Gremlins e prostitutas

caradecu

Ainda pensei ser educado e escrever este post com modos, só que tanto o *gremlin da Cultura como as prostitutas rascas da mesma (que se auto designam “autores”) não o merecem. A educação reserva-se para quem o merece.

Os comerciantes de produtos sujeitos à nova Taxa da Cópia Privada que conheço têm margens nos mesmos que variam entre 4% e 7%. Com os dados disponíveis construí a tabela abaixo.

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Como se verifica o que as prostitutas e o gremlin da Cultura defendem é o roubo descarado e ainda têm a lata de se insurgir contra os comerciantes que reflictam a dita taxa no preço dos produtos. Não têm vergonha na cara? Chulos, é o que é.

*direitos de autor: @jmcest no twitter

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Compreender o putinismo IX

Alina Kabayeva

No Kremlin, os recursos humanos continuam a ser geridos a partir da confiança nas capacidades profissionais e humanas das pessoas envolvidas na causa pública.

The former gymnast rumoured to be Vladimir Putin’s girlfriend is giving up her career as an MP to take charge of a pro-Kremlin media holding run by an acquaintance of the Russian president.

Alina Kabayeva, 31, will become chairman of the board of National Media Group, which is controlled by Yury Kovalchuk, a finance and media magnate added to US and EU sanctions lists over the Ukraine crisis earlier this year.

He is allegedly Mr Putin’s “cashier”.

The group owns a 25% stake in the vociferously pro-Kremlin Channel One television station and a majority stake in the government-friendly Izvestiya newspaper.

Miss Kabayeva, who was an Olympic champion in rhythmic gymnastics in 2004, has served for six years as a deputy from the pro-Putin United Russia Party in the State Duma, Russia’s lower house of parliament.

O sonho comanda a jihad e burocracia quer dar cabo dela

O jovem conhecido como Mohammad Daniel, Abu Abdul Rahman ou mesmo Mark John Taylor, foi forçado a emigrar. Rumo a vida mais plena, assentou na Síria. A experiência como “soldado de Alá” não terá corrido de acordo com os sonhos revelados pelo Altíssimo. Como se a vida de terrorista não fosse suficientemente agreste, a má sorte parece perseguir o bom muçulmano: um infeliz incêndio queimou o seu passaporte e as autoridades neo-zelandesas parecem não estar muito receptivas a emitirem um novo documento. Parece impossível não percebem os desejos do viajante aventureiro Mohammad Daniel em sair da Síria. O homem pela bondade da missão praticada, merece regressar a casa e em classe executiva, que a viagem ainda é longa. Alguém lança uma petição?

Versão culturalista da petição do fabricantes de velas

Mais uma prova que Bastiat continua actual é o que pode ver e ouvir no Prós & Contras, sobre a lei da cópia privada.
A indústria de velas vai mal? Taxe-se o Sol.
Haja regulação e taxas para pagar o culturalismo.

Actualização: Podem ler a “Petição” em português no site do Instituto Ludwig von Mises Portugal.

Compreender o putinismo VIII

Ocidentais, finalmente podemos pedir as devidas desculpas a Vladimir Putin.

El presidente ruso Vladímir Putin cree que Occidente debe pedirle perdón y por ello ha abierto una página web con un manifiesto que cualquier ciudadano occidental puede firmar. Traducida a varios idiomas, se trata de una carta dirigida tanto a Putin como a todo el pueblo de ruso, y cuyas primeras líneas van directas al grano: «Les rogamos acepten nuestras disculpas por el comportamiento de nuestros Gobiernos y medios de comunicación».

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo.

Mais uma conspiração sionista revelada

km

Desta vez a sorte coube ao Krav Maga. É preciso estar atento à Angelina Jolie, ao Brad Pitt, aos ginásios, academias e federações por esse mundo fora.

(…) Mashregh warns that Israel is now undertaking “mysterious activities” involved in spreading Krav Maga worldwide. The news site concludes that it cannot yet give an answer as to what is behind Israel’s plot to spread the martial art, but notes that the dangerous trend should be observed.  Mashregh’s comments come amid reports that Hollywood celebrities, particularly Brad Pitt and Angelina Jolie, are taking lessons in Krav Maga.  Mashregh regularly features articles accusing Israel and Hollywood of various covert plans for world domination. In 2012, the news site wrote that Israel and Hollywood were working together to promote homosexuality as part of a global plot to subjugate humankind in a plot based in Tel Aviv, which Mashregh described as the “gay capital of the world.”

a única razão para ver o novo filme do Woody Allen: Colin Firth

O novo filme do Woody Allen resume-se ao Colin Firth a representar o papel de um gentleman inglês da velha escolha, pessimista, arrogante, cínico e racionalista, que acaba por cair nas teias das irracionalidades do amor. A prova do talento (e imenso charme, diga-se de passagem) de Firth, já provado em filmes como Um Homem Singular (2009) ou O Discurso do Rei (2010), é a criação de uma personagem de tal forma distinta que se afasta, de forma quase absoluta, do arquétipo “Woody Allen neurótico”, no qual é claramente inspirada a personagem. De resto, os temas – do existencialismo ao misticismo – ali tratados são um déjà vu de filmes como Os contos de Nova Iorque (1989), A Maldição do Escorpião de Jade (2001) e Scoop (2006). 

 

 

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Terror: conferência de doadores

O apoio dificilmente podia ser mais evidente. Claro que continua a haver espaço para trazer à discussão as Grandes Guerras, o império norte-americano e a existência de Israel.

Standing at the front of a conference hall in Doha, the visiting sheikh told his audience of wealthy Qataris that to help the battered residents of Syria, they should not bother with donations to humanitarian programs or the Western-backed Free Syrian Army.

“Give your money to the ones who will spend it on jihad, not aid,” implored the sheikh, Hajaj al-Ajmi, recently identified by the United States government as a fund-raiser for Al Qaeda’s Syrian affiliate.

“A Cultura apoia António Costa” (3)

Mais um momento de pura genialidade artístico-cultural do grande Bel’Miro: Bel’Miro apoia António Costa

Apesar da omissão nos meios de comunicação social, há artistas que transcendem o mainstream e que também apoiam António Costa. É o caso de Bel’Miro, artista plástico e cineasta. Em 2012, Bel’Miro queixava-se da demora do subsídio do ICA para o seu filme “Arminda, a meretriz desdentada”, baseado no mashup da obra de 1879 de Camilo Castelo Branco, “Eusébio Macário” e do jornal A Bola.

Esta curta-metragem, “Kant e o Papagaio”, é uma síntese em 2 minutos da história de Portugal entre 1095 e 2014, com particular ênfase no período 1655–1659 (quase 5 segundos) e conta com a participação da Câmara Municipal de Arrabalde de Baixo.

Kant e o Papagaio

“A Cultura apoia António Costa” (2)

PS. Personalidades da cultura inscrevem-se como simpatizantes para apoiar Costa

Numa ação que decorreu no Chiado, em Lisboa, várias personalidades ligadas à cultura, como os realizadores de cinema António-Pedro Vasconcelos e Ruben Alves, o maestro António Vitorino D´Almeida, os estilistas Nuno Gama e Eduarda Abbondanza, a empresária Catarina Portas e o escritor e fundador das produções Fictícias Nuno Artur Silva, formalizaram as inscrições de simpatizantes.

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“A Cultura apoia António Costa”

João Botelho apoia António Costa

Os Maias. Por Vitor Cunha.

O apoio financeiro atribuído a “Os Maias – (alguns) episódios da vida romântica” de João Botelho pelo ICA foi de 600.000,00€. De acordo com o produtor do filme, Alexandre Oliveira, da Ar de Filmes, o financiamento chegou aos 1.500.000,00€, com a participação do ICA, do Montepio, do Brasil [sic], e da Câmara Municipal de Lisboa.

Silly adviser em alta

bulut

Erdoğan appoints aide who denounced ‘murder attempts by telekinesis’ as economic adviser

Newly inaugurated Turkish president Recep Tayyip Erdoğan has appointed his close aide Yiğit Bulut to be his chief economics adviser, his office said on Aug. 30, a move likely to alarm investors already concerned over the management of the country’s finances.

Bulut, an influential but divisive figure, was a key voice in the ear of Erdoğan when the latter was still prime minister, hitting international headlines during last summer’s Gezi Park protests when he claimed that foreign powers were trying to kill Erdoğan through telekinesis.

He is a vocal champion of the idea that a shadowy international “interest rate lobby” is working to sabotage Turkey’s economy through higher rates, and declared his devotion to his patron by saying he was “ready to die for Erdoğan if necessary.” His heroic announcement prompted a number of his critics to start referring to him by the English translation of his name, “Brave Cloud.”

Bulut also made headlines earlier this year when he said that in the future Turkey would no longer need to maintain ties with Europe.

Boaventura de Sousa Santos em versão rap

Boaventura de Sousa Santos vira rapper em ensaio de hip-hop baseado em sua obra

Jesus caminha/ caminha com alguém/ que pode ser ninguém/ Allah caminha/ nas ramblas de granada/ e não acontece nada

Uma opinião de Boaventura Sousa Santos. Por Paulo Tunhas.

É sempre bom as pessoas saberem que há pessoas como Boaventura Sousa Santos que se acham incumbidas da missão de representar os “cidadãos do mundo”. Para se precaverem, é claro. Não vá alguém lembrar-se de as extinguir em nome do mundo.

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Problemas com o conceito de democracia

Não querendo agora discutir os subsídios às fundações privadas, as políticas culturais ou o valor da coleção do Museu do Brinquedo (conheço-a apenas por lá ter ido com as minhas crianças), esta notícia é muito curiosa pelo que se percebe da atuação de Basílio Horta e que parece ter vindo da cartilha aprendida por todos os socialistas. É mesmo todo um retrato da forma como os socialistas medem o mundo. A coleção é privada e tem (assumamos) interesse público. O que faz Basílio Horta? Apresenta uma proposta (na verdade, impõe) assegurando apenas o seu interesse e espera que a parte privada aceda prontamente e ainda agradeça profusamente. Faz lembrar sócrates negociando (não se preocupem, tenho aqui ao lado os rebuçados para a tosse) uma possível coligação em 2009, com o seguinte guião a apresentar aos outros partidos: ‘vossas excelências aceitam sem tirar nem por o nosso programa eleitoral como programa de governo e, em troca de nada, dão-nos os vossos votos; e sorridentes, se faz favor’. Ou António Costa, que já avisou que só aceita – e com benevolência e pleno de espírito ecuménico – o PSD se este renunciar às suas políticas e até pretende escolher o próximo líder do PSD. Ou seja, os socialistas só se sabem relacionar em submissão. A atitude que respeita a outra parte, que a aceita como igual com quem há que tomar decisões em conjunto, que não estabelece relações de poder humilhantes (e estes socialistas não só não aprendem com os seus erros como não aprendem com erros alheios; o episódio irrevogável do anos passado, mais o que o gerou, come to mind) – essa atitude é-lhes desconhecida.

E a hipocrisia de Basílio Horta é tanta (e a de sócrates, que se queixava que ninguém se tinha querido coligar com ele apesar das suas avassaladoras tentativas, e a de Costa se o deixarmos lá chegar) que claramente pouco se esforçou para chegar a um entendimento mas, ainda assim, recomenda insistência à parte privada. É a ordem natural das coisas: os privados a pedincharem coisas aos deuses do Olimpo socialista. Tu aí trabalha muito para me agradar e persuadir que eu, virtuoso e ser superior, como bom socialista, se estiver bem disposto, dou umas migalhinhas e olhem que as dou apenas por dias contados, não andem cá à procura de mimalhices intermináveis. Quem tinha um deadline, oficial ou oficioso, era a CMS, mas pode-se lá exigir à casta superior dos nossos autarcas que se sujeite aos tempos de um privado que tem algo com algum interesse público? Não é obrigação dos privados esperarem todo o tempo que os iluminados do PS e anexos entenderem por bem (e mesmo quando a situação a negociar se torna por alguma razão, com a passagem do tempo, impossível ou indesejável ou menos apelativa)? Ou até se aparece uma melhor proposta na autarquia ao lado? Obviamente que a um organismo do estado lhe tem de ser concedido toda a eternidade para o processo de decisão.

Todo um conceito de estado às avessas.

Apesar de ainda não ser ‘of a certain age’, aprecio a tendência

There has been a surge in the past couple of years of meaty small screen roles for highly respected – and in many cases, Oscar-winning – women of a certain age, and last night they were rewarded.’

E até a CJ Cregg ganhou um Emmy. Mission accomplished. (Sejamos caridosos e não comentemos o vestido – alargando prudentemente o conceito de ‘vestido’ – de Julia Roberts.)

Tintim para os tempos modernos

Tintim co-adoptado? Por P. Gonçalo Portocarrero de Almada.

Urge uma actualização moral das aventuras de Tintim, para que esta obra continue a ser uma referência da moderna literatura juvenil. Como? É fácil: basta que o herói principal seja filho do Capitão Haddock, o qual, na ausência de uma mãe, recorre, para o efeito, a uma anónima barriga de aluguer. O velho lobo do mar, que entretanto troca o vício da bebida pelas virtudes do crack, também se pode consorciar matrimonialmente com o seu amigo e companheiro, o Professor Tournesol que, por via desta união, poderia co-adoptar Tintim. Eis o que, com toda a propriedade, se poderia considerar, segundo os actuais padrões morais laicos, um happy end!

Qualquer bocadinho acrescenta, disse o rato, e mijou no mar

A intenção da lei é compensar os autores pelas perdas decorrentes da pirataria. Perdas essas que existem e têm um efeito real nas vendas. Mas a taxa não poderia ser sobre a piratia, porque não se pode aplicar taxas específicas sobre actividades ilegais. A proxy mais próxima da pirataria que foi encontrada é a da cópia privada. A racionalização encontrada é a de que a possibilidade de fazer cópias para uso particular, algo absolutamente legal, prejudica os autores porque impede uma segunda compra dos mesmos direitos pelos mesmos consumidores.

O argumento cai logo nos números. Um álbum completo custa à volta de 10 Euros. A cópia desse album, que ocupa algo como 100MB, incorre numa taxa de 0,002€ (sim, 0,2 cêntimos). Fraca compensação para quem, segundo o argumento, acaba de perder vendas de 10€. Quem quiser fazer uma cópia privada de toda a música produzida em Portugal desde os tempos do D. Dinis, pagará 20€ de taxa sobre o dispositivo necessário para o fazer, o preço de dois álbuns. Se fosse verdadeiramente para compensar a cópia privada, a taxa seria ridícula. Mas a verdade é que a taxa não recai sobre os dispositivos utilizados para armazenar as cópias privadas, mas sobre todos os dispositivos que, na sua esmagadora maioria, não são utilizados para isso. Ou seja, o que o governo está a fazer é taxar actividades desligadas da cópia privada (como o armazenamento de ficheiros pessoais) para compensar os autores pelas perdas da pirataria. Bem poderia ser uma taxa sobre combustíveis, portagens ou sobre a compra de bicicletas. A justiça da aplicação seria a mesma.

Nos países em que a digitalização do conteúdo sujeito a direitos de autor mais afectou as indústrias cinematográficas, discográfica e editorial, as indústrias eventualmente adaptaram-se. Surgiram novos modelos de negócio, novas formas de remuneração dos autores e, depois de anos de queda das receitas, elas estão agora a recuperar. Por aqui, desincentiva-se a inovação, atribui-se uma renda, um autêntico subsídio à imobilidade. Não será complicado entender porquê, afinal os artistas têm um palco de protesto privilegiado e uma atenção mediática que outras classes profissionais não têm. Com eleições à porta é preciso não arriscar, nem que para isso seja preciso pôr os contribuintes portugueses a pagar uma campanha eleitoral defensiva dos partidos de governo.

Mas não é só a taxa em si que terá efeitos negativos. Com a taxa, virá mais uma série de pequenas burocracias e necessidade de fiscalizações. Para além da distorção de incentivos na economia e mais um pequeno desincentivo ao investimento. Como disse o João Miranda, se insistem em subsidiar os artistas, então façam-no a partir do Orçamento de Estado. A imoralidade e a extorsão seriam as mesmas, mas sempre se evitava a burocracia e a distorção económica.

Qual é a estupidez do novo imposto sobre a “cópia privada”?

É que para o Barreto Xavier e a sua trupe de esfomeados por subsídios ganharem “15 a 20 milhões”, a AGEFE alerta para perdas muitíssimo superiores. Façamos uma brevíssima análise em cima do joelho.

Vencedores:

  • Vendedores estrangeiros dos equipamentos (sites)

Perdedores:

  • Consumidores (que agora terão de ter mais trabalho para comprar o mesmo)
  • Distribuidores e Vendedores de tecnologia (perdem clientes)
  • Alguns trabalhadores naquelas empresas, que irão para o desemprego
  • Governo (ganha 1 imposto, perde IRC, IRS, TSU, IVA, imposto sobre combustíveis,… e subsídios de desemprego que agora terá de pagar)
  • Contribuintes, que agora terão de pagar mais impostos para compensar o ponto anterior

Os artistas não sei se perdem ou ganham. Depende de muitas variantes. Por mim perdem ainda mais, que eu cada vez menos dou 1 cêntimo que seja a peças boçais, filmes insultuosos e textos presos ao século XIX.

Este é um imposto ainda mais idiota que o normal. Parabéns à Amazon.

HARRY

‘Devemos deixar andar o caos alguns meses’, disse Mao

O meu texto de hoje no Observador.

‘Não é que ande arredada de jornais, mas faço por evitar notícias das rainhas do drama nacionais. Há pouco sofremos a novela da ida (mais que a própria da ida) de Fernando Tordo para o Brasil – repetindo o êxodo de Maria João Pires anos antes – e poupei-me, agora, ao desgosto do fim da carreira de Rui Veloso. Certamente por mau feitio meu, obsto a que ‘os artistas’ entendam que lhes é devido o meu dinheiro – através de apoios de e serviços às câmaras municipais ou à SEC. Ou com a ressurreição da taxa sobre os suportes que armazenam conteúdos (como as fotos das férias da criançada da família neste verão) que Gabriela Canavilhas falhou em implementar e que os socialistas seguintes (o governo atual) querem finalmente cobrar. Sobretudo quando, deixando-se o meu dinheiro entregue à minha vontade (sempre um erro fatal, segundo o estatista médio), eu teimo em não o despender com esses artistas em concreto.

Mas desta vez a minha seletividade ia ditando que eu perdesse a entrevista de Carlos do Carmo ao Diário Económico, que merece ser amplamente comentada. Passo à frente do fadista Sinatra, ilumino com brevidade a escolha de terminar com uma citação de Fidel Castro (reconhecido autor da fulgurante prosperidade cubana do pós-59), acompanho por curtos segundos o cantor no espanto pela fidelidade do público, para me centrar nas palavras esperançosas de Carmo à conta dos jovens nas ruas.’

O resto está aqui.

Tenho a agradecer ao José Meireles Graça não ter perdido esta preciosidade jornalística que é a entrevista de Carlos do Carmo pelo DE. E deixo-vos uma canção do outro fadista, cantada num ano bom. (Não assumo responsabilidade pelas figuras da audiência no vídeo.)

E também umas imagens do que Carlos do Carmo quer ver nas ruas.

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Pires Veloso: quando o Norte era de facto outro país

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Um excelente artigo de Rui Ramos: O norte da democracia.

A integração europeia nem sempre favoreceu a sociedade e a economia nortenhas, fê-las mais fracas e mais dependentes. A democracia portuguesa perdeu com o fim do norte de Pires Veloso.

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