O Insurgente

Maio 22, 2012

Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos

Filed under: Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:33

Embora o fundamental seja a completa, grotesca e bárbara desprotecção legal da vida humana antes do nascimento, a isenção de pagamento de taxa moderadora quando há opção pelo aborto é algo simplesmente inconcebível, mas aparentemente há quem apoie a manutenção da situação actual: CDS defende taxas moderadoras para abortos, Mulheres Socialistas condenam

Teresa Caeiro disse à agência Lusa que a ideia é dar “equidade e justiça” no sistema de pagamento de taxas moderadoras entre este acto médico e outros. “Este acto médico é sempre isento do pagamento de taxa moderadora, ao contrário do que acontece com o tratamento de outras doenças e a realização de outras cirurgias, como tirar um apêndice ou um tumor, uma hérnia discal ou uma intervenção ao coração”, explicou.

Leitura complementar: Para subsidiar abortos não falta dinheiro…; Para subsidiar abortos não falta dinheiro… (2); 3 de Maio de 2012: o aborto ainda é gratuito em Portugal.

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38 Comentários »

  1. Totalmente de acordo, é uma injustiça tudo isto, só faltava agora ser grátis. O aborto é horrível!
    Os nossos netos vão olhar para nós e desiludir-se.

    Comentário por José Pedro — Maio 22, 2012 @ 21:05

  2. É a desvantagem de querer falar e resolver tudo ao mesmo tempo. Acho que não deviamos passar à frente sem resolver este escândalo sem pés nem cabeça.

    Comentário por Lucas Galuxo — Maio 22, 2012 @ 21:35

  3. Acho que o aborto devia ser pago a 100% por quem o faz, a não ser que exista risco de vida ou de traumas psicológicos (violação, etc).

    Acho que a senhora que disse aquela frase teve um deslize infeliz.

    “ao contrário do que acontece com o tratamento de outras doenças”

    Gravidez, da última vez que vi, não era uma doença…

    Comentário por Rafael Ortega — Maio 22, 2012 @ 22:32

  4. Pelos vistos as “mulheres socialistas” são contra a moderação no aborto.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 22, 2012 @ 23:40

  5. Não é só pagarem o serviço a 100%: é pagarem a 200%. Paga a mulher e paga o parceiro: são ambos incontinentes. Acabe-se com o mês de férias também.

    Comentário por A. R — Maio 22, 2012 @ 23:53

  6. o CDS anda a brincar com a Vida de Seres Humanos !…só pode mesmo ser um partido judaico-maçónico!! não tem qualificativos…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 03:51

  7. ” acto médico ” !!! O CDS até já designa o Aborto como “acto médico” !!!??? já não bastava a estupidez da esquerda…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 04:23

  8. Oh Tric, a IVG lá acto médico é, embora no passado fossem as parteiras q o faziam. Mas é um acto legítimo? Ìnfelizmente, à face da nossa lei, é, mas não é legitimo em termos morais, na minha opinião . Mesmo se se admitir q deve continuar a ser legal, não deve ser gratuito – logo, O CDS é o único partido a ter a coragem de o afirmar. SOU A FAVOR de que se deve colocar de novo a referendo, porq a maior parte das pessoas votou a favor sem perceber bem as repercussoes, para ser progressista e porq a publicidade manipuladora do SIM foi mais forte…
    Eu que sou mulher, e q estive atenta ao debate da altura, qdo veio uma mulher de cerca de 40 anos a afirmar na TV que já era a 9ª vez que fazia um aborto, confirmei a minha posição de que muitas mais mulheres ( e normalmente não são as adolescentes) iam usar a legalidade e a gratuitidade do acto como substituto para o uso regular do anticoncepcional. Algumas pessoas q conheço q eram pelo sim, ficavam muito admiradas qdo eu dizia q iria ser gratuito…
    Lá voltamos nós ao mesmo – democracia com baixos níveis de informação e cultura em gera, pouca educação cívica , somando ao oportunismo partidário…só pode dar nisto q temos…

    Comentário por Ana santos — Maio 23, 2012 @ 10:26

  9. Concordo com as taxas moderadoras – é daquelas coisas que há escolha, não é como o cancro.

    Não concordo que se faça abortos – eu nunca apoiaria alguém a fazê-lo. Mas acho que é mais ético fazer um aborto do que ter um filho e ir dá-lo à Santa Casa. Ou tê-lo e não tratar bem dele.
    Não se esqueçam que quem faz aborto é porque não quer ter o filho.

    É normal que o CDS seja contra. As ricas fazem no privado, as taxas são-lhes indiferentes. E as pessoas que lá militam nunca viram miúdas de 14 e 15 anos a deixarem os estudos por estarem grávidas, isso não existe na Valsassina nem no S. João de Brito.

    Comentário por Nuno — Maio 23, 2012 @ 11:32

  10. “Mas acho que é mais ético fazer um aborto do que ter um filho e ir dá-lo à Santa Casa”
    Matar é sempre mais ético

    “Não se esqueçam que quem faz aborto é porque não quer ter o filho”
    Penso que já toda a gente estará bem informada das consequências do acto sexual heterosexual. Quem acha já ter maturidade para o praticar também deverá tê-la para assumir as suas consequências.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 11:53

  11. ” E as pessoas que lá militam nunca viram miúdas de 14 e 15 anos a deixarem os estudos por estarem grávidas, ”
    Exacto. O mais preocupante no aborto é mesmo o abandono escolar.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 12:06

  12. Apenas uma nota sobre a questão do aborto (na qual concordo na integra com o pensamento randiano) e que parece passar desapercebido a certas pessoas :

    “Abortion is a moral right—which should be left to the sole discretion of the woman involved; morally, nothing other than her wish in the matter is to be considered. Who can conceivably have the right to dictate to her what disposition she is to make of the functions of her own body?
    (…)
    Observe that by ascribing rights to the unborn, i.e., the nonliving, the anti-abortionists obliterate the rights of the living: the right of young people to set the course of their own lives.”

    Quanto ao resto(ónus do pagamento) estamos de acordo.

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 12:10

  13. “the nonliving, the anti-abortionists obliterate the rights of the living: the right of young people to set the course of their own lives”
    Observe a aplicação desse princípio a caso do sistema público de segurança social, das PPP e do endividamento público.

    “Who can conceivably have the right to dictate to her what disposition she is to make of the functions of her own body?”
    O problema é exactamente o objecto do aborto ser outro “body” que segundo consta é um ser humano.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 12:15

  14. “Observe a aplicação desse princípio a caso do sistema público de segurança social, das PPP e do endividamento público.”
    :D

    “O problema é exactamente o objecto do aborto ser outro “body” que segundo consta é um ser humano.”

    Um embrião não tem quaisquer direitos, o nascimento é que os confere, a vida tem precedência sobre o embrião e não o contrário (ainda por mais se estivermos a falar sobre os primeiros meses desde a concepção).

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 12:37

  15. “SOU A FAVOR de que se deve colocar de novo a referendo, porq a maior parte das pessoas votou a favor sem perceber bem as repercussoes, para ser progressista e porq a publicidade manipuladora do SIM foi mais forte…”.
    .
    qual referendo !!?? há coisas que não se discutem !!! a vida de criançãs é uma delas…ainda mais, agora trata-se como se fosse um puro acto médico…que insanidade…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 12:37

  16. “Um embrião não tem quaisquer direitos, o nascimento é que os confere”
    Devo depreender que até ao nascimento o que a mulher traz no útero é algo parecido com um bicho ou um calhau.

    “ainda por mais se estivermos a falar sobre os primeiros meses desde a concepção”
    Porquê? É proporcional ao peso ou ao comprimento?

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 12:45

  17. ” Oh Tric, a IVG lá acto médico é, embora no passado fossem as parteiras q o faziam.”
    .
    deve estar a gozar comigo, o Aborto é um acto médico…o CDS com esta proposta de banalização do aborto…um regime que designa o Aborto como um acto médico é um regime podre…acto médico!!?? atrasados mentais !

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 12:48

  18. taxas moderadoras no Aborto, por uma questão de “equidade e justiça”…estes gajos são insanes!!?? A nova posição do CDS dos JUDEUS_MAÇONS – ” aceitam o Aborto mas tem que pagar como outro qualquer acto médico …por uma questão de equidade e justiça ” …O CDS é mesmo…assassinar crianças é uma coisa normal como qualquer acto médico ! alías, o CDS até já usa a terminologia do BLOCO DE ESQUERDA…acto médico!!?? palhaços…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 13:04

  19. e mais, quando CDS utiliza a questão do Aborto não para marcar uma fronteira cristã, mas sim para desviar as atênções mediaticas, demonstra bem a podridão deste regime maçónico-judaico…a natureza do actual CDS é de podridão inimaginável…acto médico o assassinio de Vidas Humanas…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 13:27

  20. “Devo depreender que até ao nascimento o que a mulher traz no útero é algo parecido com um bicho ou um calhau.”

    O que ela traz no útero trata-se de sua propriedade, portanto de sua decisão o que lhe conferir fazer.

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 14:36

  21. ” que ela traz no útero trata-se de sua propriedade, portanto de sua decisão o que lhe conferir fazer.”
    Os filhos são propriedade dos pais?!! Será que o pode vender para experiências médicas?

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 14:44

  22. “Os filhos são propriedade dos pais?!! Será que o pode vender para experiências médicas?”

    A todo ser humano é conferido o direito a propriedade, isto implica que toda a mulher tem total direito ao seu corpo e total domínio sobre tudo o que lhe confere (o que obviamente inclui o feto), portanto qualquer lei que restrinja ou proíba o aborto são por conseguinte uma invasão dos direitos naturais das mães. Por isto respondendo a sua questão, sim os filhos até ao nascimento são propriedade da mãe tendo esta total direito de lhe fazer o que pretender (espero que não tenha nenhum problema com a propriedade privada.. :P ).

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 15:02

  23. Com a propriedade privada não. A não ser que isso inclua seres humanos que não surgem do vazio após 9 meses no útero.
    Para uma gravidez ser comparada a uma invasão, esta tem de ser frtuo de um acto de agressão. Exceptuando os casos de violação não estou a ver que essa definição se aplique. Na maior parte dos casos, o aborto terá mais a ver com a desresponsabilização de cada um perante os seus actos à custa de terceiros (típica do estado social) do que com os direitos naturais onde a vida é o que assume maior importância e aliás se sobrepõe aos outros.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 15:19

  24. A posição do GriP mostra que no apoio ao aborto a ignorancia pesa muito. Com mais conhecimento e muitos dos que hoje o apoiam deixariam de o apoiar, ou pelo menos de dizerem tolices. O feto está no corpo da mãe, mas não é corpo da mãe. E raros são os que defendem o aborto até ao nascimento, consequencia logica da inenarravel argumentação do GriPado dos neuronios.

    Comentário por leopardo — Maio 23, 2012 @ 15:26

  25. Em geral vale muito a pena participar nestas discussões, porque geralmente são monopolizadas pelas posições absolutistas, que dependem de acreditarmos que vida humana existe desde a concepção ou vida humana só existe após o nascimento.
    Se pensarmos que a vida humana é um contínuo, podemos aceitar taxas moderadoras para o acto médico da interrupção da gravidez até ao momento em que geralmente se considera que a vida humana existe (taxa essa que pretende moderar o seu consumo, como de qualquer acto médico, e em princípio sem pretender impor ou subscrever quaisquer valores morais).
    Porém, deve ser dito que, como acontece por exemplo com as vacinas, existem actos médicos em que o benefício é repartido entre o próprio e a sociedade (ou melhor, existem custos sociais que são evitados pela acção) e como tal são sujeitos a taxas moderadoras menores ou mesmo nulas (fica ao cuidado do legislador determinar se tal se aplica neste caso).

    Comentário por João Branco — Maio 23, 2012 @ 15:43

  26. Obviamente queria dizer “em geral NÃO vale muito a pena”

    Comentário por João Branco — Maio 23, 2012 @ 15:52

  27. Miguel,

    E a propriedade não é da mãe? O corpo não lhe pertence?
    E para os casos de gravidez de risco? É legitimo o feto atentar contra o direito a vida da mãe, sem a que esta lhe caiba optar? Porque os direitos a vida do feto tem que sobrepor-se aos da mãe, sendo que o primeiro é que esta a atentar contra?
    E para os casos que a mãe tomou todas as precauções para evitar a gravidez e mesmo assim teve uma gravidez não desejada? Uma gravidez não desejada é um desastre e opor-se a sua terminação é imputar sacrifícios, não pelo beneficio de alguém, mas pelo detrimento de ambas as partes, proibindo a felicidade e realização.

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 15:57

  28. A posição do GriP mostra que no apoio ao aborto a ignorancia pesa muito. Com mais conhecimento e muitos dos que hoje o apoiam deixariam de o apoiar, ou pelo menos de dizerem tolices. O feto está no corpo da mãe, mas não é corpo da mãe. E raros são os que defendem o aborto até ao nascimento, consequencia logica da inenarravel argumentação do GriPado dos neuronios.”

    Então se o corpo não é da mãe. logo esta tem total legitimidade para expulsa-lo, certo? Da mesma forma que tenho o direito de o expulsar de minha propriedade.

    Inovador sem dúvida este conceito de ter-se direito a propriedade privada.. tsk tsk

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 16:05

  29. “E a propriedade não é da mãe? O corpo não lhe pertence?”
    O da mãe sim. O do filho não. Está apenas à sua guarda.

    “E para os casos de gravidez de risco?”
    Será um dos únicos casos onde é possível alegar “legitima defesa” para justificar o aborto. Ainda assim será sempre polémico. Mas aqui acho que cabe à grávida decidir.

    “E para os casos que a mãe tomou todas as precauções para evitar a gravidez e mesmo assim teve uma gravidez não desejada?”
    Não há métodos infalíveis. E julgo que todos conhecem a consequência do acto sexual. Como comecei por dizer não podemos abstrair-nos das consequências dos nossos actos. Ainda para mais quando a “solução” implica por fim à vida de outrem.

    “Uma gravidez não desejada é um desastre e opor-se a sua terminação é imputar sacrifícios, não pelo beneficio de alguém, mas pelo detrimento de ambas as partes, proibindo a felicidade e realização.”
    Não tenho uma bola de cristal para adivinhar o futuro. Não podemos pensar que temos o direito de decidir quem vive e quem morre baseado nessas conjencturas.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 16:11

  30. “Se pensarmos que a vida humana é um contínuo, podemos aceitar taxas moderadoras para o acto médico da interrupção da gravidez até ao momento em que geralmente se considera que a vida humana existe (taxa essa que pretende moderar o seu consumo, como de qualquer acto médico, e em princípio sem pretender impor ou subscrever quaisquer valores morais).”
    .
    o seu consumo…a insanidade mental reina ! Se eu considero que o Aborto é um assassinio eu estou me borrifando para os seus valores morais ! ou eu devo respeitar os valores morais que aceitam o assassinio de crianças!!?? só se fosse louco…

    Comentário por tric — Maio 23, 2012 @ 16:20

  31. “O da mãe sim. O do filho não. Está apenas à sua guarda.”
    (…)
    ” Não tenho uma bola de cristal para adivinhar o futuro. Não podemos pensar que temos o direito de decidir quem vive e quem morre baseado nessas conjencturas.”

    Pode-se alegar que o corpo não lhe pertence, mas mesmo neste caso (cabendo a guarda a mãe) o feto lá esta por sua única intenção e livre vontade, podendo a mãe a partir do momento que não consinta à guarda, ter total direito expelir este “invasor“. Portanto o aborto não deve ser considerado como um homicídio, mas como a expulsão de um invasor não desejado do corpo da mãe (percebo que este argumento possa ferir algumas susceptibilidades), sendo que a mãe não estabeleceu nenhum contrato com o feto.

    Vamos considerar que o feto (um potencial ser humano) é uma pessoa e por conseguinte qualificado com direitos de como qualquer pessoa se tratasse. Que pessoa detém o direito de ser parasita coercivos de outra que não esteja disposta a ceder-se como hospedeiro? Obviamente a ninguém é conferido tais direitos o que consequentemente inclui o próprio feto.

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 16:54

  32. ” Que pessoa detém o direito de ser parasita coercivos de outra que não esteja disposta a ceder-se como hospedeiro? ”
    Para isso tem de existir algo parecido com um acto de agressão em que a gravidez não resulta de um acto voluntário da mãe. Para além do caso de violação não estou a ver como se pode alegar isso. Sem resolver esta questão é impossível comparar de forma coerente o aborto com o “direito de expulsar o invasor”.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 17:10

  33. [...] complementar: Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos; Para subsidiar abortos não falta dinheiro…; Para subsidiar abortos não falta dinheiro… (2); [...]

    Pingback por Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos (2) « O Insurgente — Maio 23, 2012 @ 17:18

  34. ”Para isso tem de existir algo parecido com um acto de agressão em que a gravidez não resulta de um acto voluntário da mãe.”

    E de que forma uma gravidez não desejada resulta num acto voluntário da mãe?

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 17:22

  35. Só me ocorre a violação.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 17:32

  36. “Só me ocorre a violação.”

    ok, não irei discutir dogmas.

    Comentário por GriP — Maio 23, 2012 @ 17:48

  37. “ok, não irei discutir dogmas.”
    Pois. Os outros é que têm dogmas.

    Comentário por Miguel Noronha — Maio 23, 2012 @ 20:20

  38. [...] complementar: Taxa moderadora para o aborto: o mínimo dos mínimos; Para subsidiar abortos não falta dinheiro…; Para subsidiar abortos não falta dinheiro… (2); [...]

    Pingback por Feng Jianmei: o aborto forçado como corolário do progressismo e do planeamento centralizado estatal « O Insurgente — Junho 14, 2012 @ 19:00


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