O Insurgente

Maio 7, 2013

São cada vez mais a votar com os pés…

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo,União Europeia — André Azevedo Alves @ 12:20

Entrada de emigração portuguesa aumentou 43% na Alemanha

A Alemanha não atraía tanta gente desde há quase duas décadas e os países do Sul e do Leste da Europa foram aqueles que mais contribuíram para este cenário. O número de portugueses que emigraram subiu 4000 (mais 43%) do que em 2011.

(mais…)

About these ads

Guilherme Marques da Fonseca no Mises Brasil

O Instituto Mises Brasil entrevista no seu 70º podcast Guilherme Marques da Fonseca, organizador da Conferência Liberalismo e Governação na Universidade Católica Portuguesa.

Neste podcast, o organizador do evento Guilherme Marques da Fonseca, estudante de economia e membro do Instituto Mises Portugal, explica os tópicos que serão discutidos e a razão pela qual decidiu realizar o evento. Guilherme também opina sobre o interesse dos portugueses pela Escola Austríaca. “As pessoas estão vendo que as teorias concorrentes do pensamento econômico falharam em suas soluções quando aplicadas na vida prática”.

Guilherme, que organizou em 2012 a primeira Conferência da Escola Austríaca de Portugal, também faz uma avaliação sobre os equívocos políticos do atual governo do primeiro-ministro português Pedro Passos Coelho, opina sobre de que forma o debate e a difusão da teoria Austríaca pode ajudar Portugal neste momento tão crítico e defende a manutenção do euro, concordando com o argumento do professor Jesús Huerta de Sotto em defesa da moeda única. O membro do Instituto Mises Portugal revela que o ambiente acadêmico no qual está inserido na Universidade Católica portuguesa é bastante amigável em relação à teoria Austríaca.

Maio 6, 2013

A defesa possível do euro

Filed under: Economia,Política,Política Monetária,União Europeia — André Azevedo Alves @ 22:36

É uma defesa intelectualmente consistente e inequivocamente atractiva para quem está sujeito a governos do Sul da Europa, mas a meu ver é também pouco robusta já que resolve um problema arriscando a criação de um problema mais grave a uma escala maior: Em defesa do euro. Por Fernando Ulrich (o economista brasileiro e não o gestor de banco português).

Muito se fala sobre a moeda única europeia e como ela acaba atuando como uma espécie de camisa de força aos governos periféricos. Incapazes de imprimir a sua própria moeda, Espanha, Portugal, Itália e Grécia encontram-se na difícil situação política de encarar seus cidadãos e dizer-lhes a verdade: não há almoço grátis. Não se pode gastar mais do que se ganha. Não se pode consumir mais do que se produz. Não se pode incorrer déficits indefinidamente. Alguma hora a conta chega. Seja na forma de inflação de preços, seja na forma de calote aberto.

(mais…)

“Disparates Plausíveis”, por César das Neves

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 16:28
Tags:

João César das Neves no DN – “Disparates Plausíveis”:

Numa crise económica seria de esperar um uso intenso de ciência económica. Foi o esquecimento dos seus princípios que nos trouxe à situação e só ela nos ajudará a sair dela. Até os que acham que a crise advém dos erros da teoria não têm nada melhor para pôr no seu lugar. Mas a economia tem princípios simples difíceis de usar, como mostram as discussões populares.

A nossa doença é clara, mas, obcecados com as dores da medicação, quase ninguém a refere. A esmagadora maioria dos disparates actuais advêm de não se lidar com a questão, resolvendo um problema que não temos. Omitindo a dureza da situação, tudo fica desfocado e confuso.

Portugal tem uma das dívidas externas mais elevadas do mundo. A história mostra que nunca se saiu de situações semelhantes sem fortíssima queda do consumo e redução do nível de vida. Gritar contra os sacrifícios ou, pior, fingir que seriam evitáveis pode ser compreensível, mas é tolice ou, pior, flagrante desonestidade. Por dolorosa que seja a quimioterapia, perante um cancro não há alternativa.

O nosso mal agrava-se porque, como a dívida foi acumulada ao longo de décadas, a estrutura económica ficou distorcida, adaptando-se a níveis de despesa insustentáveis. Isso significa que muitos empregos e capitais estão em actividades condenadas. Assim, além da perda conjuntural de empresas, devida ao aperto da austeridade, sofremos a eliminação definitiva de ocupações fictícias, que a dívida alimentou. Em cima das radiações, há que fazer dolorosa fisioterapia.

Logo, os que se indignam com a famigerada austeridade só podem ignorar a realidade da situação. Os caminhos fáceis que recomendam gerariam mais, não menos, sofrimento. Repudiar ou renegociar a dívida, sair do euro, rejeitar a troika são vias para o isolamento e alienação dos mercados, que nos afastariam de vez da estabilidade e de-senvolvimento. O Governo tem errado muito, mas a oposição mente com todos os dentes. E sabe quem mente.

Portugal está numa situação económica muito exigente e delicada, que implicará tratamento difícil e demorado. Se o cumprir, sairá mais forte e resistente. As experiências da Alemanha ou da América Latina, a quem a austeridade do início do século permitiu resistir com sucesso à crise seguinte, mostram bem como os sacrifícios valem a pena. Se os rejeitarmos, esperam-nos décadas de estagnação, como na Grécia actual ou em Portugal há cem anos.

A conclusão indiscutível é não existir outro caminho senão aperto e reforma. Só não sabemos a rapidez e a eficácia com que será seguido. Uma sociedade flexível e diligente consegue resultados mais rápidos. Neste campo, Portugal é um exemplo internacional. Apesar dos protestos compreensíveis, muitos portugueses têm resistido aos cantos de sereia da facilidade, mudando de vida enquanto suportam os brutais correctivos. Nesta vasta crise europeia, o País destaca-se pela positiva.

Se o quadro geral é simples, as miríades de opções diárias que o definem são complexas. Aí é fundamental um outro princípio económico, que a generalidade das análises mediáticas omite. A Economia lida com escolhas, comparando custos e benefícios, maximizando o ganho líquido. Esta é a sua abordagem lógica e pragmática, com resultados provados, mas, como todas, com limites.

A economia funciona mal no absoluto, pois face à transcendência não há escolhas. Ora um dos truques mais usados pelos que não querem mudar de vida é fingir que a questão em debate é metafísica. Por isso, boa parte das argumentações actuais parecem religiosas, invocando valores imperiosos, taxativos, que apenas admitem a solução inelutável que o arguente preconiza. Assim não há escolha e a discussão cessa.

Portugal sairá da crise, mas apenas se usar a economia. Esta é uma ciência estranha, com princípios elementares de aplicação complexa. A consequência é uma enorme quantidade de ideias falsas mesmo parecidas com a verdade. É muito fácil usar argumentos aparentemente sólidos para dizer grandes asneiras. Hoje, esses disparates plausíveis dominam as discussões.

Por decisão pessoal, o autor do texto não escreve segundo o novo Acordo Ortográfico

Infografia sobre os cortes previstos no DEO

Filed under: Economia,Política,Política Monetária,Portugal — Ricardo Campelo de Magalhães @ 13:56
Tags: ,

 

Ver esta infografia aqui. Ver mais infografias do Dinheiro Vivo aqui.

Amanhã sairá o meu comentário sobre estas medidas no Diário Económico. Chama-se “Tarde“.

 

Maio 5, 2013

Grupos de estudos de Escola Austríaca no Brasil

Filed under: Brasil,Economia,Educação,Ludwig von Mises,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 18:00

Uma interessante e muito louvável iniciativa do Instituto Mises Brasil: Grupos de estudos de Escola Austríaca. Por Fernando Chiocca.

Entrevista a Guilherme Marques da Fonseca no Mises Brasil

Filed under: Brasil,Economia,Educação,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:36

Bruno Garschagen entrevista Guilherme Marques da Fonseca. Entre vários outros temas, o Guilherme fala na entrevista sobre a próxima conferência que está a co-organizar na Católica.Porto e na qual eu e o Michael Seufert seremos oradores.

O nosso homem no Dubai (2)

CGP_Dubai
Carlos Guimarães Pinto, recomendando níveis impensáveis de austeritarismo em pose provocatória (depois de uma semana de mais de 60 horas de trabalho)

Carlos Guimarães Pinto dá a solução para a crise no Dinheiro Vivo: Carlos Guimarães Pinto: “Qualquer solução para a crise será dolorosa”

Cinzas no horizonte

Filed under: Double standards,Economia,Justiça,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:20

Um post sintomático da abordagem intelectual e comunicacional de uma parte significativa do regime vigente: Os miseráveis. Por Estrela Serrano.

Os pensionistas vão ter um novo imposto calculado para durar até morrerem de humilhação e de fome;

Os que sobreviverem estarão em estado de demência e terão de ser recolhidos em asilos, albergues e hospícios. Os mais “sortudos” serão abandonados nos bancos dos hospitais.

(mais…)

Cortes estruturais na despesa: depois do próximo aumento de impostos é que é ? (2)

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:14

Razões liberais para cortar cerce na despesa. Por João Pinto Bastos.

As delongas em reformar o país conduziram a coligação a um beco sem saída. O Governo, ao protelar desde o início o corte na despesa pública, colocou-se a si próprio num limbo que, mais cedo ou mais tarde, traduzir-se-á na absoluta perda de legitimidade política para governar o país. Se é tarde ou não para mudar de rumo, só o futuro o dirá. O certo é que se Passos quiser agarrar de vez esta oportunidade para reformar o Estado terá de o fazer em breve, sob pena de a ira e a fortuna virarem-se definitivamente contra o seu Governo.

Leitura complementar: A responsabilidade de Vítor Gaspar e a sua falta de peso político no Governo; Cortes estruturais na despesa: depois do próximo aumento de impostos é que é ?

O nosso homem no Dubai

Filed under: Economia,Insurgentes nos media,Insurgentologia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:06

Carlos Guimarães Pinto dá a solução para a crise no Dinheiro Vivo: O que o Estado tem de fazer para o Zé ser empreendedor

Maio 2, 2013

BCE Baixa Taxa de Juro Para Novo Mínimo Histórico, Draghi Considera Taxas de Juro Negativas

Filed under: Economia — João Cortez @ 21:31
Tags: , ,

Desde Outubro de 2011 quando Mario Draghi tomou posse como presidente banco central que já baixou a taxa de juro em 1% para um novo mínimo histórico de 0,5% (ver gráfico abaixo retirado daqui). O banco central europeu (BCE) tem um único mandato que é a estabilidade de preços, definindo a estabilidade de preços como uma inflação próxima mas abaixo dos 2%, mas neste caso parece que a decisão tem a ver como objectivo estimular a economia da zona euro.

Juros_BCE

Os ciclos económicos expansão-recessão são explicados pela Escola Austríaca pela manutenção de taxas de juro artificialmente baixas por longos períodos de tempo. Um resumo pode ser encontrado aqui.

Num verdadeiro mercado livre ou num verdadeiro mundo capitalista (muito longe do mundo em que vivemos hoje), os juros não deveriam ser definidos arbitrariamente por uma entidade central. Antes, deveria ser o resultado natural de equilíbrio entre a oferta de crédito (poupança) e a procura de crédito (investimento). Esta procura e oferta é determinada pelas preferências temporais dos diversos agentes económicos uma vez que a poupança representa consumo diferido (e cujo deferimento é remunerado através de uma taxa de juro) e o investimento que representa produção futura. A taxa de juro natural tem assim também um papel muito importante de coordenação intertemporal.

Ao contrário do que se possa pensar, uma taxa de juro baixa tem efeitos negativos para a economia pelas seguintes razões:

  • Desencoraja a poupança (essencial para a formação de capital) e encoraja o consumo e o endividamento.
  • Encoraja a especulação para se tentar obter retornos melhores para as poupanças – os esquemas de Ponzi costumam proliferar quando as taxas de juro estão muito baixas.
  • Gera inflação que é um imposto escondido sobre todas as pessoas que têm poupanças ou rendimentos fixos (salários, pensões) uma vez que reduz o seu poder de compra.
  • Permite que se iniciem investimentos que não são rentáveis em circunstâncias normais, investimentos esses que vão competir em termos de recursos com investimentos realmente rentáveis – o que mais tarde ou mais cedo, culminará numa recessão.

Mais assustadora é a perspectiva do próprio Mario Draghi considerar taxas de juro negativas. Medo.

Warren Buffett entra no Twitter

Filed under: Economia,Internacional,Media — Ricardo Campelo de Magalhães @ 18:48
Tags:

Podem seguir em https://twitter.com/WarrenBuffett ou com o tag @warrenbuffett

Na 1ª hora tem ganho cerca de 1.000 seguidores por minuto.

Mais barato do que almoçar com ele (mais sobre o leilão).

Cortes estruturais na despesa: depois do próximo aumento de impostos é que é ?

Filed under: Comentário,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo,Teoria — André Azevedo Alves @ 09:30

O João Miranda expõe aqui as suas razões liberais para dar prioridade à consolidação orçamental. É uma argumentação respeitável (ainda que esteja mais bem construído o argumento Bastiat do que o argumento Hayek) e com a qual até estou parcialmente de acordo – pelo menos no sentido em que reduzir impostos, por si só, de pouco serve se não houver cortes estruturais na despesa.

Mas já não percebo esta acusação de irrealismo à direita liberal portuguesa por defender uma descida dos impostos. O que observamos até agora, contra o previsto no plano de ajustamento acordado com a Troika e contra as próprias intenções declaradas do Governo foi à tentativa de redução do défice com recurso em boa parte à tentativa de arrecadar mais e mais receitas fiscais.

Ao mesmo tempo, os cortes estruturais na despesa vão sendo sucessivamente adiados. O que me parece irrealista é achar que os aumentos de impostos não têm como um dos seus efeitos o alívio da pressão para reformar o Estado. O aumento da carga fiscal, além dos efeitos recessivos sobre a economia, proporcionou uma (relativa) folga à despesa pública. (mais…)

Maio 1, 2013

Como garantir mais emprego

Filed under: Economia,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 13:30

Riqueza, riqueza, riqueza. Por Paulo Ferreira.

No Congresso, Seguro repetiu essa ideia. Encheu os pulmões com ar e disse que a prioridade é: emprego, emprego, emprego (assim, três vezes seguidas, para que não subsistam dúvidas). Ora, ninguém, em bom rigor, pode dizer o contrário. Mas pode – e deve – questionar-se: mas que tipo de emprego tem António José Seguro na cabeça?

Um engenheiro chegado à China reparou que muitos homens construíam uma represa à força de pás e picaretas. Questionou o responsável: por que não usam uma escavadora? Ouviu a resposta: porque assim destruiríamos muito emprego. O engenheiro ousou contrapor: se o objetivo é garantir mais e mais emprego, então o melhor é pôr os homens a trabalhar com colheres em vez de pás.

A caricatura, usada pelo professor José Manuel Moreira no livro “Leais, Imparciais & Liberais”, serve para dizer o seguinte: a criação de trabalho não pode, ou não deve, ser vista como um fim em si mesmo, mas sim como um passo para chegarmos à criação de riqueza. Explicar aos portugueses como pensa o PS criar os empregos que têm mais valor para as pessoas é, creio, uma boa forma de mudar a roupagem, aproximando o discurso do que realmente interessa. É trocar a pá pela escavadora.

Vendas em banca e assinantes online dos jornais diários portugueses

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 08:30

Dados que dão que pensar sobre como subsiste actualmente e qual o futuro da comunicação social em Portugal: Circulação dos diários generalistas caiu 10% até Fevereiro

Vendas em banca
1 – Correio da Manhã: 118.723
2 – Jornal de Notícias: 56.561
3 – Público: 17.305
4 – Diário de Notícias: 13.186
5 – i: 3712
6 – Diário Económico: 3617
7 – Jornal de Negócios: 2448

Assinantes online (mais…)

Abril 30, 2013

Campanha Pingo Doce para o 1º de Maio

Filed under: Economia,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 21:54
Tags: ,

Mesmo sem haver promoção nem descontos oficializados pelo Pingo Doce para o 1º de Maio, há quem já se esteja a empenhar na promoção da campanha: Internautas indignados apelam ao boicote da campanha

Nas últimas horas, começaram a circular nas redes sociais anúncios a prometer promoções de 100%. A ideia será promover a ocupação dos espaços comerciais sem fazer qualquer compra, mas ainda nenhum movimento reclamou a autoria do protesto.

Descontos de 50% na carne de 25% no peixe e uma série de outros produtos com preços reduzidos, é a campanha que o Pingo Doce vai ter durante o feriado de amanhã, apurou o Económico.

Liberalismo e governação

Filed under: Agenda,Double standards,Economia,Educação,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 18:43

Embora não seja membro da organização (a iniciativa é de alunos da Católica.Porto), não quero deixar de agradecer ao Sérgio Lavos a ajuda na divulgação da conferência de 27 de Maio (a propósito, em breve divulgarei aqui o programa da conferência anual do MPA que terá lugar no dia 24 de Maio, também na Católica.Porto).

Isto dito, é um bocadinho irritante a generalização feita em relação aos liberais portugueses. Ainda para mais quando, pelo menos por aqui, não têm faltado críticas (frequentemente duras) à excessiva carga fiscal, à opção de aumentar impostos e à demora em implementar cortes estruturais na despesa e a reforma das funções do Estado. E será, no mínimo, desonesto sugerir que, pelo menos por aqui, o CDS-PP, o seu líder Paulo Portas e os seus deputados têm sido poupados ou beneficiado de qualquer tratamento especial. Garanto aliás que a questão de a actual coligação ter aprovado a mais pesada carga fiscal de sempre não deixará de ser discutida na referida conferência.

Mas enfim, pela minha parte, o episódio serve pelo menos para estar mais alerta no futuro a generalizações abusivas que eu próprio certamente também por vezes tenho tendência a fazer.

Adenda: o dom da vidência. Por Rui A.

Liberalismo e Governação – Que Futuro para Portugal?

Uma conferência obrigatória para quem assistiu à 1ª Conferência organizada pelo Guilherme e quem não pode estar presente. Esta terá não só a presença dos Professores José Manuel Moreira e André Azevedo Alves, mas também do Deputado Michael Seufert (a.k.a. o Ron Paul Português).

Eu vou estar presente na assistência e quem quiser conhecer um pouco mais o Liberalismo e estiver no Porto creio que dará o tempo por bem entregue, não só pela qualidade dos oradores, como pela possibilidade de falarmos todos no fim. Façam já a vossa inscrição! (mail no poster)

Liberalismo e Governacao

Coreia do Norte vista pela BBC

Filed under: Economia,Internacional,socialismo,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 00:56
Tags: ,

Acho piada como as casas-modelo deles não são sequer do nível das dos “remediados” da Coreia do Sul…

Abril 29, 2013

O colapso expectável

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,socialismo — André Azevedo Alves @ 20:36

Sinais cada vez mais evidentes de uma estratégia assente no aumento desmesurado da carga fiscal e na tentativa de evitar a todo o custo cortes estruturais na despesa pública. Como e óbvio, isto não vai acabar bem: ‘Buraco’ nos impostos

Apesar do “enorme aumento de impostos” de Vítor Gaspar, aplicado este ano, a receita fiscal do Estado continua a ficar abaixo do estimado pelo Governo e o risco de novos ‘buracos’ nas contas públicas é crescente.

(mais…)

“Só por distracção ou prefixação noutra solução”…

Filed under: Double standards,Economia,Justiça,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 20:17

Tribunal de Contas arrasa Ministério Público por não acusar membros do Governo da Madeira

O Tribunal de Contas (TC) está “chocado” com a decisão “demasiado apressada e desajustada” do magistrado do Ministério Público que devolveu o processo de auditoria, “barrando assim o caminho para julgamento” dos membros do governo regional da Madeira por omissão de dívidas.

(mais…)

Falhanço 2.0

Filed under: Economia,Insurgentes nos media,Nanny State Watch,Política,Portugal,socialismo — André Abrantes Amaral @ 10:21

O meu artigo de hoje para o Diário Económico, sobre o plano de crescimento económico apresentado pelo Álvaro Santos Pereira.

O ministro Álvaro Santos Pereira apresentou há dias a sua Estratégia para o Crescimento e Fomento Industrial 2013-2020. Um plano centralizado que parece tratar-se de uma cedência do Governo às exigências da esquerda e acalmar a oposição. Infelizmente, o memorando para o crescimento deste Governo, acaba por ser mais um esforço de planeamento central da economia que a rea lidade nos monstra, há anos, ter falhado.

Veja-se o que pretende Santos Pereira: educar e formar, antes de tudo. Quantos milhares de milhões de euros teremos ainda de gastar para que um Governo desista do sonho utópico que é formar toda uma população? O mesmo se diga do financiamento da economia: como é que um Estado falido pode financiar a economia privada que o sustenta? Melhor ainda: qual é mais valia de uma economia privada que precisa do Estado para sobreviver? A maioria do programa de Santos Pereira peca do defeito que é considerar que uma pessoa, uma empresa, para investir precisa do apoio do Estado. Daí as medidas para consolidar e revitalizar as empresas. Mas não precisa. Do que necessita é que o Estado cobre menos impostos. Sejam directos ou indirectos; taxas ou meras multas. Se o Governo quer que a economia cresça, o Estado tem de baixar a carga fiscal.

Para descer a carga fiscal, o Estado tem de reduzir a despesa. Sejamos francos: nenhuma economia endividada cresce; ninguém investe numa economia em que o que se produz serve para pagar dívidas. Ninguém é doido a esse ponto. Desta forma, é indispensável que o Governo se convença que não lhe cabe governar as empresas, nem as pessoas. Apenas governar o Estado. Fazer com que este garanta a existência de tribunais justos e céleres, pois os actuais assustam os empreendedores que agora se descobriu serem importantes; de condições para que exista verdadeira paz social; que acabe de vez com o défice das contas públicas. Nada de programas e redes de estímulo. Ou seja, e isto é muito importante: que deixe a vida privada para os privados.

O principal erro do governo de Passos Coelho

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 09:30

impostos e crescimento. Por Rui A.

Este foi o erro fatal do governo de Passos Coelho: adiar o inevitável, indispor toda a gente com sucessivas subidas da carga tributária, sem se vislumbrar uma intenção reformista séria. De resto, estas coisas costumam fazer-se logo nos primeiros seis meses dos mandatos governativos, não por acaso chamados «período de graça».

Abril 28, 2013

Baixar impostos potencia o crescimento económico

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Teoria — André Azevedo Alves @ 23:59

Como baixar impostos gera crescimento. Por Carlos Guimarães Pinto.

E devia querer baixar ainda mais rapidamente a despesa pública…

Filed under: Double standards,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:02

Álvaro quer baixar “rapidamente” o IRC

Reduzir a carga fiscal que incide sobre a poupança e o investimento de forma generalizada é de facto uma prioridade, mas de um Governo que, após dois anos no poder, parece incapaz de cortes estruturais na despesa, não será de esperar nada de bom em matéria fiscal…

Mais défice no presente, mais impostos no futuro

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 12:55

Passos Coelho e a promessa de não aumentar impostos. Por João Miranda.

Para que a promessa seja cumprida são necessárias 2 condições: que não se aumentem as taxas de impostos e que não se crie défice (condição necessária para que os impostos não aumentem no futuro). O governo parece com vontade de cumprir a primeira condição, mas tudo indica que não está interessado em cumprir a segunda. Mais impostos no futuro são por isso uma certeza.

Os islandeses passaram de bestiais a bestas…

Filed under: Economia,Internacional,Política,Política Monetária,socialismo,União Europeia — André Azevedo Alves @ 12:48

Na Islândia, confirma-se a estrondosa derrota da esquerda e a vitória do centro-direita com a oposição à adesão à UE a constituir um das principais compromissos dos partidos vencedores. Como de qualquer forma praticamente ninguém em Portugal tinha realmente percebido o que se passou na Islândia, esta interpretação acaba por não surpreender: Islandeses devolvem o poder ao centro-direita

Partidos responsabilizados pelo desastre económico e social do país voltam ao poder em Reiquejavique.

(mais…)

Abril 27, 2013

O PSD quer ter o orçamento retificativo chumbado?!

Filed under: Economia,Política,Portugal — Maria João Marques @ 23:26

Correndo o risco de escrever um post onde se elogia Paula Teixeira da Cruz – uma perspetiva perturbante – parece-me do mais elementar bom senso travar Vítor Gaspar de fazer um orçamento retificativo onde se reincida no corte dos salários dos funcionários públicos e nas pensões. Já não interessa se este é o melhor caminho ou não: tendo em conta que já foi duas vezes rejeitado pelo tribunal constitucional, se calhar é sensato não correr o risco de termos também chumbo de um orçamento retificativo. Pelo que a ser verdade esta notícia, Paulo Portas, Álvaro Santos Pereira e, sim!, Paula Teixeira da Cruz estão carregadinhos de razão. Já que não se pode ir pelo caminho fácil – e temporário – de diminuir os ordenados da função pública e pensões, então aproveita-se e corta-se em serviços que o estado não deve desempenhar. Mas são estes cortes na despesa estruturais e estruturantes que não cabem na cabeça quadriculada de Gaspar.

O Secretário de Estado do Turismo Adolfo Mesquita Nunes, um bom exemplo

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:30

Infelizmente, além de ser um bom exemplo, é também, em larga medida, uma excepção.
Recomendo a leitura integral da entrevista:

O que tenho feito na minha área, em particular, é eliminar e reduzir substancialmente algumas das taxas que incidem sobre a minha direta responsabilidade, e fazer os cortes de despesa necessários para acomodar essa quebra.

(mais…)

Falso alarme

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 18:43

Afinal, parece que ainda não vai ser desta. A cada dia que passa, o Governo com fama de ultra-neo-liberal está mais perto de sair de cena sem sequer ter tentado aplicar cortes estruturais na despesa e reformar o Estado e as suas principais áreas de intervenção em Portugal: Terça-feira haverá estratégia orçamental, mas não medidas

O semestre europeu exige e o Governo português quer cumprir: o Documento de Estratégia Orçamental vai mesmo ser entregue a Bruxelas e à Assembleia da República até ao fim do último dia de Abril, terça-feira. Mas esse documento não deverá incluir a concretização detalhada das medidas propostas nem a sua quantificação, apurou o PÚBLICO.

As medidas para fazer face ao chumbo do Tribunal Constitucional e à derrapagem orçamental e a sua quantificação a curto prazo ficam, assim, remetidas para o Orçamento Rectificativo, a apresentar até 15 de Maio.

(mais…)

Eleições na Islândia: a previsível derrota da esquerda e vitória dos partidos contra a adesão à UE

Filed under: Economia,Internacional,Política,socialismo,União Europeia — André Azevedo Alves @ 18:36
Tags: ,

Como as peças abaixo indiciam, muita gente bem pensante em Portugal vai ter certamente grandes dificuldades para encaixar as preferências dos eleitores islandeses. Pela minha parte, além da previsível pesada derrota da esquerda, anoto com agrado o papel de Hannes Gissurarson, que tive o prazer de conhecer pessoalmente na edição deste ano do Fórum da Liberdade em Porto Alegre: Islandeses elegem sucessor de Johanna Sigurdardottir

Os islandeses elegem hoje um novo parlamento e governo, num escrutínio que deverá ser ganho pelos partidos da oposição, contrários à adesão à UE.

O Partido do Progresso (centrista e agrário) e o Partido da Independência (direita) lutam pela liderança do novo governo.

(…)

Para Hannes Holmsteinn Gissurarson, professor de ciências políticas e uma das inspirações do Partido da Independência, o governo “fez o oposto do que um governo deve fazer durante uma crise financeira, aumentou os impostos, em particular sobre a criação de riqueza e de empregos, e suspendeu todos os investimentos”.

Estas receitas foram aprovadas e até inspiradas pelo Fundo Monetário Internacional, que emprestou a Reiquejavique 1,6 mil milhões de euros entre 2008 e 2011.

Quatro anos depois, os islandeses querem o centro-direita de volta ao poder

Depois de terem sido apontados como os principais responsáveis pela crise em que a Islândia se afundou em 2008, os partidos do centro-direita preparam-se para regressar ao poder nas eleições legislativas deste sábado no país.

As secções de voto estão abertas entre as 9h e as 22h, mas as estimativas são tão esclarecedoras que já há poucas dúvidas de que a Islândia vai protagonizar uma das maiores reviravoltas da história da política europeia moderna.

(mais…)

Paulo Portas, o grande defensor da despesa pública

Filed under: Double standards,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo,Videos — André Azevedo Alves @ 11:20

É isto, o tal partido dos contribuintes: Cortes. Portas ameaça romper. Ministros do PSD rebelam-se contra Gaspar

A ameaça de Paulo Portas de romper com o governo caso o ministro das Finanças não recue nas suas propostas, fez com que não fosse tomada qualquer decisão.

(mais…)

Ainda Sobre Reinhart-Rogoff

Filed under: Economia — João Cortez @ 08:55
Tags: ,

Muito ainda se vai escrevendo sobre o erro do artigo “Growth in a time of debt” de 2010 Reinhart-Rogoff que os próprios autores já reconheceram mas que dizem que não afecta significativamente as conclusões do estudo. Este erro tem sido muito explorado como um argumento contra a austeridade, e há quem inclusivé sugira que este erro  de Excel destruiu as economias do mundo ocidental. Sobre uma análise do erro em si, recomendo a leitura deste post de onde foi retirada a imagem abaixo.

RR_HAP

Muito se poderia falar da metodologia, de estatística, de correlação e causalidade,  mas a mensagem genérica do artigo original de Rogoff-Reinhart é que países com níveis de dívidas mais elevadas têm taxas de crescimento menores. De notar que o próprio cálculo do PIB (incluindo o cálculo do seu deflator) está sujeito a uma série de manipulações com o propósito de apresentar números melhores do que na realidade são – por exemplo, nos Estados Unidos, se alguém pedir mil dólares emprestados e comprar alguma coisa com esses mil dólares, para o PIB conta mil dólares.

Eu acho que não é preciso nenhum estudo para chegar à conclusão que, tudo o resto constante  (ceteris paribus), um país que tenha que gastar parte da riqueza para pagar juros crescentes cujo valor económico é zero está em desvantagem em relação a um país que possa usar de forma produtiva essa riqueza.

A discussão da austeridade não tanto tanto a ver com o crescimento económico, mas sim com o financiamento e a sustentabilidade das contas públicas, uma vez que a partir de determinado ponto (os tais 7% do Teixeira dos Santos) o acesso ao financiamento torna-se difícil e os juros incomportáveis.

Excluindo a opção de monetização da dívida através da emissão de moeda por parte do banco central que geraria inflacção (na realidade um imposto escondido sobre todos) que não está directamente ao dispôr dos países europeus, analisemos então as duas opções que parecem estar em cima da mesa:

  1. Austeridade (às vezes chamada de rigor) – supostamente a via seguida por este governo e também por outros países que consiste essencialmente em aumentar os  impostos e em reduzir  ligeiramente a despesa.
  2. Não Austeridade - também semanticamente camuflada em “rigor orçamental conciliado com crescimento económico”, mas essencialmente mantém-se ou aumenta-se a despesa (para estimular o crescimento económico) e não se aumenta  os impostos.

No caso da opção 1 – Austeridade, o mais normal é que se entre na tal chamada “espiral recessiva” em que cada vez uma percentagem maior da riqueza produzida decrescente é necessária para não causar um défice muito grande. No caso da opção 2 – Não Austeridade, e repetindo os erros do passado recente, creio que o mais provável é o pedido de um novo resgate muito brevemente.

O que nos traz à opção 3. que lhe vou chamar “Redução do Estado” e que consiste numa redução substancial do peso e estrutura do estado acompanhada de uma redução significativa de todos os impostos. Esta redução permitiria que os recursos se mantivessem no sector privado onde são  utilizados de forma mais útil e eficiente ao mesmo tempo que a perspectiva de se ficar com uma parte maior do fruto do seu trabalho, investimento e risco, estimularia a actividade económica – o que por si, até poderia resultar num aumento de receitas fiscais. Esta opção não deixa de ser para já um “wishful thinking” dada a constituição, a configuração política e a mentalidade vigente. Quem sabe um dia, a realidade ou a matemática imponham um caminho diferente.

Abril 26, 2013

Será desta ?

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:33

Resta esperar que seja desta e que as anunciadas “medidas estruturais de curto e de médio prazo” não se limitem a um conjunto de generalidades sem consequências em termos de reforma estrutural do Estado e das suas principais áreas de intervenção em Portugal: Conselho de Ministros extraordinário na terça-feira para aprovar Estratégia Orçamental

Realçando que “não se trata de novos cortes” Luís Marques Guedes confirmou que o DEO vai incluir as medidas substitutivas à decisão do Tribunal Constitucional, que provocou um buraco de 1326 milhões de euros no Orçamento do Estado para este ano – e “que atendendo ao compromisso de cumprimento do défice, Portugal tem que cumprir”.

O mesmo documento, que diz respeito ao período entre 2013 e 2017, terá que incluir ainda, acrescentou o ministro, “as medidas estruturais de curto e de médio prazo”, e a revisão das previsões macro-económicas.

« Página anteriorPágina seguinte »

Tema: Customized Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 3.145 outros seguidores