How Egalitarianism Increases Inequality

How Egalitarianism Increases Inequality:

Imagine people become more egalitarian, to the point where they heap scorn on the rich and successful. What is the effect on inequality? By the previous logic, the effect is directly counter-productive. The more you scorn rich people, the more people you scare away from high-income professions. The more you scare away, the lower their supply. And the lower their supply, the higher their income!

Lesson: If you really want a materially more equal society, stop beating up on the 1%. Do a complete 180. Smile upon them. Admire them. Praise them. Sing songs about how much good they do for the world. The direct result will be to raise their status. But the indirect result will be to pique the envy of status-conscious people, increasing the competition among the top 1%, and thereby moderating income inequality.

On the other hand, if you want to increase material inequality, by all means heap scorn on the rich and successful. Try to fill them with guilt and self-loathing. The 1% who remain will find that living well is the best salve for their consciences.

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3 thoughts on “How Egalitarianism Increases Inequality

  1. Notem que isto só funciona(ria) se as condições para ser 1% dependerem primordialmente das acções voluntárias dos próprios. A ser verificado estatisticamente, mas para já, duvido.

  2. Não é assim se:

    a) houver grandes barreiras à entrada (nesse caso, mesmo que muita gente queira ir para um determinado sector de atividade, os rendimentos desse sector não vão baixar)

    b) Em casos em que a fixação dos preços derive de negociações bilaterais em que nenhum dos lados é um price-taker (o que suspeito que seja mais frequente no mundo real que os tais modelos que se aprendem nos 1º e 2º anos dos cursos de economia, em que os agentes não negociam preços) suspeito que isso é capaz também de não se verificar – isto é, quanto mais a sociedade aceitar grandes desigualdades de rendimento e riqueza, maior será a tendência para nas negociações se aceitar pagar muito a uns e pouco a outros. Em compensação, num sociedade com um etos igualitário, haverá a tendência para, se alguém quiser ser pago com “muito” dinheiro (o “muito” está entre aspas, porque é um conceito subjectivo), responderem-lhe “ninguém merece ganhar tanto; não aceitamos a sua proposta” (e como o negociador já está à espera dessa resposta, nem chega a fazer a proposta, a a ideia que “ninguém merece ganhar mais que X” torna-se uma espécie de profecia auto-cumprida)

    Talvez seja possivel testar qual dos efeitos – o sugerido por Caplan e os meus (sobretudo o b) – será mais forte (talvez comparando entre países estatísticas de desigualdade e sondagem de opinião pública sobre a desigualdade); ou talvez fosse complicado separar causas e efeitos.

  3. O problema é que os 1% normalmente não percebem ou não querem perceber de macroeconomia e depois vêm com a lengalenga dos deficits zero, o que implica cortes no Estado Social, redução do consumo e aumento do desemprego.

    Depois os 1% acabam por perder muita da riqueza acumulada nas recessões, mas a maior parte deles têm as crenças Neotontas tão marteladas nas suas mentes que preferem empobrecer a mudar de ideologia.

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