40 anos de “políticas recessivas do Governo”

O PS destaca que Portugal, segundo dados hoje divulgados pelo Eurostat, está “perante um desemprego recorde”, que é “resultado das políticas recessivas do Governo”, a quem a acusa de “virar as costas” a quem não tem trabalho.

Como se pode verificar pelo gráfico supra, que desde 1973 (particularmente nos periodos 1973-80,1992-96 de 2001 em diante) de forma sistemática o diversos governos têm aplicado “políticas recessivas” que têm empurram muitos para o desemprego. Pelo menos é o que conta a fábula socialista. Ainda não descobri como compatibilizar isso com a degradação das contas públicas mas fico à espera de mais explicações.

fonte: Álvaro Santos Pereira

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12 pensamentos em “40 anos de “políticas recessivas do Governo”

  1. Ainda pior, não criam condições para aqueles que quiserem contornar o desemprego com o recurso ao “auto-emprego”. Longe disso!
    Quem ousar ir à luta por sua conta deverá ser castigado, obrigando-se a pagar as mais elevadas taxas contributivas da União Europeia.
    E depois uns dizem-se socialistas (embora castiguem as pessoas comuns que querem trabalhar e não viver na subsídio.-dependência) e os outros dizem-se liberais (embora castiguem as pessoas comuns que querem trabalhar por sua própria iniciativa e ousadia). Na prática, não só não resolvem o problema do desemprego como estão a conseguir por os Trabalhadores Independentes na miséria e… também À procura de empregos fixos, daqueles que escasseiam por todo o país.

    Sinceramente, não sei definir este regime português. Não não me parece muito lógico ou sequer animador.

  2. Para que não reste dúvidas o regime praticado em Portugal é, no campo económico o Capitalismo de Estado ou o Liberal Socialismo, e é sustentado politicamente por uma Partidocracia.

    Sobre o falhanço. algumas mentes iluminadas julgaram que podiam virar costas às boas políticas económicas de Salazar e lançaram-se na aventura de fuga para a frente até que o último feche a porta e já agora que apague a luz.

    Como quase tudo falha em Portugal, desde a política, às universidades, vou deixar apenas uma pequena lição básica de economia.

    Economia não é um grande segredo, significa gastar menos daquilo que se ganha.

    E reforço com uma citação:

    …”O pior é pensar-se que se pode realizar qualquer política social com qualquer política económica, que se pode erguer qualquer política económica com qualquer política financeira”…

    Por António Oliveira Salazar

    Salazar foi, não sei se ainda é, estudado em Harvard, que se encontra no país que foi uma referência na democracia. As nossas universidades deveriam estudar mais as suas teorias económicas invés de se limitar a estender o tapete vermelho a Krugmans e afins, concerteza iriam aprender muito.

    A deriva económica portuguesa é confrangedora só disfarçada pela disfunção governativa das políticas económicas da UE. (tudo uma grande trapalhada no salve-se quem puder.

    Por fim antes que me rotulem de Salazarista, sou nascido já em regime democrático, e a arma do insulto só serve para sustentar os erros continuados da esquerda e suas práticas, já que pelas suas ideias no campo económico não vão a lado nenhum.

    vivendi-pt.blogspot.com

  3. Eu gostava de saber para que serve o Alvaro se não tem nenhuma ideia em como inverter o desastre do aumento do desemprego e da recessão permanente.

    Como se vêm pelo gráfico 15% de desemprego é uma situação nova que exige uma estratégia politico-economica nova.

    Manter a actual estratégia é um suicidio .

  4. “Como se vêm pelo gráfico 15% de desemprego é uma situação nova que exige uma estratégia politico-economica nova.”
    .
    esta Governação da coligação do PSD-Abortista com o CDS-CãoCio…é uma pura comédia. tal e qual a anterior Sócretina, agora vão apresentar um Orçamento Rectificativo com um previsão de desemprego de 14,5%…estes gajos deviam era ir pastar todos! para alem de o Estado andar a sugar todo o crédito à ecónomia, com o apoio à Banca nacional, para que esta em troca compre a divida publica do Estado e ande a financiar OPA´s…enquanto as PME´s já nem crédito tem para comprar mercadorias…que na actual circunstancias económica, é um crime!!! O Estado a defender interesses privados em vez de defender o interesse publico…

  5. “Manter a actual estratégia é um suicidio .”
    As anteriores também foram muitissimo boas como se pode comprovar.

  6. O facto da estratégia económica dos ultimos 20 anos ser errada não faz com que a actual seja certa .

    Reduzir o PIB e aumentar a pobreza e esperar pagar uma divida de 200 mil milhões dessa maneira só mesmo de quem vive num mundo de fantasia.

  7. “O facto da estratégia económica dos ultimos 20 anos ser errada não faz com que a actual seja certa”
    Portanto, gastar à parva mão resultou e gastar menos um pouco (e compensar com subida de impotos) também não. Deviam exprimentar gastar muito menos e reduzir os impostos.

  8. Caro Miguel Noronha,

    Nem mais! Essa é a receita. Menos impostos irá levar ao aparecimento de novas micro e pequenas empresas, logo de empregos.

    Ou seja, quanto mais for o controle socialista, mais depressa as pequenas empresas desaparecem e quem ganha são as grandes empresas monopolistas, visto que agora já não há mais o risco da estatização total (a borrada da estatização total foi confirmada na prática pela URSS / China / Cuba).

    E mais uma uma pequena lição básica de economia:

    Entre empresas privadas a corrupção é bastante menor

  9. A unica forma de Portugal sair da crise é conseguir crescimento económico (aumento do PIB real) acima dos 3% ao ano.

    Algumas medidas simultâneas para conseguir para isso :

    a) Redução da TSU e IRC em 50% para os sectores transacionáveis

    b) Redução de toda a burocracia através da eliminação de dezenas de entidades do sector publico (pelo menos 30% das entidades)

    c) Privatização e/ou concessão de todas as empresas públicas . As que sobrarem devem ser convertidas em IP’s porque o Estado não tem que ter empresas comerciais no mundo actual.

    d) Politica de preferencia de compras publicas (estado central e local) a empresas que produzem em Portugal

    e) Redefinição do papel das universidades publicas, obrigando-as a que os projectos de investigação sejam orientados para as empresas que produzem em Portugal. Redução de vagas nos cursos com baixa empregabilidade e aumento nos cursos com alta empregabilidade.

    f) Apoio aos clusters económicos através das universidades e associações empresariais com base em dados quantitativos de aumento da produção ou do valor acrescentado conseguido nos ultimos 3 anos.

    g) congelamento da despesa publica para os proximos 10 anos e emissão de divida publica com clausula de pagamento de impostos (M-Bonds) de forma a retirar parte do risco de incumprimento

  10. Esta estratégia não nada diferente das anteriores. É como as outras: estatismo e sugar mais e mais riqueza à economia livre.
    A única pequena diferença é o endividamento que continua a crescer mas menos rápido.

  11. Pois é mas o mundo real é assim. não é como nos livros de fantasia !

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