José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI (2)

TV Buíça: Apologia do regicídio em prime time. Por João Vacas.

Leitura complementar: Observador: um ano de serviço público.

Pela marcha patriótica do aumento da produção socialista

Maduro

O governo bolivariano expande a planificação socialista em todas as empresas do estado. Um sonho tornado realidade, graças ao superior empenho do camarada/presidente Maduro.

Casos de Polícia II

O Guilherme Marques da Fonseca, VP do Instituto Mises Portugal, levantou um tema que, apesar de ter sido bastante mastigado na última semana pela comunicação social, é sempre pertinente e muitas vezes esquecido: a violência policial:

As sementes de Salazar, os colaboradores e informadores do antigo regime, os beatos da sargeta estatal, aqueles que odeiam (ou temem) a liberdade e toda a sua magnificência, todos eles se regozijaram aquando das bárbaras agressões deste domingo em Guimarães. Dizia-nos um certo cantor português, que, hoje eles vestem as cores de conhecidos partidos.

Mas não foram os únicos a fazê-lo. Um pouco por todas as redes leram-se comentários de ódio (como aqueles do “alguma coisa o sacana deverá ter feito para comer”, ou a minha favorita, “quem não quer problemas não vai à bola nem leva os filhos”).

(…)Como pode o corporativismo da PSP estar a fazer de tudo para descredibilizar José Magalhães, ao ponto de forjar deliberada e criminosamente o suposto passado “violento” do empresário de Matosinhos? Continuar a ler

José Alberto Carvalho e a apologia do terrorismo progressista na TVI

De televisão da igreja católica a televisão da carbonária. Por Helena Matos.

Via Corta fitas cheguei a este video do telejornal da TVI apresentado do Museu dos Coches. A finalizar o dito bloco informativo José Alberto Carvalho mostrou o landau onde viajava D. Carlos no dia do regícidio. Aí começa uma singular peça jornalística de apologia do assassínio em nome da República.

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Google, Twitter e Facebook em russo

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É do interesse universal que parem de violar a censura as leis russas. A santa mãe Rússia deu-se ao trabalho de os avisar, antes do envio dos “homens verdes”.

Adenda: Pavel Durov explica o processo de “nacionalização” da sua empresa.

George Galloway à fartazana

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

George Galloway referred to police by MP expenses watchdog after complaint by former PA

George Galloway’s use of parliamentary funds has been referred to the police by an expenses watchdog following a complaint by his former assistant.

The Independent Parliamentary Standards Authority (Ipsa), which oversees MPs’ business costs and their use of public money, has investigated claims made by Aisha Ali-Khan.

She had lodged an official complaint alleging that while she worked for Mr Galloway, she spent a large amount of time on non-parliamentary duties including underwear shopping, making preparations for his wedding and helping the Viva Palestina charity.

Não correu como o esperado

Arrested for reporting on Qatar’s World Cup labourers

O esforço de relações públicas das autoridades do Qatar. Também nesta área, não existem soluções mágicas e se existem, são de desconfiar.

O jornalista da BBC Mark Lobel foi convidado a vistar o país do Médio Oriente que organizará o Campeonato do Mundo de futebol de 2022 e que tem tido alguns problemas de imagem provocados pelas más condições de trabalho dos imigrantes envolvidos na preparação do evento.  Mark Lobel (e o resto da equipa) acabou por ser preso por se ter aventurado em fazer o  trabalho por sua conta e risco, fora do controlo das autoridades.

Outros mares de imigrantes II

38 Cuban migrants intercepted last month as they tried to reach America are STILL stranded on Coast Guard cutter as Cuba refuses their re-entry.

 

António Costa sobre a privatização da TAP em 2012 e 2015

Fevereiro de 2012: António Costa defende integração da TAP numa grande companhia latino-americana

“Tenho dito e repito que a privatização da TAP é a mais crítica que está em cima da mesa, assim como a privatização da ANA, e acho que era útil para o país do ponto de vista estratégico uma estratégia de fusão por integração entre a TAP e uma grande empresa e a integração da ANA com os aeroportos brasileiros”, acrescentou.

Uma tal opção permitiria, considerou, “captar investimento e consolidar” essa centralidade atlântica”.

Maio de 2015: Privatização. António Costa espera que nada de irremediável aconteça na TAP

Questionado pelos jornalistas sobre a entrega de três ofertas vinculativas para a compra da companhia aérea, António Costa sublinhou que a TAP “é uma condição essencial da nossa soberania” e pediu cautela.

O PS, repetiu, “fará tido para que o Estado não perca o controlo da empresa”, manifestando a esperança que de alguns candidatos tenham feito ofertas para menos de 50% do capital. Mas tal não terá acontecido, porque isso levaria à exclusão do candidato, tendo em conta as exigências do caderno de encargos.

(via João Miranda: António Costa indeciso entre Avianca e Azul)

Leitura complementar: O guião do regresso ao passado; TAP: privatização ou falência?

Outros mares de imigrantes

Emigrantes de Rohingya. Foto: Christophe Archambault/Agence France-Presse — Getty Images

Emigrantes Rohingya. Foto: Christophe Archambault/Agence France-Presse — Getty Images

A avaliar pelas reportagens a Malásia e a Indonésia estarão a planear uma resposta, um sistema de quotas para acolher os imigrantes.

Sobre o desmancho ortográfico

Nada melhor do que a opinião de Vasco Graça Moura.

O Acordo Ortográfico significa a perversão intolerável da língua portuguesa.(…)

Mas o que ninguém pode é passar em claro que o AO leva ao agravamento da divergência e à desmultiplicação das confusões entre as grafias e faz tábua rasa da própria noção de ortografia, ao admitir o caos das chamadas facultatividades. Sobre tudo isso existe, de há muito, abundante material crítico, com destaque para os estudos essenciais, demolidores e, note-se, não contrariados, de António Emiliano. (…)

Esse vocabulário comum nunca existiu. Não há notícia de que esteja em vias de ser elaborado, nem de encontros de instituições ou órgãos competentes dos oito países de língua portuguesa para tal efeito. (…)

O AO não está nem pode estar em vigor. A vigência de uma convenção internacional na nossa ordem interna depende, antes de mais, da sua entrada em vigor na ordem internacional. Terá o AO começado a vigorar no ordenamento internacional quando há Estados subscritores que ainda não o ratificaram, decorridos mais de 20 anos sobre a sua celebração? E esse mesmo facto não inviabilizará o próprio AO, por impossibilidade manifesta do fim que ele se propunha e que era o de alcançar uma “unidade” ortográfica aplicável a todos aqueles Estados?

Por outro lado, e quanto ao chamado segundo protocolo modificativo, que não foi também ratificado por todos os Estados que o subscreveram, poderá a ratificação por três desses Estados sobrepor-se aos ordenamentos constitucionais dos restantes e vinculá-los a todos, levando-os a acatar, por esse expediente trapalhão, algo que eles como Estados soberanos também não ratificaram? Significará isto uma vigência do protocolo na ordem externa, de modo a que ele possa vigorar em Portugal ou aplicam-se ao caso os mesmos princípios que acima referi?

Uma outra ordem de questões prende-se com um pressuposto essencial. O art.º 2.º do AO exige que, antes da sua entrada em vigor, os Estados signatários tomem, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração “de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas”.

Esse vocabulário comum nunca existiu. Não há notícia de que esteja em vias de ser elaborado, nem de encontros de instituições ou órgãos competentes dos oito países de língua portuguesa para tal efeito.

Sendo assim, como é que se pode sustentar a vigência e aplicabilidade do AO?

Por último, está mais do que demonstrado o risco de a língua portuguesa, tal como a falam os mais de 50 milhões de pessoas que não seguem a norma brasileira, vir a ser muito desfigurada, na relação entre grafia e oralidade, em especial no tocante à pronúncia.

 

Podemos de droga em droga

Em Espanha, o Podemos pretende acabar  de vez com a “intoxicação neoliberal“, através  da criação de “escolas de espectadores” com o objectivo de formar bons e “novos públicos”.

A nível externo, segundo reza um relatório militar boliviano, o partido progressista espanhol foi financiado por Hugo Chávez. Para apimentar a relação ibero-americana, a união ideológica estendia-se igualmente ao tráfico de droga, funcionando o Podemos como o braço amigo do tráfico venezuelano.

epa04490774 Leader of Spanish Podemos party, Pablo Iglesias (C), reacts following his election as the party's Secretary General during the closing ceremony of the constituent assembly in Madrid, Spain, 15 November 2014. It was announced during the assembly that Pablo Iglesias would become the left leaning Spanish Podemos party's first Secretary General after he and his team won by a large majority of votes in the online election which took place between 10 to 15 November.  EPA/CHEMA MOYA

Imagem: EPA/CHEMA MOYA

O esquerdismo das redacções e a sobranceria iluminada dos jornalistas

A verdade (ilustrada) a que temos direito. Por Helena Matos.

Em Portugal as redacções são de esquerda, facto em si mesmo nem bom nem mau e que nada tem de original. O problema, ou melhor dizendo o nosso problema, é que essa pertença traduz-se num fenómeno do domínio do paranormal pois só o esoterismo consegue explicar que tendo as redacções como propósito fazer notícias e dependendo o seu sucesso da sua capacidade para as produzir acabem a esconder notícias relevantes simplesmente porque elas põem em causa a sua narrativa prévia sobre o mundo. Uma narrativa que garante que os partidos que cabem no espectro do progressismo (seja isso o que for!) são invariavelmente os vencedores e que se tal não acontece essa anormalidade só se explica por chapeladas, manipulação ou obscurantismo dos eleitores. E assim, como a maior parte das nossas redacções está convicta de que nenhum povo poderá votar num partido que além de se dizer conservador defende a austeridade, a derrota de Cameron foi dada como certa. Como tal não aconteceu, apesar de todas as certezas prévias dos enviados especiais, só resta escondê-lo.

Leitura complementar: Diário de imprensa no dia a seguir a uma vitória da direita num dos mais importantes países europeus.

Descoberta a mão invisível divina

Fonte: Wikipedia

Fonte: Wikipedia

Saudi Arabia’s oil minister Ali al-Naimi: ‘Only Allah can set the price of oil’

Saudi Arabia’s oil minister has turned to divinity over the issue of slumping prices in oil, claiming that “it’s up to Allah”.

Speaking to CNBC, oil minister Ali al-Naimi said that “no one can set the price of oil – it’s up to Allah”.

Saudi Arabia is the world’s biggest producer of oil and, while oil prices have been staying low on the market, the country has decided to increase its production of the substance rather than cut it.

Sanctions currently placed on Iran could soon be lifted as part of international nuclear negotiations, which would mean the country’s crude oil would come back on to the market and cause prices to plunge further.

 

Fashion victims no Irão

Graças a Deus, os homens criaram a regulação dos cortes de cabelo.

Jagged haircuts have become fashionable among all strata of Iran’s youthful population in recent years, but have divided opinion and been deemed by the authorities as western and un-Islamic.

“Devil worshipping hairstyles are now forbidden,” said Mostafa Govahi, the head of Iran’s Barbers Union, cited by the ISNA news agency.

“Any shop that cuts hair in the devil worshipping style will be harshly dealt with and their licence revoked,” he said, noting that if a business cut hair in such a style this will “violate the Islamic system’s regulations”.

As well as tattoos being banned, solarium treatments and the plucking of eyebrows – another rising trend among young Iranian males – will not be tolerated, the report said.

Mr Govahi blamed unauthorised barbers for offering the spiky hairstyles and other treatments.

“Usually the barber shops who do this do not have a licence. They have been identified and will be dealt with,” he said.

Pior que o SMS de António Costa é o silêncio sobre o SMS de António Costa…

O SMS de António Costa é inaceitável. Por Alexandre Homem Cristo.

Nos últimos anos, muitos casos foram severa e justamente criticados nos jornais e na opinião pública enquanto atentados à liberdade de imprensa. À excepção de um: o SMS de António Costa.

Leitura complementar: Até quando durará o silêncio de Ricardo Costa sobre o sms enviado pelo irmão?; O padrão Estrela Serrano de “regulação” da comunicação social.

O padrão Estrela Serrano de “regulação” da comunicação social

Se a existência de uma entidade como a ERC numa sociedade livre já é difícil, em si mesma, de justificar, então com os padrões desta escola de regulação independente nem se fala:

Estrela Serrano sobre o sms enviado por António Costa a João Vieira Pereira, director-adjunto do Expresso (1 de Maio de 2015): António Costa e as virgens ofendidas

É bom lembrar que a liberdade de imprensa existe para garantir a liberdade de expressão não apenas dos jornalistas mas também dos cidadãos, sejam políticos ou simples cidadãos. Fazer de virgem ofendida quando se dispõe de toda a liberdade para escrever e dizer o que se quer não se coaduna com vir depois protestar se alguém responde na mesma moeda. Lá diz o ditado “Quem vai à guerra dá e leva”.

Sobre o caso envolvendo Miguel Relvas e o Público (22 de Maio de 2012): Caso Público/Relvas: porque é que um ministro perde assim as estribeiras?

Seja qual for o desfecho deste caso, há uma lição que o Governo deve tirar: por muito poderoso que um ministro seja e por muitas simpatias e amizades de que disponha no meio jornalístico (e dispõe, nem é preciso dizer nomes basta ver, ouvir e ler…) não é (felizmente) possível “ameaçar” jornalistas, como o Público alega que Relvas fez, sem provocar escândalo.

(via João Miranda: Estrela Serrano faz doutrina)

Leitura complementar: Até quando durará o silêncio de Ricardo Costa sobre o sms enviado pelo irmão?

Até quando durará o silêncio de Ricardo Costa sobre o sms enviado pelo irmão?

É compreensível o desconforto de Ricardo Costa com toda a situação, mas não é aceitável que o director do Expresso permaneça em silêncio face ao teor do sms enviado por António Costa a João Vieira Pereira, director-adjunto do Expresso: Um momento broeiro e a reputação de um jornal. Por Vitor Cunha.

É sabido que Ricardo Costa colocou o lugar à disposição quando António Costa foi aclamado vencedor na operação “bandarilhar o Seguro”. Agora parece evidente que António Costa interpretou este “colocar o lugar à disposição” como “estou à tua disposição”, uma interpretação típica em megalómanos heliocêntricos. Senão, como justificar a ausência de uma nota da direcção sobre o SMS do candidato a Primeiro-Ministro que destrata um jornalista e director-adjunto, caracterizando-o como pessoa que não é séria, um covarde desqualificado, inculto, reles insultador e ilegítimo opinador?

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O Soares continua fixe

Foto de LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS

Foto de LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS

Mário Soares continua em grande forma. Entre muitas outras preciosidades repetidas semanalmente, o meu destaque vai para a revolta da Natureza provocada pelos mercados usurários. Depois não se queixem dos vulcões cuspirem fogo e dos sismos abanarem a crosta terrestre um pouco por todo o lado, com consequências verdadeiramente desastrosas. Tragédias à parte, as opiniões do pai da democracia.são de leitura obrigatória e deviam constar do plano nacional de leitura.

O mundo está cada vez pior. A natureza está a revoltar-se contra as agressões sobre a Terra que os mercados usurários lhe estão a causar.

O que se passou recentemente no Chile é um exemplo de grande gravidade. Mas não só no Chile, também agora no Nepal, com repercussões na Índia, China e Bangladesh, onde um sismo de grande proporções vitimou milhares de pessoas.

Não podemos ver estes factos como meros fenómenos naturais. Mas atenção, se não se agir contra, a Terra, a nossa Casa Comum, corre grandes riscos…

Compreender o putinismo XXIV

Maus é mau.

Maus é mau.

Putin apoia a cultura.

How Putin Got Russians to Start Censoring Themselves

Anxious to comply with a law against Nazi propaganda, bookstores in Moscowhaving been pulling copies of the comic book Maus. Art Spiegelman’s Pulitzer Prize-winning book, which uses cats and mice to depict the horrors of the Holocaust, is not exactly pro-Nazi, but it does feature a swastika on its cover, and the store owners pulling it say they didn’t want to run afoul of a government directive mandating the removal of fascist symbols from the city ahead of the May 9 Victory Day celebrations, which commemorate the defeat of Nazi Germany.

 

História política não é o forte dos socialistas…

Serviço público de Helena Matos: A AR não dá umas aulas aos deputados sobre a vida parlamentar em Portugal?

A questão do voto das mulheres é um daqueles assuntos em que a realidade não se compadece com a ficção socialisto-maçónica: O reconhecimento do direito de voto às mulheres surge em 1931 através do Decreto com força de lei n.º 19694 (5 de Maio de 1931).

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Do sectarismo

A crispação faz parte da luta política. Se as pessoas não concordam entre si, vão também dizer coisas pouco agradáveis umas às outras. Faz parte. Evidentemente, há limites ao que é razoável; sendo que a definição do que é razoável variará com tanta latitude quanto as ideias políticas. Tipicamente, uma pessoa tenderá a ser mais exigente nos limites quando é ela o alvo de crítica e será mais tolerante quando é ela a criticar. Quando esses limites são ultrapassados, fala-se em sectarismo, que por definição implica (não exaustivamente) ódio, a atribuição de intenções maliciosas e o julgamento pessoal em função de características de pertença a um grupo.

Vem isto a propósito das declarações de Passos Coelho sobre o falecimento de Mariano Gago e das indignações subsequentes; a mais saliente das quais, o artigo de Nuno Saraiva no DN. É irónico que Saraiva comece o artigo referindo a hipocrisia habitual nas declarações sobre a morte de figuras públicas e depois se lance sobre Passos Coelho por este não ter demonstrado a hipocrisia habitual. Ou pelo menos não na magnitude habitual. É também irónico que Saraiva acuse Passos de “sectarismo”, atribuindo-lhe mesmo um “ódio político inexplicável e intolerável”, ao mesmo tempo que classifica as suas acções políticas como “malfeitorias”. Exemplos mais óbvios de double standard serão poucos.

Independentemente dos defeitos da governação de Passos Coelho (e estou certo que os defeitos que eu vejo são muito diferentes dos vistos por Nuno Saraiva), fazer o juízo de que ele segue as políticas que segue com a intenção de deliberadamente praticar o mal é que é o exemplo paradigmático de “sectarismo”. É ir ainda mais longe do que os idióticos cartazes do PS que afirmam a vontade de Costa dar mais dignidade aos portugueses, presumivelmente em comparação com Passos que quererá dar menos.

Do mesmo modo a (modesta) reserva de Passos Coelho, relativamente aos elogios que fez a Mariano Gago, é justificável. É inegável que Gago foi ministro no governo responsável pela falência da República Portuguesa e pela necessidade de intervenção exterior (também é certo que dadas as suas funções, terá sido provavelmente dos ministros com menor responsabilidade nesse facto). Mencioná-lo, apesar de verdade, seria insensível nas circunstâncias. Chamar a atenção para o facto óbvio de que foi um adversário político não é nada. Quem quiser ver sectarismo a sério, que olhe para o que ocorreu quando morreu Margaret Thatcher.

Frio em Portugal

Inverno foi o terceiro mais frio dos últimos 15 anos em Portugal

O IPMA avança que a temperatura média no inverno foi de 8,5 graus centígrados, tendo sido inferior ao normal com um desvio de -1,1 graus. O Instituto Português do Mar e da Atmosfera sublinha que foi terceiro inverno com o menor valor da temperatura média do ar desde 2000 e que valores da temperatura média inferiores à deste inverno apenas ocorreram em 20 por cento dos anos.

Carvalho da Silva: o sociólogo sobre o sindicalista

Se o sociólogo Carvalho da Silva analisar a actuação da CGTP em tempos liderada por Carvalho da Silva sindicalista talvez fique a perceber as razões destes números. Por Helena Matos.