Diogo Feio ataca João Rebelo e Adolfo Mesquita Nunes

Ainda relativamente a esta notícia, creio que era desnecessário este ataque de Diogo Feio contra, entre outros, João Rebelo e Adolfo Mesquita Nunes:

Diogo Feio, eurodeputado e membro da comissão política do CDS, disse ao PÚBLICO sentir-se “constrangido ao ver um deputado do CDS a votar ao lado de Louçã e de Jerónimo de Sousa”.

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17 pensamentos em “Diogo Feio ataca João Rebelo e Adolfo Mesquita Nunes

  1. onde é que se arranja o cadastro de votação dos senhores eurodeputados?
    tenho a certeza que descobriríamos coisas interessantes….

  2. António Costa Amaral, em resposta à sua pergunta: http://www.votewatch.eu/

    Francamente, e apesar de condenar tb o comentário, acho que vais descobrir bastante coerência nos votos do eurodeputado…

  3. Se eu fosse militante do CDS sentir-me-ia “constrangido” por ver um eurodeputado do meu partido a dizer publicamente tamanha barbaridade.

    Por acaso Francisco Louçã não podem ter razão em NADA? Ou, mesmo quando tenham razão, é necessário estar contra eles?

  4. “Se eu fosse militante do CDS sentir-me-ia “constrangido” por ver um eurodeputado do meu partido a dizer publicamente tamanha barbaridade.”

    É pelo menos um pequeno mas fascinante tiro no pé…

  5. Por exemplo, nos eurobonds, Diogo Feio e Francisco Louçã estão lado a lado na defesa comum de tal instrumento

  6. Só choca porque Ribeiro e Castro é “deputado” -pertença- do CDS, por (mau) sistema eleitoral.
    Deveria ser apenas: Ribeiro e Castro eleito por determinado círculo, adere, por concordar, nesta e naquela votação, com uma proposta de um grupo de deputados, alguns dos quais do CDS …
    Infelizmente nestas AR os deputados são pertença do chefe, de um partido (mesmo que ausente)….

    Afinal o que choca os “confrades” é o voto contra (ai credo!).
    Não é sim, ou não, o feriado 1º de Dezembro !!!. Amazing.

    Se os deputados fossem “pertença”, não do partido, mas sim representantes de um círculo eleitoral, o gesto “limiano” de Ribeiro e Castro -e de todos os outros deputados na AR independentemente das suas afinidades a grupos Parlamentares- seria respeitada rotina, devidamente julgado apenas por quem de direito, os eleitores do seu círculo.
    Provavelmente, este gesto, até representa o querer, o sentir, dos pares de R. e C..
    Escusávamos de ver estas tristes cenas de “os meus deputados”, “os nossos deputados”, “os deputados dele” , como diz, agastado, TZ Seguro….

  7. Eu votaria contra o próprio casamento no código civil (mas pelos contratos convenção civil que queiram fazer e chamar-lhe casamento) e a favor que sejam os pais ou a mãe ou as instituições que recolhem, a decidir que perfil de casal achem mais adequado para adopção.

  8. Não estão a perceber?
    Como é para atacar o Ribeiro e Castro todo e qualquer argumento vale. Mesmo se nas semanas passadas João Rebelo ou Adolfo Mesquita Nunes tenham votado também com a isabel Moreira ou o BE.

    No Conselho Nacional foi a mesma parte gaga. Primeiro vinham uns atacar ferozmente quem no CDS propunha que o CDS continuasse a votar a uma só voz em questões como o aborto ou a adopção gay. Era porque eram fascistas, nazis e policias de costumes.

    Estas intervenções eram intercaladas com outras em que Ribeiro e Castro (que invocou também uma questão de consciência para votar contra o fim do 1º de Dezembro) era dizimado e convidado a demitir-se por ter violado a disciplina de voto.

    Até aqui tudo bem. Sucede que os dois grupos aplaudiam-se mutuamente como se não existisse amanhã.

  9. Eu sugiro que vá para a rua todo e qualquer deputado do CDS que tenha votado ao lado do PCP e do BE por exemplo na rejeição do PEC IV.

  10. os valores do CDS agora são os do Bloco de Esquerda!!! o CDS já vota ao lado do Bloco de Esquerda nas questões fracturantes…as voltas que o mundo dá!!!! CDS Maçónico-Jacobino

  11. “.onde é que se arranja o cadastro de votação dos senhores eurodeputados?
    tenho a certeza que descobriríamos coisas interessantes….”
    .
    quais foram o CãoCios que votaram ao lado do Bloco de Esquerda e do Cãocios, nas causas fracturantes?

  12. Não tenho por hábito responder a referências na blogosfera, mas a deturpação das minhas palavras não posso deixar passar em claro. Numa referência aos votos parlamentares relativos às alterações ao Código do Trabalho, disse que era constrangedor ver um deputado do CDS votar ao lado de Jerónimo de Sousa e de Francisco Louçã.
    Num post no Insurgente foi feita uma interpretação das minhas palavras como uma crítica a Adolfo Mesquita Nunes e João Rebelo. Para que fique claro, essa imputação é falsa. Estava apenas a falar das votações relativas a alterações à legislação laboral nacional. Esta matéria está, na minha opinião, sujeita a um princípio de disciplina de voto especialmente qualificado.
    Na linha do que está escrito em vários manuais de Direito Constitucional, entendo este princípio de uma forma absoluta quando se trate do voto relativo à Constituição e suas revisões, ao programa de Governo, ou à proposta de lei do Orçamento do Estado.
    Num momento em que Portugal está estritamente sujeito ao memorando da Troika considero que a votação na generalidade das suas linhas fundamentais deve ser sujeita a disciplina de voto pois está em causa a credibilidade de Portugal. Numa matéria de Governo, bem diferente de uma questão de consciência, entendo de uma forma especialmente exigente a matéria da disciplina de voto. Num momento em que Portugal tudo faz para recuperar a sua independência, sinto-me constrangido em ver um deputado do espaço do centro direita a votar ao lado de Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã.
    Entre as muitas coisas que fiz na minha vida, fui, com muito honra, Deputado na Assembleia da República durante seis anos e votei, muitas vezes, ao lado de Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã, mas nestas matérias de política económica, sempre soube qual era o meu lado e nunca me confundi.
    Esta é uma posição que expresso de forma frontal, sujeita ao contraditório e sem qualquer espécie de ideia de superioridade moral sobre os outros.

  13. Pingback: A propósito das críticas de Diogo Feio « O Insurgente

  14. ò Diogo Feio:
    PEço desculpa mas a frase do teu texto em que dizes que nas questoes economicas sempre soubeste qual era o teu lado, parece dar a entender que Ribeiro e Castro nao sabe, quando é publico que ele concorda com as questoes economicas e que so votou contra por causa da eliminacao do feriado do 1 de Dezembro. Parece-me incorrecto querer colar jrc à esquerda. Até pq, como se viu, nas questoes fracturantes nao te incomoda que nao se saiba de que lado se està

  15. Pingback: Diogo Feio ficou constangido ao ver um deputado do CDS a votar ao lado de Louçã e de Jerónimo de Sousa nas votações relativas a alterações à legislação laboral nacional (por essa matéria estar, na sua opinião, sujeita a um princípio de discip

  16. Por exemplo, nos eurobonds, Diogo Feio e Francisco Louçã estão lado a lado na defesa comum de tal instrumento

    Eurobonds?

    Mais um mecanismo de endividamento estatal, que permitirá mais euro-socialismo, e mais centralismo (“governo económico”) de Bruxelas, todos resultados antitéticos ao Princípio da Subsidiariedade, um dos pilares ideológicos da democracia-cristã? E o outro marreta (obviamente) concorda?

    É caso para dizer “nestas matérias de política económica, sempre soube qual era o meu lado e nunca me confundi”. >)

    [ http://videos.sapo.pt/L7z9taz01m2YdZqHED26 -- e sim, tirado do contexto, adoro o fim do vídeo ]

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