Pela marcha patriótica do aumento da produção socialista

Maduro

O governo bolivariano expande a planificação socialista em todas as empresas do estado. Um sonho tornado realidade, graças ao superior empenho do camarada/presidente Maduro.

Google, Twitter e Facebook em russo

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É do interesse universal que parem de violar a censura as leis russas. A santa mãe Rússia deu-se ao trabalho de os avisar, antes do envio dos “homens verdes”.

Adenda: Pavel Durov explica o processo de “nacionalização” da sua empresa.

George Galloway à fartazana

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

Galloway numa animada actividade da organização de caridade Viva Palestina

George Galloway referred to police by MP expenses watchdog after complaint by former PA

George Galloway’s use of parliamentary funds has been referred to the police by an expenses watchdog following a complaint by his former assistant.

The Independent Parliamentary Standards Authority (Ipsa), which oversees MPs’ business costs and their use of public money, has investigated claims made by Aisha Ali-Khan.

She had lodged an official complaint alleging that while she worked for Mr Galloway, she spent a large amount of time on non-parliamentary duties including underwear shopping, making preparations for his wedding and helping the Viva Palestina charity.

Não correu como o esperado

Arrested for reporting on Qatar’s World Cup labourers

O esforço de relações públicas das autoridades do Qatar. Também nesta área, não existem soluções mágicas e se existem, são de desconfiar.

O jornalista da BBC Mark Lobel foi convidado a vistar o país do Médio Oriente que organizará o Campeonato do Mundo de futebol de 2022 e que tem tido alguns problemas de imagem provocados pelas más condições de trabalho dos imigrantes envolvidos na preparação do evento.  Mark Lobel (e o resto da equipa) acabou por ser preso por se ter aventurado em fazer o  trabalho por sua conta e risco, fora do controlo das autoridades.

Outros mares de imigrantes II

38 Cuban migrants intercepted last month as they tried to reach America are STILL stranded on Coast Guard cutter as Cuba refuses their re-entry.

 

A fúria iconoclasta do fanatismo laicista e do fanatismo religioso

Bye bye Cristo-Rei! Por P. Gonçalo Portocarrero de Almada.

Esta fúria iconoclasta não é nova, nem exclusiva do laicismo francês. É velha como o fanatismo, religioso ou ateu, de todos os tempos e eras. Também os talibãs e os guerrilheiros do dito Estado Islâmico pensam e agem do mesmo modo: por este motivo já destruíram inúmeros monumentos históricos e tesouros religiosos de incalculável valor. Pelo contrário, a Igreja católica, embora também tenha tido, mais por excepção do que por regra, atitudes desta natureza, colocou no centro da emblemática praça de São Pedro, em Roma, um obelisco egípcio, como pedestal da cruz de Cristo. Também muitos papas, autênticos mecenas da cultura, coleccionaram obras de arte pagã, que ainda hoje se podem contemplar nos museus vaticanos.

O laicismo está para a laicidade como o fundamentalismo está para as religiões: em ambos os casos mais não são do que perversões autoritárias e tirânicas, sob a aparência, respectivamente, do respeito pela liberdade e, até, de Deus.

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Sobre o desmancho ortográfico

Nada melhor do que a opinião de Vasco Graça Moura.

O Acordo Ortográfico significa a perversão intolerável da língua portuguesa.(…)

Mas o que ninguém pode é passar em claro que o AO leva ao agravamento da divergência e à desmultiplicação das confusões entre as grafias e faz tábua rasa da própria noção de ortografia, ao admitir o caos das chamadas facultatividades. Sobre tudo isso existe, de há muito, abundante material crítico, com destaque para os estudos essenciais, demolidores e, note-se, não contrariados, de António Emiliano. (…)

Esse vocabulário comum nunca existiu. Não há notícia de que esteja em vias de ser elaborado, nem de encontros de instituições ou órgãos competentes dos oito países de língua portuguesa para tal efeito. (…)

O AO não está nem pode estar em vigor. A vigência de uma convenção internacional na nossa ordem interna depende, antes de mais, da sua entrada em vigor na ordem internacional. Terá o AO começado a vigorar no ordenamento internacional quando há Estados subscritores que ainda não o ratificaram, decorridos mais de 20 anos sobre a sua celebração? E esse mesmo facto não inviabilizará o próprio AO, por impossibilidade manifesta do fim que ele se propunha e que era o de alcançar uma “unidade” ortográfica aplicável a todos aqueles Estados?

Por outro lado, e quanto ao chamado segundo protocolo modificativo, que não foi também ratificado por todos os Estados que o subscreveram, poderá a ratificação por três desses Estados sobrepor-se aos ordenamentos constitucionais dos restantes e vinculá-los a todos, levando-os a acatar, por esse expediente trapalhão, algo que eles como Estados soberanos também não ratificaram? Significará isto uma vigência do protocolo na ordem externa, de modo a que ele possa vigorar em Portugal ou aplicam-se ao caso os mesmos princípios que acima referi?

Uma outra ordem de questões prende-se com um pressuposto essencial. O art.º 2.º do AO exige que, antes da sua entrada em vigor, os Estados signatários tomem, através das instituições e órgãos competentes, as providências necessárias com vista à elaboração “de um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa, tão completo quanto desejável e tão normalizador quanto possível, no que se refere às terminologias científicas e técnicas”.

Esse vocabulário comum nunca existiu. Não há notícia de que esteja em vias de ser elaborado, nem de encontros de instituições ou órgãos competentes dos oito países de língua portuguesa para tal efeito.

Sendo assim, como é que se pode sustentar a vigência e aplicabilidade do AO?

Por último, está mais do que demonstrado o risco de a língua portuguesa, tal como a falam os mais de 50 milhões de pessoas que não seguem a norma brasileira, vir a ser muito desfigurada, na relação entre grafia e oralidade, em especial no tocante à pronúncia.

 

Podemos de droga em droga

Em Espanha, o Podemos pretende acabar  de vez com a “intoxicação neoliberal“, através  da criação de “escolas de espectadores” com o objectivo de formar bons e “novos públicos”.

A nível externo, segundo reza um relatório militar boliviano, o partido progressista espanhol foi financiado por Hugo Chávez. Para apimentar a relação ibero-americana, a união ideológica estendia-se igualmente ao tráfico de droga, funcionando o Podemos como o braço amigo do tráfico venezuelano.

epa04490774 Leader of Spanish Podemos party, Pablo Iglesias (C), reacts following his election as the party's Secretary General during the closing ceremony of the constituent assembly in Madrid, Spain, 15 November 2014. It was announced during the assembly that Pablo Iglesias would become the left leaning Spanish Podemos party's first Secretary General after he and his team won by a large majority of votes in the online election which took place between 10 to 15 November.  EPA/CHEMA MOYA

Imagem: EPA/CHEMA MOYA

Soares, sempre fixe

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Na mais recente coluna de opinião no DN, o “pai da democracia” passa pelo Nicolau Santos – o homem que trouxe às luzes da ribalta o Professor Baptista -, assinala o Dia da Europa apelando à eterna esperança para que possam ser ultrapassados “os partidos ditos liberais e os mercados usurários que tanto têm desgraçado a Europa”, relembra ao mundo que David Cameron não só é um isolacionista como tem manifestamente poucos amigos e ainda tem espaço para elogiar o Papa Francisco e exigir um pedido de desculpas pela detenção do 44.

José Sócrates continua na prisão, desde há quase seis meses, sem ter sido acusado e julgado.

O juiz Carlos Alexandre foi o principal responsável pela sua prisão no convencimento, julgo eu, de que estava a fazer um grande serviço. A verdade é que, até hoje, não se conseguiu apurar qualquer motivo que justifique essa prisão. Nem sequer foi ouvido.

O juiz Carlos Alexandre e o procurador Rosário Teixeira tentaram encontrar um motivo para que fosse julgado por qualquer ato que tenha praticado. Nunca o conseguiram. Daí que qualquer pessoa lúcida reconheça que deve ser posto em liberdade quanto antes e com os devidos pedidos de desculpa.

Talvez por isso Carlos Alexandre esteja agora tão crítico em relação ao que ele diz que lhe tem vindo a suceder, sem saber porquê. Diz que está a ser maltratado por gente que desconhece. E começa a estar um pouco nervoso na sua vaidade. O melhor para todos seria que libertasse quanto antes José Sócrates e lhe apresentasse as devidas desculpas.

Paisagens Ocultas, amanhã em Lisboa

Amanhã, no Palácio Pancas Palha (Lisboa, estação Santa Apolónia) às 16.30 (entrada até às 16.15) terá lugar a primeira apresentação do livro «Paisagens Ocultas: Notas Sobre Arte, Ciência e Criatividade Distribuída», do insurgente Carlos M. Fernandes.

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Danae Stratou inspirou Jarvis Cocker ?

Is the mystery woman in Pulp’s ‘Common People’ really Greek finance minister Yanis Varoufakis’ wife?

One of pop culture’s enduring mysteries may have just been solved. Greek paper the Athens Voice has revealed that the wife of Yanis Varoufakis, the Greek Finance minister, could be the rich art student Jarvis Cocker wrote about in Pulp’s single ‘Common People’.

Danae Stratou studied at St. Martins College of Art and Design between 1983 and 1988, the same year Cocker enrolled in a film studies course there during a break from the band. He told NME in 2013 that he met the Greek girl in the song during ‘Crossover Fortnight’, when St Martins students switched into another discipline for two weeks.

Pulp – Common People

Descoberta a mão invisível divina

Fonte: Wikipedia

Fonte: Wikipedia

Saudi Arabia’s oil minister Ali al-Naimi: ‘Only Allah can set the price of oil’

Saudi Arabia’s oil minister has turned to divinity over the issue of slumping prices in oil, claiming that “it’s up to Allah”.

Speaking to CNBC, oil minister Ali al-Naimi said that “no one can set the price of oil – it’s up to Allah”.

Saudi Arabia is the world’s biggest producer of oil and, while oil prices have been staying low on the market, the country has decided to increase its production of the substance rather than cut it.

Sanctions currently placed on Iran could soon be lifted as part of international nuclear negotiations, which would mean the country’s crude oil would come back on to the market and cause prices to plunge further.

 

Descoberto mais um inédito do “pai da democracia”

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Os discursos de Passos Coelho, a ajuizada opinião sénior de Mário Soares.

O mundo está perigoso e extremamente difícil. Como antes talvez nunca tenha acontecido. No plano da natureza, com os tufões, os tremores de terra, os incêndios e a queda violenta das águas, como voltou a acontecer no Chile. Mas não só.

As guerras desenvolvem-se em vários continentes com o fundamento em divergências entre as religiões. No Oriente, os muçulmanos não deixam de fazer estragos, e Israel, sob a direção do ditador insuportável e perigoso, Benjamin Netanyahu, radicaliza posições. (…)

É necessário e urgente que os geólogos e outros cientistas intervenham, impondo-se também o apoio dos políticos e dos governantes que queiram defender a Terra contra os mercados usurários.

É preciso combater os efeitos decorrentes das ações agressivas contra a natureza que favorecem fenómenos como o que ocorreu no Nepal, onde morreram até hoje cerca de sete mil pessoas, afetando mais de oito milhões de pessoas. (…)

Fashion victims no Irão

Graças a Deus, os homens criaram a regulação dos cortes de cabelo.

Jagged haircuts have become fashionable among all strata of Iran’s youthful population in recent years, but have divided opinion and been deemed by the authorities as western and un-Islamic.

“Devil worshipping hairstyles are now forbidden,” said Mostafa Govahi, the head of Iran’s Barbers Union, cited by the ISNA news agency.

“Any shop that cuts hair in the devil worshipping style will be harshly dealt with and their licence revoked,” he said, noting that if a business cut hair in such a style this will “violate the Islamic system’s regulations”.

As well as tattoos being banned, solarium treatments and the plucking of eyebrows – another rising trend among young Iranian males – will not be tolerated, the report said.

Mr Govahi blamed unauthorised barbers for offering the spiky hairstyles and other treatments.

“Usually the barber shops who do this do not have a licence. They have been identified and will be dealt with,” he said.

Análise: “SMS ao desqualificado” (2015)

Uma, duas, três – às vezes mais, outras menos – vezes, somos confrontados com obras que transcendem a capacidade para inspirar o apreciador de arte, expirando prazos ou derrubando barreiras do preconceito que define o jeito com que se dilui a moral social, a colectiva de individualidade do ser animal, uh-uh uh-uh. Isto não são só palavras ou frases desconexas de sentido inequívoco; a arte é assim, crua, insípida, cozinhada ou refrigerada no naufrágio das ideias.

Com “SMS ao desqualificado”, António Costa mostra-se, ele todo, despido de preconceitos ou de linhagem sedosa, vulnerável e solitário, abrangente na magnitude magnífica da magia estruturante de bases de fixação ou parafusos intelectuais. Como uma cebola descascada, as camadas de sabor ocre misturam-se com a acidez do alho que marina o bacalhau da esperança, num fluxo seboso de azeite virgem extra que envolve toda a concepção da humanidade desde tempos imemoriais. Saramago disse, e passo a citar: “estamos a destruir o planeta e o egoísmo de cada geração não se preocupa em perguntar como é que vão viver os que virão depois”. Depois morreu, deixando apenas a obra, que é, ela própria, o homem que fez a obra, uno consigo próprio e com toda a humanidade. Perecível, fátuo, passageiro e condutor da vida que é autoridade suprema da sociedade pensante, António Costa presenteou-nos com uma obra sobre algo bem mais profundo que a necessidade de um novo Iluminismo: a persistência das rosas no jardim que é a vida.

Irei agora dissecar cada uma das frases, saboreando-as como um vampiro que se deleita com uma dádiva de sangue com SIDA.

Senhor João Vieira Pereira.

Aqui, António Costa usa um nome comum, que pode identificar qualquer cidadão, para se dirigir a toda a humanidade.

Saberá que, em tempos, o jornalismo foi uma profissão de gente séria, informada, que informava, culta, que comentava.

O uso da ironia, como se alguém soubesse mesmo o que é dito da frase; ou ainda, como se alguém acreditasse que houve um tempo em que o jornalismo foi mesmo profissão de gente séria. Aqui, António Costa está a armadilhar a obra, retirando possibilidade de compreensão a qualquer pessoa que não detecta a subtil ironia, evidenciando o quão a sua obra se dirige a pessoas com psique superior, passível de raciocínios complexos através de reflexões num espaço dual.

Hoje, a coberto da confusão entre liberdade de opinar e a imunidade de insultar, essa profissão respeitável é degradada por desqualificados, incapazes de terem uma opinião e discutirem as dos outros, que têm de recorrer ao insulto reles e cobarde para preencher as colunas que lhes estão reservadas.

O adubo, fazendo brotar a rosa que há em cada jardim, não se quer inorgânico. Esta é a parte mais acessível da obra, dispensando explicações subsequentes.

Quem se julga para se arrogar a legitimidade de julgar o carácter de quem nem conhece?

Note-se a substituição de “o que” por “quem”, numa personificação que chama a si própria a necessidade de diferentes roupagens, diferentes personagens para um único eu fragmentado em narrativa unificada.

Como não vale a pena processá-lo, envio-lhe este SMS para que não tenha a ilusão que lhe admito julgamentos de carácter, nem tenha dúvidas sobre o que penso a seu respeito.

Processar, meter em processo, verificar, conferir, administrar, exercer a administração de, receitar, prescrever. Quando tudo na obra parecia indicar ira, eis que o autor nos presenteia com o perdão, caminho de eternidade. Pastiche da obra de Jesus Cristo, que nos incentivou a dar a outra face, este parágrafo reflecte toda a obra gramsciana: o autor quer, a vontade triunfa (Triumph des Willens em merkeliano).

António Costa

Isto aqui é só a assinatura do autor.

O Soares continua fixe

Foto de LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS

Foto de LUÍS PARDAL/GLOBAL IMAGENS

Mário Soares continua em grande forma. Entre muitas outras preciosidades repetidas semanalmente, o meu destaque vai para a revolta da Natureza provocada pelos mercados usurários. Depois não se queixem dos vulcões cuspirem fogo e dos sismos abanarem a crosta terrestre um pouco por todo o lado, com consequências verdadeiramente desastrosas. Tragédias à parte, as opiniões do pai da democracia.são de leitura obrigatória e deviam constar do plano nacional de leitura.

O mundo está cada vez pior. A natureza está a revoltar-se contra as agressões sobre a Terra que os mercados usurários lhe estão a causar.

O que se passou recentemente no Chile é um exemplo de grande gravidade. Mas não só no Chile, também agora no Nepal, com repercussões na Índia, China e Bangladesh, onde um sismo de grande proporções vitimou milhares de pessoas.

Não podemos ver estes factos como meros fenómenos naturais. Mas atenção, se não se agir contra, a Terra, a nossa Casa Comum, corre grandes riscos…

Compreender o putinismo XXIV

Maus é mau.

Maus é mau.

Putin apoia a cultura.

How Putin Got Russians to Start Censoring Themselves

Anxious to comply with a law against Nazi propaganda, bookstores in Moscowhaving been pulling copies of the comic book Maus. Art Spiegelman’s Pulitzer Prize-winning book, which uses cats and mice to depict the horrors of the Holocaust, is not exactly pro-Nazi, but it does feature a swastika on its cover, and the store owners pulling it say they didn’t want to run afoul of a government directive mandating the removal of fascist symbols from the city ahead of the May 9 Victory Day celebrations, which commemorate the defeat of Nazi Germany.

 

Compreender o putinismo XXIII

ss

O mais importante papel de Vladimir Putin. No entanto, desconfio que a criatura do Kremlin desconhece o poder que o Steven Seagal tem nos canais televisivos nacionais.

#pensaremgrande II

beja

Não sejamos tímidos. Exijamos um aeroporto de Beja em cada cidade portuguesa. Afinal, há uma mina inesgotável de ouro no Rato.

Um toque de humanidade

Pela borda fora. O motivo não podia estar mais nobremente justificado.

Muslims who were among migrants trying to get from Libya to Italy in a boat this week threw 12 fellow passengers overboard — killing them — because the 12 were Christians, Italian police said Thursday.

Italian authorities have arrested 15 people on suspicion of murdering the Christians at sea, police in Palermo, Sicily, said. The original group of 105 people left Libya on Tuesday in a rubber boat. Sometime during the trip north across the Mediterranean Sea, the alleged assailants — Muslims from the Ivory Coast, Mali and Senegal — threw the 12 overboard, police said.

Other people on the voyage told police that they themselves were spared “because they strongly opposed the drowning attempt and formed a human chain,” Palermo police said. The boat was intercepted by an Italian navy vessel, which transferred the passengers to a Panamanian-flagged ship. That ship docked in Palermo on Wednesday, after which the arrests were made, police said.  The 12 who died were from Nigeria and Ghana, police said.

Da Turquia, com rancor

Turkey outrage after Pope Francis describes Armenian mass killing by Ottoman soldiers as ‘genocide’

Pronto, para desanuviar tensões imperialistas e evitar mais uma cruzada não podia o Papa Francisco, retirar a palvra “genocídio” e substituí-la como uma “vontade em exterminar de forma sistemática os arménios”?