“Era melhor ter pago os depósitos e fechado o BPN”, António de Sousa (Presidente da Associação Portuguesa de Bancos).
Pois é, tinha sido bem melhor, mas na altura havia outras considerações!
“Era melhor ter pago os depósitos e fechado o BPN”, António de Sousa (Presidente da Associação Portuguesa de Bancos).
Pois é, tinha sido bem melhor, mas na altura havia outras considerações!
“(…) A transferência [dos Fundos de Pensões dos bancos] é “actuarialmente equilibrada, protegendo os interesses dos contribuintes. A operação, de carácter extraordinário, tem alguns benefícios substanciais que vão para além do cumprimento do objectivo do défice orçamental. Permite mobilizar montantes consideráveis de activos, num momento de grande dificuldade de acesso ao financiamento. De forma mais genérica, este encaixe vai permitir o pagamento de dívidas de administrações públicas, contribuindo assim para o processo de diminuição do rácio de transformação dos bancos portugueses e o financiamento da economia.”, Vítor Gaspar, esta manhã após a aprovação do OE2012.
O antigo Presidente da Reserva Federal, Alan Greenspan, era conhecido pelas suas declarações enigmáticas, que até deram azo ao termo “Greenspan-speak”. Ora, o nosso Ministro das Finanças parece querer seguir-lhe as pisadas!
1º de Dezembro sempre. Por João Miranda.
Nada temo caso o governo elimine alguns feriados. Pessoas como Carlos Botelho, que tanto valorizam estes dias simólicos, meterão férias para os comemorar. Não será feriado, mas um número tão elevado de pessoas em férias fará com que estas datas funcionem na prática como feriado. Afinal, quem é que amanhã se vai esquecer de comemorar o aniversário do nosso primeiro rei? E não é por ser feriado.
Os timings político-judiciais em Portugal são verdadeiramente fascinantes: Ex-dirigente da Independente revela dossier original da licenciatura de Sócrates
“(…) Reza a teoria de que, na ausência de crescimento nominal do PIB igual ou superior à taxa de juro média da dívida de um mesmo País, essa dívida se torna insustentável. Assim, tendo em conta que neste momento, com uma recessão de 2% prevista para o balanço deste ano e uma taxa de inflação de 4%, a economia portuguesa suportaria no seu stock de dívida uma taxa de juro média de 2% ou pouco mais (…) O problema é que, na minha estimativa, e para que tudo fizesse sentido do ponto de vista teórico, Portugal necessitaria hoje de uma taxa de inflação cerca de dez pontos percentuais superior àquela que na realidade existe. Ou seja, Portugal precisaria de uma taxa de inflação próxima de 15% ao ano. E a título de curiosidade, a Grécia necessitaria de 35%, a Irlanda e a Itália de 7% e a Espanha de 6%.”, no meu artigo desta semana no jornal Vida Económica (“Só com ilusão monetária”).
“Sempre cáustico em relação ao estado do sector, Marinho Pinto afirmou que ‘a Justiça em Portugal não funciona’ (…) Criticou ainda a Justiça ministrada por magistrados “com 26, 27, 28 ou 29 anos”, sublinhando que lhes falta “experiência de vida e maturidade” para poderem ajuizar com rigor. ‘Muitos nem sequer namoram, como podem, por exemplo, entender um divórcio?’, questionou”, no Diário Económico online.
O actual Bastonário da Ordem dos Advogados é alguém por quem, confesso, tenho cada vez menos consideração. Mas, enfim, também é verdade que tenho cada vez menos consideração por (quase) todos os bastonários deste País…Contudo, o Dr. Marinho Pinto, de vez em quando, lá vai balbuciando umas coisas com as quais concordo e a crítica de cima, segundo a qual não é aceitável que jovens sem experiência de vida possam ser juízes, é uma delas. De facto, é hoje frequente que miúdos saltem, quase que directamente, das faculdades para o Centro de Estudos Judiciários e daí para a barra dos tribunais. Como se não bastasse a falta de especialização da Justiça, acrescenta-se-lhe, deste modo, a falta de experiência, resultando desta combinação um “mix” explosivo. E de facto é de questionar a capacidade de julgamento de pessoas que, nessas tenras idades, não tiveram ainda tempo para assumirem responsabilidades ou compromissos sérios, financeiros ou familiares. Não tiveram, sequer, tempo para completar o necessário período de rodagem que qualquer profissão exige, sobretudo quando se está em cargos com funções decisórias. Falta-lhes, como diz e bem o Dr. Marinho Pinto, a experiência de vida e a sensatez que só o tempo ensina. Enfim, pior que ir a tribunal, imagino, é ir a tribunal e ser-se julgado por um puto. Você gostaria?
Economic growth, or just growth, is today’s holy grail, on every politician’s lips .. Yet there are two glaringly obvious reasons why the whole concept of GDP is pure piffle.
Mathematical accuracy is impossible ..
But far more important is the nature of GDP itself. In particular, to what extent does it measure current consumer standards as opposed to prosperity in future? These two are entirely at odds with each other, because future prosperity is governed largely by the role of capital goods. But an increase of capital (i.e. savings and investment) means that current living standards are held back in the short term. So guess what: GDP statistics take little or no account of saving, the sine qua none for long term growth!
Ludwig von Mises, the great Austrian School economist, said that any macro-economic concept of national income is a mere political slogan devoid of any cognitive value. In fact it is worse than that because the GDP concept totally obliterates what is actually going on in a market economy.
Murray Rothbard, another king of the Austrian School, argued that all government spending should be subtracted from private spending as depredation on private production, and then we should subtract the resources drained from the private sector, to arrive at ‘Private Product Remaining in Private Hands’. Which brave economist will sign up to calculate this? Whatever, we must wean ourselves off GDP and all its works.
On August 14, 1990, at the International Society for Individual Liberty’s 5th World Libertarian Conference, Milton Friedman took a step back from the details of public policy issues and discussed basic libertarian beliefs and values. “I have no right to coerce someone else,” he said, “because I cannot be sure that I’m right and he is wrong.”
Talvez o leitor não se aperceba, mas… você é mais rico do que pensa. Ora veja:
Imaginemos alguém rico e com todas as mordomias da época… por exemplo… Karl Marx. Pensem no dia-a-dia dele. Por mais dinheiro que Engels lhe desse, tinha de acordar num colchão mais fraco do que o de um sem-abrigo que viva hoje no Porto. As suas casas de banho não tinham água corrente. O seu pequeno almoço só incluía fruta da época. Não podia ouvir senão música tocada ao vivo, o que reduzia as suas escolhas em géneros musicais a muito menos do que o caro leitor pode hoje ouvir sem custos em segundos e com o benefício do vídeo. Só podia corresponder-se por carta. Dificilmente poderia deslocar-se a grandes distâncias, e nunca em menos de semanas. Andava muitas vezes por ruas que cheiravam mal por falta de saneamento. Não podia usufruir de televisão, cinema, internet, telefone, telemóvel, câmeras, … Bolas, nem uma aspirina ele podia tomar! Quase que se torna compreensível porque andava sempre de mal com o mundo!Como refere o vídeo, eu não aceitava 1 milhão de Euros para aceitar a penalização de nunca mais usar a internet. Digo mais: todo o dinheiro que o Marx alguma vez recebeu do Engels não me pagava eu aceitar essa condição.
Assim, mesmo em crise, a sociedade ocidental dá-nos condições que nem aos super-ricos estavam acessíveis nos séculos anteriores! E em quantidades inimagináveis.
A eficiência, a cooperação espontânea, a complexidade das cadeias de valor, o valor acrescentado crescente de toda esta estrutura, a auto-coordenação implícita mesmo num simples lápis, a mim deixam-me como se a ouvir Bach, a ler Camões ou a ver o pôr-do-sol na Ilha da Páscoa.
Para alguém criado próximo da Natureza, a economia faz-me lembrar a floresta. O seu fervilhar, a luta pela sobrevivência empresarial, as suas reacções complexas e individuais mas coordenadas aos factores externos, os resultados de anos de evoluções baseados em pequenos nadas de seres que baseados no seu próprio interesse tomam as melhores decisões para a adaptação do todo a sempre novas circunstâncias, é lindo e, de um certo modo, poético.
E no fim, o resultado é que os organismos não só sobrevivem, mas se adaptam e mesmo prosperam, ocupando os espaços disponíveis, fazendo o espaço borbulhar de vida, crescendo e adaptando-se e proporcionando ao observador atento momentos de interior satisfação.

Ninguém trava o “sucesso” do Estado Social português: Taxas moderadoras passam a custar o dobro
Afinal, as taxas moderadoras vão “duplicar no seu valor global”, esclareceu hoje o ministro da Saúde, Paulo Macedo, no final da cerimónia de tomada de posse do Conselho de Administração do Hospital de S. João, no Porto.
A medida seria sempre má e desaconselhável mas, na actual conjuntura, é difícil conceber algo mais estúpido do que penalizar ainda mais a poupança e desincentivar o investimento: Pior a emenda que o soneto. Por LR.
Quiçá para mostrar “sensibilidade social”, mas sobretudo para ceder algo às pressões do establishment – não só do PS, mas também dentro do PSD, em especial a “ala cavaquista” – o governo decidiu amenizar os cortes nos salários da função pública. Ora reduzir o corte numa dada rubrica deveria ser compensado com corte adicional noutra e não com aumento de impostos. O governo optou por subir as taxas liberatórias para 25%, dando mais uma machadada na poupança e aumentando o incentivo à fuga de capitais.
Pelo menos desta vez (ainda) ninguém culpou o “neoliberalismo”: Hackers divulgam dados pessoais de 107 polícias de Lisboa e ameaçam toda a PSP
Um grupo intitulado Lulzsec Portugal terá acedido ilegalmente aos computadores do Ministério da Administração Interna (MAI), copiado e divulgado os dados pessoais de mais de uma centena de efectivos da PSP a trabalharem em três esquadras de Lisboa. Num texto resumido, acompanhado do endereço onde os dados pessoais podem ser consultados, os hackers ameaçam vir a divulgar os elementos de todo o efectivo da PSP, argumentando que tal acontece como represália pelos actos de violência que terão sido praticados contra pessoas que, no dia 24, participaram, em frente à Assembleia da República, no protesto da greve geral.
(via Helena Matos)
a pescadinha. Por Rui A.
O problema é, assim, mais de gestão do que dos recursos geridos, embora haja um limite abaixo do qual nenhuma gestão, por mais excelente que seja, é auto-suficiente. É isto que o governo português precisa de fazer, em vez de festejar o “sucesso” do monstro, o que, dadas as circunstâncias, só pode considerar-se um exercício de humor negro.
Estudantes iranianos colocam em acção plano curricular aprovado no fim-de-semana. Está em marcha o combate pela virtude.
A Wikileaks prestou mais um enorme serviço público, que avança muito para além da limpeza. Sosseguem os crentes na virtude que não faltam as teorias da conspiração, que tentam travar o avanço das guerras, os esforços dos novos ares do jornalismo e da política internacional.
“This government, Sir, is the independent offspring of the popular will. It is not the creature of State legislatures; nay, more, if the whole truth must be told, the people brought it into existence, established it, and have hitherto supported it, for the very purpose, amongst others, of imposing certain salutary restraints on State sovereignties.”, Daniel Webster, senador norte-americano, num discurso de há quase 200 anos.
“Se a Europa não muda, terá de haver uma revolução”, Mário Soares, hoje no i.
Pois tem toda a razão Dr. Soares! A questão é que essa revolução será dirigida contra “os políticos”, nomeadamente contra todos aqueles que a) gastaram à tripa forra, de forma irresponsável e inimputável e; b) vislumbram na Europa federal uma saída airosa – da elite (!) – do molho de bróculos em que meteram o País.
Em suma, a Democracia Representativa tem os dias contados; os eleitores, escaldados pela experiência e cada vez mais desejosos de rectificá-la, exigirão a retoma efectiva do poder. E, portanto, os novos líderes não estão nos Parlamentos; os novos líderes estarão na Rua. Uma nova Democracia emergirá então: “Government of the people, by the people, for the people”.
“Ireland enters its second year in the ungentle embrace of its bailout providers facing a further €3.8 billion ($5 billion) of budget cuts. It is by general acclamation the star pupil among the growing group of euro-zone members that have lost the confidence of bond investors, and the closest thing the currency area has to a success story. And yet it still faces massive challenges (…) One key challenge is retaining the support of the Irish people in their roles as workers, voters and taxpayers. It has already been a long slog—in 2012, Ireland will be in its fourth year of austerity (…) And though there haven’t been street protests of the kind seen in Athens, Irish people can hardly be said to be enthusiastic about the prospect of at least two more years of cutbacks. According to an opinion poll published by the Irish Examiner newspaper on Monday, only 48% of those surveyed agreed that the government should continue to comply with the terms and conditions of the bailout, while a third disagreed and the rest didn’t know what to think. Asked whether the coalition government that came to power in March had done a good job of managing the economy, 45% said no, 29% said yes and 26% expressed no opinion (…) Irish people do broadly feel responsible for getting themselves into the mess they’re in. There is an acknowledgment that people got too greedy, borrowed too much, chose the wrong people to govern for the wrong reasons, and paid little if any attention to the admittedly recondite world of financial regulation. What most Irish people can’t understand is why they should be responsible for repaying the debts of banks that were private companies when that borrowing was undertaken. Yet the European Central Bank in particular has insisted that is what they should do, chiefly in an effort to preserve the stability of the European banking system. Of course, the stability of that system has already been undermined by threats that are a lot greater than the ability of Irish banks to repay their bond holders, so there are doubts over whether there is now any point in requiring Irish taxpayers to foot the bill. But if euro-zone policy makers want to see their treaty changes passed, they may have to think long and hard about whether they want to stick to that requirement.”, Paul Hannon, no Wall Street Journal. Destaques meus.
No artigo, o autor sublinha uma importante mensagem: na Irlanda, ao contrário de outros países da zona euro (Portugal provavelmente incluído), quaisquer alterações aos Tratados Europeus, como aquelas que a Alemanha e a França andam a cozinhar, terão de ser referendadas. O triunfo da verdadeira Democracia aproxima-se…
O Louçã, o Semedo e o BPN. Generalizações, por Helena Matos.
(…) A negociata começou em 1994. Com outros médicos criou uma clínica mas teve de arranjar um sócio que lhe garantisse clientes. Foi esse sócio uma companhia de seguros. Oram vejam a feliz coincidência quem haveria de aparecer interessado nessa companhia de seguros? O BPN. Eles dizem que não sabiam previamente que ia comprar a companhia de seguros. E nós dizemos que vamos fazer de conta que acreditamos nessa história da carochinha. E também fazemos de conta que só em 2007 se soube das irregularidades do BPN. Enfim é muito fazer de conta. Porque é assim que eles financiam os negócios de favor com que têm roubado o país.
Todos os dias Louçã faz este exercício de populismo puro sobre os mais variados assuntos. E toda a gente acha esse um direito natural da esquerda em geral e de Louçã em particular. Talvez o sucedido com João Semedo sirva para lhes atenuar os ímpetos inquisitoriais e tornar mais evidentemente insuportável aquela diatribe constante.
Não obstante eventuais reservas estéticas, uma “igreja-caravela” parece adequada para um país que se está a afundar sob o peso do intervencionismo e da insaciável voracidade fiscal do Estado.
(…) El caso es que esos inquilinos por la kara estaban instalados en la antaño gongorina y ahora ruinosa morada, gozando de pleno derecho las innumerables facilidades que la Justicia española en general y el Ayuntamiento de Madrid en particular prestan a esta suerte de bonitas iniciativas populares. Pero siempre hay un pelo en la sopa. En ésas, algún propietario desesperado, impaciente, y si rascamos un poco seguro que fascista, racista, machista, violento, homófobo y misógino - etiquetas que en España suelen atribuirse en bloque a cualquiera que no se baje los calzones y ofrezca el ojete sin rechistar – debió decidir que aquella situación la solucionaba él a título personal, por el artículo catorce. Así que cuatro individuos fornidos tiraron la puerta, cogieron a los okupas en brazos y los sacaron a la calle. Acto reprobable, éste, que acogiéndome a la retórica al uso me apresuro a calificar -conste en acta para que no haya dudas sobre mi punto de vista ético- de terrorismo urbano. Incluso de genocidio perroflauta. (…)
Arturo Pérez-Reverte, Okupando a Góngora
A poucos dias da despedida, a doutrina progressista do PSOE de Zapatero e o delírio das feminazis do presidente ainda conseguem atingir níveis estratosféricos na escala do ridículo. Agora inventaram um selo de garantia para o cinema que atesta o cumprimento de todas as normas definidas pela ideologia do género. Enfim, tudo isto já só nos faz rir. E, quando um devaneio ideológico diverte mais do que indigna, sabemos que a sua morte está ao virar da esquina.
“Maioria quer subir tributação nos juros e dividendos para compensar a perda de poupança com os novos textos para o corte de subsídios (…) Esta mudança da proposta inicial implica uma despesa de 130 milhões de euros que a maioria de direita quer ver compensada com o agravamento da tributação dos juros e dividendos. Os números foram hoje avançados no Parlamento por Luís Montenegro, vice-presidente da bancada social-democrata.”, no Diário Económico online.
Tal como defendi (e escrevi na Vida Económica) na semana passada, entre tudo aquilo que o PS apresentou só uma das suas propostas é que poderia realmente ter impacto material no Orçamento de Estado do próximo ano: o aumento da taxa liberatória sobre a poupança, nomeadamente sobre juros e dividendos, de 21,5% para 25%. E, ora aí está, segundo relata a imprensa, parece que a maioria parlamentar PSD/CDS se prepara para endereçar essa mesma proposta, em contrapartida de uma suavização nos cortes dos subsídios no sector público.
Mas, agora, são os números do PSD/CDS que não batem certo! Porque se a ideia é manter a neutralidade orçamental, então, das duas uma: ou se suaviza ainda mais a redução dos subsídios ou se reduz o aumento preconizado na taxa liberatória. A razão é simples: mesmo numa estimativa pessimista, a receita fiscal associada a uma eventual subida da taxa liberatória em 3,5 pontos percentuais será sempre superior à despesa adicional de 130 milhões decorrente da suavização nos subsídios.
O vice-presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, Jacinto Gonçalves, alertou hoje que o fim da comissão de preparação de candidatura portuguesa da dieta mediterrânica a património imaterial da UNESCO pode por em causa o processo.
Depois de o fado ter sido considerado Património Imaterial da Humanidade, Portugal junta-se a outros países na candidatura para o alargamento da dieta mediterrânica.
28 de Novembro, via Helena Matos.
Parece que já vai haver menos uma comissão a ser fundida. Fica em falta a informação de quantos subsídios de férias/Natal vai custar esta candidatura.
No caminho por uma política internacional transparente.
Iran erupted in a fresh frenzy of animosity towards its old imperial foe on Sunday as MPs chanting “death to England” voted to expel Britain’s ambassador to Tehran and threatened his mission with a reprise of the 1979 hostage crisis.
“(…) 73,8% responderam afirmativamente à questão: “Portugal deverá continuar no euro?”, enquanto 20% disseram que não e apenas 6,2% manifestaram dúvidas ou disseram não saber ou recusaram responder. Apesar desta maioria clara de apoio à permanência na zona euro, só 36,5% disseram concordar “com as políticas de austeridade exigidas pela União Europeia”, enquanto pouco mais de metade (52,5%) responderam não a esta questão.“, no Diário Económico online (destaques meus).
Em suma, uma cópia chapada do que, há semanas, disseram os gregos em resposta às mesmas perguntas!
Embora se possam compreender as razões da extrema prudência governamental no que diz respeito à actuação das forças policiais no dia da greve geral, há limites que não podem ser ultrapassados num Estado de Direito e o direito a trabalhar é claramente um deles.
Os piquetes de greve não podem continuar a estar acima da lei.
GREVE GERAL 24/11 – Estação CP Cacém
(video via este comentário)
Leitura complementar: Bullying sindical.
Como podem ler aqui, o FMI está a “preparar” um pacote de Garantias à Italia no valor de 600 000 Milhões de Euros, a uma taxa de amigo, inferior a 5%.
Não sendo inteiramente uma situação inesperada – afinal, os juros pagos pela dívida estatal Italiana já cruzaram os 7% há umas semanas – é sem dúvida uma notícia forte e que levanta várias questões:
1 – Como surge este dinheiro. Estamos a falar de 600 000 Milhões…
2 – E se falhar? A Itália sai do Euro?
3 – E se a Itália sair do Euro… este ficará em causa, como disse Merkel?
4 – E como vão reagir os “mercados” à notícia amanhã de manhã?
5 - E no Longo Prazo como se vão organizar os países monetariamente depois? Liderará a Itália um “Euro do Sul”/”Atlante”? Ou será “cada um por si”?
Ainda é muito cedo para respostas, mas as próximas semanas serão decisivas.
A telenovela segue dentro de momentos.
Uma estranha forma de receber os adeptos visitantes e uma estranha forma de terminar um jogo de futebol. Resta esperar que o fenómeno não se repita…
Adeptos do Sporting incendeiam cadeiras do estádio da Luz
Aparentemente, nem sequer Alberto João Jardim compareceu.
E foi pena, porque bastaria meia dúzia da manifestantes para a comunicação social portuguesa considerar a manifestação um estrondoso sucesso.
Indignados: Ninguém compareceu hoje à manifestação no Funchal
Uma professora de música no Conservatório da Madeira, Carla Abreu, que organizou hoje, pela segunda vez, uma manifestação de indignados no Funchal, está «bastante desiludida» com a inércia dos madeirenses.
Carla Abreu lamentou o facto de ninguém ter comparecido ao repto que lançou no facebook para uma concentração de indignados esta tarde no parque de Santa Catarina, no Funchal, contra as medidas lesivas dos direitos dos trabalhadores.
(…)
Agora, perante a ausência de participantes, Carla Abreu recusa voltar a promover acções deste género: «Fico com a minha indignação e cada qual com a sua».
Prémio distraído do ano. Por Helena Matos.
A professora que convocou esta manifestação merece o prémio distraída do ano. Como é que ela não percebe que os indignados mais a sua defesa da despesa pública estão no governo regional da Madeira?
Aqui fica o ranking dos posts d’O Insurgente mais votados dos últimos 7 dias. A lista foi obtida multiplicando o número total de votos de cada post pela respectiva classificação média:
1 – Pilotos fogem da social-democracia
2 – Os bárbaros
3 – A maricagem revolucionária
4 – Europa: A Força Civilizacional da Competição Fiscal
5 – 34 mil milhões – párem tudo!
Não há nada mais fundamental do que ver estes dois vídeos publicados no 5 Dias. Em ambos, os piquetes de greve tentam impedir de forma ilegal aqueles que queriam trabalhar de o fazer. Toda a cena foi filmada na presença da polícia, sem qualquer tipo de ameaça. Que se saiba, nenhuma destas pessoas foi presa apesar de terem cometido uma ilegalidade. Enquanto os polícias, muito pacientemente, levam um por um cada um dos manifestantes ao colo para abrir caminho para os que desejavam trabalhar, eles lá vão gritando slogans anti-fascistas, como se houvesse algo de fascista em permitir que pessoas trabalhem em liberdade. Ansiosos pela violência policial que nunca chega, estes piqueteiros, sem senso de ridículo, desatam a gritar para as câmeras ao mínimo beliscão. Álvaro Cunhal e outros realmente torturados pelo antigo regime devem estar orgulhosos desta maricagem revolucionária.
Dignos representantes da direita socialista na blogosfera, o 31 da Armada está de parabéns pelos seus cinco anos. A criatividade e a imaginação dos seus membros é uma lufada de ar fresco numa blogosfera cada vez mais carente de novidade. Que venham mais 5.
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