1º estado a banir o Obamacare

South Carolina voting on bill to end Obamacare in state. Finally.

ObamaCare fails

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E agora, Obama? – Números de Desemprego Fabricados!

Na fase final da campanha de 2012 (Setembro), os números do desemprego desceram, facilitando a vida a Obama e cravando o último prego no caixão da campanha de Romney, que ficou a instruir os Americanos sobre taxas de actividade e portanto perdeu uma grande bandeira de campanha.

O New York Post reporta agora que Julius Buckmon foi essencial nessa viravolta nos números. E não esteve sozinho. E já o tinha feito antes. E foi acusado e os processos não deram em nada. E que o processo continua até hoje.

Bem, deixo a ligação para lerem o artigo completo e a certeza de que vai ser interessante acompanhar o desenvolvimento desta história…

Ler a notícia completa no New York Post: Continuar a ler

Doublethink Obama

Doublethink: When you hold two contradictory ideas in your head at the same time. Popularized by George Orwell in “1984″ as the technique government uses to control the party loyals. An example: Obama claims that there is sufficient oversight of the NSA and he can vouch for the constitutionality of its actions. Obama also claims that he has absolutely no knowledge of the NSA’s doings and can’t be blamed for them. – via Laissez Faire Capitalism.

Obama didn’t know

Ron Paul: Election shows U.S. ‘far gone’

Notícia Washington Times:

Rep. Ron Paul, whose maverick presidential bids shook the GOP, said in the wake of this week’s elections that the country has already veered over the fiscal cliff and he sees no chance of righting ship in a country where too many people are dependent on government.

“We’re so far gone. We’re over the cliff,” the Texas Republican told Bloomberg Television’s “In the Loop” program. “We cannot get enough people in Congress in the next 5-10 years who will do wise things.” The video can be seen here.

Mr. Paul, who is retiring after 12 terms in the House, said voters on Tuesday rejected Mitt Romney because he had opposed the government bailout of General Motors and Chrysler.

The people in the Midwest voted against him: ‘Oh, we have to be taken care of!’ So that vote was sort of like what we are laughing at in Greece,” Mr. Paul said.

“People do not want anything cut,” he said. “They want all the bailouts to come. They want the Fed to keep printing the money. And they don’t believe that we’ve gone off the cliff or are close to going off the cliff. They think we can patch it over, that we can somehow come up with some magic solution. But you can’t have a budgetary solution if you don’t change what the role of government should be. As long as you think we have to police the world and run this welfare state, all we are going to argue about is who will get the loot.”

Forward

How Many Businesses Have Announced Closings or Layoffs Since Obama Won A Second Term?

Do elections have consequences? If you have been paying attention to the financial markets, you might think so. Wall Street has had two horrible days since President Obama won a second term.

However, stock prices are not the only thing taking a hit. It appears that the job market is also suffering. In the last 48 hours, the following major corporations have announced layoffs in America (links take you to news stories about the layoffs – with details from the companies)

História da contribuição dos Presidentes Americanos para a Dívida

A telenovela da destruição do Dólar continua dentro de momentos…

Mapas NYT sobre as Eleições EUA 2012

Como já deverão saber, o mapa por estados é este:

Ou seja, Romney manteve os de Mc Cain e venceu ainda Indiana e Carolina do Norte (a vermelho escuro).
Para vencer precisava de ter vencido mais estados indecisos até à última como ColoradoFloridaVirgínia e o importantíssimo Ohio (que desde que eu me lembre sempre votou no vencedor). Os Hispânicos do dois primeiros, os empregados federais no terceiro e os trabalhadores do Sector Automóvel no quarto revelaram-se um obstáculo que Romney não conseguiu superar perdendo por cerca de 100.000 votos em cada um deles.

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Mais de um milhão de votos para Gary Johnson

1,139,562 Votes for Gov. Gary Johnson. Record-Setting Libertarian Party Presidential Vote

Gary Johnson Breaks Ed Clark’s 1980 Vote Record of 921,128 Votes for President of the United States

2012 Libertarian Presidential Ticket of Gov. Gary Johnson and Judge Jim Gray More Than DOUBLED the 2008 Vote Total of Bob Barr and Wayne Root.

Obama vai ser reeleito

Por incompetência ou necessidade de manter o suspense, a comunicação social portuguesa diz que as eleições presidenciais americanas estão em empate técnico. Ainda explicam que o importante são os resultados do colégio eleitoral, não do voto popular. Mas, depois, referem apenas as sondagens sobre o voto popular em que, nestas sim, existe um empate.

Porém, tendo em conta as sondagens nos vários swing states, a vitória de Barack Obama é altamente provável. Por exemplo, o conceituado estatístico Nate Silver atribuiu uma probabilidade de 91,6% à vitória de Obama.

Asim vai a qualidade do jornalismo em Portugal :\

O maldito colegio

Fatal como o destino. Em altura de presidenciais americanas temos artigos como este acerca da utilizaçao de um “pouco democratico” colegio eleitoral nos EUA. Conviria pensar um pouco antes de emitir tais sentenças. Como recorda o Luciano, os EUA (notem o plural) nao sao um unico pais mas uma federaçao de 50 estados bastante menos homogenos do que se julga deste lado do Atlantico. Logo a começar pela demografia. Alias, seria interessante saber o que pensariam os detratores do colegio eleitoral se (esperemos que nao) viermos ter a algum tipo de poder executivo eleito na UE.

O apoio que faltava…

Cristiano Ronaldo: “Se pudesse votava em mim para a Bola de Ouro”
Cristiano Ronaldo apoia reeleição de Obama

O futebolista Cristiano Ronaldo afirmou esta segunda-feira apoiar a reeleição de Obama como presidente dos Estados Unidos.
(…)
«Gosto da sua [Obama] comunicação, da forma como fala às pessoas, penso que demonstra sempre firmeza nas palavras e gostava de o conhecer por ele ser uma pessoa honesta», afirmou o craque português à CNN.

65 Outrageous Lies by President Obama

MSNBC Vs Fox – Quem é mais ideológico?

Que a Fox era injusta com o Obama, qualquer Português já sabia (rácio de 7,67 notícias negativas por cada positiva)

Agora o enviesamento da MSNBC contra Romney (rácio de 23,67!) até a mim me surpreendeu!

Podem ler o artigo completo aqui.

Opinião do The Baltimore Sun:

That’s not a news channel. That’s a propaganda machine, and owner Comcast should probably change Phil Griffin’s title from president to high minister of information, or something equally befitting the work of a party propaganist hack in a totalitarian regime. You wonder how mainstream news organizations allow their reporters and correspondents to appear in such a cauldron of bias.

I thought show host Sean Hannity of Fox News defined party propagandist. But while his channel was bad, it wasn’t as bad-boy biased as MSNBC.

Mapa de Campanha EUA 2012

O mapa eleitoral americano, segundo diversas perspectivas:

Fica o exemplo do mapa de Dólares gastos por eleitor (ex da California: <0,01 Dólares por eleitor).

O fim do messias – ou um momento I told you so

Há quatro anos um dos maiores divertimentos públicos que havia era observar a loucura e as certezas sobre a genialidade e as qualidades políticas de Obama. O homem fazia descursos melhores do que os do Churchill (e quem permanecia convencido da superioridade da finest hour e do never so much was owed by so many to so few e do we shall never surrender – cito de memória – era um geriátrico precoce). O ideário de Obama era riquíssimo e apenas por mestria eleitoral estava resumido a ‘hope’, ‘change’ e ‘yes, we can’. O mundo viveria uma era de amizade e prosperidade sem igual se Obama fosse eleito e as divisões entre republicanos e democratas atenuar-se-iam; Obama era imaparável trabalhando across the isle. E por aí adiante.

Quem visse que Obama não tinha experiência política, que tinha tido um passado profissional difuso, que tivera apenas um mandato no Senado passado na maioria do tempo a trabalhar para a sua candidatura para a presidência, que – como Palin tão bem descreveu – tinha escrito duas autobiografias mas nem uma peça de legislação, que tinha um record de votos contrastante com a moderação que preconizava, que os seus apoiantes iniciais eram a extrema-esquerda liberal americana e os que afirmavam como maiores preocupações a guerra do Iraque e o aquecimento global, que Hillary Clinton fora sempre considerada a mais capaz para lidar com os problemas económicos, que discursos não chegam para uma boa governação, enfim, que Obama era uma aposta arriscada que indiciava trouble – essa gente, como eu, estava definitivamente do lado errado da História.

Depois foi o que se sabe. Obama começou a implementar a sua política inclinado à esquerda, usando e abusando da arrogância de quem se vê predestinado, nas relações com o GOP, levando a uma distância entre democratas e republicanos nunca vista e a uma impossibilidade de concensos. Na política externa sucederam-se os desaires: o discurso do Cairo, qualificado de ‘histórico’ antes de ser proferido, foi uma dos mais abjectos discursos de apaziguamento e desrespeito pelos direitos humanos das mulheres do mundo muçulmano jamais ditos; a inicial tentativa de aproximação ao Irão foi ridícula e mostrou como Obama não conseguia entender os problemas do mundo fora de uma moldura de culpa americana e europeia; a revolta após as eleições presidenciais iranianas deixou a Casa Branca como uma barata tonta, uma vez que baseavam a sua política numa efectiva legitidade democrática de Amhadinejad e amigos; a China, que Obama tanto criticou, reforçou a sua influência tanto regional como mundial; a intervenção americana na Líbia não se entende perante a não-intervenção na Síria; etc., etc., etc.. Não conseguindo ver qualquer alternativa a estímulo à economia atrás de estímulo, face a uma situação económica difícil a prioridade de Obama foi, em todo o caso, uma reforma na saúde de que os americanos – e Obama sabe que sabe o que é melhor para os americanos do que os próprios – detestaram. Guantanamo continuou, ataques com drones mataram muita gente, a reforma da imigração morreu e outros troféus liberais tiveram o mesmo caminho. Obama conseguiu até destruir aquilo que a sua eleição teve de melhor: mostrar que a raça não é um factor determinante para um candidato, numa espécie de redenção de um país com história de escravatura.

Obama, com taxas de aprovação risíveis e sem certeza de vitória, tem ainda assim mais probabilidades de ganhar amanhã do que Romney, um candiato com inúmeros anticorpos na direita americana. Mas continuará a ser o que foi e sempre foi visível que seria: um presidente medíocre.

Mapa Eleitoral – EUA 2012

O Huffington Post tem um mapa eleitoral muito interessante.

Basicamente, combina centenas de sondagens para gerar as cores num mapa em que cada estado está representado não pela sua dimensão geográfica mas sim pelo número de representantes no colégio eleitoral. Podem ir ao site e fazer as vossas próprias previsões. As padrão são estas:

A fraqueza do Obama é um pouco surpreendente, mas continuo a prever a vitória dele…

Curioso o facto de todas as últimas alterações serem a favor de Romney…

Nader: Obama worse than Bush

Ralph Nader: President Obama’s a ‘war criminal’

It’s no surprise that Ralph Nader isn’t a fan of former President George W. Bush. After all, the longtime activist ran against him in both 2000 and 2004. But Nader’s even less a fan of President Barack Obama, if only because he thinks Obama was capable of so much more.

On issues related to the military and foreign policy, Obama’s worse than Bush, “in the sense that he’s more aggressive, more illegal worldwide,” Nader told POLITICO, going so far as to call Obama a “war criminal.”

Tyler Cowen – Makers and Takers

That Blurry Line Between Makers and Takers. Por Tyler Cowen.

MITT ROMNEY has apologized for his depiction of 47 percent of America as wealth takers rather than wealth makers. But his blunder touched inadvertently on some discomforting truths about the importance of politics in income distribution in the United States.

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