Violênci@ doméstic@: do “casamento” gay ao divórcio gay

Um caso de violênci@ doméstic@ – condenável, como todos – mas que provavelmente não vai merecer grande destaque no jugular: Violência termina casamento gay (COM VÍDEO)

6 thoughts on “Violênci@ doméstic@: do “casamento” gay ao divórcio gay

  1. Páre de atirar farpas!

    Nesse jornal que cita aparecem todos os dias imensos casos de violência doméstica em casais heterossexuais e até pais que abusam sexualmente dos próprios filhos. Porquê dar mais destaque a um caso de violência doméstica entre casais homossexuais e não entre casais hetero que até são mais numerosos? É tudo violência doméstica, é esse o problema em que nos devemos focar. Mas o que se prefere fazer é mandar golpes baixos mesquinhos, ataques baratos que não fazem mais que desprestigiar a seriedade do tema e as suas vítimas.

    O seu post não pretende lamentar a violência doméstica, a sua intenção é sim levar o assunto para a lama e encobri-lo com o véu dos fantasmas da adopção por casais homossexuais. Se tem opinião sobre o tema expresse-a claramente e fundamente-a, siga o exemplo do que se faz pelo Cachimbo de Magritte. Por lá há opiniões muito fortes contra a adopção homossexual mas ao menos essas posições procuram ser fundamentadas.

    Os homossexuais não são pessoas imaculadas, iluminadas e divinas, mas ao menos deve ser-lhes dado o direito de ter os mesmo deveres que os restantes cidadãos. Isto é que possam ser julgados pelas pessoas que são e de como exercem as suas responsabilidades, ao invés de serem colocados em sacos estereotipados.

    Não é com golpes baixos e intrigas que levamos as sociedades a bom porto.

    PS: pouco me importa o que se escreve pelas bandas do jugular.

  2. como se prova pelo comentário do almaredo, a notícia do 1º abril sobre os gays é mentira. Os homosexuais são pessoas de grande controlo com uma sensibilidade acima da média e incapazes de actos de selvajaria. Um ambiente excelente para a educação de crianças.Venham a nós as criancinhas, gritam os gays e afins.

  3. E eu a julgar que os gays eram divinos! Que desilusão! Mas é sempre bom que os activistas gays no-lo recordem. Fotografias como aquela do travesti e do seu “conjuge” (há que dizer, não que o rei vai nu,mas que o rei se esqueceu de que não é rainha e que está a fazer uma triste figura vestido de rainha) deviam ser publicadas todos os dias: talvez ajudassem o povo a ver a o que andam as minorias (em nome dos seus “direitos”) a fazer a tradições importantes para a maioria e que talvez até seja bom, a bem da espécie humana (gays incluídos, que o único modo de nascerem ainda é através da troca de fluídos entre duas pessoas de sexo diferente), que continuem a ser importantes, protegidas, enaltecidas, e não travestidas e ridicularizadas: casamento, monogamia, estabilidade, família, maternidade, virtude, contenção, honra, respeito. No país mais envelhecido do mundo é inacreditável não se cair em cima de gays que exigem o “direito” à adopção e ao financiamento pelo Estado de inseminações artitificias (nas lésbicas). O egoismo e a arrogância tem limites: uma criança, julgava eu, tem o direito a uma mãe e a um pai, e não a travestis.

  4. Pingback: Violênci@ doméstic@: do “casamento” gay ao divórcio gay (2) « O Insurgente

  5. a Lara fez a leitura que quis, a qual não tem nada que ver com o que escrevi. Esfregue bem a água benta atrás das orelhas, dizem que se aloja muito pecado nessa zona.

    Passe bem!

  6. almareado, para quem desdenha da virtude, não há águas-benta que valham, só gays divinos.

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