O rublo desvalorizou um bocadinho

Clicar para aumentar a conversa do troll.

Clicar para aumentar a conversa do troll.

Entrevista a um troll avençado pró-Kremlin. Aviso à navegação: pela causa, há turnos de 12 horas.

António Costa e o Benfica (4)

antonio_costa_benfica

Câmara de Lisboa retirou para reformulação proposta de isenção de taxa ao Benfica

A Câmara de Lisboa decidiu retirar, para reformulação, a proposta para isentar o Benfica do pagamento de uma taxa e compensações urbanísticas, que deveria ser discutida terça-feira em Assembleia Municipal.

Leitura complementar: António Costa e o Benfica.

Uber e táxis em Nova Iorque

A propósito do meu artigo de ontem no Observador (Táxis, Uber e a Lei Arroja da Concorrência), uma leitura interessante: Na batalha pelas ruas de Nova Iorque, já há mais Ubers que táxis

Conforme explica a publicação, o serviço Uber chegou à cidade de Nova Iorque em maio de 2011, dois anos após o seu surgimento, e desde então, tem aumentado a sua popularidade entre os moradores da cidade. Para os condutores, as vantagens incluem os horários flexíveis e maior remuneração. É o que explica Joel Abreu, condutor de um veículo registado na aplicação, ao The New York Post. “Você pode ligar o seu telemóvel e começar a trabalhar a qualquer minuto”, afirma. Ele garante que ganha cerca de 79 mil euros por ano com o serviço, o dobro do que conseguia quando conduzia um táxi, mas reconhece que já há mais concorrência nas ruas da cidade do que gostaria.

A petição da ANTRAL, o Uber e a concorrência

O meu artigo de hoje no Observador: Táxis, Uber e a Lei Arroja da Concorrência

Nos anos 1990, o brilhante economista Pedro Arroja – que na altura era também um dos mais activos e influentes defensores do liberalismo em Portugal – resumiu magistralmente esta ideia num enunciado que ele próprio baptizou de Primeira Lei Arroja da Concorrência: “A concorrência é boa e desejável em todos os sectores de actividade, excepto no nosso”.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

Charlies exigem ser capitalistas

Redação do Charlie Hebdo reclama parte dos lucros de edição especial

Onze trabalhadores do semanário satírico Charlie Hebdo, alvo de um ataque terrorista em janeiro, exigem ser considerados acionistas da empresa para receberem parte dos 30 milhões de euros encaixados pela publicação com a edição especial pós-ataque.

Palavras e ventos de paz

IRAN-TURKEY-DIPLOMACY-KHAMENEI-ERDOGAN 

Turkey’s Erdogan says can’t tolerate Iran bid to dominate Middle East

Turkish President Tayyip Erdogan accused Iran on Thursday of trying to dominate the Middle East and said its efforts have begun annoying Ankara, as well as Saudi Arabia and Gulf Arab countries.

Turkey earlier said it supports the Saudi-led military operation against Houthi rebels in Yemen and called on the militia group and its “foreign supporters” to abandon acts which threaten peace and security in the region.

“Iran is trying to dominate the region,” said Erdogan, who is due to visit Tehran in early April. “Could this be allowed? This has begun annoying us, Saudi Arabia and the Gulf countries. This is really not tolerable and Iran has to see this,” he added in a press conference.

 

Entretanto, as reformas continuam a ser implantadas a bom ritmo.

Os amigos são para as ocasiões

Reforma do Mapa Judiciário

A lista VIP de Pinto Monteiro.

O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) ainda não tomou posse, mas lança já uma forte acusação. António Ventinhas diz que Pinto Monteiro não apoiava investigações a pessoas poderosas.

É uma acusação direta ao antigo Procurador-Geral da República Pinto Monteiro.

O recém-eleito presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Ventinhas, diz que o antigo PGR não apoiava investigações a pessoas poderosas e que muitos procuradores envolvidos em processos mediáticos enfrentavam processos disciplinares.

Na entrevista à jornalista da Antena 1 Cristina Santos, António Ventinhas afirma que o Ministério Público tem agora mais apoio por parte da Procuradoria. Algo que não acontecia no tempo de Pinto Monteiro.

 

A bestialidade de xiitas & sunitas

mesquita

 

Na última Sexta-feira, um grupo de idiotas carniceiros decidiu celebrar o dia santo do Islão, assassinando o maior número de pessoas. Os bombistas suicidas escolheram como alvo duas mesquitas xiitas. Morreram 142 pessoas. Há mais sírias para além da Síria.

Yemen is a battlefield for Saudi Arabia and Iran

The latest atrocity in Yemen, which claimed nearly 150 lives on Friday, appears part of a proxy war between the Middle East’s two superpowers

 

Leitura complementar: Aviso de 2004, do Rei Abdullah da Jordânia.

O socialismo volta a funcionar

Maduro

E bem, na Venezuela.

Venezuela Is On the Brink of Collapse por Tom Rogan.

(…)The problem is that Chávez, Maduro, and company have only ever wanted personal power. They see themselves as reincarnations of Simón Bolívar. But where Bolívar opposed the tyranny of the Spanish empire, Maduro opposes the “tyranny” of free enterprise.

The Chávistas have always been crackpots, but, until recently, high oil prices enabled them to paper over their failings. No longer. Plummeting oil prices have eviscerated government budgets. In response, Maduro is doubling down on insanity. Contemplate the comrade’s magnificent crisis plan: Rather than accepting that shortages in goods are caused by his price controls and collapsed currency, Maduro blames hoarders and foreign conspirators (a favorite regime scapegoat), while he restricts shopping days. Rather than recognizing that his neglect means that medical professionals can’t replace their tools, Maduro blames greed. Rather than admitting that Mad Max criminality contributes to police corruption and low morale, Maduro rants about the ills of “individualism” and “consumerism.” Rather than tolerating scrutiny, Maduro attacks freedom of the press. Rather than pursuing dialogue with the political opponents, Maduro imprisons them and cuddles North Korea.

As I say, Chávezville is an asylum. (…)

Acção de defesa socialista

O senhor advogado do 44 precisa de menos acção socialista e de mais e melhores conselhos em termos de asessoria de imprensa.

Notícia o Observador:

O Correio da Manhã vai interpor um processo contra o advogado de defesa de José Sócrates, João Araújo, que esta manhã aconselhou uma jornalista daquele jornal a “tomar mais banho porque cheira mal”. Tudo se passou à porta do Supremo Tribunal de Justiça, na Praça do Comércio, em Lisboa, quando o advogado do ex-primeiro-ministro saía da audiência sobre o habeas corpus que apresentou.

Perseguido por alguns jornalistas, João Araújo recusou fazer comentários. “Desampare-me a loja”, disse o advogado à jornalista Tânia Laranjo, do Correio da Manhã, que transmitiu toda a cena em direto na televisão. “A senhora devia tomar mais banho porque cheira mal”, afirmou de seguida, à medida que ia sendo questionado pela jornalista. “Esta gajada mete-me nojo”, diria ainda, sempre a ser acompanhado pela equipa de reportagem da CMTV.

 

A Grécia e o erro de Merkel (3)

Via Facebook, mais uma leitura complementar na sequência do meu artigo de ontem no Observador (A Grécia e o erro de Merkel), desta vez um post de 2011 de Vera Gouveia Barros: O Buraco e o Bicho da Madeira.

O post relaciona-se em particular com esta passagem do meu artigo de ontem:

Ainda que o efeito final das transferências seja discutível também para os países que são recebedores líquidos (pense-se por exemplo, na vasta e perniciosa indústria de captura de fundos europeus que se estabeleceu entre nós), será sempre mais fácil convencer gregos, espanhóis e portugueses a receberem fundos europeus do que alemães, holandeses, britânicos e finlandeses a pagarem-nos. Para os leitores portugueses que tenham dificuldade em aceitar esta ideia, um exercício simples poderá ajudar: basta pensar na última vez que ouviram um político português continental a defender o aumento das transferências orçamentais para a Madeira para fazer face à crise orçamental da Região Autónoma.

Ler+ é possível e promove a saúde e a economia

Momento de enorme felicidade do Autor e amigos.

Momento de enorme felicidade do Autor e amigos.

Devemos agradecer ao autor de Tortura em Democracia, actualmente a residir em Évora.

Várias Câmaras Municipais financiaram o livro de José Sócrates que esteve, pelo menos, um mês em primeiro lugar em todas as livrarias. O Sexta às 9 descobriu que, em Lisboa, foram emitidas faturas em nome de autarquias do norte do país que compraram este livro às dezenas, várias vezes.

Os casos e o infernal Estado fiscal

Sejamos realistas. Por José Manuel Moreira.

O caso mais recente é o das dívidas de Passos Coelho à Segurança Social. Fazendo-nos crer que o mal maior não está na máquina fraudulenta, que produz sucessivos casos – da Saúde à Segurança Social – mas nos “apanhados”. Daí que se exija, não a liberdade de saída (ou não entrada), mas que ninguém escape ao sistema.

Continuar a ler

Compreender o putinismo XXI

Está, Vladimir Putin?

Está, Vladimir Putin?

The Land of Magical Thinking: Inside Putin’s Russia , por P. J. O’Rourke.

(…)Nothing Is True and Everything Is Possible. And sit back and watch the Putin regime rot.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons XI

2015-03-11

 

Fonte: Jesus and Mo.

A new low: Charlie Hebdo’s murdered staff receive an ‘Islamophobe of the Year’ award

 

Compreender o putinismo XX

Foto: Vladimir Filonov/MT

Foto: Vladimir Filonov/MT

Na Rússia de Vladimir Putin, um museu sobre os Gulag irá reabrir com a particularidade de ignorar os crimes do ditador Pai Josef Vissarionovitch Stalin.

Gulag Museum to Reopen But Proof of Stalin Crimes Removed, Director Says

Perm-36 museum director Viktor Shmyrov said the “memorial won’t disappear, but the museum has been taken over by other people appointed by the new authorities, who have totally changed the content,” BBC Russian Service reported Wednesday.

“Now it’s a museum about the camp system, but not about political prisoners. They don’t talk about the repressions or about Stalin,” he was quoted as saying.

Arseny Roginsky, president of Russia’s leading human rights group Memorial — which founded the museum two decades ago — said the new management included former prison camp guards, AFP reported.

“The museum’s format is being completely changed,” Roginsky was quoted as saying. “It’s tragic that a museum to Soviet terror will be transformed into a museum to the penal system.”

The takeover of Perm-36, which is located in the Perm region, comes as an increasing number of Russians express favorable views of Stalin and amid the government’s glorification of its Soviet past.

NYT “crop” de referência

bush

George W Bush cropped out of New York Times front cover image of Selma march

US newspaper accused of “liberal bias” after using image of Selma anniversary march on front page showing Barack and Michelle Obama, but with George and Laura Bush missing

Os casos fiscais de Pedro Passos Coelho e António Costa

O resumo dos casos recentes envolvendo Pedro Passos Coelho e António Costa oportunamente elaborado pelo Carlos Guimarães Pinto já contabiliza mais de 1000 partilhas no Facebook.

Leitura complementar: Da ditadura fiscal à miséria moral.

Ditadura fiscal e miséria moral

O meu artigo de hoje no Observador: Da ditadura fiscal à miséria moral.

(…) a Autoridade Tributária (uma designação que em si mesma é já todo um programa…) que impõe prazos e obrigações declaratórias aos cidadãos é a mesma entidade que frequentemente não cumpre prazos e falha nas notificações. Acresce que, por via do alegado “combate à evasão” (o tal que supostamente propiciaria baixas de impostos que ainda ninguém viu), o ónus da prova está hoje cada vez mais invertido, de tal forma que em muitos casos, na prática, é já o cidadão que tem de provar a sua inocência face à máquina fiscal.

O artigo pode ser lido na íntegra aqui.

Incompreensão

Jorge Sampaio recebeu um doutoramento honoris causa na Universidade do Porto. Aproveitou a ocasião para demonstrar, mais uma vez, a sua invulgar capacidade para incompreender o mundo à sua volta. Disse Sampaio: «A questão está em saber como é que nós saímos deste colete-de-forças e como é que conseguimos crescer economicamente, socialmente mantermos a Europa com o sentido que ela sempre teve desde a sua fundação. (…) [A] União Europeia assiste hoje a inadmissíveis anátemas morais decretados por alguns Estados-membros e a uma triunfante cultura de ortodoxia financeira que tem conduzido a situações sociais insustentáveis, a uma preocupante deflação e à mácula desencorajadora projetada pelos seus milhões de desempregados. (…) [Estamos] longe do tempo em que se conciliava eficácia económica com coesão social e se declinava no plano das decisões, de vários modos, a palavra solidariedade. (…) [A Europa] precisa de encontrar uma linguagem que dê satisfação aos cidadãos em geral porque é disso que se trata.»

Fica sempre bem dizer estas coisas. Uma pessoa parece sempre mais séria e profunda quando apela à solidariedade. Mesmo quando o que diz está pejado de equívocos:

  • Em primeiro lugar, as medidas com que a Europa se depara, particularmente países como Portugal, não são uma questão de “eficácia económica” mas antes de evitar o descalabro. Para alguém que usou a famosa expressão “há vida para além do défice” e precipitou a entrada em funções do coveiro do país, recomenda-se mais recato.
  • Se estamos num “colete-de-forças”, não será por termos entrado nele desavisados. Dificilmente sairemos seguindo o caminho que nos levou a entrar nele, por mais apelos à solidariedade que se façam e mais boa vontade que demonstremos.
  • Afirmar que estados soberanos defenderem os seus interesses é o decretar de “inadmissíveis anátemas morais” é, em si mesmo, um “inadmissível anátema moral”. Isto da moral dá para os dois lados.
  • Não é encontrando “uma linguagem” que se resolvem os problemas. Quanto mais não seja por ser notório que o actual secretário-geral do PS usa várias, diferentes consoante a plateia.

Ai Lello, recordar é viver

lello

José Lello não declarou conta de 658 mil euros Deputado do PS esteve 14 anos sem declarar este valor ao Tribunal Constitucional

Leitura complementar: Pode um homem que tenha falhado o pagamento de impostos no passado ser primeiro-ministro de Portugal?

Um novo paradigma de democracia radical

Cerco a Tsipras: Acordo não será sujeito a votação no parlamento

Está decidido. Acordo de extensão concluído na terça-feira irá ser debatido no parlamento de Atenas, mas não irá haver lugar a votação. Cresce a oposição a Alexis Tsipras dentro do partido Syriza.

Leitura complementar: Da espiral recessiva aos cantos do Syriza; Razões para ter esperança no Syriza; O socialismo europeu e o Syriza.

Compreender o putinismo XIX

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

After Boris Nemtsov’s Assassination, ‘There Are No Longer Any Limits’, por Julia Ioffe.

Even if one of these theories were true, none of Moscow’s embattled liberals would be convinced. “I will never believe it,” Yevgenia Albats, editor of the liberal magazine New Times and an old friend of Nemtsov, told me. “This is not about some domestic affair. These were absolute professionals.” Ilya Yashin, a member of Nemtsov’s Solidarity Party, was of the same mind. “It’s totally obvious for me that it’s a political killing,” he said. “I don’t have the slightest doubt about that.” Maxim Katz, another opposition activist, claimed on Twitter that, any way you slice it, Putin is responsible: “If he ordered it, then he’s guilty as the orderer. And even if he didn’t, then [he is responsible] as the inciter of hatred, hysteria, and anger among the people.”

It’s hard to argue with this last point. Putin’s aggressive foreign policy, his increasingly conservative domestic policy, his labeling the opposition a “fifth column” and “national traitors,” his state television whipping up a militant, nationalistic fervor — all of this creates a certain atmosphere. Putin, after all, has a history of playing with fire, only to have the flames get away from him. After years of the Kremlin tacitly supporting ultranationalist, neo-Nazi groups, the same skinheads staged a violent protest at the foot of the Kremlin walls in 2010 while riot police officers stood by and watched helplessly. Today, a rabid nationalism has swallowed up most of the country, and it is no longer clear that Putin can control it. “In this kind of atmosphere, everything is possible,” Pavlovsky told me. “This is a Weimar atmosphere. There are no longer any limits.”

Until relatively recently, the risks opposition activists knew they were taking on were not generally thought to be life-threatening. The government was likely to hassle activists and make their lives uncomfortable, but mostly it just marginalized them, like the town fool. This began to change with the arrests of protesters in the summer of 2012. When Navalny was sentenced to five years in prison a year later, it came as a shock; this had never been done before. Even after the sentence was suspended, it seemed to be a warning to the opposition.

Nemtsov’s assassination took that warning to its logical conclusion. Now, “we live in a different political reality,” tweeted Leonid Volkov, a prominent opposition activist. “The fact that they killed him is a message to frighten everyone, the brave and the not brave,” Yashin said. “That this is what happens to people who go against the government of our country.” Anatoly Chubais — who, like Nemtsov, served in the Yeltsin government, and who remains close to Putin — visited the site of the shooting this morning. “If, just a few days ago, people in our city are carrying signs that say ‘Let’s finish off the fifth column,’ and today they kill Nemtsov,” he said in astatement, referring to the Kremlin-sponsored anti-Maidan protest in Moscow last weekend, “what will happen tomorrow?” Or, as Albats put it, “Hunting season is open.”

Nemtsov had been confiding to friends of late that he was growing frightened. This summer, he went to Israel to hide out for a few months, fearing arrest. He told Albats that he worried he wouldn’t be able to withstand a stint in a Russian penal colony. In the fall, he filed a police report because of threats he was receiving on social media. It didn’t seem to go anywhere. Recently, he even let his bravado slip in public, telling an interviewer two weeks ago that he was scared Putin would kill him.

And yet, he didn’t let up. According to Albats and Yashin, Nemtsov was working on a particularly incendiary report that he planned to call “Putin and Ukraine,” which would trace the stream of weaponry flowing from Russia to separatists in the Donbass. He was meeting with the families of Russian men who had died fighting with the separatists. He kept up his withering attacks on Facebook and Twitter. He kept traveling to Ukraine and meeting with president Petro Poroshenko, something that couldn’t have gone unnoticed by the Kremlin’s security agencies. And still, Nemtsov never hired a bodyguard. He walked home through Moscow late at night unprotected.

And he almost made it. His apartment building was visible from the bridge. “From his window, where he worked out in the mornings, you can see the place where he was killed,” Romanova told me. “For many years, he saw the place where they would kill him.”

O valor da palavra do Syriza…

Grécia garante pagamento ao FMI, mas não ao BCE

A Grécia quer começar a discutir com os seus credores uma extensão do prazo de pagamento da sua dívida pública, diz o seu ministro das Finanças numa entrevista à Associated Press. Yanis Varoufakis garante ainda que a Grécia vai pagar a sua dívida ao Fundo Monetário Internacional (FMI) mas põe em causa os reembolsos ao Banco Central Europeu (BCE).

Continuar a ler

Compreender o putinismo XVIII

 

Foto: Wikipedia

Foto: Wikipedia

O político russo Boris Nemtsov suicidou-se foi assassinado no centro de Moscovo com quatro tiros no peito. Opositor político de Putin, era um dos organizadores da marcha anti-guerra prevista para 1 de Março. Parece claro que estava ao serviço e foi morto pela CIA.

Boris Nemtsov: Yes, I’m afraid that Putin will kill me (entrevista de 10 de Fevereiro)

Adenda: Entretanto, Putin auto-nomeou-se chefe da investigação. O homem não tem descanso na defesa da sua honra.

Vladimir Putin has already proposed a theory about Boris Nemtsov’s assassination — that his killing was a provocation presumably (according to this theory) to make the Kremlin look guilty. The Russian state-operated TASS reports (translated by The Interpreter):

“Putin noted that this cruel murder had all the hallmarks of a contract job and bears an exclusively provocational character,” said Peskov [Putin’s press secretary – The Interpreter].

According to him, “the head of state has instructed the leaders of the Investigative Committee of the Russian Federation, Interior Ministry and FSB to create an investigative group and to keep the course of the investigation of this crime under his personal control.”

James Miller, Pierre Vaux

BorisNemtsov

Imagem de arquivo que capta Boris Nemtsov com a bandeira ucraniana na mão, ladeado pela ex-PM ucraniana Yulia Tymoshenko e ao fundo, o actual Presidente Petro Poroshenko.

António Costa: Portugal está diferente (video)

António Costa fala de um Portugal diferente à CCTV

(via Miguel Abrantes)

Leitura complementar: Acreditar em Portugal.

Procura-se consciência na Câmara de Lisboa

Roseta diz que Salgado tinha “perfeita consciência” dos 4,6 milhões.

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa diz que o vereador Manuel Salgado “tem perfeita consciência” de que a isenção de taxas e compensações urbanísticas que a Câmara de Lisboa propôs que fosse concedida ao Benfica é de 4,6 milhões de euros e não de 1,8 milhões. Então por que é que o autarca nunca corrigiu o valor que tem sido divulgado? “Isso pergunte-lhe a ele”, responde Helena Roseta, recusando fazer uma leitura desse facto.

Exercícios intelectuais nas fronteiras do conhecimento e da paz

Rússia anuncia manobras militares na fronteira com Estónia e Letónia,

Polónia não aprecia comemorações.

 Suécia e a Finlândia assinaram um pacto militar entre si como resposta à crescente ameaça da Nato.

I Have Never Left Russia“.

Os oito erros que levaram a Ucrânia a invadir várias regiões da Rússia.

Showbiz (arquivo cultural-caridoso do então PM russo).