O Insurgente

Maio 4, 2012

A nossa Escola Pública é soviética?

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 09:10

Ramiro Marques no ProfBlog

A nossa Escola Pública é soviética. No centralismo, na uniformidade e no desperdício. Isso todos sabem. O que pouca gente compreende é que essa tríade assenta num modo de fazer burocrático que se expressa através de um longa lista de projetos, planos e relatórios. Essa lista alimenta o modo de fazer burocrático, desvia os professores das tarefas de instrução e coloca a escola no centro da partidarização

Maio 3, 2012

A Primavera policial

Palestina no seu melhor. Presumo que a responsabilidade por se ter alcançado tão alto patamar na busca das liberdades seja atribuído ao vizinho do lado.

Maio 2, 2012

Mentiras esmiuçadas

Ken Livingstone has told 85 different lies during this campaign.Vale a pena olhar para o que o Red Ken diz e depois para a realidade. É um excelente exercício.

A promoção do Pingo Doce e as reacções anti-capitalistas

Filed under: Cultura,Economia,Educação,Livros,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 19:00

Algumas sugestões de leitura:

Anti-Capitalistic Mentality, de L. von Mises.
Why Do Intellectuals Oppose Capitalism?, de R. Nozick.
The Intellectuals and Socialism, de F. A. Hayek.
The Fatal Conceit: The Errors of Socialism, de F. A. Hayek.
Socialism: An Economic and Sociological Analysis, de L. von Mises.

Massacre da Noruega explicado por sociólogo

Anders Breivik afinal não é mais do que um peão da Mossad.  O autor da ideia chama-se Johan Galtung, é professor na Universidade de Oslo e é conhecido como o pai da Global Peace Studies. Apesar de doente, consta que a criatura universitária ainda não foi internada. Sabe Deus porquê, lembrei-me de Boaventura Sousa Santos.

Alexandre Soares dos Santos, um exemplo de coragem e determinação

Filed under: Comentário,Economia,Educação,Media,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:50

Concordo com o essencial do que escreveu o Carlos Guimarães Pinto: Alexandre Soares dos Santos está de facto de parabéns pela determinação e pelas intenções subjacentes a iniciativas como a Fundação Francisco Manuel dos Santos e , ainda mais, pela sua notória coragem de agir mesmo quando isso implica o risco de irritar os poderes instalados.

No que concerne à FFMS, e por muitas razões que possa haver – e há – para discordar de opções que têm sido seguidas, graças a iniciativas de verdadeiro serviço público como a PORDATA e a algumas das publicações e projectos em curso, há um contraste flagrante e evidente com a conduta deplorável da Sonae no que diz respeito ao seu continuado investimento no Público, bem como em relação a outros grupos económicos portugueses que seguem padrões de actuação semelhantes.

Por outro lado, a promoção do 1º de Maio do Pingo Doce obviamente não deixará de ser vista por alguns segmentos da esquerda como um desafio e uma provocação (veja-se, por exemplo, aqui), pelo que, mais do que a acção de marketing, o que é de louvar é mesmo a coragem para enfrentar os poderes e os preconceitos estatistas instalados, uma qualidade infelizmente (ainda que compreensivelmente, dado o peso do Estado e o seu registo intervencionista) rara em Portugal.

Alexandre Soares dos Santos é de facto um dos poucos faróis de esperança neste país, mas temo que os faróis de pouco valham sem uma mudança de fundo nas ideias. E a esse respeito, o estatismo que continua profundamente enraizado a todos os níveis na sociedade portuguesa não augura nada de bom.

Disclaimer: Alexandre Soares dos Santos é Presidente do Conselho Geral da Universidade de Aveiro, onde actualmente trabalho, e sou membro do Conselho Editorial do Anuário da Fundação Francisco Manuel dos Santos.

Leitura complementar: O último independente.

Como o Bloco de Esquerda gostaria de ver o povo

O tipo de festejos e de participação cívica que  a extrema-esquerda mais aprecia.

Adenda: Imagens da loucura progressista de Seattle.

Leitura complementar:  Como Bloco de Esquerda vê o povo.

Maio 1, 2012

Filosofia Liberal – O Liberalismo definido

Para quem não sabe o bê-a-bá do Liberalismo:

Versões:
Philosophy of Freedom: Flash (PTESFREN), SiteDownload & Youtube (PTESFREN)
Podem ver este e diversos outros recursos interessantes na minha página de links.

Abril 30, 2012

VI Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas

Filed under: Agenda,Educação,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 18:33
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VI Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas (CSDJ)

PRORROGAÇÃO DO PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS

O Instituto da Defesa Nacional (IDN) vai promover, entre 14 e 31 de Maio de 2012, o VI Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas (CSDJ) que decorrerá nas suas instalações em Lisboa e no Porto, em regime de tempo parcial. 
O VI CSDJ tem por finalidade promover o conhecimento, aprofundar a capacidade crítica e desenvolver a cultura de segurança e defesa, como bases para o desempenho de futuras funções de responsabilidade numa perspetiva de comunicação pública.
Nos termos do n.º 1 do artigo 9º do Regulamento do CSDJ, estão disponíveis 30 vagas. Para frequência do curso é devido o pagamento de propina.
No VI Curso de Segurança e Defesa para Jornalistas, para os auditores individuais admitidos, foi fixado o valor de 150 euros.

O período para apresentação das candidaturas decorre até 4 de Maio de 2012.

Regulamento do Curso / Programa Horário / Ficha de candidatura

 Para maiores de 30, para o caso de serem jornalistas. Mais uma vantagem de lerem O Insurgente.

XIII Curso de Defesa para Jovens

Filed under: Agenda,Educação,Justiça,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 17:45

Eu participei no X CDJ e aconselho. Aqui fica o convite para o XIII:

XIII Curso de Defesa para Jovens

PRORROGAÇÃO DO PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS
O Instituto da Defesa Nacional (IDN) organiza anualmente o Curso de Defesa para Jovens (CDJ), destinado aos jovens que constituem o universo dos potenciais dirigentes ou quadros superiores das estruturas do Estado e da sociedade portuguesa.

O XIII Curso de Defesa para Jovens (XIII CDJ) decorrerá nas instalações do IDN em Lisboa e no Porto, neste último em videoconferência, em regime de tempo parcial.

O período para apresentação de candidaturas individuais decorre até  15 de maio de 2012.
Para a frequência do XIII CDJ é devido o pagamento de uma propina única no valor de 50,00 Euros para os auditores/as individuais admitidos.

candidaturas / programa do curso.

Basicamente, é marketing do exército para futuros decisores do país.
Inclui visitas a instalações militares e policiais, palestras diversas e um trabalho final de grupo.
Geralmente inclui como palestrantes embaixadores, representantes na ONU e NATO, e comandantes militares.
Aconselhado a membros de todo o espectro ideológico, sobretudo a estudantes avançados de Ciência Política e Relações Internacionais.
A frequência do curso permitirá pertencer à DECIDE.

Disclaimer: O conteúdo deste curso não é Liberal.

Abril 27, 2012

Michael Seufert passou no exame da 4ª classe

Filed under: Educação,Insurgentes nos media,Política,Portugal,Videos — André Azevedo Alves @ 17:58

Aqui fica o video relativo à prestação do Michael Seufert no exercício que a Sábado promoveu dando o antigo exame da 4ª classe (de 1970) a fazer a vários políticos portugueses.

Michael Seufert – Sabado – Exame da Quarta Classe – 18.04.2012

É curioso que nenhum político de extrema-esquerda tenha participado no desafio. Terá sido uma (condenável) discriminação da Sábado ou efeito da conhecida aversão da extrema-esquerda a exames ?

Abril 26, 2012

O eixo do bem-estar dos regimes

O que  liga China, Bahrain, Bielorrussia, Cuba, Irão e Síria?

Rir: nem sempre é o melhor remédio

Comediante raptado por fazer piadas sobre quem não deve.

Organizadores de evento de caridade aguardam sentença por terem mostrado parte da roupa interior.

Programa espacial propõe levar, entre outras espécies, 10 gatos a Marte.

Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas (3)

Filed under: Economia,Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:00

Liberdade ou distribuição? Por Francisco Vieira Sousa.

O novo Despacho sobre matrículas é o último de uma longa lista de casos que provam esta tese. Em teoria, e na letra do texto introdutório, defende-se a liberdade de escolha do projecto educativo e da escola; na prática, estabelecem-se um sem-número de prioridades a respeitar no preenchimento das vagas de cada escola. Não será por acaso que o Despacho é descrito como tratando da “distribuição de alunos por escolas e agrupamentos”. Ou há liberdade e são as famílias a escolher e, em caso de empate, procede-se a um sorteio; ou há distribuição com base numa lista de prioridades e é a burocracia que escolhe. Que o Ministério da Educação opte pela segunda, não choca – tem sido essa a nossa sina – mas ao menos não lhe chame liberdade de educação.

Leitura complementar: Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas (2); Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas.

Abril 25, 2012

Cravinho: um pensamento republicano, repleto de confiança e esperança

Houve um jantar de curso e nesse jantar o Cravinho a certa altura chama-me de parte e diz: “Tens algum tempo livre?”. E eu disse: “Tenho, mas porquê?”; “Eu precisava de ti para uma empresa”; “Que empresa?”; “Agora não interessa, a gente daqui a uns tempos fala”. Passado uns tempos chamou-me e disse-me: “Eu quero que vás para a Junta Autónoma das Estradas, mas não digas a ninguém que o gajo que lá está [Maranha das Neves] nem sonha”. O Cravinho deu-me os 10 mandamentos do que eu precisava de fazer na Junta, limpar a casa, obras que era preciso fazer, etc. Entretanto, comecei a conhecer a casa, dei a volta ao país todo e um dia disse-lhe: “Há aqui uma série de coisas que é preciso fazer e há 11 fulanos que é preciso pôr na rua”. Ele retorceu-se, chamou-me daí a dois dias, disse que era muito complicado. O problema é que era através de uma das pessoas que eu queria pôr na rua que passava o dinheiro para o PS.

Via Impertinências.

Abril 24, 2012

Hábitos comunistas bem presentes

Blood on His Hands, uma reportagem da FP sobre Bo Xilai, um chefe comunista.

Abril 23, 2012

O alarme social da tirania

Para as autoridades iranianas, a rede social Facebook existe para destruir o bem-estar social.

Leitura complementar: Simpsons, vade-retro.

Abril 22, 2012

Decoração de interiores

Filed under: Educação,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 16:21

Excerto de “Os Dias Contados” de Alberto Gonçalves (Diário de Notícias)

Em qualquer dos casos, é interessante notar que a repulsa pela nivelação por baixo apenas se aplica à decoração dos estabelecimentos de ensino. O ensino propriamente dito pode rastejar à vontade que o PS não se importa. O PS convive bem com os currículos anedóticos, a erosão dos padrões de exigência, a indisciplina e a pura violência frequentes nos liceus. O PS até convive bem com o baixíssimo nível dos senhores que coloca a tutelar o sector. A única coisa que o PS não tolera é uma escola feia, e quem sugerir ser absurdo gastar fortunas (e desviar fortunas) para embelezar uma inutilidade (e animar clientelas) escandaliza os socialistas da Parque Escolar e os comunistas que acusam PSD e CDS de aproveitar a Parque Escolar para denegrir o “investimento” estatal.

Aliás, o bom senso aconselharia a aceitar os candeeiros de Siza Vieira e o resto e, em troca, a dispensar as audições parlamentares, que invariavelmente servem para nada excepto para publicitar a impunidade com que se arrasa o dinheiro dos contribuintes. Se praticada em recato, a pândega custaria o mesmo ao bolso, mas muitíssimo menos à alma.

O estado do ensino em Portugal: “peritos”, pedagogia, sociologia, psicologia e ignorância

Filed under: Educação,Política,Portugal,Teoria,Videos — André Azevedo Alves @ 13:30

Várias observações pertinentes e críticas válidas num video que vale a pena ver na íntegra.

(via Raquel Varela: Tive alguns professores como esta senhora. Bem hajam!)

Abril 21, 2012

Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas (2)

Filed under: Comentário,Economia,Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:50

A escolha de palavras no título do Público (“Ministério admite que liberdade de escolha de escolas não será eficaz nos grandes centros”) é, ela própria, todo um programa, mas o reconhecimento do Ministério e a substância da notícia vai de encontro ao que havia escrito aqui: a menos que haja a possibilidade de o financiamento seguir o aluno independemente de a escola ser estatal, privada ou do terceiro sector (salvaguardando sempre a possibilidade de existirem escolas independentes sem qualquer financiamento estatal) as implicações da “liberdade de escolha” anunciada vão ser francamente limitadas e podem até adicionar confusão ao sistema sem grandes vantagens.

Resta esperar que as intenções declaradas comecem a dar lugar a medidas concretas num futuro próximo no sentido de promover efectivamente uma maior liberdade de escolha tanto no ensino básico e secundário como no ensino superior.

Leitura complementar: Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas.

Os políticos e o exame da 4ª classe

Filed under: Educação,Insurgentes nos media,Insurgentologia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 14:00

A Sábado deu o antigo exame da 4ª classe (de 1970) a fazer a vários políticos portugueses e o Michael Seufert teve a melhor nota. O que apenas vem confirmar que o dito exame era genuinamente fásssista.

O programa pedagógico

Dos activistas da E.coli.

Leitura recomendada: Leitura dominical.

Abril 20, 2012

Veganismo e os bebés sem escolha

Filed under: Ambiente,Cultura,Double standards,Educação,Religião,Saúde — ruicarmo @ 20:53

A Choice With Definite Risks, por Nina Planck.

(…) Nature created humans as omnivores. We have the physical equipment for omnivory, from teeth to guts. We have extraordinary needs for nutrients not found in plants. They include fully-formed vitamins A and D, vitamin B12, and the long-chain fatty acids found in fish. (…)

For babies and children, whose nutritional needs are extraordinary, the risks are definite and scary. The breast milk of vegetarian and vegan mothers is dramatically lower in a critical brain fat, DHA, than the milk of an omnivorous mother and contains less usable vitamin B6. Carnitine, a vital amino acid found in meat and breast milk, is nicknamed “vitamin Bb” because babies need so much of it. Vegans, vegetarians and people with poor thyroid function are often deficient in carnitine and its precursors.  (…)

The greatest error of modern industrial life, which celebrates the lab and technology, is our love affair with the facsimile. It is time to face the music. Some things cannot be replaced. Real food is one.

You may choose to be a vegan. Your baby doesn’t have that luxury. Let her grow up omnivorous and healthy. Then watch her exercise her own freedom of choice with justifiable pride.

Bush não tem emenda

Vale a pena ver o vídeo.

The shocking photos show several established left-wing members of the Stockholm cultural elite watching and laughing as Minister of Culture Lena Adelsohn Liljeroth slices a cake depicting a black African woman with minstrel-esque face.

Lena Adelsohn Liljeroth was invited to open the festivities by performing a clitoridectomy on the cake, which she did by slicing off the part of the cake depicting female genitalia. She then proceeded to feed that part of the cake to a performance artist, done up in blackface, his head protruding through the table.

Perseguições primaveris

Não há fome que não dê em fartura.

The new Ennahda Islamist rulers are keeping Ben Ali’s autocratic laws to persecute not only political opponents, but also those who deviate from the required path of religion.

Abril 17, 2012

Mulheres e a súbita ausência primaveril

After revolution in Egypt, women’s taste of equality fades

Women were at the vanguard in the protests that ousted Hosni Mubarak. But long-held sexism has reasserted itself at the hands of the military and the Islamists.

Sem o estado, o que seria do Google e do Facebook?

O Presidente Obama dá a resposta: “Google, Facebook would not exist.”

Abril 16, 2012

A mentira modelo educativo estatizado

Filed under: Educação,Nanny State Watch,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 11:56

“A mentira da Educação” de Ramiro Marques (ProfBlog)

A nossa Educação Pública vive há décadas sobre uma mentira: a ideia romântica e inquestionável de que todas as crianças e adolescentes são capazes de chegarem até onde elas ou os pais delas quiserem.

Toda a gente finge que acredita neste axioma. Na verdade, ninguém acredita nele mas todos fingem que este axioma é uma verdade inquestionável.

Quem ousa manifestar dúvidas, apontando exemplos de crianças e adolescentes que, por mais que os professores se esforcem, não conseguem chegar onde os pais querem que elas cheguem, é estigmatizado de diversas maneiras. A mais comum é levar com a etiqueta de conservador.

Chegámos a uma situação em que é de mau tom afirmar aquilo que todos conhecem: há crianças muito inteligentes, outras que o são medianamente e outras ainda que são muito lentas a aprender. E há crianças que se esforçam muito, outras que se esforçam pouco. E há algumas que adoram aprender e outras que se cansam facilmente.

E, por fim, há crianças que adoram a escola e outras que a detestam.

A falácia da escolaridade obrigatória e de uma via única para todos é aceite de forma inquestionável. O resultado está à vista: os gastos com a Educação não cessam de subir e os resultados não passam da mediocridade.

Todos nós sabemos isso mas fingimos que não é verdade. E vamos repetindo até à exaustão o contrário. Fazê-mo-lo em todo o lado: nos relatórios que elaboramos, nos planos que desenhamos, nos trabalhos que redigimos.

A propósito, leiam também no ProfBlog “Quatro verdades simples sobre a mentira da educação”

(via David Levy)

Abril 15, 2012

O progresso é imparável

Mao comes to Sweden.

“In an effort to support gender neutrality, Sweden recently added a gender-neutral pronoun, ‘hen,’ to the country’s National Encyclopedia. Slate reports that several preschools in Sweden have stopped making references to the gender of their students. Instead of calling children ‘boys and girls,’ teachers are referring to students as ‘buddies.’ One school even stopped allowing free playtime during the day because stereotypical gender patterns are born and cemented. In free play there is hierarchy, exclusion, and the seed to bullying.’ And the country just published its first gender-neutral children’s book, ‘Kivi och Monsterhund.’

Pardon my bourgeois instincts, but wouldn’t true “gender neutrality” entail teaching respect for others’ differences and for encouraging individuality?

Coming Apart: The State of White America, 1960-2010 – Charles Murray

Filed under: Cultura,Economia,Educação,Livros,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 09:00

Ainda não li, mas tendo em conta a entrevista e a restante obra de Charles Murray, deve ser um livro interessante: Coming Apart: The State of White America, 1960-2010

Uncommon Knowledge: White America Is ‘Coming Apart’

Outros livros de Charles Murray:

Losing Ground: 10th Anniversry Edition: American Social Policy, 1950-1980
In Our Hands: A Plan to Replace the Welfare State
Real Education: Four Simple Truths for Bringing America’s Schools Back to Reality
Bell Curve: Intelligence and Class Structure in American Life (A Free Press Paperbacks Book)
What It Means to Be a Libertarian
Human Accomplishment: The Pursuit of Excellence in the Arts and Sciences, 800 B.C. to 1950

Abril 14, 2012

Os sindicatos e as reformas na educação

Filed under: Educação,Política — André Azevedo Alves @ 20:00

Whatever it is, I’m against it. Por Len Shackleton.

Nobody in the coalition is spoiling for a fight against the teachers, but the unions need to exercise a degree of self-restraint if they are not to find politicians and the public turning against them and looking more fundamentally at the role of unions in education and by extension the wider public sector.

The retreat from Classical Liberalism – Deepak Lal

Filed under: Economia,Educação,Livros,Política,Política Fiscal,Saúde,Teoria — André Azevedo Alves @ 17:14

Lost Causes: The retreat from Classical Liberalism

Uma breve recensão do livro está disponível aqui: Lost Causes: The Retreat from Classical Liberalism. Por Philip Booth.

Abril 13, 2012

Liberdade de escolha na educação: declarações de intenções vs. medidas concretas

Filed under: Comentário,Economia,Educação,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:30

A intenção de alargar a liberdade de escolha no âmbito da educação é positiva mas, infelizmente, pelo que foi até agora anunciado não encontro razões para partilhar do optimismo do Miguel.

A menos que haja a possibilidade de o financiamento seguir o aluno independemente de a escola ser estatal, privada ou do terceiro sector (salvaguardando sempre a possibilidade de existirem escolas independentes sem qualquer financiamento estatal) – o que não me parece estar para já previsto – as implicações da “liberdade de escolha” anunciada vão ser francamente limitadas e podem até adicionar confusão ao sistema sem grandes vantagens.

Por outro lado, o actual Governo já concretizou uma real machadada na (limitada) liberdade de escolha existente quando praticamente anulou a possibilidade de abatimento fiscal parcial das despesas das famílias com educação.

Assim, até agora, não obstante as boas intenções anunciadas, temo que o balanço em termos de promoção da liberdade de escolha no ensino por parte do actual Governo esteja a ser negativo. Aliás, o balanço negativo aplica-se também ao ensino superior onde até ao momento não há sinais de aumento de propinas, nem de nenhum passo que vise diminuir a desigualdade de condições de concorrência entre o sector estatal e o sector não estatal.

Faço votos – embora confesse o meu cepticismo – de que no futuro as medidas concretas do Governo possam acompanhar as declarações de intenções no sentido de promover efectivamente uma maior liberdade de escolha tanto no ensino básico e secundário como no ensino superior.

Os verdadeiros “Precários”

Filed under: Educação,Justiça,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Para quem ainda não o fez, recomendo a leitura do texto do leitor Ricardo Cerqueira (na sequência do seu anterior texto Código Contributivo dos Trabalhadores Independentes: consequências previsíveis de um desastre anunciado): O que separa os verdadeiros dos falsos recibos verdes?

“Cultura e Espaço Público”, 20 de Abril, Porto

Filed under: Agenda,Cultura,Economia,Educação,Política,Portugal,Religião,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:00

Decorrem a bom ritmo as inscrições para a Conferência Anual do MPA (UCP.Porto em parceria com UAveiro) que este ano vai ter lugar no Palácio da Bolsa (Salão Árabe), no Porto, no próximo dia 20 de Abril, e será dedicada ao tema “Cultura e Espaço Público”.

A inscrição para assistir à conferência é gratuita e pode ser feita aqui.


(clique para aumentar)

Uma excelente notícia

Filed under: Educação,Portugal — Miguel Noronha @ 09:42

A partir do próximo ano lectivo, os pais vão ter total liberdade de escolha na escola que querem matricular os alunos

Ainda não há muitos pormenores e (julgo) ainda não permitirá aos país optarem livremente por uma escola privada sem incorrer numa duplicação de custos mas pelos menos é um passo na direcção de uma maior liberdade na educação.

Uma excelente notícia que sempre compensa a catadupa de legislação vergonhosa da terrível tripla, Assunção Cristas, Fernando Leal da Costa e Paula Teixeira da Cruz

Abril 12, 2012

Resultado do multiculturalismo em Londres

Numa universidade londrina a venda de álcool passou a ser vista como imoral.

Leitura complementar: Resultado do multiculturalismo na Alemanha.

O que separa os verdadeiros dos falsos recibos verdes?

Filed under: Educação,Justiça,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:00

Reproduzo de seguida um texto enviado pelo leitor Ricardo Cerqueira, cuja leitura integral (na sequência do seu anterior texto Código Contributivo dos Trabalhadores Independentes: consequências previsíveis de um desastre anunciado) recomendo:

Os verdadeiros “Precários”

A par do movimento sindical tradicional, que se preocupa em lutar por regalias e empregos para a vida dos seus quotizados – que trabalham sob diversas formas de contrato regulamentado – existem trabalhadores que têm menos direitos e que laboram sem a protecção cada vez mais ilusória de um contrato de “emprego fixo”. São eles os Trabalhadores Independentes, uns verdadeiros e outros “falsos”, mas todos a recibos verdes e sem vínculo com as entidades que lhes adquirem os serviços. Em comum têm diversos pontos, sendo o principal o facto de terem tido o azar de serem “representados” nas reuniões de concertação Social pelos sindicatos tradicionais (que parecem desconhecer o que significa trabalhar por sua conta e risco) e também a particularidade de não terem contractos colectivos de trabalho nem a protecção a estes associada, vivendo uma situação significativamente mais instável que a dos trabalhadores por conta de outrem, resolutamente defendidos pelas organizações sindicais.

O que separa os verdadeiros dos falsos recibos verdes? (mais…)

Resultados do eduquês: o triunfo da iliteracia na comunicação social portuguesa

Filed under: Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 15:34

A influência da ponderação do contexto socio-económico, da atitude do aluno e doutras espiritualidades no ensino do português. Por Helena Matos.

Construtivismo ortográfico

Filed under: Cultura,Educação,Política,Portugal — Miguel Noronha @ 11:58

“Desacordos” de Luciano Amaral (Diário Económico)

Na realidade, os defensores do Acordo seguem uma ideia velha pelo menos de um século. Como em muitas outras coisas (a começar pelo regime), a I República quis revolucionar tudo. Por isso, em 1911, adoptou pela primeira vez em Portugal uma ortografia oficial, cujas bases eram essencialmente as mesmas do actual Acordo: a ortografia deveria ser “simplificada”, o que implicava abandonar os princípios ditos “etimológicos”, de raiz sobretudo grega e romana, e adoptar os princípios ditos “fonéticos” (escrever como se fala). Foi assim que a escrita portuguesa perdeu a pharmácia, a philosophia ou o méthodo. Revolucionarismo e nacionalismo explicam este afastamento em relação às grandes línguas europeias, como o inglês, o francês ou o alemão, e a transformação da grafia portuguesa numa espécie de exotismo. Ainda por cima incompleto, já que não se abandonou totalmente a “etimologia”: porquê “directo” e não “direto”, ou “hoje” e não “oje”? O resultado é o mostrengo que actualmente se usa e em que vai escrito este texto.

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