Ramiro Marques sobre Mário Nogueira

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

O centralismo e o quase monopólio estatal criaram o poder de Mário Nogueira e da Fenprof sobre as escolas e os professores

Ramiro Marques
Professor Coordenador Principal no Instituto Politécnico de Santarém
Membro do Conselho Nacional da Educação

Mário Nogueira deu uma entrevista ao jornal i no dia 10 de novembro. É uma entrevista que merece análise não tanto por aquilo que o dirigente da Fenprof diz mas sobretudo pelo que se subentende das suas palavras. Os comunistas são mestres no disfarce. Sabem usar como ninguém o double speak e são peritos em deitar para cima dos outros as culpas pelo mal que fizeram. Têm o descaramento suficiente para se apresentarem à opinião pública como os detentores das soluções para os males que eles criaram. A história da educação em Portugal, nos últimos 40 anos, tem sido isso. Hoje controlam um dos maiores sindicatos do país – a Fenprof – com mais de 50 mil filiados de um total de 130 mil professores, com força e influência para impor aos alunos e às famílias uma greve em período de avaliação dos alunos durante 3 semanas e para boicotar a prova de avaliação de conhecimentos e competências, vulgarmente chamada de prova de ingresso na profissão docente.

À pergunta do jornalista “os professores não têm autoridade?”, Mário Nogueira responde:

“O discurso público é de uma desvalorização permanente dos professores. Há uma campanha que, quer queiramos quer não, passa para a opinião pública.”

Quando afirmo que os comunistas são mestres no disfarce e sabem usar como ninguém o double speak, apresentando-se à opinião pública como os detentores das soluções para os males que eles causaram e atribuíram a outros, é a isto que eu me refiro. Não acredito que exista alguém no país que mais tenha contribuído para a erosão da autoridade dos professores do que Mário Nogueira. Fá-lo com a mestria dos comunistas, uma mestria adquirida e treinada a partir do dia da formatura e da entronização como delegado sindical e, poucos anos depois, de dirigente sindical, num processo de formação prática que dura há 30 anos. Passaram por ele doze(1) ministros durante os 22 anos que leva como dirigente da Fenprof. Continuar a ler

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A longa marcha gramsciana, versão portuguesa

O meu artigo desta semana no Observador: Os saudosos do Muro de Berlim.

É aliás interessante constatar que, 25 anos depois da queda do Muro de Berlim e da libertação da Europa de Leste do totalitarismo comunista, o marxismo puro e duro subsiste e prospera no sistema educacional e universitário, onde abundam os aspirantes a planeadores, em especial na área das ciências sociais. É certo que não raras vezes se trata de um marxismo mais duro do que puro – já que as graves lacunas teóricas em alguns departamentos de ciências sociais e políticas por esse país fora não dão para mais – mas ainda assim é uma realidade que deveria merecer maior reflexão, dentro e (especialmente) fora das Universidades.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

O Liberalismo em discussão, amanhã, 18:30, Lisboa

liberalismo_jp_lisboa_2014

Recordo que amanhã, às 18:30, no seguimento de um convite da JP Lisboa, darei uma palestra subordinada ao tema “Afinal o que é o Liberalismo?”. A sessão terá lugar na sede do CDS no Largo Adelino Amaro da Costa.

A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se aqui.

Mises: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia

misesrevMomento publicitário: convido todos os amigos e leitores d’O Insurgente a conhecerem e, se assim o desejarem,a curtirem a página da nossa revista Mises: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia no Facebook. Somos a única revista acadêmica em língua portuguesa dedicada à Escola Austríaca. Contemplamos não somente a divulgação das ideias Austríacas, mas também o desenvolvimento da corrente através da produção de pesquisas originais.

A Análise Social, os graffiti e o ICS

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O José Manuel Fernandes que me desculpe, mas neste caso não partilho a análise. Tanto quanto percebi, a revista Análise Social vai mesmo ser posta em circulação com o tal “ensaio visual” pelo que, não obstante algumas considerações em tom diplomático para tentar salvar a face institucional, o desfecho é uma vitória em toda a linha para João de Pina-Cabral e seus apoiantes e quem fica completamente desautorizado é o ainda director do ICS, José Luís Cardoso, que tinha decidido suspender a publicação.

Que consequências vai José Luís Cardoso retirar da decisão de que foi alvo por parte do Conselho Científico do ICS não sei nem me me parece oportuno discutir neste âmbito, mas dificilmente a desautorização imposta ao Director do ICS poderia ter sido mais flagrante.

Independentemente de outras considerações que possam ser feitas, creio que o episódio tem pelo menos o mérito de deixar transparecer de forma clara para o exterior o que é o ICS nos dias que correm.

O Liberalismo em discussão, 18 de Novembro, 18:30, Lisboa

liberalismo_jp_lisboa_2014

Na próxima terça-feira, dia 18 de Novembro, às 18:30, no seguimento de um convite da JP Lisboa, darei uma palestra subordinada ao tema “Afinal o que é o Liberalismo?”. A sessão terá lugar na sede do CDS no Largo Adelino Amaro da Costa.

A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se aqui.

Artigo na Political Studies

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Depois de ter sido aceite para publicação e estar disponível online desde Junho de 2013, o meu artigo conjunto com John Meadowcroft, “Hayek’s Slippery Slope, the Stability of the Mixed Economy and the Dynamics of Rent Seeking”, saiu finalmente no número de Dezembro da Political Studies.

Continuamos a desenvolver este tema de investigação – cruzando a Teoria da Escolha Pública com a Escola Austríaca – e, se tudo correr bem, 2015 e 2016 também deverão ser anos produtivos nesta frente, de preferência continuando a publicar nas principais revistas científicas internacionais.

Che Economics aplicado na Venezuela

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Está cada vez mais eficiente a gestão do governo e do processo socialista, garantindo ao povo o seu bem-estar e  desenvolvimento espiritual. Nesse sentido, o combate à opulência chegou à Zara.

(…)La nueva mercancía de Inditex en Venezuela fue adquirida con las denominadas divisas nacionales del Gobierno de Maduro, a una tasa de cambio que ronda los 12 bolívares por dólar, cuando el precio real en el mercado negro supera los 100 bolívares por dólar.

Por esta razón, el precio de los artículos es artificialmente bajo, ya que está subvencionado, lo que contribuye a engordar las ingentes colas que se forman en los establecimientos, generando una enorme escasez y el consiguiente racionamiento.

Según explican numerosos compradores por medio de las redes sociales,las colas de clientes comienzan ya a las seis de la mañana. “Dado nuestro interés por garantizar el acceso a estos bienes a la mayor cantidad de usuarios posible, hemos establecido las siguientes pautas para la comercialización: máximo cinco prendas por persona, sólo tres prendas superiores y dos inferiores. No se hacen apartados”, reza un cartel en una de las tiendas de Zara en Caracas.

Los pasos para poder comprar en las tiendas de Inditex en Venezuela son los siguientes:

1.- Es requisito indispensable presentar la cédula de identidad para poder comprar en estas tiendas. Una vez tomados los datos, te anotan en una lista y te asignan un número para entrar.

2.- Solo puedes comprar cinco prendas de vestir de la marca. Y de querer volver a comprar, deberás volver a esperar un mes más para adquirir alguna otra de cualquiera de las tiendas de la cadena, pues quedas registrado con tu número de cédula en el sistema de los establecimientos.

3.- Del máximo de cinco piezas por persona, solo tres pueden ser prendas superiores: camisas, franelas, chaquetas; y dos inferiores: pantalones o bermudas.

Ramiro Marques: Desocultando a retórica pedagógica emancipatória e o controlo marxista sobre o currículo escolar

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

Desocultando a retórica pedagógica emancipatória e o controlo marxista sobre o currículo escolar

Ramiro Marques

“A metanarrativa da emancipação sustenta, por seu lado, a retórica pregnante das nossas sociedades pós-modernas baseada numa conceção socioconstrutivista da aprendizagem e assenta numa perspetiva reconceptualista que coloca a ênfase no formando e na sua experiência….O discurso pedagógico assumir-se-á como uma forma de política cultural, ao serviço da emancipação do sujeito que aprende” (Alves e Machado, 2011, pág. 63)

Esta afirmação consta de um capítulo de um livro publicado numa coleção da Porto Editora coordenada por José Augusto Pacheco. Afirmações de idêntico teor podem ser encontradas em quase todos os livros publicados na influente Coleção Educação e Formação da Porto Editora. Quase todos fazem a apologia acrítica do socioconstrutivismo e, em geral, das perspetivas neomarxistas em educação. Se cotejarmos as outras coleções de educação das restantes editoras  vocacionadas para a formação de professores, encontramos a hegemonia, o quase monopólio, de idênticas perspetivas. Os livros de texto, publicados em Portugal, sobre educação, pedagogia, didática e teoria curricular padecem, quase  todos, da mesma visão apologética, não deixando qualquer margem para que as perspetivas não marxistas tenham alguma visibilidade.

É fácil de ver qual o impacto que esta hegemonia editorial tem na formação inicial e contínua dos professores. Os jovens que estudam para serem professores são bombardeados até à exaustão com as perspetivas neomarxistas, sendo-lhes negado o contacto com quaisquer outras. O neomarxismo na educação e o socioconstrutivismo na pedagogia e na didática são apresentados como teorias validadas pela investigação científica, como se elas se afirmassem através de um processo de autoevidência que não carece de dados empíricos para validação. Continuar a ler

A queda do Muro e a persistência de Gramsci

A escola pública como instrumento da agenda política ressocializadora. Por Ramiro Marques.

Aqueles que vaticinaram que a queda do Muro de Berlim marcou o fim da ideologia comunista ignoraram os escritos de António Gramsci e falaram cedo de mais.

Ensaio visual sobre a queda do Muro

Neste caso, como será fácil de constatar, trata-se de um ensaio visual não publicado na Análise Social: 25 anos depois da queda. Um Ensaio Visual. Por Luís Aguiar-Conraria.

O muro a que temos direito!, um quarto de século depois

A pretexto da passagem de 25 anos sobre a chamada «queda do muro de Berlim» está a ser levada a cabo uma campanha anticomunista de intoxicação da opinião pública.

Bravo, Nico!

queimaNa sequência da polémica sobre Merkel e os “licenciados a mais” em Portugal, o deputado socialista Bravo Nico fechou a questão com chave de ouro: Afirmou o deputado que «Portugal não tem licenciados a mais, mas sim a menos. (…) [O] maior deficit estrutural português é o das qualificações e essa é que é a variável mais crítica para o desenvolvimento do país». Disse ainda que as declarações de Merkel são «no mínimo incompreensíveis», pois a Alemanha é dos países que «mais tem beneficiado com a emigração maciça dos licenciados portugueses».

Pensaria o leitor que a emigração maciça de licenciados seria sinal de que haveria excesso dos mesmos. Que o desenvolvimento do país se faria com os licenciados a trabalhar dentro dele. Puro equívoco caro leitor! Deixe-se de economicismos! Portugal vai desenvolver-se num Novo Paradigma, uma Nova Agenda para a Década, assente num Cluster Estratégico Educativo que visa explorar sinergias europeias, valorizando os nossos recursos da Lusofonia em empregos no estrangeiro, ao mesmo tempo que procuramos a sustentabilidade demográfica. Agora só falta arranjar um modelo de negócio para o país ser remunerado pela exportação de licenciados.

Dia 6 de Novembro, na FCSH-UNL

IPRI-IEP

No próximo dia 6 de Novembro, a partir das 10:00, terá lugar no Edifício I&D da FCSH-UNL a conferência “A Revolução Europeia Vinte e Cinco Anos Depois”, uma iniciativa conjunta do IPRI-UNL e do IEP-UCP que assinala o 25º aniversário do colapso do totalitarismo comunista na Europa.

Pela minha parte, falarei sobre “Consolidação democrática e liberdade económica na Europa de Leste”, no painel que tem início às 14:00.

A entrada é livre.

Ramiro Marques: Currículo centrado nos valores ocidentais e liberdade de escolha das escolas

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

Currículo centrado nos valores ocidentais e liberdade de escolha das escolas

Ramiro Marques

A recente alteração introduzida por Putin no processo de seleção e aprovação dos manuais escolares na Rússia(1) merece reflexão. Segundo a imprensa, Putin retirou de circulação cerca de metade dos manuais escolares, acusando as editoras e os autores de falta de patriotismo e de excessiva dependência face aos valores ocidentais. Para além deste caso representar mais uma ação de regresso aos valores da Rússia Imperial, quiçá mesclada com os valores da URSS, suscita uma reflexão em torno dos valores que o currículo escolar defende.

A educação pública no Ocidente, em particular em Portugal, tem sido fustigada pelo politicamente correto nas suas diversas máscaras: multiculturalismo radical, relativismo ético, primazia dos novos direitos, vergonha ou culpa do nosso passado comum. Continuar a ler

O extremismo de António Nóvoa

O mais grave em tudo isto é que António Nóvoa não é um caso isolado. Pelo contrário: por mais estranho que tal possa parecer a quem assiste de fora, 25 anos depois da queda do Muro de Berlim, o panorama educativo e científico nacional – em especial no domínio das ciências sociais – continua a estar dominado basicamente por este tipo de radicalismo ideológico, que em em muitos casos vai até bem além daquilo que Nóvoa expressa publicamente: António Nóvoa, extremista e esquecido. Por Ramiro Marques.

É preciso descaramento. O que Nóvoa diz é que as políticas educativas impostas durante o PREC, em 1975 e 1976, e que foram corrigidas pelo ministro da educação, Sottomayor Cardia, não foram extremistas nem radicais ou, pelo menos, não o foram por comparação com o pretenso radicalismo e extremismo das políticas educativas do atual Governo (2011-2014). Com esta afirmação, Nóvoa passa uma esponja pelo processo de destruição do ensino técnico em Portugal, feito de uma assentada, em 1975, era Rui Grácio secretário de estado da orientação pedagógica no III Governo Provisório, presidido por Vasco Gonçalves, que tomou posse em 30 de Setembro de 1974 e chegou ao fim em 26 de Março de 1975.

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Baptista Bastos sobre a RDA

Dado que n’O Insurgente se valoriza o pluralismo e a diversidade de perspectivas, aqui fica uma bem informada visão alternativa a esta sobre Berlim e a RDA, pela sempre acutilante pena de Baptista Bastos, que continua ainda hoje – como não poderia deixar de ser – com presença regular na comunicação social portuguesa, sempre aberta e generosa com os genuínos defensores do Povo e do socialismo real:

Baptista_Bastos_RDA
(agradeço ao leitor Alexandre Carvalho da Silveira o clipping)

Tanto rasgar de vestes

GB

Não se aguenta.

A Syrian army helicopter dropped two barrel bombs on a displaced persons camp in the northern province of Idlib, camp residents said on Wednesday, and video footage appeared to show charred and dismembered bodies.

Footage posted on YouTube showed corpses of women, children and burning tents while people scrambled to save the wounded. “It’s a massacre of refugees,” a voice off camera said.

“Let the whole world see this, they are displaced people. Look at them, they are civilians, displaced civilians. They fled the bombardment,” the man’s voice said.

A man in another video of the Abedin camp, which houses people who had escaped fighting in neighboring Hama province, said as many as 75 people had died.

 

Mesmo.

Egyptian authorities on Tuesday ordered residents living along the country’s eastern border with the Gaza Strip to evacuate so they can demolish their homes and set up a buffer zone to stop weapons and militant trafficking between Egypt and the Palestinian territory, officials said.

The measure comes four days after Islamist fighters attacked an army post, killing at least 31 soldiers in the restive area in the northeastern corner of the Sinai Peninsula. After the attack, Egypt declared a state of emergency and dawn-to-dusk curfew there. Authorities also indefinitely closed the Gaza crossing, the only non-Israeli passage for the crowded strip with the world.

The buffer zone, which will include water-filled trenches to thwart tunnel diggers, will be 500 meters (yards) wide and extended along the 13 kilometer (9 mile) border.

 

 

 

Recordando Leonard Liggio (5)

Leonard Liggio, R.I.P. Por Steve Davies.

At the close of his life Leonard left a large and rich legacy, of institutions he had helped to build and strengthen, and of persons whose lives he had touched and whose thinking and careers he had nurtured. His intellectual legacy, both directly and through the work of people he directly inspired and influenced is perhaps the one that will live longest. There are several elements of classical liberal thinking that have only survived or attracted renewed interest because of his efforts. The most important are the class theory and analysis of classical liberalism, the critique of expansionist and interventionist foreign policy and reaffirmation of traditional liberal ideas about peace and international order, the classical liberal approach to historiography and the study of history, and rich and growing tradition of Christian and particularly Roman Catholic liberalism. As with all intellectual builders he leaves a work unfinished in all of these areas and with much more to do, but his own work, his character and his life leave a model to all of us.

Leitura complementar: Leonard Liggio: uma vida dedicada à liberdade.

Recordando Leonard Liggio (4)

Leonard Liggio, R.I.P.: A Great Teacher Passes. Por Lawrence W. Reed.

“A teacher,” wrote journalist and educator Henry Brooks Adams, “affects eternity; he can never tell where his influence stops.”

With Leonard P. Liggio, who seemed to many of us to have been around forever, influence began decades ago and runs so deep that he easily meets Adams’s description. It is among the highest honors to be thought a “teacher,” and especially if what you taught was as right, true, and noble as it always was with Leonard.

Leitura complementar: Leonard Liggio: uma vida dedicada à liberdade.

Recordando Leonard Liggio (3)

Remembering Leonard Liggio (Tom G. Palmer)

Leonard Liggio was an important pillar in the modern libertarian movement and someone who connected modern libertarian ideas with their historical antecedents. Tom G. Palmer comments on Liggio’s impact on ideas and libertarianism.

Leitura complementar: Leonard Liggio: uma vida dedicada à liberdade.

Recordando Leonard Liggio (2)

Statement on the Passing of Leonard Liggio. Por Ron Paul.

As a lecturer for IHS, CATO, and numerous other libertarian organizations, Leonard taught and inspired generations of young students to devote their lives to studying and spreading the ideas of liberty.

I first meet Leonard in the mid-seventies when I was embarking on my political career. I am pleased to be one of the many whose interest and understanding of the freedom philosophy was deepened by Leonard Liggio. I was honored to receive his support for my presidential campaigns.

All those who value individual liberty, sound economics, and peace should be thankful for Leonard Liggio’s often lonely efforts to build the liberty movement and spread the ides of freedom.

Leitura complementar: Leonard Liggio: uma vida dedicada à liberdade.

Recordando Leonard Liggio

Leonard Liggio RIP. Por Alberto Mingardi.

Leonard was himself a sort of humane, smiling version of Wikipedia. He had a profound understanding of the history of political thought, rooted in an extremely detailed knowledge of the history of political facts. (…) Intellectuals are very often, and almost by definition, “me!me!me!” persons. Leonard wasn’t. He put the values he believed in and cherished–the ideas of liberty–above any stupid ego play. But, furthermore, he also really cared about other people. He didn’t dream of having disciples, he didn’t want to make converts, he was a truly radical libertarian that never rejoiced in sectarianism. He did care to help youngsters to grow their own way, by pursuing those very ideas he held dear. This is the reason why he is and will be so sorely missed by all those had the privilege of crossing his path.

Leitura complementar: Leonard Liggio: uma vida dedicada à liberdade.

João Grancho apresentou a demissão

Um desfecho natural: Secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário demite-se

O secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, demitiu-se esta sexta-feira, por “motivos de ordem pessoal”, avança o Ministério da Educação e Ciência em comunicado.

A demissão chega, apurou o Observador, na sequência da notícia do jornal Público desta sexta-feira, que dá conta que João Grancho plagiou dois textos académicos numa comunicação que apresentou num seminário espanhol quando era presidente da Associação Nacional de Professores, em 2007.

O novo código deontológico dos jornalistas

El Estado Islámico publicó 11 puntos para los periodistas que trabajan en su zona de influencia.

Ainda que vagamente relacionado, vale a pena ler a pequena crónica do João Pereira Coutinho sobre o estado a que chegou a imprensa escrita, Para horror dos Otários.

1 – Los corresponsales deben jurar alianza al Califa (Abu Bakr) al Baghdadi (…) son súbditos del Estado Islámico y, como tales, deben jurar lealtad a su imán.

2 – Su trabajo deberá estar bajo la exclusiva supervisión de las oficinas de prensa del EI.

3 – Los periodistas pueden trabajar directamente con agencias internacionales (Reuters, AFP, AP), pero tienen que evitar todas las cadenas internacionales y locales de televisión. Tienen prohibido proveer cualquier material exclusivo o tener contacto con ellos en cualquier capacidad.

4 – Los periodistas tienen prohibido trabajar con las televisiones en la lista negra que luchan contra los países islámicos (al Arabiya, al Jazeera y Orient).

5 – Los periodistas tienen permiso para cubrir eventos en la región por escrito o con imágenes si contactan con las oficinas de prensa. Todas las fotos y textos publicados deberán tener el nombre del autor.

6 – Los periodistas no podrán publicar nada sin pasarlo antes por la oficina de prensa del EI.

7 – Los periodistas pueden tener sus propias cuentas de redes sociales y blogs para difundir noticias e imágenes. Sin embargo, la oficina de prensa deberá tener las direcciones y nombres de estas cuentas y páginas.

8 – (…) deberán cumplir las normas (…) y evitar filmar lugares o eventos de seguridad donde esté prohibido.

9 – El EI seguirá los trabajos de periodistas en medios locales y nacionales.

10 – Todas estas normas pueden cambiar, dependiendo de las circunstancias y el grado de cooperación entre los periodistas y su compromiso con los hermanos en la oficina de medios de EI.

11 – Los periodistas tendrán licencia para trabajar una vez solicitada a las oficinas de prensa del Estado Islámico.

SOS Soares

Mário Soares, o defensor dos oprimidos e fracos continua a não ter amigos capazes de o proteger e cuidar.

 “Foi um grande presidente de câmara e considero que foi injustiçado”, disse Soares, interrogando-se: “Quando há pessoas que roubam milhões e estão soltas, como é que ele foi preso sem razão nenhuma?”

Soares não foi a casa de Isaltino, mas Isaltino foi assistir à palestra de Soares. E no final houve mais do que um abraço. E todos calorosos.