As simpáticas palavras do Nuno Gouveia, do Pedro Pestana Bastos, do Samuel de Paiva Pires, do Luis Serpa e do Paulo Pinto Mascarenhas relativamente ao sétimo aniversário d’O Insurgente suscitam-me, além do natural agradecimento, uma reflexão.
Creio que uma grande parte do sucesso do blogue nestes sete anos se deve à conjugação de duas características: por um lado, a rejeição consistente da hegemonia do pensamento politicamente correcto, mesmo em situações de maior pressão; por outro, o elevado grau de sucesso na manutenção da independência face ao(s) poder(es) que em Portugal frequentemente condicionam as opiniões expressas.
E é também essencialmente por estas razões que, apesar de no meu caso pessoal a disponibilidade para o blogue ser reduzida, continuo a achar que O Insurgente vale a pena.