John Blundell (1952-2014)

Foi com misto de surpresa e tristeza que tomei conhecimento do falecimento de John Blundell, ex-Director Geral do Institute of Economic Affairs, com apenas 62 anos. Tive oportunidade de conhecer o casal Blundell (John e Christine) durante os anos que vivi em Londres enquanto aluno de doutoramento na LSE.

Como muito bem referido por Steve Davies, o casal constituia uma “effective double team”, de cujo apoio tive a sorte de beneficiar por várias vezes. Relativamente a John Blundell, ele próprio um ex-aluno da LSE, destaco o interesse e apoio que sempre manifestou relativamente à LSE Hayek Society e que pude testemunhar pessoalmente nos dois anos em que fui membro da Direcção da mesma, assim como as suas extraordinárias capacidades de networking, das quais também beneficiei em vários momentos.

Com o desaparecimento de John Blundell, o movimento internacional de defesa da liberdade na perspectiva do liberalismo clássico perde uma das suas mais activas e influentes figuras das última décadas.

John Blundell R.I.P. Por Steve Davies.

With the passing yesterday of John Blundell, the movement for freedom and economic liberty on both sides of the Atlantic has lost one of its leading figures. John was for many years at the centre of that movement of people, institutions and ideas that promoted economic freedom. He leaves behind a legacy of organisations that he played an important part in building and also leaves behind lives that he touched and changed. He is best known here as the IEA’s long-serving Director General between 1993 and 2009 but he was deeply involved with many institutions and movements both in the UK and in the US and beyond.

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A solução Mário Nogueira

Ricardo Salgado torna-se professor para não ser avaliado por ninguém

“Pelo que vi esta semana, se eu for professor, nada tenho a temer”, explicou o ex-banqueiro. “Quando vierem os credores e os reguladores avaliarem-me, surgem os piquetes do Mário Nogueira e placam-nos como se estivessem num jogo de futebol americano. Depois, no meio de um guincharia infernal que faria a matança de um porco parecer um concerto do Rodrigo Leão, todas as tentativas de avaliação seriam definitivamente frustradas.

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Hasta la Virtude, siempre!

casino lisboaVenho aqui dar o meu apoio público a Ribeiro e Castro, senhor que quer impedir que o vício e a imoralidade estejam apenas a um clique de distância. É certo que não entendi bem a lógica de se considerar o jogo um mal a ser combatido, mas já se admitir que este mal exista desde que ninguém ganhe dinheiro com ele ou que os lucros de tão hedionda atividade sustentem programas sociais. Afinal anda o estado a promover o vício de uns pobres coitados dados a desbaratar o seu dinheiro, explorando-os de facto, para ter dinheiro para acorrer a outros fracos que ou não têm dinheiro ou o desbaratam de outras formas (eventualmente até da mesma)? Usar o vício de uns para ajudar outros é um comportamento moral do estado, é isso? Ah, bom, estamos sempre a aprender.

Pequenas perplexidades à parte, estou com Ribeiro e Castro: é necessário promover a virtude e travar qualquer medida ‘liberal’ (batam na madeira 3 vezes, sff). No caso concreto, concordo que se deve impedir a todo o custo as pessoas de disporem do seu dinheiro como entenderem – se o entendimento for arriscarem no jogo esse dinheiro. Mas há muita atividade e muitos comportamentos indutores de vício e imoralidade por aí e Ribeiro e Castro não lhes presta a devida atenção. Assim, vão aqui algumas propostas que Ribeiro e Castro pode aproveitar e que promoverão um aumento da moralidade pública.

1. Encerrar bares e discotecas, locais pecaminosos onde homens e mulheres contactam e se conhecem, sabe-se lá com que intenções.

2. Encerramento de redes sociais, onde se conectam pessoas que sem esses veículos ficariam sossegadas em suas casas.

3. Prevenção atempada do vício do jogo: proibição do ensino dos pais aos seus filhos da bisca do três e do keims.

4. Ao abrigo da lei do esquecimento, dar ordem aos motores de busca para apagarem todas as referências ao ‘grupo da sueca’ dos tempos de Cavaco enquanto pm.

5. Sobre indústria pornográfica nem preciso de me pronunciar: é banir tudo.

6. Encerrar locais onde se albergam espetáculos de striptease, sejam os strippers membros das forças de segurança ou não.

Ou, em alternativa, nacionalizar todas estas atividades e usar as suas receitas nos tratamentos do stress pós traumático provocado nos professores por se submeterem àquela experiência reminiscente de viver quatro meses numa zona de guerra e a que normalmente chamamos ‘testes’. (Também se pode aproveitar, de caminho, para comprar e enviar a Mário Nogueira os dvds do Poirot, para o senhor aprender o que é um bigode decente. A estética noticiosa televisiva teria muito a ganhar se Mário Nogueira aproveitasse essa pequena formação.)

Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências: enunciados e critérios de avaliação

Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências – Enunciado 1
Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências – Enunciado 2

Critérios de classificação da Prova de Avaliação de Conhecimentos e Competências

A Impunidade Revisited

Já se passaram alguns anos desde que a impunidade – ou a falta dela – reinava como palavra de ordem dentro e fora das escolas.  Dos sindicalistas de plantão aos burocratas do ME, passando por uns quantos deputados – uns mais alfabetizados que outros – a impunidade dos alunos, esses delinquentes, incapazes de multiplicar de cabeça e de conjugar frases simples, esteve na ordem do dia. A impunidade era, para esses grupos, o que o crescimento hoje é para o Dr. Seguro e respectivos compinchas. O país mobilizou-se para acorrer à resolução da problemática do bando de acéfalos que parasitava as mais nobres instituições de ensino do país, envergonhando pais, professores e toda uma nação. Um professor do sindicato, mais atrevido e visionário, terá certamente magicado uma ideia genial, nunca professada por timidez ou moderação: ora faça-se a escola sem alunos, pois! Assim ninguém chateia. Genial.

De facto, tanto conversa de “direitos dos professores” fará um leitor mais desatento questionar-se se os professores servem para ensinar os alunos ou se os alunos lá estão para empregar professores.

De todas as reuniões, plenários, tertúlias, conferências, comissões e planos, alguém se terá esquecido de fazer uma pergunta incómoda, mas pertinente. E os professores ? Mas quem ousaria afrontar os professores ? Classe de prestígio, merecedora de respeito. Os professores não se avaliam, não se supervisionam, não se despedem. Os professores não são como os advogados ou os contabilistas, os pedreiros ou os jardineiros. O país precisa deles e quantos mais melhor. Se há demasiados professores para o número de alunos ? Não, nunca são demais. O ideal nogueirista seriam dois professores por aluno, o mestre e o assistente. Se não há dinheiro para pagar a tanta gente ? Azar, os outros desgraçados que trabalhem e descontem. E se não chegar, há sempre quem empreste. Se a escola pública está inundada de indivíduos sem conhecimentos ou capacidade oratória ou empatia ou estabilidade psicológica para dar aulas ? Claro que não. Isso são ideias de fascistas neo-liberais, a soldo dos privados (esses bandidos) empenhados em vender o ensino público.

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Um triunfo político para Nuno Crato

Não obstante alguns episódios lamentáveis, o balanço geral parece ser um claro triunfo político para Nuno Crato contra o empenho de muitos activistas que esperavam/pediam/planeavam “sarilhos”: Avaliação dos Professores: Prova realizada em 95% das escolas

A Prova de Avaliação de Conhecimentos e Capacidades (PACC), para professores com contratos inferiores a cinco anos, realizada esta terça-feira terminava oficialmente às 12h30. Assim foi em quase todas escolas. Pelo que o Observador conseguiu apurar, cerca 95% das escolas conseguiram realizar a prova dentro da normalidade.

Sindicalistas invadem escola no Porto para interromper prova

Professores invadem escola no Porto durante a prova

Grupo de 20 docentes entrou na Rodrigues de Freitas com megafones, apitos e tachos.

Justiça. Por João Miranda.

Numa escola do Porto um grupo de sindicalistas invadiu uma escola e interrompeu uma prova. Certamente identificados e presentes a um juiz, aguarda-se a sentença. Expulsão da função pública e corte da respectiva subvenção ao sindicato é o mínimo que se espera.

Vagas para o ensino superior público em 2014 e notas de acesso de 2013

A lista de vagas disponíveis para a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior público de 2014 e as notas dos últimos colocados em cada curso na primeira fase em 2013 podem ser consultadas aqui.

Para os interessados em Ciência Política e Relações Internacionais, aproveito, em causa própria, para publicitar a licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Catolica Portuguesa, em Lisboa.

O concurso aos cursos da UCP é local, pelo que a opção “Universidade Católica Portuguesa” não está incluída no concurso nacional, devendo a candidatura ser feita directamente junto da UCP.

Mais informações: Plano Curricular; Propinas; Bolsas de Mérito e Prémios; Candidaturas.

Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais

Termina amanhã a 1ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais (plano curricular) do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

Mais informações sobre candidaturas aqui.

Alexandre Soares dos Santos e a Fundação Francisco Manuel dos Santos (2)

Só hoje tomei consciência, na sequência de uma comunicação sobre outro assunto recebida do Presidente do Conselho da Administração (Nuno Garoupa) e do Director de Publicações (António Araújo) da FFMS, de que deveria ter feito um disclaimer adicional relativamente ao que escrevi sobre Alexandre Soares dos Santos e sobre a Fundação Francisco Manuel dos Santos.

A comunicação dá conta de alterações na revista XXI, cujo Conselho Editorial integrei desde a sua génese e que foi dirigida nos três primeiros números por José Manuel Fernandes. A revista da Fundação Francisco Manuel dos Santos passa agora a ser dirigida por António José Teixeira, procedendo-se também e naturalmente a uma renovação do Conselho Editorial, de que deixo de fazer parte.

Esta era a minha única ligação à Fundação Francisco Manuel dos Santos e, ainda para mais, bastante ténue e pontual, pelo que creio que a ausência dos disclaimer não terá constituído uma omissão grave.

Em qualquer caso, ao receber a comunicação recordei-me que não tinha incluído esse dado nem no que escrevi sobre Alexandre Soares dos Santos nem sobre a Fundação Francisco Manuel dos Santos e que seria oportuno referi-lo.

Nestas circunstâncias, sinto-me agora até mais à vontade para reiterar integralmente o que escrevi sobre Alexandre Soares dos Santos, que continuarei admirar no plano pessoal pelas razões aqui expostas, e sobre a Fundação Francisco Manuel dos Santos, cujas actividades continuarei a acompanhar com atenção.

My 2 cents

Deixem-me também dar umas colheradas nesta conversa do financiamento do ensino superior. Concordo que tendencialmente o custo dos cursos superiores deve ser suportado pelos alunos e famílias, desde que haja atribuição de bolsas a quem quer e tem notas para frequentar o ensino superior mas não tem família que o pague. E a eliminar-se o financiamento público, terá de se alargar o dinheiro disponível para bolsas. (Algo que penso que é pacífico.)

(E para o que se segue: juro que não fui raptada e substituida por António Arnaut.)

Mas, para além deste ponto inicial, eu recebo sempre com muitas reservas estes aumentos das propinas pagas no ensino superior público, ou das taxas pagas no SNS ou no sistema judicial. Porque apesar de estes aumentos por si só fazerem sentido para o financiamento saudável (e para além de todas as discussões necessárias sobre a possibilidade de escolha nos prestadores de cuidados de saúde), com a extorcionária carga fiscal atual não penso que haja qualquer justificação moral para aumentar o que seja. Com o nível de impostos que pagamos, podemos todos exigir serviços públicos de primeira água sem mais contribuições privadas. Parece-me que defender a racionalidade e a moralidade no financiamento dos serviços públicos do princípio utilizador-pagador, estando tudo já inquinado e distorcido à partida com o saque fiscal a que estamos sujeitos, é apenas ajudar que mais recursos privados sejam transferidos para a esfera pública.

Por mim, enquanto não baixarem impostos não têm apoio para qualquer aumento de qualquer taxa, por muito que isso em abstrato seja justo. Vão buscar os recursos que necessitam para SNS, ensino superior público, tribunais, whatever, ao tal estado que era para reformar e afinal continuou igual, talvez com uns gramas a menos de celulite. E que, neste momento, já está outra vez a correr desvairado em direção ao carrinho dos gelados.

gelados

O preço da propaganda

No Irão, um país auto-declarado moderado, o preço da propaganda é alto e prejudica gravemente a saúde.

Iranian journalist Marzieh Rasouli said Monday that she has been sentenced to two years in Tehran’s notorious Evin prison and 50 lashes for publishing anti-regime propaganda.

Rasouli, respected for her work as an arts and culture reporter for leading reformist media outlets, including the Shargh and Etemaad dailies, was detained in January 2012 as part of a crackdown. (…)

In a statement posted Monday on Twitter, Rasouli said she had been charged with “propaganda against the establishment and disruption of public order through participation in gatherings.” (…)

The first charge has been commonly used by Iran’s conservative-dominated judiciary to convict activists and journalists since the disputed 2009 presidential election that triggered widespread anti-regime protests.

Rasouli suggested the sentence had been approved by an appeals court, without elaborating, only adding that “I have to go to prison tomorrow to serve my sentence.”

 

Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais

Decorre até 11 de Julho a 1ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e a Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais (plano curricular) do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

Mais informações sobre candidaturas aqui.

Alexandre Soares dos Santos e a Fundação Francisco Manuel dos Santos

Relativamente ao meu artigo de ontem no Observador (Liberdade, pluralismo e independência), parece-me conveniente esclarecer que a omissão de qualquer referência à Fundação Francisco Manuel dos Santos foi deliberada e não um lapso ou coincidência.

Com essa opção pretendi salientar que a apreciação devida a Alexandre Soares dos Santos se deve primariamente à forma como, ao longo da sua vida, deu cumprimento à sua vocação empresarial e à sua conduta enquanto empresário e cidadão no plano pessoal. Não tenho dúvidas de que, para Alexandre Soares dos Santos, a Fundação que criou, impulsionou e financia surgiu como mais uma extensão do seu empenho cívico, mas quis precisamente evitar confundir as duas esferas.

Independentemente da apreciação positiva ou negativa (eventualmente em alguns casos até muito negativa) que se possa fazer das actividades e do rumo institucional da Fundação Francisco Manuel dos Santos, essa apreciação não altera o essencial do louvor plenamente justificado a Alexandre Soares dos Santos.

MA in Governance, Leadership and Democracy Studies

Decorre até 30 de Junho (amanhã) a 2ª fase de candidaturas ao MA in Governance, Leadership and Democracy Studies do Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa.

Relativamente à oferta português do IEP-UCP, decorre até 11 de Julho a 1ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

Alexandre Soares dos Santos e o país

O meu artigo de hoje no Observador: Liberdade, pluralismo e independência

Seria óptimo para Portugal – e em particular para o combate à pobreza no país – ter mais empresários com a vocação, coragem e independência de Alexandre Soares dos Santos e menos intelectuais especializados em viver à mesa do Orçamento do Estado.

A conta para os contribuintes segue dentro de momentos (2)

Conforme já tinha previsto aqui, o desfecho é o habitual: Universidades com reforço de 30 milhões na próxima semana

Depois de vários meses de hesitação, o Governo vai reforçar o orçamento das universidades em 30 milhões de euros já na próxima semana. A garantia foi dada pelo próprio ministro da Educação, Nuno Crato, esta sexta-feira, 27 de Junho. (…) Questionado sobre estes 55 milhões, Nuno Crato apontou a resolução do problema para a esfera do próximo Orçamento rectificativo. “Este é um problema que tem que ser resolvido através de um Orçamento rectificativo para toda a função pública e, quando for resolvido para esta, será resolvido para as universidades”, disse o ministro, para garantir que “neste momento nenhuma universidade tem problemas de ruptura financeira”. Crato lembrou ainda que as universidades podem “pura e simplesmente pedir um reforço da dotação disponível que é algo que a secretária de Estado do Orçamento despacha quase automaticamente”, disse o governante, rematando que as universidades não estão em situação de ruptura financeira.

A austeridade – para todos quantos não usufruem de lugar privilegiado à mesa do Orçamento de Estado – segue dentro de momentos em versão revista e aumentada.

Leitura complementar: Continuar a ler

Nova Cidadania 53

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A Nova Cidadania 53 deverá estar a partir de amanhã à venda nas livrarias Alêtheia, Almedina, Coimbra Editores, Férin, Wook e também na Universidade Católica Portuguesa (Lisboa, Porto e Viseu).

Não escrevo neste número, mas O Insurgente encontra-se muito bem representado com o artigo “A atomização na Família em Nisbet”, da Daniela Silva.

Mais informações aqui.

Grandes ideias progressistas

De acordo com o mesmo estudo, os alunos do ensino secundário gostariam ainda de estar mais envolvidos nas atividades relativas à educação sexual nas escolas, manifestando disponibilidade para serem “mentores, em atividades informativas e formativas com colegas mais novos”.

(via Blasfémias)

A conta para os contribuintes segue dentro de momentos

Reitores voltam a cortar relações com o Governo
Reitores quebram diálogo com Governo. Faltam verbas nas universidades
Reitores alertam: funcionamento das universidades pode ficar comprometido
Reitores pedem reforço de 85 milhões de euros

O final do filme deverá ser o habitual: mais uma vez o Governo cederá a um dos mais poderosos lobbies do país e a conta será, como sempre, passada para os contribuintes, não obstante a delicadíssima situação das contas públicas e a sobrecarga fiscal.

Ao abrigo da peculiar jurisprudência constitucional portuguesa sobre o princípio da igualdade, enquanto o sector privado pode sempre ser forçado a pagar mais impostos (e a pagar também em falências e desemprego…), para os agentes mais bem instalados na captura de rendas é apenas business as usual.

Não ter tido a coragem ou a capacidade de reformar o modelo de financiamento do ensino superior, promovendo maior competitividade e real autonomia auto-financiamento das instituições ficará como uma das principais manchas deste Governo.

Leitura complementar: Continuar a ler

A Escola de Salamanca

The School of Salamanca

Um breve mas recomendável video de introdução à Escola de Salamanca.

No final são mostrados os livros Faith and Liberty: The Economic Thought of the Late Scholastics, de Alejandro Antonio Chafuen e The Salamanca School, de que sou autor juntamente com José Manuel Moreira.

Estoril Political Forum 2014

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Recordo que termina hoje o prazo para inscrições na edição 2014 do Estoril Political Forum, organizado pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. O Estoril Political Forum 2014 terá lugar de 23 a 25 de Junho e tem como tema geral “Reconsidering the Third Wave of Democratization”.

O programa preliminar completo está disponível aqui. As inscrições podem ser feitas aqui.

Ainda relativamente ao IEP-UCP, decorre até 30 de Junho a 2ª fase de candidaturas ao MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e até 11 de Julho a 1ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e a Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.