Podia-lhe ter dado para a solidariedade

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Alá falou-lhe ao neurónio e ele foi obrigado a decapitar uma colega de trabalho. Incidente que as autoridades logo se prontificaram a confirmar que não tinha nada a ver com o Islão.

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Festa é festa

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Na Venezuela a escassez de alimentos, as dificuldades económicas e a perseguição política teimam em persistir. No entanto, nem tudo é péssimo no paraíso terreno: Caracas vai dançar ao som de cinco orquestras cubanas.

A Escócia, o Reino Unido (sem aspas) e Portugal

Piada “verde”. Por José Manuel Moreira.

Vitória que pode ser tida como sinal de mais confiança num Reino Unido (UK) como “União de Nações” do que numa UE que é cada vez mais uma “União de Estados” capturada por tecno-burocratas que inventam impostos, taxas e controlos que tolhem a vida dos povos. Basta ver como a legalização da cópia privada no UK contrasta com a obscena lei aprovada pelo PSD e CDS por iniciativa de um SE da Cultura mais preocupado em servir lobbies e seguir directivas europeias do que com os prejuízos à economia e aos consumidores. Mas talvez o melhor exemplo de seguidismo em relação à UE seja a anunciada reforma fiscal verde: justificada com a promessa de baixar outros impostos. Trata-se, como se diria em Espanha, de um “chiste verde”: uma piada obscena. Com graça acrescida quando se olha para a forma como os filhos da geração que gastou a herança dos avós (e se tornou incansável no esforço para deixar dívidas aos descendentes) acolhem – em nome da salvação do Planeta – o novo saque da fiscalidade verde e a treta da neutralidade.

Bloco anedótico

Sem dúvida que duas cabeças de vento pensam melhor do que apenas uma.

Um ano depois de ter trazido o piropo para a discussão pública com uma primeira intenção de o criminalizar, o Bloco de Esquerda insiste no assunto. O partido leva esta quarta-feira à discussão no plenário do Parlamento uma proposta que classifica como crime o assédio sexual – onde se inclui o assédio verbal – e outra para perseguição. (…)

O BE cita posições e estudos da APAV, UMAR e CITE para argumentar que a tipificação do crime de assédio sexual é importante para servir como efeito dissuasor. Por assédio sexual entende-se a proposta reiterada de “favores de natureza sexual” ou “comportamento de teor sexual indesejado, verbal [onde se inclui o piropo] ou não verbal, atentando contra a dignidade da pessoa humana”, lê-se no texto bloquista.

Entre os exemplos estão situações de assédio sexual “entre professores e alunos, passando pela agressão a que as jovens e mulheres estão sujeitas nas ruas”, que provocam “custos no desenvolvimento da personalidade de jovens adolescentes, vítimas privilegiadas destes comportamentos”.

O tema foi trazido para a ribalta na rentrée do Bloco, no Fórum Socialismo 2013, com a mesa-redonda “Engole o teu piropo” em que as organizadoras – duas feministas, uma delas militante bloquista – defenderam que o piropo devia ser criminalizado. E estalou a polémica. Depois, vieram justificar que pretendiam apenas “levantar a discussão sobre o assunto” e não protagonizar qualquer iniciativa de proibir o piropo. (…)

 

Leitura complementar: Bloco insiste em punir o Piropo: Portugueses dizem “é boa, seus tesudos”. 

Adenda: Insatisfeito com a falta de alcance proibicionista do “Engole o teu piropo”, uma cabeça bloquista aposta tudo contra o anúncio do Euromilhões, exigindo um pedido público de desculpas. (obrigado à Tucha pela indicação).

 

 

A saga dos Merah

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Depois do turismo, o regresso.

Three Frenchmen, including the brother-in-law of a Toulouse-based al Qaeda-inspired gunman who killed seven people in 2012, were arrested on Tuesday at a Paris airport suspected of having joined Islamic militants in Syria, a French official said.

Around 150 militants who fought with rebel groups in Syria and Iraq have returned to France, requiring “massive” resources for surveillance and other security measures to prevent attacks.(…)

The three men including the husband of Souad Merah, whose brother Mohamed killed seven people including three Jewish children in March 2012, were arrested at Orly airport in Paris. (…)

Leituras complementares: Mohamed Merah e as restantes “vítimas da sociedade”Em nome do quê?; Falta de vergonha;  Rock the casbah.

 

Por favor, não parem

A Casa dos Segredos, versão PS.

O ex-candidato presidencial Manuel Alegre acusou segunda-feira à noite o secretário-geral socialista, António José Seguro, de recorrer a um “populismo incompatível com o PS” ao propor a redução do número de deputados de 230 para 181.

“Isso não é a cultura democrática do PS. Isso é populismo incompatível com o PS”, disse, sustentando que “falso moralismo nada tem a ver com a transparência ou ética republicana”.

Falta de respeito estratégica

António Costa que esteja descansado que eu – ao contrário de todas as outras pessoas malévolas (por exemplo o Rui Castro, maldoso até à medula, deixou no facebook um vídeo onde um popular com a 4ª classe previa complicações com o caudal da chuva no Marquês de Pombal) – não vou falar de cheias em Lisboa. Mesmo se, en passant, acabar por referir a Praça de Espanha, também não será por causa das inundações, mas antes para notar como durante o verão os sprinklers que pretendiam regar a relva faziam o bom serviço de também refrescar o alcatrão e, no meu caso, lavar de raspão o meu carro quando por lá passava. O que tenho de agradecer, porque eu embirro fortemente com gastar dinheiro em lavagens de automóveis.

costa inundações

Não, o meu objetivo é chamar a atenção a António Costa que é melhor ter cuidado, ou ainda leva com um processo disciplinar por faltas ao trabalho. Enfim, ninguém esperava de Costa – menos os seus maiores entusiastas nos seus suspiros mais íntimos – que fosse uma versão, adequada às circunstâncias, de Guiliani no 11 de Setembro. Nem sequer que aparecesse, só para mostrar que he cares, como faziam Jorge VI e a rainha Elizabeth com as casas bombardeadas do East End durante o blitz, colocando Costa umas galochas e supervisionando os desentupimentos na Baixa (em boa verdade se tivesse aparecido por Lisboa antes das inundações para mostrar que he cares também teria sido oportuno). Em todo o caso, aparecer alegremente num jantar de campanha das primárias em Coimbra no dia em que Lisboa inundou, talvez seja excessivo. Questões de vergonha e de respeito.

(foto da Sofia Vala Rocha)

Salvem os artistas-rentistas

Coloquem um ponto final nos 401 livros grátis do Metropolitan Museum of Art. (Via FB da Maria João Nogueira).

A religião da pás chega à paróquia

Está Na Hora!

Está na horas meus irmãos. Está na hora de demonstrar ao mundo a força do islamismo e de combater os infíeis! O plano está traçado e preparado. Iremos tomar conta de portugal e deste povo fraco e levaremos o nosso Islão ao mais elavado patamar do desejo do Senhor!

Espero por uma explicação de David Munir, sobre a notícia dada na página da Comunidade Islâmica de Lisboa.

Adenda: Entretanto, a “notícia” desapareceu do site da CIL. Terá sido obra de intervenção divina? Se assim for, a explicação do líder espiritual dos muçulmanos em Portugal torna-se ainda mais urgente.

Adenda II: De acordo com o DN, o” site da Comunidade Islâmica de Lisboa terá sido alvo de um ataque informático, que levou à divulgação de uma mensagem com conteúdo extremista. Esta foi a explicação dada ao DN por Khalid D. Jamal, membro da direcção da Comunidade, afirmando que o caso já foi encaminhados para as autoridades. (..)

Porém, Khalid D. Jamal garante que tudo não passou “de um ataque informático”. “A direcção já está ao corrente da situação e já demos conta do sucedido às autoridades. A Comunidade Islâmica repudia o discurso extremista”.

Nos próximos dias, a direcção da Comunidade Islâmica de Lisboa deverá prestar mais esclarecimentos públicos sobre o caso.”

INEM envie com urgência ambulância com colete de forças ao escritório ou à casa de Rui Moreira

Aqui fica (sem grandes comentários, que não tenho agora tempo para mais) o socialismo nacional em todo o seu esplendor e que mostra como as coisas são neste país: os cidadãos podem ficar com a sua propriedade – aquela por que pagaram ou que herdaram (i.e., aquela por que os antecessores pagaram) – apenas enquanto o estado, benevolente e generosamente, lhes permitir. Enjoy, que é uma espécie de One Flew Over the Cuckoo’s Nest (aguarda-se a rebelião).

A sala do Hotel Intercontinental, no Porto, estava cheia de investidores, proprietários e potenciais proprietários de edifícios no centro da cidade e foi a eles que o presidente da autarquia, Rui Moreira, se dirigiu, com um aviso muito claro: “Se porventura pensarem que vão expulsar [cafés e lojas históricas] resistentes da cidade, saibam que a Câmara do Porto utilizará todos os recursos legais ao seu alcance para o impedir. Para sermos claros, no Estado Novo usavam-se expropriações por esta razão”.

O autarca falava na abertura da conferência Reabilitar para Revitalizar, que marcou o 10.º aniversário da Porto Vivo – Sociedade de Reabilitação Urbana (SRU) e o fim do programa de intervenção do Eixo Mouzinho/Flores, e tinha na audiência um outro interlocutor especial – o secretário de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza, Miguel de Castro Neto. Foi a ele que o presidente da Câmara do Porto se dirigiu primeiro, manifestando-lhe o que disse ser a sua “principal preocupação”. “Há um crescimento vertiginoso dos preços das transacções na baixa e no centro histórico da cidade. Receio que a população autóctone possa ser expulsa e não queremos nem imaginar a cidade sem esta população, sem a forma como falam, como se comportam, como conhecem e se movimentam na cidade”, disse.

Rui Moreira defendeu que a actualização de rendas era “razoável e útil”, mas não a qualquer preço. E, depois, voltou-se para os proprietários, dizendo que, apesar do “muito respeito” que tem por eles, irá estar “muito alerta” em relação à forma como eles lidam com espaços emblemáticos da cidade. “Estou muito preocupado com os cafés históricos e lojas tradicionais da cidade. Eles que aguentaram tanto tempo, subitamente, podem ser excluídos, quando, pela primeira vez, vêem que o investimento que fizeram começa a dar frutos?”, questionou. E afiançou: “Não queremos transformar o Porto na República Dominicana das cidades”.

(Também por questões de tempo não comento a imbecilidade – para ser, ainda assim, agradável – de Moreira afirmar que agora as lojas e cafés que usufruem de rendas até aqui controladas – ou seja, lojas e cafés anteriores a 1990 – comecem só agora a ‘dar frutos’. O que o país precisa mais são negócios que dão prejuízos nos primeiros vinte e quatro anos, pelo menos, de existência.) Mas uma nova era, se Moreira levar a sua avante, se iniciará: em vez de se expropriar um bem em último caso e por inegável interesse público, agora vai-se expropriar porque os proprietários tomam ações que a lei lhes permite. Mas não faz mal, que no Estado Novo – esse expoente de boa política económica e de respeito pelos direitos individuais – também se fazia assim.

António Costa vai nu

Até já as minhas crianças percebem que o que se passa em Lisboa não está dentro do arco de normalidade da vida numa cidade. Hoje à tarde a descer a Marquês de Fronteira na parte de baixo do El Corte Inglés. Criança mais nova muito escandalizada: ‘Mãe, estão a fazer obras, estão a partir a estrada toda!’ Criança mais velha muito indignada: ‘Pois, estão sempre a fazer obras!’

Traduzindo para quem não conhece a zona, que é central em Lisboa e com grande fluxo de automóveis. Não há muito tempo houve obras de longa duração e grande incómodo, decididas pela autarquia, na Av. Duque d´Ávila e na parte referida da Marquês de Fronteira. (Tendo sido criada uma ótima solução para o trânsito que desce a Marquês de Fronteira: há duas faixas e, de repente, depois de um semáforo, passa só a uma faixa, gerando as filas de trânsito que se imaginam, que António Costa teima em infernizar a vida aos que têm de andar de carro em Lisboa.) Não muitos meses depois do fim das ditas obras, a parte da Marquês de Fronteira está com metade das faixas com o asfalto todo levantado e o início da Duque d´Ávila está também com metade das faixas cortadas e com buracos que fazem lembrar A Viagem ao Centro da Terra de Verne. É eficiência, António Costa sabe o que faz, os portugueses podem confiar nele, e mais uns etc. de tonterias.

Em todo o caso Costa está a pouco mais de uma semana de ganhar o PS (presumo), há já alguns dias que os dois candidatos às primárias pararam de nos divertir com os embaraços que criam a si próprios (e esse era o melhor side effect das primárias) e espera-se que as coisas se tornem um bocadinho mais claras. Que os projetos e ideias e alternativas prometidos – e, asseguram-nos, estão quase na meta final – sejam concretizados, que aparentemente a época de férias já terminou de vez e agora as atenções ficam mais despertas e exigentes, em vez de se continuar no registo do costume, de prometer milagres (simpáticos mas etéreos) sem que ninguém perceba quando e como vão ocorrer.

É esperar. Mas não muito.

Compreender o putinismo X

Fazer turismo com maus gps’s na Ucrânia é perigoso e pode ser fatal. A equipa da BBC que trabalha sobre o assunto foi bem recebida na Rússia que, por sinal, tem em vigor uma lei da cópia privada um tanto agressiva.

Ocupar é divertido

É urgente ocupar o Twitter dos ocupas.

Activists who organized the dormant Occupy Wall Street movement are suing another activist for control of the main Twitter account, and one of the plaintiffs says there was no other option but to turn to litigation to solve the dispute.

The conflict centers around @OccupyWallStNYC, one of the main Twitter feeds that distributed information during the movement’s heyday in 2011. The OWS Media Group filed a lawsuit against organizer Justin Wedes on Wednesday, which is also the third anniversary of the beginning of Occupy Wall Street. The group, led by activist Marisa Holmes, is seeking control of the Twitter account as well as $500,000 in damages.

The Twitter account, which used to be shared among several activists, is now under the control of Wedes, who explained his decision to take over the Twitter feed in a blog post in August:

A thread about “self-promotion” became just another shaming session. If we start from a place of assuming bad intentions – i.e. discouraging “self-promotion” over encouraging solid, relevant content – we will end up with rules that shame rather than empower. Group members took on the task of limiting others to “1 to 2 tweets per day” (or week) on a topic, a form of censorship that would never have been allowed in the earlier days of the boat. I had to say enough!

“We can either go and beat him up or we can go to court,” Holmes, a video editor who was part of the core organizing team of Occupy, told BuzzFeed News. “And quite frankly if we go and beat him up then we could end up with countersuits against us, and that puts us in a more damaging position and we don’t really want to do that anyway.”

 

Rand Paul, o novo falcão III

Rand Paul dá mais uma entrevista em que procura explicar algumas das suas ideias sobre a política externa norte-americana, defender-se de acusações e abordar a questão de como agir contra o Estado Islâmico. Os destaques são da minha autoria mas a entrevista deve ser lida na íntegra na The Federalist. A caixa de comentários, servirá para o necessário carpir de mágoas aos viúvos devotos do isolacionismo.

Rand Paul Responds To His Critics On ISIS And Foreign Policy An exclusive interview with the Senator from Kentucky.

(…)The thing that I in some ways laugh at, because nobody seems to get this, is that I spent the past five years in public life telling everyone that “hey, I’m not an isolationist” … and when they find out I’m not, they say I’ve switched positions, because I’m not the position they were saying I was. You know what I mean? So for five years they’ve been accusing me of being something that I say I’m not. And then when they find out I’m really not, they say I’ve changed my position. You can see how it’s a little bit frustrating for me. (…)

At the same time, I’ve also said all along that I’m not for no interventions. I’m not for saying “we never intervene”, and this is what I’ve spent five years trying to tell people is my policy, I don’t want to be branded as someone who believes in no intervention. In the current situation, I do think this is a judgement call, and I still continue to believe that Congress should vote on it. It’s an imperative that Congress declare war, and I’ve never changed my position on that, but I’ve always said that when we vote then there is a debate, and the debate concerns our vital American interests. And that’s something that even good people can sometimes disagree on. With ISIS, they’re beheading American citizens, they’ve actively said that if they can, and when they can, they’ll come to New York. They’re within, I think a day’s march or a day’s drive of Erbil and the consulate there. I think that they probably would be repelled in Baghdad, but they could be a threat to Baghdad. I think ultimately if left to their own devices, they could organize the same way Al-Qaeda organized in Afghanistan, and if given a safe haven that they could be a real threat to us at home.

(…)In general, I do think the war on the ground should be fought by those who live there. It offends me that sixteen of the nineteen hijackers were Saudis, it offends me that they finance radical Islam, and it offends me that they get rich off of our buying their oil and they don’t fight. So I’d like to see the first several thousands in the front lines attacking ISIS be Iraqis, but I’d also like to see the Saudis up there, Kuwaitis, Qataris. I’d like to see them fight. Ultimately, and this is where I in some ways I agree with the president, this is a long war against radical Islam, but the ultimate victory over radical Islam will have to come from civilized Islam. (…)

Leituras complementares: Rand Paul and ISIL; Rand Paul, o novo falcão IIRand Paul, o novo falcão.

Compreender o putinismo IX

Alina Kabayeva

No Kremlin, os recursos humanos continuam a ser geridos a partir da confiança nas capacidades profissionais e humanas das pessoas envolvidas na causa pública.

The former gymnast rumoured to be Vladimir Putin’s girlfriend is giving up her career as an MP to take charge of a pro-Kremlin media holding run by an acquaintance of the Russian president.

Alina Kabayeva, 31, will become chairman of the board of National Media Group, which is controlled by Yury Kovalchuk, a finance and media magnate added to US and EU sanctions lists over the Ukraine crisis earlier this year.

He is allegedly Mr Putin’s “cashier”.

The group owns a 25% stake in the vociferously pro-Kremlin Channel One television station and a majority stake in the government-friendly Izvestiya newspaper.

Miss Kabayeva, who was an Olympic champion in rhythmic gymnastics in 2004, has served for six years as a deputy from the pro-Putin United Russia Party in the State Duma, Russia’s lower house of parliament.

O sonho comanda a jihad e burocracia quer dar cabo dela

O jovem conhecido como Mohammad Daniel, Abu Abdul Rahman ou mesmo Mark John Taylor, foi forçado a emigrar. Rumo a vida mais plena, assentou na Síria. A experiência como “soldado de Alá” não terá corrido de acordo com os sonhos revelados pelo Altíssimo. Como se a vida de terrorista não fosse suficientemente agreste, a má sorte parece perseguir o bom muçulmano: um infeliz incêndio queimou o seu passaporte e as autoridades neo-zelandesas parecem não estar muito receptivas a emitirem um novo documento. Parece impossível não percebem os desejos do viajante aventureiro Mohammad Daniel em sair da Síria. O homem pela bondade da missão praticada, merece regressar a casa e em classe executiva, que a viagem ainda é longa. Alguém lança uma petição?

Compreender o putinismo VIII

Ocidentais, finalmente podemos pedir as devidas desculpas a Vladimir Putin.

El presidente ruso Vladímir Putin cree que Occidente debe pedirle perdón y por ello ha abierto una página web con un manifiesto que cualquier ciudadano occidental puede firmar. Traducida a varios idiomas, se trata de una carta dirigida tanto a Putin como a todo el pueblo de ruso, y cuyas primeras líneas van directas al grano: «Les rogamos acepten nuestras disculpas por el comportamiento de nuestros Gobiernos y medios de comunicación».

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo.

Olha que coisa mais gira, mais cheia de graça

Campos doou 2,5 milhões um dia depois de morrer

 

O Comité Financeiro do Partido Socialista Brasileiro (PSB) informou o Tribunal Superior Eleitoral que recebeu uma doação de Eduardo Campos, o ex-candidato presidencial pelo partido que morreu num acidente de avião, conta a Carta Capital.

Há dois pontos a causar estranheza à imprensa brasileira. Primeiro, o timing: aconteceu apenas um dia depois do acidente aéreo (14 de agosto). E a quantia — cerca de 850 mil euros —, que será, segundo o jornal brasileiro, quase cinco vezes mais do que o património declarado pelo político.

Terror: conferência de doadores

O apoio dificilmente podia ser mais evidente. Claro que continua a haver espaço para trazer à discussão as Grandes Guerras, o império norte-americano e a existência de Israel.

Standing at the front of a conference hall in Doha, the visiting sheikh told his audience of wealthy Qataris that to help the battered residents of Syria, they should not bother with donations to humanitarian programs or the Western-backed Free Syrian Army.

“Give your money to the ones who will spend it on jihad, not aid,” implored the sheikh, Hajaj al-Ajmi, recently identified by the United States government as a fund-raiser for Al Qaeda’s Syrian affiliate.

Rand Paul, o novo falcão II

A opinião de Rand Paul, escrita pela próprio candidato presidencial. Prevê-se o rasgar de vestes na caixa de comentários.

Rand Paul: ‘I Am Not an Isolationist’.

If I had been in President Obama’s shoes, I would have acted more decisively and strongly against ISIS

Some pundits are surprised that I support destroying the Islamic State in Iraq and Greater Syria (ISIS) militarily. They shouldn’t be. I’ve said since I began public life that I am not an isolationist, nor am I an interventionist. I look at the world, and consider war, realistically and constitutionally.  I still see war as the last resort. But I agree with Reagan’s idea that no country should mistake U.S. reluctance for war for a lack of resolve.

As Commander-in-Chief, I would not allow our enemies to kill our citizens or our ambassadors. “Peace through Strength” only works if you have and show strength. (…)

Leitura complementar: Rand Paul, o novo falcão.

Compreender o putinismo VI

Revealed: the Kremlin files which prove that Nato never betrayed Russia

Secret official records contradict the stab-in-the-back myth that justifies Russian expansionism

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo III.

Rand Paul, o novo falcão

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A intenção de Rand Paul que o deve colocar fora da lista de favoritos dos amantes da paz: “If I were president, I would call a joint session of Congress,” Paul told the AP. “I would lay out the reasoning of why ISIS is a threat to our national security and seek congressional authorization to destroy ISIS militarily.”

E o contexto explicado das declarações do candidato presidencial.

Richard Burt, one of Rand Paul’s foreign-policy advisers, says that the senator’s call to destroy the Islamic State is not merely a matter of political opportunity, but reflects the senator’s broader views about America’s role in the world. When I spoke with Burt, who served as ambassador to West Germany during Ronald Reagan’s second term, he was working with Paul’s team on an op-ed on the Islamic State threat.  Paul, Burt says, “understands that the United States is a global power and that there are occasions where the United States has to use military force.”  “I think this is all based on an approach to foreign policy that thinks in terms of American interests,” he says. “The thing that makes ISIS a particularly serious challenge is that we do have interests” in the Middle East, Burt says — in a thriving Kurdish minority and a stable, successful Iraqi government that integrates the country’s Sunni minority.

Vergonha em tons multiculturais II

Rotherham child sex scandal: these children were victims of ‘anti-racism‘, por Daniel Hannan.

Leituras complementares: Vergonha em tons multiculturais, Rotherham, socialismo e multiculturalismo.

Vergonha em tons multiculturais

Por mero acaso assisti à notícia dada no Jornal da Tarde, RTP1. Do que me lembro de ter visto, os vikings poderiam ter sido os autores dos hediondos crimes.

ROTHERHAM: 1400 CHILDREN GROOMED, DRUGGED AND RAPED BY MULTICULTURALISM