O Insurgente

Janeiro 22, 2012

Quando os extremos se tocam, apedrejam e pontapeiam

Filed under: Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 08:30

Ontem a plataforma “15 de Outubro” que congrega 41 (!) movimentos conseguiu juntar mil pessoas em Lisboa, o que dá cerca de 25 pessoas por movimento. Para ajudar aos números, o grupo nacionalista Oposição Nacional juntou-se à manifestação. A ala democrática da manifestação não gostou e à democrática pedrada tentaram convencer esse grupo a prescindir democraticamente do seu democrático direito à manifestação. Depois democraticamente trataram de queimar em público uma bandeira dos fascistas e seguiram para a sua democrática assembleia popular, onde obviamente os fascistas não têm lugar.

Este acontecimento é uma boa amostra do tipo de democracia que estes grupelhos extremistas querem para o país.  Se grupos semelhantes nas suas reinvindicações (ver imagem) não se conseguem entender, imaginemos a sua reacção a grupos com aspirações diferentes.

8 Comentários »

  1. Um enorme sucesso, em toda a linha.

    Comentário por ruicarmo — Janeiro 22, 2012 @ 12:15

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    Pingback por Occupy em modo arrebatador « O Insurgente — Janeiro 22, 2012 @ 22:43

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    Pingback por Os “indignados” bons e os “indignados” maus… « O Insurgente — Janeiro 22, 2012 @ 23:42

  4. Porventura já apurou como se iniciaram os confrontos ?….já tentou perceber porque razão ficaram os “indignados” do movimento nacionalista, bloqueados e rodeados por um Corpo de intervenção ?

    E muito engraçado aproveitar estes circunstancialismos, para criticar movimentos com os quais não concordamos…quase parece brincadeira de crianças!
    É quase o mesmo fenomeno, (aplicado de forma invertida) utilizado para minimizar os disparates do presidente.

    Quando nos convem, filtramos parte da realidade, e minimizamos as situações – (decalrações de cavaco, por exemplo) – explicando por A+B que afinal não era bem assim.
    No caso concreto da manifestação, filtramos parte da realidade (q as agressões e provocações tiveram origem sabe-se bem onde!), e maximizamos a “agressividade dos indignados” (os de esquerda, claro está).

    A isto chama-se Hipocrisia….mas lá está, passe porque certamente será : “uma gaffe do autor do post”…que só devia querer dizer que violencia é sempre de condenar, venha de onde vier !

    Deve ser isto…

    Comentário por p D s — Janeiro 23, 2012 @ 14:37

  5. E foi isso que eu li no post, oh p D s, que a violência é de condenar, venha de onde vier. Também leio uma crítica a quem só vê a violência por parte dos outros, ou justifica a sua com a dos outros…

    Comentário por Gonçalinho — Janeiro 23, 2012 @ 17:55

  6. Esta mania que temos de perdoar sempre a pseudo democrática extrema-esquerda e diabolizarmos os nacionalistas, nunca mais acaba?
    À esquerda todos os dislates são perdoados; à direita longe disso!
    Que apelativo é dizer-se em Portugal que se é de esquerda! (os níveis de imunidade aumentam significativamente)

    Comentário por joão santos — Fevereiro 1, 2012 @ 00:18

  7. [...] e das suas associações e movimentos fantoches. Vale a pena recordar que, ainda recentemente, uma manifestação organizada e promovida por dezenas desses movimentos conseguiu reunir apenas cerca de…, numa manifestação onde não faltaram a violência e os desacatos mas que revelou escassa [...]

    Pingback por 300.000 ou 30.000 ? « O Insurgente — Fevereiro 12, 2012 @ 19:43

  8. [...] Ou, em outras palavras, a extrema direita é uma esquerda que não gosta de imigrantes. Lá, como cá. Classificar isto: Share this:FacebookTwitterStumbleUponEmailMaisPrintDiggLinkedInGostar [...]

    Pingback por Socialistas anti-imigração « O Insurgente — Maio 7, 2012 @ 09:19


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