição humana, doce, civilizada, hábil, que faz com que se possa tiranizar um País, com o aplauso do cidadão e em nome da Liberdade.
Quantas vezes me disse o Conde ser este o segredo das Democracias Constitucionais: «Eu, que sou governo, fraco mas hábil, dou aparentemente a Soberania ao povo, que é forte e simples. Mas, como a falta de educação o mantém na imbecilidade, e o adormecimento da consciência o amolece na indiferença, faço-o exercer essa soberania em meu proveito… E quanto ao seu proveito… adeus, ó compadre!
Ponho-lhe na mão uma espada; e ele, baboso, diz: eu sou a Força! Coloco-lhe no regaço uma bolsa, e ele, inchado, afirma: eu sou a Fazenda! Ponho-lhe diante do nariz um livro, e ele exclama, de papo: eu sou a Lei! Idiota! Não vê que por trás dele, sou eu, astuto manejador de títeres, quem move os cordéis que prendem a Espada, a Bolsa e o Livro!»
E cá está esta ex libris da ironia e do sarcasmo, dedicada aos jornalistas ( e aos bloggers, tivesse sido escrito hoje) feitos políticos, não por grande mérito seu, mas por uma reconhecida capacidade de “falar bem” sem dizer nada:
Os fundadores da Bandeira, moços ambiciosos que rondavam em torno das repartições do Estado, tinham encontrado um patrono num homem político, alta figura de relevo na história Constitucional, o conselheiro Gama Torres. A protecção que dispensava porém à Bandeira este homem notável, era, como dizia finamente o Conde – platónica, toda platónica! Não lhe dava dinheiro, porque, chefe de família, entendia, e muito bem, que a política não deve sorver fortunas, mas, pelo contrário, produzi-las. Não dava tão pouco ideias, porque, apesar da sua alta ilustração, que o torna um dos nossos grandes contemporâneos, a sua prudência, a sua reserva eram tais, que raras vezes se lhe tinha ouvido uma opinião nítida.
Sabia-se que aquela fronte um pouco calva, de entradas largas, estava recheada de ideias; somente conservava-as como um tesouro escondido. Era, por assim dizer, um avaro intelectual. As suas ideias eram para si; no silêncio do seu gabinete, agitava-as como o velho Grandet agitava o seu ouro, regalando-se do seu brilho e da sua sonoridade. Mas se alguém entrava de repente, aferrolhava tudo à pressa no cofre do cérebro, e a sua larga testa, de entradas altas, não oferecia mais que uma fachada impenetrável e monumental, que impressionava a todos e não aproveitava a ninguém.
Por fim, faço questão de, nestes tempos de nojo geral – palavra simples mas adequada – perante o brilhantismo em meia luz da política governamental e dos seus ilustres ministérios, aqui fica uma das frases mais citadas do livro:
“E imenso como torpeza; mas nós aplaudimos, porque um ministério que assim procede, inspira, ipso facto, um nojo genérico. Este governo não há-de cair – porque não é um edifício. Tem que sair com benzina, – porque é uma nódoa!”
Adepto do Sporting agradece aos dirigentes do benfica por contratarem o Djaló
Lendo a notícia percebe-se que o pedido foi dirigido a empresários de nacionalidade austríaca: Cavaco apela aos austríacos que analisem processo de privatizações portuguesas
“Foi um programa de êxito e de festa para as escolas, para os alunos, para os arquitectos e para a economia portuguesa”, sublinha ainda a ex-ministra – que lançou o programa durante a primeira legislatura do governo de José Sócrates em 2007.
Eu até acredito foi uma festa que para os arquitectos (alguns…) e para as empresas (algumas…) que ganharam as empreitadas. Para as escolas, nem por isso. Já dizer que foi bom para a economia é um insulto à inteligência dos portugueses.
Mas o mais chocante é ver a ex-ministra admitir orgulhosamente que a Parque Escolar foi criada para contornar as restrições do OE aprovado pela AR. Como o estado não se podia endividar, criaram uma empresa e encheram-na de dívidas. No final, vamos ser nós a pagar à mesma. Mas ainda há quem acredite que a culpa é da “troika” e que não é um ultraje ao estado de direito julgar este tipo de prevaricações do governantes.
Quando me foi apresentada, no início dos meus tempos universitários, eu achava que esta senhora era um atentado ao pensamento económico. Mas com o tempo fui chegando à conclusão que ela é realmente um atentado ao pensamento.
Que as temáticas que compõem a eco-religião o ambiente vão deixar de ser tão queridas e apoiadas pelas mentes mais progressistas.
E resultado de uma causa maior: Anacleto Louçã não vai discursar.
… mas carago, pelo menos tentaram:

Espanha - Prostitutas de luxo fazem greve de sexo com banqueiros.
Ou é desta que a crise acaba, ou então a Europa está mesmo mal.
Pode não ser suficiente, mas pelo menos elas deram o corpo pela luta.
Ou o contrário…
A virilidade e viralidade sionista do “O Insurgente” //
Inocentemente pensei que as redes sionistas não fossem tão eficazes para chegarem a Portugal, mas este post no insurgente provou-me o contrario.
Para ajudar às teorias conspirativas (que neste caso bem precisam), mais informo que o nosso Michael Seufert foi recentemente reconduzido nas suas funções como representante do Grupo Parlamentar do CDS-PP no Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Israel.
Parecendo que não, isto anda tudo ligado…
Uma conta de Twitter provocante. Pena é ter sido descontinuada (mas ainda podem ver o histórico). Engraçada, para fãs da Apple que simultaneamente são Liberais. Ficam alguns exemplos:

RT@iPwnM0nster: @AppleGovernment what’s the penalty for jailbreaking apple products?
One-way vacation to Cuba. Guantanamo to be exact.
The @AppleGovernment stimulus package = $10 off $100 iTunes Gift Cards.
Washington Monument to be disassembled and rebuilt with 1/4 as many bricks, for a simpler and cleaner design.
President Jobs will be having discussions with Attorney General Sewell regarding this unacceptable turn of events.http://gizmo.do/qJelrn
Any Apple users caught rioting/looting in London will be stripped of their iDevices and forced to use RIM products instead.
Apple announces iInTheSky X, a revolutionary new version of the world’s most popular UAV. It completely reinvents how we kill terrorists.
No paper currency. iTunes Store Gift Cards RT @najohnson84: Will you also have paper currency that offers bills in $499, $699 and $999 amts?
Plans for a new stealth plane are found in a German bar in Georgetown.
The First Amendment is rewritten to specifically exclude Gizmodo.
Jony Ive redesigns the dollar. It’s an aluminum coin with a laser-etched Apple logo on one side and no other markings.
Any traveler with an iPhone or iPad gets to go to the front of the line at airport screening. Unless said device is jailbroken.
Social Security Numbers to be replaced with AppleID’s.
Next generation of aircraft carriers will be named after large cats: USS Jaguar, USS Leopard, USS Panther, USS Cheetah, USS Puma, USS Liger.
Income Taxes Can Be Paid With 1-Click. 1-Click is a registered service mark of Amazon.com, Inc., used under license.
No more daily press conferences. Instead, the press gets 20 minutes every 3 months on a conf. call that the President doesn’t show up to.
Fake but immaculately replicated United States Post Offices begin appearing in China.
This month all Social Security checks will be replaced by Gift Cards to the iTunes Store. Good for Music, Movies, Books, Apps, and TV Shows.
President Jobs has ultimate authority, thus averting any “debt limit crisis”. Also, spending more than you bring in is a bad way to run biz.
The American Flag is too cluttered and will be replaced by a variant of the flag of Texas. Secretary Ive says it’s “cleaner and simpler.”
Showing the iBookstore version of the Bible. http://bit.ly/qI3ydo RT@achadha1: @AppleGovernment The president will swear in on an iPad.
The F-35 Joint Strike Fighter will have a precision aluminum unibody enclosure and include the ‘Thunderbolt’ multipurpose weapons platform.
The Presidential succession plan is totally secret and known only by the President’s Cabinet.
The Pentagon is being redesigned to be a perfect circle, with all curved glass, and a gorgeous courtyard in the middle with 85% more trees.
All taxes will be replaced by a 70/30 split on all goods sold.
All books, newspapers, TV shows, and blog postings must now go through an approval and authorization process. With a secret appeals process.
VP @pschiller ”This year’s budget is going to be the most amazing we’ve ever created: thinner, faster and lighter than ever before.”
Por falar em Twitter, se quiserem saber como vão ser os produtos Apple no futuro, têm é que seguir esta conta!
No século XXII ainda vai haver estudiosos a estudar este que é um dos maiores burlões Portugueses de todos os tempos (ex).
A Arte, o Engenho, o Sentimento, … tudo resumido em 20 minutinhos. Apreciem:
- Terrorismo Português no Século XXI -

Santa Comba Dão lança “marca Salazar” para vender produtos locais, escreve o Público.
Vamos fazer um exercício de inversão e ver se a “lógica” usada é consistente.
Imaginemos o seguinte artigo:
Cuba do Alentejo lança “marca Che” para vender produtos locais
Che vai ser marca registada para potenciar a economia do concelho cujo nome é homónimo do país de eleição do antigo guerrilheiro, Cuba, e um dos primeiros produtos com esse cunho será o vinho “Pinga de Che”. O projecto da marca “vai contar com a firme oposição” dos Insurgentes.
Ernesto Rafael Guevara de la Serna nasceu em Rosário (Argentina), a 14 de Junho de 1928, mas a ideia de recorrer à “marca Che” para o desenvolvimento do concelho, como explicou à Lusa o presidente da autarquia, Galinha Orelha (PS), “não pretende alicerçar-se no seu aspecto belicista mas antes no seu contributo humanista“.“A nossa é sempre uma perspectiva objectiva e histórica, porque os juízos de valor não têm de ser feitos pela autarquia, têm de ser as pessoas, os historiadores, os investigadores [a fazê-los]. Nós temos apenas de demonstrar a nossa convicção de que o que estamos a fazer é útil para o concelho e para a região. E se temos um vinho “Pinga de Che” é porque sentimos que as pessoas procuram essa ligação quando nos visitam”, disse o autarca.
Miguel Noronha, “comandante” do blog O Insurgente, lamentou que a autarquia prossiga na ideia de recorrer à “realidade trágica” do guerrilheiro, “que conduziu à detenção de milhares e à morte de centenas”, para alicerçar o desenvolvimento do concelho. “Estamos perante a mesma questão de sempre, a tentativa de reescrever a história daquilo que foi um dos regimes mais sanguinários a nível mundial”, apontou, sublinhando que “este revisionismo histórico é uma ofensa a milhares que sofreram às mãos de Serna”. O Think-Tank Português, adiantou o dirigente do núcleo da união em Viseu e Santa Comba Dão, “nada tem contra a investigação e o estudo daquilo que foi a chacina cometida por Che na prisão Fortaleza de San Carlos de La Cabaña”, mas frisou que “toda a documentação importante está em Cuba” e, por isso, “aquilo que se pretende para Cuba do Alentejo nada adianta”.
O objectivo da autarquia – que criou já a Associação de Desenvolvimento Local (ADL) de Cuba – é “ligar um nome conhecido em todo o mundo aos produtos da terra”, como é o caso do vinho, criar condições para historiadores e investigadores poderem estudar o “humanista” e fornecer aos visitantes um espaço que lhes permita contactar com o passado de Che na Europa”.
A questão comercial e da marca merece “a clara oposição” do Think-Tank, frisou Noronha, que contesta a ideia de ligação das memórias de Che ao desenvolvimento quando “é sobejamente conhecido que o social-fasssssista produziu subdesenvolvimento, obrigou milhões latino-americanos a emigrarem para fugir à miséria e conduziu milhares à morte e às prisões e a anos de uma guerrilha geradora de imenso sofrimento”. “Todos os dados estão aí para desaconselhar esta ideia. O resultado da Revolução Cubana é bem prova disso”, acrescentou.
A ideia da autarquia é dar agora um “novo fôlego” ao projecto, criar uma “marca Che” e, através da ADL, “procurar investidores que permitam o desenvolvimento integral da ideia, que passa pelo desenvolvimento de Faro do Alentejo e de divulgação do nosso lete e cafei”.
Toda a parte de recuperação patrimonial pode custar, segundo o autarca, dez milhões de euros, dinheiro esse que terá de vir da Comunidade Europeia, “mas também de entidades públicas portuguesas” que tenham como missão o desenvolvimento local, sendo que este “é um dos ‘projectos-âncora’ para o desenvolvimento da região”.
Segundo Galinha Orelha, “o tempo dos grandes investimentos acabou para as autarquias. Os municípios têm tudo feito, das redes de saneamento aos espaços culturais e desportivos, e, obrigatoriamente, o papel dos municípios terá de ser redireccionado, o desenvolvimento tem de partir de ideias locais”.
Em cima da mesa há, todavia, questões por resolver, pois existem divergências com os vereadores e juntas Comunistas, “com quem decorrem conversações com muitos pormenores por acertar”.
Se o projecto “entrar agora em definitivo nos carris”, apesar dos “passos seguros” que já foram dados, este poderá estar concluído, de acordo com Galinha Orelha, “num espaço de cinco, seis anos”. Na opinião do autarca, “para a população, quase a 100 por cento, ainda é muito tempo perdido”.Assim pensa Vargas Gatinho, pai do Tesoureiro da junta de Cuba, cuja casa vai ser comprada para construção de uma loja de recordações alusivas ao guerrilheiro, e para quem, como contou a própria à agência Lusa, “é uma necessidade não deixar morrer a memória de Che”.

Mário Soares escreveu para o DN de hoje uma crónica humorística no estilo mas negra na temática.
Por pura diversão, vou fazer alguns comentários.
1 A ideologia neoliberal desenvolvida pelos Estados Unidos, após o colapso do comunismo,
Na verdade, se se refere a Hayek, o seu desenvolvimento foi anterior. Sei que para alguém da idade dele pode parecer tudo o mesmo, mas…
no final do século passado, teve o seu momento de glória – na América e depois na União Europeia -,
Thatcher e Reagan já sairam do poder há uns anitos. Desde aí o peso do Estado na Economia aumentou imenso, e não o contrário.
mas parece estar a esgotar-se.
Como aliás prova a ascensão recente do Tea Party nos EUA.
Agricultura “biológica” enquanto indústria critativa. Por João Miranda.
Assunção Cristas vai pedir autorização à Comissão Europeia para que o gado de produção “biológica” possa ser alimentado com rações, por causa da seca. Se alguém quisesse numa frase desconstruir tanto a política agrícola como a agricultura dita biológica não teria conseguido fazer melhor. A agricultura “biológica” existe para que as pessoas possam comer produtos mais saudáveis. Para isso existem regras, decretadas politicamente, que este modo de produção deve seguir. Mas tudo indica que estas regras são irrelevantes para o produto final, caso contrário não se colocaria a hipótese de as violar e continuar a chamar “biológico” ao produto.
The New Commandments on the Barn Wall, por Victor Davis Hanson.
1) Wealth and poverty are now more relative, than absolute, conditions.The ancient idea of the limited good once again rules. Someone who has more, by definition, took unfairly more from someone else with less, one who nobly chose not to do that in turn to others. (…)
2) Regulators are never the problem; a dearth of regulations always must be. If a teacher is at fault, a train operator sleeps, or a Wall Streeter loots, it is never because an administrator was lax, a supervisor chose to overlook drug use, or an auditor was incompetent. Instead, the common culprit was that we did not have enough laws (…)
3) Debt is a mirage. Borrowing right now has no connection with repaying eons later. At some future date, inflation, debt reduction, write-down, higher taxes on “them,” growing the economy, a computer meltdown, those not born, a few “fat cats,” or a German will somehow (…)
4) In our new age of diplomacy, being liked trumps being respected. The former proves we are magnanimous, the latter that we may be unfairly feared and thus by implication unkind (…)
5) Collective national wealth is natural; private wealth is unnatural. Barack Obama flies on sophisticated jets because as an American president he deserves that birthright; Boeing, which makes such wonderful planes for profit, does so only by the exploitation of non-union workers. Shut down a Boeing plant, and the planes will still materialize out of the upper air. iPhones, gas, and brain surgery spontaneously appear for all our benefit; engineers, oil company CEOs, and (…)
6) Medieval exemption is not medieval. Saying one thing, while doing another, is no longer hypocrisy, but rather logical, given that sinning is finessed by prior qualification. Deploring racial profiling ensures that you (…)
7) Victimhood is always sought, never questioned If affirmative action seems biased and unfair, then we all will claim 1/16th Native American heritage due to our little known great-great grandmothers. (…)
8) Neanderthals need nerds (…)
9) Ideology, for all the protestations of the zealot, is now not to be taken too seriously — not in this age of global leisure and affluence The pro-Palestinian European activist expects to stay at a comfortable Israeli hotel. (…)
10) Owing in our new millennium shall be less stressful than saving. Before this Greek mess is over with, the press and elite opinion will have convinced us that the Germans who lost nearly $400 billion really are merciless and conniving and the Greeks who squandered it really are victims and largely innocent. In the modern age, the history of lending and borrowing does not count; the present ledger book trumps all: why do poor Greeks have to pay back rich Germans? Or better yet, if the defaulter of mortgage, credit card, and tuition bills is still poorer than those who lent him the money or others who did not take out such loans, why, then, should he become even poorer paying the richer back? (…)
Só taxistas com boa apresentação e carros recentes vão trabalhar no Aeroporto da Portela:
O vereador da Mobilidade da Câmara de Lisboa quer melhorar a qualidade do serviço de táxis no Aeroporto da Portela. A ideia de Fernando Nunes da Silva é restringir a possibilidade de efectuarem serviços no aeroporto aos taxistas que cumpram um conjunto de requisitos, nomeadamente de apresentação, conhecimento de línguas e da cidade, limpeza e antiguidade do veículo.
(…)
“O carro deve ser limpo, ter um determinado número de anos e ar condicionado. O motorista não deve ter mangas à cava, chinelos de dedo e calções que deixam as pernas à mostra”, exemplifica o presidente da federação.
(…)
A Câmara de Lisboa está também a estudar soluções para resolver o excesso de táxis na cidade, entre as quais a obrigatoriedade de cada veículo parar um dia por semana ou de uma parte das viaturas circular apenas durante o dia e outra à noite. Os representantes do sector concordam com a necessidade de se atacar o problema e apresentam outras sugestões, como alguns taxistas deixarem temporariamente de exercer a sua actividade durante períodos de crise.
Não é de estranhar que uma economia na qual a preferência pelos monopólios se expressa de forma aberta e descarada tenha graves problemas de competitividade: “Não é bom para o mercado haver dois painéis de audiências”, diz a CAEM
“Achamos que não é bom para o mercado haver dois painéis activos”, respondeu Luís Marques quando questionado pelo PÚBLICO na conferência de imprensa que a CAEM deu ao fim da manhã para fazer o balanço desta primeira semana com a nova empresa e painel.
Não é bom para o mercado existir mercado. Por Gabriel Silva.
Isabel Moreira no Aspirina B:
“Quando [o governo] prevê cortar com desígnios nacionais como o Parque Escolar, essa política pública que mudou a face das escolas públicas em Portugal(…)”
Podemos fazer esta lista de muitas formas. Aqui está uma delas:
1. Impulso. A classe política presta sempre mais atenção ao que está nas notícias e responde por impulso. Pensamento estratégico e de longo prazo não são comuns.
Veja-se por exemplo porque começou a Grande Guerra.
Gestão dos projectos de políticos anteriores tão pouco. Resultado: Má gestão endémica.

Sim, espero que quem vote nele sejam os que ao longo dos anos se foram acomodando na classe que não paga impostos sobre os rendimentos (hoje já muitíssimo expressiva). Um contribuinte a votar em Obama seria uma tragédia para o sistema educativo de qualquer país desenvolvido, mesmo para o dos EUA…
PS: Coronel Sanders foi o fundador da KFC.

Fonte santa. Por Helena Matos.
Discussão gravíssima com Soares levou Sócrates a pedir ajuda externa, diz Soares no Público.
Obrigado Soares!
Afinal, não há evidência estatística suficiente para se poder relacionar esse pedido e a gestão ruinosa dos dinheiros públicos dos 6 anos anteriores!
Faz-me lembrar uma piada sobre a Falácia “Post Hoc, Propter Hoc“ (“Depois disto, portanto por causa disto”):
Um cavaleiro judeu mais velho casa-se com uma moça e os dois estão muito apaixonados. Porém, por mais que se esforce sexualmente, a mulher nunca atinge o clímax. Como a esposa judia tem direito ao prazer, eles decidem falar com o rabino. O rabino ouve a história, alisa a barba, e faz a seguinte sugestão:
- Contratem um rapaz forte e sadio. Enquanto vocês estiverem a fazer amor, mandem o rapaz abanar uma toalha em cima de vocês dois. Isso vai ajudar a sua mulher a ter fantasias e a fazê-la provocar um orgasmo.
Eles voltam para casa e seguem o conselho do Rabino: contratam um lindo rapaz e ele fica sacudindo uma toalha em cima deles enquanto fazem amor. Não dá certo e ela continua insatisfeita. Perplexos, voltam ao Rabino:
- Tudo bem – diz o rabino ao marido – vamos tentar ao contrário: o rapaz faz amor com a sua mulher e você fica abanando a toalha em cima deles.
Mais uma vez, eles seguem o conselho do Rabino: o rapaz vai para a cama com a esposa e o marido abana a toalha. O rapaz logo se põe a trabalhar com grande entusiasmo e a esposa em pouco tempo tem um enorme, trepidante e ruidoso orgasmo. O marido sorri, olha para o rapaz, e diz triunfante:
- Idiota. É assim que se sacode uma toalha!
Procurar as verdadeiras causas do pedido de ajuda é como procurar o relógio na história seguinte…
Um homem está à procura de algo debaixo de um candeeiro. Passa um amigo e pergunta:
- O que é que estás à procura?
- Do meu relógio?
- E perdeste-o aqui, debaixo deste candeeiro?
- Não, perdi-o no fundo da rua. Mas aqui a luz é mais forte e portanto é mais fácil procurar.
… em que o relógio é o pedido e o candeeiro é tudo o relacionado com o Soares: é certo que vem tudo na Comunicação Social e portanto a luz é boa… mas não foi aqui a fonte do problema. Gotcha?
Referências: Piadas Filosóficas – Correntes, Piadas Filosóficas – Leis, Paradoxos e Falácias.

Você sabe que sofre de Esquerdismo profundo se tem diversos dos seguintes sintomas:
1. Personificação de Colectivos - Culpa os males do mundo a entidades que não existem como “A Sociedade”, “A Economia de Mercado”, “O Mercado de Trabalho”, “A Pobreza” ou “Esses Capitalistas” (que eu nem sei quem são, pois se há inimigos do capitalismo são esses que geralmente são referidos nestas situações). Se chega ao ponto de usar estes substantivos colectivos como sujeitos de frases, tipo “O Mercado de Trabalho é que obrigou o Joaquim a aceitar aquelas condições” ou “A Pobreza existente neste país levou a que ele ter de trabalhar em 2 empregos”, então… Obviamente estas frases são apenas destinadas a esconder os verdadeiros culpados, desresponsabilizando-os, e não permitindo atacar verdadeiramente o problema. Ou por preguiça intelectual, ou por incapacidade de compreensão da situação.
2. Atracção pelos Paradoxos - Ciências que lidem com fenómenos a escalas muito pequenas ou muito grandes (física, química, astronomia, entre outras) muitas vezes chegam a resultados contrários ao que parecia a uma pessoa simplesmente usando o senso comum. Aparentemente, isto preparou a mente de algumas pessoas para aceitar que eventos muito mais banais e à escala humana também deverão na verdade ser explicados por uma teoria contrária à percepção comum. Aceitar o senso comum traz consigo o rótulo de ingénuo, enquanto que preparação para o contrariar é a marca do sofisticado.
Exemplos: Punição não desincentiva, Casamento é como Prostituição, Machos são inerentemente iguais a Fêmeas, Indivíduos a livremente realizarem contratos estão a ser coagidos mas adquirir sapatos do único fornecedor numa loja soviética era liberdade, a inteligência é irrelevante para o sucesso na vida e qualquer aluno pode atingir qualquer nível se o seu professor acreditar que ele pode, dar dinheiro a mulheres por terem filhos ilegítimos desencoraja-as de terem filhos ilegítimos, taxar algo – como o trabalho – leva a que haja mais disso, Estaline e Che Guevara eram tipos porreiros.
3. Sentimento de Missão - Inveja, Culpa, Identificação com o Fraco, a Perspectiva de Gerir a Máquina Estatal, … muitas podem ser as causas para desejar expandir o Estado. E claro desejar ser quem o faz, ou pelo menos estar próximo de quem o faça. Este sentimento é fundamental e, claro, tem que ser tudo menos racional, resistindo a todo e qualquer argumento sobre as falhas do Estado.
4. Sentimento de Revolta - Sem o correspondente desejo de resolver a situação por si, claro. A culpa da sua situação não é sua (como visto no ponto 1). A riqueza existente neste mundo é fixa (o crescimento económico não existe e o crescimento do PIB é só devido à Inflação) e portanto alguém ficou com a sua parte. Provavelmente uma daquelas pessoas que têm muito dinheiro e que não faz mais nada senão receber juros do mesmo – sendo ele cada vez mais rico e os outros cada vez mais pobres. Sim, é mesmo isso. Até porque os camaradas (que percebem tanto de criação de riqueza como a “vítima”) confirmam.
5 – O que é meu, é meu. O que é teu, é nosso. - Obviamente. Dúvidas?

Por fim, fica um pequeno estudo da Anatomia de um verdadeiro “Avantis Camaradis”.

Sobre o Ponto 2, deixem-me só acrescentar: os sexos parecem ser diferentes, portanto são o mesmo; homens e mulheres parecem ligar-se devido a emoções profundas, por isso a sua ligação é meramente comercial; sexo com outro homem é nojento e repulsivo para heterossexuais, por isso uma personalidade heterossexual é igual à homossexual; as línguas ocidentais são fonéticas, por isso devem ser ensinadas por imagens, como se fossem Chinês; o Capitalismo levou à prosperidade onde quer que foi usado, por isso deve ser mau – o Socialismo nunca funcionou, por isso deve ser bom; ninguém força ninguém a assinar contratos, por isso eles não são livres; sobre o Socialismo, não somos autorizados a escolher nada, por isso somos livres; todos temem morte, dor e perda de propriedade, portanto ameaças de morte, dor e perda de propriedade não afectam o comportamento; algumas pessoas não percebem certos conceitos por mais detalhada e lentamente que eles lhes sejam explicados, por isso a culpa é de quem lhes explica; as pessoas ficam desmoralizadas quando aquilo que é deles lhe é retirado, por isso aumentar impostos fazem-nas trabalhar mais (curva de Laffer invertida =]); Estaline e Che Guevara mataram milhões de pessoas dos seus próprios povos, por isso seriam bons chefes.
Referências: Michael Levin, The Era of Deadly Error (MP3), Anatomias (Recomendo fortemente!)
Retirado do Facebook. Fica a pergunta, porque é que a Esquerda vê o Estado como angelical, dada toda a história em contrário?
…é que um processo por violação de patentes impediria a venda do iPhone 3GS e 4 por violação de patentes. Na Alemanha foi no tempo do 4S.
Uma empresa que tenha razão num processo, se for tecnológica, quando vir o processo chegar ao fim já o produto está desactualizado e já tem de entrar com novo processo por violação de patentes no novo.
Tribunal público, empresa inovadora privada… já se imaginava =)
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