Boaventura, ou O suicídio do regime. Por Alexandre Homem Cristo.
Um dia, quando se escrever a História destes anos turbulentos, o rigor obrigará a mencionar Boaventura Sousa Santos numa nota de rodapé, por duas razões.
A primeira é explicar aos portugueses do futuro como, ainda em 2011, o absurdo reinava na política do país, onde Boaventura Sousa Santos, o maior moralista de que havia memória desde Afonso Costa, acusava o governo de “pilhagens ilegais”, “imoralismo” e defendia uma “democracia real”, embora fosse um guardião institucional do regime, no Observatório Permanente da Justiça. Permitindo-lhe envenenar duplamente o carácter institucional do regime, já de si frágil, Boaventura será elevado a símbolo do suicídio do regime.
[...] O André Azevedo Alves destaca o post no qual Alexandre Homem Cristo apresenta as duas razões pelas quais a história será obrigada a mencionar Boaventura Sousa Santos numa nota de rodapé. [...]
Pingback por Boaventura Sousa Santos, o regime e o rap « O Insurgente — Outubro 19, 2011 @ 13:53
[...] comentar os escritos do personagem em questão. Boaventura Sousa Santos é um idiota. Mas um idiota especial, visto que sai caro ao contribuínte. Recordo-me de o ouvir criticar Chavez por não ir [...]
Pingback por Os Doutores « O Insurgente — Maio 5, 2012 @ 12:57