Somos todos Syrisa & Co II

Russia might bailout Greece. Quem o diz é o ministro das finanças russo, Anton Siluanov.

Well, we can imagine any situation, so if such [a] petition is submitted to the Russian government, we will definitely consider it, but we will take into account all the factors of our bilateral relationships between Russia and Greece, so that is all I can say. If it is submitted we will consider it, (…).

A minha dúvida é se a hipotética ajuda russa será dada em rublos, notas de monopólio ou em caviar.

Entretanto, as históricas tensões entre a Grécia e a Turquia conheceram um novo impulso.

Leitura compelmentar: Somos todos Syrisa & Co.

Farmville terrorista

bokoharam

‘Suicide bomber’ camels, goats, cows and donkeys are being prepared to carry out attacks for Boko Haram, says Nigerian government.

Em Agosto, o líder do grupo terrorista nigeriano Boko Haram, Abubakar Shekau, proclama o califado na localidade de Gwoza, no Nordeste da Nigéria, no estado de Borno. “Graças a Alá, os nossos irmãos alcançaram a vitória em Gwoza, que a partir deste momento faz parte do califado islâmico.” A declaração com a duração de mais de uma hora, foi transmitida em vídeo e constituíu o primeiro passo na concretização do objectivo de implantar a lei e o estado islâmico na Nigéria. Na altura, cerca de 100 pessoas, entre os quais 35 polícias, desapareceram. Em jeito de aviso às autoridades nigerianas, Abubabar Shekau, informou que os islamitas resistirão a qualquer tentativa que seja feita no sentido de os desalojar das zonas ocupadas.
O grupo terrorista Boko Haram tem intensificado durante o último ano as suas acções na zona Norte do país, de maioria muçulmana. Para atingirem os seus objectivos, assassinam não só quem representa alguma forma de ameaça e matam para servir de exemplo, queimando pessoas, casas e igrejas.

Somos todos Syrisa & Co

Dugin

A cooperação que vem de longe, promete animação.

New Greek Government Has Deep, Long-Standing Ties With Russian ‘Fascist’ Dugin.

Europe-watchers understood immediately that the new leftist Syriza-led government in Greece could shatter the European Union’s fragile solidarity condemning Russian aggression in Ukraine.

But recently leaked e-mails are revealing some of the extent and duration of Syriza’s ties with Kremlin-connected Eurasianist ideologue Aleksandr Dugin and Russian oligarch Konstantin Malofeyev, who is believed to have bankrolled much of the separatist movement in Ukraine.

Anton Shekhovtsov, a researcher who studies far-right politics in Europe, says that sympathy for Russia by Syriza and its coalition partner, the right-wing Independent Greeks party, goes far beyond the norm for Greece.  “Pro-Russian sentiment is quite widespread in Greece overall,” Shekhovtsov says. “But these two parties — their foreign policy is overtly, openly pro-Russia. And the fact that the new government’s prime minister, Alexis Tsipras, his first contacts were with the ambassador of Russia in Greece, that means probably they will be trying to establish more significant cooperation with Russia.”

 

Así es el socio de Syriza en Grecia: un partido germanófobo, racista y antisemita.

Griegos Independientes, el aliado de Syriza en el Gobierno, destaca por su radical discurso contra alemanes, inmigrantes y judíos.

 

International Politics and the Eurasianist vision

Lecture of Alexander Dugin held in the University of Piraeus (Greece), Department of International and European Studies. The lecture took place the 12th of April 2013 in the context of the Russian Foreign Policy course.

Adenda: Um artigo mais sobre a ligação entre Alexander Dugin e o Syriza. Desta vez com (mais) fotografias.

 

Visitas que fazem sentido

kimnet

A Rússia confirma a visita do Querido Kim Jong-un a Moscovo. Em Maio, a delegação norte-coreana terá a oportunidade de  trocar notas, experiências e impressões ao mais alto nível político com as autoridade russas sobre como governar  países em guerra, falidos e sem comida.

O aristocrata republicano em grande forma

soares

O Che Che nacional continua sem amigos e família que o estimem e cuidem.

Foi em outubro de 2013 que li o livro de Stephen Emmott, professor ilustre da Universidade de Cambridge, Dez Mil Milhões – Enfrentando o Nosso Futuro.

Apercebi-me então do que seria a dramática situação do planeta se a ganância da globalização dos mercados continuasse, sem regras, em busca do petróleo, furando a terra e provocando trágicas consequências nos oceanos, a que infelizmente temos vindo a assistir nos últimos anos.

Daí, seguramente, a razão por que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, um político de uma inteligência e visão extraordinárias, fez baixar o preço do petróleo por toda a parte, tentando ao mesmo tempo limitar a fúria dos oceanos e a consequente formação de gelo que este ano, excecional, atingiu as duas costas dos Estados Unidos e outros continentes.

No ano passado, o mar, em Portugal, destruiu grande parte das nossas praias. Mas se este ano isso se repetisse – e não gostaria que isso acontecesse – ficaríamos sem praias e sem turismo.

Daí que seja necessário que os cientistas que ainda nos restam e que se interessam por esta área se imponham e responsabilizem o governo pela prevenção dos impactos negativos das alterações climáticas, que tendem a agravar-se.

70 anos

B730KSBIAAEswBCAuschwitz

Auschwitz.

Hoje a RTP 1 pelas 23.30 h, exibirá a “A Noite Cairá” de Alfred Hitchcock. Trata-se de um documentário que revela imagens dos campos de concentração nazis. A maior parte do filme rodado em 1945 baseia-se no  campo de concentração de Bergen-Belsen. Alfred Hitchcock montou o filme mas por decisão dos Aliados e dada a brutalidade reproduzida na película, acabaria por ficar nos arquivos.

Compreender o putinismo XIV

URSS

Back in USSR.

The Association of Tour Operators of Russia (ATOR) has issued a reminder through Russian media that a new rule for foreign tourists comes into effect as of January 26, obligating them to list the cities, towns and other inhabited areas they plan to visit while in Russia.

Russia’s Federal Migration Service is also requiring proof of an invitation to visit these settlements and the name of the person or organization giving the invitation.  All types of visas must have this information on them.

As complicações de Tarik Kafala

Terrorismo é demasiado ofensivo.

The Islamists who committed the Charlie Hebdo massacre in Paris should be not be described as “terrorists” by the BBC, a senior executive at the corporation has said.

Tarik Kafala, the head of BBC Arabic, the largest of the BBC’s non-English language news services, said the term “terrorist” was too “loaded” to describe the actions of the men who killed 12 people in the attack on the French satirical magazine.

Mr Kafala, whose BBC Arabic television, radio and online news services reach a weekly audience of 36 million people, told The Independent: “We try to avoid describing anyone as a terrorist or an act as being terrorist. What we try to do is to say that ‘two men killed 12 people in an attack on the office of a satirical magazine’. That’s enough, we know what that means and what it is.”

Mr Kafala said: “Terrorism is such a loaded word. The UN has been struggling for more than a decade to define the word and they can’t. It is very difficult to. We know what political violence is, we know what murder, bombings and shootings are and we describe them. That’s much more revealing, we believe, than using a word like terrorist which people will see as value-laden.” (…)

Leituras complementares: Pequeno mas cuidadoso exercício de limpezaNão são separatistas, são assassinos IV.

Compreender o putinismo XIII

Foto: AP

Foto: AP

Na Rússia, a fome voltou a ser patriótica.

Russian Deputy Prime Minister Igor Shuvalov, speaking at the World Economic Forum in Davos, on Friday warned the West against trying to topple President Vladimir Putin and said that Russians are ready to sacrifice their wealth in Putin’s support.

Russia has for the past year been sliding into recession amid a slump in its energy export prices as well as Western sanctions against Moscow’s role in the conflict in Ukraine that has claimed more than 5,000 lives. Questions have been raised in Russia and abroad whether the price that ordinary Russians are having to pay for the annexation of Crimea is too high.

Shuvalov, who is believed to be one of the richest men in the government, said that what he considers the West’s attempts to oust Putin will only unite the nation further.

“When a Russian feels any foreign pressure, he will never give up his leader,” Shuvalov said. “Never. We will survive any hardship in the country — eat less food, use less electricity.”

Shuvalov’s comments triggered pithy remarks on Russia social media including an opposition activist who posted photos of Shuvalov’s Moscow, London and Austria homes to illustrate where the deputy prime minister would experience the hardships he described.

Críticos da Sétima Arte em alta

AE

Apesar da confusão do crítico oriundo da Coreia do Norte, a crítica ao filme “A Entrevista” não pode deixar de ser clara.

O filme A Entrevista já rendeu muita dor de cabeça à Sony, por provocar a ira do regime norte-coreano e de hackers que invadiram o sistema de segurança da empresa em novembro passado. Agora, o longa é responsável por tirar o sono dos organizadores do Festival de Cinema de Berlim, já que o governo de Kim Jong-un acredita que o filme terá sua estreia em Berlim durante o festival, porque ambos acontecem no mesmo dia, 5 de fevereiro. “Esse filme claramente instiga o terrorismo“, diz um trecho do comunicado em tom de ameaça emitido pela emissora estatal norte-coreana, que também afirma que se A Entrevista for para a Berlinale, a Alemanha será vista como uma aliada dos Estados Unidos. Entretanto, o evento já divulgou a sua lista de filmes, e A Entrevista não está entre eles.

De regresso à normalidade lunática II

Foto: Maan Images

Foto: Maan Images

Hamas e Fatah de costas voltadas. E ontem estavam tão bem. Em Julho do ano passado, uma vez mais, os dois principais movimentos palestinianos apesar de terem acordadado na construção de um governo de unidade nacional palestiniano regressam aos confrontos políticos. Na altura, um dos principais líderes do Hamas em Gaza, acusou o governo de unidade palestiniano de ignorar a Faixa de Gaza e reafirmou o que era esperado – é possível que o Hamas volte a retomar o controlo político e militar da área. O autor das ameaças foi Abu Marzouk, dirigente político do Hamas que negociou o acordo de reconciliação nacional com a Fatah. Abu Marzouk responsabilizou também o Presidente Mahmoud Abbas pelo agudizar do conflito.
Sete anos após a última guerra civil palestiniana, a 23 de Abril último, o movimento islamista Hamas e a Autoridade Palestiniana assinaram o acordo de reconciliação nacional que instituíu a 2 de Junho um governo de unidade nacional transitório formado por seis meses, composto por tecnocratas cujos obejectivos maiores passam por incrementar a economia local e preparar as eleições, prevista para… Janeiro de 2015.
De regresso ao mundo real, o que desplotou na altura as critícas do Hamas foram os incumprimentos financeiros aos mais de 50 mil funcionários públicos afectos ao Hamas na Faixa de Gaza que deixaram de receber os seus salários, anteriormente pagos pelos islamistas. O Hamas pediu ainda a demissão dos quatro ministros do governo de unidade nacional que se encontram colocados no território da Faxa de Gaza  em protesto pela falta de pagamentos e pelo facto de Mahmoud Abbas nunca ter visitado Gaza após o acordo de constituição do governo de unidade nacional.
A História tem todas as condições para voltar a repetir-se. Hoje um carro explodiu. já tinha acontecido este espisódio, Terça-feira.

Parabéns, Charlie Hebdo

charliehebdomaome

Mohammed Hussein, o Grande Mufti de Jerusalém, condenou como um insulto o novo cartoon que retrata o Profeta Maomé. na edição recorde do jornal satírico Charlie Hebdo.

“This insult has hurt the feelings of nearly two billion Muslims all over the world. The cartoons and other slander damage relations between the followers of the (Abrahamic) faiths,” he said in a statement.

The mufti, who oversees Jerusalem’s Muslim sites including Islam’s third holiest, the Al-Aqsa mosque compound, slammed the “publishing of cartoons ridiculing the Prophet Mohammed, peace be upon him, and the disregard for the feelings of Muslims.”

O longo braço da Mossad implica com a estética na China

Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

The capital of China’s most Muslim region has banned residents from wearing the burqa in “an effort to curb growing extremism”.

Auto-caricatura

No programa da RTP Prós & Contras discute-se o terrorismo que fustigou a França. Dois cartoonistas convidados quando tiveram tempo de antena não perderam a oportunidade para apontar o dedo ao Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons VII

Gaddafi

A paródia do regime sírio tem pernas para andar. De acordo com a agência de notícias síria, o país condena o ataque terrorista ao jornal Charlie Hebdo. Deixando de lado as alucinações e de regresso à realidade, não deixa de ser assinalável o progresso humanista do regime de Assad no que toca ao cartoonista que ousou caricaturar (não o profeta mas) o querido líder. Alguns dos trabalhos de Ali Ferzat podem ser vistos aqui.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons VI

MorgenPost

German paper hit by Hebdo arson attack.

A German tabloid that reprinted cartoons from the French satirical paper Charlie Hebdo lampooning the Prophet Mohammed was targeted in a firebombing on Sunday, police said.

Adenda: O jornal belga Le Soir foi evacuado após uma ameça de bomba. As autoridades marroquinas proibiram a distribuição dos jornais e revistas estrangeiros que tiveram a ousadia de publicarem os cartoons do jornal satírico Charlie Hebdo.

Leituras dominicais

O desrespeito é muito lindo, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Para início de conversa, e por incrível que pareça, convém esclarecer que os acontecimentos de quarta-feira em Paris não decorrem da austeridade, do desemprego, do desenraizamento, da pobreza, da globalização, do individualismo, da falta de “valores”, do mau gosto, da NATO, da FIFA, da guerra no Iraque, do conflito israelo-árabe, das Cruzadas ou do fanatismo religioso em geral.

O massacre na redacção do Charlie Hebdo decorre apenas de sede de sangue que alguns revelam em nome de uma religião particular, o islão, hoje bastante fadada a congregar tarados do género. Quem, por estratégia partidária, convicção ideológica, conivência dissimulada com os assassinos ou pura estupidez, procura causas avulsas para “explicar” o assassínio de 12 pessoas, fora os inocentes que tombaram nos dias seguintes, está pouco consternado com a chacina. Não sei se, no Twitter dela, a Dra. Ana Gomes “legitimou” a chacina com a crise económica por oportunismo ou imbecilidade crónica. Sei que é vergonhoso

a senhora representar Portugal no Parlamento Europeu, tão vergonhoso quanto o PCP, que responsabilizou a “exclusão social” e os EUA pelo atentado, ainda existir.

Liberdades, por João Pereira Coutinho

Foram horas de comentários inanes. Mas a melhor análise aos dias de terror em França só veio no fim: aconteceu na TVI, pela boca de um sacerdote católico. António Rego, com erudição e serenidade, explicou o que separa o Ocidente (de raiz cristã) do islamismo radical: duas concepções de liberdade. No Ocidente, depois de guerras sangrentas entre os vários poderes espirituais (e entre estes e o poder temporal), a liberdade não é apenas um valor secular relevante. Ela é entendida também como uma condição teológica fundamental: sem liberdade, as criaturas seriam escravas da vontade do Criador. No Islão extremista, ainda não houve essa ‘Reforma’ (nem esse ‘Iluminismo’): a blasfémia é uma heresia – e o lugar dos hereges sempre foi no suplício das chamas. Sim, podemos defender-nos e vigiar-nos, como pediu François Hollande. Mas tudo dependerá da capacidade do Islão em ‘reformar-se’ para sair da sua Idade Média.

Freedom of speech cannot be killed, por  Joe Randazzo (antigo director do The Onion).

(…)Satire must always accompany any free society. It is an absolute necessity. Even in the most repressive medieval kingdoms, they understood the need for the court jester, the one soul allowed to tell the truth through laughter. It is, in many ways, the most powerful form of free speech because it is aimed at those in power, or those whose ideas would spread hate. It is the canary in the coalmine, a cultural thermometer, and it always has to push, push, push the boundaries of society to see how much it’s grown.

Our society is possibly the freest that humankind has yet produced and that freedom is predicated on one central idea: the right to speech. That right is understood as a natural extension of our very existence. In America, free speech is so important that the men who wrote our Bill of Rights put it first, but followed it up with our right to bear arms. To me, that’s always been a pretty strong message: Say what you want and, here, take some guns to make sure no one tries to stop you. But in this state of widespread social change – probably the most profound in centuries – we need to make sure that the ideal of the second. amendment never, ever trumps the power of the first. That brute force never negates ideas. (…)

Antonio Costa, director do Diário Económico na sua página do Facebook.

“Vai uma grande confusão por algumas cabeças mediáticas, ou um grande cinismo e hipocrisia, o que é ainda pior. Ser Charlie não é concordar com os cartoons do Charlie Hebdo, é discordar, é detestar, é estar do outro lado, e mesmo assim defender a sua existência. E pôr de lado as nossas opções políticas e sociais para estar ao lado de quem foi alvo de um crime,. Confundir este princípio absolutamente estruturante da liberdade de expressão com a ideia de que ser Charlie obriga a estar contra a austeridade, ou contra a Alemanha, ou concordar com todos os disparates que se dizem, ou ter a obrigação de dar espaço, por exemplo editorial, a todos os disparates, a todos os humoristas, cartoonistas e afins é outra coisa. É ser anti-Charlie. Não há donos da moralidade, embora pareça que esses querem impor essa moralidade aos outros, e não autorizar que todos sejamos Charlie. Diz muito do que pensam.”

Jeff Jarvis, no El Español, um novo projecto de comunicação a seguir com atenção.

(…) Defender la libertad de expresión no es americano. Es lógico. Si se permitiera a un gobierno controlar -censurar- discursos ofensivos, sólo escucharíamos los que aprobara el gobierno ya que cualquier expresión podría ofender a alguien y todas estarían controladas.

La idea de que la libertad de expresión debe estar controlada para limitar la ofensa es en sí misma ofensiva para los principios de una sociedad libre, abierta y moderna. Esto es lo que nos han enseñado los asesinatos de Charlie Hebdo. (…)

Das religiões que são superiores aquilo da liberdade

35-Raif-Badawi-2
Por “insultar o Islão” e “criar um forum liberal na internet”,  um tribunal saudita condenou em Agosto o blogger Raif Badawi, que já se encontrava preso, a uma pena de 10 anos de prisão e a ser chicoteado mil vezes. Para complementar a  pena, Raif Badawi pagará uma multa que ultrapassa os 190 mil euros. A sentença foi produzida após Raif Badawi, ter contestado a primeira condenação, de sete anos de prisão e a servir de poiso ao chicote por 600 vezes. Apelar da sentença nem sempre se revela ser  uma boa solução.
A iberdade de expressão é um conceito mais largo que o Oceano Pacífico e Badawi, está a pagar a ousadia a coragem e a afronta

Nova oportunidade para os críticos de cartoons V

Imagem de Pat McGrath / Ottawa Citizen

Imagem de Pat McGrath / Ottawa Citizen

Imtiaz Ahmed, o imã da mesquita de Ottawa precisa de ouvir o que o imã de Lisboa tem para dizer e deixar-se de purezas legais.. Até porque a criminalização e punição por blasfémia no Corão não existe. Ou melhor, esta legislação divina foi produzida centenas de anos depois da morte de Maomé, em tempos de guerra e durante a época Medieval. Passa a aplicar-se quando dá jeito. Agora é o momento para os extremistas.

Em relação à onda de terror que acontece em França é para mim seguro, de uma forma bastante clara, que assassinar (mesmo por delito de opinião) não é permitido e juntar-lhe a questão do gosto é, no minímo, de mau gosto.  Deus nos livre  que o insulto à religião passe a ser considerado como uma ameaça global à paz e à segurança como pretendem boa parte dos estados muçulmanos desde 1999.

O humor está em alta

Lifenews

De acordo com o canal de progaganda de tv russo LifeNews que conta com um reputado especialista em política externa norte-americana, a  CIA está na origem do bárbaro ataque à redacção do Charlie Hebdo por forma a colocar um travão na guerra com o Estado Islâmico e para que as sanções contra a Rússia sejam mantidas. Confusos? Alexei Martynov, explica.

Num grupo de jornalistas no FB há quem cite uma teoria questão do David Icke a propósito do polícia assassinado cuja imagem não revela hectolitros de sangue. Ao que parece os reptilianos voltaram para ficar e dominar o que resta do Universo. Não serão precisas explicações

davidicke

 

 

O terror islâmico continua em missão

A lista que espera por sentença idêntica à que hoje foi aplicada na redacção do jornal Charlie Hebdo.

O nome do diretor do “Charlie Hebdo”, Stéphane Charbonnier, conhecido como Charb constava numa lista de “procurados” pela Al-Qaeda.

Charb foi morto no atentado ao jornal nesta quarta-feira (7), em Paris.

A imagem foi divulgada na edição de março de 2013 da revista Inspire, que é usada como propaganda pelos jihadistas do grupo.

wanted

Junto ao nome de Charb, aparecem outros ocidentais que desagradam aos extremistas.

Os outros oito desafetos da Al Qaeda que aparecem na foto são: O pastor americano Terry Jones, que costuma queimar o Corão, o político da extrema-direita holandesa Geert Wilders, o advogado e ativista americano Morris Sadek, famoso por criticar o islã, o autor britânico Salman Rushdie, que se tornou famoso pelo livro “Versos Satânicos”, no qual ataca o islã por sua intolerância para com outras religiões, a ativista somali Ayaan Hirsi, critica às praticas de mutilação genital feminina, praticadas por alguns grupos extremistas, e os dinamarqueses Carsten Juste, Flemming Rose, Lars Vilks e Kurt Weestergart, todos envolvidos em desenhos satíricos ao islã.

Nova oportunidade para os críticos de cartoons IV

Charlie Hebdo

Pelo menos 12 mortos num ataque terrorista ao jornal satírico francês Charlie Hebdo. As ameaças foram agora concretizadas.

A imagem faz parte do último tweet do jornal antes do ataque. É talvez a oportunidade para os afamados críticos dos cartoons se exprimirem em liberdade.

Antonio Costa, a meretriz hitleriana

IM

“(…)Eu defender o Correio da Manhã porque a maior parte do povo o lê é uma coisa populista e hitleriana, é um argumento hitleriano. O CM é o carro do povo, portanto, todos temos de ler o CM. O CM todos os dias atinge a dignidade das pessoas e nós todas aqui conhecemos pessoas que foram atingidas pelo CM. Portanto, tu dizeres que nós, de esquerda, gostamos do CM, gostamos do povo, logo temos de gostar do Cm… O CM é má fonte, é vergonhoso e eu não admito que me digam que, por ser de esquerda, tenho de gostar de um jornal que é muito popularucho. Acho isso uma coisa nojenta. O CM é uma vergonha e eu acho uma vergonha participar nele e, para mim, é prostituição ser colunista do CM!

Isabel Moreira, no programa Barca do Inferno.

Espero que este recado da Isabel Moreira ao Secretário-Geral do Partido Socialista, putativo candidato à chefia do próximo governo, actual Presidente da Câmara de Lisboa e colunista do Correio da Manhã se encaixe nos canais próprios que servem para enviar os recados políticos. Não acredito em mais nenhuma hipótese e parece-me ainda mais longínqua qualquer aproximação da deputada a um processo de auto-crítica..

Adenda: As outras meretizes do mesmo partido de Isabel Moreira que escrevem no CM são a Maria de Belém e o Eduardo Cabrita.

Olha que dois

MADUROPUTIN

 

A atribuição da responsabilidade a terceiros pelas consequências dos erros provocados pelos próprios grandes líderes, o inevitável culto do querido líder detentor exclusivo do patriotismo saloio que tão bem coabita com a corrupção e os oligarcas, os sistemas de partido relativamente único associado ao esmagamento das oposições políticas e a excessiva dependência das receitas do petróleo e do gás natural constituem alguns dos elos que unem Vladimir Putin a Nicolas Maduro. A última teoria da conspiração narrativa promovida pelos dois presidentes parece basear-se numa guerra de petróleo cujo objectivo é destruir a Rússia e a revolução chavista que tão bons resultados tem dado. De acordo com os acusadores, a culpa pela baixa do preço do petróleo é invariavelmente dos EUA.

The ‘Oil War’

“Did you know there’s an oil war? And the war has an objective: to destroy Russia,” said Venezuelan President Nicolas Maduro in a live television speech last week. “It’s a strategically planned war … also aimed at Venezuela, to try and destroy our revolution and cause an economic collapse. It’s the United States that has started the war,” Maduro said, and its strategy was to flood the market with shale oil and collapse the price.

Russia’s President Vladimir Putin agrees. “We all see the lowering of oil prices,” he said recently. “There’s lots of talk about what’s causing it. Could it be an agreement between the U.S. and Saudi Arabia to punish Iran and affect the economies of Russia and Venezuela? It could.” The evil Americans are at it again. They’re fiendishly clever, you know.

We are hearing this kind of talk a lot these days, especially from countries that have been hit hard by the crash in the price of oil. Last Thursday, Brent crude hit $55 per barrel, precisely half the price it was selling for last June. The Obama administration’s announcement last week that it is preparing to allow the export of some U.S. oil to foreign markets may send it even lower (U.S. crude oil exports have been banned since 1973).

O agravamento do saque fiscal verde

Preço médio dos combustíveis aumentou 3 a 4 cêntimos por litro no primeiro dia do ano

Tal como antecipado, o preço médio dos combustíveis aumentou quatro cêntimos no gasóleo e 3,2 cêntimos na gasolina no primeiro dia de 2015. É o resultado da subida do imposto petrolífero

Leitura complementar: O próximo aumento de impostos será verde.