Dentro da mesma lógica de questionar a moralidade de um CEO de uma empresa porque um dos seus fornecedores utilizou “crianças” de 15 anos no fabrico dos seus produtos, não poderá também questionar a moralidade daqueles que compram e publicitam os seus produtos?
Outubro 7, 2011
7 Comentários »
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Deixe estar… Vozes de burro não chegam aos céus.
Comentário por Vasco — Outubro 7, 2011 @ 12:00
Esse seu post fez-me lembrar que há coisa de duzentos anos, a quem se declarava anti-esclavagista era-lhe perguntado se não gostava de tomar o seu cafezinho com açucarzinho.
Acabei de tomar uma bica açucarada. No entanto há qualquer coisa que me leva a crer que ninguem levou com um chicote nos lombos por minha causa.
Comentário por EMS — Outubro 7, 2011 @ 12:01
Pois é EMS, o que seria de uma pessoa sem um bem tão essencial como o iPhone. E não publicitar o iPad então, é ostracismo social imediato.
Comentário por Carlos Guimarães Pinto — Outubro 7, 2011 @ 12:25
No Washington Post:
Se calhar convém ir um pouco mais longe nesta análise.
WPost Robert J. Samuelson Opinion Writer
Our one-sided trade war with China
…
“All this is dangerous stuff. The policy’s only recommendation is that it might be slightly better than the alternative: condoning China’s ongoing assault on our industry. In the past, it’s been clothes and furniture; in the future, it will be cars and commercial aircraft.
China’s policies assail other countries, too, and its trade surpluses destabilize the global economy.
There’s already a trade war between them and us; but only one side is fighting.”
…
Como diria outro Insurgente: “Isto vai acabar mal …”
Comentário por JS — Outubro 7, 2011 @ 14:59
http://www.nationalreview.com/corner/279486/occupy-wall-street-protesters-hold-moment-silence-upon-death-billionaire-capitalist-da
“Suddenly, Wednesday afternoon, the typing stopped — when the world got news of the death of inventor Steve Jobs.
“A ripple of shock went through our crowd,” said Thorin Caristo, who helps lead Occupy Wall Street’s web-based movement.”
….
“Jobs was different from those on Wall Street who generate vast fortunes, he said.
“I dislike billionaires with a complete disregard for the future of the human race, to make money,” he said, taking a deep puff from his cigarette as he sat on a stone park wall, with the sun setting over lower Manhattan.
There are billionaires and then, there was “this different, quiet billionaire,” Caristo said. “He was a beneficial member of the human community.””
Comentário por lucklucky — Outubro 7, 2011 @ 19:54
Para a tralha comunista um trabalhador por conta de outrém é sempre explorado excepto se o patrão for um Estado comunista.
Cada miúdo que aqui trabalha talvez mate a fome da família com o que ganha.
Quando os rapazes de Estaline cercaram a Ucrânia e mais de 6 milhões definharam e morreram com a fome que eles levrama as crianças que se acercavam da tropa vermelha a pedir um pouco de pão eram fuziladas sem apelo nem agravo.
Este Sérgio é muito esquecido.
Comentário por A. R — Outubro 7, 2011 @ 23:04
[...] – Os neo-hippies têm ipad 2 – Do dolo e das sinapses 3 – Uma questão ao Sérgio Lavos 4 – Um socialista passista para a ERC 5 – Os efeitos do proibicionismo – A tale of [...]
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