O ódio como força motriz da escola dos grandes líderes palestinianos

Interessante artigo de opinião de Richard Chesnoff no NY Daily News:

Palestinian people — children especially — are being indoctrinated in hate

New study reveals the cynical double game played by Abbas and other leaders

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15 thoughts on “O ódio como força motriz da escola dos grandes líderes palestinianos

  1. O pacifismo dos israelitas, que estão por cima, não é em si muito mais violento ao negarem a possibilidade da criação de um estado palestiniano?

  2. Sem pretender contestar este post, faço notar que foi reportado em jornais que, aquando da guerra de 2009 de Israel contra Gaza, havia judeus que se punham em cima de um monte em Israel a observar o espetáculo das bombas a rebentar em Gaza e dançavam, riam e festejavam ao ver aquilo.
    O ódio não é só da parte dos palestinianos.

  3. “Pacifismo”? “Estão por cima”? Aconselho uma simples leitura do artigo.

  4. Luís Lavoura, aconselho-o mais uma vez a ler o artigo.
    Ainda hoje ouvia-se em Israel o som da guerra civil que não existe na Síria. Por ventura, existirá gente que a festeja em Israel, na Síria, na Jordânia. Não descubro é qualquer ligação entre isso e o artigo de Chesnoff.

  5. Podemos estar tranquilos quanto ao facto estabelecido de que nas escolas , jardins de infância , universidades e outros sítios de educação , incluíndo as Famílias , em Israel só se transmitem às crianças noções de igualdade , paz e sã convivência.

  6. O ódio é vomitado todos os dias por altifalantes, emissoras de rádio e todos os meios desde territórios “palestinianos”: apelos ao assassínio, ao atentado suicida, ao recrutamento de deficientes mentais e ao estupro de crianças para se imolarem.

    Não há Estado Palestiniano porque não quiseram. Não há nem nunca houve povo palestiniano: é uma invenção nazi-islâmica. São árabes que foram chegando ali fruto de crescentadas que deram até agora 275 milhões de mortes violentas. Não há nem nunca houve refugiados: quem quis ficou em Israel quem não quis partiu para o Estado que não quiseram. Os que foram fazer figura na Jordânia foram massacrados.

    Não há nem nunca houve faixa de Gaza: há a Judeia e Samaria que são do Estado de Israel.

    Não foram ressarcidos ainda 850 000 judeus vítimas do pogrom de 1947 na Síria, no Egipto, no Líbano: mortos, roubados, despojados de todos as propriedades e direitos.

    Na única democracia do médio oriente (Israel) as mulheres árabes são as que têm um maior nível de educação, são ministras, são juizes, são polícias e os homossexuais não são fuzilados.

  7. “O pacifismo dos israelitas, que estão por cima, não é em si muito mais violento ao negarem a possibilidade da criação de um estado palestiniano?”

    Está a dizer que os Israelitas deveriam reconhecer um Estado no qual o seu objectivo seria destruir Israel?
    Caso não tenha ouvido ou lido Abbas e o Hamas já disseram taxativamente não reconhecer Israel como estado de judeus. Mas pelos vistos já podem reconhecer estados de árabes.

    Tão lindo ver cada vez mais à mostra a esquerda anti-semita em força, ramones & co.

    Já agora Luís Lavoura que tal vai a resistência do Hezzballah às recentes vitimas Libanesas do regime Sírio?

  8. “Tão lindo ver cada vez mais à mostra a esquerda anti-semita em força, ramones & co.”

    Raramente comento assuntos relativos a Israel por causa disto. Qualquer crítica à política israelita é logo considerado anti-semitismo. Nâo se pode dizer nada sobre a política de Israel que não sejam obas, olés e alvísseras. Menos que isto é anti-semitismo. Mas pergunto ao Lucklucky, é ou não verdade aquilo que mencionei? E onde é que aquilo que mencionei significa anti-semitismo?

  9. Ramone, um pouco fora do âmbito do artigo:
    O Calimero já deu o que tinha a dar.
    Não prejudique os seus sensíveis sentimentos.
    Sinta-se livre para tudo comentar
    Não se esqueça dos Protocolos, tão bem lembrados por um camarada no Avante.

  10. Ruicarmo sugiro que vá para o caralho com sua conversa.

    De resto cabe comentar a questão dos Protocolos: para mim, foi um momento infeliz do Avante.

  11. Você apresenta um link contra o Sionismo ou seja contra a existência do Estado de Israel . Um link contra a existência de Portugal não é um link contra os Portugueses?

  12. Ramone, que talento primário e resumido de convencer, escrevendo.Como saberá, este é um local bem frequentado. Não volte a usar tais argumentos.
    Não vejo porque foi infeliz. Foi antes transparente e um artigo revelador do que os camaradas pensam

  13. “Você apresenta um link contra o Sionismo ou seja contra a existência do Estado de Israel . Um link contra a existência de Portugal não é um link contra os Portugueses?”

    Nada disso. Alguém falou aqui nos Nazi-islâmicos e eu apenas lembrei o facto histórico de ter havido trabalho conjunto entre nazis e sionistas. É ou não verdade que houve esse trabalho conjunto? Esta é a questão e é você que se desvia dela. Ou agora mencionar factos históricos é também anti-semitismo?

    Riucarmo, o meu comentário foi perfeitamente compatível com o seu. Ao mesmo nível.

  14. Ramone, está a demasiados anos-luz da realidade. Se voltar a repetir o “nível” irá directo para a reciclagem.

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