O Insurgente

Maio 24, 2013

Momento pacífico fashion em Gaza

A imagem que representa a amizade duradoira que une dois talibãs afegãos,  dificilmente poderia ter sido captada em Gaza. Em boa verdade, aos homens do Hamas cabe-lhes olhar pelos elevados padrões inerentes ao ser macho, fazendo aplicar os bons costumes e sem fait-divers.

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Maio 23, 2013

Analogias no terror

Londres, Síria e Ramalah.

Lido o mais recente report do #veryveryvcoselyislamwatch, conclui-se que a culpa é do David Cameron.

Maio 22, 2013

Em Portugal, o que rende é o “empreendedorismo” em rent-seeking…

Filed under: Double standards,Economia,Educação,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 15:21
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Sad, but probably true: Martim fizeste mal. Por Helena Matos.

Se queres mesmo ter um futuro assegurado, ter artigos simpáticos nos jornais, passar logo ao estatuto de criador… deixa-te de empresas Martim e dedica-te ao protesto. Diz coisas contra o sistema. Faz uma banda e canta Boaventura Sousa Santos. Acabas logo em tournée por vários festivais no Brasil e na Venezuela. E claro Martim mal entras na faculdade integras um daqueles grupos de estudo e observatórios dirigidos pelos tais doutores muito esquerdistas e onde abundam as bolsas para isto e para aquilo. Propões-te estudar qualquer coisa como a orgânica dos movimentos sociais numa perspectiva de género e ficas logo doutorado e professor. Se continuares a apostar na empresa Martim nunca serás intelectual, nunca haverá espaço para ti nos ‘isctes’ e ainda vais ter de os aturar toda a santa vida porque exploras os trabalhadores, porque não pagaste todos os impostos, porque tens uma empresa de vão de escada ou porque pelo contrário tens uma empresa com alta tecnologia e pouca mão-de-obra.

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Sent from my iPad

Filed under: Double standards,Economia,Humor,Media,Política,Portugal,socialismo,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:14
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Raquel escreve a Martim. Por JCD.

Penso que compreendes a ideia. Muitas roupas que se vendem por aí têm na sua origem matérias-primas que vêm de ditaduras como a Birmânia ou Israel e deves evitar sempre que os teus produtos estejam manchados do sangue cruel da violência dos despotismos autocratas de direita.

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Ainda assim são brandos os soldados de Alá

De acordo com o clérigo Anjem Choudary, o tornado que afectou o estado de  Oklahoma com violência, foi uma resposta de Alá  à opressão sofrida pelos muçulmanos.

Quem é Raquel Varela ?

raquel_varela

Perfil de Raquel Varela enquanto investigadora do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena o “Grupo de Estudos do Trabalho e dos Conflitos Sociais”
Página / blogue pessoal de Raquel Varela
Posts de Raquel Varela no 5 Dias

Raquel Varela Business School
Quem não deve, não deve (mas se calhar até teme)
Como funciona o mercado de dívida
Martim Neves e Raquel Varela no Prós & Contras

A pergunta que dá título ao post é mais relevante do que possa parecer à primeira vista, porque Raquel Varela está longe de ser, como interpretações de vários quadrantes têm sugerido, um caso raro. Antes pelo contrário: Raquel Varela é bem representativa de um modo de pensar e agir profundamente enraizado – e ainda mais institucionalizado – em Portugal.

Se alguma coisa a distingue, não será o ser mais radical, mas antes o ter um discurso mais articulado e publicamente apresentável do que muitos dos seus pares que, pensando basicamente o mesmo, são ainda assim incapazes de o transmitir de uma forma minimamente compreensível e persuasiva.

Nesse sentido, compreender quem é Raquel Varela é também um importante contributo para compreender o país que temos e o estado a que chegamos.

Maio 21, 2013

Martim Neves e Raquel Varela no Prós & Contras


(via José Maria Barcia: Prós e contras)

Maio 20, 2013

Os governos e a liberdade de imprensa

Um passeio não romântico que incluí retratos da Venezuela, Equador e Argentina.

O pensamento mágico do Tó-Zero

Evidenciado no (Im)pertinências.

Uma das propostas mirabolantes de António José Seguro apresentada no congresso de Santa Maria de Feira para salvar empresas viáveis «sem que o Estado meta lá um cêntimo» consiste em transformar em capital as dívidas fiscais, à Segurança Social e aos bancos.

E como se faria essa milagrosa transformação de vários passivos em capital sem gastar um cêntimo? Perceberá AJS que isso equivaleria a um perdão de dívidas que, sendo passivos de uma empresa, são activos do Estado ou dos bancos que se perderiam com a «transformação»? E que diferença faria isso no que respeita à liquidez das empresas, cujo aumento é um dos propósitos da proposta mirabolante, se não entrasse «um cêntimo» na empresa? AJS não explica (…)

(…) Tudo por junto, salvar empresas viáveis «sem que o Estado gaste um cêntimo» custaria possivelmente umas dezenas de milhares de milhões e, talvez pior do que tudo isso, colocaria essas empresas sob a tutela do acionista mais incompetente que o sector empresarial português algum dia viu: o Estado Socialista.

 

Maio 16, 2013

Em Inglaterra nem a bandeira escapa aos “cuidados”

Council vetoes flag of St George after concerns raised about links to Crusades.

A local council decided against flying the flag of St George after concerns were raised that it would offend the town’s 16 Muslim residents.

Venezuela de calças na mão

As forças da oposição – sector privado incluído – são os responsáveis por mais este sucesso da economia soviética do socialismo bolivariano.

A woman who just bought toilet paper at a grocery store reads her receipt as she leaves the private store in Caracas, Venezuela, Wednesday, May 15, 2013. First milk, butter, coffee and cornmeal ran short. Now Venezuela is running out of the most basic of necessities _ toilet paper. Economists say Venezuela’s shortages stem from price controls meant to make basic goods available to the poorest parts of society and the government’s controls on foreign currency.

 

Maio 14, 2013

Stand-up comedy na ONU

As pessoas devem passar a comer mais insectos por forma a matarem a fome, equilibrarem a alimentação e reduzirem a poluição.  Mas isso será algo que não se aplicará à malta da Assembleia Geral da ONU.

Um desastre à espera de acontecer… (2)

Enquanto se discutem – de forma absurda e irresponsável – medidas “facultativas” e supostas “folgas” com protagonistas políticos a sugerirem de forma quase explícita que assumem compromissos com reserva mental e sem a mínima intenção de os respeitar, a verdade é que os cortes previstos são drasticamente insuficientes.

Com o grosso dos cortes na despesa pública empurrados com a barriga para 2014 e os políticos portugueses de todos os quadrantes a apostarem cegamente num milagre de chuva de euros a seguir às eleições alemãs, estamos perante um desastre à espera de acontecer.

Leitura complementar: Cortes estruturais na despesa: depois do próximo aumento de impostos é que é ?; A responsabilidade de Vítor Gaspar e a sua falta de peso político no Governo; razões liberais para se dar prioridade à consolidação orçamental pelo lado da despesa.

Maio 13, 2013

Coisas que fazem todo o sentido

Iran to chair U.N. disarmament conference.

Partido Os Verdes diversifica mercados

O meu alemão encontra-se muito para lá do enferrujado mas parece que o partido verde alemão, para além de tolerar, também financia um grupo de pressão pedófilo.

Adenda: Shadows from the Past: Pedophile Links Haunt Green Party, versão inglesa do artigo da Spiegel indicada por Miguel P.

Maio 12, 2013

O credibilidade da “fronteira” de Portas e o regular funcionamento da coligação

Filed under: Double standards,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 20:05
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Parece que sim. Ou seja, há uma semana Paulo Portas comunica solenemente ao país que esta taxa é “a fronteira” que não pode “deixar passar”. Hoje, afinal, a tal “fronteira” já pode ser passada, desde que “excepcionalmente”.

Não desejo uma crise política – em particular porque não consigo de momento perspectivar alternativas mais animadoras no horizonte – mas o panorama actual é cada vez mais preocupante…

Vamos lá fingir que as ‘religiões do livro’ têm todas a mesma relação com as mulheres, que o mundo não é a preto e branco (e não é mesmo)

Filed under: Blogosfera,Double standards,Médio Oriente,Religião — Maria João Marques @ 19:45

Este post do Jugular fala de três apontamentos de três religiões na sua relação com as mulheres: os protestos dos judeus ultraortodoxos pela permissão das mulheres judias poderem rezar junto do Muro das Lamentações com rituais tradicionalmente reservados aos homens; um novo livro sobre sexualidade – e a sexualidade é, de facto, sempre corolário do resto – feminina no Egito; o conflito que tem oposto o Vaticano e as freiras americanas. (E para este último caso foi escolhido um texto do Público que, enfim, é um texto do Público: começa logo por dizer que o Vaticano se assusta porque as ditas freiras não usam hábito e, ui!, que grande susto deve ser esse, tendo em conta que não usar hábito é comum a várias congregações de freiras católicas em todo o mundo e algo perfeitamente pacífico).

Não vale a pena estar aqui a elaborar sobre este caso Vaticano vs freiras americanas – até porque é muito sintomático de várias doenças da Igreja e ando para escrever sobre isso desde a eleição do meu querido Francisco, mas tem-me faltado o tempo e o assunto é sério -, no entanto sempre vou dizendo que algo está muito mal quando na avaliação da conduta de freiras ou padres ou o que seja pesa mais a opinião sobre assuntos como o casamento entre pessoas do mesmo sexo ou a ordenação de mulheres – que não são matéria de Fé – do que o trabalho social em benefício dos mais pobres e vulneráveis. E, neste ponto, as freiras americanas não têm falhado, o que já foi reconhecido e elogiado por este papado.

Passando à frente; não percebo se este post, como parece, pretende equiparar as três situações que apresenta. É que às mulheres judias foi de facto permitido e protegido o acesso ao Muro das Lamentações, havendo protestos de um grupo de judeus e aceitação pelos restantes. As freiras americanas escolheram, em total liberdade, fazer parte de uma organização que ainda tem muitas imperfeições porque na Igreja, tal como na política, os homens não são anjos. Já no caso das muçulmanas, a rapariga que tem um discurso ‘muito pouco “conservador”‘ é americana e cresceu na Carolina do Sul – a mulher-tipo do Médio Oriente, portanto – e a autora do livro sobre sexualidade feminina no Egito fala de constragimentos religiosos e sociais que afetam a intimidade das muçulmanas (leigas) e até dessa maravilha que é a mutilação genital feminina, à qual muitas egípcias são submetidas sem voto próprio na matéria mas por vontade das mães ou avós. Eu diria que entre as situações reportadas no judaísmo e cristianismo e as reportadas no Islão egípcio há um mar de diferenças. E que, para religião que dê cobertura a maus-tratos vários a mulheres tal como sucede no Islão, se terá de ir para o hinduísmo (é ver a discriminação nas heranças, ou as restrições às viuvas, só para dar uns exemplos leves). Mas, claro, devo ser eu a ser picuinhas, que isto das religiões do livro são todas iguais. Dá jeito para outros combates, não é?

Maio 10, 2013

A pobreza, o salário mínimo nacional e os resultados do Estado Social

Muito interessantes e elucidativas as reacções nos comentários a este post do BZ.

Leitura complementar: Os resultados do Estado (dito) de “Bem-Estar”; Demagogia.

Os depósitos à ordem estão em risco ?

A verdade é irresponsável? Os depósitos à ordem estão mesmo em risco, sempre estiveram. Por CN.

Maio 9, 2013

Dignidade revolucionária

cola barqui

Imagem de marca do inquestionável progresso do Chavismo.

Via Francisco Toro (que muito dificilmente poderia ter dado um título melhor às consequências do tal progresso - Annals of Revolutionary Dignity). 

Maio 8, 2013

Nem mesmo do qatari?

Gore: ‘There’s no such thing as ethical oil’.

Maio 7, 2013

A redacção do Público decidiu, está decidido

Filed under: Double standards,Educação,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:03

Independentemente do que tenha acontecido, os exames do 4.º ano correram mal e Nuno Crato é um perigoso fásssista que deseja traumatizar as criancinhas: Exames do 4.º ano: “Não venham dizer que correu bem”

Maio 6, 2013

Uma estranha forma de celebrar a diversidade

Inauguração à bomba de uma nova igreja católica.

Maio 5, 2013

O líder da oposição não aceita cortes nas pensões

Filed under: Comentário,Double standards,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 22:27

O líder da oposição opõe-se violentamente à taxa sobre as pensões, salienta a importância do “consenso” com os parceiros sociais e com o PS e, pelo meio, ainda pisca o olho ao Presidente da República.

Já o porta-voz do PS salienta – e bem – que Portas desautorizou o primeiro-ministro.

Seria tudo cómico se não se tratasse da coligação (?) que governa um país falido e em recessão.

Cinzas no horizonte

Filed under: Double standards,Economia,Justiça,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 13:20

Um post sintomático da abordagem intelectual e comunicacional de uma parte significativa do regime vigente: Os miseráveis. Por Estrela Serrano.

Os pensionistas vão ter um novo imposto calculado para durar até morrerem de humilhação e de fome;

Os que sobreviverem estarão em estado de demência e terão de ser recolhidos em asilos, albergues e hospícios. Os mais “sortudos” serão abandonados nos bancos dos hospitais.

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Maio 2, 2013

Há algo que os une

Coreia do Norte, Turcomenistão, Uzbequistão, Eritreia, Bielorrússia, Cuba, Irão, Guiné-Equatorial, Síria e Bahrein.

Por Caracas

Reina a Primavera chavista.

 

Abril 30, 2013

Liberalismo e governação

Filed under: Agenda,Double standards,Economia,Educação,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 18:43

Embora não seja membro da organização (a iniciativa é de alunos da Católica.Porto), não quero deixar de agradecer ao Sérgio Lavos a ajuda na divulgação da conferência de 27 de Maio (a propósito, em breve divulgarei aqui o programa da conferência anual do MPA que terá lugar no dia 24 de Maio, também na Católica.Porto).

Isto dito, é um bocadinho irritante a generalização feita em relação aos liberais portugueses. Ainda para mais quando, pelo menos por aqui, não têm faltado críticas (frequentemente duras) à excessiva carga fiscal, à opção de aumentar impostos e à demora em implementar cortes estruturais na despesa e a reforma das funções do Estado. E será, no mínimo, desonesto sugerir que, pelo menos por aqui, o CDS-PP, o seu líder Paulo Portas e os seus deputados têm sido poupados ou beneficiado de qualquer tratamento especial. Garanto aliás que a questão de a actual coligação ter aprovado a mais pesada carga fiscal de sempre não deixará de ser discutida na referida conferência.

Mas enfim, pela minha parte, o episódio serve pelo menos para estar mais alerta no futuro a generalizações abusivas que eu próprio certamente também por vezes tenho tendência a fazer.

Adenda: o dom da vidência. Por Rui A.

Um bom conselho de Passos Coelho…

Filed under: Double standards,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 18:28

…e cujo primeiro destinatário deveria ser o próprio Governo que lidera: Passos: Consenso tem que ser expresso em “políticas concretas, credíveis e mensuráveis”

O primeiro-ministro defendeu nesta terça-feira que o consenso político de que o país precisa para responder aos desafios do futuro tem de ser expresso por “políticas concretas, credíveis e mensuráveis” para que não se converta em “intenções vagas e frequentemente contraditórias”.

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Abril 29, 2013

“Só por distracção ou prefixação noutra solução”…

Filed under: Double standards,Economia,Justiça,Media,Política,Portugal,socialismo — André Azevedo Alves @ 20:17

Tribunal de Contas arrasa Ministério Público por não acusar membros do Governo da Madeira

O Tribunal de Contas (TC) está “chocado” com a decisão “demasiado apressada e desajustada” do magistrado do Ministério Público que devolveu o processo de auditoria, “barrando assim o caminho para julgamento” dos membros do governo regional da Madeira por omissão de dívidas.

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Abril 28, 2013

E devia querer baixar ainda mais rapidamente a despesa pública…

Filed under: Double standards,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:02

Álvaro quer baixar “rapidamente” o IRC

Reduzir a carga fiscal que incide sobre a poupança e o investimento de forma generalizada é de facto uma prioridade, mas de um Governo que, após dois anos no poder, parece incapaz de cortes estruturais na despesa, não será de esperar nada de bom em matéria fiscal…

Abril 27, 2013

Paulo Portas, o grande defensor da despesa pública

Filed under: Double standards,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,socialismo,Videos — André Azevedo Alves @ 11:20

É isto, o tal partido dos contribuintes: Cortes. Portas ameaça romper. Ministros do PSD rebelam-se contra Gaspar

A ameaça de Paulo Portas de romper com o governo caso o ministro das Finanças não recue nas suas propostas, fez com que não fosse tomada qualquer decisão.

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Abril 22, 2013

Então o Obama não fechou Guantanamo ?

Filed under: Double standards,Internacional,Media,Política,socialismo — André Azevedo Alves @ 12:52
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Mais de metade dos prisioneiros de Guantánamo em greve de fome

Podem ser 84 ou 77: são muitos e mais do que se pensava os prisioneiros de Guantánamo em greve de fome. Alguns iniciaram o protesto contra a detenção indefinida e as condições do centro a 6 de Fevereiro.

Segundo disse ao jornal The Miami Herald o tenente-coronel Samuel House, 77 dos 166 prisioneiros que permanecem na prisão norte-americana estão em greve de fome. Destes, 17 estão a ser alimentados à força através de tubos inseridos nos seus narizes, o que alguns dos advogados consideram tortura.

Abril 19, 2013

Com meias verdades enganas

Filed under: Blogosfera,Double standards,Economia,Política — Miguel Botelho Moniz @ 10:17

O João Miranda, com o jeito argumentativo que todos lhe reconhecemos, sugere que a austeridade que Margaret Thatcher aplicou quando foi eleita em 1979 é de algum modo semelhante, equivalente ou paralela à austeridade que hoje vivemos. Mas escusava de ser tão aplicado no cherry picking das medidas thatcherianas apresentadas. Bem como de retirar as conclusões que lhe são convenientes, mesmo que non sequitur.

Thatcher subiu o IVA, tal como o equivalente ao ISP, mas baixou os impostos sobre o rendimento. Isto foi deliberado, numa opção pelos impostos indirectos sobre o consumo como forma de facilitar a poupança e o investimento. Também subiu as taxas de juro, mantidas artificialmente baixas pela política inflacionista seguida pelo governo trabalhista que a antecedeu. Foi essencialmente a subida das taxas de juro que provocou a recessão inicial. Chamar para aqui o efeito de Laffer é um red herring bestial. Teve piada, João.

Por fim, apesar de Thatcher ser provavelmente a única chefe de governo que aplicou políticas económicas liberalizadoras de forma coerente, e merecer ser admirada por isso, não faz mal nenhum reconhecer que tanto ou mais que a recuperação que já se começava a ver em 83, ela ganhou as eleições muito por causa da sua atitude na guerra das Falklands…

Abril 18, 2013

Aristogatos

Filed under: Comentário,Double standards,Economia,Insurgentes nos media — Helder Ferreira @ 22:46

imageEu no Diário Económico
Qualquer reforma tem que começar por igualar todos os sistemas para todos os trabalhadores, da fiscalidade, às pensões, às leis laborais.

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