Embora se possam compreender as razões da extrema prudência governamental no que diz respeito à actuação das forças policiais no dia da greve geral, há limites que não podem ser ultrapassados num Estado de Direito e o direito a trabalhar é claramente um deles.
Os piquetes de greve não podem continuar a estar acima da lei.
GREVE GERAL 24/11 – Estação CP Cacém
(video via este comentário)
Leitura complementar: Bullying sindical.
O que os barrados não compreendem é que de nada serve invocar a democracia: estas pessoas não querem saber da democracia, por eles, e pelos partidos deles, vivíamos numa gloriosa ditadura do proletariado. A democracia foi-lhes imposta; invocam-na quando lhes convém; cagam-lhe de cima quando lhes dá jeito.
Comentário por Luís Cardoso — Novembro 28, 2011 @ 08:51
A chamada democracia sindical….
Comentário por Francisco Belo — Novembro 28, 2011 @ 10:46
Um distinto académico no passado “Expresso da Meia-noite” referia, com alguma condescendência ao ter sido referido esse facto pelo Tiago Caiado Guerreiro, que o direito à greve antecede o direito ao trabalho…
Comentário por rxcorreia — Novembro 28, 2011 @ 12:08
O direito à greve antecederá o seu próprio direito ao trabalho (se é que existe, não discuto isso agora); não o dos outros.
Comentário por Luís Cardoso — Novembro 28, 2011 @ 20:58
[...] – Eles e os outrrrros 2 – Os piquetes de greve não podem estar acima da lei 3 – Notícias do circo luso 4 – Carlos Costa e João Galamba 5 – O regresso, por [...]
Pingback por Top posts da semana « O Insurgente — Dezembro 4, 2011 @ 17:10