O Insurgente

Novembro 28, 2011

Eles e os outrrrros

O Louçã, o Semedo e o BPN. Generalizações, por Helena Matos.

(…) A negociata começou em 1994. Com outros médicos criou uma clínica mas teve de arranjar um sócio que lhe garantisse clientes.  Foi esse sócio uma companhia de seguros. Oram vejam a feliz coincidência quem haveria de aparecer interessado nessa companhia de seguros? O BPN. Eles dizem que não sabiam previamente que ia comprar a companhia de seguros. E nós dizemos que vamos fazer de conta que acreditamos nessa história da carochinha. E também fazemos de conta que só em 2007 se soube das irregularidades do BPN. Enfim é muito fazer de conta. Porque é assim que eles financiam os negócios de favor com que têm roubado o país.

Todos os dias Louçã faz este exercício de populismo puro sobre os mais variados assuntos. E toda a gente acha esse um direito natural da esquerda em geral e de Louçã em particular. Talvez o sucedido com João Semedo sirva para lhes atenuar os ímpetos inquisitoriais e tornar mais evidentemente insuportável aquela diatribe constante.

10 Comentários »

  1. Mas eles não têm o dogma da infalibilidade sobre questões de política, economia, religião, literatura, cinema, ciência e etc?

    Comentário por joão — Novembro 28, 2011 @ 22:26

  2. Sim, julgam-se pequenos deuses.

    Comentário por ruicarmo — Novembro 28, 2011 @ 22:42

  3. Jornalismo da trampa, dá post de merda.

    Comentário por Dédé — Novembro 28, 2011 @ 22:53

  4. E um comentário de elevado teor intelectual-ó-indignado.

    Comentário por ruicarmo — Novembro 28, 2011 @ 22:55

  5. Louçã não era um santo?!? :o

    Comentário por Ricardo Campelo de Magalhães — Novembro 28, 2011 @ 23:18

  6. Jornalismo de Esquerda dá Dédé’s que não se olham ao espelho.

    Comentário por lucklucky — Novembro 28, 2011 @ 23:21

  7. Excelente post e excelentes comentários.

    Comentário por anti-capitalista — Novembro 28, 2011 @ 23:44

  8. Santo? Algum middle name? Sempre o julguei como um pequeno deus das moscas.

    Comentário por ruicarmo — Novembro 28, 2011 @ 23:48

  9. Bom, não estou a ver onde está o problema.
    Um grupo de médicos faz um acordo com uma companhia de seguros. A companhia era perfeitamente legal e pertencia a um banco florescente (na época, pelo menos aparentemente).
    Por acaso o banco, um ror de anos depois revelou-se uma fraude? Sim, e depois? Em 94 ninguém dizia isso.

    Comentário por O Raio — Novembro 29, 2011 @ 11:47

  10. Não se apoquente pois já o Anacleto Louçã mostra alguma indignação. Da selectiva, pois claro.

    Comentário por ruicarmo — Novembro 29, 2011 @ 12:15


RSS feed para os comentários a este artigo. TrackBack URI

Deixar uma resposta

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Modificar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Modificar )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Modificar )

Connecting to %s

Tema: Rubric. Blog em WordPress.com.

Seguir

Get every new post delivered to your Inbox.

Junte-se a 2.436 outros seguidores