Fidel Castro e o tráfico de droga “revolucionário”

Patria o Muerte: Livro de memórias envolve Fidel Castro em redes de tráfico de droga

No livro “A Face Oculta de Fidel Castro”, Juan Reinaldo Sánchez afirma que em 1988 ouviu inadvertidamente através do circuito interno de vigilância e gravação o presidente cubano a autorizar a proteção temporária de um traficante sul-americano (“lanchero”) no país a troco de 75 mil dólares.

“Foi como o céu me caísse em cima. Aturdido, incrédulo, petrificado, queria acreditar que ouvira mal ou que estava a sonhar, mas, infelizmente, era a realidade. Em poucos segundos, todo o meu universo, todos os meus ideais caíram por terra”, escreve Juan Reinaldo Sánchez, que a partir desse momento viu desmoronar-se a imagem que tinha de Fidel Castro.

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Socialismos dos partidos dos taxistas

Fotografia do Público

Fotografia do Público

Depois dos dilúvios que afectam a cidade de Lisboa sempre que chove, situações de desastre que apenas acontecem porque os serviços camarários não são avisados, o CDS de Lisboa decide que importa regulamentar a actividade dos tuk tuk na capital.

O CDS quer que a actividade dos tuk tuk em Lisboa passe a estar limitada a um conjunto de circuitos pré-definidos e se restrinja ao período diurno, “por forma a compatibilizar os interesses e necessidades” de quem vive na cidade, de quem a visita e “de quem dela depende para desenvolver os seus negócios”.

Nesse sentido, o vereador do CDS na Câmara de Lisboa vai apresentar esta quarta-feira uma moção, na qual recomenda ao município que avance com a regulamentação da actividade destes triciclos motorizados. Em declarações ao PÚBLICO, João Gonçalves Pereira sublinha que essa regulação deve ser vista por todos os agentes como “algo positivo, não negativo”, assente na ideia de que “qualquer país e cidade deve proteger aqueles que neles investiram”.

Na sua moção, há essencialmente três aspectos relativamente aos quais o autarca centrista defende que a câmara deve definir regras, depois de ouvir os empresários do sector: a tomada e largada de passageiros, os circuitos e os horários.

Em sentido contrário ao das várias propostas de regulamentação da actividade turística, apraz-me recordar as palavras de Adolfo Mesquita Nunes,

“A liberalização da economia resulta. Quando o Estado dá espaço às empresas, as empresas respondem, e respondem com criação de emprego e crescimento.” Redução de taxas, liberdade de acesso e redução de custos para as empresas foram os três pontos de viragem. “Costumo dizer que há que desamparar a loja. Ninguém cria uma empresa, de animação turística ou outra qualquer, se tiver de percorrer um calvário de licenciamentos e pagar um amontoado de taxas. (…) Sendo constituída por micro e pequenas empresas, muitas delas resultado de empreendedorismo, a animação turística é um dos sinais e exemplos do relevo do turismo na criação de emprego. “

Como moral da história, aos interessados, aconselho a leitura do certeiro artigo do Alexandre Homem Cristo no Observador, Tuk-tuks: mudança ou ameaça?

(..) A história em si não tem nada de surpreendente. A incapacidade de adaptação aos tempos, a inveja pelo sucesso dos outros, a obsessão pelo proteccionismo, a exigência que o Estado esteja sempre lá para decidir, regulamentar e, sobretudo, preservar a rentabilidade de sectores empresariais que deixaram de ser rentáveis. Tudo isso é Portugal. E é, aliás, por essa razão que este caso é tão interessante – porque ultrapassa a luta específica de um sector e representa, na verdade, o confronto entre a concretização da mudança e o país que somos. Um país que pede essa mudança mas que não gosta quando ela acontece. Um país que se orgulha de ser um destino turístico de excelência, mas que vê o sucesso das empresas do sector como uma ameaça. Um país que quer ser mais livre e próspero mas que não consegue ultrapassar a sua dependência do Estado.

No fundo, é isto: um país que não aprende com os seus erros e onde os bons exemplos de sucesso e de governação parecem nunca ser suficientes para impor a mudança. Um país onde o socialismo parece vencer sempre.

 

O multiplicador keynesiano em acção

Um caso estranho – entre muitos – em que o popularmente famoso multiplicador keynesiano não parece ter funcionado, apesar de uma forte e inequívoca aposta no investimento público: Câmaras com a corda na garganta

Um dos municípios mais desequilibrados do ponto de vista financeiro, com cerca de 20 milhões de euros em dívida, Vila Nova de Poiares é um local sui generis. Tem piscina municipal, centro cultural, parque de desportos radicais, uma imponente “Alameda” onde se realizam eventos ao ar livre, uma enorme cruz no centro da localidade, um jardim com estátuas que evocam profissões tradicionais da região e um sem número de outras coisas vistosas. Mas não tem saneamento básico. Em média, cada um dos 7200 habitantes deve 2776 euros mas a Câmara só recolhe receitas de 890 euros por munícipe.

O novo código deontológico dos jornalistas

El Estado Islámico publicó 11 puntos para los periodistas que trabajan en su zona de influencia.

Ainda que vagamente relacionado, vale a pena ler a pequena crónica do João Pereira Coutinho sobre o estado a que chegou a imprensa escrita, Para horror dos Otários.

1 – Los corresponsales deben jurar alianza al Califa (Abu Bakr) al Baghdadi (…) son súbditos del Estado Islámico y, como tales, deben jurar lealtad a su imán.

2 – Su trabajo deberá estar bajo la exclusiva supervisión de las oficinas de prensa del EI.

3 – Los periodistas pueden trabajar directamente con agencias internacionales (Reuters, AFP, AP), pero tienen que evitar todas las cadenas internacionales y locales de televisión. Tienen prohibido proveer cualquier material exclusivo o tener contacto con ellos en cualquier capacidad.

4 – Los periodistas tienen prohibido trabajar con las televisiones en la lista negra que luchan contra los países islámicos (al Arabiya, al Jazeera y Orient).

5 – Los periodistas tienen permiso para cubrir eventos en la región por escrito o con imágenes si contactan con las oficinas de prensa. Todas las fotos y textos publicados deberán tener el nombre del autor.

6 – Los periodistas no podrán publicar nada sin pasarlo antes por la oficina de prensa del EI.

7 – Los periodistas pueden tener sus propias cuentas de redes sociales y blogs para difundir noticias e imágenes. Sin embargo, la oficina de prensa deberá tener las direcciones y nombres de estas cuentas y páginas.

8 – (…) deberán cumplir las normas (…) y evitar filmar lugares o eventos de seguridad donde esté prohibido.

9 – El EI seguirá los trabajos de periodistas en medios locales y nacionales.

10 – Todas estas normas pueden cambiar, dependiendo de las circunstancias y el grado de cooperación entre los periodistas y su compromiso con los hermanos en la oficina de medios de EI.

11 – Los periodistas tendrán licencia para trabajar una vez solicitada a las oficinas de prensa del Estado Islámico.

SOS Soares

Mário Soares, o defensor dos oprimidos e fracos continua a não ter amigos capazes de o proteger e cuidar.

 “Foi um grande presidente de câmara e considero que foi injustiçado”, disse Soares, interrogando-se: “Quando há pessoas que roubam milhões e estão soltas, como é que ele foi preso sem razão nenhuma?”

Soares não foi a casa de Isaltino, mas Isaltino foi assistir à palestra de Soares. E no final houve mais do que um abraço. E todos calorosos.

Transparência e decência

Transparência? Por José Manuel Moreira.

Sujeitar a escrutínio redobrado quem tem esses “poderes e cargos” é prudente, mas já temos melhor: verdade, honestidade, coerência e cumprimento da palavra dada. Expressões de decência que perderam para o tique da transparência, que vingou, em especial, na vida política: dos submarinos ao BPN e ao BES, do Freeport à Tecnoforma, que serviu a Seguro para desafiar Passos a autorizar o levantamento do sigilo bancário.

Aprendizagem crítica comunista

RitaBernardino

Afinal existem gulags na Coreia do Norte. Está criada a oportunidade para que a Rita Rato, com o inestimável apoio do camarada Bernardino possa estudar e ler algo sobre a matéria, de acordo com a cartilha oficial do PCP.

Leituras complementares: É melhor consultar primeiro o camarada BernardinoPor cá a Rita Rato disse o mesmo sobre o Gulag.

Hong Kong e os aliens imperialistas

ovni

Moscovo revela ao mundo que os EUA estão na base dos protestos que acontecem em Hong-Kong. No entanto, pouco tempo depois o serviço de propaganda ao serviço de Vladimir Putin, faz um update informativo para a audiência de 120 milhões de pessoas no qual dá conta que uma força extra-terrestre é a culpada pelo levantamento popular no antigo território sob administração britânica. A dúvida que permanece por esclarecer é se os protestos de Hong-Kong não resultam de uma acção concertada entre os habituais imperialistas e os et’s.

No início de Julho a polícia de Hong Kong deu ordem de prisão a mais de meio milhar de pessoas que participavam num protesto nocturno pacífico que exigia a aplicação de reformas democráticas. As autoridades chinesas afirmaram em comunicado que os manifestantes foram detidos por reunião ilegal. Dezenas de milhares de manifestantes marcharam pelas ruas de Hong Kong para exigir uma maior participação na eleição do próximo líder da cidade. Tal como agora, os manifestantes ameaçaram ocupar edifícios e o coração financeiro da cidade se os seus protestos não forem escutados.
Há muito que os cidadãos de Hong Kong reclamam por maiores liberdades no território chinês e ex-colónia britânica. Este tipo de marchas têm lugar todos os anos mas a deste ano foi especialmente concorrida em função do referendo não oficial que teve lugar e no qual 97 por cento dos 800 mil votantes manifestaram o desejo de poder decidir quem se candidatará ao cargo de chefe executivo da cidade cuja eleição está prevista para 2017. A China indicara em 1997 que iria permitir que as autoridades do território posssam ser eleitas por sufráugio universal mas reserva-se no direito de escolher os candidatos.
Pelas comemorações do 17º aniversário do regresso da ex-colónia britânica à soberania chinesa, cerca de 500 mil pessoas segundo dados da organização manifestaram-se em Hong Kong para exigir a total liberdade democrática para o território e a redução da intervenção do governo da China nos assuntos locais.  Para já, este conjunto de iniciativas que exigem uma melhor democracia, teve como condão centrar os olhos do mundo no pequeno território chinês que goza de alguma autonomia, causando controvérsia entre os sectores políticos, financeiros e comerciais pelos receios das consequências imprevisíveis que podem acontecer num dos principais centros financeiros e económicos da Ásia.
Também Macau organizou a sua própria consulta popular. A iniciativa que teve lugar entre os dias 24 e 30 de Agosto, pode ser vista como um raro protesto em Macau na qual os promotores, sem o suicesso de Hong Kong, esperaram que milhares de pessoas participassem na consulta. As críticas do governo de Pequim não se fizeram esperar à iniciativa que pretendia através da realização de um referendo não oficial decidir sobre a eleição directa dos seus futuros líderes em 2019. À semelhança do que aconteceu em Hong Kong, a consulta procurava auscultar a opinião dos macaenses sobre se querem eleger o chefe executivo local através de sufráugio directo e universal. De igual modo, as autoridades chinesas no território que fora administrado por Portugal fizeram saber que os responsáveis pela campanha não têm o direito de convocar um referendo.

Os activistas macaenses para fazerem vingar o seu objectivo apontam o caso do actual governo autónomo chefiado por Fernando Chui Sai-on que foi eleito, tal como os seus sucessores, por um comité eleitoral composto por 400 pessoas e que é controlado por grupos de pressão dos sectores económico e político macaenses. Uma iniciativa semelhante realizada em 2012 defraudou as expectativas dos promotores pela participação de apenas 2600 pessoas. Independentemente da aceitação e adesão popular da consulta popular parece claro que China, Macau e Hong Kong, apesar de formarem um único um país e em teoria existirem dois sistemas, em nenhum deles cabe o sentido mais anoréctico e estrito da democracia liberal.

Podia-lhe ter dado para a solidariedade

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Alá falou-lhe ao neurónio e ele foi obrigado a decapitar uma colega de trabalho. Incidente que as autoridades logo se prontificaram a confirmar que não tinha nada a ver com o Islão.

Festa é festa

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Na Venezuela a escassez de alimentos, as dificuldades económicas e a perseguição política teimam em persistir. No entanto, nem tudo é péssimo no paraíso terreno: Caracas vai dançar ao som de cinco orquestras cubanas.

A saga dos Merah

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Depois do turismo, o regresso.

Three Frenchmen, including the brother-in-law of a Toulouse-based al Qaeda-inspired gunman who killed seven people in 2012, were arrested on Tuesday at a Paris airport suspected of having joined Islamic militants in Syria, a French official said.

Around 150 militants who fought with rebel groups in Syria and Iraq have returned to France, requiring “massive” resources for surveillance and other security measures to prevent attacks.(…)

The three men including the husband of Souad Merah, whose brother Mohamed killed seven people including three Jewish children in March 2012, were arrested at Orly airport in Paris. (…)

Leituras complementares: Mohamed Merah e as restantes “vítimas da sociedade”Em nome do quê?; Falta de vergonha;  Rock the casbah.

 

Compreender o putinismo X

Fazer turismo com maus gps’s na Ucrânia é perigoso e pode ser fatal. A equipa da BBC que trabalha sobre o assunto foi bem recebida na Rússia que, por sinal, tem em vigor uma lei da cópia privada um tanto agressiva.

Ocupar é divertido

É urgente ocupar o Twitter dos ocupas.

Activists who organized the dormant Occupy Wall Street movement are suing another activist for control of the main Twitter account, and one of the plaintiffs says there was no other option but to turn to litigation to solve the dispute.

The conflict centers around @OccupyWallStNYC, one of the main Twitter feeds that distributed information during the movement’s heyday in 2011. The OWS Media Group filed a lawsuit against organizer Justin Wedes on Wednesday, which is also the third anniversary of the beginning of Occupy Wall Street. The group, led by activist Marisa Holmes, is seeking control of the Twitter account as well as $500,000 in damages.

The Twitter account, which used to be shared among several activists, is now under the control of Wedes, who explained his decision to take over the Twitter feed in a blog post in August:

A thread about “self-promotion” became just another shaming session. If we start from a place of assuming bad intentions – i.e. discouraging “self-promotion” over encouraging solid, relevant content – we will end up with rules that shame rather than empower. Group members took on the task of limiting others to “1 to 2 tweets per day” (or week) on a topic, a form of censorship that would never have been allowed in the earlier days of the boat. I had to say enough!

“We can either go and beat him up or we can go to court,” Holmes, a video editor who was part of the core organizing team of Occupy, told BuzzFeed News. “And quite frankly if we go and beat him up then we could end up with countersuits against us, and that puts us in a more damaging position and we don’t really want to do that anyway.”

 

O sonho comanda a jihad e burocracia quer dar cabo dela

O jovem conhecido como Mohammad Daniel, Abu Abdul Rahman ou mesmo Mark John Taylor, foi forçado a emigrar. Rumo a vida mais plena, assentou na Síria. A experiência como “soldado de Alá” não terá corrido de acordo com os sonhos revelados pelo Altíssimo. Como se a vida de terrorista não fosse suficientemente agreste, a má sorte parece perseguir o bom muçulmano: um infeliz incêndio queimou o seu passaporte e as autoridades neo-zelandesas parecem não estar muito receptivas a emitirem um novo documento. Parece impossível não percebem os desejos do viajante aventureiro Mohammad Daniel em sair da Síria. O homem pela bondade da missão praticada, merece regressar a casa e em classe executiva, que a viagem ainda é longa. Alguém lança uma petição?

Manuel Alegre e a liberdade de expressão

O tenente-coronel aviador (na reforma) Brandão Ferreira e o diretor do semanário “O Diabo”, Esteves Pinto, foram hoje absolvidos do crime de difamação contra o histórico dirigente socialista Manuel Alegre.

O tenente-coronel João José Brandão Ferreira foi julgado por difamação por causa de artigos publicados em blogues, tendo o arguido reiterado em julgamento a tese que Manuel Alegre cometeu, aos microfones da rádio Voz da Liberdade, em Argel, traição à pátria, ao incitar os militares portugueses a desertar, ao conviver com os líderes dos movimentos de libertação de Angola, Moçambique e Guiné e ao ajudá-los na guerrilha contra as tropas portuguesas no Ultramar.

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Mais uma conspiração sionista revelada

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Desta vez a sorte coube ao Krav Maga. É preciso estar atento à Angelina Jolie, ao Brad Pitt, aos ginásios, academias e federações por esse mundo fora.

(…) Mashregh warns that Israel is now undertaking “mysterious activities” involved in spreading Krav Maga worldwide. The news site concludes that it cannot yet give an answer as to what is behind Israel’s plot to spread the martial art, but notes that the dangerous trend should be observed.  Mashregh’s comments come amid reports that Hollywood celebrities, particularly Brad Pitt and Angelina Jolie, are taking lessons in Krav Maga.  Mashregh regularly features articles accusing Israel and Hollywood of various covert plans for world domination. In 2012, the news site wrote that Israel and Hollywood were working together to promote homosexuality as part of a global plot to subjugate humankind in a plot based in Tel Aviv, which Mashregh described as the “gay capital of the world.”

Terror: conferência de doadores

O apoio dificilmente podia ser mais evidente. Claro que continua a haver espaço para trazer à discussão as Grandes Guerras, o império norte-americano e a existência de Israel.

Standing at the front of a conference hall in Doha, the visiting sheikh told his audience of wealthy Qataris that to help the battered residents of Syria, they should not bother with donations to humanitarian programs or the Western-backed Free Syrian Army.

“Give your money to the ones who will spend it on jihad, not aid,” implored the sheikh, Hajaj al-Ajmi, recently identified by the United States government as a fund-raiser for Al Qaeda’s Syrian affiliate.

Compreender o putinismo VI

Revealed: the Kremlin files which prove that Nato never betrayed Russia

Secret official records contradict the stab-in-the-back myth that justifies Russian expansionism

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo III.

Vergonha em tons multiculturais II

Rotherham child sex scandal: these children were victims of ‘anti-racism‘, por Daniel Hannan.

Leituras complementares: Vergonha em tons multiculturais, Rotherham, socialismo e multiculturalismo.

Rotherham, socialismo e multiculturalismo

Não são monstros, são só socialistas. Por Vitor Cunha.

Durante 14 anos, Rotherham (população 257.600 em 2012) pouco viu de especial no que diz respeito a violações por grupos, banhos de gasolina e plateia infantil para violentas (redundância) violações. Nada de especial, não: já em 2006 se sabia da existência de profissões “alternativas” para jovens paquistaneses e outros denominados no Reino Unido como “asians” no tráfico sexual de crianças.

Já referi que a maioria das vítimas foram crianças brancas, do sexo feminino? Este facto é importante para que os socialistas bons me possam apelidar de racista. Note-se: nenhum dos responsáveis – como a senhora Thacker – é um monstro; são apenas socialistas na engrenagem da máquina socialista.

Vergonha em tons multiculturais

Por mero acaso assisti à notícia dada no Jornal da Tarde, RTP1. Do que me lembro de ter visto, os vikings poderiam ter sido os autores dos hediondos crimes.

ROTHERHAM: 1400 CHILDREN GROOMED, DRUGGED AND RAPED BY MULTICULTURALISM

Da Turquia

Para os amigos da Palestina unida, com amor.

Hamas Coup Against Abbas Foiled.

A large scale operation mounted from May to August by the IDF and Israel Security Agency (ISA or Shin Bet) foiled a Hamas network’s plot to carry out a coup in the Palestinian Authority (PA) in Judea and Samaria.

The news about the operation was under a gag order until today.

The Hamas infrastructure in Judea and Samaria was controlled by a Hamas HQ in Turkey. The plot was to carry out a series of cruel terror attacks against Israel and create a situation of security instability, then take advantage of that situation to take over the PA.

Israel announced that 93 Hamas terrorists were arrested in the operation. Of these, 46 were taken to interrogation by the ISA. Hamas terror funds amounting to over 600,000 shekels (about $170,000) were confiscated and weapons including 54 guns, 6 handguns and 7 RPGs were seized.

The network was assisted by an additional array in Jordan and on carriers, who carried funds amounting to over 2 million NIS into Judea and Samaria for the purchase of weapons and hideout apartments.

The military infrastructure was headed by Riad Nasser, 38, of Deir Kadis in the Binyamin region, who has served several stints in jail for Hamas terror activity.

Nasser was recruited by Saleh Alaruri, 47, who is in charge of the Hamas infrastructure in Judea and Samaria, and who is currently in Turkey. Nasser’s interrogation revealed a carefully crafted plan for toppling the PA government of Mahmoud Abbas.

Um ano depois da guerra justa

Church

Contra os tipos a soldo da CIA e da Mossad.

One Year after Historic Attacks, Egypt Has Yet to Aid Christians

Few church buildings restored as Copts struggle to rebuild their lives.

One year after the attacks, Mina Thabet can still see the ruins in his mind; a seemingly endless series of scorched, hollowed-out church buildings, schools, homes and businesses stretching out across Egypt.

On Aug. 14, 2013, thousands of Muslims began a four-day rampage throughout the country seeking revenge for the military-backed, popular ouster of the Islamist president Mohamed Morsi. They attacked anything remotely associated with Christ, Christians or Christianity.

When it was over, Thabet, a well-known Coptic human rights activist, went to survey the damage. He said it was a life-changing experience.

“I visited Minya – it was awful,” he said. “When I got to the Corniche area, I saw how much damage had been done, and I saw the bathroom that had what remained of two people who were burned alive inside.”

A year has passed since the attacks, but Mina and others say that Christians are still struggling to rebuild their lives. After the first day of attacks, then-Defense Minister Abdel Fattah El-Sisi, now the nation’s president, publicly promised that the army would restore all church buildings destroyed in the attacks. Only five of the 32 destroyed church buildings have been rebuilt.

More importantly, Mina and others said, Christians have received no government assistance to replace more than 100 homes, businesses and other personal property lost in the attacks.

“There were three stages for rebuilding and renovating churches,” Mina said. “Of the three stages, they haven’t finished the first step, which doesn’t even include 10 churches. They haven’t done anything to help the people.”

Sporting, Benfica, FC Porto e a banca

Declarações interessantes, também pelo timing: Moniz critica perdão da dívida ao Sporting

«Há cerca de um ano e meio [altura da eleição de Bruno de Carvalho como presidente do Sporting], o sistema financeiro introduziu um factor de distorção competitiva inexplicável, quando decidiu perdoar a um determinado clube dívida contraída e quando em relação à dívida remanescente, decidiu reescaloná-la em 20 anos. (…) «O Benfica e o FC Porto são clubes cumpridores e não tiveram nem perdões de dívida, nem taxas de juro de favor, nem incumpriram pagamentos de juros ou de capital», acrescentou o administrador da Benfica SAD e vice-presidente do clube.