Ora excepto a questão da liberdade de escolha – que já vem, em parte, de Sá Carneiro – parece-me que vai continuar tudo na mesma. Mas existe sempre uma certa beleza em observar como em meia dúzia de palavras e expressões bem aplicadas a manutenção do Status Quo consegue soar a Revolução.
Fevereiro 28, 2012
10 Comentários »
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Sã complementaridade, certo?
Comentário por Luís Cardoso — Fevereiro 29, 2012 @ 00:10
Então Passos, para quando o largamento da ADSE a todos os contribuintes ?
Mesmo custo , mais qualidade , concorrência, liberdade de escolha !
Vamos lá Passos, vamos em frente !
Comentário por Paulo Pereira — Fevereiro 29, 2012 @ 01:00
Passos é o liberal tuga. No resto do mundo liberais são outra coisa…aqui são SOCIAIS-CálQuerCoisinha…
Comentário por Sebastien De Vries — Fevereiro 29, 2012 @ 01:18
“…ao Estado devem, cada vez mais, ser reservadas as funções essenciais de soberania, as funções de serviço público nos sectores estratégicos, com destaque para as falhas de mercado…”
Cada um interpreta isto como quiser, na medida da sua “simpatia” por PPC.
Eu, como até estou a simpatizar com o nosso Primeiro, interpreto da maneira que se adapta mais à minha “ideologia”:
O Estado na sua função soberana de defesa da igualdade e liberdade, entre todos os Cidadãos Contribuintes, deve ter a intervenção necessária de modo a evitar que um qualquer sindicato ou empresa monopolista prejudique essa referida igualdade e liberdade.
Por isso, por exemplo como a Tatcher fez com os mineiros e o Reagan fez com os controladores aéreos, o Estado deve estar preparado para dar toda a liberdade de greve a quem quiser, garantindo no entanto que aos outros não faltam transportes, energia, etc.
Se isto é uma “atitude”, pouco “liberal”, que se dane…
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Comentário por Mentat — Fevereiro 29, 2012 @ 02:18
Vamos ver Mentat…Sim o PPC nao tem mineiros (como a Tatcher) nem tampouco controladores aéreos tal qual o Reagan (que ficao todos apoucadinhos, taditos) entao a quém lhe resta o PPC para demostrar que é um tipo, tipo-duro-duro-duro-ao-modo-liberal?
Pode tirarnos desta dúvida de hoje assim, de repente, surgida…
Comentário por neotonto — Fevereiro 29, 2012 @ 09:31
A isto chama-se economia esotérica.comandada do alto a compasso e esquadro.
Comentário por Pi-Erre — Fevereiro 29, 2012 @ 09:34
6.A isto chama-se economia esotérica comandada do alto a compasso e esquadro.
Comentário por Pi-Erre — Fevereiro 29, 2012 @ 09:35
Caro Neotonto
Você é um indignado, contra ou a favor, do acordo ortográfico?
Aconselho-o a que consulte o seguinte link:
http://abibliotecadejacinto.blogspot.com/2009/08/o-acordo-ortografico-e-o-futuro-da.html
Vai ver que o ajuda a escrever, qualquer que seja a sua opinião.
Quanto à suposta “dureza” que os “liberais” devem demonstrar, não lhe sei responder, não sou “liberal”.
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Comentário por Mentat — Fevereiro 29, 2012 @ 10:20
[...] do “reformismo” de Passos Coelho, dos recuos de Cavaco e do expansionismo fiscal de Rajoy, é a vez de Paulo Portas [...]
Pingback por Vichyssoise à Portuguesa « O Insurgente — Março 4, 2012 @ 19:27
@neotonto
Os nosso “sindicatos” não passam de restos das milícias de 25 de Abril à espera da nova revolução para virem defender os direitos do povo com uma democracia à comunista.
Sindicatos ideológicos, marxistas e partidários; A maior vergonha anti-democrática deste país.
No tempo de Salazar, os sindicatos funcionavam muito, muito melhor, pois não andavam a tentar fazer propaganda nas ruas. Assim que passaram para as mãos dos comunistas e socialistas tornaram-se uma palhaçada que nem as empresa, nem os profissionais respeitam.
O que faltava em Portugal era uma Margaret Thatcher, mas os mineiros comparados com a CGTP, UDP e mais os 500 pseudo-sindicatos socialistas prontos para congelar a economia eram pêra doce.
Comentário por Filipe — Março 5, 2012 @ 05:34