Conferência Instituto Mises Portugal – 1 de Novembro no Porto

Conforme já por aqui foi publicitado várias vezes, realiza-se no próximo Sábado a partir das 14:00, no Porto (no Pólo da Foz da Universidade Católica), uma conferência organizada pelo Instituto Ludwig von Mises Portugal.

Pela minha parte, participarei num painel sobre finanças públicas, juntamente com José Bento da Silva (da Universidade de Warwick) e Ricardo Valente (da Faculdade de Economia do Porto), agendado para as 15:45.

Mais informações sobre a conferência estão disponíveis na página do evento no Facebook.

A entrada é livre, mas sujeita a inscrição aqui.

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Faz-se sentir o pulsar do novo PS

É claramente um partido que apoia as verdadeiras causas que importam. Num só fôlego, o partido liderado por António Costa quer criar o dia/noite contra a homofobia e a transfobia e defende de forma intransigente a segurança dos cidadãos portugueses que combatem ao lado do Estado Islâmico.

Socialismos dos partidos dos taxistas

Fotografia do Público

Fotografia do Público

Depois dos dilúvios que afectam a cidade de Lisboa sempre que chove, situações de desastre que apenas acontecem porque os serviços camarários não são avisados, o CDS de Lisboa decide que importa regulamentar a actividade dos tuk tuk na capital.

O CDS quer que a actividade dos tuk tuk em Lisboa passe a estar limitada a um conjunto de circuitos pré-definidos e se restrinja ao período diurno, “por forma a compatibilizar os interesses e necessidades” de quem vive na cidade, de quem a visita e “de quem dela depende para desenvolver os seus negócios”.

Nesse sentido, o vereador do CDS na Câmara de Lisboa vai apresentar esta quarta-feira uma moção, na qual recomenda ao município que avance com a regulamentação da actividade destes triciclos motorizados. Em declarações ao PÚBLICO, João Gonçalves Pereira sublinha que essa regulação deve ser vista por todos os agentes como “algo positivo, não negativo”, assente na ideia de que “qualquer país e cidade deve proteger aqueles que neles investiram”.

Na sua moção, há essencialmente três aspectos relativamente aos quais o autarca centrista defende que a câmara deve definir regras, depois de ouvir os empresários do sector: a tomada e largada de passageiros, os circuitos e os horários.

Em sentido contrário ao das várias propostas de regulamentação da actividade turística, apraz-me recordar as palavras de Adolfo Mesquita Nunes,

“A liberalização da economia resulta. Quando o Estado dá espaço às empresas, as empresas respondem, e respondem com criação de emprego e crescimento.” Redução de taxas, liberdade de acesso e redução de custos para as empresas foram os três pontos de viragem. “Costumo dizer que há que desamparar a loja. Ninguém cria uma empresa, de animação turística ou outra qualquer, se tiver de percorrer um calvário de licenciamentos e pagar um amontoado de taxas. (…) Sendo constituída por micro e pequenas empresas, muitas delas resultado de empreendedorismo, a animação turística é um dos sinais e exemplos do relevo do turismo na criação de emprego. “

Como moral da história, aos interessados, aconselho a leitura do certeiro artigo do Alexandre Homem Cristo no Observador, Tuk-tuks: mudança ou ameaça?

(..) A história em si não tem nada de surpreendente. A incapacidade de adaptação aos tempos, a inveja pelo sucesso dos outros, a obsessão pelo proteccionismo, a exigência que o Estado esteja sempre lá para decidir, regulamentar e, sobretudo, preservar a rentabilidade de sectores empresariais que deixaram de ser rentáveis. Tudo isso é Portugal. E é, aliás, por essa razão que este caso é tão interessante – porque ultrapassa a luta específica de um sector e representa, na verdade, o confronto entre a concretização da mudança e o país que somos. Um país que pede essa mudança mas que não gosta quando ela acontece. Um país que se orgulha de ser um destino turístico de excelência, mas que vê o sucesso das empresas do sector como uma ameaça. Um país que quer ser mais livre e próspero mas que não consegue ultrapassar a sua dependência do Estado.

No fundo, é isto: um país que não aprende com os seus erros e onde os bons exemplos de sucesso e de governação parecem nunca ser suficientes para impor a mudança. Um país onde o socialismo parece vencer sempre.

 

Política Económica e Finanças Públicas em Portugal – Sábado, 18:30, no Porto

No próximo Sábado, pelas 18:30 no Porto, falarei sobre Política Económica e Finanças Públicas em Portugal.

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A iniciativa é do PSD-Porto, mas são bem-vindos social-democratas de todos os partidos.

Bloco anedótico

Sem dúvida que duas cabeças de vento pensam melhor do que apenas uma.

Um ano depois de ter trazido o piropo para a discussão pública com uma primeira intenção de o criminalizar, o Bloco de Esquerda insiste no assunto. O partido leva esta quarta-feira à discussão no plenário do Parlamento uma proposta que classifica como crime o assédio sexual – onde se inclui o assédio verbal – e outra para perseguição. (…)

O BE cita posições e estudos da APAV, UMAR e CITE para argumentar que a tipificação do crime de assédio sexual é importante para servir como efeito dissuasor. Por assédio sexual entende-se a proposta reiterada de “favores de natureza sexual” ou “comportamento de teor sexual indesejado, verbal [onde se inclui o piropo] ou não verbal, atentando contra a dignidade da pessoa humana”, lê-se no texto bloquista.

Entre os exemplos estão situações de assédio sexual “entre professores e alunos, passando pela agressão a que as jovens e mulheres estão sujeitas nas ruas”, que provocam “custos no desenvolvimento da personalidade de jovens adolescentes, vítimas privilegiadas destes comportamentos”.

O tema foi trazido para a ribalta na rentrée do Bloco, no Fórum Socialismo 2013, com a mesa-redonda “Engole o teu piropo” em que as organizadoras – duas feministas, uma delas militante bloquista – defenderam que o piropo devia ser criminalizado. E estalou a polémica. Depois, vieram justificar que pretendiam apenas “levantar a discussão sobre o assunto” e não protagonizar qualquer iniciativa de proibir o piropo. (…)

 

Leitura complementar: Bloco insiste em punir o Piropo: Portugueses dizem “é boa, seus tesudos”. 

Adenda: Insatisfeito com a falta de alcance proibicionista do “Engole o teu piropo”, uma cabeça bloquista aposta tudo contra o anúncio do Euromilhões, exigindo um pedido público de desculpas. (obrigado à Tucha pela indicação).

 

 

Compreender o putinismo VIII

Ocidentais, finalmente podemos pedir as devidas desculpas a Vladimir Putin.

El presidente ruso Vladímir Putin cree que Occidente debe pedirle perdón y por ello ha abierto una página web con un manifiesto que cualquier ciudadano occidental puede firmar. Traducida a varios idiomas, se trata de una carta dirigida tanto a Putin como a todo el pueblo de ruso, y cuyas primeras líneas van directas al grano: «Les rogamos acepten nuestras disculpas por el comportamiento de nuestros Gobiernos y medios de comunicación».

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo.

Prós & Contras sobre a Lei da Cópia Privada

Na próxima Segunda-feira à noite estarei no programa Prós & Contras, na RTP 1, a discutir a lei da cópia privada. Do lado dos “contras”, naturalmente.

Leitura complementar: A abominável Lei da Cópia Privada ataca de novo.

Rand Paul, o novo falcão II

A opinião de Rand Paul, escrita pela próprio candidato presidencial. Prevê-se o rasgar de vestes na caixa de comentários.

Rand Paul: ‘I Am Not an Isolationist’.

If I had been in President Obama’s shoes, I would have acted more decisively and strongly against ISIS

Some pundits are surprised that I support destroying the Islamic State in Iraq and Greater Syria (ISIS) militarily. They shouldn’t be. I’ve said since I began public life that I am not an isolationist, nor am I an interventionist. I look at the world, and consider war, realistically and constitutionally.  I still see war as the last resort. But I agree with Reagan’s idea that no country should mistake U.S. reluctance for war for a lack of resolve.

As Commander-in-Chief, I would not allow our enemies to kill our citizens or our ambassadors. “Peace through Strength” only works if you have and show strength. (…)

Leitura complementar: Rand Paul, o novo falcão.

Um ano depois da guerra justa

Church

Contra os tipos a soldo da CIA e da Mossad.

One Year after Historic Attacks, Egypt Has Yet to Aid Christians

Few church buildings restored as Copts struggle to rebuild their lives.

One year after the attacks, Mina Thabet can still see the ruins in his mind; a seemingly endless series of scorched, hollowed-out church buildings, schools, homes and businesses stretching out across Egypt.

On Aug. 14, 2013, thousands of Muslims began a four-day rampage throughout the country seeking revenge for the military-backed, popular ouster of the Islamist president Mohamed Morsi. They attacked anything remotely associated with Christ, Christians or Christianity.

When it was over, Thabet, a well-known Coptic human rights activist, went to survey the damage. He said it was a life-changing experience.

“I visited Minya – it was awful,” he said. “When I got to the Corniche area, I saw how much damage had been done, and I saw the bathroom that had what remained of two people who were burned alive inside.”

A year has passed since the attacks, but Mina and others say that Christians are still struggling to rebuild their lives. After the first day of attacks, then-Defense Minister Abdel Fattah El-Sisi, now the nation’s president, publicly promised that the army would restore all church buildings destroyed in the attacks. Only five of the 32 destroyed church buildings have been rebuilt.

More importantly, Mina and others said, Christians have received no government assistance to replace more than 100 homes, businesses and other personal property lost in the attacks.

“There were three stages for rebuilding and renovating churches,” Mina said. “Of the three stages, they haven’t finished the first step, which doesn’t even include 10 churches. They haven’t done anything to help the people.”

O fabuloso destino de Ana Drago

Passa pela esquerda e pela eterna soma de divisões canhotas

A ex-dirigente do Bloco de Esquerda Ana Drago assumiu, esta quarta-feira, a criação de uma plataforma política de esquerda que congregue “movimentos que já estão no terreno” que tenha a “seriedade e humildade” de ser colocada “perante os votos dos portugueses”.

 

O Ranking das Esquerdas Mais Convergentes sempre esteve ultrapassado pela realidade interventiva d@s cidadad@s que querem tacho e pela natureza das coisas.

É provável, que à data da publicação do artigo tenham surgido de forma espontânea, outros movimentos de convergência da esquerda portuguesa. Assim sobrem pessoas e se redescubram causas. Afinal, precisamos de mais esquerdas por forma a tornar mais difícil a vida aos comediantes e a reinvenção permanente com um verdadeiro efeito multiplicador das petições on-lne.

Apoio fraterno, solidário e cultural

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A Cultura Apoia António Costa, é o título da petição de rentistas pessoas e individualidades variadas que se acham “a cultura”. Tendo em conta a guerra civil que floresce no Partido Socialista e alimenta o anedotário nacional, não será de estranhar que os “culturistas” apoiantes de António José Seguro lancem uma contra-petição a defender o líder como o grande homem de cultura que o partido, o país e o mundo precisam. Quando for lançada a petição A Cultura Apoia António José Seguro, estarei na primeira linha para a anunciar. O divertimento é quem mais ordena.

A pândega é livre

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O movimento/partido/agremiação unipessoal Livre, apesar da utilização ilegítima madeirense – motivo pelo qual os empreendedores locais estarão à partida excluídos da formação de uma alternativa ao governo verdadeiramente cool- apela a mais um diálogo à esquerda a pensar nas legislativas. Aviso grátis: o diálogo será hilariante longo, tendo em conta o ranking das esquerdas mais convergentes.

Estoril Political Forum 2014

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Recordo que termina hoje o prazo para inscrições na edição 2014 do Estoril Political Forum, organizado pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa. O Estoril Political Forum 2014 terá lugar de 23 a 25 de Junho e tem como tema geral “Reconsidering the Third Wave of Democratization”.

O programa preliminar completo está disponível aqui. As inscrições podem ser feitas aqui.

Ainda relativamente ao IEP-UCP, decorre até 30 de Junho a 2ª fase de candidaturas ao MA in Governance, Leadership and Democracy Studies e até 11 de Julho a 1ª fase de candidaturas aos programas de Mestrado e a Doutoramento em Ciência Política e Relações Internacionais.

Os erros de Thomas Piketty

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Hoje às 13:00, no Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa, palestra “Os dois erros fundamentais de Thomas Piketty”, por William Hasselberger.

Jovens bloquistas e afins, o festival de Verão do Hamas abriu em Rafah

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O programa de actividades lúdicas especialmente criado para crianças em idade escolar já se encontra disponível.

O poder das eleições

Imagem de Aleppo de George Ourfalian/Reuters para o NYR

Imagem de Aleppo de George Ourfalian/Reuters para o NYT

À medida que se caminha para o quarto ano de guerra, basta botar o boletim e a paz acontece. Estes americanos que querem levar a democracia ao universo não dão hipótese.

No parque temático do Largo do Rato

Kim (1)

 

A imagem data de 2 de Outubro de 1977 e capta o Querido Líder Kim Jong Il, no parque recreativo de Taesong, em Pyongyang, Coreia do Norte . Por cá, às 17.30 h iniciar-se-à a reunião no Largo do Rato entre o Tó-Zé e o Costa. Para a animar a brincadeira liderança só falta a confirmação da presença do camarada Tino de Rans.

 

Uma grande vitória eleitoral II

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Partido Socialista discute com grande alegria e motivação o programa de governo apresentado pelo Tó-Zé ao país e aos europeus.

Os críticos de Seguro estão à espera que Costa dê o primeiro passo para o apoiarem como candidato à liderança. Outra vez. Entre os socialistas é evidente o desconsolo com a fraca vantagem sobre a coligação. Sábado há Comissão Nacional.

Nos países comunistas a democracia e a liberdade jorram por todos os lados

Escreve o deputado comunista Miguel Tiago na sua página do Facebook

·  A abstenção, o branco e o nulo são a maior das invenções do capitalismo. Se os que não estão satisfeitos com o capitalismo não votam, deixam a decisão nas mãos dos que estão. É a ditadura perfeita.

 

Esta gente não prosa nada com a liberdade.

Soares amuado

Imagem de quando o Tó era considerado um bom secretário-geral; de Jorge Amaral / Global Imagens

Imagem de quando o Tó era considerado um bom secretário-geral; de Jorge Amaral / Global Imagens

Mas não desce o Chiado, amuado.

Soares recusa convite de Seguro para descer o Chiado

Fundador do PS não gostou de receber convite já perto do final da campanha.