13 thoughts on “Killing Fields

  1. Obrigado. Eu só queria apoiar o SNS, afinal era um assassino em massa.
    Agora vi a luz, o liberalismo é a solução.

  2. Tanto azedume por parte dos comentadores anteriores. Má consciência?

  3. É importante ter a história bem presente caro anónimo pois, não vá esta repetir-se… uma vez mais.

  4. Quem parou o genocídio do Cambodja foram os comunistas do Vietname, cuja guerra com os EUA permitiu a ascensão dos Khmers

  5. Pol Pot é um digno representante da utopia comunista. Também neste caso, resultou em genocídio.
    Para lá da intervenção americana, deve-se acrescentar que foi um aristocrata, com ligações à família real do Cambodja. Foi militante comunista e também estudou em Paris. Faz a cisão com os comunistas vietnamitas e organiza a guerrilha, no que é apoiado pelo regime comunista chinês. Resiste aos americanos com o apoio de Mao e Vietname. Mais tarde e cerca de dois milhões de mortos depois, os vietnamitas expulsam os kmehrs para as florestas, de onde vivem para a guerrilha e terror interno.

  6. É óbvio que os miúdos que se vêem nas fotos eram perigosos burgueses, exploradores do proletariado.

  7. Não será propriamente leitura light para uma tarde de verão, mas recomendo vivamente “Survival in the Killing Fields” (ISBN 1841197939), obra autobiográfica de Haing Ngor que descreve a sua tragédia nos Campos Sangrentos.
    Tal como em Arendt, o que mais impressiona é a Banalidade do Mal.

  8. “É importante ter a história bem presente caro anónimo pois, não vá esta repetir-se… uma vez mais.”
    Não queremos que a história se repita, mas se o senhor tivesse presente a actualidade, facilmente percebia que agora quem faz vítimas é o liberalismo.

    Miguel Noronha
    Não sei se me faz mais confusão o que está a fazer ou o facto do senhor acreditar no que está a fazer.
    Em qualquer dos casos, parabéns. Conseguiu com sucesso explusar mais um troll do seu blog.
    O vosso blog fica assim um pouco mais monolítico. Um verdadeiro sinal de sucesso.

  9. Se o preclaríssimo Pois pudesse ser um bocadinho mais esclarecedor relativamente às “vítimas do liberalismo” era capaz de ajudar à discussão.
    É que num sistema em que o estado se deseja mínimo, fica complicado:
    1 – Ter uma máquina estatal eficiente na produção de vítimas em série;
    2 – Arranjar mercado para a actividade (a liberdade de escolha complica a adesão: a Sibéria ou Auschwitz nunca foram verdadeiramente uma opção livre…)

  10. Precisamente mggomes. Pois limita-se a ad hominem ideológicos. Desde que apareceu por aqui limita-se a dizer que os outros são tão maus como o sistema de totalitário que defende. Onde o Estado controla todos os aspectos da vida das pessoas.

  11. “Ter uma máquina estatal eficiente na produção de vítimas em série; ”
    meu amigo, não são só as vítimas caseiras que contam

    “Se o preclaríssimo Pois pudesse ser um bocadinho mais esclarecedor relativamente às “vítimas do liberalismo””
    “Kissinger: “You should also tell the Cambodians that we will be friends with them. They are murderous thugs, but we won’t let that stand in our way. We are prepared to improve relations with them.”” – http://www.yale.edu/cgp/us.html

    “Pois limita-se a ad hominem ideológicos.”
    quer ataques ad hominem? então aqui vai:
    Se o lucky, no ano de 2012 da graça do senhor, ainda vem com a estória das wmd’s iraquianas, ou é burro ou manipulador. Que tal?

    Ide apanhar gastrópodes.

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