O Insurgente

Novembro 22, 2011

Propostas de alteração ao OE

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 19:33

A minha análise, hoje,  na RTP Informação.

Empresas brasileiras na disputa pela TAP

Filed under: Brasil,Economia,Portugal — Bruno Garschagen @ 17:16

Do site brasileiro Melhores Destinos:

TAM, GOL e Avianca são cotadas para comprar a TAP

O governo português deve iniciar no próximo mês o processo de privatização companhia aérea TAP. A meta é que até meados de 2012 a venda seja concluída e a maior companhia aérea portuguesa passe a ser controlada por outra companhia. Enquanto a disputa não começa oficialmente, nos bastidores especialistas já apontam as favoritas para arrematar a TAP, entre elas as brasileiras TAM, GOL e  o grupo Avianca-TACA que é liderado pelo boliviano naturalizado brasileiro Germán Efromovich. A disputa, porém, não será fácil, já que também devem participar a gigante europeia IAG, que controla Iberia e British Airways.

Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o presidente da TAP, Fernando Pinto, confirmou que a venda deve ser iniciada em dezembro, com perspectiva de que a empresa seja privatizada integralmente, embora o martelo ainda não tenha sido batido. “Essa é uma das partes importantes a serem definidas”, disse. “A ideia é ter uma definição do parceiro até metade do ano que vem.” O governo português também ainda não decidiu se a privatização será por leilão ou se seguirá outro modelo.

Em prol do bem comum

E das almas socialistas do Cinco Dias.

Devemos (podemos?) obrigar aos Seguros de Saúde?

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 11:27

“In the most important Supreme Court case of his term in office, President Barack Obama will be defending a policy that he opposed as a candidate. During the 2008 Democratic primaries, one of the few differences he had with rival Hillary Clinton was that her health-care plan featured an individual mandate to purchase health insurance, while Obama rejected a mandate on principle. But the health-care law he eventually signed included a mandate, and the court has now agreed to rule on whether that is constitutional. Obama’s position during the primaries accorded with the elementary principle that there should be a strong presumption against ordering people to do something. Even people who, like Obama, now believe that a mandate is necessary can agree with this principle. A presumption, even a strong one, can, of course, be overcome for good reasons. In the case of the individual mandate, those reasons don’t exist. Obama was right the first time.”, na Bloomberg (“Mandatory Insurance Is Wrong Fix In Health Care”).

Um excelente artigo acerca de um assunto tão sensível quanto a Saúde…

No Fio da Navalha

Filed under: Comentário,Insurgentes nos media,Política,Portugal — André Abrantes Amaral @ 10:06

O meu artigo para o jornal i deste fim de semana.

O canto da sereia

Através do investimento público, o Estado privilegia uns em detrimento de outros, algo indesejável num Estado de Direito.

No meio da convulsão que vivemos há meses, em que assistimos impávidos, mas nem sempre serenos, à derrocada do projecto de construção europeia, chega-nos aos ouvidos o canto da sereia. Diz-nos este, numa primeira estrofe, que as políticas de austeridade seguidas pelos Estados são más e recessivas. Destroem postos de trabalhos, fontes de rendimento, conduzindo muitos à ruína e ao desespero. E depois de nos apontar a catástrofe, indica-nos a solução que está em fabricar dinheiro, imprimir moeda para que os Estados possam continuar a investir, substituindo o investimento privado que se está a retrair. Se a primeira parte deste canto é parcialmente verdadeira, já a segunda é falsa e perigosa. Comecemos por esta.

Os benefícios do investimento do Estado na economia é dos maiores mitos de que há memória. Se é indispensável que o Estado leve a cabo certas funções, ele já se torna corrosivo quando se alarga a outras. Não só porque condiciona o comportamento das pessoas, como sucedeu com a bolha imobiliária, fruto de uma lei do arrendamento penalizadora dos proprietários e de benefícios fiscais resultantes do crédito à habitação, mas também, ao necessitar de financiamento para esses mesmos investimentos, concorre com os privados na sua obtenção, dificultando-lhes o acesso ao crédito. Não deixa de ser irónico que uma política que visa incentivar a economia, acabe por dificultar o acesso dos privados ao dinheiro e, consequentemente, a criação de postos de trabalho. Mas o pior de tudo é a conluio entre Estado e empresários que resulta deste tipo de investimento. Para o Estado investir são precisos empresários que façam o trabalho contratado e estes serão, necessariamente, os mais bem relacionados com o governo. Uma fotografia ao lado de um político pode valer ouro porque, mais importante que ser empreendedor, é conhecer os meandros do poder. Algo perverso, não apenas para a economia, mas também para a democracia e o conceito de Estado de Direito que queremos que prevaleça apesar dos tempos difíceis.

É natural que os cortes nas despesas que os governos estão a impor aos Estados, sejam negativos para as pessoas. Vivemos numa sociedade dependente do Estado onde poucos são os que conseguem ir longe se não forem coniventes com a administração pública. Até mesmo quem sempre lutou para ser independente do Estado, não trabalhando para ele, é prejudicado com os cortes na despesa pública, pois o seu trabalho depende do bem estar da economia e esta encontra-se condicionada pelas políticas seguidas no Terreiro do Paço.

Os problemas que atravessamos não resultam apenas da dívida, mas da falta de crescimento económico. Se o país que queremos tem de ser menos dependente do Estado é preciso, não que o Estado faça, mas que deixe fazer. Que se liberalize a actividade económica, para que os privados trabalhem sem a intromissão sufocante do poder político. É necessário que o governo facilite a vida das pessoas. Não de algumas, mas de todas. Um modo de o conseguir é através da liberalização da lei do arrendamento que permite a milhares de jovens iniciar a sua vida adulta, sem que tal implique uma dívida de 40 anos. A milhares de pessoas mudar de emprego e de cidade sem ter esperar por quem compre as suas casas. Uma nova lei do arrendamento, juntamente com a liberalização do mercado do trabalho, será uma fonte de financiamento da economia sem os juros cobrados no exterior e os custos inerentes ao investimento público. É uma das muitas medidas com que o governo deve avançar o mais rapidamente possível. O importante é que nunca repitamos o erro de favorecer empresários politicamente bem relacionados, como sucede com o investimento público. Em vez de estarmos sempre a ouvir que os políticos confiam na capacidade de sacrifício dos Portugueses, é altura de o governo aceitar que as pessoas sabem melhor que ninguém o que precisam para si, permitindo-lhes exercer os seus direitos sem condicionalismos de qualquer espécie.

doomed

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 09:29

“Os trabalhadores da eléctrica estatal grega conseguiram ontem a marcha atrás do governo de Atenas no controverso imposto sobre a propriedade, cobrado através da electricidade. Quem não pagasse o imposto sujeitava-se a um apagão. Com os funcionários públicos a invadirem ontem vários edifícios da companhia nacional de electricidade, fontes oficiais da empresa anunciaram que os planos para punir os incumpridores foram suspensos de momento na sequência de um pedido do Ministério das Finanças (…) na semana passada, membros do sindicato Genop-Deh cortaram a electricidade ao Ministério das Finanças durante várias horas e ontem bloquearam a entrada do escritório onde são emitidos os cortes de energia aos consumidores com facturas em atraso. ‘Podem prender-nos, mas não vamos cortar a electricidade aos pobres’, gritavam os manifestantes do sindicato Genop-Deh, que se tornou num poderoso aliado do movimento de desobediência civil ‘Não pago’ (…) Papademos disse que o governo tem pela frente uma ‘tarefa hercúlea’, mas irá fornecer garantias ‘por escrito’ de cumprimento dos compromissos junto das instituições europeias, sem se comprometer com datas. Mas o líder da Nova Democracia, Antonis Samaras, continua relutante em assinar o documento da austeridade.”, hoje no Diário Económico (página 24)

Pilotos fogem da social-democracia

Filed under: Política — Carlos Guimarães Pinto @ 06:14

Cerca de três dezenas de pilotos da TAP deverão rumar ao Médio Oriente para integrar companhias locais, como a Emirates e a Qatar Airways, noticia hoje o “Correio da Manhã”, adiantando que melhores salários, mas sobretudo condições como habitação, saúde, transporte e estudos dos filhos pagos, são os motivos que estão a seduzir os profissionais portugueses.
Ao jornal, a saída de pilotos da TAP foi confirmada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), (…) As companhias estarão a oferecer remunerações de cerca de oito mil euros por mês sem impostos e também benefícios que incluem, para toda a família, casa e transportes, seguros de vida e de saúde e pagamento da educação dos filhos até aos 18 anos.

(Fonte: Jornal de Negócios)

Esta notícia é especialmente relevante se tomarmos em conta alguns detalhes não explicitados:

- Saúde, educação e transporte são gratuitos, mas fornecidos pelo empregador. Não existe sistema público gratuito ou subsidiado de Educação, Saúde ou transporte em qualquer destes países. Também não existe segurança social que lhes garanta reforma ou protecção na doença e desemprego.
- Tal como os restantes empregados, estes pilotos estarão em situação precária. Podem ser despedidos sem justa causa em qualquer altura do seu contrato apenas com um mês de pré-aviso.
- O salário de oito mil euros por mês brutos (e líquidos) que receberão nestas empresas é aproximadamente o mesmo salário bruto que recebem na TAP
- Os pilotos irão trabalhar mais horas do que na TAP e não terão direito à greve

Duas conclusões podem ser retiradas daqui: primeira, quando o estado se abstém de providenciar serviços como educação e saúde, o mercado, caso existam condições económicas para tal, garante esse acesso. Este caso não é excepção, todas as empresas destes países garantem seguro de saúde aos seus empregados e quase todos garantem ou subsidiam a educação para os filhos. Segundo, e mais importante, estes pilotos abdicaram da sua reforma, do sistema de educação e saúde pública, da sua protecção laboral e do seu direito à greve (já para não falar da possibilidade de estarem próximos de família e amigos) apenas para poderem ter acesso ao que o Estado lhes absorve em impostos todos os meses. Ou seja, o SPAC veio a público anunciar que os pilotos não estão mais dispostos a assumir os custos dos “direitos” pelos quais o mesmo sindicato vem lutando. Os pilotos votaram com os pés e votaram contra o socialismo. A marcha lenta para fora do país de mão-de-obra qualificada, escapando ao custo dos “direitos adquiridos” continua e agora até pelos que mais deles beneficiam.

Novembro 21, 2011

What the eurozone crisis teaches us about the subprime crisis

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 16:50

Via Cafe Hayek, What the eurozone crisis teaches us about the subprime crisis:

Consider the following:

Banks pour huge amounts of money into one particular asset class. They are encouraged to do this by public policymakers .. These assets have a long tradition of doing well .. The asset market in question suddenly takes a big dive as default risk increases sharply. This drags down many large banks, forcing policymakers to provide assistance.

What have I just described? The sub-prime fiasco or the PIGS sovereign debt fiasco? I’d say both. I’d say these two crises are essentially identical ..

.. let’s consider the dominant (progressive) narrative of the sub-prime crisis. If you read the mainstream media you will see it described as a sort of morality play; the evils of deregulation, which allowed the greedy big banks to take highly leveraged gambles with other people’s money, and then off-load the risk on to both taxpayers and unsuspecting buyers of MBSs ..

Obviously it would be impossible to tell a similar story for the sovereign debt crisis. No regulator in his right mind would ever contemplate telling big banks not to buy European sovereign debt because it’s too risky. Indeed the previous attempt at regulation (Basel II) encouraged banks to put funds into those “safe investments.” Blaming the euro crisis on deregulation doesn’t even pass the laugh test. The criminals were the regulators themselves. Is the term ‘criminal’ hyperbole on my part? Not at all. Suppose Enron executives had used the same accounting techniques as the Greek government. They’d all be in jail. And as for Berlusconi, what can one say about a leader who continually passes laws exempting the Prime Minister from the very crimes he was accused of having committed? ..

.. the eurozone crisis was obviously not caused by deregulation and greedy bankers. Then if the sub-prime crisis was basically identical, at least in its essence, how can deregulation be the root cause of the former crisis?

hipocrisia dos obamacritas

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 16:30
‘Patriotic millionaires’ demand higher taxes, but unwilling to pay up [VIDEO] (Daily Caller)

A nova eternidade

Filed under: Comentário — André Abrantes Amaral @ 16:08

Com a detenção de Duarte Lima, falou-se do filho, de 26 anos e estudante. 26 anos. E estudante. Só estudante, sem mais nada. O que faz? Estudo. Não faço mais nada. Sendo uma moda que pegou, perguntou-me até quando os estudantes quererão ser só estudantes?

a scathing attack

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 14:53

“(…) The current Government has submitted to the Parliament (Assembleia da República) a new law proposal (which revises a prior law) to promote the recapitalization of the banking system with €12bn of public funds. The law proposal has been unanimously approved by the Economics and Public Works Committee. It is to be discussed and voted this week (November 22) by the plenary, a mere 15 days after it was first submitted to the Parliament. Sadly, the recapitalization option is far more costly than what international best practice would recommend (special resolution regime), and it is poorly implemented (…) In fact, the casual ease with which our policy leaders and legislators dispense with large sums of public funds does not cease to surprise me. It is really a case of cutting costs on the pennies in order splurge on bit item expenditures. In return for this large outlay of capital, the government gets very little back (…) In sum, the law proposal should be rejected (though I have little hope of seeing this happening). There are far better and less costly alternatives, namely one based on a special resolution regime. A special resolution regime would ensure a functioning and healthy banking system, at a fraction of the costs. This bank recapitalization law will do neither.”, Ricardo Cabral, no “The Portuguese Economy”.

É merecido

A UNESCO premeia com a atribuição de um lugar de destaque quem trabalha bem. Finalmente.

proteccionismo?

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 10:32

“(…) it is impossible for a country to balance its government and business deficits while running a trade deficit. This is an accounting identity and is true for all countries at all times. Greece and others are in a monster predicament. No amount of austerity will work until their labor costs drop (for both private and government workers) and their trade deficits are brought into alignment.”, John Mauldin, (“Print or Perish”).

Novembro 20, 2011

Europe 2021

Filed under: Diversos — Ricardo Arroja @ 23:33

“Welcome to Europe, 2021. Ten years have elapsed since the great crisis of 2010-11, which claimed the scalps of no fewer than 10 governments, including Spain and France. Some things have stayed the same, but a lot has changed. The euro is still circulating, though banknotes are now seldom seen. (Indeed, the ease of electronic payments now makes some people wonder why creating a single European currency ever seemed worth the effort.) But Brussels has been abandoned as Europe’s political headquarters. Vienna has been a great success (…) Life is still far from easy in the peripheral states of the United States of Europe (as the euro zone is now known). Unemployment in Greece, Italy, Portugal and Spain has soared to 20%. But the creation of a new system of fiscal federalism in 2012 has ensured a steady stream of funds from the north European core.”, Niall Ferguson no Wall Street Journal (“The New Europe”).

Eleições em Espanha (5)

Filed under: Internacional — Carlos M. Fernandes @ 22:41

O UPyD consegue o seu grupo parlamentar. Óptimo. Com uma segunda linha do parlamento espanhol dominada por comunistas, nacionalistas e terroristas, esta é uma das melhores notícias da noite.

P.S. Afinal, parece que o UPyD, com um milhão e cento e cinquenta mil votos, não vai conseguir o grupo parlamentar. Ficará a “décimas” de cumprir o segundo requisito. Coisas da lei eleitoral espanhola, que se ajoelha perante os nacionalismos (o Amaiur com pouco mais de 300 mil votos e o PNV também com 300 mil conseguem grupo próprio).

Eleições em Espanha (4)

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 22:05

Com 95% dos votos contados, o PP tem 186 deputados e o PSOE 110. Os populares chegam aos dez milhões de votos e a diferença entre os dois maiores partidos supera as previsões lançadas no inicio da noite. Já está, parece que não há mais história. Acabou a festa. A festa socialista. Agora é preciso limpar a imundície deixada pelos foliões e arranjar os estragos. E pagar a conta, claro. Há que deixar tudo em condições, porque daqui a uma, duas ou três legislaturas os pândegos podem voltar, e, quando isso acontecer, querem ter a casa limpinha e arrumada para recomeçar a farra. E aqui estaremos, à vossa disposição, meus senhores. Ass: os contribuintes.

Eleições em Espanha (3)

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 21:34

O PSOE perde em todas as regiões de Espanha. Por província, sobrevive apenas em Sevilha e Barcelona.

Eleições em Espanha (2)

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 20:31

A esquerda radical pode ter ganho dez deputados, de um total de 350, aos quais se pode juntar a meia dúzia de uma coligação regional e terrorista. 16 em 350. Suspeito que vamos ouvir muitas vezes a tese de que os indignaditos e a verdadeira esquerda tiveram uma grande vitória nas eleições espanholas. Se perdessem menos tempo com “acampadas” e assembleias, e se se dedicassem a estudar, talvez aprendessem a fazer contas.

Eleições em Espanha

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 19:09

As primeiras sondagens dão a maioria absoluta ao PP, como se esperava, e confirmam a derrocada do PSOE. IU e UPyD sobem. Amaiur entra no parlamento.

No Avante não se lembraram

A torneira da amada URSS há muito que deixou de pingar e também por essa razão, o Avante inglês está a passar por algumas dificuldades. Para vencer os obstáculos, o progressista Morning Star decidiu vender os Protocolos dos Sábios do Sião por forma a realizar algum capital. Pena o Avante ter avançado apenas com um apelativo artigo de opinião.

Imagem: Wikipédia.

ai e tal o aquecimento global e tal

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 15:31

What is Normal?:

The EPA has a new slideshow purporting to aggregate these “abnormalities.” While I could spend all year going through each slide, I want to focus on just one.

.. Here is a longer history of that same glacier (thanks to the Real Science blog for the pointer, this is a much better map than the one I have used in the past).

Those who want to attribute the recent retreat to CO2 have to explain what drove the glacier to retreat all that way from 1760 to 1960, and why that factor stopped in 1960 at exactly the time Co2 supposedly took over.

By the way, this same exact story can be seen in glaciers around the world. Glaciers began retreating at the end of the little ice age, and if anything that pace of retreat has slowed somewhat over the last few decades.

self-screwballing Keynes

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 14:21

Keynes’s “Screwball Idea” por Don Boudreaux:

Bob Higgs’s latest post – on the bizarre Chapter 24 of Keynes’s General Theory (a chapter that, in my view, disqualifies Keynes from being regarded as a capable economist) – deserves its own link here.

The Euthanasia of the Saver:

In chapter 24 of The General Theory of Employment, Interest and Money, John Maynard Keynes laid out his screwball idea that capital might soon become, or be made to become, no longer scarce; hence no payment would have to be made to induce people to save, and that condition would be splendid inasmuch as it would entail the “euthanasia of the rentier.” This stuff really must be seen to be believed ..

Quantitative Easing

Filed under: Diversos — António Costa Amaral (AA) @ 14:07

Clarke and Dawe – Quantitative Easing

Álvaro Santos Pereira e o anúncio do fim da crise para 2012

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 12:00

A CRISE ACABA EM 2012… Por José Pacheco Pereira.

De tempos a tempos, há um governante qualquer que diz que a crise vai acabar para o ano. Já o disse o Primeiro-ministro e agora veio dizê-lo, e não pela primeira vez, o Ministro da Economia. Quem nunca o diz, pelo menos assim, é o Ministro das Finanças, que só fala de 2013 e mesmo assim admitindo um optimismo nele excepcional. Esta frase é obviamente um absurdo e uma mentira destinada a fazer aceitar o penoso ano de 2012 com a esperança que afinal é só um ano de miséria antes de vermos a luz…

(…)

Porém, este discurso bipolar, umas vezes é escuridão total no fundo do túnel, outras vezes lá está a célebre luzinha, só dá origem a revolta e desordem. É que 2012 pode ser muito difícil de atravessar, mas é já amanhã.

A ver se entendi

Filed under: Política,Portugal — Carlos Guimarães Pinto @ 11:58

O João Duque anda a ser criticado pela esquerda por sugerir fazer com a RTPi aquilo que o PS fez com a RTP1?

Música para hoje

Filed under: Videos — Carlos M. Fernandes @ 11:54

Tomás Bretón, Escenas Andaluzas (1894) – Zapateado

Leitura dominical

Filed under: Media,Portugal — ruicarmo @ 10:42

Cuidado com os pobres de Alberto Gonçalves, inclui porrada para todos, os euros em que o país está metido e o Duque de Caracas.

Eterno retorno

Filed under: Religião — Carlos M. Fernandes @ 09:30

Hoje, em Espanha, numa Espanha pobre, destroçada e deprimida, termina a 827ª experiência socialista e despedimo-nos do 1293º herói da esquerda. Começa a ser cansativo. E sai caro.

Michael Moore – South Park Occupy Red Robin

Filed under: Cartoons,Humor,Internacional,Media,Política,Videos — André Azevedo Alves @ 09:00

Michael Moore protesting at Occupy Red Robin

Novembro 19, 2011

Não culpem o treinador do Porto

Filed under: Ambiente,Cartoons,Cultura,Desporto,Energia,Humor — ruicarmo @ 22:08

Parece ser certo que o fc do porto não vai repetir este ano a vitória na Taça de Portugal. Ao que consta, parece que a exibição da Académica foi positiva.

Otelo e os Oteletes

Filed under: Justiça,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 20:00

Reproduzo de seguida um texto enviado pelo leitor Fernando Gomes da Costa:

Otelo e os Oteletes

As recentes declarações de Otelo Saraiva de Carvalho sobre a legitimidade e seu incondicional apoio a um golpe militar contra o sistema político atual, não me causaram qualquer espanto ou surpresa.
Isso não se deve ao facto de eu ser médico, mas sim a já ter alguma imunidade à avassaladora quantidade de disparates e ruído mediático com que todos os dias somos metralhados (usando uma terminologia à Otelo).
Já o desmesurado impacto que aquelas declarações tiveram nos meios de comunicação, a benevolência ternurenta de muitos responsáveis políticos, “pensadores”, críticos sociais e, sobretudo, a manifesta concordância maquilhada de alguns setores ideológicos especialistas em conciliar um entusiástico apoio às principais ditaduras vigentes e de um passado recente com a “defesa das liberdades” (plural que pressupõe, convém notar, uma freudiana seleção de itens no âmbito do conceito global de Liberdade), me causam alguma preocupação.
Esses “Oteletes”, por analogia com os populares “Outlets” que servem para as multinacionais venderem os seus produtos diretamente ao público sem se sujeitarem aos custos dos intermediários, utilizam, no âmbito ideológico, exatamente a mesma estratégia: impor o seu produto no mercado político, sem ter de passar pelo limitador constrangimento das eleições e do voto universal.
Este tipo de manipulação, embora já antigo, tem hoje em dia um ambiente social propício para contaminar as mentalidades mais acríticas, ingénuas ou sugestionáveis. Basta ver como uma ou duas centenas de indivíduos, devidamente controlados e com uma pose convenientemente telegénica, desde um exibicionismo salvífico, tipo Woodstock, à violência esteticamente marcante de partir montras, incendiar automóveis ou procurar ser arrastado pelo chão, são promovidos em “prime time” nos meios de comunicação social como sendo a “ponta visível” de uma vontade popular tida como generalizada, mais legitima e esclarecida do que o voto nas eleições.
A vontade, os desejos e a opinião da esmagadora maioria da população, que não tem tempo, nem capacidade de organização para abraçar a neo-profissão de “indignado” ou colocar-se no papel de detentor da verdade, porque precisa de trabalhar, porque já não consegue sair de casa, porque não tem dinheiro para se deslocar ou por ser pouco propensa a exibicionismos mediáticos, são assim totalmente esmagados e desprezados por uma minoria de arrogantes que se julgam possuídos pela clarividência.
O paradigma da Liberdade e Democracia – um cidadão um voto – tende a ser avidamente devorado por um crescente pulular de multinacionais do poder, patriarcas ideológicos, e meios de comunicação “de causas” sejam elas o frete político ou a ganância do share de audiências.
Mas mesmo estando essas pessoas nos antípodas do que eu penso, sou e serei sempre um intransigente defensor de que devem ter todo o direito de se manifestar e ser ouvidas. Só que essa liberdade só faz sentido se não se confundirem os desígnios de quem tem capacidade, meios e privilégios de falar mais alto com a vontade da maioria.
Por isso, não é Otelo que devemos calar, mas a prepotência dos “Oteletes” que temos de recusar.

Da secção 99% asshole

Filed under: Ambiente,Cultura,Energia,Humor,Internacional — ruicarmo @ 19:01

O movimento OWS é conhecido pela riqueza na diversidade. O que o vídeo do The Daily Show  mostra é, sem dúvida, uma interessante divisão pluralidade.

Há muito bom material por onde pegar mas fico-me por esta tirada repleta de generosidade social: “Will you share your iPad 2 with one of those shiftless hoboes down in bumtown?”

“It’s a personal possession. I’m more against private property, not personal property.”

Para complementar o retrato do movimento  OWS, vale a pena ver o excerto da  série South Park. Não podia ser melhor.

O disparate aquece de forma global

The truth will out on Labor’s carbon scam.

THE whitewash begins. Now that the carbon tax has passed through federal parliament, the government’s clean-up brigade is getting into the swing by trying to erase any dissent against the jobs-destroying legislation. (…)

On cue comes the Australian Competition and Consumer Commission, which this week issued warnings to businesses that they will face whopping fines of up to $1.1m if they blame the carbon tax for price rises. (…)

Porreiro, Costa!

Filed under: Ambiente,Cultura,Economia,Energia,Política,Portugal,Saúde — ruicarmo @ 18:14

É esse o caminho. O que custa pagar mais uma taxazita?

As vítimas do salário mínimo

Filed under: Economia,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 17:00

A cadeira vazia. Por João Cerejeira da Silva.

Recentemente colaborei num estudo sobre os efeitos do salário mínimo nacional no mercado laboral português. Uma das principais conclusões do estudo foi que, desde 2006, ano do acordo em sede de concertação social que determinou o aumento gradual do salário mínimo, este tem observado um crescimento significativo, com aumentos reais acima dos 4% entre 2008 e 2010. A compressão salarial daí resultante levou a que actualmente 50% dos trabalhadores por conta de outrem aufiram salários entre o salário mínimo e o seu dobro, o que coloca Portugal entre os países com menor desigualdade salarial da Europa, na metade inferior da distribuição salarial.

Este aumento dos salários mais baixos, em claro contraciclo com o desempenho da economia, resultou em perdas significativas de emprego nas camadas mais vulneráveis da população, nomeadamente jovens, mulheres e profissionais não qualificados. Os números do desemprego, ontem divulgados confirmam estas conclusões, com o desemprego dos jovens com idade inferior a 25 anos a atingir os 30% e o dos restantes grupos claramente acima da média nacional, actualmente de 12,4%.

O acordo de 2006 foi assinado por todos os parceiros presentes na Comissão Permanente de Concertação Social, mas onde havia uma cadeira vazia: a do representante dos desempregados.

Défices em % do PIB e em % das receitas do Estado

Filed under: Economia,Política,Política Fiscal,Teoria — André Azevedo Alves @ 15:00

Contas em família (2). Por Tiago Mendes.

Esta discussão é importante porque ilustra como o modo como encaramos de forma global o Estado releva sobremaneira (com “forma global” quero dizer “para-política”, isto é, independentemente do que depois fizermos com os impostos). Deve o Estado ser encarado com uma entidade relativamente autónoma e responsável, que seguindo princípios básicos de prudência, faz as contas do seu défice tendo em conta as suas receitas? Ou deve o estado ser visto como um entidade toda poderosa que tem sempre direito a ir buscar mais impostos (mais “mesada”) aos contribuintes (os “pais” que trabalham)?

A minha resposta é que, embora por razões que continuaremos a abordar, seja necessário falar de défices em % do PIB, seria muito útil termos noção do que representam os défices em proporção da receita obtida pelo Estado. E como disse no post que antecede este, 5% de défice sobre o PIB para um estado cujas receitas são ~45% do PIB, equivale a um défice de ~11% nesta óptima mais responsabilizadora.

(…)

A questão é que uma tónica exclusiva no défice como proporção do PIB é desresponsabilizadora e equivale mesmo a ter como pressuposto base que o Estado tem sempre o direito a sacar mais impostos aos cidadãos, como o filho que quer muito o automóvel se achará no direito de exigir o aumento da sua mesada. As palavras que usamos, os rácios que escolhemos, também dizem muito daquilo que somos e valorizamos.

Top posts da semana

Filed under: Blogosfera,Insurgentologia — André Azevedo Alves @ 14:21

Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:

1Clarificando os mitos sobre a crise
2The Puppet Governments
3Mais um passo na direcção da ditadura fiscal
4Leitura recomendada
5uma verdade inconveniente (2)

Um assunto demasiado sério para continuar na mão dos governos

Filed under: Double standards,Economia,Media,Política,Portugal — André Azevedo Alves @ 13:55

O império do politicamente correcto e dos interesses instalados. Por José Manuel Fernandes.

O argumento de Pedro Lomba é diferente mas, como os argumentos anteriores, baseia-se numa enorme desconfiança relativamente ao sector privado. “A televisão é um assunto sério”, escreveu, aparentemente demasiado sério para ficar longe da mão dos poderes públicos. Diz ele que “o governo pode precisar de um contrapeso para o poder potencialmente manipulador dos grupos privados de comunicação”, princípio que me parece errado e perigoso. É que esse contrapeso não deve vir do governo – qualquer governo –, mas da sim livre competição entre projectos diferentes, pelo que as autoridades públicas o que devem garantir são as melhores condições de concorrência, último e verdadeiro garante do pluralismo no espaço público.

Eram do BCP?

Filed under: Humor,Media,Portugal — Miguel Botelho Moniz @ 13:25

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Schubert (31.01.1797 – 19.11.1828)

Filed under: Diversos — Carlos M. Fernandes @ 12:51

Um lied (com Fischer-Dieskau, pois claro, mas também podia ser com Thomas Hampson). Ou o espantoso, na sua modernidade, Quarteto para Cordas n.15. Ou os Impromptus. Ou a Incompleta. Hoje é dia de ouvir Franz Schubert. Trinta e um anos de vida que deixaram uma marca eterna.

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