
Fulano padece de uma doença terminal. Ainda se vai mexendo, mas tem, literalmente, os dias contados. Um dia, enquanto circula inadvertidamente na rua, tropeça e parte uma perna. Não morre, mas fica decididamente pior. No hospital, só ligado à máquina permanece vivo.
Moral da estória para o João Pinto e Castro: Os médicos não se devem preocupar com a doença terminal. Tratem da perna do homem e tudo será como dantes.
[...] Miguel Botelho Moniz (O Insurgente) sobre esta brilhante elucubração de João Pinto e Castro (Jugular) Share this:Gostar disto:GostoBe the first to like this post. By Miguel Noronha, on 18/10/2011 at 12:25, under Uncategorized. Sem Comentários Comente ou deixe um trackback: URL do Trackback. « Sobre os vencedores do Nobel da Economia de 2011 [...]
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