Basta fazer uma aposta clara na solidariedade. Aconselho o visionamentos dos vídeos.
Dezembro 17, 2011
23 Comentários »
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Quando a direita portuguesa sente necessidade de apelar para a Coreia do Norte para se defender estamos conversados quanto à confiança que tem no exito das suas políticas.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 02:37
Quando a esquerda recusa aceitar os exemplos máximos da sua filosofia, tentando limpar da história as suas óbvias — e enormes — falhas, estamos conversados quanto à sua honestidade intelectual.
Comentário por Gonçalinho — Dezembro 17, 2011 @ 05:39
Gonçalinho, se quer pôr as coisas nesses termos, tome também para você os exemplos máximos da direita – fascismo e nazismo.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 10:57
Ramone, felizmente está a salvo de ser taxado pelo lado do disparate.
Comentário por ruicarmo — Dezembro 17, 2011 @ 11:08
No fundo o racional aqui é: sigam as nossas políticas porque são melhores do que as da Coreia do Norte.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 11:11
“Ramone, felizmente está a salvo de ser taxado pelo lado do disparate.”
A sério?! É isto o melhor que pode fazer? Bom, em todo o caso é melhor do que a Coreia do Norte.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 11:15
Não desespere. O progresso social na Coreia do Norte é assinalável. Veja os vídeos, são inspirações para quem defende os interesses do povo.
Comentário por ruicarmo — Dezembro 17, 2011 @ 11:18
Meu caro, Passos Coelho é melhor do que a Coreia do Norte.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 11:23
Slogan PSD/PP para as próximas eleições:
“Portugal! Melhor do que a Coreia do Norte.”
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 11:28
Lá está. Para o equilíbrio das suas finanças pessoais, ainda bem que o disparate não é taxado.
Comentário por ruicarmo — Dezembro 17, 2011 @ 11:30
“ainda bem que o disparate não é taxado.”
Deve ser por isso que Passos Coelho ofereceu benesses fiscais à banca para os próximos 10 anos.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 13:21
“exemplos máximos da direita – fascismo e nazismo.”
Hmm
Itália Fascista: Contra os capitalismo liberal americano e inglês. “Tudo no Estado nada fora do Estado”.
Um dos primeiros países a reconhecer a União Soviética. Vendeu durante os anos 30 cerca de uma dezena de navios de Guerra para a Marinha Soviética e marinha da NKVD. Tecnicos da Ansaldo estabeleceram-se nos estaleiros comunistas para auxiliarem na construção de cruzadores e de couraçados(não finalizado devido à guerra)
Nazismo: Nacional Socialista. Pacto Molotov-Ribbentrop.etc etc…mais uma vez tudo no Estado. Keynesianismo a que adiciona batota.
Comentário por lucklucky — Dezembro 17, 2011 @ 15:27
Será que Ramone é novo “nom de plume” de Sócrates ?
Comentário por JS — Dezembro 17, 2011 @ 16:31
Já tinha deixado um comentário ao lucklucky que não apareceu. Talvez tenha sumido na ciberesfera ou ainda venha a aparecer. Entretanto voltarei a colocar, embora um pouco mais desenvolvido.
Primeiro ponto: os liberalismos ingleses e americanos da época.
Inglaterra: liberal em casa, ditatorial na Índia, que ra aliás fundamental para a sua riqueza. Então tínhamos acesso à propriedade privada dos meios de produção para os ingleses e repressão das liberdades dos indianos – liberalismo da treta, a não ser que consideremos os indianos uma infra-espécie humana.
EUA:liberalismo para os brancos, repressão dos mesmos direitos para os negros. Ou seja, para os brancos abertura plena aos direitos liberais, para os negros o direito de trabalhar para os brancos e não reclamar. Em muitas partes dos EUA era assim.
As discórdias dos nazís e fascistas com a Inglaterra: É evidente que o Império inglês colocava o capital inglês em grande superioridade em relação ao capital alemão e italiano de modo que não havia meio de desenvolver os respectivos capitais, alemães e italianos, ao ponto de se potenciarem internacionalmente sem atacar a Inglaterra. Ou seja, economicamente, os conflitos dos nazís e fascistas com os ingleses eram conflitos entre capitalismos. Os norte-americanos que eram aliados dos ingleses eram também, nessa medida, concorrentes do capitalismo alemão e italiano
Segundo ponto: Propriedade Privada dos meios de produção (capitalismo) e Nazismo e Fascismo.
“O estado corporativo, considera a iniciativa privada no domínio da produção, como o instrumento mais eficaz e mais útil ao interesse da Nação.” Mussolini.
“A intervenção do Estado na produção económica, verifica-se unicamente, quando falte ou seja insuficiente a iniciativa privada, ou quando estejam em jogo, interesses políticos do Estado. Esta intervenção pode assumir o aspecto de um controle, de um encorajamento, ou de uma gestão direta.” Mussolini.
Fascismo = Capitalismo.
“Eu insisto absolutamente em proteger a propriedade privada… precisamos encorajar a iniciativa privada!” Hitler.
“Nós lutamos pela manutenção da propriedade privada… nós protegeremos a iniciativa privada como a mais eficiente, ou mais realista, forma de ordem econômica.” Hitler.
Nazismo = Capitalismo.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 16:32
Os ingleses eram tão ou menos racistas que Alemães e Italiano logo onde está a diferença que legitima a crítica Alemã e Italiana que você usa ? Concorda com o racismo Alemão e Italiano? E se concorda porque é que não concorda com o Inglês.
“É evidente que o Império inglês colocava o capital inglês em grande superioridade em relação ao capital alemão e italiano de modo que não havia meio de desenvolver os respectivos capitais, alemães e italianos”
Onde é que os Ingleses ou Americanos impediram os Alemães de se industrializar e de criar? A nuvem marxista que tem na cabeça
Os ingleses até investiram bastante Industrialmente na Itália até à primeira guerra. Vickers, Armstrong e outros.
Os seus argumentos acima só dizem Socialismo, pois as empresas são para serem direccionadas pelo Estado. Para não falar de “nacionalizações” como a Junkers e outras.
O Programa de rearmamento Alemão é um exemplo do direccionamento de recursos enormes da economia. Gastando 15% do PIB em 1938.
A própria decisão da guerra é outro grande exemplo do Poder Socialista em Itália e na Alemanha.
Um exemplo claro da Política a dominar a Economia. Este poder imenso do Estado é Socialismo.
Fascismo = Socialismo.
Nazismo = Socialismo.
Comentário por lucklucky — Dezembro 17, 2011 @ 17:59
teste
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 18:59
Eu percebo o seu argumento desesperado, ou seja, apesar de serem regimes, o nazismo e o fascismo, que defendem a propriedade privada dos meios de produção, ou seja capitalismo, não o fazem no modo utópico de sem qualquer intervenção do Estado. Ou seja, o seu capitalismo refugia-se numa utopia que é imune às formas concretas que a defesa da propriedade privada dos meios de produção assume. Como sabe a Inglaterra, os EUA, nunca se inibiram, mesmo já depois da II Guerra (aqui mais os EUA) de usar o Estado para beneficiar os negócios do capital – nomeadamente através das forças armadas.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 19:02
Nem os franceses nem os americanos mexeram uma palha para impedir o armamento de Hitler, podendo fazê-lo ao abrigo do tratado de Versailles. É que estavam a contar conseguir promover a guerra direta Hitler / Estaline. Isto é, quiseram destruir o comunismo sem gastar um tostão. Não contaram com o facto de Estaline ser uma raposa manhosa… De resto, em 1939,logo após a declaração de guerra do Reino Unido à Alemanha, a União Soviética tentou formar uma aliança anti-nazi com Reino Unido, França,Polónia e Roménia e não obteve êxito, pois os dois últimos países não quiseram deixar passar as tropas de Estaline… arrependeram-se amargamente…
É a história da 2ª Grande Guerra, contada pelos vencedores, é só rir!
Comentário por Manolo Heredia — Dezembro 17, 2011 @ 19:03
Não está a dar para comentar.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 19:08
Há uma conspiração anti-proletária na ciberesfera…
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 19:11
Há que sorrir em face das almas inocentes que colocam um “thumbs down” na correspondência que fiz entre nazismo e fascismo e capitalismo. Vivem num mundo cor-de-rosa, imunes às formas concretas que a defesa da propriedade privada dos meios de produção têm assumido ao longo da história.
Será que poderei fazer o mesmo em relação às formas históricas concretas dos regimes que defendem a apropriação colectiva dos meios de produção? Afinal nenhum regime ainda realizou este desiderato. A URSS e até a Coreia do Norte não realizaram essa apropriação colectiva dos meios de produção Ou seja, o comunismo defende a abolição do Estado, logo, uma vez que na URSS, na Coreia do Norte o Estado nunca foi abolido eu poderei defender com a mesma legitimidade que são regimes que não têm nada a ver com o comunismo.
Afinal, vocês, pagadores de dívidas, não querem aceitar a dívida que o capitalismo tem com a dignidade humana. Mas querem cobrar as dívidas do comunismo – enfim, são como o comum dos mortais, quando as dívidas nos oprimem demasiado fazemos tudo para as não assumir.
Comentário por Ramone — Dezembro 17, 2011 @ 19:52
“De resto, em 1939,logo após a declaração de guerra do Reino Unido à Alemanha, a União Soviética tentou formar uma aliança anti-nazi com Reino Unido, França,Polónia e Roménia e não obteve êxito, pois os dois últimos países não quiseram deixar passar as tropas de Estaline… arrependeram-se amargamente…”
De certeza que não está confundido a propósito da Polónia? Afinal, foram invadidos pelos soviéticos poucas semanas depois da invasão alemã, e olhe que os soviéticos não dispararam um tiro contra os alemães, mas bastante contra os polacos…
Comentário por PedroS — Dezembro 17, 2011 @ 20:17
A serio que o PedroS ainda e uma criança pequenina que acredita em contos maus! Tem de cuidar isso!
Comentário por Nuno Rodrigues — Dezembro 19, 2011 @ 02:30