O sonho comanda a jihad e burocracia quer dar cabo dela

O jovem conhecido como Mohammad Daniel, Abu Abdul Rahman ou mesmo Mark John Taylor, foi forçado a emigrar. Rumo a vida mais plena, assentou na Síria. A experiência como “soldado de Alá” não terá corrido de acordo com os sonhos revelados pelo Altíssimo. Como se a vida de terrorista não fosse suficientemente agreste, a má sorte parece perseguir o bom muçulmano: um infeliz incêndio queimou o seu passaporte e as autoridades neo-zelandesas parecem não estar muito receptivas a emitirem um novo documento. Parece impossível não percebem os desejos do viajante aventureiro Mohammad Daniel em sair da Síria. O homem pela bondade da missão praticada, merece regressar a casa e em classe executiva, que a viagem ainda é longa. Alguém lança uma petição?

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Compreender o putinismo VIII

Ocidentais, finalmente podemos pedir as devidas desculpas a Vladimir Putin.

El presidente ruso Vladímir Putin cree que Occidente debe pedirle perdón y por ello ha abierto una página web con un manifiesto que cualquier ciudadano occidental puede firmar. Traducida a varios idiomas, se trata de una carta dirigida tanto a Putin como a todo el pueblo de ruso, y cuyas primeras líneas van directas al grano: «Les rogamos acepten nuestras disculpas por el comportamiento de nuestros Gobiernos y medios de comunicación».

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo.

Leitura dominical

Dois zeros à esquerda, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Com a sobrancelha vibrante de angústia, o António acusa o António de deslealdade e traição. O António, com o lábio inferior trémulo de mágoa, reage e lamenta que o António recorra a ataques pessoais. O António sente-se. O António choraminga. O António faz queixinhas. O António corre para a mãe. Antes do debate na TVI, José Alberto Carvalho anunciou que iríamos testemunhar uma coisa nunca vista. Estava certíssimo.

Por mim, nunca vi demonstração tão cabal de vazio quanto o primeiro confronto directo entre os Antónios do PS. E esperava não voltar a ver, até que no dia seguinte o confronto se mudou para a SIC e os Antónios mudaram o registo. Depois da pieguice, passaram alegadamente a discutir ideias. Dado que não possuem uma única, além da peculiar noção de que a crise é facultativa e o crescimento decretável, o vazio foi ainda mais evidente.

Não significa isto que o António e o António sejam os maiores embaraços da história da democracia, embora essa hipótese não deva ser desprezada. Significa apenas que não há memória de os embaraços se exporem assim ao olhar do público. Por regra, quando uma organização de poder quer colocar uma nulidade na liderança, convoca um congresso e procede em relativo recato. Por razões que me escapam, o PS decidiu autopsiar as respectivas nulidades em horário nobre. E o resultado é este.

Misteriosamente, a opinião publicada consegue tomar partido na contenda, e quase sempre do lado do António, nascido e criado nas “jotas”, contra o António, nascido e criado nas “jotas”. A mera capacidade de se distinguir entre ambos os Antónios já é notável (no máximo, distinguem-se pelos que os rodeiam: um António é visto na companhia de relíquias socialistas e de vultos do que aqui passa por “cultura”, e o outro António não). Mas verdadeiramente espantosa é a tendência de comentadores, colunistas, cartomantes e “politólogos” para se entusiasmarem com os desabafos dos Antónios, fundamentados em coisa nenhuma excepto na convicção de que um deles acabará a mandar no País.

A acontecer tamanho flagelo, de resto plausível, importa é perceber se o País sobreviverá a qualquer dos Antónios. Sabe Deus e sabem os contribuintes alemães que Portugal tem resistido a muito. A desesperada situação em curso sugere que não resistirá a tanto. Será azar, ou será talvez o justo castigo para quem leva a sério pelo menos um de dois zeros à esquerda. Os Antónios nem a brincar.

 

Olha que coisa mais gira, mais cheia de graça

Campos doou 2,5 milhões um dia depois de morrer

 

O Comité Financeiro do Partido Socialista Brasileiro (PSB) informou o Tribunal Superior Eleitoral que recebeu uma doação de Eduardo Campos, o ex-candidato presidencial pelo partido que morreu num acidente de avião, conta a Carta Capital.

Há dois pontos a causar estranheza à imprensa brasileira. Primeiro, o timing: aconteceu apenas um dia depois do acidente aéreo (14 de agosto). E a quantia — cerca de 850 mil euros —, que será, segundo o jornal brasileiro, quase cinco vezes mais do que o património declarado pelo político.

Mais uma conspiração sionista revelada

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Desta vez a sorte coube ao Krav Maga. É preciso estar atento à Angelina Jolie, ao Brad Pitt, aos ginásios, academias e federações por esse mundo fora.

(…) Mashregh warns that Israel is now undertaking “mysterious activities” involved in spreading Krav Maga worldwide. The news site concludes that it cannot yet give an answer as to what is behind Israel’s plot to spread the martial art, but notes that the dangerous trend should be observed.  Mashregh’s comments come amid reports that Hollywood celebrities, particularly Brad Pitt and Angelina Jolie, are taking lessons in Krav Maga.  Mashregh regularly features articles accusing Israel and Hollywood of various covert plans for world domination. In 2012, the news site wrote that Israel and Hollywood were working together to promote homosexuality as part of a global plot to subjugate humankind in a plot based in Tel Aviv, which Mashregh described as the “gay capital of the world.”

Leitura recomendada

Não, não iremos morrer a Donetsk, de José Manuel Fernandes.

(…) Foi publicada a semana passada em Espanha uma sondagem onde se ficava a saber que só 16% dos espanhóis estavam dispostos a participar voluntariamente na defesa do seu país. Não na defesa da União Europeia, ou do Ocidente, ou da liberdade, ou do direito dos povos à autodeterminação: na defesa do seu país. Não conheço estudos noutros países, mas suspeito que mesmo em Estados unitários, sem o problema das várias nacionalidades que existem em Espanha, os resultados não seriam muito diferentes.

Este é o maior abismo que existe entre a Europa de hoje e aquela que, há cem anos, marchou entusiasticamente para as trincheiras. A hipótese de ter de defender o nosso país não se coloca, a de combater algures no mundo em nome de valores partilhados ainda menos. Sociedades que gastam um quinto da sua riqueza a pagar pensões de velhice – e onde grande parte da população depende desse pagamento para sobreviver – não precisam de gostar muito de McDonalds para não estarem preparadas para defender o tipo de valores que está em causa no conflito ucraniano. Isso não acontece por falta de vontade política dos líderes – isso acontece porque foi assim que preferimos viver – e ainda bem.

Acontece que outros não têm os mesmos valores, não alimentam as mesmas ambições e estão dispostos a utilizar outros métodos. É talvez por isso, por estas nossas sociedades serem tão diferentes, que me parece sempre um pouco vácua a discussão sobre se estamos a repetir os erros dos líderes pré-I Guerra – os “sonâmbulos” que caminharam para o desastre sem ver o que aí vinha – ou os erros dos líderes pré-II Guerra – os “apaziguadores” que cediam em tudo para evitarem um conflito.

O líderes de hoje enfrentam uma realidade bem diferente e difícil de mudar: a convicção generalizada, a vontade enraizada de que não, não iremos morrer por Donetz. (…)

 

Terror: conferência de doadores

O apoio dificilmente podia ser mais evidente. Claro que continua a haver espaço para trazer à discussão as Grandes Guerras, o império norte-americano e a existência de Israel.

Standing at the front of a conference hall in Doha, the visiting sheikh told his audience of wealthy Qataris that to help the battered residents of Syria, they should not bother with donations to humanitarian programs or the Western-backed Free Syrian Army.

“Give your money to the ones who will spend it on jihad, not aid,” implored the sheikh, Hajaj al-Ajmi, recently identified by the United States government as a fund-raiser for Al Qaeda’s Syrian affiliate.

Leitura dominical

As flores do Mal, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Posso ser um bocadinho optimista? Muito obrigado. É verdade que o desfecho do caso Face Oculta se fez tipicamente esperar. É verdade que ainda estará sujeito aos recursos da praxe (e, talvez, aos beneplácitos da praxe). É verdade que a decisão do tribunal não apaga o papel de altos magistrados na sabotagem do processo. É verdade que a figura maior desta história passou entre os pingos da chuva. E é verdade que castigar a trapaça do sucateiro socialista não castiga outras trapaças que envolvem outros partidos ou “personalidades”.

Mesmo assim, o que aconteceu em Aveiro, da sentença aos rostos perplexos dos condenados, é um sinal de que nem tudo é permitido nem a impunidade é inevitável. Por uma vez, se calhar sem exemplo ou repetição, ganhei confiança na justiça. Enquanto não voltar a perdê-la, permitam-me festejar durante uns dias o célebre Estado de direito. E quem diz uns dias diz uns minutos, ou o tempo em que Portugal se assemelhou à civilização.

Rand Paul, o novo falcão II

A opinião de Rand Paul, escrita pela próprio candidato presidencial. Prevê-se o rasgar de vestes na caixa de comentários.

Rand Paul: ‘I Am Not an Isolationist’.

If I had been in President Obama’s shoes, I would have acted more decisively and strongly against ISIS

Some pundits are surprised that I support destroying the Islamic State in Iraq and Greater Syria (ISIS) militarily. They shouldn’t be. I’ve said since I began public life that I am not an isolationist, nor am I an interventionist. I look at the world, and consider war, realistically and constitutionally.  I still see war as the last resort. But I agree with Reagan’s idea that no country should mistake U.S. reluctance for war for a lack of resolve.

As Commander-in-Chief, I would not allow our enemies to kill our citizens or our ambassadors. “Peace through Strength” only works if you have and show strength. (…)

Leitura complementar: Rand Paul, o novo falcão.

Compreender o putinismo VI

Revealed: the Kremlin files which prove that Nato never betrayed Russia

Secret official records contradict the stab-in-the-back myth that justifies Russian expansionism

 

Leitura complementar: Compreender o putinismo III.

Rand Paul, o novo falcão

falcao

A intenção de Rand Paul que o deve colocar fora da lista de favoritos dos amantes da paz: “If I were president, I would call a joint session of Congress,” Paul told the AP. “I would lay out the reasoning of why ISIS is a threat to our national security and seek congressional authorization to destroy ISIS militarily.”

E o contexto explicado das declarações do candidato presidencial.

Richard Burt, one of Rand Paul’s foreign-policy advisers, says that the senator’s call to destroy the Islamic State is not merely a matter of political opportunity, but reflects the senator’s broader views about America’s role in the world. When I spoke with Burt, who served as ambassador to West Germany during Ronald Reagan’s second term, he was working with Paul’s team on an op-ed on the Islamic State threat.  Paul, Burt says, “understands that the United States is a global power and that there are occasions where the United States has to use military force.”  “I think this is all based on an approach to foreign policy that thinks in terms of American interests,” he says. “The thing that makes ISIS a particularly serious challenge is that we do have interests” in the Middle East, Burt says — in a thriving Kurdish minority and a stable, successful Iraqi government that integrates the country’s Sunni minority.

Silly adviser em alta

bulut

Erdoğan appoints aide who denounced ‘murder attempts by telekinesis’ as economic adviser

Newly inaugurated Turkish president Recep Tayyip Erdoğan has appointed his close aide Yiğit Bulut to be his chief economics adviser, his office said on Aug. 30, a move likely to alarm investors already concerned over the management of the country’s finances.

Bulut, an influential but divisive figure, was a key voice in the ear of Erdoğan when the latter was still prime minister, hitting international headlines during last summer’s Gezi Park protests when he claimed that foreign powers were trying to kill Erdoğan through telekinesis.

He is a vocal champion of the idea that a shadowy international “interest rate lobby” is working to sabotage Turkey’s economy through higher rates, and declared his devotion to his patron by saying he was “ready to die for Erdoğan if necessary.” His heroic announcement prompted a number of his critics to start referring to him by the English translation of his name, “Brave Cloud.”

Bulut also made headlines earlier this year when he said that in the future Turkey would no longer need to maintain ties with Europe.

Vergonha em tons multiculturais II

Rotherham child sex scandal: these children were victims of ‘anti-racism‘, por Daniel Hannan.

Leituras complementares: Vergonha em tons multiculturais, Rotherham, socialismo e multiculturalismo.

Vergonha em tons multiculturais

Por mero acaso assisti à notícia dada no Jornal da Tarde, RTP1. Do que me lembro de ter visto, os vikings poderiam ter sido os autores dos hediondos crimes.

ROTHERHAM: 1400 CHILDREN GROOMED, DRUGGED AND RAPED BY MULTICULTURALISM

Da Turquia

Para os amigos da Palestina unida, com amor.

Hamas Coup Against Abbas Foiled.

A large scale operation mounted from May to August by the IDF and Israel Security Agency (ISA or Shin Bet) foiled a Hamas network’s plot to carry out a coup in the Palestinian Authority (PA) in Judea and Samaria.

The news about the operation was under a gag order until today.

The Hamas infrastructure in Judea and Samaria was controlled by a Hamas HQ in Turkey. The plot was to carry out a series of cruel terror attacks against Israel and create a situation of security instability, then take advantage of that situation to take over the PA.

Israel announced that 93 Hamas terrorists were arrested in the operation. Of these, 46 were taken to interrogation by the ISA. Hamas terror funds amounting to over 600,000 shekels (about $170,000) were confiscated and weapons including 54 guns, 6 handguns and 7 RPGs were seized.

The network was assisted by an additional array in Jordan and on carriers, who carried funds amounting to over 2 million NIS into Judea and Samaria for the purchase of weapons and hideout apartments.

The military infrastructure was headed by Riad Nasser, 38, of Deir Kadis in the Binyamin region, who has served several stints in jail for Hamas terror activity.

Nasser was recruited by Saleh Alaruri, 47, who is in charge of the Hamas infrastructure in Judea and Samaria, and who is currently in Turkey. Nasser’s interrogation revealed a carefully crafted plan for toppling the PA government of Mahmoud Abbas.

Um ano depois da guerra justa

Church

Contra os tipos a soldo da CIA e da Mossad.

One Year after Historic Attacks, Egypt Has Yet to Aid Christians

Few church buildings restored as Copts struggle to rebuild their lives.

One year after the attacks, Mina Thabet can still see the ruins in his mind; a seemingly endless series of scorched, hollowed-out church buildings, schools, homes and businesses stretching out across Egypt.

On Aug. 14, 2013, thousands of Muslims began a four-day rampage throughout the country seeking revenge for the military-backed, popular ouster of the Islamist president Mohamed Morsi. They attacked anything remotely associated with Christ, Christians or Christianity.

When it was over, Thabet, a well-known Coptic human rights activist, went to survey the damage. He said it was a life-changing experience.

“I visited Minya – it was awful,” he said. “When I got to the Corniche area, I saw how much damage had been done, and I saw the bathroom that had what remained of two people who were burned alive inside.”

A year has passed since the attacks, but Mina and others say that Christians are still struggling to rebuild their lives. After the first day of attacks, then-Defense Minister Abdel Fattah El-Sisi, now the nation’s president, publicly promised that the army would restore all church buildings destroyed in the attacks. Only five of the 32 destroyed church buildings have been rebuilt.

More importantly, Mina and others said, Christians have received no government assistance to replace more than 100 homes, businesses and other personal property lost in the attacks.

“There were three stages for rebuilding and renovating churches,” Mina said. “Of the three stages, they haven’t finished the first step, which doesn’t even include 10 churches. They haven’t done anything to help the people.”

Leitura dominical

Carta aberta a Marinho e Pinto, a crónica de Alberto Gonçalves no DN.

Enquanto no Iraque jihadistas (psicopatas em português) de um grupelho “dissidente” da Al-Qaeda decapitam centenas de civis curdos, meio Ocidente continua a manifestar-se contra Israel. Se parece idiota é porque é idiota. No entanto, qualquer um – até os idiotas – é livre de exibir as suas preferências, incluindo em matéria de conflitos e genocídios. Eu, por exemplo, decidi que daqui em diante só me indignarei com os crimes, as malfeitorias e os desaforos cometidos pelo Governo letão. Não tenho de argumentar nem de avançar com razões, sólidas ou gasosas: simplesmente ganhei cisma à Letónia e pronto.

A mutilação de meninas na Serra Leoa? Não quero saber: a minha preocupação vai para a discriminação da comunidade letã de língua russa. O esclavagismo de castas na Mauritânia? Não me interessa, já que na Letónia existem abusos verbais contra os homossexuais. O despotismo dos militares no poder na Birmânia? Deve ser chato, embora o meu coração esteja inteiramente reservado às vítimas de humilhação no sistema prisional da Letónia. A fome na Coreia do Norte? Desculpem lá, mas importa exclusivamente a larica dos letões, sobretudo os que ainda não almoçaram às duas da tarde. Os presos políticos em Cuba? Coitados, se bem que ando ocupado com a violência doméstica entre meia dúzia de casais letões.

Apenas o regime da Letónia me ofende, apenas os oprimidos na Letónia me fazem sair à rua, equipado com cartazes furiosos e vestuário regional. Por enquanto, é uma luta que travo sozinho. Amanhã, seremos inúmeros. Ou, com sorte, dois ou três.

Alcança, quem não cansa

Mas é capaz de ser mais prudente esperar sentado.

El Vaticano pide a los líderes musulmanes que condenen la violencia y persecución que sufren cristianos, yazidíes, y otras minorías religiosas y étnicas en Irak.
En una declaración, el Pontificio Consejo para el Diálogo Interreligioso pide a líderes religiosos, sobre todo a los musulmanes, que condenen abiertamente la violencia y den un paso contra los yihadistas y sus actos críminales. No hacerlo dañaría la credibilidad de cualquier religión, de sus seguidores y líderes,asegura la declaración
El documento también subraya que ningún motivo ni religión puede justificar esta violencia, e incluye una lista con los crímenes cometidos por los yihadistas que pretenden imponer un Estado islámico.
Entre ellos destacan la decapitación y crucifixión por motivos religiosos; la conversión forzada al Islam, o el pago de un impuesto en su lugar; los secuestros de mujeres y niñas, y la destrucción de lugares de culto.
 El documento reconoce que la mayor parte de instituciones religiosas y políticas musulmanas se oponen a los yihadistas. Sin embargo, aclara, esta oposición no ha evitado más ataques. (…)

Referendos

Referendo

 

Por forma a aplicar as mesmas regras universais às relações internacionais, Vladimir Putin acede a fazer mais um referendo, desta vez no Leste da Ucrânia. Polónia, Finlândia, Moldávia, países bálticos, Geórgia e Azerbaijão são os países que se seguem na “short list” onde a Rússia deseja prosseguir a democracia. A questão é: “Considera prioritário o envio de ajuda humanitária suiça?”