70 anos

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Auschwitz.

Hoje a RTP 1 pelas 23.30 h, exibirá a “A Noite Cairá” de Alfred Hitchcock. Trata-se de um documentário que revela imagens dos campos de concentração nazis. A maior parte do filme rodado em 1945 baseia-se no  campo de concentração de Bergen-Belsen. Alfred Hitchcock montou o filme mas por decisão dos Aliados e dada a brutalidade reproduzida na película, acabaria por ficar nos arquivos.

Lisbon MBA – 36º no ranking global FT e único MBA português no Top 100

Sem deixar de recordar que convém não sobrevalorizar este tipo de rankings, é de assinalar mais um resultado notável num país onde infelizmente são muito poucas as excepções à mediocridade vigente no sistema de ensino superior. Neste caso, o crescente reconhecimento internacional desta iniciativa conjunta da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica (em Lisboa) e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa mostra também que é possível ser bem sucedido na cooperação inter-institucional sem colocar em causa a identidade própria e a matriz de valores próprios de cada uma das instituições envolvidas: The Lisbon MBA sobe 16 posições no ‘ranking’ da Financial Times. É o 13º melhor da Europa

O português The Lisbon MBA Internacional subiu 16 posições no ranking do Financial Times e é agora o 36º melhor do mundo e o 13º melhor da Europa. Iniciativa conjunta de duas universidades portuguesas – da Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais da Universidade Católica (Católica-Lisbon School of Business and Economics) e da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa (Nova School of Business and Economics) – em parceria com o norte-americano MIT Sloan School of Management é o único MBA português a fazer parte dos 100 melhores.

(…)

Desde que entrou para o ranking do Financial Times, em 2013, o MBA português subiu 25 posições. Na Europa, está à frente de nomes como a Warwick Business School ou a Cass Business School, da City University, no Reino Unido, e em comparação com a listagem de 2014, subiu quatro lugares.

As complicações de Tarik Kafala

Terrorismo é demasiado ofensivo.

The Islamists who committed the Charlie Hebdo massacre in Paris should be not be described as “terrorists” by the BBC, a senior executive at the corporation has said.

Tarik Kafala, the head of BBC Arabic, the largest of the BBC’s non-English language news services, said the term “terrorist” was too “loaded” to describe the actions of the men who killed 12 people in the attack on the French satirical magazine.

Mr Kafala, whose BBC Arabic television, radio and online news services reach a weekly audience of 36 million people, told The Independent: “We try to avoid describing anyone as a terrorist or an act as being terrorist. What we try to do is to say that ‘two men killed 12 people in an attack on the office of a satirical magazine’. That’s enough, we know what that means and what it is.”

Mr Kafala said: “Terrorism is such a loaded word. The UN has been struggling for more than a decade to define the word and they can’t. It is very difficult to. We know what political violence is, we know what murder, bombings and shootings are and we describe them. That’s much more revealing, we believe, than using a word like terrorist which people will see as value-laden.” (…)

Leituras complementares: Pequeno mas cuidadoso exercício de limpezaNão são separatistas, são assassinos IV.

Críticos da Sétima Arte em alta

AE

Apesar da confusão do crítico oriundo da Coreia do Norte, a crítica ao filme “A Entrevista” não pode deixar de ser clara.

O filme A Entrevista já rendeu muita dor de cabeça à Sony, por provocar a ira do regime norte-coreano e de hackers que invadiram o sistema de segurança da empresa em novembro passado. Agora, o longa é responsável por tirar o sono dos organizadores do Festival de Cinema de Berlim, já que o governo de Kim Jong-un acredita que o filme terá sua estreia em Berlim durante o festival, porque ambos acontecem no mesmo dia, 5 de fevereiro. “Esse filme claramente instiga o terrorismo“, diz um trecho do comunicado em tom de ameaça emitido pela emissora estatal norte-coreana, que também afirma que se A Entrevista for para a Berlinale, a Alemanha será vista como uma aliada dos Estados Unidos. Entretanto, o evento já divulgou a sua lista de filmes, e A Entrevista não está entre eles.

“socialismo é liberdade e abundância”

Tal como na Venezuela, na Coreia do Norte também não prestam a devida atenção a investigadores como Raquel Varela e por isso ainda não descobriram que “socialismo é liberdade e abundância”: Falta de comida e dinheiro estão a levar norte-coreanos a atravessarem fronteira com a China

Pode ser encarado como reflexo de desespero. A China enfrenta uma onda de assaltos violentos, que resultaram em algumas mortes, e os autores são, alegadamente, soldados norte-coreanos que estão a atravessar a fronteira em busca de comida e dinheiro. O fenómeno está a levar muitos chineses a abandonarem as localidades onde vivem.

Leitura complementar: Raquel Varela, o Povo e os porcos.

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Parabéns, Charlie Hebdo

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Mohammed Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém, condenou como um insulto o novo cartoon que retrata o Profeta Maomé. na edição recorde do jornal satírico Charlie Hebdo.

“This insult has hurt the feelings of nearly two billion Muslims all over the world. The cartoons and other slander damage relations between the followers of the (Abrahamic) faiths,” he said in a statement.

The mufti, who oversees Jerusalem’s Muslim sites including Islam’s third holiest, the Al-Aqsa mosque compound, slammed the “publishing of cartoons ridiculing the Prophet Mohammed, peace be upon him, and the disregard for the feelings of Muslims.”

O longo braço da Mossad implica com a estética na China

Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

The capital of China’s most Muslim region has banned residents from wearing the burqa in “an effort to curb growing extremism”.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons VII

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A paródia do regime sírio tem pernas para andar. De acordo com a agência de notícias síria, o país condena o ataque terrorista ao jornal Charlie Hebdo. Deixando de lado as alucinações e de regresso à realidade, não deixa de ser assinalável o progresso humanista do regime de Assad no que toca ao cartoonista que ousou caricaturar (não o profeta mas) o querido líder. Alguns dos trabalhos de Ali Ferzat podem ser vistos aqui.

Candidaturas IEP-UCP – intake de Fevereiro

Decorrem até 15 de Janeiro as candidaturas aos programas de MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

No semestre académico que se iniciará em Fevereiro, leccionarei a unidade curricular de Global Political Economy, obrigatória no MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e opcional nos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

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Das religiões que são superiores aquilo da liberdade

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Por “insultar o Islão” e “criar um forum liberal na internet”,  um tribunal saudita condenou em Agosto o blogger Raif Badawi, que já se encontrava preso, a uma pena de 10 anos de prisão e a ser chicoteado mil vezes. Para complementar a  pena, Raif Badawi pagará uma multa que ultrapassa os 190 mil euros. A sentença foi produzida após Raif Badawi, ter contestado a primeira condenação, de sete anos de prisão e a servir de poiso ao chicote por 600 vezes. Apelar da sentença nem sempre se revela ser  uma boa solução.
A iberdade de expressão é um conceito mais largo que o Oceano Pacífico e Badawi, está a pagar a ousadia a coragem e a afronta

Antonio Costa, a meretriz hitleriana

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“(…)Eu defender o Correio da Manhã porque a maior parte do povo o lê é uma coisa populista e hitleriana, é um argumento hitleriano. O CM é o carro do povo, portanto, todos temos de ler o CM. O CM todos os dias atinge a dignidade das pessoas e nós todas aqui conhecemos pessoas que foram atingidas pelo CM. Portanto, tu dizeres que nós, de esquerda, gostamos do CM, gostamos do povo, logo temos de gostar do Cm… O CM é má fonte, é vergonhoso e eu não admito que me digam que, por ser de esquerda, tenho de gostar de um jornal que é muito popularucho. Acho isso uma coisa nojenta. O CM é uma vergonha e eu acho uma vergonha participar nele e, para mim, é prostituição ser colunista do CM!

Isabel Moreira, no programa Barca do Inferno.

Espero que este recado da Isabel Moreira ao Secretário-Geral do Partido Socialista, putativo candidato à chefia do próximo governo, actual Presidente da Câmara de Lisboa e colunista do Correio da Manhã se encaixe nos canais próprios que servem para enviar os recados políticos. Não acredito em mais nenhuma hipótese e parece-me ainda mais longínqua qualquer aproximação da deputada a um processo de auto-crítica..

Adenda: As outras meretizes do mesmo partido de Isabel Moreira que escrevem no CM são a Maria de Belém e o Eduardo Cabrita.

Ramiro Marques sobre neomarxismo, multiculturalismo e educação

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

A influência da ideologia do ódio ao homem branco e à cultura ocidental na educação pública

Ramiro Marques

O neomarxismo quer substituir o cânone cultural que venceu o crivo do tempo por um novo cânone centrada numa agenda política que visa a implantação do comunismo, usando um discurso camuflado de humanismo, igualdade e inclusão para atingir esse fim.

O pedagogo neomarxista Torres Santomé sintetiza bem esse novo cânone na afirmação: “Toda a pessoa educada tem que ser capaz de analisar, entre outras coisas, temas como 1) que perversões e injustiças geram os modos de produção capitalistas mais hegemónicos e as sociedades de economia neoliberal; 2) através de que meios se legitima uma determinada opção cultural dominante; 3) quais são os tipos dominantes de relação entre poder e conhecimento; 4) que capacidade têm as diferentes culturas para constituir modelos de boa sociedade baseadas no reconhecimento mútuo, sociedades nas quais reine uma verdadeira justiça distributiva e uma equitativa participação” (Fonte: Torres Santomé (2010) O Cavalo de Tróia da Cultura Escolar, Edições Pedago, pág.13).

Querem maior lavagem cerebral do que esta proposta de cânone? De uma penada, colocam-se fora das escolas, de preferência até fora das bibliotecas, todos os autores que não se encaixam nesta agenda. Continuar a ler

Professores milionários na Coreia do Sul

In education-crazy South Korea, top teachers become multimillionaires:

In this education-obsessed country, Cha is a top-ranked math teacher. But he doesn’t teach in a school. He runs an online “hagwon” — or cram school — called SevenEdu that focuses entirely on preparing students to take the college entrance exam in mathematics.

Here, teaching pays: Cha said he earned a cool $8 million last year.

Vivendo eu num país com uma visão socialista da Educação, onde este é o pensamento dominante entre a classe, é refrescante saber como em outros pontos do mundo há visões novas e refrescantes sobre uma área tão importante para qualquer país.

A investigação jornalística de 2014

Vai direitinha e por aclamação para a iraniana Press TV. Graças ao gigantesco trabalho de investigação e de infografia, revela à humanidade que as ilhas sauditas de Tirana e Sanafir encontram-se há décadas silenciosamente ocupadas por Israel. .

A aldrabice de PISA

Via Paulo Guinote, tomei conhecimento deste estudo da Universidade Nova de Lisboa em que se decompõem os resultados no testes de PISA de 2006, 2009 e 2012. A boa notícia é que a melhoria entre 2006 e 2012 aconteceu de facto. A má notícia é que, pouco surpreendentemente, os números de 2006 e 2009 foram revistos em baixa por problemas de amostra. Ao contrário do que indicavam os números oficiais existiu uma evolução positiva contínua entre 2006 e 2012.

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Sobre isto convém recordar o que escreveu na altura Maria de Lurdes Rodrigues, ex-ministra da Educação do governo do Partido Socialista, sobre os resultados de PISA 2012:

(…)Porém, uma análise pormenorizada dos resultados revela que as melhorias ocorreram sobretudo entre 2003 e 2009. Daí para cá, ou seja, entre 2009 e 2012, os resultados mantêm-se, registando-se uma estagnação, sobretudo em ciências. Podemos e devemos perguntar-nos porquê. O que deixámos de fazer? Ou o que fizemos de errado?
Em primeiro lugar, os programas de ensino da matemática que estavam em vigor foram substituídos por outros, à pressa e contra os pareceres das associações de professores. Segundo, o Governo terminou com todos os programas de apoio à melhoria da qualidade do ensino e das aprendizagens, como o Plano de Ação para a Matemática e os planos de recuperação, entre outros, sem os ter substituído por outros. Há pois más razões para olhar com preocupação para o relatório do PISA 2012.

Afinal não foi bem assim. A melhoria iniciada em 2009 foi mais baixa do que o inicialmente calculado, e estendeu-se a 2012. Procura-se nova narrativa.

A arte de escolher o alvo mais fácil

Inteiramente de acordo com o Rui Albuquerque: saber daquilo que se fala.

Acho muito bem que os adversários do liberalismo lhe casquem forte e feito. Mas, por favor, não se fiquem pelo «Hayek, Friedman, a escola de Chicago» do costume. Quando se ataca alguma coisa convém saber, pelo menos, do que estamos a falar.

Leitura complementar: Carlos Abreu Amorim e o liberalismo.

Resultados da Research Excellence Framework 2014

London overtaking Oxbridge domination

London universities are breaking up the traditional dominance of Oxford and Cambridge, according to official figures on research excellence.

The London School of Economics has the highest proportion of “world-leading” research among UK universities.

Relativamente ao REF 2014 (a avaliação anterior da qualidade da investigação datava de 2008), realço, sem esconder o interesse próprio, o desempenho da LSE: LSE has confirmed its position as a world-leading research university, with an outstanding performance in the 2014 Research Excellence Framework (REF).

An analysis of the results show LSE at the top, or close to the top, of a number of rankings of research quality. It is:

– the top university in the UK based on the proportion of ‘world leading’ (4*) research produced.
– second in the UK overall when universities are ranked using a ‘grade point average’ (GPA)
– the top university in its social science disciplines, whether using a GPA or the percentage of research receiving the top 4* grade as a measure
– joint second when universities are ranked according to the percentage of research receiving either a 4* or 3* (internationally excellent) grade.

Constato também com particular agrado a evolução muito positiva do King’s College London.

Mais informações aqui.

Boas razões para estudar filosofia política

Elogio da filosofia política. Por Paulo Tunhas

Em todo o caso, a filosofia, e não é um dos seus menores benefícios, protege da facilidade da indignação. Não dos actos de aprovação e de desaprovação, é claro. Muito pelo contrário. Mesmo que, como dizia Hegel com razão, não deva ser edificante, deve-nos ajudar a julgar. Mas protege-nos da facilidade da indignação quando esta funciona quase como uma cumplicidade com aquilo que indigna, um caso desagradavelmente frequente. E a grande filosofia política protege-nos da facilidade das indignações políticas e do guarda-roupa retórico que fatalmente as acompanha. Quer dizer: impede-nos de levarmos muito a sério a quase totalidade dos discursos políticos que nos acompanham diariamente. Ou melhor: impede-nos de os levarmos à letra e convida-nos a traduzi-los, por difícil ou improvavelmente satisfatório que o exercício pareça, nas questões fundamentais que se repetem.

Dennis O’Keeffe, R.I.P.

Dennis O’Keeffe, R.I.P. Por Steve Davies.

Over the years his academic work took a number of directions and involved work with several institutions. His great professional interest was always the sociology of education and he was always a fierce critic of the way that educational quality had been undermined by misguided ideas and practices. During the 1990s he undertook perhaps the major project of his academic life, a study of truancy. He was able to show that truancy was vastly more widespread than most realised and that the great bulk of it was not simple hostility to education by delinquent pupils but a perfectly rational decision by pupils to avoid certain subjects and teachers while attending other classes. The fault for him lay in the rigid control of schools by the state and a range of misguided pedagogical philosophies. These findings were of course unwelcome to both left and right at the time and in particular the Department of Education and so they were ignored.

In addition to this work Dennis undertook a number of very important major editing and translation projects for the Liberty Fund of Indianapolis, making use of his fluent command of French to rediscover the great tradition of French Classical liberalism. He edited and translated Benjamin Constant’s Principles of Politics and worked on the Fund’s continuing six volume complete works of Bastiat. He also translated the complete text of Gustave de Molinari’s ‘Evenings on the Rue St Lazare’ which the Liberty Fund will be bringing out in the near future.

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Entrevista para o podcast do Instituto Mises Brasil

Foi com muito gosto que dei mais uma entrevista (salvo erro a terceira) ao Bruno Garschagen para o podcast do Instituto Mises Brasil, desta vez tendo como tema o artigo “Hayek’s Slippery Slope, the Stability of the Mixed Economy and the Dynamics of Rent Seeking”, recentemente publicado na Political Studies, a principal revista científica da Political Studies Association.

PODCAST 150 – ANDRÉ AZEVEDO ALVES

Para fechar o ano com chave de ouro depois de um 2014 muito produtivo na divulgação das ideias da Escola Austríaca no Brasil, incluindo o lançamento realizado no início desta semana do terceiro número da revista MISES, o Podcast do Instituto Mises Brasil foi conversar com André Azevedo Alves, professor e doutor em Ciência Política pela London School of Economics, sobre um artigo acadêmico escrito em parceria com o professor John Meadowcroft, do King’s College London, e publicado na edição mais recente da revista Political Studies.

Subjacente ao artigo (com primeira versão concluída em 2012) está uma série de ideias e uma linha de investigação que o John Meadowcroft e eu vimos tentando desenvolver já há alguns anos e relativamente à qual esperamos poder apresentar mais resultados nos próximos anos. Em 2014, por motivos de força maior, não foi possível avançar substancialmente nesta linha, mas espero que 2015 seja um ano mais produtivo a este respeito, com novos frutos a médio prazo.

Sobre a PACC

Sobre a PACC, recordo este meu artigo de Julho no Observador: A prova, os professores e os sindicalistas;

O activismo político dos sindicalistas comunistas explica uma boa parte da contestação organizada à PACC. Mas seria errado negar que existe também em alguns professores uma estranha aversão à realização de exames. Se se pretende promover a qualidade do ensino e se há muitos candidatos para um reduzido número de lugares no Estado, é lógico que se tente seleccionar os melhores por meio de uma prova.

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Rússia em modo vintage

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Crise, qual crise? Está proibida, a crise.

Authorities in the Central Russia’s Kaluga Region have banned the use of the word ‘crisis’ in public and the measure is already helping to attract investors, according to the local governor.

It is possible that the crisis exists, but we forbid the use of this word,” the Russian News Service (RSN) radio quoted Anatoly Artamonov as saying on Tuesday.

The governor added that the Kaluga Region authorities were not planning a policy response to the current “inconvenient moment,” but instead chose to hold a major internal audit of the investment policy and legislation in order to create a better business environment.

Candidaturas IEP-UCP – Semestre de Primavera

Estão abertas candidaturas aos programas de MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

No semestre académico que se iniciará em Fevereiro, leccionarei a unidade curricular de Global Political Economy, obrigatória no MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e opcional nos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

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Henrique Leitão vence Prémio Pessoa

Um prémio justamente atribuído: Investigador Henrique Leitão vence Prémio Pessoa

Com 50 anos completos há pouco mais de um mês, o físico têm dedicado os últimos anos à investigação da história da ciência em Portugal. “Um interesse antigo, que se foi intensificando depois de finalizar o doutoramento”, contou ao Observador Henrique Leitão, acrescentando que se dedica a esta área a tempo inteiro desde 2002. Trabalhando na história da ciência como um todo, sobretudo nos séculos XV, XVI e XVII, o investigador valoriza sobretudo a história portuguesa. “O passado científico português é muito mais vivo do que se pensa.”