Deve estar para muito breve

Atribuir à pobreza, ao racismo contra muçulmanos, à existência de Israel e ao imperialismo dos EUA os actos imperdoáveis do terrorista Merah.

Adenda: Laying the groundwork for the Toulouse massace, artigo de Melanie Phillips.

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26 thoughts on “Deve estar para muito breve

  1. foi apenas um acto de um louco! comparado apenas com o acto louco que Israel se prepara para fazer, ao atacar o Irão ! o mundo está entregue aos loucos…e depois os portugueses é que tem que pagar as loucuras dos outros e aturar ainda por cima os rios de tinta que se escrevem sobre as loucuras de uns e de outros…uns a defenderem determinadas loucuras e outras a atacarem…é só loucos!!! matem-se, esfolem-se, mas não chateiem…

  2. “foi apenas um acto de um louco!”
    Esqueci-me desse argumento. Está então tudo justificado. Presumo que o rapaz estava muita louco e lá actuou. Vai na volta, o estado francês e as vítimas ainda o devem compensar por acções futuras de um país sobre o outro que o tric diz que irá acontecer.
    Deixo um conselho grátis: tomar os medicamentos a horas é importante.

  3. “Deixo um conselho grátis: tomar os medicamentos a horas é importante.”
    .
    depois ainda ficava como você…é melhor não seguir o seu conselho…

  4. Ninguém se lembrou de que Sarko está em vésperas de eleições e por sinal, além de ser um grande apoiante de Israel, tem a opinião pública contra… e há que tomar medidas populistas, acima de tudo, para se manter o lugarzinho. Lá, ou cá, ou em qualquer outra democracia do ocidente é assim. Os políticos não querem saber dos países nem dos cidadãos, a única coisa que lhes interessa é manter o tacho. Tudo o mais é treta.

  5. “por mais que tente, a doença que o afecta não o deixaria fazer progressos.”
    .
    progressos!!?? para quê progredir…se o caminho é a regressão…o progressismo, levou à ilusão, a ilusão à tragédia económica-social…agora temos que regressar ao espirito do modelo económico-social de Salazar e de D. Miguel e das gerações de ouro que os acompanharam…a decadência económica-social de Portugal obriga a fazer uma marcha atrás…e “regressar”…o regressismo!

  6. “Relembro os recentes acontecimentos na Noruega.”
    E a “relembraça”da Noruega justifica ou atenua os de Toulouse? É outro argumento muito bom que está em falta no post. Esse e o facto da França ir a eleições.

  7. Ora, não há moral nem ética na política! Infelizmente esta falta de moral e de ética a que nos habituámos (cidadãos) tem justificado, por ignorância dos próprios cidadãos, que todas as injustificações se materializem.

  8. E há quem se distraia a olhar para a lua e as estrelas e não veja onde põe os pés…

  9. “Bem não faz mas pior do que está não me parece possível. Avance lá para o regressismo:”
    .
    eu já estou no regressismo…aqui no “regressismo”, só se espera pela saida do Euro, protecionismo económico e a aplicação de um modelo económico elaborado pelos portugueses inspirado no de Salazar e um regime que seja o pensado por D. Miguel…

  10. Não o quero, de forma alguma, contrariar essa sua caminhada nessa coisa esotérica. Não se esqueça do D. Sebastião. E que um um dia o Eusébio ainda voltará a jogar futebol.

  11. “Não o quero, de forma alguma, contrariar essa sua caminhada nessa coisa esotérica. Não se esqueça do D. Sebastião. E que um um dia o Eusébio ainda voltará a jogar futebol.”
    .
    não, não me esqueço…mas tambem acredito que o Homem pode vir novmente a pisar a Lua…e não me esqueço que o modelo económico-social de Salazar foi a vela latina portuguesa da ecónomia e depois com a treta de abril, substituiram as velas portuguesas por velas fabricadas na estrangeirada e impigidas aos portugueses, que para alem de terem sido bastante caras ainda por cima estão todas esburacadas…e o resultado esta à vista…

  12. “Lá, ou cá, ou em qualquer outra democracia do ocidente é assim.”

    Quer dissertar sobre as vantagens e desvantagens das orientais?
    E depois sobre as maravilhas das “não-democracias”?

  13. Dissertar agora sobre o assunto não posso por falta de tempo mas, recordo «Churchill’s famous dictum: “Democracy is the worst form of government, except for all those other forms that have been tried from time to time.” (from a House of Commons speech on Nov. 11, 1947)»

    Quanto às maravilhas das não-democracias temos muitas orientais e muitas ocidentais disfarçadas de democracia: Ex: USA.
    Para desenvolvimento do paper, necessito de mais algum tempo, sobretudo para colocação das referências biblográficas.

  14. O Semiramis já descobriu tudo: foi um “inside job”.

    É deste tipo de génios que o mundo necessita. Pessoas capazes de descobrir, de uma assentada, que se um tipo levou com uma pedrada e precisou de ser suturado, o culpado é claramente o fabricante de agulhas e linhas.

    Na mesma linha do famoso Benfica-Porto. O Porto perdeu para que Pinto da Costa pudesse ter tempo de antena para criticar o àrbitro. Claramente um “inside job”.

    De resto, tudo o que se passa com os judeus é inside job.

    Levam com um holocausto? Inside job.
    Levam com mísseis, rockets e granadas de morteiro? Inside job.
    Levam com atentados em sinagogas, escolas e embaixadas? Inside job.

    O seu cinismo não tem medida e ainda bem que temos para aqui leitores sérios dos Protocolos, para nos mostrar a Verdade.
    O Insurgente, sem esta fina flor do entulho, não era nada.

  15. Foi só a continuação de uma vocação islâmica: matar. Matar por tudo e por nada pois matar dá-lhe direito ao Céu. Este caso é afinal (não contando os mortos que também lá iam chegar) potencialmente mais grave que o da Noruega.

  16. Cada vez mais compreendo a maneira russa de tratar terroristas islâmicos .
    E os hipócritas que os pretendem “justificar”…

  17. Porque será que quando falta a argumentação, num debate minimamente sério, se recorre (i.e. os iluminados tugas) ao argumento ad hominem?

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