Um toque de humanidade

Pela borda fora. O motivo não podia estar mais nobremente justificado.

Muslims who were among migrants trying to get from Libya to Italy in a boat this week threw 12 fellow passengers overboard — killing them — because the 12 were Christians, Italian police said Thursday.

Italian authorities have arrested 15 people on suspicion of murdering the Christians at sea, police in Palermo, Sicily, said. The original group of 105 people left Libya on Tuesday in a rubber boat. Sometime during the trip north across the Mediterranean Sea, the alleged assailants — Muslims from the Ivory Coast, Mali and Senegal — threw the 12 overboard, police said.

Other people on the voyage told police that they themselves were spared “because they strongly opposed the drowning attempt and formed a human chain,” Palermo police said. The boat was intercepted by an Italian navy vessel, which transferred the passengers to a Panamanian-flagged ship. That ship docked in Palermo on Wednesday, after which the arrests were made, police said.  The 12 who died were from Nigeria and Ghana, police said.

O regulador: sempre um passo atrás

carrothO FMI prepara mais um conferência, intitulada “Rethinking Macro Policy III: Progress or Confusion?”, que, para lá do notável feito de admitir o elevado grau exploratório da actual política monetária, tudo resumido, serve para justificar a sua própria existência. Olivier Blanchard deu o mote, lançando algumas questões no blog do FMI.

Talvez mais interessante do que as questões lançadas sejam as respostas implícitas: as actuais políticas monetárias são tão experimentais que o próprio FMI não as entende bem. Note-se que a ideia de taxas de juro negativas era nada mais que um limite inferior teórico, teoricamente inalcançável, cujo único propósito era caracterizar uma armadilha de liquidez, ou em parlance menos keynesiana, a Zero Lower Bound (ZLB). Sem grandes teorias explicativas, os Bancos Centrais, entre os quais o BCE, avançaram, ainda assim, nesse sentido.

Outro ponto igualmente interessante é a questão da regulação financeira. Desta vez é diferente, ou assim acredita o planeador central. Para seu desaire, e tal como a experiência bem comprova, a tarefa do regulador é análoga à do burro atrás da cenoura — sempre um passo atrás, mas sempre ali tão perto. Isto porque de nada serve a acção do regulador quando os incentivos não estão alinhados. Colocar um chocolate no quarto de uma criança e pedir-lhe que não o coma é naif, isto para ser brando. A regulação eficaz não é decretada, monitorizada ou supervisionada por uma qualquer entidade que se julga omnisciente — é o resultado da inexorável acção das regras de mercado, onde se inclui a falência e a tomada de risco. Assim como são os limites da tomada de risco: se os bancos desejam arriscar, que o façam com os seus próprios capitais. Não se pode criar um mecanismo que dependa da boa fé e esperar que ninguém o explore para seu próprio proveito. Que o FMI ainda não tenha percebido isto, e que, em 2015, ainda tente encontrar o Santo Graal da regulação sob a forma de melhores instituições regulatórias, revela o nível de desorientação da instituição.

O fim da linha para a Grécia?

Negociações com Atenas estão a ser “muito complicadas”

Vice-presidente da Comissão Europeia, Valdis Dombrovskis, diz que o governo tem tido, por vezes, “uma retórica que não ajuda em nada”. Ultimato dado pelos credores termina no final da semana.

“Chegámos ao fim da linha”, diz fonte grega ao Financial Times

Fonte do governo grego diz ao jornal britânico Financial Times que “se os europeus não desbloquearem dinheiro do resgate, não haverá alternativa” a uma falha de pagamentos, a começar pelo FMI.

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

Da Turquia, com rancor

Turkey outrage after Pope Francis describes Armenian mass killing by Ottoman soldiers as ‘genocide’

Pronto, para desanuviar tensões imperialistas e evitar mais uma cruzada não podia o Papa Francisco, retirar a palvra “genocídio” e substituí-la como uma “vontade em exterminar de forma sistemática os arménios”?

Foi para isto que se fez o 25 de Abril

25abril

O camarada não tem nada de verdadeiramente interessante para fazer cumprir o ideal do 25 de Abril? Marque já na sua agenda, um romaria solidária a Évora. Incluí a realização de um cordão humano cujo mote é JOSÉ SÓCRATES sempre!

Sobre os repetidos falhanços do Banco de Portugal

Senhores deputados, ajudem o Banco de Portugal a reformar-se. Por Paulo Ferreira.

(…) a ineficácia da supervisão bancária portuguesa é uma evidência que nos entra pelos olhos dentro e da mesma forma que não é uma andorinha que faz uma Primavera também não é a mudança do chefe da casa que, só por si, vai alterar este estado de coisas.

Vìtor Constâncio falhou no BPN e Carlos Costa falhou no BES. O BPN, nacionalizado, transformou-se num assalto sem paralelo aos bolsos dos contribuintes. Se o BES não foi pelo mesmo caminho não foi porque a acção da supervisão o tenha evitado, mas antes porque a legislação europeia e nacional instituiu entretanto o mecanismo de resolução que transfere para o sistema bancário os custos potenciais da falência de uma instituição.

Olhando para tudo o que se sabe sobre o comportamento do Banco de Portugal nestes casos é legítimo suspeitar que se mais não falhou é porque mais não houve onde pudesse falhar.

Leitura complementar: BES: o bom, o mau e o vilão; O Banco de Portugal falhou. Outra vez.

Champallimaud e João Martins Pereira

Champallimaud e João Martins Pereira. Quem tinha razão?

Nestes recortes de revista Vida Mundial de finais de 1974 e início de 1975 mostra-se o que pensava essa esquerda e o que dizia e pensava o próprio Champallimaud.

Preparando já o assalto às empresas privadas e grupos económicos que ocorreu após o 11 de Março de 1975, João Martins Pereira, falecido há relativamente pouco tempo e que era uma espécie de guru dos Louçãs e companhia esquerdista habitual, questionava na revista, no número de 5.12.1974, a Siderurgia de Champallimaud.

Compreender o putinismo XXII

Brejnev

Não se aguenta tanto totalitarismo.

“Kiev used truly totalitarian methods, attacking freedom of the press, opinion or conscience,” the Russian foreign ministry said in a statement, also accusing Ukraine of “rewriting history”. Ukraine’s parliament voted on Thursday to ban communist-era and Nazi symbols in a bid to break with the country’s past.

Que líder socialista disse isto sobre Portugal?

“O desemprego baixou, as exportações aumentaram, as finanças públicas melhoraram, Portugal beneficia da confiança dos investidores, resultados que advêm das reformas e são claramente fruto dos sacrifícios dos portugueses”

Pistas:
– Não foi um líder socialista português a falar para chineses
– É o primeiro-ministro do país que os socialistas achavam que ia mudar a Europa há 3 anos

Resposta aqui.

Bandos predatórios

Lá de cima. Por José Manuel Moreira.

É isso que se vai tornar mais difícil depois do despenhamento de um Airbus da Germanwings contra um pico nos Alpes. Com um tal Andreas a julgar-se senhor da vida das suas 149 vítimas. Falta só perceber a semelhança deste gesto suicida-homicida com as políticas predatórias que, mesmo quando não levam países inteiros ao desastre, transformam cidadãos em vítimas da burocracia e alvos do saque fiscal. Políticos tarados que insistem tanto no gasto público e no endividamento de futuras gerações como no ambientalismo fanático. (…) Bandos predatórios que se dão tão bem com os abusos e devassas do Fisco como com as contínuas e criminosas greves em empresa falidas – da TAP ao Metro e CP – a mando de interesses instalados que vivem à custa de infernizar e destruir a vida quotidiana de milhões de cidadãos e contribuintes. Bandos agora virados para o turismo e para o saque a quem vai ter menos tempo para olhar pela janela por se ter de concentrar mais no ‘cockpit’ e nos custos de aterrar.

Grexit: será desta? (2)

The Wall Street Journal defende que Grécia deve sair do euro

Jornal norte-americano toma uma posição clara: o contágio da saída da Grécia do euro seria limitado. “A maior ameaça de contágio” seria mais um resgate – sem condições – a um governo que “não é sério”

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Mais exportações, menos importações

Exportações sobem, importações descem em Portugal

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no período em análise, o défice da balança comercial diminuiu 735,5 milhões de euros, para 2.123,1 milhões de euros, e a taxa de cobertura cresceu 4,7 pontos percentuais (p.p.) para 84,5%.

Grexit: será desta?

Ultimato: Europa dá seis dias à Grécia para apresentar reformas
Tsipras: Se não houver acordo é pior para a UE
Grexit? Finlândia tem memorando a preparar saída da Grécia da zona euro

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

No Fio da Navalha

O meu artigo de hoje no ‘i’.

O dólar

O “Público” noticiou no sábado passado que a retoma dos EUA e a subida do dólar geravam riscos para as economias emergentes. Horas depois, o “Los Angeles Times” informava que a subida da moeda norte-americana podia adiar a decisão da Reserva Federal dos EUA (FED), vulgo banco central, de subir as taxas de juro, o que a acontecer poria em causa a subida do dólar.

O erro na análise do “Público” parte de uma premissa que a maioria está a ignorar: a economia norte-americana não está a recuperar; está apenas a viver os efeitos de uma bolha que a administração Obama e o FED criaram. Se antes medidas idênticas originavam taxas de crescimento avassaladoras e agora meramente ridículas, é algo que a maioria não quer ver, porque prefere o conforto de sentir que tudo está bem e resolvido.

Mas não está. A crise veio para ficar e não é passageira, porque assenta num crescimento económico conseguido durante anos à custa do endividamento. Enquanto o endividamento não terminar, ou for fortemente reduzido, a crise continua e qualquer pequeno sinal em sentido contrário será uma ilusão criada por ilusionistas.

Foi por este motivo que o dólar subiu e, ao contrário do que seria de esperar, caso a sua subida assentasse na saúde da economia norte-americana, o FED não sobe as taxas de juros. Não sobe porque não pode; não pode porque se o fizer a ilusão criada desvanece-se. Dito de outra forma: a economia deixa de criar empregos porque os que cria se baseiam na desvalorização da moeda, não na criação de riqueza.

E vergonha, não?

kafka2A história abaixo é só mais uma das que cada vez mais vão sendo publicadas nas redes sociais. O que nos resta é perguntar se a tutela política da Autoridade Tributária, a liderança da mesma e respectivos funcionários, bem como os imberbes alapados na AR não têm vergonha disto? Não há esperança que a tenham, todos estão confortáveis, para eles não passamos de um incómodo e toleram-nos apenas enquanto nos conseguirem espremer. Isto exigiria vernáculo sólido, mas falta-me o fôlego.

Via Aventar

A história de uma família de Massamá, com três crianças, que está a ver a vida virada do avesso por conta da cobrança no IVA de recibos verdes desde 2008. O casal fez um pagamento de 5 mil euros da dívida numa repartição (possuem recibos a comprovar) e, oito meses depois, as finanças só dão como pagos 2.800 euros. Os salários estão penhorados e a casa deve ir a leilão.

Mário Pereira & Andreia Dias Continuar a ler

Galamba School of Economics

Sem o padrão da Burberry’s que tão diligentemente cumpre a tarefa de abrigar as cordas vocais que vociferam com húbris repetido disparate, terá de servir a gola alta por ajeitar ao nosso distinto «deputado excitado» que nos traz um bocadinho de Varoufakis, pese embora longe do original. E porque a altura é propícia, recordemos basilares conceitos da sua defunta teoria económica:

Screen Shot 2015-01-21 at 15.28.33E depois bafejêmo-los com a desavinda realidade, essa grilheta impiedosa do sonho socialista e lavradora da opressão neoliberal:

Galamba_School_EconomicsE mais um mito desfeito.

Vera Castanheira: de directora executiva da AGECOP para adjunta do Secretário de Estado da Cultura

Na sequência do meu artigo desta semana no Observador (Lei da cópia privada: Presidente vetou rentismo) – e a título complementar e ilustrativo – vale a pena recordar que o Secretário de Estado da Cultura Jorge Barreto Xavier escolheu para sua adjunta Vera Castanheira, directora executiva da AGECOP – Associação para a Gestão da Cópia Privada – entre 2003 e 2011.

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Além de ficarmos a saber que a AGECOP não paga mal (já que, como é seu direito, a designada opotou pelo “estatuto remuneratório correspondente ao posto de trabalho de origem”), é também de assinalar que, curiosamente, a adjunta Vera Castanheira teve um papel de destaque na apresentação da… nova lei da cópia privada.

Importa deixar claro que não há nenhum dado do conhecimento público que indicie qualquer tipo de ilegalidade. É natural, até certo ponto, que os decisores políticos recrutem para as suas equipas pessoas com alguma ligação aos sectores que tutelam e não tenho dúvidas de que a adjunta em causa conhecia muito bem os principais dossiers em que foi trabalhar na Secretaria de Estado da Cultura.

Ao mesmo tempo, no entanto, é impossível não fazer também uma avaliação política da situação enquanto mais uma evidência da excessiva proximidade da Secretaria de Estado da Cultura com os meios que mais fortemente fizeram lobby a favor da nova lei.

O oportuno e corajoso veto do Presidente da República resolveu, para já, a questão, mas que ninguém tenha dúvidas: os poderosos interesses agora derrotados vão voltar à carga.

Leitura complementar: A nova Lei da Cópia Privada: uma mancha notável; A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; Uma vitória para a AGECOP, uma derrota para o país; A nova lei da cópia privada: uma vitória do rentismo; Lei da cópia privada: Presidente vetou rentismo.

Entrevista de Manos Matsaganis ao Observador

Manos Matsaganis: “Estratégia do governo grego tem sido ridícula”

O economista grego Manos Matsaganis diz-se um “homem de esquerda” mas está “aterrorizado” com o governo Syriza. “Aterrorizado” com a estratégia “ridícula” que tem sido seguida na relação com os parceiros europeus, com a aliança com um “charlatão” como Panos Kammenos, vindo da extrema direita, e com o risco de que a Grécia caminhe, como um sonâmbulo, para o abismo da saída do euro. Porquê? Porque há muita gente disposta a ser “catastroficamente heroica” no governo. Depois de um discurso em Harvard que lhe mereceu fortes críticas porque “não se pode dizer que o governo é outra coisa que não fantástico”, Manos Matsaganis falou com o Observador a partir do jardim adjacente ao seu “pequeno apartamento em Berkeley”, nos EUA, onde está a passar um ano em trabalho académico. À entrada em mais uma semana decisiva para Atenas, propomos-lhe uma entrevista a um grego influente, que não se retrai nas palavras.

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

A saída de António Costa do Diário Económico

Num meio, como o da comunicação social portuguesa, em que o pensamento único estatista é quase hegemónico, a saída de António Costa da direcção do Diário Económico é especialmente de lamentar: Adeus. Por António Costa.

A CP e o “serviço público” de transportes

Greve na CP cancelou 278 viagens de comboio até ao meio-dia das 310 previstas

A responsável revelou que para o dia de hoje estava prevista a realização de um total de 828 viagens de comboio, admitindo que a grande maioria não se concretize, tal como aconteceu nas últimas quinta-feira (greve dos revisores) e sexta-feira (greve dos trabalhadores aos dias de feriado e horas extraordinárias).

Sobre o veto do Presidente à lei da cópia privada

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O meu artigo de hoje no Observador: Lei da cópia privada: Presidente vetou rentismo

Leitura complementar: A nova Lei da Cópia Privada: uma mancha notável; A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo; Uma vitória para a AGECOP, uma derrota para o país.

O plano de contingência do Syriza (2)

Rússia não planeia dar ajuda financeira à Grécia
Ministro das finanças grego reúne-se com a diretora-geral do FMI no domingo

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza; A Grécia e o erro de Merkel.

O plano de contingência do Syriza

Grécia admite nacionalizar bancos e emitir moeda, diz The Telegraph

A Grécia estará a trabalhar num plano de contingência que passa pela nacionalização dos bancos e pela emissão de moeda própria. A informação foi transmitida ao jornal britânico The Telegraph por uma fonte próxima do Syriza, o partido que lidera o governo de coligação na Grécia, e surge numa altura delicada em que a Grécia se aproxima perigosamente da insuficiência de fundos para pagar a dívida pública e as despesas correntes. A ameaça, que não vem acompanhada do nome do seu autor mas que é citada pelo The Telegraph, equivaleria a uma saída da Grécia da zona euro, um cenário que os analistas do suíço UBS passaram a ver como mais provável do que o seu contrário.

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A ANA e a nova taxa criada por António Costa

Taxas e taxinhas. Por Michael Seufert.

Julgo que dificilmente se vê mais bem demonstrado o velho aforismo de quem (aparentemente o presidente Reagan) descreveu o socialismo: se se mexe, taxa-o; se se continua a mexer, regula-o; se se parar de mexer, subsidia-o. A ANA aeroportos explora equipamentos construídos por dinheiros dos contribuintes portugueses, situados em terrenos que até serviram – num negócio que me parece altamente duvidoso mas que chegou para que António Costa se vanglorie de ter equilibrado as contas da cidade – de pretexto para o pagamento duma indemnização do estado central – neste caso à câmara de Lisboa.

Obrigado, Rui Moreira

Quero acreditar que a peça do NYT sobre Lisboa só se tornou realidade porque o mayor da Invicta fartou-se de desbravar caminho pela imprensa internacional.

O imperialismo sem limites

Churrasco não islâmico patrocinado pela família Koch

Churrasco não islâmico patrocinado pela família Koch

Os irmãos Koch tentam envenenar a malta do Estado Islâmico com paletes de galinhas não-halal.

Simulador de ajustamento da dívida pública

chartFinalmente tive um par de horas para actualizar o simulador. Acrescentei-lhe uma análise de sensibilidade do saldo primário, fazendo variar até -0.5/+0.5 pontos percentuais por ano.

Sugestões para outras funcionalidades são bem vindas.

P.S. – Para os entusiastas da tecnologia, substituí o Google Charts pelo Highcharts, e não podia estar mais satisfeito.