Inundação provocada por “ocupas” encerrou sede de associação gay
Para os bloquistas (e outros progressistas em geral) que interesse deve prevalecer?
Inundação provocada por “ocupas” encerrou sede de associação gay
Para os bloquistas (e outros progressistas em geral) que interesse deve prevalecer?
Mais coisa, menos coisa, este é a carta- modelo que contém as respostas a todas as questões, aprovadas pelo Partido.
The Party has approved a form letter to be used in answering all queries regarding economic issues. It explains our positions and proposed solutions to problems in a clear, concise manner and is suitable for framing. With minor changes (prior approval from the Ministry of Truth required), it will also form the basis of a good newspaper article or broadcast copy suitable for the professional state-approved media.
Palestina no seu melhor. Presumo que a responsabilidade por se ter alcançado tão alto patamar na busca das liberdades seja atribuído ao vizinho do lado.
Duplo mau sinal, comemorar-se o dia Mundial da Liberdade de Imprensa com enfoque nos novos media e redes sociais. Para ter um dia, é sinal que fartura e saúde não abundam para esta liberdade. Ter que associar a Primavera árabe – com tudo o que de mau trouxe para a liberdade de imprensa – à, cada vez maior, importância das redes socais, parece-me no mínimo redutor. Como o assunto da liberdade de imprensa merece ser bem lido, nada melhor queAlexander Solzhenitsyn, Mario Vargas Llosa, Arthur Miller, Samuel Beckett, Václav Havel, Mikhail Bulgakov, Nadine Gordimer, Anna Politkosvkaya, Ai Weiwei e Ngugi wa Thiong’o para o explicarem.
Ken Livingstone has told 85 different lies during this campaign.Vale a pena olhar para o que o Red Ken diz e depois para a realidade. É um excelente exercício.
Anders Breivik afinal não é mais do que um peão da Mossad. O autor da ideia chama-se Johan Galtung, é professor na Universidade de Oslo e é conhecido como o pai da Global Peace Studies. Apesar de doente, consta que a criatura universitária ainda não foi internada. Sabe Deus porquê, lembrei-me de Boaventura Sousa Santos.
Não há cravos no Mississipi, a crónica de Alberto Gonçalves.
Em Nova Iorque, não vi sinal das multidões que há tempos ocupavam Wall Street. Em compensação, vi pequenas manifestações avulsas, focadas em questões específicas e mais reveladoras daquilo que as multidões de facto pretendem. Uma das manifestações, à porta de um hotel próximo da Avenida Lexington, contestava a “cobiça empresarial” das companhias estrangeiras que vêm para os EUA e apenas empregam imigrantes. Não falha: devidamente esmiuçadas, as turbulências em prol da fraternidade universal depressa descobrem a verdadeira face. Em Portugal, o lindo movimento da Fontinha, vulgo Es.Col.A, destinava-se a ensinar matemática às criancinhas. Num instante, resvalou para sessões de hip-hop e evangelização ideológica e hoje, a propósito da evacuação decretada pela autarquia, caiu no fatal combate à liberdade. No Facebook, um entusiasta do movimento clamava pela necessidade de se reabilitar “Che” Guevara e abolir a democracia. É escusado limitarmo-nos aos proverbiais anos 1930: a História está repleta de brincadeiras que começaram assim. E não terminaram bem.
Imperdível a reportagem do WP, In Venezuela, armed groups that pledge allegiance to Hugo Chavez rule over slum fiefdoms.
Grupo terrorista maoísta ao serviço do tráfico de droga. A dúvida que tenho é se estarão presentes na próxima edição do Avante como convidados ou fornecedores.
Who Is ‘Racist’?, por Thomas Sowell.
In the same vein were the repeated references to Zimmerman as a “white Hispanic.” Zimmerman is half-white. So is Barack Obama. But does anyone refer to Obama as a “white African”?
All these verbal games grow out of the notion that complexion tells you who is to be blamed and who is not. It is a dangerous game because race is no game. If the tragic history of the old Jim Crow South in this country is not enough to show that, the history of racial and ethnic tragedies is written in blood in countries around the world. Millions have lost their lives because they looked different, talked differently or belonged to a different religion.
In the midst of the Florida tragedy, there was a book published with the unwieldy title, “No Matter What … They’ll Call This Book Racist.” Obviously it was written well before the shooting in Florida, but its message — that there is rampant hypocrisy and irrationality in public discussions of race — could not have been better timed.
Author Harry Stein, a self-described “reformed white liberal,” raised by parents who were even further left, exposes the illogic and outright fraudulence that lies behind so much of what is said about race in the media, in politics and in our educational institutions.
He asks a very fundamental question: “Why, even after the Duke University rape fiasco, does the media continue to give credence to every charge of racism?”
Harry Stein credits Shelby Steele’s book “White Guilt” with opening his eyes to one of the sources of many counterproductive things said and done about race today — namely, guilt about what was done to blacks and other minorities in the past.
Let us talk sense, like adults. Nothing that is done to George Zimmerman — justly or unjustly — will unlynch a single black man who was tortured and killed in the Jim Crow South for a crime he didn’t commit.
Letting hoodlums get away with hoodlumism today does not undo a single injustice of the past. It is not even a favor to the hoodlums, for many of whom hoodlumism is just the first step on a path that leads to the penitentiary, and maybe to the execution chamber.
Winston Churchill said, “If the past sits in judgment on the present, the future will be lost.” He wasn’t talking about racial issues, but what he said applies especially where race is involved.
Houve um jantar de curso e nesse jantar o Cravinho a certa altura chama-me de parte e diz: “Tens algum tempo livre?”. E eu disse: “Tenho, mas porquê?”; “Eu precisava de ti para uma empresa”; “Que empresa?”; “Agora não interessa, a gente daqui a uns tempos fala”. Passado uns tempos chamou-me e disse-me: “Eu quero que vás para a Junta Autónoma das Estradas, mas não digas a ninguém que o gajo que lá está [Maranha das Neves] nem sonha”. O Cravinho deu-me os 10 mandamentos do que eu precisava de fazer na Junta, limpar a casa, obras que era preciso fazer, etc. Entretanto, comecei a conhecer a casa, dei a volta ao país todo e um dia disse-lhe: “Há aqui uma série de coisas que é preciso fazer e há 11 fulanos que é preciso pôr na rua”. Ele retorceu-se, chamou-me daí a dois dias, disse que era muito complicado. O problema é que era através de uma das pessoas que eu queria pôr na rua que passava o dinheiro para o PS.
Via Impertinências.
Blood on His Hands, uma reportagem da FP sobre Bo Xilai, um chefe comunista.
Alguma coisa o poder polítco deve estar a fazer bem.
A Associação 25 de Abril não participará este ano, pela primeira vez, nas celebrações oficiais da Revolução dos Cravos por considerar que «a linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril».
O anúncio foi feito em Lisboa pela direção da associação, de que fazem parte alguns dos chamados “Capitães de Abril”.
«A linha política seguida pelo atual poder político deixou de refletir o regime democrático herdeiro do 25 de Abril configurado na Constituição da República Portuguesa», lê-se no texto do manifesto «Abril não desarma», lido hoje, em Lisboa, aos jornalistas e a uma assembleia de associados pelo coronel Vasco Lourenço.
Adenda: Mário Soares e Manuel Alegre amuaram e também não vão participar nas cerimónias oficiais. O ar ficará mais respirável.
Leitura recomendada: Leitura dominical.
A Choice With Definite Risks, por Nina Planck.
(…) Nature created humans as omnivores. We have the physical equipment for omnivory, from teeth to guts. We have extraordinary needs for nutrients not found in plants. They include fully-formed vitamins A and D, vitamin B12, and the long-chain fatty acids found in fish. (…)
For babies and children, whose nutritional needs are extraordinary, the risks are definite and scary. The breast milk of vegetarian and vegan mothers is dramatically lower in a critical brain fat, DHA, than the milk of an omnivorous mother and contains less usable vitamin B6. Carnitine, a vital amino acid found in meat and breast milk, is nicknamed “vitamin Bb” because babies need so much of it. Vegans, vegetarians and people with poor thyroid function are often deficient in carnitine and its precursors. (…)
The greatest error of modern industrial life, which celebrates the lab and technology, is our love affair with the facsimile. It is time to face the music. Some things cannot be replaced. Real food is one.
You may choose to be a vegan. Your baby doesn’t have that luxury. Let her grow up omnivorous and healthy. Then watch her exercise her own freedom of choice with justifiable pride.
The shocking photos show several established left-wing members of the Stockholm cultural elite watching and laughing as Minister of Culture Lena Adelsohn Liljeroth slices a cake depicting a black African woman with minstrel-esque face.
Lena Adelsohn Liljeroth was invited to open the festivities by performing a clitoridectomy on the cake, which she did by slicing off the part of the cake depicting female genitalia. She then proceeded to feed that part of the cake to a performance artist, done up in blackface, his head protruding through the table.
Não há fome que não dê em fartura.
The new Ennahda Islamist rulers are keeping Ben Ali’s autocratic laws to persecute not only political opponents, but also those who deviate from the required path of religion.
After revolution in Egypt, women’s taste of equality fades
Women were at the vanguard in the protests that ousted Hosni Mubarak. But long-held sexism has reasserted itself at the hands of the military and the Islamists.
O Presidente Obama dá a resposta: “Google, Facebook would not exist.”
Putativo violador entrevista terrorista.Tem tudo para ser um sucesso.
“In an effort to support gender neutrality, Sweden recently added a gender-neutral pronoun, ‘hen,’ to the country’s National Encyclopedia. Slate reports that several preschools in Sweden have stopped making references to the gender of their students. Instead of calling children ‘boys and girls,’ teachers are referring to students as ‘buddies.’ One school even stopped allowing free playtime during the day because stereotypical gender patterns are born and cemented. In free play there is hierarchy, exclusion, and the seed to bullying.’ And the country just published its first gender-neutral children’s book, ‘Kivi och Monsterhund.’“
Pardon my bourgeois instincts, but wouldn’t true “gender neutrality” entail teaching respect for others’ differences and for encouraging individuality?
Pai nosso, de Alberto Gonçalves.
Embora escreva mal o próprio nome, a Es.Col.A é uma excelente ideia. Imaginem uma escola primária desactivada que volta ao activo graças ao empenho de uma série de autoproclamados anarquistas empenhados em autogerir o espaço a meias com a autodesignada comunidade local. Claro que a “comunidade” exclui os moradores das redondezas que não aceitam a ocupação, claro que a ocupação é ilegal e claro que os “anarquistas” julgam que anarquia significa sobrepor as regras deles às regras gerais, mas mesmo assim a coisa é linda.
A coisa passa-se na Fontinha, no Porto, e na prática consta de sessões de hip-hop, iniciação aos clichés revolucionários, cursos de ioga, mostra de documentários acerca do drama palestiniano, culto do vegetarianismo, desvinculação das normas de higiene burguesas e, aposto, aprendizagem dos benefícios medicinais da marijuana. Uma maravilha, portanto.
Infelizmente, o malvado “sistema” costuma reagir mal às utopias dissidentes e, sem surpresas, a autarquia deu ordem de despejo aos “anarquistas”. Felizmente, os “anarquistas” responderam à altura, isto é, através de um vídeo do grupo Anonymous posto a circular esta semana. O Anonymous são aqueles moços que sem querer usam máscaras de um famoso conspirador ao serviço do Vaticano e que, de propósito, decidiram defender o mundo dos que discordam do mundo que eles defendem. O vídeo é um primor.
Com sotaque do Brasil, fluência de um GPS e gramática de um chimpanzé desenvolvido, a voz de uma senhora exalta o “solidário” projecto da Fontinha, que considera contribuir “para um melhor desenvolvimento social e intelectual das crianças”, e ataca Rui Rio, que reputa de incapaz, demagogo e desprovido de inteligência – provavelmente porque não frequentou na idade devida os workshops da Es.Col.A. Em seguida, acusam a câmara portuense de “antidemocracia pura”. A terminar, com a valentia que caracteriza uma seita de rosto coberto, o Anonymous ameaça explicitamente o dr. Rio: “Não nos obrigue a ser mais específicos.”
Aqui chegado, irrompi em aplausos, o que afligiu a minha mulher e a levou a perguntar se estava tudo bem. Estava tudo óptimo: eu é que me entusiasmo com todos os combates em prol da autêntica democracia, um regime nas mãos de seitas clandestinas, milícias de valentes que escondem o rosto, fanáticos que (cito) não admitem que “um pequeno grupo de senhores dê ordens contra a satisfação da população local” e maluquinhos que lançam ultimatos a cidadãos eleitos pela pífia vontade popular. Naturalmente, a única vontade respeitável é a dos maluquinhos, e isso aprende-se na Es.Col.A.
But now we can see that these Islamic groups are taking us for fools.
Não é que faça grande diferença mas nós é muita gente. Cada um sabe de si, Deus sabe de todos.
…De crocodilo. Red Ken em grande estilo. O que a esquerda é capaz de oferecer.
Numa universidade londrina a venda de álcool passou a ser vista como imoral.
Leitura complementar: Resultado do multiculturalismo na Alemanha.
Hundreds of young female immigrants are hiding from their families in Germany after fleeing oppression, physical violence and even death threats. Charities and social workers help the women get new identities and build independent lives for themselves, but the risk of revenge from honor-obsessed relatives remains.
Mais um excelente trabalho jornalístico da Spiegel. E mais um assunto complementar.
Follow the money. The morality of green funding
Jonathan Bracey-Gibbon undertakes a comprehensive takedown of warmists, alarmists and the false flag paper trails they cite. But where does the money really go?
Enquanto o regime prepara o lançamento de um foguetão, 150 mil norte-coreanos estão presos em campo de concentração.
U.S. alleges the camp holds political dissidents of ‘political repression’
Documents cases of infanticide and forced abortions
‘Whole families kept in camp’ due to ‘crimes’ by relatives
North Korea denies existence of camp – but it is visible on Google Earth
Leitura complementar: Paixão comunista explicada aos pequeninos.
É proibido permitir, por Alberto Gonçalves.
Nos 30 anos decorridos sobre a guerra nas ilhas Falkland, a senhora que preside à Argentina aproveitou para insistir no “absurdo” da soberania britânica e voltar a reivindicar o território. A pretensão da sra. Kirchner não merece comentários. Já perceber que espécie de gente apoia, hoje como ontem, semelhante pretensão é perceber aquilo que fascina num arquipélago escasso no tamanho e na demografia.
Desde o início do conflito que, oficial ou oficiosamente, o comunismo internacional se perfilou ao lado dos argentinos, uma naturalidade se tivermos em conta que o invasor de 1982 era uma ditadura, mas uma curiosidade se recordarmos que a referida ditadura roçava o fascismo em teoria tão repugnante à extrema-esquerda. A cartilha da época, que nesta matéria permanece imutável, invertia os factos com o típico atabalhoamento da seita: no que por lá chamam Malvinas, a Argentina apenas procurava garantir o direito de um povo à livre determinação e a Grã-Bretanha não passava de uma malvada potência colonial, para cúmulo sob as ordens de uma afamada nazi chamada Margaret Thatcher.
No mundo real, não vale a pena notar que o povo em causa preferia (e prefere) a nacionalidade britânica, que a sra. Thatcher liderava o Governo eleito de um regime livre e que na trincheira oposta estava, aí sim, um regime autoritário responsável por dezenas de milhares de dissidentes políticos desaparecidos. O pormenor de os dissidentes se identificarem com a esquerda não veio a propósito neste caso (viria noutros).
Uma ocasião, Churchill prometeu elogiar o diabo se Hitler invadisse o inferno. Os comunistas elogiam Hitler ou o sucedâneo mais à mão se isso os ajudar a combater o seu inferno particular: a democracia
Dois bloggers apanharam sete anos de prisão porque colocaram nas suas páginas do facebook caricaturas de Maomé. Graças a Deus, são de um país primaveril, com um governo moderadamente islâmico.
Adenda: A Autoridade Palestiniana continua a prender pessoas que a critiquem politicamente ou que denunciem casos de corrupção. Em ambos os casos, aplicam-se as palavras de Thomas Jefferson: our liberty depends on the freedom of the press, and that cannot be limited without being lost.
Fontes: The Australian e SII (Serviço de Informações Insurgente)
Uma prova mais do espírito igualitário do glorioso sistema político norte-coreano, que não descrimina em função da altura das pessoas. Todos os esfomeados são iguais…
Vale a pena ler na íntegra A Grim Reminder of the Pervasive Evil of Communism, de Dan Mitchell.
Like its evil twin of Nazism, communism is an utterly despicable ideology that explicitly elevates the state over the individual.
That’s actually the nicest thing that can be said about this barbaric system. If you want to begin to understand the human cost of communism, watch this short Reason TV video featuring Lee Edwards.
Sometimes, it’s helpful to mock this disgusting philosophy with humor, as Reagan did so effectively (see the fourth video at this link and the first video at this link). Or we can use jokes like this doctored image.
And we can point out that communism is so inefficient that you wind up with rationing of everything from food to toilet paper.
But let’s not forget that communism isn’t just a sad page from history. Some people are still suffering under the yoke of Bolshevik tyranny.
Here are some excerpts from a report in the Australian.
A operação que levou à detenção de 10 extremistas islâmicos, não tem ligação alguma ao Islão. Vai na volta, a culpa é de Israel.
Segundo o CM (sem link), o carro em que seguia Mário Soares, foi ontem apanhado na A8 a circular a 199 km/hora por uma patrulha da GNR. Fonte dos militares acrescentou que perante a opção de pagar logo a multa, de 300 euros, ou o condutor ficar com a carta apreendida, Mário Soares terá declarado “o Estado é que vai pagar a multa”. A lei é para todos mas o socialista, laico e republicano ex-presidente da república esconde-se atrás do estado para fugir às responsabilidades. Já não me espanto com a fuga manhosa do pai da democracia mas com o facto de viajar num automóvel que está em nome da Direcção-Geral do Tesouro e Finanças. A carta do motorista foi apreendida pelo que presumo que o carro tenha sido conduzido pelo próprio Mário Soares.
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