O rublo desvalorizou um bocadinho

Clicar para aumentar a conversa do troll.

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Entrevista a um troll avençado pró-Kremlin. Aviso à navegação: pela causa, há turnos de 12 horas.

Palavras e ventos de paz

IRAN-TURKEY-DIPLOMACY-KHAMENEI-ERDOGAN 

Turkey’s Erdogan says can’t tolerate Iran bid to dominate Middle East

Turkish President Tayyip Erdogan accused Iran on Thursday of trying to dominate the Middle East and said its efforts have begun annoying Ankara, as well as Saudi Arabia and Gulf Arab countries.

Turkey earlier said it supports the Saudi-led military operation against Houthi rebels in Yemen and called on the militia group and its “foreign supporters” to abandon acts which threaten peace and security in the region.

“Iran is trying to dominate the region,” said Erdogan, who is due to visit Tehran in early April. “Could this be allowed? This has begun annoying us, Saudi Arabia and the Gulf countries. This is really not tolerable and Iran has to see this,” he added in a press conference.

 

Entretanto, as reformas continuam a ser implantadas a bom ritmo.

Os amigos são para as ocasiões

Reforma do Mapa Judiciário

A lista VIP de Pinto Monteiro.

O novo presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) ainda não tomou posse, mas lança já uma forte acusação. António Ventinhas diz que Pinto Monteiro não apoiava investigações a pessoas poderosas.

É uma acusação direta ao antigo Procurador-Geral da República Pinto Monteiro.

O recém-eleito presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, António Ventinhas, diz que o antigo PGR não apoiava investigações a pessoas poderosas e que muitos procuradores envolvidos em processos mediáticos enfrentavam processos disciplinares.

Na entrevista à jornalista da Antena 1 Cristina Santos, António Ventinhas afirma que o Ministério Público tem agora mais apoio por parte da Procuradoria. Algo que não acontecia no tempo de Pinto Monteiro.

 

A bestialidade de xiitas & sunitas

mesquita

 

Na última Sexta-feira, um grupo de idiotas carniceiros decidiu celebrar o dia santo do Islão, assassinando o maior número de pessoas. Os bombistas suicidas escolheram como alvo duas mesquitas xiitas. Morreram 142 pessoas. Há mais sírias para além da Síria.

Yemen is a battlefield for Saudi Arabia and Iran

The latest atrocity in Yemen, which claimed nearly 150 lives on Friday, appears part of a proxy war between the Middle East’s two superpowers

 

Leitura complementar: Aviso de 2004, do Rei Abdullah da Jordânia.

“Esquerda Caviar” em Portugal

Está disponível hoje nas principais livrarias de Portugal o livro “Esquerda Caviar” (Alêtheia Editores), do economista e blogger brasileiro Rodrigo Constantino.

Em seu blog no site da revista Veja, Constantino publicou uma breve apresentação do livro que escrevi para os leitores portugueses.

O socialismo volta a funcionar

Maduro

E bem, na Venezuela.

Venezuela Is On the Brink of Collapse por Tom Rogan.

(…)The problem is that Chávez, Maduro, and company have only ever wanted personal power. They see themselves as reincarnations of Simón Bolívar. But where Bolívar opposed the tyranny of the Spanish empire, Maduro opposes the “tyranny” of free enterprise.

The Chávistas have always been crackpots, but, until recently, high oil prices enabled them to paper over their failings. No longer. Plummeting oil prices have eviscerated government budgets. In response, Maduro is doubling down on insanity. Contemplate the comrade’s magnificent crisis plan: Rather than accepting that shortages in goods are caused by his price controls and collapsed currency, Maduro blames hoarders and foreign conspirators (a favorite regime scapegoat), while he restricts shopping days. Rather than recognizing that his neglect means that medical professionals can’t replace their tools, Maduro blames greed. Rather than admitting that Mad Max criminality contributes to police corruption and low morale, Maduro rants about the ills of “individualism” and “consumerism.” Rather than tolerating scrutiny, Maduro attacks freedom of the press. Rather than pursuing dialogue with the political opponents, Maduro imprisons them and cuddles North Korea.

As I say, Chávezville is an asylum. (…)

Acção de defesa socialista

O senhor advogado do 44 precisa de menos acção socialista e de mais e melhores conselhos em termos de asessoria de imprensa.

Notícia o Observador:

O Correio da Manhã vai interpor um processo contra o advogado de defesa de José Sócrates, João Araújo, que esta manhã aconselhou uma jornalista daquele jornal a “tomar mais banho porque cheira mal”. Tudo se passou à porta do Supremo Tribunal de Justiça, na Praça do Comércio, em Lisboa, quando o advogado do ex-primeiro-ministro saía da audiência sobre o habeas corpus que apresentou.

Perseguido por alguns jornalistas, João Araújo recusou fazer comentários. “Desampare-me a loja”, disse o advogado à jornalista Tânia Laranjo, do Correio da Manhã, que transmitiu toda a cena em direto na televisão. “A senhora devia tomar mais banho porque cheira mal”, afirmou de seguida, à medida que ia sendo questionado pela jornalista. “Esta gajada mete-me nojo”, diria ainda, sempre a ser acompanhado pela equipa de reportagem da CMTV.

 

Um balanço também ele moderado II

State Executions Rise to Two Per Day in Iran.

Executions in Iran have soared under president Rouhani, according to an Oslo-based Iranian human rights group, with an average of two now being carried out every day.

Leituras complementares: Cepticismo imoderadoUm balanço também ele moderado

Ler+ é possível e promove a saúde e a economia

Momento de enorme felicidade do Autor e amigos.

Momento de enorme felicidade do Autor e amigos.

Devemos agradecer ao autor de Tortura em Democracia, actualmente a residir em Évora.

Várias Câmaras Municipais financiaram o livro de José Sócrates que esteve, pelo menos, um mês em primeiro lugar em todas as livrarias. O Sexta às 9 descobriu que, em Lisboa, foram emitidas faturas em nome de autarquias do norte do país que compraram este livro às dezenas, várias vezes.

Compreender o putinismo XXI

Está, Vladimir Putin?

Está, Vladimir Putin?

The Land of Magical Thinking: Inside Putin’s Russia , por P. J. O’Rourke.

(…)Nothing Is True and Everything Is Possible. And sit back and watch the Putin regime rot.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons XI

2015-03-11

 

Fonte: Jesus and Mo.

A new low: Charlie Hebdo’s murdered staff receive an ‘Islamophobe of the Year’ award

 

Ser grego é ser syris@

Da auto-palhaçada patrocionada pela carteira dos contribuíntes.

Less than 50 of Parliament’s 300 deputies refused the privilege of a complimentary car that they are entitled to as elected MPs but which Prime Minister Alexis Tsipras had exhorted them to reject during his presentation of the government’s policy program.

Via Jorge Costa.

Compreender o putinismo XX

Foto: Vladimir Filonov/MT

Foto: Vladimir Filonov/MT

Na Rússia de Vladimir Putin, um museu sobre os Gulag irá reabrir com a particularidade de ignorar os crimes do ditador Pai Josef Vissarionovitch Stalin.

Gulag Museum to Reopen But Proof of Stalin Crimes Removed, Director Says

Perm-36 museum director Viktor Shmyrov said the “memorial won’t disappear, but the museum has been taken over by other people appointed by the new authorities, who have totally changed the content,” BBC Russian Service reported Wednesday.

“Now it’s a museum about the camp system, but not about political prisoners. They don’t talk about the repressions or about Stalin,” he was quoted as saying.

Arseny Roginsky, president of Russia’s leading human rights group Memorial — which founded the museum two decades ago — said the new management included former prison camp guards, AFP reported.

“The museum’s format is being completely changed,” Roginsky was quoted as saying. “It’s tragic that a museum to Soviet terror will be transformed into a museum to the penal system.”

The takeover of Perm-36, which is located in the Perm region, comes as an increasing number of Russians express favorable views of Stalin and amid the government’s glorification of its Soviet past.

NYT “crop” de referência

bush

George W Bush cropped out of New York Times front cover image of Selma march

US newspaper accused of “liberal bias” after using image of Selma anniversary march on front page showing Barack and Michelle Obama, but with George and Laura Bush missing

Ai Lello, recordar é viver

lello

José Lello não declarou conta de 658 mil euros Deputado do PS esteve 14 anos sem declarar este valor ao Tribunal Constitucional

Leitura complementar: Pode um homem que tenha falhado o pagamento de impostos no passado ser primeiro-ministro de Portugal?

Compreender o putinismo XIX

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

Boris Nemtsov. Imagem via FB do Nuno Rogeiro

After Boris Nemtsov’s Assassination, ‘There Are No Longer Any Limits’, por Julia Ioffe.

Even if one of these theories were true, none of Moscow’s embattled liberals would be convinced. “I will never believe it,” Yevgenia Albats, editor of the liberal magazine New Times and an old friend of Nemtsov, told me. “This is not about some domestic affair. These were absolute professionals.” Ilya Yashin, a member of Nemtsov’s Solidarity Party, was of the same mind. “It’s totally obvious for me that it’s a political killing,” he said. “I don’t have the slightest doubt about that.” Maxim Katz, another opposition activist, claimed on Twitter that, any way you slice it, Putin is responsible: “If he ordered it, then he’s guilty as the orderer. And even if he didn’t, then [he is responsible] as the inciter of hatred, hysteria, and anger among the people.”

It’s hard to argue with this last point. Putin’s aggressive foreign policy, his increasingly conservative domestic policy, his labeling the opposition a “fifth column” and “national traitors,” his state television whipping up a militant, nationalistic fervor — all of this creates a certain atmosphere. Putin, after all, has a history of playing with fire, only to have the flames get away from him. After years of the Kremlin tacitly supporting ultranationalist, neo-Nazi groups, the same skinheads staged a violent protest at the foot of the Kremlin walls in 2010 while riot police officers stood by and watched helplessly. Today, a rabid nationalism has swallowed up most of the country, and it is no longer clear that Putin can control it. “In this kind of atmosphere, everything is possible,” Pavlovsky told me. “This is a Weimar atmosphere. There are no longer any limits.”

Until relatively recently, the risks opposition activists knew they were taking on were not generally thought to be life-threatening. The government was likely to hassle activists and make their lives uncomfortable, but mostly it just marginalized them, like the town fool. This began to change with the arrests of protesters in the summer of 2012. When Navalny was sentenced to five years in prison a year later, it came as a shock; this had never been done before. Even after the sentence was suspended, it seemed to be a warning to the opposition.

Nemtsov’s assassination took that warning to its logical conclusion. Now, “we live in a different political reality,” tweeted Leonid Volkov, a prominent opposition activist. “The fact that they killed him is a message to frighten everyone, the brave and the not brave,” Yashin said. “That this is what happens to people who go against the government of our country.” Anatoly Chubais — who, like Nemtsov, served in the Yeltsin government, and who remains close to Putin — visited the site of the shooting this morning. “If, just a few days ago, people in our city are carrying signs that say ‘Let’s finish off the fifth column,’ and today they kill Nemtsov,” he said in astatement, referring to the Kremlin-sponsored anti-Maidan protest in Moscow last weekend, “what will happen tomorrow?” Or, as Albats put it, “Hunting season is open.”

Nemtsov had been confiding to friends of late that he was growing frightened. This summer, he went to Israel to hide out for a few months, fearing arrest. He told Albats that he worried he wouldn’t be able to withstand a stint in a Russian penal colony. In the fall, he filed a police report because of threats he was receiving on social media. It didn’t seem to go anywhere. Recently, he even let his bravado slip in public, telling an interviewer two weeks ago that he was scared Putin would kill him.

And yet, he didn’t let up. According to Albats and Yashin, Nemtsov was working on a particularly incendiary report that he planned to call “Putin and Ukraine,” which would trace the stream of weaponry flowing from Russia to separatists in the Donbass. He was meeting with the families of Russian men who had died fighting with the separatists. He kept up his withering attacks on Facebook and Twitter. He kept traveling to Ukraine and meeting with president Petro Poroshenko, something that couldn’t have gone unnoticed by the Kremlin’s security agencies. And still, Nemtsov never hired a bodyguard. He walked home through Moscow late at night unprotected.

And he almost made it. His apartment building was visible from the bridge. “From his window, where he worked out in the mornings, you can see the place where he was killed,” Romanova told me. “For many years, he saw the place where they would kill him.”

Oremos pelo príncipe Carlos

Prince Charles

We can only pray that our sick planetary patient might be placed on a road to recovery, in the process bringing gains for human well-being.

“Failure to write the prescription, however, might leave us contemplating the death certificate instead.

Crítica: Canções Crónicas (2014-?)

Não é preciso ser assim um crânio p’ra perceber que aquilo na Ucrânia não só é uma guerra muito feia, também é uma ferida europeia, diz-nos o cantautor uma semana antes de nos brindar com fadunche alentejane dedicado ao líder do governo (exilado na oposição), António Costa, que reza – e bem – com gosto de ouvir o que dizes do tratado orçamental; falta saber como fazes outra Europa em Portugal.

Desde Setembro passado, anunciando o fim do Verão e a inevitável invernaria a advir-se, advêm-nos, religiosamente às sextas-feiras pelas 9h20, e antecipando labuta belicosa pré-fim-de-semana em dia de produtividade reduzida pelo agastamento frustrante, as canções crónicas de Jacinto na rubrica da TSF, Canções Crónicas, de Jacinto Lucas Pires ou, como é conhecida na comuna hippie onde habito, “o gume que guincha na ardósia abafando a castração a frio do gato recém-nascido”. Nós cá gostamos.

Em “Dia Um”, o autor presenteia-nos com tema micro-modal adjuvado pela corda Si+2/5 adjacente à Sol–2/7, permitindo a regra dos 3/4 no enquadramento da temática “filho pergunta ao pai cenas e acaba arrependido a cantar sílabas inencaixáveis numa faixa da TSF”, problemática devidamente endereçada através de nonas encadeadas pela dominante que é tónica da realidade sustenida na ambiguidade da métrica, tempo, timbre e significado.

Em “Canção de Alexis” somos confrontados com a sensatez definida por Krugman e a meteorologia catastrófica de Louçã perante a cedência ao pescoço livre de Tsipras, como Antonietta enfrentando a guilhotina que é a audição deste tema musical. Krugman diz que ele é sensato, Francisco Louçã chama-o furacão; ele aparece de fato agora de gravata é que não é um tratado em economia de melodia, ritmo, tempo, afinação e sentido que nos eleva para um estado de espírito propenso a responder à questão filosófica levantada, quem és tu, Tsipras?.

A temática Europa, Europa, é retomada em “Joseph Roth escreveu…”, uma canção que o autor acompanha com guitarra eléctrica japonesa, tornando o estúdio da TSF em Pearl Harbor metafórico para a reflexão do autor, Rússia-Ucrânia, Grécia-Alemanha, crise do euro, nacionalismo e terrorismo, medo do medo, lugar da ausência, a nossa Europa, raptada, louca, nome que não, que nunca caia, onde é que está a consciência europeia? Decididamente não está no autor, que opta por chamar Joseph Roth para demonstrar que a Europa capitulou algures em 1933, tornando a realidade actual em fantasia perfeitamente ilustrada pela vontade da TSF em apresentar esta rubrica semanal.

O melhor: a arte e o engenho.
A melhorar: falta de elemento rítmico. Recomendo pandeireta apensa ao sapato.
Classificação: ☭☭☭☭☭☭☭☭ (8 foices e martelos em 10)

Procura-se consciência na Câmara de Lisboa

Roseta diz que Salgado tinha “perfeita consciência” dos 4,6 milhões.

A presidente da Assembleia Municipal de Lisboa diz que o vereador Manuel Salgado “tem perfeita consciência” de que a isenção de taxas e compensações urbanísticas que a Câmara de Lisboa propôs que fosse concedida ao Benfica é de 4,6 milhões de euros e não de 1,8 milhões. Então por que é que o autarca nunca corrigiu o valor que tem sido divulgado? “Isso pergunte-lhe a ele”, responde Helena Roseta, recusando fazer uma leitura desse facto.

Rua e lenços revolucionários

Maduro

Enquanto o povo se prepara para defender a revolução nas ruas, a política económica revolucionária de Maduro continua a frutificar.

Exercícios intelectuais nas fronteiras do conhecimento e da paz

Rússia anuncia manobras militares na fronteira com Estónia e Letónia,

Polónia não aprecia comemorações.

 Suécia e a Finlândia assinaram um pacto militar entre si como resposta à crescente ameaça da Nato.

I Have Never Left Russia“.

Os oito erros que levaram a Ucrânia a invadir várias regiões da Rússia.

Showbiz (arquivo cultural-caridoso do então PM russo).

Os apoios de António Costa

O próprio messias no Casino da Póvoa.

O Terceiro excluído, por João Cardoso Rosas.

(…) Os partidos da social-democracia, que sempre constituíram a primeira ou segunda força política europeia, estão em crise profunda. Não se trata de pensar agora no caso português e na ambiguidade da liderança do PS – António Costa pode andar por aí a repetir as vacuidades que quiser porque na Europa não sabem sequer que ele existe. O que deve fazer pensar são os casos da Alemanha ou da Holanda, onde os social-democratas alinham inteiramente pela política de austeridade. Nos Governos de França ou da Itália, eles pareciam ter uma visão diferente, mas acabaram por não ser consequentes.

O actual debate na Europa é muito importante e dele depende não só o futuro da Grécia, ou de Portugal, mas também o destino do projecto europeu. Neste debate o aspecto político mais surpreendente é, sem dúvida, a auto-exclusão do centro-esquerda.

Entretanto no PCTP/MRPP

Já não s@m@s Syris@.

Adenda: Por um qualquer motivo revolucionário que me escapa, os camaradas do site do PCTP/MRPP removeram o link para o vídeo. No entanto, a revolução do Garcia Pereira continua por aqui. Divirtam-se.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons X

A survivor of the Copenhagen attack speaks: ‘If we should stop drawing cartoons, should we also stop having synagogues?’