Sunitas e xiitas e o apoio ao discurso do Bibi

President Obama, listen to Netanyahu on Iran, Faisal J. Abbas  Editor-in-Chief of Al Arabiya English.

Ai Lello, recordar é viver

lello

José Lello não declarou conta de 658 mil euros Deputado do PS esteve 14 anos sem declarar este valor ao Tribunal Constitucional

Leitura complementar: Pode um homem que tenha falhado o pagamento de impostos no passado ser primeiro-ministro de Portugal?

Compreender o putinismo XIX

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

After Boris Nemtsov’s Assassination, ‘There Are No Longer Any Limits’, por Julia Ioffe.

Even if one of these theories were true, none of Moscow’s embattled liberals would be convinced. “I will never believe it,” Yevgenia Albats, editor of the liberal magazine New Times and an old friend of Nemtsov, told me. “This is not about some domestic affair. These were absolute professionals.” Ilya Yashin, a member of Nemtsov’s Solidarity Party, was of the same mind. “It’s totally obvious for me that it’s a political killing,” he said. “I don’t have the slightest doubt about that.” Maxim Katz, another opposition activist, claimed on Twitter that, any way you slice it, Putin is responsible: “If he ordered it, then he’s guilty as the orderer. And even if he didn’t, then [he is responsible] as the inciter of hatred, hysteria, and anger among the people.”

It’s hard to argue with this last point. Putin’s aggressive foreign policy, his increasingly conservative domestic policy, his labeling the opposition a “fifth column” and “national traitors,” his state television whipping up a militant, nationalistic fervor — all of this creates a certain atmosphere. Putin, after all, has a history of playing with fire, only to have the flames get away from him. After years of the Kremlin tacitly supporting ultranationalist, neo-Nazi groups, the same skinheads staged a violent protest at the foot of the Kremlin walls in 2010 while riot police officers stood by and watched helplessly. Today, a rabid nationalism has swallowed up most of the country, and it is no longer clear that Putin can control it. “In this kind of atmosphere, everything is possible,” Pavlovsky told me. “This is a Weimar atmosphere. There are no longer any limits.”

Until relatively recently, the risks opposition activists knew they were taking on were not generally thought to be life-threatening. The government was likely to hassle activists and make their lives uncomfortable, but mostly it just marginalized them, like the town fool. This began to change with the arrests of protesters in the summer of 2012. When Navalny was sentenced to five years in prison a year later, it came as a shock; this had never been done before. Even after the sentence was suspended, it seemed to be a warning to the opposition.

Nemtsov’s assassination took that warning to its logical conclusion. Now, “we live in a different political reality,” tweeted Leonid Volkov, a prominent opposition activist. “The fact that they killed him is a message to frighten everyone, the brave and the not brave,” Yashin said. “That this is what happens to people who go against the government of our country.” Anatoly Chubais — who, like Nemtsov, served in the Yeltsin government, and who remains close to Putin — visited the site of the shooting this morning. “If, just a few days ago, people in our city are carrying signs that say ‘Let’s finish off the fifth column,’ and today they kill Nemtsov,” he said in astatement, referring to the Kremlin-sponsored anti-Maidan protest in Moscow last weekend, “what will happen tomorrow?” Or, as Albats put it, “Hunting season is open.”

Nemtsov had been confiding to friends of late that he was growing frightened. This summer, he went to Israel to hide out for a few months, fearing arrest. He told Albats that he worried he wouldn’t be able to withstand a stint in a Russian penal colony. In the fall, he filed a police report because of threats he was receiving on social media. It didn’t seem to go anywhere. Recently, he even let his bravado slip in public, telling an interviewer two weeks ago that he was scared Putin would kill him.

And yet, he didn’t let up. According to Albats and Yashin, Nemtsov was working on a particularly incendiary report that he planned to call “Putin and Ukraine,” which would trace the stream of weaponry flowing from Russia to separatists in the Donbass. He was meeting with the families of Russian men who had died fighting with the separatists. He kept up his withering attacks on Facebook and Twitter. He kept traveling to Ukraine and meeting with president Petro Poroshenko, something that couldn’t have gone unnoticed by the Kremlin’s security agencies. And still, Nemtsov never hired a bodyguard. He walked home through Moscow late at night unprotected.

And he almost made it. His apartment building was visible from the bridge. “From his window, where he worked out in the mornings, you can see the place where he was killed,” Romanova told me. “For many years, he saw the place where they would kill him.”

Oremos pelo príncipe Carlos

Prince Charles

We can only pray that our sick planetary patient might be placed on a road to recovery, in the process bringing gains for human well-being.

“Failure to write the prescription, however, might leave us contemplating the death certificate instead.

Crítica: Canções Crónicas (2014-?)

Não é preciso ser assim um crânio p’ra perceber que aquilo na Ucrânia não só é uma guerra muito feia, também é uma ferida europeia, diz-nos o cantautor uma semana antes de nos brindar com fadunche alentejane dedicado ao líder do governo (exilado na oposição), António Costa, que reza – e bem – com gosto de ouvir o que dizes do tratado orçamental; falta saber como fazes outra Europa em Portugal.

Desde Setembro passado, anunciando o fim do Verão e a inevitável invernaria a advir-se, advêm-nos, religiosamente às sextas-feiras pelas 9h20, e antecipando labuta belicosa pré-fim-de-semana em dia de produtividade reduzida pelo agastamento frustrante, as canções crónicas de Jacinto na rubrica da TSF, Canções Crónicas, de Jacinto Lucas Pires ou, como é conhecida na comuna hippie onde habito, “o gume que guincha na ardósia abafando a castração a frio do gato recém-nascido”. Nós cá gostamos.

Em “Dia Um”, o autor presenteia-nos com tema micro-modal adjuvado pela corda Si+2/5 adjacente à Sol–2/7, permitindo a regra dos 3/4 no enquadramento da temática “filho pergunta ao pai cenas e acaba arrependido a cantar sílabas inencaixáveis numa faixa da TSF”, problemática devidamente endereçada através de nonas encadeadas pela dominante que é tónica da realidade sustenida na ambiguidade da métrica, tempo, timbre e significado.

Em “Canção de Alexis” somos confrontados com a sensatez definida por Krugman e a meteorologia catastrófica de Louçã perante a cedência ao pescoço livre de Tsipras, como Antonietta enfrentando a guilhotina que é a audição deste tema musical. Krugman diz que ele é sensato, Francisco Louçã chama-o furacão; ele aparece de fato agora de gravata é que não é um tratado em economia de melodia, ritmo, tempo, afinação e sentido que nos eleva para um estado de espírito propenso a responder à questão filosófica levantada, quem és tu, Tsipras?.

A temática Europa, Europa, é retomada em “Joseph Roth escreveu…”, uma canção que o autor acompanha com guitarra eléctrica japonesa, tornando o estúdio da TSF em Pearl Harbor metafórico para a reflexão do autor, Rússia-Ucrânia, Grécia-Alemanha, crise do euro, nacionalismo e terrorismo, medo do medo, lugar da ausência, a nossa Europa, raptada, louca, nome que não, que nunca caia, onde é que está a consciência europeia? Decididamente não está no autor, que opta por chamar Joseph Roth para demonstrar que a Europa capitulou algures em 1933, tornando a realidade actual em fantasia perfeitamente ilustrada pela vontade da TSF em apresentar esta rubrica semanal.

O melhor: a arte e o engenho.
A melhorar: falta de elemento rítmico. Recomendo pandeireta apensa ao sapato.
Classificação: ☭☭☭☭☭☭☭☭ (8 foices e martelos em 10)

Procura-se consciência na Câmara de Lisboa

Roseta diz que Salgado tinha “perfeita consciência” dos 4,6 milhões.

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa diz que o vereador Manuel Salgado “tem perfeita consciência” de que a isenção de taxas e compensações urbanísticas que a Câmara de Lisboa propôs que fosse concedida ao Benfica é de 4,6 milhões de euros e não de 1,8 milhões. Então por que é que o autarca nunca corrigiu o valor que tem sido divulgado? “Isso pergunte-lhe a ele”, responde Helena Roseta, recusando fazer uma leitura desse facto.

Rua e lenços revolucionários

Maduro

Enquanto o povo se prepara para defender a revolução nas ruas, a política económica revolucionária de Maduro continua a frutificar.

Exercícios intelectuais nas fronteiras do conhecimento e da paz

Rússia anuncia manobras militares na fronteira com Estónia e Letónia,

Polónia não aprecia comemorações.

 Suécia e a Finlândia assinaram um pacto militar entre si como resposta à crescente ameaça da Nato.

I Have Never Left Russia“.

Os oito erros que levaram a Ucrânia a invadir várias regiões da Rússia.

Showbiz (arquivo cultural-caridoso do então PM russo).

Os apoios de António Costa

O próprio messias no Casino da Póvoa.

O Terceiro excluído, por João Cardoso Rosas.

(…) Os partidos da social-democracia, que sempre constituíram a primeira ou segunda força política europeia, estão em crise profunda. Não se trata de pensar agora no caso português e na ambiguidade da liderança do PS – António Costa pode andar por aí a repetir as vacuidades que quiser porque na Europa não sabem sequer que ele existe. O que deve fazer pensar são os casos da Alemanha ou da Holanda, onde os social-democratas alinham inteiramente pela política de austeridade. Nos Governos de França ou da Itália, eles pareciam ter uma visão diferente, mas acabaram por não ser consequentes.

O actual debate na Europa é muito importante e dele depende não só o futuro da Grécia, ou de Portugal, mas também o destino do projecto europeu. Neste debate o aspecto político mais surpreendente é, sem dúvida, a auto-exclusão do centro-esquerda.

Entretanto no PCTP/MRPP

Já não s@m@s Syris@.

Adenda: Por um qualquer motivo revolucionário que me escapa, os camaradas do site do PCTP/MRPP removeram o link para o vídeo. No entanto, a revolução do Garcia Pereira continua por aqui. Divirtam-se.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons X

A survivor of the Copenhagen attack speaks: ‘If we should stop drawing cartoons, should we also stop having synagogues?’

Compreender o putinismo XVII

Foto: SERGEI KARPUKHIN/REUTERS

Foto: SERGEI KARPUKHIN/REUTERS

E agora algo completamente inesperado.

A Moscow court late on Thursday jailed prominent Russian opposition leader Alexei Navalny for 15 days for breaching a law that restricts demonstrations, barring him from a planned rally on March 1.

Two days earlier another court had ended house arrest terms for Navalny and upheld a suspended three-and-a-half-year prison term for the protest leader over a theft case he says is politically motivated.

Navalny left the courthouse on Thursday evening handcuffed and was whisked away in a police car. He appealed nonetheless to his followers to turn up for the rally against President Vladimir Putin’s policies.

Compreender o putinismo XVI

Foto de Andrey Borodulin-AFP

Foto de Andrey Borodulin-AFP

Mineiros independentistas lançam mísseis Grad em Horlivka (Ucrânia), comprados em mercado local, dentro do espírito dos acordos de Minsk I e Minsk II, dando continuidade às populares campanhas dos referendos que, espera-se, tenham continuidade na cidade-natal de.Ludwig von Mises. Quando  o princípio da secessão, um dos mais queridos valores liberais, chegar a Lviv por forma a implantar uma república popular, boa parte do caminho destes mineiros estará feito.

CrimeiaEscocia

Análise do Tsipras – Moreirense

À luz da história da revolução artística, Tsipras e Varoufakis aglutinam o favismo de Georges Rouault com a atonalidade de Schönberg num único movimento desconstrutivista que vai beber influências ao pós-lusitanismo teatral de João Galamba e ao iluminismo circense de Siegfried & Roy. Não é todos os dias que a arte chega ao poder, num ciclo interminável de desmontagem do seu próprio conceito, tão mais artístico quão repudiante da sua essência.

Georges Brassens disse, múltiplas vezes em palco, que une manie de vieux garçon: moi j’ai pris l’habitude d’agrémenter ma solitude aux accents de cette chanson; como também disse que le petit cheval dans le mauvais temps, qu’il avait donc du courage ! C’était un petit cheval blanc, tous derrière et lui devant mas, porém, seria apenas com Britney Spears que a dúvida seria definitivamente lançada ao chavalo, iniciando o milénio com o premonitório aparte oh baby, baby, how was I supposed to know that something wasn’t right here?, antecedendo o solilóquio da nossa luta contemporânea pela aceitação moral da decadência do império bizantino.

Varoufakis é Adónis, que é Esmirna e filha pansexual do amor de Perséfone por Afrodite num ciclo do eu fragmentado em espaço-tempo circular gerador de vida e morte brotante da alegoria da caverna, como se Sartre brotasse do platonismo bucólico de uma Marisa Matias em camisa de dormir e gorro açoriano do ventre de Tsipras, cujo nome do meio, caso fosse Fagundes, tornaria toda a história linearmente coincidente.

A solidariedade é uma necessidade básica do Homem, que é também Mulher e Homem e Criança, pan-pessoa, uno, indivisível, igualitário e diferenciado. Como a morena de Angola, que leva o chocalho amarrado na canela, com Tsipras também ninguém fica a saber se é a morena que mexe o chocalho ou o chocalho é que mexe com ela. Esta é a questão que toda a Europa enfrenta num plano conceptual e que, independentemente do resultado favorável ao bandido da viola, entra no peito de qualquer Homem (e Mulher, e Pan-Ser) de Bem e nos afecta, com a empatia humana que é o intróito à compreensão da arte.

O Moreirense também esteve bem apesar de menos faltoso.

Compreender o putinismo XV

Há que prestar a devida homenagem aos soldados russos que caíram na defesa da Ucrânia Hungria em 1956.

Maduro: a última vítima da “direita pelo direito à blasfemia”

 

CartoonSemana

O Presidente da Venezuela é a mais recente aquisição da glamourosa equipa dos críticos de cartoons.

Fonte: Semana.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons IX

12cartoons

O evento intitulado “Arte, Blasfémia e Liberdade de Expressão” que visava discutir aqueles temas foi interrompido pelo participante Omar Abdel Hamid El-Hussein, nascido e criado no Reino da Dinamarca, que dentro da sua liberdade decidiu responder aos tiros, assassinando o realizador dinamarquês Finn Norgaard. Guiado pela natural insatisfação humana, o crítico expôs os seus pontos de vista à porta de uma sinagoga, assassinado Dan Uzan, membro daquela comunidade judaica. Pelo caminho, dentro da sua liberdade feriu mais cinco pessoas. O crítico de arte – variante cartoons – foi abatido pelas forças repressivas dinamarquesas.

Uma vez mais e ao contrário das vítimas,  os afamados críticos dos cartoons têm a oportunidade para se exprimirem em liberdade. De preferência através da caixa de comentários.

O Estado, o mercado e o financiamento da cultura

Should the state support the arts? Por Philip Booth.

There can be a thriving commercial arts scene without state funding. The economic arguments at best can be used to justify the position that certain types of arts might be ‘under-provided’. But we should also consider that state provision of the arts might lead to problems.

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Calote argentino II

CristinaKirchner

Argentine President and Foreign Minister Charged Over Cover-Up of Iran’s Role in AMIA Atrocity

The Argentine Federal Prosecutor appointed to examine the accusation that the Argentine government attempted to cover up Iran’s role in the 1994 bombing of the AMIA Jewish center in Buenos Aires has announced that he will be pursuing the country’s top leadership over the charge, in a major endorsement of the claims advanced by Special Prosecutor Alberto Nisman on the eve of his death last month in suspicious circumstances.

President Cristina Fernández de Kirchner and Foreign Minister Héctor Timerman are the most prominent names in Gerardo Pollicita’s complaint, described by the Buenos Aires Herald as giving “a green light” to the charges originally made by Nisman before he died. As The Algemeiner reported earlier today, there is a growing conviction in both Argentina and Israel that Iran was also behind Nisman’s death, which the Argentine government is officially treating as a suicide.

In addition to Fernández de Kirchner and Timerman, Pollicita also charged several of their main political allies, including Luis D’Elia, a former member of the cabinet of Néstor Kirchner (Fernández de Kirchner’s late husband and predecessor in office) Andrés Larroque, a parliamentarian, former prosecutor Héctor Yrimia and Allan Bogado, a suspected member of Argentina’s state intelligence service.

 

Leitura complementar: Calote argentino.

“As Cinquenta Sombras de Grey”

“As Cinquenta Sombras de Grey”: nem chega a ser sexy, só chacha. Por Eurico de Barros.

Das duas, uma: ou a montanha pariu uma formiga, ou então nunca foi montanha nenhuma. De um “best-seller” com vendas mundiais na casa dos 100 milhões de exemplares, supostamente “escandaloso” e “ousado”, sobre uma relação sadomasoquista (SM) e de dominação e submissão entre Christian, um jovem e solitário multimilionário, e Anastasia, uma tímida universitária, os autores de “As Cinquenta Sombras de Grey” conseguiram a proeza de fazer um filme tão erótico como o presidente Robert Mugabe a tomar duche, tão excitante como ver uma parede pintada de fresco a secar, tão “perigoso” como um chihauhua recém-nascido e tão “trangressor” como uma velhota a atravessar uma rua um centímetro ao lado da passadeira de peões.

Hot

Arrogant statism of global warming fanatics, por por Daniel J. Mitchell

Global warming may well be real. But climate alarmists, and especially those who follow their agenda, are filled with arrogance and hubris and they have immense power to cause damage  (…)

But here’s the catch. I don’t trust radical environmentalists. Simply stated, too many of these people are nuts.

Then there’s the super-nutty category.

But you know what’s even worse than a nutty environmentalist?

What terrifies me far more are the very serious, very connected, and very powerful non-nutty environmentalists who hold positions of real power. These folks are filled with arrogance and hubris and they have immense power to cause damage.

If you think I’m exaggerating, here’s some of what was contained in a release from the United Nations Regional Information Centre for Western Europe. (…)

Rússia: soluções para todos os gostos

Igor Sechin, que é o presidente da companhia estatal russa de energia Rosneft, vem justamente queixar-se da OPEC, acusando-a de desestabilizar o mercado de petróleo e de estar ao serviço dos interesses de um pequeno grupo de países do Médio Oriente. Tem solução este problema da Rússia: voltar aos gloriosos tempos da economia soviética, tornar-se ainda mais independente da OPEC, formar uma organização concorrente – a concorrência dá sempre bons frutos – ou simplesmente deixar de apoiar o projecto nuclear iraniano.

Fraternidade Descendência Americana

Fraternidade Descendência Americana

Um artigo interessante, entre outras razões por mostrar como a realidade tem muitas vezes vários tons de cinzento: The Brazilian Town Where the American Confederacy Lives On

One day last spring, near an old rural cemetery in southern Brazil, a black man named Marcelo Gomes held up the corners of a Confederate flag to pose for a cell-phone photo. After the picture was taken, Gomes said he saw no problem with a black man paying homage to the history of the Confederate States of America. “American culture is a beautiful culture,” he said. Some of his friends had Confederate blood.

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Matar, crucificar e desmembrar

Sim, desde que de acordo as altas autoridades religiosas.

Egypt’s al Azhar University, Sunni Islam’s foremost religious authority, called for the “Killing, crucifixion and chopping of the limbs” of Islamic State (IS) terrorists who burnt alive Jordanian pilot Moaz al Kasabeh, probably in Syria.

Já sabemos que a verdadeira culpa deve ser repartida, desde o desaparecimento dos dinaussaros, entre Israel, os EUA, a UE e a NATO.

“socialismo é liberdade e abundância” II

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Os verdadeiros socialistas detestam algumas formas de controlo de natalidade e determinadas formas de protecção.

The $755 Condom Pack Is the Latest Indignity in Venezuela

Venezuelans who already must line up for hours to buy chicken, sugar, medicines and other basic products in short supply now face a new indignity: Condoms are hard to find and nearly impossible to afford.

“The country is so messed up that now we have to wait in line even to have sex,” lamented Jonatan Montilla, a 31-year-old advertising company art director. “This is a new low.”

A collapse in oil prices has deepened shortages of consumer products from diapers to deodorant in the OPEC country that imports most of what it consumes, with crude exports accounting for about 95 percent of its foreign currency earnings. As the price the country receives for its oil exports fell 60 percent in the past seven months, the economy is being pushed to the brink with a three-in-four chance of default in the next 12 months if oil prices don’t recover.

The impact of reduced access to contraceptives is far graver than frustration over failed hookups. Venezuela has one of South America’s highest rates of HIV infection and teenage pregnancy. Abortion is illegal.

“Without condoms we can’t do anything,” Jhonatan Rodriguez, general director at the not-for-profit health group StopVIH, said by phone Jan. 28 from Venezuela’s Margarita Island. “This shortage threatens all the prevention programs we have been working on across the country.” (…)

 

Em Abril do ano passado, nas farmácias estatais cubanas não se encontravam preservativos. Era possível encontrar o popular método anti-concepcional em lojas cubanas vocacionadas para os turistas que os vendiam à unidade, pelo simpático preço de um dia de trabalho de um cubano: cerca de um dólar e trinta cêntimos.
Na altura, na esperança de diluir a falta de profilácticos no mercado, as autoridades sanitárias cubanas aprovaram a venda de mais de um milhão de preservativos com o prazo de validade expirado. No entanto, as mesmas autoridades garantiam que o material estava em perfeitas condições e que as embalagens apresentam um erro nas datas de validade.
Leitura complementar: “socialismo é liberdade e abundância