O “optimismo” do Rui A. penso ser uma demonstração do ódio anti-jesuítico da época pombalina, dos liberais clássicos do século XIX e do republicanismo jacobino da 1ª República. Havia uma tendência no século XIX de os liberais acusarem as ditaduras “caudilistas” da América Latinas como o resultado da tradição jesuítica das “reducciones”. Algo que acontece até hoje, com as teorias de conspiração.
Vc. tem algum problema de dependência química, caro Rúben Lopes?
Que cambada de beatas que vocês me saíram.
“Que cambada de beatas que vocês me saíram”
São os beatinhos insurgentes.
“Vc. tem algum problema de dependência química, caro Rúben Lopes?”
Não. Simplesmente escrevi mal a última mensagem. Não acredito nas teorias de conspiração, não se preocupe. Mas o que disse sobre as acusações liberais anti-jesuíticas do século XIX e dos republicanos da 1ª República é verdade. Isto porque como estudante de História, já li escritos (como no de Pinheiro Chagas) e jornais liberais portugueses do século XIX que demonstravam esse ódio e essas teorias de conspiração. Reconheço muito bem a herança do Tomismo e dos jesuítas de Salamanca sobre a Escola Austríaca. Tenha calma, que eu respeito a “beatice”.
O “optimismo” do Rui A. penso ser uma demonstração do ódio anti-jesuítico da época pombalina, dos liberais clássicos do século XIX e do republicanismo jacobino da 1ª República. Havia uma tendência no século XIX de os liberais acusarem as ditaduras “caudilistas” da América Latinas como o resultado da tradição jesuítica das “reducciones”. Algo que acontece até hoje, com as teorias de conspiração.
Vc. tem algum problema de dependência química, caro Rúben Lopes?
Que cambada de beatas que vocês me saíram.
“Que cambada de beatas que vocês me saíram”
São os beatinhos insurgentes.
“Vc. tem algum problema de dependência química, caro Rúben Lopes?”
Não. Simplesmente escrevi mal a última mensagem. Não acredito nas teorias de conspiração, não se preocupe. Mas o que disse sobre as acusações liberais anti-jesuíticas do século XIX e dos republicanos da 1ª República é verdade. Isto porque como estudante de História, já li escritos (como no de Pinheiro Chagas) e jornais liberais portugueses do século XIX que demonstravam esse ódio e essas teorias de conspiração. Reconheço muito bem a herança do Tomismo e dos jesuítas de Salamanca sobre a Escola Austríaca. Tenha calma, que eu respeito a “beatice”.