O Insurgente

Outubro 7, 2011

Climate Change Scare Machine Cycle

Filed under: Diversos — AA @ 15:02

The great big map of FUD (Watts Up With That?):


Climate Change Scare Machine Cycle
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19 Comentários »

  1. Continuem a pregar a conversa dos tolinhos, mas entretanto vejam o que a vossa negação vos reserva:

    http://en.wikipedia.org/wiki/Effects_of_global_warming_on_Australia

    “I have come to Australia to see what a global-warming future holds for this most vulnerable of nations, and Mother Nature has been happy to oblige: Over the course of just a few weeks, the continent has been hit by a record heat wave, a crippling drought, bush fires, floods that swamped an area the size of France and Germany combined, even a plague of locusts. “In many ways, it is a disaster of biblical proportions,” Andrew Fraser, the Queensland state treasurer, told reporters. He was talking about the floods in his region, but the sense that Australia – which maintains one of the highest per-capita carbon footprints on the planet – has summoned up the wrath of the climate gods is everywhere. “Australia is the canary in the coal mine,” says David Karoly, a top climate researcher at the University of Melbourne. “What is happening in Australia now is similar to what we can expect to see in other places in the future.”

    http://www.rollingstone.com/politics/news/climate-change-and-the-end-of-australia-20111003

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 20:07

  2. “has summoned up the wrath of the climate gods is everywhere”

    Obrigado. É um excelente exemplo da retórica anti-científica e pseudo-religiosa em que assenta a propaganda da indústria das alterações climáticas.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 7, 2011 @ 20:12

  3. exacto, a parte do cientista a dizer: “Australia is the canary in the coal mine,” says David Karoly, a top climate researcher at the University of Melbourne. “What is happening in Australia now is similar to what we can expect to see in other places in the future.”” é super anti cientifica.

    O conceito de figura de estilo, metáfora ou outras noções da escrita de nível liceal passam-lhe ao lado?

    Só usa palas quem quer.

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 20:17

  4. vasco,

    O meu elogio foi genuíno. Acho os seus comentários excelentes para demonstrar o carácter anti-científico, pseudo-religioso e milenialista das formas mais populares de crença na propaganda eco-alarmista. São por isso um excelente complemento ao post.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 7, 2011 @ 20:25

  5. Eu percebi, pode repetir o mesmo post várias vezes, que não acrescenta nada.
    Eu percebo português, aparentemente mais do que você percebe inglês. Os seus argumentos passam sempre por chamar a cientistas anti-cientificos, (ainda por cima a esmagadora maioria deles), o que explica bastante.

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 20:34

  6. Como dizem os cientoinos mais pios “the plural of anecdote is not data”.

    Comentário por Euro2cent — Outubro 7, 2011 @ 20:48

  7. Quando for ao médico e o diagnóstico não lhe agradar também pode chamar-lhe “anecdote”. Não quer dizer que não esteja doente.

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 20:58

  8. “Eu percebi, pode repetir o mesmo post várias vezes, que não acrescenta nada.”

    A repetição tem virtudes pedagógicas frequentemente subvalorizadas, ainda que seja menos eficaz perante manifestações de dogmas anti-científicos e milenialistas.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 7, 2011 @ 21:07

  9. A repetição tem também preversões, por exemplo um certo auto-convencimento em forma de reza, a segunda (e mais preversa porque contagiosa) o de transformar mentiras em verdades.

    (Pode continuar a repetir “anti-cientifico” ad nauseam, como fez em todos os comentários ao seu post, mas no entanto são os cientistas que o contrariam. A si, e a todos os economistas virados especialistas em climatologia)

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 21:51

  10. (leia-se perverso, não preverso)

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 21:52

  11. Mais um monte de tralha “anti-científica” e “milenialista”

    http://www.pnas.org/content/early/2010/06/04/1003187107.full.pdf+html

    Comentário por vasco — Outubro 7, 2011 @ 22:44

  12. “A repetição tem também preversões, por exemplo um certo auto-convencimento em forma de reza, a segunda (e mais preversa porque contagiosa) o de transformar mentiras em verdades.”

    Concordo. A perversa repetição ad nauseam da retórica anti-científica e pseudo-religiosa em que assenta a propaganda da indústria das alterações climáticas é um bom exemplo disso mesmo.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 7, 2011 @ 23:55

  13. Muito bem, conseguiu dizer mais uma vez ‘anti-cientifica’ num comentário. four for four. Continua a ser treta, mas parabéns pela persistência e pela boa imitação de um papagaio. Fico à espera da sua desmontagem (científica com certeza) do artigo que coloquei, demontrando-o anti-cientifico, propagandístico e/ou pseudo-religioso (A Academia de Ciências dos EU estára concerteza incluida na lista dos milenialistas :D ) . Terá é que o ler primeiro, coisa que desconfio, não lhe seja conveniente.

    A única indústria que anda a propagandear é a da negação das evidências. Já o fazem há muito, e já enterraram muitos (petro) dólares nisso.

    Comentário por vasco — Outubro 8, 2011 @ 03:45

  14. Excelente imagem!
    Gostava de ter sido eu a encontrá-la (inveja…)

    E ter desencadeado uma reacção baseada na autoridade científica da Rolling Stone… priceless ;)

    Comentário por Ricardo Campelo de Magalhães — Outubro 8, 2011 @ 18:21

  15. “Muito bem, conseguiu dizer mais uma vez ‘anti-cientifica’ num comentário.”

    Obrigado. Parabéns por ter reparado. É bom sinal e significa que talvez um dia se consiga libertar da aceitação sem sentido crítico dos dogmas anti-científicos, pseudo-religiosos e milenialistas da indústria das alterações climáticas.

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 8, 2011 @ 20:00

  16. “E ter desencadeado uma reacção baseada na autoridade científica da Rolling Stone… priceless”

    Eu diria que dado o enquadramento habitualmente dado à discussão do tema, a Rolling Stone é uma fonte adequada… ;)

    Comentário por André Azevedo Alves — Outubro 8, 2011 @ 20:01

  17. @ RCM, Já que a peça jornalistica (e não uma peça jornalistica disfarçada de paper científico, ao contrário das tretas que sê postam neste blog sobre este assunto) da Rolling Stone, não vai de encontro aos seus standards, porque não comenta o pdf que coloquei mais abaixo, cuja origem é a Academia de Ciências dos Estados Unidos? Será que já suficientemente credível? Suficientemente científico?

    @ AAA Discutir consigo é como falar com um papagaio (agora repito-me eu). Pergunte-se o que se perguntar, a resposta é sempre a mesma. (e continua a ser ‘bullshit’.) Depois veja se arranja tempo para comentar o pdf que coloquei no # 11. Se lhe convier, obviamente.

    Comentário por vasco — Outubro 8, 2011 @ 20:16

  18. Não há nada para comentar. É impossível medir a temperatura da terra com o grau de precisão de 0.x Cº
    Logo tudo o resto é conversa fiada.

    Comentário por lucklucky — Outubro 8, 2011 @ 20:46

  19. Uma teoria que está certa quaisquer que sejam os resultados (justifica a subida da temperatura e a descida, e vice-versa, e o seu contrário…) não pode ser levada muito a sério. E pretender que só agora ocorreram alterações climáticas é ser-se no mínimo muito ingénuo. Ainda há 20 anos, o pânico era relacionado com um “inevitável” arrefecimento e nova mini idade do gelo (já se tinha expelido muito CO2, certo?).

    Mais, não confundir o que é PREVISTO pelos MODELOS com a REALIDADE. É que esta geralmente está-se a marimbar para o que nós queremos que ela seja…

    Comentário por rxcorreia — Janeiro 31, 2012 @ 10:57


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