O Insurgente

Dezembro 31, 2011

Das Frases Marcantes do Ano…

Nas frases mais marcantes de 2011 consta a seguinte frase:

“Sem euro a Europa deixa de existir no panorama internacional.” - Teixeira dos Santos

Eu quero aqui deixar a minha contribuição para as frases mais marcantes do ano:

“Sem o Teixeira dos Santos e demais elites de poder nacionais dos últimos anos Portugal poderia passar a existir no panorama internacional.” - Filipe Faria

Bom ano novo a todos.

 

When Presidents Go Bad

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 14:43

Andrew Napolitano – When Presidents Go Bad

Melhores momentos desportivos de 2011

Filed under: Desporto,Videos — André Azevedo Alves @ 12:49

Uma selecção, naturalmente pessoal, dos melhores momentos desportivos de 2011 (videos parcialmente via Dias de felicidade – 2011).

(mais…)

Resumo político do ano

Leitura complementar: A Ética do “Default”.

Investir no mercado de arrendamento em Portugal – riscos políticos e ideológicos

Filed under: Comentário,Double standards,Economia,Livros,Media,Política,Portugal,Teoria — André Azevedo Alves @ 11:58

De facto, a dominância em Portugal – desde o Bloco de Esquerda a amplos sectores do PSD e do CDS – das ideias subjacentes a este texto do Daniel Oliveira é a chave para compreender a impossibilidade de ter um mercado de arrendamento a funcionar em boas condições.

Enquanto não se conseguir afastá-la – e há infelizmente poucos indícios de que tal venha a ser possível a curto ou mesmo médio prazo – este tipo de ideologia intervencionista continuará a garantir a manutenção do desastre económico e social associado à falta de um mercado de arrendamento eficiente em Portugal: Aviso ao investidor. Por João Miranda.

Estão lá todos os riscos a que deve estar atento:

Preços tabelados – A qualquer momento pode ver o preço das suas rendas tabeladas, sendo forçado a disponibilizar o seu produto a preços abaixo daqueles que seriam de esperar dada a escassez de habitação para arrendar.

Impostos – As suas propriedades poderão vir a ser sujeitas a novos impostos. O maior risco está nos investimentos em prédios devolutos para recuperação a pprazo. Não se meta nisso. O risco de aumento de IMI é elevado e ninguém lhe garante que conseguirá contornar todos os obstáculos burocráticos à reconstrução antes do aumento.

Velhos e pobres – Evite arrendar casas a velhos, pobres, deficientes e jovens. Estas classes de pessoas adquirem facilmente direitos especiais que o farão perder dinheiro.

(mais…)

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 11:42

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1Anúncio coca-cola – versão portuguesa alterada
2Santa Claus
3Dilma manda cerca de 100.000 Brasileiros para o Desemprego
4Pornografia, e não é na Casa dos Segredos nem inclui sexo oral…
5O Inimigo Público Nº 1, a GNR e o magistrado

Da “suspensão” da dívida aos amanhãs que cantam…

Filed under: Blogosfera,Comentário,Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:22

O Renato Teixeira, talvez persuadido pela excelente argumentação do Filipe Faria, respondeu a este meu post defendendo a “suspensão” da dívida. Como uma das consequências da tal “suspensão” seria a fortíssima e imediata limitação do financiamento externo, temos portanto o Renato Teixeira a defender o colapso do Estado Social português. Presumivelmente, seguir-se-ia a Revolução e estaria aberto o caminho para os amanhãs que cantam.

Quanto ao concurso do Combate de Blogues, pelo que me tenho apercebido, creio que só vale a pena participar na votação se se estiver disposto a contribuir com (pelo menos) 100 votos de cada vez. Opto assim por deixar a votação entregue a quem tenha paciência e empenho suficientes para o efeito.

Leitura complementar: A Ética do “Default”.

Traição sem perdão

Filed under: Cultura,Justiça — André Azevedo Alves @ 00:27

As sete décadas passadas provavelmente amplificaram – em vez de atenuarem – o peso da traição: Divorciado mais velho do mundo não perdoou traição com 70 anos

Antonio C. descobriu num móvel velho as provas de uma relação que a sua mulher, Rosa, teve em segredo com outro homem na década de 1940.

Com as cartas de amor na mão, confrontou a mulher, com quem está casado há 77 anos, e pediu o divórcio. Arrependida, Rosa terá confessado tudo mas não conseguiu demovê-lo.

Dezembro 30, 2011

never give in except to convictions of honor and good sense

Filed under: Portugal,Videos — Helder Ferreira @ 21:14

“Never give in, never give in, never; never; never; never – in nothing, great or small, large or petty – never give in except to convictions of honor and good sense”

– Winston Churchill

Sabem aqueles livros do Peter Drucker, do Brian Tracy, das suecas, das sumidades professorais das Universidades portuguesas, dos que presumem a Art of War do Sun Tzu e assim? Esqueçam lá isso. Tudo para o lixo. O Miguel Gonçalves não é um entertainer, não é um cromo, não é um palhaço. Em 2012, procurem-no. Dá dez-zero aos gurus de secretária cuja característica principal é debitar sentenças sem nunca terem criado um único emprego. Bom Ano a todos.

Dezembro 29, 2011

O estado da liberdade religiosa

Filed under: Ambiente,Cultura,Educação,Internacional,Religião,Saúde — ruicarmo @ 22:03

Relatório de 2011 do International Religious Freedom. Para ler e guardar.

Ron Paul a fazer mossas

Filed under: Internacional,Política,Videos — Ricardo Campelo de Magalhães @ 21:43
Tags:

Faltam 5 dias. E só há 2 candidatos à nomeação Republicana. Este vídeo diz muito:

 

A primavera televisiva

Por cá, multa-se uma estação de televisão, apesar da grande maioria das pessoas (que têm à sua disposição um telecomando)  gostarem de a ver. Por lá, encerra-se uma estação de televisão. A perda de  telespectadores terá sido o motivo?

A decência arriada

A bandeira da ONU a meia-haste, presta uma sentida homenagem a um ditador que tanto fez pelo progresso dos povos.

The resurgence of the Austrian School of Economics

Filed under: Blogosfera,Economia,Media,Política,Teoria — André Azevedo Alves @ 19:52

Considerando que se trata da Economist, o teor e tom do artigo é surpreendentemente equilibrado e constitui um excelente sinal: Marginal revolutionaries: The crisis and the blogosphere have opened mainstream economics up to new attack

Ron Paul, the libertarian Texas congressman whose 2008 presidential campaign was one of the foundations of the tea party, and whose 2012 campaign is currently enjoying an enthusiasm few would have predicted, is a balanced-budget zealot, and from his pulpit as chair of a House subcommittee on monetary policy lambasts quantitative easing as “financial malfeasance”; indeed he advocates abolishing the Fed itself.

Mr Paul thus shows his colours as an advocate of Austrian economics—a resurgent school of thought that, unlike market monetarism, has not been doing much to change the minds of most mainstream economists but, unlike neo-chartalism, has built up a broad constituency on and through the web. Its adherents (including Mr Paul’s fellow Republicans Paul Ryan and Michele Bachmann) differ a lot in their preoccupations and prescriptions. But they agree that interest rates should reflect the fundamental forces of thrift rather than the whims of central bankers.

(mais…)

A saída possível depois de décadas de erros políticos…

Filed under: Brasil,Economia,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:42

Depois de décadas de irresponsabilidade orçamental e políticas estatistas e penalizadoras da poupança, do investimento e do empreendedorismo, resta a porta de saída: A avalanche dos novos portugueses no Brasil

Só na primeira metade deste ano, mais de 50 mil portugueses pediram residência no Brasil. E multiplicam-se os trabalhadores ilegais. Vistos e burocracia têm sido o grande travão. Arquitectos, engenheiros, gestores parecem dominar. Mas há quem chegue com o 12º ano.

Os portos e as regras de contratação de estivadores

Filed under: Double standards,Economia,Justiça,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 19:35

A estiva. Por João Miranda.

Se o mundo da música fosse como o mundo da estiva funcionaria mais ou menos assim:

1. 8 editoras escolhidas pelo estado teriam o monopólio da edição de música e da realização de espectáculos musicais.

2. Estas 8 editoras teriam feito um contrato com os músicos existentes em 1993 aplicável a todos os músicos deste então.

3. Os músicos seriam divididos em 3 categorias: A (músicos no topo da carreira), B (músicos que poderão chegar ao topo da carreira em 17 anos) e C (músicos com contrato temporário)

4. Os músicos da categoria A têm prioridade na escolha do trabalho sobre os B e os C. Só quando sobra trabalho (tipo festas de aniversário e Tardes da Júlia) é que os músicos de categoria C podem actuar.

5. É proibida a contratação de músicos fora deste esquema.

Nova lei das rendas

Filed under: Política Fiscal,Política Monetária — Carlos Guimarães Pinto @ 17:53

Não sendo ainda ideal, a nova lei das rendas é um passo em frente na correcção de um erro centenário cujas consequências na economia do país vão muito para além do mercado imobiliário.

Revelador do tamanho desse erro são as declarações do Presidente da Associação de Inquilinos Lisbonenses que veio dizer que o montante de indemnização, 5 (cinco!) anos de renda, é demasiado baixo para o proprietário reaver aquilo que sempre foi seu. É precisamente nos casos em que 5 anos de renda sejam um valor baixo que a lei deve ser aplicada o mais rapidamente possível.

Do ouro (8)

Filed under: Política Fiscal,Política Monetária — Carlos Guimarães Pinto @ 17:31

A variação do preço do ouro desde o princípio do ano foi semelhante à variação do índice americano Dow Jones. Nada mais normal, portanto.

Da mesma série: Do Ouro, Do Ouro (2), Do Ouro (3), Do Ouro (4), Do Ouro (5), Do Ouro (6), Do Ouro (7)

Leitura de fim de ano

Filed under: Diversos — elisabetejoaquim @ 15:32

Portugal tornou-se um estudo de caso sobre as consequências da Social Democracia. Vale a pena ler este excelente artigo com boas referências: Portugal’s Plight: The Role of Social Democracy

Duas notícias, duas

Filed under: Economia,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 14:09

Vítor Gaspar tem alcunha de ‘Salazarinho’ entre os colegas

Vítor Gaspar é o ministro mais popular entre os portugueses

Keynesianismo e o Peso do Estado

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 09:58

No seguimento de Peso do Estado e Crescimento Económico, Keynesianism Doesn’t Mean Bigger Government?:

.. First, Keynes’s argument for why his view of fiscal policy need not mean a larger government ignores the incentives facing the politicians who must implement it. Those incentives would lead to a larger government. Second, Keynes called for the socialization of investment as part of a broader vision of how to prevent the crises that necessitate stimulus spending in the first place. The result of both arguments is larger government ..

.. regardless of what Keynes believed government should do, what it in fact will do is another matter .. by removing the preexisting moral and institutional constraints on deficit spending as a way to balance the economy, Keynes and the Keynesians unleashed the perverse incentives of the political process into policymaking. The problem with Keynes’s analysis is that he paid no attention to the real incentives facing politicians, who now had the green light to deficit-spend in the name of economic stability.

.. politicians continue to deficit-spend even during periods of economic growth because none wish to raise taxes or cut the flow of government benefits to their prospective voters. The result is exactly .. large and increasing deficits and debt, and a growing danger of higher levels of inflation to pay it off.

.. Keynes’s fiscal policy analysis .. requires that government play a more prominent role in allocating money for investment to avoid future recessions. This element of fiscal policy clearly calls for a bigger government.

The claim that Keynesianism doesn’t necessarily imply bigger government and greater debt is shown to be mistaken when we consider the implications of Keynes’s argument for countercyclical fiscal policy, the record of Keynesian policy in the last 50 years, and the broader context of his views on fiscal policy in The General Theory.

Monopolies and Anti-Trust Laws

Filed under: Videos — António Costa Amaral (AA) @ 09:48

The Truth About Monopolies and Anti-Trust Laws

Isn’t the ECB less prone to debt monetization than the other central banks? NO

Filed under: Política Monetária,União Europeia — Filipe Faria @ 04:03

Detlev Schlichter, autor do muito recomendável livro “Paper Money Colapse”, responde neste artigo aos que alegam (erroneamente) que o euro, apesar de todas tragédias que trouxe, deve ser conservado porque o Banco Central Europeu é um banco central mais “responsável” na impressão monetária do que outros.

“Isn’t the ECB more conservative, more Bundesbank-like, and thus less prone to debt monetization than the other central banks? Is there not some real effort being made in Europe to sort out the fiscal problems? – No. Most of it is simply theatre that has no or little implication for the final outcome. Let me explain.

Like the other major central banks around the world, the ECB played its role in setting the world up for the credit bust by providing the cheap credit for the preceding credit boom. The ECB’s balance sheet – or rather the consolidated statement of the Eurosystem as it is correctly termed – started out at less than €690 billion in 1999. On the eve of the present credit crunch, in the summer of 2007, the balance sheet had reached a size of €1.2 trillion. In fact, over this period the ECB’s balance sheet had grown faster than that of the Fed. Like all other central banks, the ECB has, since the crisis began, become the lender-of-last resort to ever more banks and also to state institutions. At the end of 2011, the ECB’s balance sheet will be more than €2.4 trillion – its largest size ever, and also more than 20% larger than at the start of the year!”

Pornografia, e não é na Casa dos Segredos nem inclui sexo oral…

Filed under: Cultura,Economia,Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 01:00

A cultura em Portugal não se resume a cenas de sexo oral em reality shows manhosos. Há também cenas que são verdadeiramente porno hardcore: Mas não há ninguém que veja isto? Por Pinho Cardão.

Dos 23 filmes portugueses estreados em 2011:
a) Dez tiveram menos de 500 espectadores!…
b) Seis tiveram entre 2.000 e 3.000 espectadores!…
c) Cinco tiveram entre 3.000 e 7.000 espectadores
d) Os dois mais vistos tiveram 20.194 espectadores e 17.102 espectadores.

Dezembro 28, 2011

Peso do Estado e Crescimento Económico

Haverá alguma relação entre peso do Estado e Crescimento Económico?

Esta pergunta equivale a perguntar, em termos desportivos, se há alguma relação entre o nível de gordura de um corpo e a rapidez com que essa mesma pessoa corre uma maratona.

Claro que a relação não é directa e linear, mas creio que é mais ou menos evidente que a relação existe e que é no sentido de que quanto maior for o Peso do Sector Não Competitivo, menor será o Crescimento Económico  desse país.

Quão menor? Vejamos:

Eixo das abcissas (por baixo): Peso do Estado na Economia (em Percentagem do PIB)
Eixo das Ordenadas (lado esquerdo): Taxa de Crescimento Anual da Economia
Dados para Países da OCDE de 1960 a 1996

Fonte: Beyond the European Social Model.

Como é que é possível que ainda haja Keynesianos apesar destes dados?

Tom Woods responde:

Gingrich insults Ron Paul supporters

Filed under: Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 23:16

Gingrich: Paul’s Views Outside “Mainstream Of Virtually Every Decent American”
CNN/TIME/ORC Poll: Gingrich Collapse Fuels Santorum Surge in Iowa, Solidifies Romney Lead in New Hampshire

Ron Paul and the mainstream media

Filed under: Internacional,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 22:00

Can the MSM pull the plug on Ron Paul?

Gingrich and Perry out of Virginia primary

Filed under: Internacional,Política — André Azevedo Alves @ 21:00

Mais um dado interessante para as primárias republicanas: Gingrich and Perry will not be on Virginia primary ballot

Former House Speaker Newt Gingrich has failed to qualify for Virginia’s March 6 Republican primary, a development that complicates his bid to win the GOP presidential nomination.

“After verification, RPV has determined that Newt Gingrich did not submit required 10k signatures and has not qualified for the VA primary,” the Republican Party of Virginia announced early Saturday on its Twitter website.

Texas Gov. Rick Perry also fell short of the 10,000 signatures of registered voters required for a candidate’s name to be on the primary ballot, but former Massachusetts Gov. Mitt Romney and Texas Rep. Ron Paul will be on the ballot.

(mais…)

Iowa: Ron Paul 24%; Romney 20%; Gingrich 13%

Filed under: Internacional,Política,Sondagens — André Azevedo Alves @ 20:00

Sondagem PPP (D):

Ron Paul: 24%
Mitt Romney: 20%
Newt Gingrich: 13%
Michele Bachmann: 11%
Rick Perry: 10%
Rick Santorum: 10%

Vital Moreira pede mais austeridade, punição da irresponsabilidade financeira e menos transferências orçamentais

Filed under: Economia,Política,Portugal,Double standards — André Azevedo Alves @ 17:00

Vital Moreira denuncia a acumulação insustentável de défices e dívida pública, exige que os eleitores paguem o preço da irresponsabilidade financeira dos governos que elegeram e critica que haja quem continue a beneficiar de elevadas transferências orçamentais. Relativamente ao caso da Madeira, claro: Menos mau do que parece. (via Helena Matos: E ninguém lhe pode tirar a razão!)

Leitura complementar: Boa pergunta…; Alberto João Jardim, o coveiro da autonomia madeirense; Social-democracia madeirense.

Animação na Luz…

Filed under: Desporto,Media,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:01

Pela forma como está a terminar 2011, o ano de 2012 promete ser francamente animado para o Benfica: Ruben Amorim “recusou trabalhar” e “desrespeitou a entidade patronal”

O futebolista do Benfica Ruben Amorim recusou treinar e dessa forma “desrespeitou a entidade patronal”, disse fonte do clube “encarnado”, sem no entanto se pronunciar sobre as notícias que dão o médio como suspenso.

(…)

A sessão ficou marcada por várias ausências, entre as quais a do argentino Enzo Pérez, que segundo a imprensa não regressou do seu país e não apresentou justificação, arriscando-se também a ser alvo de procedimento disciplinar.

O triunfo da tecnocracia ou a menorização da política

Filed under: Política,Teoria — jtcb @ 15:41

No Diário Económico de hoje:

O triunfo da tecnocracia ou a menorização da política.

Cena de sexo oral na Casa dos Segredos

Filed under: Cultura,Media,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:22

Assim noticia o Correio da Manhã: Cátia faz sexo oral a Marco.

A casa já estava em silêncio absoluto quando Cátia foi ao quarto de Marco e, inesperadamente, começou a fazer sexo oral e a masturbar o pasteleiro.

Leitura complementar: A aldeia do sexo oral. Por Henrique Raposo.

A perigosa ilusão inflacionista

De salientar também no discurso de João Ferreira do Amaral a defesa (ainda que envergonhada) do proteccionismo e a espantosa afirmação (que ajuda a compreender as restantes posições) “Não me parece, com toda a franqueza, que tenha havido erros monstruosos de política económica”: A culpa é do euro!… Por LR.

O que mais impressiona nestas reiteradas declarações de Ferreira do Amaral, é constatar que persistem economistas do 1º Mundo a defender para os seus países o modelo das desvalorizações competitivas.

(…)

É ainda curioso que Ferreira do Amaral nunca “repare” no crescimento e diversificação por produtos e por mercados que vêm apresentando as nossas exportações. E, que me recorde, ainda não apareceu nenhum jornalista que o tenha alertado para esta “manifesta impossibilidade” de estarmos a exportar em moeda forte. Será virtude do euro?…

A visão inflacionista da história. Por Ludwig von Mises.

Uma teoria muito difundida sustenta que a progressiva diminuição do poder aquisitivo da unidade monetária teria tido um papel decisivo na evolução histórica. A humanidade não teria podido atingir o seu atual estado de bem estar se a oferta de moeda não tivesse crescido mais rapidamente que a demanda. A consequente queda no poder aquisitivo, afirma essa teoria, teria sido uma condição necessária para o progresso econômico; a intensificação da divisão do trabalho e o contínuo crescimento da acumulação de capital, que centuplicou a produtividade do trabalho, só teriam podido ocorrer num mundo em que houvesse uma progressiva alta de preços.

A inflação daria origem à prosperidade e à riqueza; a deflação, à desgraça e à decadência econômica. Um exame da literatura política e das ideias que por séculos têm orientado as políticas monetária e creditícia das nações revela que essa opinião é aceita por quase todo mundo. Apesar das advertências de alguns economistas, ainda hoje é o núcleo da filosofia econômica leiga. É, também, a essência dos ensinamentos de Lord Keynes e de seus discípulos nos dois hemisférios.

A popularidade do inflacionismo se deve, em grande parte, ao arraigado ódio contra os credores. A inflação é considerada justa porque favorece os devedores em detrimento dos credores. Não obstante, a visão inflacionista da história tem pouca relação com esse argumento anticredor. Sua afirmativa de que o “expansionismo” é a força motriz do progresso econômico, e de que o “restricionismo” é o pior de todos os males, baseia-se sobretudo em outros argumentos.

Violência linguística

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 03:13

A nova ministra espanhola da Saúde atreveu-se a violar as normas do neo-castelhano, uma das mais divertidas heranças dos anos Zapatero, e a carga da brigada progressista não se fez esperar: querem obrigar a ministra a escrever cem vezes, no quadro, “violência machista”. Agora resta saber se, quando um casal de lésbicas embarca num desses festivais de bofetadas e outras agressões que termina invariavelmente na esquadra e no hospital, utilizamos o termo “violência feminista”, ou se podemos usar o menos neutral “violência feminazi”.

Dezembro 27, 2011

A armada sensível do politicamente correcto

Censura, via Gabriel Silva.

Boa pergunta…

Filed under: Blogosfera,Double standards,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 21:45

E a solidariedade, pá? Por Miguel Noronha.

Aguardemos então as manifestações de solidariedade por parte da esquerda caviar, revolucionária e/ou anti-austeritarista

Alberto João Jardim, o coveiro da autonomia madeirense

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Portugal,União Europeia — André Azevedo Alves @ 19:36

Madeira terá impostos equiparados ao continente e fica proibida de se endividar

O plano de resgate financeiro da Madeira, que envolve um empréstimo cujo valor Alberto João Jardim não quis revelar, implica a transferência da gestão da dívida pública da Madeira para o Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público, proibindo a região de mais endividamento. A Madeira perde também as competências administrativas dos Assuntos Fiscais que são transferidos para a Autoridade Tributária e Aduaneira. (…) O aumento do IVA para 22%, um ponto percentual abaixo do nível das taxas aplicadas no continente é a medida mais gravosa para a população madeirense inserida no plano de resgate financeiro apresentado esta tarde pelo governo regional. (…) Todos os impostos pagar pelos contribuintes madeirenses passam a ser equiparados aos aprovados a nível nacional, de que resulta um agravamento médio de 25%.

Leitura complementar: Medidas previstas na Carta de Intenções do Governo Regional da Madeira; CDS diz que Jardim “subscreveu o sequestro da autonomia” da Madeira; Social-democracia madeirense.

Margaret Thatcher on Business as Mission

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 19:10

Margaret Thatcher on Business as Mission:

Business as Mission is a relatively new term. But the concept is not .. The momentum is growing, especially in the non-Western world.

Please read the following few paragraphs which give helpful insights regarding work, wealth creation and serving others. It is from a speech held in 1988, i.e. 23 years ago. Some may be surprised when they realize that these are words from the British Prime Minister Margaret Thatcher.

“The Old Testament lays down in Exodus the Ten Commandments as given to Moses, the injunction in Leviticus to love our neighbor as ourselves and generally the importance of observing a strict code of law. The New Testament is a record of the Incarnation, the teachings of Christ and the establishment of the Kingdom of God. Again we have the emphasis on loving our neighbor as ourselves and to “Do-as-you-would-be-done-by”.

I believe that by taking together these key elements from the Old and New Testaments, we gain: a view of the universe, a proper attitude to work, and principles to shape economic and social life.

We are told we must work and use our talents to create wealth. “If a man will not work he shall not eat” wrote St. Paul to the Thessalonians. Indeed, abundance rather than poverty has a legitimacy which derives from the very nature of Creation.

Nevertheless, the Tenth Commandment—Thou shalt not covet—recognizes that making money and owning things could become selfish activities. But it is not the creation of wealth that is wrong but love of money for its own sake. The spiritual dimension comes in deciding what one does with the wealth. How could we respond to the many calls for help, or invest for the future, or support the wonderful artists and craftsmen whose work also glorifies God, unless we had first worked hard and used our talents to create the necessary wealth?”

Os subsídios aos clubes desportivos na Madeira e os media

Filed under: Cultura,Desporto,Double standards,Media,Política,Política Fiscal,Portugal — André Azevedo Alves @ 16:54

Madeira, região desportiva. Por Miguel Noronha.

Será lícito que aqueles que defendem subsídios públicos na cultura critiquem os subsídios aos clubes desportivos na Madeira? Afinal de contas a sua cessação poderá por em causa a prática desportiva do povo madeirense (e de alguns estrangeiros mas convém não irem por aí senão ainda vos acuso de xenofobia).

Página Seguinte »

Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Join 342 other followers