Rússia em modo vintage

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Crise, qual crise? Está proibida, a crise.

Authorities in the Central Russia’s Kaluga Region have banned the use of the word ‘crisis’ in public and the measure is already helping to attract investors, according to the local governor.

It is possible that the crisis exists, but we forbid the use of this word,” the Russian News Service (RSN) radio quoted Anatoly Artamonov as saying on Tuesday.

The governor added that the Kaluga Region authorities were not planning a policy response to the current “inconvenient moment,” but instead chose to hold a major internal audit of the investment policy and legislation in order to create a better business environment.

Candidaturas IEP-UCP – Semestre de Primavera

Estão abertas candidaturas aos programas de MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

No semestre académico que se iniciará em Fevereiro, leccionarei a unidade curricular de Global Political Economy, obrigatória no MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e opcional nos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

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Henrique Leitão vence Prémio Pessoa

Um prémio justamente atribuído: Investigador Henrique Leitão vence Prémio Pessoa

Com 50 anos completos há pouco mais de um mês, o físico têm dedicado os últimos anos à investigação da história da ciência em Portugal. “Um interesse antigo, que se foi intensificando depois de finalizar o doutoramento”, contou ao Observador Henrique Leitão, acrescentando que se dedica a esta área a tempo inteiro desde 2002. Trabalhando na história da ciência como um todo, sobretudo nos séculos XV, XVI e XVII, o investigador valoriza sobretudo a história portuguesa. “O passado científico português é muito mais vivo do que se pensa.”

Soares continua fixe

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O pior tem sido os oceanos, que se expandiram, tanto no Atlântico como no Pacífico, e no seu furor estão a matar as faunas e a destruir as praias.

 

Perante a indiferença familiar e face ao impedimento do detido 44, proponho um programa de opinião do doutor Mário Soares, na RTP, no intervalo dos jogos da Liga dos Campeões.

Católica Lisbon mantém-se no Top 25 do Financial Times

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Está mais uma vez de parabéns toda a equipa da Católica Lisbon School of Business and Economics, pela manutenção do 25º lugar no ranking do Financial Times.

Repito que escrevi por ocasião da mesma distinção, há um ano: tendo sempre o cuidado de não sobrevalizar este tipo de rankings, é de realçar o notável trabalho que tem vindo a ser realizado pela CLSBE, sem financiamento estatal, com os resultados que estão à vista, nos rankings e muito além deles.

João Galamba e o PS

Não obstante as muitas e profundas diferenças que nos separam, não quero deixar de assinalar aqui o justo reconhecimento do trabalho partidário de João Galamba – de quem fui durante algum tempo colega de doutoramento na LSE – com a sua inclusão no secretariado nacional do PS.

Considerando a conhecida ligação próxima entre Galamba e Sócrates, a escolha de António Costa torna-se ainda mais significativa e indicia claramente que João Galamba é hoje, por mérito próprio, a mais influente autoridade do PS em matérias de economia e finanças públicas.

Pelas profundas divergências que comecei por referir, não creio – antes pelo contrário – que as ideias e políticas preconizadas pelo João sejam boas para o país mas, tendo vindo a acompanhar com interesse o seu trajecto intelectual e político já desde há alguns anos, não quis deixar de assinalar aqui a subida de mais este degrau.

Leitura complementar: Um fantasma paira sobre o PS.

As escolas com média mais alta nos exames nacionais

Colégio Nossa Senhora do Rosário tem média mais alta nos exames

No ‘ranking’ que tem em conta as escolas onde se realizaram pelo menos 100 exames, os primeiros 23 lugares são ocupados por escolas particulares e cooperativas, encabeçadas pelo Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, que com 478 provas obteve a média mais alta: 14,45 valores.

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Ramiro Marques sobre Mário Nogueira

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

O centralismo e o quase monopólio estatal criaram o poder de Mário Nogueira e da Fenprof sobre as escolas e os professores

Ramiro Marques
Professor Coordenador Principal no Instituto Politécnico de Santarém
Membro do Conselho Nacional da Educação

Mário Nogueira deu uma entrevista ao jornal i no dia 10 de novembro. É uma entrevista que merece análise não tanto por aquilo que o dirigente da Fenprof diz mas sobretudo pelo que se subentende das suas palavras. Os comunistas são mestres no disfarce. Sabem usar como ninguém o double speak e são peritos em deitar para cima dos outros as culpas pelo mal que fizeram. Têm o descaramento suficiente para se apresentarem à opinião pública como os detentores das soluções para os males que eles criaram. A história da educação em Portugal, nos últimos 40 anos, tem sido isso. Hoje controlam um dos maiores sindicatos do país – a Fenprof – com mais de 50 mil filiados de um total de 130 mil professores, com força e influência para impor aos alunos e às famílias uma greve em período de avaliação dos alunos durante 3 semanas e para boicotar a prova de avaliação de conhecimentos e competências, vulgarmente chamada de prova de ingresso na profissão docente.

À pergunta do jornalista “os professores não têm autoridade?”, Mário Nogueira responde:

“O discurso público é de uma desvalorização permanente dos professores. Há uma campanha que, quer queiramos quer não, passa para a opinião pública.”

Quando afirmo que os comunistas são mestres no disfarce e sabem usar como ninguém o double speak, apresentando-se à opinião pública como os detentores das soluções para os males que eles causaram e atribuíram a outros, é a isto que eu me refiro. Não acredito que exista alguém no país que mais tenha contribuído para a erosão da autoridade dos professores do que Mário Nogueira. Fá-lo com a mestria dos comunistas, uma mestria adquirida e treinada a partir do dia da formatura e da entronização como delegado sindical e, poucos anos depois, de dirigente sindical, num processo de formação prática que dura há 30 anos. Passaram por ele doze(1) ministros durante os 22 anos que leva como dirigente da Fenprof. Continuar a ler

A longa marcha gramsciana, versão portuguesa

O meu artigo desta semana no Observador: Os saudosos do Muro de Berlim.

É aliás interessante constatar que, 25 anos depois da queda do Muro de Berlim e da libertação da Europa de Leste do totalitarismo comunista, o marxismo puro e duro subsiste e prospera no sistema educacional e universitário, onde abundam os aspirantes a planeadores, em especial na área das ciências sociais. É certo que não raras vezes se trata de um marxismo mais duro do que puro – já que as graves lacunas teóricas em alguns departamentos de ciências sociais e políticas por esse país fora não dão para mais – mas ainda assim é uma realidade que deveria merecer maior reflexão, dentro e (especialmente) fora das Universidades.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

O Liberalismo em discussão, amanhã, 18:30, Lisboa

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Recordo que amanhã, às 18:30, no seguimento de um convite da JP Lisboa, darei uma palestra subordinada ao tema “Afinal o que é o Liberalismo?”. A sessão terá lugar na sede do CDS no Largo Adelino Amaro da Costa.

A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se aqui.

Mises: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia

misesrevMomento publicitário: convido todos os amigos e leitores d’O Insurgente a conhecerem e, se assim o desejarem,a curtirem a página da nossa revista Mises: Revista Interdisciplinar de Filosofia, Direito e Economia no Facebook. Somos a única revista acadêmica em língua portuguesa dedicada à Escola Austríaca. Contemplamos não somente a divulgação das ideias Austríacas, mas também o desenvolvimento da corrente através da produção de pesquisas originais.

A Análise Social, os graffiti e o ICS

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O José Manuel Fernandes que me desculpe, mas neste caso não partilho a análise. Tanto quanto percebi, a revista Análise Social vai mesmo ser posta em circulação com o tal “ensaio visual” pelo que, não obstante algumas considerações em tom diplomático para tentar salvar a face institucional, o desfecho é uma vitória em toda a linha para João de Pina-Cabral e seus apoiantes e quem fica completamente desautorizado é o ainda director do ICS, José Luís Cardoso, que tinha decidido suspender a publicação.

Que consequências vai José Luís Cardoso retirar da decisão de que foi alvo por parte do Conselho Científico do ICS não sei nem me me parece oportuno discutir neste âmbito, mas dificilmente a desautorização imposta ao Director do ICS poderia ter sido mais flagrante.

Independentemente de outras considerações que possam ser feitas, creio que o episódio tem pelo menos o mérito de deixar transparecer de forma clara para o exterior o que é o ICS nos dias que correm.

O Liberalismo em discussão, 18 de Novembro, 18:30, Lisboa

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Na próxima terça-feira, dia 18 de Novembro, às 18:30, no seguimento de um convite da JP Lisboa, darei uma palestra subordinada ao tema “Afinal o que é o Liberalismo?”. A sessão terá lugar na sede do CDS no Largo Adelino Amaro da Costa.

A entrada é livre e os interessados podem inscrever-se aqui.

Artigo na Political Studies

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Depois de ter sido aceite para publicação e estar disponível online desde Junho de 2013, o meu artigo conjunto com John Meadowcroft, “Hayek’s Slippery Slope, the Stability of the Mixed Economy and the Dynamics of Rent Seeking”, saiu finalmente no número de Dezembro da Political Studies.

Continuamos a desenvolver este tema de investigação – cruzando a Teoria da Escolha Pública com a Escola Austríaca – e, se tudo correr bem, 2015 e 2016 também deverão ser anos produtivos nesta frente, de preferência continuando a publicar nas principais revistas científicas internacionais.

Che Economics aplicado na Venezuela

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Está cada vez mais eficiente a gestão do governo e do processo socialista, garantindo ao povo o seu bem-estar e  desenvolvimento espiritual. Nesse sentido, o combate à opulência chegou à Zara.

(…)La nueva mercancía de Inditex en Venezuela fue adquirida con las denominadas divisas nacionales del Gobierno de Maduro, a una tasa de cambio que ronda los 12 bolívares por dólar, cuando el precio real en el mercado negro supera los 100 bolívares por dólar.

Por esta razón, el precio de los artículos es artificialmente bajo, ya que está subvencionado, lo que contribuye a engordar las ingentes colas que se forman en los establecimientos, generando una enorme escasez y el consiguiente racionamiento.

Según explican numerosos compradores por medio de las redes sociales,las colas de clientes comienzan ya a las seis de la mañana. “Dado nuestro interés por garantizar el acceso a estos bienes a la mayor cantidad de usuarios posible, hemos establecido las siguientes pautas para la comercialización: máximo cinco prendas por persona, sólo tres prendas superiores y dos inferiores. No se hacen apartados”, reza un cartel en una de las tiendas de Zara en Caracas.

Los pasos para poder comprar en las tiendas de Inditex en Venezuela son los siguientes:

1.- Es requisito indispensable presentar la cédula de identidad para poder comprar en estas tiendas. Una vez tomados los datos, te anotan en una lista y te asignan un número para entrar.

2.- Solo puedes comprar cinco prendas de vestir de la marca. Y de querer volver a comprar, deberás volver a esperar un mes más para adquirir alguna otra de cualquiera de las tiendas de la cadena, pues quedas registrado con tu número de cédula en el sistema de los establecimientos.

3.- Del máximo de cinco piezas por persona, solo tres pueden ser prendas superiores: camisas, franelas, chaquetas; y dos inferiores: pantalones o bermudas.

Ramiro Marques: Desocultando a retórica pedagógica emancipatória e o controlo marxista sobre o currículo escolar

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

Desocultando a retórica pedagógica emancipatória e o controlo marxista sobre o currículo escolar

Ramiro Marques

“A metanarrativa da emancipação sustenta, por seu lado, a retórica pregnante das nossas sociedades pós-modernas baseada numa conceção socioconstrutivista da aprendizagem e assenta numa perspetiva reconceptualista que coloca a ênfase no formando e na sua experiência….O discurso pedagógico assumir-se-á como uma forma de política cultural, ao serviço da emancipação do sujeito que aprende” (Alves e Machado, 2011, pág. 63)

Esta afirmação consta de um capítulo de um livro publicado numa coleção da Porto Editora coordenada por José Augusto Pacheco. Afirmações de idêntico teor podem ser encontradas em quase todos os livros publicados na influente Coleção Educação e Formação da Porto Editora. Quase todos fazem a apologia acrítica do socioconstrutivismo e, em geral, das perspetivas neomarxistas em educação. Se cotejarmos as outras coleções de educação das restantes editoras  vocacionadas para a formação de professores, encontramos a hegemonia, o quase monopólio, de idênticas perspetivas. Os livros de texto, publicados em Portugal, sobre educação, pedagogia, didática e teoria curricular padecem, quase  todos, da mesma visão apologética, não deixando qualquer margem para que as perspetivas não marxistas tenham alguma visibilidade.

É fácil de ver qual o impacto que esta hegemonia editorial tem na formação inicial e contínua dos professores. Os jovens que estudam para serem professores são bombardeados até à exaustão com as perspetivas neomarxistas, sendo-lhes negado o contacto com quaisquer outras. O neomarxismo na educação e o socioconstrutivismo na pedagogia e na didática são apresentados como teorias validadas pela investigação científica, como se elas se afirmassem através de um processo de autoevidência que não carece de dados empíricos para validação. Continuar a ler

A queda do Muro e a persistência de Gramsci

A escola pública como instrumento da agenda política ressocializadora. Por Ramiro Marques.

Aqueles que vaticinaram que a queda do Muro de Berlim marcou o fim da ideologia comunista ignoraram os escritos de António Gramsci e falaram cedo de mais.

Ensaio visual sobre a queda do Muro

Neste caso, como será fácil de constatar, trata-se de um ensaio visual não publicado na Análise Social: 25 anos depois da queda. Um Ensaio Visual. Por Luís Aguiar-Conraria.

O muro a que temos direito!, um quarto de século depois

A pretexto da passagem de 25 anos sobre a chamada «queda do muro de Berlim» está a ser levada a cabo uma campanha anticomunista de intoxicação da opinião pública.

Bravo, Nico!

queimaNa sequência da polémica sobre Merkel e os “licenciados a mais” em Portugal, o deputado socialista Bravo Nico fechou a questão com chave de ouro: Afirmou o deputado que «Portugal não tem licenciados a mais, mas sim a menos. (…) [O] maior deficit estrutural português é o das qualificações e essa é que é a variável mais crítica para o desenvolvimento do país». Disse ainda que as declarações de Merkel são «no mínimo incompreensíveis», pois a Alemanha é dos países que «mais tem beneficiado com a emigração maciça dos licenciados portugueses».

Pensaria o leitor que a emigração maciça de licenciados seria sinal de que haveria excesso dos mesmos. Que o desenvolvimento do país se faria com os licenciados a trabalhar dentro dele. Puro equívoco caro leitor! Deixe-se de economicismos! Portugal vai desenvolver-se num Novo Paradigma, uma Nova Agenda para a Década, assente num Cluster Estratégico Educativo que visa explorar sinergias europeias, valorizando os nossos recursos da Lusofonia em empregos no estrangeiro, ao mesmo tempo que procuramos a sustentabilidade demográfica. Agora só falta arranjar um modelo de negócio para o país ser remunerado pela exportação de licenciados.

Dia 6 de Novembro, na FCSH-UNL

IPRI-IEP

No próximo dia 6 de Novembro, a partir das 10:00, terá lugar no Edifício I&D da FCSH-UNL a conferência “A Revolução Europeia Vinte e Cinco Anos Depois”, uma iniciativa conjunta do IPRI-UNL e do IEP-UCP que assinala o 25º aniversário do colapso do totalitarismo comunista na Europa.

Pela minha parte, falarei sobre “Consolidação democrática e liberdade económica na Europa de Leste”, no painel que tem início às 14:00.

A entrada é livre.

Ramiro Marques: Currículo centrado nos valores ocidentais e liberdade de escolha das escolas

Reproduzo de seguida um texto enviado por Ramiro Marques:

Currículo centrado nos valores ocidentais e liberdade de escolha das escolas

Ramiro Marques

A recente alteração introduzida por Putin no processo de seleção e aprovação dos manuais escolares na Rússia(1) merece reflexão. Segundo a imprensa, Putin retirou de circulação cerca de metade dos manuais escolares, acusando as editoras e os autores de falta de patriotismo e de excessiva dependência face aos valores ocidentais. Para além deste caso representar mais uma ação de regresso aos valores da Rússia Imperial, quiçá mesclada com os valores da URSS, suscita uma reflexão em torno dos valores que o currículo escolar defende.

A educação pública no Ocidente, em particular em Portugal, tem sido fustigada pelo politicamente correto nas suas diversas máscaras: multiculturalismo radical, relativismo ético, primazia dos novos direitos, vergonha ou culpa do nosso passado comum. Continuar a ler

O extremismo de António Nóvoa

O mais grave em tudo isto é que António Nóvoa não é um caso isolado. Pelo contrário: por mais estranho que tal possa parecer a quem assiste de fora, 25 anos depois da queda do Muro de Berlim, o panorama educativo e científico nacional – em especial no domínio das ciências sociais – continua a estar dominado basicamente por este tipo de radicalismo ideológico, que em em muitos casos vai até bem além daquilo que Nóvoa expressa publicamente: António Nóvoa, extremista e esquecido. Por Ramiro Marques.

É preciso descaramento. O que Nóvoa diz é que as políticas educativas impostas durante o PREC, em 1975 e 1976, e que foram corrigidas pelo ministro da educação, Sottomayor Cardia, não foram extremistas nem radicais ou, pelo menos, não o foram por comparação com o pretenso radicalismo e extremismo das políticas educativas do atual Governo (2011-2014). Com esta afirmação, Nóvoa passa uma esponja pelo processo de destruição do ensino técnico em Portugal, feito de uma assentada, em 1975, era Rui Grácio secretário de estado da orientação pedagógica no III Governo Provisório, presidido por Vasco Gonçalves, que tomou posse em 30 de Setembro de 1974 e chegou ao fim em 26 de Março de 1975.

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Baptista Bastos sobre a RDA

Dado que n’O Insurgente se valoriza o pluralismo e a diversidade de perspectivas, aqui fica uma bem informada visão alternativa a esta sobre Berlim e a RDA, pela sempre acutilante pena de Baptista Bastos, que continua ainda hoje – como não poderia deixar de ser – com presença regular na comunicação social portuguesa, sempre aberta e generosa com os genuínos defensores do Povo e do socialismo real:

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(agradeço ao leitor Alexandre Carvalho da Silveira o clipping)

Tanto rasgar de vestes

GB

Não se aguenta.

A Syrian army helicopter dropped two barrel bombs on a displaced persons camp in the northern province of Idlib, camp residents said on Wednesday, and video footage appeared to show charred and dismembered bodies.

Footage posted on YouTube showed corpses of women, children and burning tents while people scrambled to save the wounded. “It’s a massacre of refugees,” a voice off camera said.

“Let the whole world see this, they are displaced people. Look at them, they are civilians, displaced civilians. They fled the bombardment,” the man’s voice said.

A man in another video of the Abedin camp, which houses people who had escaped fighting in neighboring Hama province, said as many as 75 people had died.

 

Mesmo.

Egyptian authorities on Tuesday ordered residents living along the country’s eastern border with the Gaza Strip to evacuate so they can demolish their homes and set up a buffer zone to stop weapons and militant trafficking between Egypt and the Palestinian territory, officials said.

The measure comes four days after Islamist fighters attacked an army post, killing at least 31 soldiers in the restive area in the northeastern corner of the Sinai Peninsula. After the attack, Egypt declared a state of emergency and dawn-to-dusk curfew there. Authorities also indefinitely closed the Gaza crossing, the only non-Israeli passage for the crowded strip with the world.

The buffer zone, which will include water-filled trenches to thwart tunnel diggers, will be 500 meters (yards) wide and extended along the 13 kilometer (9 mile) border.