Veganismo e os bebés sem escolha

A Choice With Definite Risks, por Nina Planck.

(…) Nature created humans as omnivores. We have the physical equipment for omnivory, from teeth to guts. We have extraordinary needs for nutrients not found in plants. They include fully-formed vitamins A and D, vitamin B12, and the long-chain fatty acids found in fish. (…)

For babies and children, whose nutritional needs are extraordinary, the risks are definite and scary. The breast milk of vegetarian and vegan mothers is dramatically lower in a critical brain fat, DHA, than the milk of an omnivorous mother and contains less usable vitamin B6. Carnitine, a vital amino acid found in meat and breast milk, is nicknamed “vitamin Bb” because babies need so much of it. Vegans, vegetarians and people with poor thyroid function are often deficient in carnitine and its precursors.  (…)

The greatest error of modern industrial life, which celebrates the lab and technology, is our love affair with the facsimile. It is time to face the music. Some things cannot be replaced. Real food is one.

You may choose to be a vegan. Your baby doesn’t have that luxury. Let her grow up omnivorous and healthy. Then watch her exercise her own freedom of choice with justifiable pride.

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8 thoughts on “Veganismo e os bebés sem escolha

  1. Concordo em absoluto.
    Acrescentaria também: “You may choose to be a catholic. Your baby doesn’t have that luxury. Let her grow up. Then watch her exercise her own freedom of choice with justifiable pride.”

  2. Bruno Rocha
    Eu sou católico. Fui baptizado em bebé. Ao contrário da alimentação, esse facto, se não acrescentou nada, também não tirou. E mais tarde tive a liberdade de escolher. E escolhi continuar na religião dos meus pais, tal como decidi escolher manter a tradição e a cultura que me foi ensinada. Se não me tivessem ensinado, as minhas hipóteses de escolha seriam quase nulas porque ninguém pode escolher ou rejeitar o que não conhece. Uma má alimentação, ao contrário, pode impedir-me de chegar a ter idade suficiente para escolhas. A comparação é estúpida. Espero que Bruno Rocha o não seja e perceba que não se compara o que não é comparável, porque espero sinceramente que ponha os seus filhos na escola e lhes dê educação antes que eles possam escolher tê-la ou não.

  3. Este é o tipo de artigos em que pessoas dão opiniões e esperam que passem por factos…

    Os seres humanos não são omnívoros, nem vegans, por “natureza”. É engraçado que tanta gente recorre ao argumento da “natureza” para justificar escolhas individuais subjectivas e contraditórias.

    Nenhuma pessoa gosta ou pode comer de tudo. Não há omnívoros. A maioria dos venenos são vegetais. E há imensos vegetais que mesmo não sendo muito tóxicos são pelo menso intragáveis. E também a carne, em excesso, ou em exclusivo, seria tóxica e mataria ( e mata). E a diferença entre alimento, medicamento e droga é muitas vezes apenas e só a dosagem.

    Há imensos vegans de nascença saudáveis. E imensos pseudo omnívoros de nascença com carências alimentares. E vice-versa.

    O que conta é o equilíbrio, a variedade, a moderação, o bom senso…

    Claro que o que é equilíbrio e bom senso para uns pode ser um radicalismo anti natura para outros!

  4. Bruno Rocha,
    folgo em saber que equipara a escolha religiosa às necessidades alimentares. Que nunca lhe falte a fé e os alimentos aos bebés..

  5. Rui,

    Eu li com atenção. E, não sendo vegan, conheço estas problemáticas muito bem.

  6. “Nenhuma pessoa gosta ou pode comer de tudo. Não há omnívoros”

    Penso que que lhe escapou o significado da palavra omnívoro.

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