No seguimento do direito humano à água, o direito palestiniano à ajuda norte-americana.
Outubro 6, 2011
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Onde é que isto vai parar; um dia destes até os israelitas começam a pedir também eles ajudas aos EUA…
Comentário por Miguel Madeira — Outubro 6, 2011 @ 13:37
O texto que linkou é interessante, por vários motivos. No entanto, não descobri nele nada em que a ajuda fosse tida como um “direito”, uma questão moral e uma contrapartida pela ajuda pública ao desenvolvimento (ou por acordos em áreas diversas, militares incluídos) prestada a outros países e/ou instituições.Nem um choradinho porque “Because our national rights are not for sale or trade for a handful of [American] dollars.” ou mesmo uma necessidade de afirmação, consubstanciada em “apologizes to the Palestinian people and its president, Mahmoud Abbas.’ Abd Al-Qader said that the American administration ‘cannot extort the Palestinian people and humiliate it with a bit of aid.’”. Por último, dizer que me parece do senso comum que quem dá o dinheiro, é capaz de querer saber onde foi gasto e aplicado.
Comentário por ruicarmo — Outubro 6, 2011 @ 14:33
Na verdade os muçulmanos, imbuídos de uma cultura supremacista firmemente ancorada no Corão, entendem naturalmente que receberem dinheiro para não enveredarem pela violência, é um direito.
A jizia é isso mesmo: uma taxa paga por povos inferiores para que os muçulmanos os não aterrorizem.
Por isso, quando os palestinianos vocalizam este tipo de argumentos, não estão a ser cínicos mas apenas a seguir uma moralidade própria.
Um exemplo: quando um pequeno jornal norueguês republicou as caricaturas dinamarquesas, o seu director foi ameaçado de morte e a própria Noruega foi alvo de uma camapanha, no mundo muçulmano, e no próprio país, com minorias ( por enquanto) muçulmanas a apelar à violência contra quem “ofende” o Islão.
Passados uns dias, apareceu na TV pública o líder da comunidade muçulmana, o director do jornal e a ministra da igualdade e das migrações, ou lá como se chama.
O jornalista pediu desculpa, o iman declarou que a partir desse momento estava protegido e o governo norueguês aumentou em mais de 500% a dádiva de fundos à organização da comunidade muçulmana.
Está aqui tudo:
O jornalista é um dhimmi ( protegido) e quem o protege não é o estado de direito, mas sim o clérigo muçulmano. E mediante uma taxa, o clérigo estende tb a sua protecção aos restantes noruegueses.
Concluindo: para os palestinianos é um direito receberem um imposto pago pelos infiéis.
Comentário por Jose — Outubro 6, 2011 @ 21:09