socialismo monetário

How the Fed Favors The 1% por Mark Spitznagel:

A major issue in this year’s presidential campaign is the growing disparity between rich and poor, the 1% versus the 99% .. The source is not runaway entrepreneurial capitalism, which rewards those who best serve the consumer in product and price. (Would we really want it any other way?) There is another force that has turned a natural divide into a chasm: the Federal Reserve. The relentless expansion of credit by the Fed creates artificial disparities based on political privilege and economic power.

The Fed doesn’t expand the money supply by uniformly dropping cash from helicopters over the hapless masses. Rather, it directs capital transfers to the largest banks .., minimizes their borrowing costs, and lowers their reserve requirements. All of these actions result in immediate handouts to the financial elite first, with the hope that they will subsequently unleash this fresh capital onto the unsuspecting markets, raising demand and prices wherever they do.

The Fed, having gone on an unprecedented credit expansion spree, has benefited the recipients who were first in line at the trough: banks .. and those favored entities and individuals deemed most creditworthy. Flush with capital, these recipients have proceeded to bid up the prices of assets and resources, while everyone else has watched their purchasing power decline.

The Fed is transferring immense wealth from the middle class to the most affluent, from the least privileged to the most privileged. This coercive redistribution has been a far more egregious source of disparity than the president’s presumption of tax unfairness (if there is anything unfair about approximately half of a population paying zero income taxes) or deregulation.

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5 thoughts on “socialismo monetário

  1. O Insurgente é agora apoiante do Occupy Wall Street ?

    Se continua assim não tarda nada começa a defender a igualdade de salários e rendimentos para todos e a seguir é um saltinho até Marx.

  2. Paulo Pereira (1),
    A que Occupy Wall Street se refere? Ao dos imensos idiotas que não fazem ideia do que lá estão a fazer? Ao dos que julgam que aquilo é um tipo de rave? Ao dos anarquistas? Ao dos socialistas e anti-capitalistas? Ao dos pró-capitalismo que se revoltam contra o facto de os políticos estarem vendidos aos lobbies? Outro?

    O texto acima reproduzido limita-se a descrever algo que é uma evidência para qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento de Economia, um mínimo de inteligência e um mínimo de ligação à realidade. Pretender que contestar a impressão de dinheiro para o distribuir pelos bancos e “amigos do sistema” é uma aproximação ao marxismo é (para não usar um termo mais duro) ridículo.

  3. Joaquim Amado Lopes,

    Qualquer pessoa que perceba o funcionamento da economia e de sistema monetários e financeiros só pode considerar o texto acima como uma balela e propaganda para entreter meninos.

    O sistema capitalista moderno tem bancos e bancos centrais. No R.U. é assim há 200 anos pelo menos.

    Num sistema capitalista uns ficam ricos e outros menos ricos e outros pobres.

    Quem quiser pode fundar bancos e assim poder vir fazer parte dessa tal elite, ou melhor pode comprar acções no mercado .

    Os bancos emprestam a quem querem emprestar, e por acaso nos EUA até existem bancos comunitários de forma a que toda a população tenha acesso ao sistema bancário.

    Se estão tão preocupados com os ricos, o mais fácil é aumentarem os impostos sobre rendimentos de capital de forma a serem iguais aos do trabalho, em vez de propostas marxizantes igualitárias e anti-capitalistas.

  4. Paulo Pereira (3),
    A sua capacidade para entender o que lê parece estar a diminuir de forma acentuada. Em contrapartida, a sua propensão para escrever disparates disparou.

    Ninguém manifestou “preocupação com os ricos”, da mesma forma que só o Paulo falou em “igualdade de salários e rendimentos para todos”.
    Não vejo problema algum em os/alguns ricos se tornarem cada vez mais ricos. Mas vejo um grande problema em se reduzir o valor das poupanças de todos para o “redistribuir” por alguns escolhidos que, ainda por cima, já são dos mais ricos.

    E como é que aumentar os impostos sobre rendimentos de capital se aplicaria ao “novo dinheiro” distribuído a alguns bancos quando esse dinheiro não é rendimento de coisa nenhuma a não ser da troca de favores para safar os gananciosos e incompetentes do resultado da sua própria incompetência?

  5. Joaquim Amado Lopes,

    A sua insistência em dogmas fantasistas só pode ser por distracção ou por mera teimosia, ou então mais grave por incapacidade de perceber o funcionamento de um sistema monetário normal.

    Não existe redução nenhuma de poupanças e muito menos a sua redistribuição, até porque o tal dinheiro é “novo” como diz.
    Existem aplicações que rendem o valor da taxa de inflação de sem grande esforço.

    E onde é que está o tal dinheiro distribuido a alguns bancos ? Serão os emprestimos que já tiveram um retorno acima do valor emprestado tanto do TARP como os lucros do FED ?

    Parece que o seu sonho seria que o sistema financeiro tivesse implodido e com ele tivesse arrastado empresas para a falência .

    Felizmente os progressistas GWBush e Obama e o Congresso não estiveram pelos ajustes dos fanáticos e usaram as ferramentas que tinham disponiveis.

    E veja lá como o mundo é injusto : os ricos ficaram mais ricos e evitou-se que os pobres ficassem mais pobres, uma injustiça não é ?

    Antes é que era bom, os ricos eram menos ricos e existiam muitos pobres !!!

    Essa agora de ser contra os 1% ou é um completo disparate impensado, ou então revela no fundo o anti-capitalismo que grassa por aqui,

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